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Nós engravidamos e nos contorcemos de dor, mas demos à Luz o

vento. Não trouxemos salvação à terra; não demos à Luz os


habitantes do mundo. Mas os teus mortos viverão; seus corpos
ressuscitarão. Vocês, que voltaram ao pó, acordem e cantem de
alegria. O teu orvalho é orvalho de Luz; a terra dará à Luz os seus
mortos - Isaías 26:18, 19

Para que queremos fruticar?

Como fazer uma confissão de esperança em meio a um grande desapontamento?

Isaías está dizendo que o povo passou por todo processo de dor, por todas as
expectativas que cercam uma gravidez, mas nada havia nascido.

Às vezes sofremos o mesmo:

Investimos tempo e recurso em algo grandioso, podendo ser até mesmo algo
dedicado à Deus ou ao próximo.

E o desapontamento surge ao constatarmos que não deu em nada.

Virou pó. Ou pior: virou vento.

Ter muitos filhos era considerada a principal bençaõ para um israelita comum.

Não tê-los, ao contrário, era uma maldição vergonhosa.

Mas,
Pior que nos sentirmos “estéreis” é nos sentirmos “fecundos” e,

Paradoxalmente, só conseguirmos “parir vento”.

O texto bíblico acima fornece elementos para compreendermos um pouco o porquê


dos desapontamentos e Como não sucumbir a eles.
É preciso fazer um auto-exame (perguntar-se “em que eu errei” até achar a resposta).

A perplexidade dos israelitas se devia ao fato de que eles tiveram todos os sinais.
Tudo parecia apontar para uma grande benção.

“Por que, meu Deus?”


E “O quê fiz de errado?”

São as perguntas mais comuns quando desapontamentos Como esse ocorrem.

É importante não deixar de perguntar.

Uma inquirição profunda pode nos ajudar a descobrir nossos erros que passaram
despercebidos ao longo do processo.

É preciso crer que o desapontamento pode ser a melhor disciplina para nossas vidas

– Investir em algo que não dá os resultados esperados é algo que até Deus passa.

Por vezes, é Ele quem se desaponta conosco


(como a figueira infrutífera que Jesus amaldiçoou).

Desapontar-se é uma forma de sentir o que Deus já experimentou em relação à Israel,


a igreja e a nós mesmos muitas e muitas vezes (Dt 28:39 / Is 5:2-4).

Você está disposto a produzir de acordo com o investimento?

“Investimentos que não dão retorno são os piores desapontamentos,

Mas, Como disciplina divina,

São a melhor forma de Deus nos mostrar como ele se sente conosco”.

É preciso crer que se Deus não fizer algo novo nascer, Ele vai fazer algo velho
ressurgir.

O Deus que nos permite passar por momentos de gestações de vento é o mesmo que
transforma cemitérios em maternidades de realizações.
O trecho inicial do texto é um lamento,

mas sua conclusão aponta para uma fé que não conhece os limites (até mesmo da
morte):

“Não demos à luz... mas os mortos viverão!” (Is 26:18b,19a).

Na cultura de Israel e dos povos circunvizinhos, os mortos habitavam um lugar de


sequidão e trevas.

Mas esse cântico de louvor (que é o capítulo 26) transtorna esse conceito ao bradar à
aqueles que “voltaram ao pó” (os mortos):

“Teu orvalho é orvalho de luz.


A terra dará à luz os seus mortos” (v.19).

Esse belíssimo texto bíblico é um convite a uma fé que não se limita a olhar
esperançosa para um ventre gestante,

Mas que consegue discernir orvalho na secura,

Luz na escuridão e um outro ventre, embaixo na terra, gerando algo novo.

Porque ter fé é crer que o mesmo Deus que faz gente “parir vento” faz terra “parir
gente

Tito 3.5 Não por causa de alguma atitude justa que pudéssemos ter praticado, mas
devido à sua bondade, Ele nos salvou por meio do orvalho regenerador e renovador
do Espirito Santo),

A IMPORTÂNCIA DO ORVALHO.

Nas regiões pouco chuvosas o orvalho exerce o papel importante para a umidificação
do terreno.
Na palestina ele é essencial e imprescindível.
A umidade vem do Mediterrâneo durante os dias de verão e depois cai sobre a terra
sob forma de orvalho, com o resfriamento noturno.

O orvalho é uma fonte de refrigério.

É a provisão da natureza para a renovação da face da terra.

Ele CAI de noite, e SEM ele a vegetação morreria.

