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PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE – PPG-CS


CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – UFPE

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA


Versão Março de 2011

O objetivo desta proposta é normatizar a apresentação do projeto de pesquisa. Um bom


projeto, detalhado e coerente, é o fundamento de uma pesquisa bem elaborada e relevante,
além de estruturador do pensamento do binômio aluno/orientador. É pouco provável que uma
pesquisa iniciada sem um projeto adequado chegue a bom termo. Este documento visa
esclarecer quais os tópicos que o colegiado espera encontrar no documento do Projeto de
Pesquisa.
Lembre-se que uma pesquisa deve ser conclusiva (embora a conclusão seja mutável),
reprodutível (o que depende da descrição da metodologia empregada) e original. Esta
originalidade pode ser absoluta (o totalmente novo) ou relativa (algum aspecto peculiar e
particular da pesquisa é novo, embora o tema não o seja).
O aluno deve observar que este documento forma a base da Dissertação e que, ao
escrevê-lo, boa parte das horas que seriam dedicadas à sua elaboração, principalmente no que
se refere à Metodologia, poderão ser dispensadas à Fundamentação Teórica (que já deve ser
abordada no próprio projeto) e ao artigo original, uma vez que o capítulo de metodologia
estará pronto, necessitando pequenos ajustes em tempos verbais e no que se refere à coleta de
dados.
Mesmo os projetos que analisarão os dados de forma retrospectiva não devem ser
iniciados sem um projeto bem pensado. Para tanto, a colaboração aluno/orientador é
fundamental.
Todo o processo de construção de um projeto de pesquisa é discutido nas várias
disciplinas ministradas, especialmente no primeiro semestre do curso. Portanto, neste
documento, não serão abordadas as várias etapas de forma minuciosa, haverá apenas
indicativos.
É fundamental observar que para início da coleta de dados é necessário ter primeiro a
aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa - CEP.
A leitura deste documento não dispensa o aluno da leitura do Regimento Interno (RI)
do PPG-CS, o qual contém informações adicionais a respeito dos documentos aqui

Prédio da Pós Graduação do CCS, 2º andar – Cidade Universitária – Recife – PE CEP: 50670-907
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abordados, bem como questões práticas sobre o Exame de Qualificação e a defesa da


Dissertação.
Para que o projeto seja iniciado é obrigatória sua aprovação no Exame de Qualificação
que consiste na apresentação do Projeto de Pesquisa aos membros da Banca Examinadora.
Cabe à Banca Examinadora propor modificações para o seu aperfeiçoamento e avaliar o
desenvolvimento do Projeto.
A apresentação do projeto deve ser IMPECÁVEL, sem erros gramaticais, tipográficos,
de organização, de citação bibliográfica, ou, se possível, de qualquer outra natureza. O texto
deve ser claro e preciso. Um projeto desleixado reflete a postura do aluno e, de certa forma, a
(não) participação do orientador.
Consultar também o Manual de Orientações para Apresentação da Dissertação de Mestrado
do Programa.
Abaixo, sob a forma de sumário, estão sugeridos os tópicos que devem ser incluídos no
Projeto de Pesquisa. Em seguida algumas considerações a respeito.

Elementos introdutórios

Título da pesquisa
Finalidade – ex : projeto de pesquisa para elaboração da dissertação a ser apresentada
ao colegiado do PPG-CS/UFPE como requisito parcial para a obtenção do grau de
mestre.
Participantes
Instituição
Resumo do projeto

1- Definição do objeto de pesquisa

1.1 delimitação do tema


1.2 revisão da literatura: histórico e fundamentação teórica
1.3 formulação da questão da pesquisa (pergunta condutora)
1.4 modelo teórico e hipótese
1.5 definições dos objetivos

