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As farsas da Maçonaria

DEFESA DO EVANGELHO (Fp 1.16) - por Joel Alexandre

MAÇONARIA

I - RESUMO HISTÓRICO DA MAÇONARIA

A maçonaria é uma instituição que se apresenta como filantrópica. Não é contra


nenhuma religião e reconhece Deus como o Grande Arquiteto do Universo
(G:.A:.D:.U:.).
É difícil determinar o início da Maçonaria, dado que há muitas versões para o seu
surgimento. De acordo com a própria maçonaria, o primeiro maçom foi Tubalcaim,
descendente da linhagem amaldiçoada de Caim (Gn 4.17-22), passando por
Ninrode, qualificado pelos comentaristas bíblicos como o fundador da Babilônia e o
arquiteto da Torre de Babel (Gn 10.8,9). Citam ainda como maçons: Salomão, Hirão
(o rei de Tiro) e Hirão Abif (o filho da viúva).(2) Outros atribuem seu começo à Idade
Média, com as confrarias de pedreiros. Há ainda os que argumentam que a
maçonaria moderna (também chamada de maçonaria especulativa ou filosófica)
surgiu em Londres no ano de 1717, tendo sido fundada por dois clérigos: um
anglicano e outro huguenote.(1)
No dia primeiro de maio de 1776, o professor de direito canônico, de formação
jesuíta, Adam Weishaupt, fundou a sociedade secreta Antigos e Iluminados Videntes
de Baviera (AIVB) como uma mistura de segredos canônicos, misticismo islâmico e
disciplina mental jesuíta. Em 1777, Weishaupt afiliou-se aos maçons entrando para
a Loja de Munique, e conseguiu enxertar o ocultismo e as ambições políticas na
maçonaria.
Em 1850 surgiu a figura de Albert Pike (1809-1891) na maçonaria, e já em 1859 foi
eleito Grande Comandante da Jurisdição Meridional dos Estados Unidos. Escreveu
Morais e Dogma, uma das principais obras maçônicas. Pike possuía, também, o
título maçônico de Soberano Pontífice de Lúcifer por considerar Lúcifer como
verdadeiro deus e Adonai como o deus do mal. Ajudou a criar a Ku Klux Klan,
influenciado pelo maçom italiano e revolucionário Giuseppi Mazzini (1808-1872),
criador da Máfia, por volta de 1860. Em 1870, Pike e Mazzini completaram um
acordo para criar um rito supremo da maçonaria, que abarcaria todos os outros
ritos. A cabeça desse organismo seria Lúcifer, e Pike e Mazzini seriam seus regentes
humanos. Para este fim foi criado o rito do Paladium.(2)
A maçonaria possui lojas, templos, sessões, cerimônias, sinais de reconhecimento,
insígnas e o maçom deve ajudar seus irmãos em qualquer ocasião. A escolha de
seus membros é minuciosa, optando-se por membros que ocupam importantes
cargos dentro da sociedade. No Brasil, a maçonaria foi trazida pelos portugueses e
hoje já existem mais de 600 lojas.
A maioria dos maçons que participam dos rituais não compreende o seu verdadeiro
sentido oculto. Seguem a maçonaria apenas com uma participação irrefletida nos
rituais, apenas imitam o que os outros fazem ou mandam fazer. Para estes, a
maçonaria não é ocultista. Tais maçons desconhecem o significado misterioso de
muitos dos símbolos e rituais maçônicos. Segundo C.W. Leadbeater (Maçon de 33º
Grau e Teósofo), em A Vida Oculta na Maçonaria (pág. 275), "tudo na loja maçônica
– os móveis, os símbolos, a abertura e o encerramento da loja, os rituais e gestos
tanto dos três primeiros graus (Loja Azul ou Simbólica) quanto dos graus mais
avançados - está cheio de simbolismo derivado de antigas religiões pagãs".
A maçonaria bebe livremente das fontes das religiões egípcias, cananitas,
babilônicas, gregas, da filosofia hermética (gnóstica), do zoroastrismo, do
islamismo, do misticismo, da Rosacruz, das religiões orientais e dos conceitos hoje
chamados a Nova Era.
II - PRINCIPAIS ENSINAMENTOS DA MAÇONARIA