É esse grande valor do orvalho que é tantas vezes reconhecido nas Escrituras

Serei para Israel como orvalho. (Os 14.5.)

O orvalho é uma fonte de refrigério.

É a provisão da natureza para a renovação da face da terra.

Ele cai de noite, e sem ele a vegetação morreria.

É esse grande valor do orvalho que é tantas vezes reconhecido nas Escrituras.

Ele é usado como símbolo de refrigério espiritual.

Como a natureza é banhada pelo orvalho, assim o Senhor também renova o Seu
povo.

Em Tito 3.5, o mesmo pensamento de refrigério espiritual está ligado ao Espírito Santo
a "renovação do Espírito Santo".

Muitos cristãos não reconhecem a importância do orvalho celeste em suas vidas, e


como resultado, falta-lhes frescor e vitalida¬de.

Têm o espírito desfalecido, por falta de orvalho.

Meu irmão, você reconhece a loucura que seria um operário passar o dia trabalhando,
sem comer.
Mas reconhece também a loucura que é um crente querer servir a Deus, sem comer
do maná celeste?

Não basta recebermos alimento de quando em quando.

Precisamos receber cada dia a renovação do Espírito Santo.

Nós bem sabemos quando estamos cheios de vigor espiritual, e quando nos sentimos
exaustos e desgastados.

A quietude e a absorção são as atitudes propícias para recebermos o orvalho.

À noite, quando a vegetação repousa, os poros das plantas estão abertos para
receber o banho refrescante e revigorador; assim, na quietude aos pés do Senhor,
vem-nos o orvalho espiritual.

Coloquemo-nos quietos diante dEle.

A pressa impede que recebamos o orvalho.

Esperemos diante de Deus, até estarmos impregnados da Sua presença:

então entraremos no serviço do Rei, na certeza de que temos o vigor de Jesus Cristo.

O orvalho não cai enquanto há calor ou vento.

A temperatura precisa baixar e o vento cessar, e o ar precisa estar fresco e calmo de


uma completa quietude, por assim dizer para que possa produzir suas invisíveis
partículas de umidade para orvalhar a erva e a flor.

Assim também, a graça de Deus não pode trazer refrigério ao homem, enquanto ele
não descansar no senhor … “”” aquieta minha alma “”””

Ele é usado como simbolo de refrigério espiritual.

Como a natureza é banhada pelo orvalho, assim o Senhor também renova o seu
povo.
Em (Tito 3.5 Não por causa de alguma atitude justa que pudéssemos ter praticado,
mas devido à sua bondade,
Ele nos salvou por meio do lavar regenerador e renovador do Espirito Santo), o
mesmo pensamento de refrigério espiritual está ligado ao Espírito Santo - a renovação
do Espirito Santo.

A quietude e a absorção são as atitudes propicias para recebermos o orvalho.

À noite quando a vegetação repousa, os poros das plantas estão abertos para receber
o banho refrescante e revigorador; assim, na quietude aos pés do Senhor, vem-nos o
orvalho espiritual.

Coloquemo-nos quietos diante dele.

A pressa impede que recebamos o orvalho.

Esperemos diante de Deus, até estarmos impregnados da sua presença: então


entraremos no serviço do Rei, na certeza de que temos o vigor de Jesus Cristo.

O orvalho não cai enquanto há calor ou vento.

A temperatura precisa baixar e o vento cessar, e o ar precisa estar fresco e calmo -


de uma completa quietude, por assim dizer - para que possa produzir suas invisíveis
partículas úmidas para orvalhar a erva e a flor.

Oséias 14:6-8

5 Eu serei para Israel como o orvalho. Ele florescerá como o lírio e lançará as suas
raízes como o Líbano.
6 Estender-se-ão os seus galhos, e a sua glória será como a da oliveira, e sua
fragrância como a do Líbano.
7 Voltarão os que habitam debaixo da sua sombra; serão vivificados como o trigo, e
florescerão como a vide; a sua memória será como o vinho do Líbano.

Essa passagem me faz refletir sobre a importancia do derramamento do Espirio Santo


em nossa vida, pois sem o refrigério que está na unção de estar de bem com o
Senhor, nós não podemos desfurtar das bençãos de Deus.
Viver em comunhão com o Altíssimo, é estar em perfeita harmonia com o plano divino,
e conhecer qual a perfeita vontade de Deus.