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2- Delineamento do estudo

2.1 Desenho do estudo


2.2 Intervenção a ser realizada (para estudos de intervenção)

2.3 Fluxograma

3- operacionalização da pesquisa

3.1 Local e período da pesquisa

3.2 População da pesquisa - Amostra


3.2.1 População alvo – critérios de diagnóstico (se houver)
3.2.2 Critérios de inclusão
3.2.3 Critérios de exclusão
3.2.4 Tipo e processo de amostragem
3.2.5 Definição do tamanho da amostra

3.3 Definição de termos e coleta de dados


3.3.1 Definição de termos e das variáveis
3.3.2 Operacionalização das medidas e categorização das variáveis
3.2.3 Etapas e Métodos de coleta dos dados
3.2.4 Definição dos recursos humanos
3.2.5 Instrumentos de medida e sua confiabilidade - aferições
3.2.6 Padronização das técnicas
3.2.7 Técnica de randomização e lista de randomização (se houver)
3.2.8 Alocação e Definição do mascaramento (se houver)

4- Plano de tabulação e análise dos dados


4.1 Planilhas
4.2 Forma de entrada de dados
4.3 Métodos estatísticos para análise dos dados

5- Limitações metodológicas do estudo


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6- Viabilidade do projeto
7- Orçamento - financiamento
8- Cronograma
9- Considerações éticas
10- Termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE)

A seguir, algumas explanações sobre os tópicos:

Elementos introdutórios

O título, autores, instituição e finalidade devem vir na página de rosto do projeto

O resumo estruturado do projeto deverá conter :

– Contexto (introdução)
– Objetivo
– Tipo de estudo
– Local
– Amostra
– Procedimentos
– Variáveis
– Método estatístico
• cálculo do tamanho da amostra
• testes propostos

1. DEFINIÇÃO DO OBJETO DE PESQUISA

1.1 Delimitação do tema

De forma suscinta o aluno deve expor o que pretende estudar, Ex:

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“O presente projeto pretende comparar a eficácia do espaçador artesanal não


valvulado com o espaçador comercial valvulado em promover o uso correto dos inaladores
dosimetrados em pacientes com asma e DPOC.”

É importante que seja feita referência à relação do projeto com outros estudos em
andamento ou concluídos e quais as implicações recíprocas.

1.2 Revisão da literatura: Histórico e fundamentação teórica.

Esta seção diz respeito à base teórica que dá sustentação à investigação e está diretamente
conectada à(s) questão(ões) da pesquisa . Não deve ser superficial, mas mostrar que o estudo
está bem ancorado numa revisão ampla e atualizada. Deve procurar se restringir ao tema mas
também podem constar aspectos relevantes não diretamente relacionados à investigação.
Deve permitir que um leitor não familiarizado com o objeto do estudo tenha informações
suficientes para analisar a estrutura lógica que dá a base para pesquisa empírica e
principalmente, que se possa apreender o estado-da-arte. Deve refletir o arcabouço teórico do
projeto.

1.3 Formulação da questão da pesquisa

“No mundo há respostas para tudo. O difícil é saber fazer as perguntas”. José Saramago

Uma boa questão de pesquisa deve ser Factível, Interessante, Nova (inovadora), Ética,
Relevante. Consultar o livro “Delineando a Pesquisa Clínica”. Hulley SB et all. Artmed,
Porto Alegre, 2003.

A pergunta da pesquisa é a sua alma !

1.4 Modelo Teórico e Hipótese

O modelo teórico visa representar a cadeia de eventos que se quer explicar ou analisar. Ex.:

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Formular a hipótese nula (H0) que será testada (vide Karl Popper) e a hipótese alternativa
(H1).

1.5 Definições dos objetivos

Geral: abrangente, consiste naquilo que o trabalho pretende alcançar em linhas gerais,
cabendo as palavras estudar, contribuir, descrever, etc. Exemplo: “Descrever as
características fenotípicas e de função pulmonar de crianças com asma persistente”.