1. JURAMENTOS

O Mestre da Loja aborda o candidato ainda vendado do outro lado do altar: “antes
de lhe ser permitido qualquer avanço na maçonaria, é meu dever informá-lo que
você deve assumir um juramento ou compromisso solene, referente a este grau,
que eu, como Mestre desta Loja, lhe garanto que não irá interferir materialmente
com as obrigações que você tem com Deus, consigo mesmo, com a família, o país,
ou o próximo”.
O clímax do juramento de iniciação do aprendiz: “Tudo isso eu prometo e juro com
a maior solenidade e sinceridade, com uma penalidade nada menor do que ter
minha garganta cortada, minha língua arrancada pela raiz e meu corpo enterrado
nas areias àsperas da praia, com maré baixa, onde as águas sobem duas vezes por
dia, se eu conscientemente violar esse meu compromisso de Iniciação de Aprendiz.
Que Deus me ajude e me guarde inabalável na devida realização do mesmo
(M.C.Duncan; Masonic Ritual and Monitor; p. 33, 34 e 35)”. (2)

2. SEGREDOS

“A maçonaria é, também, uma sociedade secreta. A fim de manter o seu segredo,


faz uso de simbolismos, juramentos e rituais secretos para instruir os novos
membros chamados de ‘neófitos’.” (3)

3. A MAÇONARIA LEVA À LUZ

É dito do candidato à iniciação maçônica: “o qual tem estado nas trevas, e que
agora busca ser trazido à luz, e receber uma parte dos direitos e benefícios da
venerável Loja (M.C. Duncan; Duncan’s Masonic Ritual and Monitor; p.29)”.(2)
O ‘Manual da Loja’, de Albert Mackey, o maçom do 33º grau do Rito Escocês,
descreve assim o candidato que pretende entrar na Loja Maçônica: “Ali está ele,
fora de nossos portais, no limiar da sua nova vida maçônica, nas trevas, sem
esperança e ignorante. Tendo peregrinado por entre os erros e sido envolto pela
corrupção do mundo exterior e profano, ele vem indagar a nossa porta, buscando o
novo nascimento, e pedindo a retirada do véu que encobre a verdade divina do seu
olhar não-iniciado (Albert Mackey, The Manual of the Lodge, Clark Maynard; 1870;
p.20)” (3) Outra obra maçônica escreve, referindo-se ao neófito: “O senhor (nome
do candidato), que tem estado há muito tempo nas trevas, e agora procura ser
levado para a luz (Malcon C. Duncan; Masonic Ritual and Monitor; David Mckay Co.,
s.d.)”.(3)

4. A SALVAÇÃO PELAS OBRAS

“Albert Pike, o pai da maçonaria moderna, afirmou: “Devemos ter fé em nós


mesmos (Albert Pike; Morals and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite
of Freemasonry; Charleston, SC; 1906).”
O símbolo da “Espada Apontando para um Coração Desnudo” é considerado como
“uma lembrança penetrante de que Deus nos recompensará de acordo com o que
fizermos nesta vida (Allen E.Roberts; The Craft and Its Symbols: Opening the Door
to Masonic Symbolism; Richmond, VA; Macoy Publishing and Masonic Supply;
1974).” (3)
“O Olho-Que-Tudo-Vê, simbolizando Deus, penetra os recessos mais íntimos do
coração humano e irá recompensar-nos de acordo com os nossos méritos (George
Simmons e Robert Macoy; Standard Masonic Monitor of the Degrees of Entered
Apontice, Fellow Craft and Master Mason; Richmond, VA; Macoy Publishing and
Masonic Supply; 1984).” (3)
“Aquele que usa a pele de cordeiro como emblema do maçom será
continuamente lembrado da pureza de vida e conduta que é essencialmente
necessária para ser admitido na Loja Celestial, onde o Supremo Arquiteto do
Universo preside (Malcom C.Duncan; Ritual e Monitor Maçônico; Nova Iorque; David
Nckay Co.; p.50)”.(3)