"E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação
do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita
vontade de Deus." (Romanos 12:2)

Então amados, sejamos prudentes e sábios em descobrir qual seja a perfeita vontade
de Deus para nossa vida e deixemos de lado tudo o que nos afasta do Senhor.
Produzir bons frutos, a partir da videira verdadeira que é Jesus. Sermos amáveis uns
com os outros e amar a Deus sobre todas as coisas.

Assim como o orvalho restaura a terra castigada pelo rigor do calor, assim como o
orvalho traz nova vida à terra seca,

Terra seca
Assim Deus traz restauração para o seu povo.

1) O orvalho cai constantemente (Os 14.5)

Ele não é periódico, mas diário.

Deus também renova as suas misericórdias em nosso favor a cada manhã (Lm 3.22).
A cada manhã, vivemos um milagre, pois Deus renova o seu amor, cuidado, e
misericórdia em nosso favor. O amor de Deus por nós é incansável, perseverante.
Deus sempre está conosco. Quando enfrentamos as tempestades da vida, Ele está
conosco. Quando passamos pelas fornalhas, Ele caminha conosco. Quando
atravessamos o vale da sombra da morte, Ele nos toma pela mão, e diz: “Não temas,
pois estou contigo” (Is 41.10).
2) O orvalho vem de cima, do céu (Os 14.5)

A nossa restauração não vem da terra, mas do céu; não é produzida pelos homens,
mas por Deus. A fonte de nossa cura, da nossa paz, das nossas vitórias, da nossa
alegria, da nossa satisfação e realização não é projetada na terra, mas das regiões
celestiais. Podemos dizer como o salmista : “.... todas as minhas fontes estão em Ti”
(Sl 87.7). Os livros de autoajuda pregam que o homem é um gigante adormecido, e
que basta fazer cócegas em seu interior para ele se levantar, cheio de força e vigor.
Contudo, nossa força não vem de dentro, mas do alto. Não precisamos de autoajuda,
mas sim, da ajuda do Alto.

3) O orvalho cai à noite (Os 14.5)

É quando a noite parece mais escura, quando as estrelas não brilham, quando os
horizontes se tornam turvos e os perigos mais ameaçadores nos atemorizam, é a hora
que o orvalho desce para banhar a terra com o seu frescor. Assim, também, o Eterno
vem sobre nós nas noites escuras das provações, nas madrugas insones e geladas
da nossa dor, trazendo-nos Seu refrigério e restauração. Deus nunca desampara
aqueles que Nele esperam. Ele nos assiste em nossas fraquezas, nos carrega em
seus braços e enxuga nossas lágrimas. Quando nos faltam os recursos da terra, nas
noites mais escuras da nossa dor, vem do céu o nosso socorro e a nossa provisão (Sl
121).

4) O orvalho cai abundantemente (Os 14.5)

O orvalho é abundante e vital, sobretudo na região árida da Palestina. Sem ele, a terra
se tornaria estéril. Quando estive em Jerusalém pude notar este fato no monte
Hermon. Ao cair da noite, o monte Hermon que é congelado em seu cume, começa a
derreter e aquela água desce e refresca a terra, dando vida às plantas, à terra, à
produção do agricultor. A terra é restaurada, as plantas recebem nova vida e o
agricultor tem a esperança de uma boa colheita. Da mesma forma, Deus age conosco.
Ele nos traz sua graça, dando-nos uma vida abundante. Como bálsamo celestial, Ele
derrama sobre nós sua unção, seu poder, sua restauradora presença. O orvalho é
símbolo do Espírito Santo. Ele foi dado à igreja de forma abundante. Joel falou de um
derramamento sobre toda carne (Jl 2.28). Isaías falou de torrentes caindo sobre a
terra seca e do Espírito sendo derramado sobre os descendentes de Abraão (Is 44.3).
5) O orvalho é silencioso (Os 14.5)

De forma diferente da chuva, o orvalho não é precedido de trovões estrondosos nem


de relâmpagos luzidios.

O orvalho cai sem alarde, silenciosamente.

Assim Deus faz conosco.

Mesmo que as pessoas à nossa volta não percebam, mesmo que grandes e
imponentes coisas não estejam sendo notadas em nossa vida, diariamente Deus traz
para nós a restauração bendita de Sua presença.

Jesus prometeu que estaria conosco até a consumação dos séculos (Mt 28.20).

Ele vem sobre nós como o orvalho, trazendo-nos verdor, alento, consolo e vida
abundante.
Não precisamos viver vidas áridas, secas, sem vigor.