Específicos : mais precisos e detalhados, mantendo a coerência com o objetivo geral; serão
investigados através de atividades e métodos bem definidos. Os tempos dos verbos devem ser
no infinitivo (definir, determinar, descrever, avaliar, comparar, etc) e a cada objetivo deve
corresponder uma conclusão no final da tese. Exemplo:
Descrever a prevalência de gravidade de asma (persistente leve, moderada ou
grave) na amostra selecionada;
Verificar a associação dos valores do VEF1 das crianças com asma persistente na
amostra com a gravidade da doença classificada de acordo com a GINA

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Secundários : Objetivos que não dizem respeito diretamente à pergunta da pesquisa mas que
serão investigados e poderão originar outras publicações.

2- O DESENHO DO ESTUDO

Definir o tipo de estudo.


Neste tópico deve ser abordada a intervenção (se houver) e exposto o fluxograma do
estudo (figura)

3- OPERACIONALIZAÇÃO DA PESQUISA

Neste tópico será detalhada minuciosamente a operacionalização da pesquisa.


Prestar especial atenção para que a amostra seja representativa da população que se quer
estudar. Definir os critérios de inclusão e exclusão.
O cálculo do tamanho amostral deverá ser realizado a partir de premissas coerentes e
embasado em dados concretos, disponíveis na literatura ou em estudos piloto. Claramente,
deve constar o tamanho do efeito que se quer ser capaz de detectar e qual a magnitude de erro
que se considera aceitável (erros alfa e beta). A consulta a um estatístico é muito importante
neste momento.
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A definição termos e categorização das variáveis deve conter sub-itens com a


definição e instrumentalização das variáveis estudadas (desfechos, medidas, protocolos
utilizados, instrumentos, técnicas de medida, unidades de medida, aferições de equipamentos,
questionários e suas traduções/validações, treinamento da equipe, etc. –
DETALHADAMENTE), inclusive o momento e como o TCLE será obtido.

Exemplo :

Definição de termos
Esquistossomose hepatoesplênica
Definição teórica Definição operacional
Fibrose periportal esquistossomótica (fibrose de Achados ultra-sonográficos compatíveis com
Symmers) e esplenomegalia observados no US em esquistossomose hepatoesplênica (hepatomegalia de
pacientes com epidemiologia positiva para lobo esquerdo com fibrose periportal e
esquistossomose (definida como o contato com esplenomegalia) + Epidemiologia positiva para
águas de zona endêmica) esquistossomose

Operacionalização e categorização das variáveis


Variável Definição teórica Definição Categorização
Dependente operacional
Síndrome Variável qualitativa Presença doença Presente
Hepatopulmonar Definida por tríade hepática ou
Ausente
composta de: hipertensão portal
1. Doença hepática (Cirrose ou
ou hipertensão esquistossomose
portal hepatoesplênica ou
2.Gradiente doença hepática
alvéolo-arterial mista) associada a
alargado (DAaO2 ≥ DAaO2 ≥ 15mmHg
15mmHg) ou PaO2 <
3.Shunt 80mmHg + shunt
Intrapulmonar intrapulmonar
observado no
ecocardiograma
transtorácico
contra tado
Variáveis
Independentes
Idade Variável contínua Calculada em anos
definida pela data pela data de
de nascimento que nascimento que
consta do Registro consta do Registro
Geral fornecido Geral fornecido

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pelo paciente pelo paciente e


registrado na data
de aplicação do
questionário

Classificação do Variável contínua MELD = 3,8log Pontuação:


grau de que utiliza modelo (bilirrubina) + 11,2log
(INR) + 9,6log 6 a 40 pontos
insuficiência logarítmico de
hepática pelo classificação da (creatinina) + 6,4
modelo Model for insuficiência
End-stage liver hepática, através da
disease (MELD) pontuação atribuída
(ANEXO C) às dosagens séricas
de creatinina,
bilirrubina, INR e
etiologia da doença
hepática

3.2.3 Etapas e Métodos de coleta dos dados (POP)

O manual de operacionalização, também conhecido no jargão da pesquisa clínica pela


sigla POP (procedimentos operacionais padrão), detalha como o investigador irá proceder em
cada etapa da pesquisa e como deve proceder para coletar determinada variável, de forma
minuciosa, compreensível e reprodutível. Se houver envio de material para análise em outro
local (laboratório), deve ser especificado como este material será enviado, técnicas de
conservação e metodologia de análise.
Este tópico é importante para explicitar e uniformizar as técnicas de coleta de dados,
permitindo que qualquer novo pesquisador possa dar continuidade à coleta de dados na forma
padronizada.