5. A BÍBLIA É APENAS UM SÍMBOLO DA VONTADE DE DEUS

“A opinião maçônica predominante é que a Bíblia não passa de um símbolo da


vontade; Lei ou Revelação divinas, e não que o seu conteúdo seja a Lei Divina,
inspirada ou revelada. Até agora, nenhuma autoridade responsável afirmou que o
maçom deve crer na Bíblia ou em qualquer parte dela (Henry Wilson Coil; Coil’s
Masonic Encyclopedia; Nova Yorque; Maoy Publishing and Masonic Supply; 1961)”.
(3)
“A Bíblia é usada entre os maçons como um símbolo da vontade de Deus , qualquer
que seja a maneira como for expressada. Portanto, o que para qualquer pessoa
expresse essa vontade pode ser usado como substituto da Bíblia na Loja Maçônica
(Albert Mackey; Mackey’s Revised Encyclopedia of Freemasonry; Richmond, VA;
Macoy Publishing and Masonic Supply; 1966)”.(3)
A Bíblia é apenas uma parte da ‘revelação’ de Deus:
“(…) embora leiam diferentes volumes, estão de fato lendo o mesmo imenso Livro
da Fé Humana como revelado nas lutas e sofrimentos do homem em sua busca de
Deus (Holy Bible – Temple Ilustrated Edition; Nashville, TN; A.J.Holman Co.; 1968)”.
(3)
A Bíblia é uma peça dos pertences da Loja:
“A Bíblia é uma grande ‘luz’ sobre a qual o candidato toma um compromisso com a
maçonaria (Albert Mackey; Mackey’s Revised Encyclopedia of Freemasonry;
Richmond, VA; Macoy Publishing and Masonic Supply; 1966)”.(3)

6. DEUS DEVE PERMANECER SEM DEFINIÇÃO

“Os homens têm de decidir se querem um Deus como o antigo Javé dos hebreus,
um deus tribal partidário – com quem eles podem falar e discutir e de quem podem
se esconder se necessário – ou um Espírito Divino ilimitado, eterno, universal, não
denominacional e internacional, tão removido do grão de pó chamado homem, que
ele não pode ser conhecido, nomeado ou abordado. (…). O monoteísmo… viola os
princípios maçônicos, pois exige a crença num tipo específico de Divindade
Suprema (Enciclopédia Maçônica de Coil; Henry Wilson Coil; p.516,517)”.(3)

7. O NOME SECRETO DE DEUS É JABULOM

“A maçonaria ensina, no grau do Arco Real, que conhece o verdadeiro nome de


Deus. O candidato aprende que a partir desse ponto o verdadeiro nome de Deus é
Jabulom. O candidato aprende claramente no seu manual maçônico (Ritual e
Monitor Maçônico Padrão, por exemplo, p.226) que o termo Jabulom é um termo
composto para Jeová (Jah), Baal (Bul ou Bel) e On (Osíris)”.(3)
8. JESUS FOI MAIS UM GRANDE MESTRE DE MORAL

Albert Pike ensinou que a maçonaria considera Jesus apenas como homem, e não
Deus: “Vê em Moisés, o legislador judeu, em Confúcio e Zoroastro, em Jesus de
Nazaré, e no Iconoclasta Árabe, Grandes Mestres de Moral, e Reformadores
Eminentes (Morais e Dogma)”.
O ex-maçom Edmond Ronayne declarou: “A maçonaria ‘exclui cuidadosamente’ o
Senhor Jesus Cristo das lojas e capítulos, repudia sua mediação, nega e não
reconhece o seu evangelho, desaprova a sua religião e igreja”.(3)

9. PRÁTICA DE OCULTISMO

A revista ‘Ano Zero’, nº 18, de outubro de 1992, p. 42 declara: “O esoterismo na


maçonaria é dos elementos que mais fascinam os iniciados e também pessoas que
não fazem parte da Ordem”.
Muitos maçons que participam dos rituais não entendem o verdadeiro sentido
oculto dos símbolos, do que se lamentou Albert G. Mackey, ao dizer: “Muitos dos
escritores de grande prestígio entre os maçons desconhecem o conhecimento
esotérico da maçonaria”. (12)

10. ECUMENISMO (POLITEÍSMO) IRRESTRITO

“Pode estar certo (…) que Deus está igualmente presente com o hindu piedoso no
templo, o judeu na sinagoga, o muçulmano na mesquita e o cristão na igreja (Albert
Machey; Mackey’s Revised Encyclopedia of Freemasonry; p.409-410)”.(2)
“A pedra de toque maçônica é um Ser Supremo, e qualquer qualificação que se
adicione é uma inovação. (…) O monoteísmo foi adotado como o único dogma
religioso da maçonaria por alguns autores. (…) Isso obviamente viola princípios
maçônicos, pois requer a crença em um tipo específico de divindade suprema
(Henry Wilson Coil; Coil’s Masonic Encyclopedia; p. 516-517)”.(2)
“A maçonaria, em volta de cujos altares o cristão, o judeu, o muçulmano, o hindu e
os seguidores de Confúcio e Zoroastro podem reunir-se como irmãos e unir-se em
oração àquele deus que está acima de todos os Baalim (Albert Pike; Morals and
Dogma...; p.226)”.(2)
“O verdadeiro maçom não está preso a credos. Ele entende , com a iluminação
divina de sua Loja, que, como maçom, sua religião deve ser universal: Cristo, Buda
ou Maomé, o nome pouco importa, pois ele vê só a luz e não o portador. Ele adora
em qualquer santuário, dobra-se diante de cada altar, quer no templo, na mesquita
ou na catedral, entendendo com sua compreensão mais perfeita a unidade de toda
verdade espiritual (Many P. Hall; The Lost Keys of Freemasonry; Macoy Publishing;
Richmond; 1976; p.65)”.(2)

11. INVERSÃO DE POSIÇÕES DO TEMPLO JUDAICO PARA O TEMPLO MAÇOM

“O Templo Maçônico sempre tem uma entrada no ocidente [pôr-do-sol] e o altar


está no oriente, em inversão total ao Templo de Salomão. Na Maçonaria isso está
invertido em 180 graus. Na verdade, um dos sinais da Maçonaria é a declaração
‘Tenho viajado no oriente’ (Crane, Stuart; The Masonic Order; audio tape)”.

12. INCENTIVO A MENTIRAS


Existem certos juramentos na Maçonaria que são muito suspeitos. Por exemplo, o
maçom, precisa jurar que encobrirá os crimes dos outros maçons (Crane, Stuart;
The Masonic Order; audio tape).

13. IRMANDADE DE TODOS OS HOMENS

"Agora como maçons, nós não nos dividimos entre estes (Astarte, Vishnu, Dagon,
Baal) mas recebemos todos como nossos irmãos, e a Deus como nosso Pai
Celestial, revelado para nós como tal na Luz da Maçonaria (Mackey, Albert; History
of Freemasonry; vol.7; p.1721)”.
"Ao altar da Maçonaria todos os homens trazem suas melhores oferendas. Em torno
dele, todos os homens, tenham eles recebido os ensinos de Confúcio, de Zoroastro,
de Moisés, de Maomé, ou do fundador da religião cristã [observe que eles nem
mencionaram o nome Jesus], desde que creiam na universalidade da paternidade
de Deus e na irmandade dos homens.... reunem-se em um nível comum". (Hall,
Manley; as quoted by Louisiana Masonic Monitor; 1980; p.133).”