Exemplo:

Etapa 1 – Os pacientes serão informados do objetivo e etapas do estudo e em seguida


convidados a ler em conjunto com o pesquisador e assinar o TCLE após concordância:
aqueles que assinarem o TCLE serão submetidos a:
1.Questionário e exame físico para triagem através dos critérios de inclusão e exclusão
estabelecidos nos itens 3.2.2 e 3.2.3

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Etapa 2 – Serão solicitados os exames necessários ao diagnóstico da Síndrome Hepato-


pulmonar e da confirmação de presença de hipertensão portal:
1. Dosagem de albumina, aminotransferases, bilirrubinas, creatinina e TPAE/INR, para
classificação do grau de insuficiência hepática, através dos critérios MELD e Child-Pugh.
2. Endoscopia digestiva alta (EDA) com a finalidade de observar sinais de hipertensão
portal (varizes de esôfago e gastropatia hipertensiva).
3. Solicitação de marcadores virais para VHB e VHC para os pacientes com diagnóstico
de EHE por US prévio de abdômen sugerindo fibrose de Symmers.
4.Ecocardiograma com contraste e Tc99mMAA para o diagnóstico de DVIP e
quantificação do Shunt intrapulmonar.

Métodos de coleta de dados Exemplo:

Prova de Função Pulmonar (Espirometria)

A ser realizada no Serviço de Exploração Funcional Pulmonar do Hospital das Clínicas


da UFPE empregando equipamento KitMicro da Cosmed (Roma- Itália) calibrado
diariamente empregando seringa calibrada de 3 litros Medical-West (São Paulo – Brasil).
Serão seguidos os critérios de execução e de aceitabilidade das Diretrizes Para Testes de
Função Pulmonar 2002 (referência). Os valores previstos para o VEF1 serão calculados de
acordo com a equação de referência para crianças e adolescentes indicada nas mesmas
Diretrizes. A sala onde os exames serão realizadas é climatizada e sua temperatura e umidade
do ar situam-se entre 23 e 25oC e 75 e 80%, respectivamente.

Bronco-provocação com exercício

Será solicitado aos pacientes virem ao laboratório de função pulmonar vestindo roupas
confortáveis (camiseta, calção/bermuda e sapato tênis). Será explicado o funcionamento da
esteira e procedimentos de segurança (como desligar a esteira ou sair dela em movimento),
assim como a necessidade de não se pendurarem no corrimão da esteira. O eletrodo sensor de
freqüência cardíaca (Polar F4M) e do oxímetro de pulso (Solar 8000 GE® Marquet) serão
colocados no tórax e no indicador ou orelha do paciente neste momento. A velocidade inicial
será a de caminhada com duração máxima de 2 minutos para adaptação do paciente e, em
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seguida, a velocidade será aumentada o suficiente para alcançar 80 a 90% da freqüência


cardíaca máxima (calculada a partir da seguinte fórmula: FC max = 209 - 0,74 X idade em
anos 26), por período de 6 a 8 minutos. Caso o paciente não consiga manter a corrida por este
período devido à exaustão ou qualquer outro motivo, será excluído da pesquisa.
Para evitar que haja interferência com a resposta ao exercício, os medicamentos para
asma que estejam em uso serão interrompidos, respeitando seu tempo de ação, de acordo com
as normas da American Thoracic Society (referência) (Quadro x).

4- PLANO DE TABULAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS

As planilhas para armazenamento e análise dos dados devem ser elaboradas previamente,
de preferência no programa Excell MS-Office. Deve ser definida a forma de entrada de dados
e a técnica para minimizar os erros de tabulação.
Os métodos estatísticos de análise devem ser definidos.