14. O PRIMEIRO MAÇOM FOI TUBALCAIM

“De acordo com o terceiro grau, o primeiro maçom foi Tubalcaim (Ronayne,
Edmond; Handbook of Freemasonry; Ezra Cook Publications; Chicago, IL; 1976;
p.177)”.(2)

15. NINRODE FOI UM DOS FUNDADORES DA MAÇONARIA

“Albert Mackey descreve Ninrode como ‘um dos fundadores da maçonaria’.” (2)

III - OUTRAS CARACTERÍSTICAS

1. OS GRAUS DA MAÇONARIA

GRAUS DA LOJA AZUL


1. Aprendiz
2. Companheiro
3. Mestre Maçom

GRAUS DO RITO ESCOCÊS / GRAUS DO RITO DE YORK:


4. Mestre Secreto
5. Mestre Perfeito
6. Secretário Íntimo
7. Chefe e Juiz
8. Superintendente do Edifício
9. Mestre Eleito dos Nove
10. Ilustre Eleito dos Quinze
11. Sublime Mestre Eleito / MESTRE DA ARCA
12. Grande Mestre Arquiteto
13. Mestre do Arco Real de Salomão / PAST MASTER
14. Grande Eleito Maçom
15. Cavaleiro do Oriente ou da Espada
16. Príncipe de Jerusalém
17. Cavaleiro do Leste e Oeste
18. Cavaleiro da Rosa-Cruz / MESTRE MAIS EXCELENTE
19. Grande Pontífice
20. Mestre Ad-Vitam
21. Patriarca Noachita ou Prussiano
22. Cavaleiro do Machado Real (Príncipe do Líbano) / MAÇOM DO ARCO REAL
23. Chefe do Tabernáculo
24. Príncipe do Tabernáculo
25. Cavaleiro da Serpente de Bronze / Real Mestre
26. Príncipe da Misericórdia
27. Comandante do Tempo / MESTRE SELETO
28. Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto / MESTRE SUPER EXCELENTE
29. Cavaleiro de Santo André / ORDEM DA CRUZ VERMELHA
30. Cavaleiro Cadosh
31. Inspetor Inquisidor / ORDEM DOS CAVALEIROS DE MALTA
32. Mestre do Segredo Real / ORDEM DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS
33. Grande Inspetor Geral (Ativo ou Honorário)

2. A MAÇONARIA NEGA SER UMA RELIGIÃO

A maioria dos maçons (Alphonze Cerza, Grande Historiador da Grande Loja de


Ilinois, apologista maçom, por exemplo) é inflexível em declarar que a maçonaria
não é uma religião. Muitos dos maçons que escreveram para John Ankerberg e John
Weldon (Os Fatos Sobre a Maçonaria) alegaram que a maçonaria não é uma religião
tendo em vista o seguinte:
a) não satisfaz a definição de religião; (????)
b) não oferece um sistema ou ensinamento de salvação; (????)
c) não possui credo, profissão de fé, teologia e ritual de adoração; e (????)
d) não tem símbolos religiosos. (????)

Vamos, então, verificar se eles estão certos:


a) definição de religião segundo o Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa
(Editora Nova Fronteira) é a seguinte: “1. Crença na existência de uma força ou
forças sobrenaturais, considerada(s) como criadora(s) do Universo, e como tal
deve(m) ser adorada(s) e obedecida(s). 2. A manifestação de tal crença por meio de
doutrina e ritual próprios, que envolvem, em geral preceitos éticos.” E, como já
vimos, a maçonaria tem a crença em um Ser Supremo, e os seus rituais descrevem
exatamente como eles devem expressar essa crença em conduta e cerimônia,
enquadrando-se, assim, na definição de religião por qualquer dicionário. Vale
salientar que para algumas autoridades maçônicas importantes, como Henry Wilson
Coil e Albert Mackey, autores recomendados pelas Grandes Lojas dos EUA, a
maçonaria é uma religião.

b) Como já foi tratado no item II-4, a maçonaria ensina que Deus (G.:A.:D.:U.:)
recompensa os homens com a morada na Loja Celestial, por causa das suas boas
obras aqui na terra.

c) Os maçons crêem em um Ser Supremo, na paternidade universal, na freternidade


dos homens, na imortalidade da alma, na eterna Loja Celestial para os bons
maçons. Como se vê, eles têm uma confissão de fé em suas crenças doutrinárias.
Possuem, também, uma teologia própria, sobre o nome de Deus, por
exemplo.“Tudo na maçonaria está associado a Deus, envolve Deus, fala de Deus,
aponta para Deus e leva a Deus (Joseph Fort Newtont; A Religião da Maçonaria;
p.58)”. Também possuem rituais de adoração: O Standard Masonic Monitor (p.17)
ordena “que homem algum realize qualquer empreendimento grande ou
importante sem primeiro invocar a ajuda da Divindade”. Carl H. Claudy
(outro escritor maçom) confessa com franqueza que “as Lojas da maçonaria são
construídas para Deus… Simbolicamente, ‘construir para Deus’ significa edificar
algo em honra, adoração e reverência a Ele (Foreign Countries: A Gateway to the
Interpetation and Development of Certain Symbols of Freemasonry; p.23). Albert
Pike também admitiu que “a maçonaria é um sistema de adoração (Morals
and Dogma; p.526)”. (3)

d) A maçonaria também possui símbolos religiosos equivalentes ao de uma


igreja: O prédio em que se reúnem é chamado de templo, que acreditam ser
sagrado. Nas Lojas, sobre a cabeça do Venerável Mestre, está pendurado um
símbolo – uma grande letra G, que, conforme as instruções específicas recebidas
por eles, significa divindade. Sobre o altar sagrado dos maçons é colocado um
Volume da Lei Sagrada (Bíblia, Alcorão, ou outro livro santo qualquer).
Tudo isso prova, claramente, que a maçonaria é uma religião. A única coisa que
ela não faz é consentir que seus membro a considerem como religião.(3)

3. SINAIS

Parte do fascínio e do perigo da maçonaria está no seu uso de sinais e


toques. O perigo vem do fato de muitas dessas coisas serem ocultas, e
porque são usadas para perpetuar um padrão que se encaixa no esquema
de favoritismo nos negócios e no governo. Esse é o modo dos maçons
reconhecerem uns aos outros sem dizer nenhuma palavra. (2)(7)
Os sinais podem se manifestar através de numerosos gestos ou palavras secretas.
Porém é útil reconhecere alguns básicos, como o aperto de mão, no qual basta uma
pressão com o polegar no espaço entre a segunda e a terceira junta da mão da
outra pessoa para alguém identificar-se como Mestre Maçom. Outra forma é através
de frases utilizando, na conversação, palavras como prumo e nível com a devida
ênfase para que o outro maçom entenda. (2)
Outro gesto, que só deve ser usado em situações extremas é a Grande Saudação
de maçom em dificuldade: a pessoa levanta suas mãos acima da cabeça, com o
braço e o antebraço formando um ângulo de 90º, e, então, abaixar os antebraços,
girando-os nos cotovelos até que fiquem perpendiculares ao chão, com as palmas
para baixo. Esse gesto pode acompanhar (ou um deles vir isoladamente) a frase:
Oh! Senhor meu Deus, não há ajuda para o filho da viúva? Numa alusão a Hirão Abif
(1Rs 7.14) que segundo a maçonaria, também era maçom.

4. SÍMBOLOS

Os símbolo são, exaustivamente, utilizados pela maçonaria . E podem ser


utilizados em anéis, prendedores de gravata, alfinetes de lapela ou qualquer outro
pertence de um maçom. Vamos examinar alguns desses símbolos maçônicos para
descobrir seus significados engenhosamente ocultos, e depois compará-los com
símbolos satânicos conhecidos, para que você possa ver de onde a Maçonaria
recebe seus conhecimentos sobrenaturais e sua luz espiritual. As explicações
dadas a 95% de todos os maçons estão erradas. Veja esta citação de um autor
maçônico, Carl Claudy: "Remova a casca exterior e encontre um significado;
remova aquele significado e encontre outro; abaixo dele, se você cavar ainda mais,
encontrará um terceiro, um quarto – quem poderá dizer quantos ensinos?"

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