5- LIMITAÇÕES METODOLÓGICAS DO ESTUDO

Neste tópico o aluno deverá discutir as limitações metodológicas e como pretende lidar
com as possíveis fontes de vieses e fatores de confusão.

6- VIABILIDADE DO PROJETO

Neste item deverá constar o local da coleta de dados (qual a unidade de saúde envolvida)
com detalhes da infra-estrutura (materiais, instrumentos de medida utilizados) para
atendimento aos sujeitos da pesquisa, ou seja, especificar se esta infra-estrutura já existe ou se
será desenvolvida para o Projeto, se já é feita assistência aos pacientes ou se será
desenvolvida apenas para atender à necessidade do estudo. Detalhar qual a proposta da
freqüência e o horário do atendimento, tendo em vista o tamanho calculado da amostra e o
tempo necessário para que se obtenha o número total de pacientes, não esquecendo o
percentual estimado de perdas.
Neste tópico deverá constar se haverá e como será a participação de outras instituições.

7- ORÇAMENTO
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É necessária a inclusão de uma estimativa de custos do Projeto, desde o seu planejamento


até a conclusão. Isto pode compreender material de expediente até despesas que não são
realizadas de rotina pela unidade de saúde onde será feita a coleta de dados. Se houver
exames complementares realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas que fazem parte
da rotina da referida unidade de saúde, estes não precisam ser discriminados neste item. Neste
caso poderá ser descrito que todos os exames complementares necessários à execução do
Projeto serão custeados pelo SUS. Se houver algum material custeado pelo pesquisador este
deverá ser relacionado.
Fontes de financiamento existentes ou entidades às quais serão solicitados recursos devem
ser explicitadas.

8- CRONOGRAMA

O CEP exige a descrição do cronograma do Projeto, assim como do orçamento. É


importante que conste um item referindo que a coleta de dados, ainda que seja ambulatório
piloto, somente será iniciada após a aprovação do Projeto pelo CEP. Segue abaixo sugestão
de Cronograma.

201... 201... 201...


DESCRIÇÃO Mar a Dez
Revisão Bibliográfica x
Qualificação
Revisão do Projeto e envio ao CEP
Coleta de Dados(após aprovação do
CEP)
Preparação do Texto da Dissertação e
Artigos
Apresentaçãoà Pré-Banca
Acréscimo das Sugestões da Pré-
Banca e Apresentação Final
Envio da Conclusão do Estudo ao
CEP

9- CONSIDERAÇÕES ÉTICAS

É importante ressaltar neste item que o estudo só será iniciado após a sua aprovação pelo
CEP. Também devem ser relatados possíveis benefícios e riscos que o estudo poderá trazer

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para os sujeitos da pesquisa, salientando o que será feito para minimizá-los. Esta é uma parte
importante do documento e que será criteriosamente avaliada pelo CEP.
A participação dos sujeitos na pesquisa deve ter uma conseqüência para além da própria
pesquisa. Os indivíduos “sadios” recrutados que apresentem alterações devem ser informados
e orientados a procurar atendimento, com o local e responsável(is) especificados. Pacientes
devem ter seu atendimento e tratamento continuado e isso deve constar claramente neste
tópico.
De acordo com as resoluções da Comissã Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP),
tratamentos experimentais, não disponíveis comercialmente, devem ser garantidos aos
pacientes participantes da pesquisa que tenham tido benefícios sobre o tratamento padrão.

10- TCLE

Para a construção do TCLE faz-se necessário consultar a Resolução 196/96 do Conselho


Nacional de Saúde-Ministério da Saúde. Esta Resolução está fundamentada em declarações e
diretrizes oriundas de documentos voltados para pesquisa envolvendo seres humanos. O
aluno poderá acessá-la através da página do CEP no site da UFPE
(http://www.ufpe.br/ufpenova/).

Bibliografia :

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