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STOP Denúncia - Vacinas

- Cientistas Internacionais Alertam para Doenças e


Efeitos Colaterais Danosos Advindos das Vacinas
5 de março de 2010 - José Ortiz Camargo Neto, jornalista científico trilógico, editor do STOP, e dr. Roberto Giraldo,
médico infectologista e imunologista www.robertogiraldo.com

Óbitos e reações “graves e desconhecidas” à vacina da gripe suína foram


registrados na Suíça e em outros países; vacinas em geral são questionadas há
décadas.

Este artigo é constituído dos seguintes pontos:

1) Por que este artigo agora?;

2) Doenças causadas pelas vacinas;

3) Por que continuam vacinando?;

4) Como evitar legalmente as vacinas;

5) Alternativas para estimular o nosso sistema imunológico.

1) Por que este artigo agora?

Como é do conhecimento público, em março começa a campanha massiva do


Ministério da Saúde, por meio da qual pretende vacinar 80 a 90 milhões de brasileiros
com a vacina contra gripe suína; porém, desde várias décadas atrás, existem
cientistas e múltiplas ONGS, em praticamente todos os países do mundo, que
questionam a eficiência e a segurança das vacinas, sobretudo esta, contra a
denominada gripe A

O programa de vacinação em massa no Brasil prevê iniciar pelo pessoal da saúde,


índios das aldeias, mulheres grávidas, doentes crônicos, crianças de 6 meses a dois
anos, adultos entre 20 e 39 anos e pessoas acima de 60 anos, com doenças crônicas
graves ou com o sistema imunológico debilitado.

Na edição anterior do STOP ( fevereiro 2010) publicamos que a vacina contra gripe
suína foi rejeitada pelos europeus, e a própria OMS está sob suspeita em países do
Velho Continente, onde Wolfgang Wodarg, chefe de saúde do Conselho da Europa
critica abertamente a instituição, acusando-a de ter decretado uma falsa pandemia,
que favorece os laboratórios multinacionais; neste artigo mostramos que tem havido
casos de morte (até de fetos) e sintomas graves após aplicação dessa vacina, que
pode causar ainda uma síndrome neurológica rara, capaz de levar à morte.
Para melhor conhecimento dos leitores, postamos no site www.stop.org.br (link STOP
Denúncia) os seguintes artigos: “Farmacêuticas são acusadas de alarmar
governos para vender vacinas e remédios contra a gripe suína”, “Cientistas
questionam validade da vacina contra gripe suína”, “Vacina contra gripe
suína pode causar doença rara”, “Freira (médica) beneditina faz campanha
contra a vacina da gripe H1N1”, “Por que somos obrigados por lei a sermos
vacinados?”. Postamos ainda uma lista intitulada “Alguns sites e outros
documentos com informações científicas contra o uso de vacinas”, contendo 64
websites em inglês, 9 em português, 14 em espanhol, 2 em francês, 7 em sueco, 11
em finlandês, 1 em italiano, 15 em alemão; contém ainda cinco sites que instruem
“Como resolver o assunto da obrigatoriedade das vacinas para as crianças nas
escolas” – isenção que pode ser conseguida por motivos religiosos, por exemplo; o
endereço de 6 ONGS contrárias às vacinas, 74 livros que se opõem à vacinação, bem
como uma lista de 8 recentes artigos científicos defendendo a vacinação.

2) Doenças causadas pelas vacinas

Desde muitos anos atrás está cientificamente demonstrado que as vacinas não só não
previnem as doenças, mas elas mesmas podem causar as enfermidades que
supostamente deveriam prevenir; por exemplo, a vacina Sabin causa a maior parte
dos casos de paralisia infantil, segundo admite John Salk, o qual primeiramente a
desenvolveu.

Além disso, não há prova convincente alguma que as vacinas tenham feito diminuir ou
erradicar moléstias; estatísticas mundiais mostram que todas as doenças, cuja
extinção ou diminuição de incidência é atribuída às vacinas, já vinham declinando
naturalmente, havia anos; a introdução da vacina não alterou o ritmo da queda para
baixo, que se deveu a melhores condições de vida da população, sobretudo na
primeira metade do século XX.

Alterações Neuropsíquicas

Entre as doenças atribuídas às vacinas (moléstias iatrogênicas) estão as alterações


neuropsíquicas, que são as maiores consequências; no caso das crianças, retardam
seu desenvolvimento (elas não falam, não caminham normalmente), ou apresentam
deficiência de atenção, hiperatividade, autismo (cuja incidência vem aumentando
assustadoramente desde que teve início a vacina tríplice (coqueluche, tétano e
difteria), problema atribuído ao timerosal (mercúrio) utilizado como adjuvante). Aqui
é bom lembrar que em 1943 começam casos de autismo; desde aquela época
cientistas ligam isso ao mercúrio das vacinas – há 70 anos portanto. Também pode
haver: morte súbita de berço, choro incontrolável (há bebês que morrem de tanto
chorar continuamente, sem conseguirem parar); esquizofrenia, paralisia cerebral,
alterações do sistema imunológico, epilepsia, dislexia, alterações imunológicas,
aumento da violência juvenil, crimes e suicídios.

Síndrome de Guillain-Barré

A vacina da gripe suína pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome de
Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte,
alertou o Governo britânico, através da Agência de Proteção da Saúde (Health
Protection Agency) em carta confidencial aos neurologistas do país (fato noticiado pelo
Correio da Manhã (Portugal), dia 17 de setembro de 2009, com o título “Vacina da
gripe A pode ser fatal”.[1]

O Ministério da Saúde do Brasil admitiu em nota que “no Brasil, a possibilidade de


ocorrência da síndrome em virtude da vacina, ainda que esta seja rara, será
monitorada em parceria com as secretarias estaduais e municipais”; o médico Osvaldo
Nascimento, professor de Neurologia da Universidade Fluminense, disse que a
ocorrência da síndrome está associada a algumas vacinas; e que recebeu comunicado
da Academia Americana de Neurologia alertando para o possível aumento dos casos da
síndrome devido à vacinação contra a gripe suína”. [2]

Suíça: Mortes e Efeitos Graves

Na Suíça, cinco das sete pessoas mortas em decorrência da gripe suína, morreram
depois de terem sido vacinadas; também foi registrada a morte de dois fetos no útero
após suas mães receberem a vacina; em pouco mais de um mês de campanha de
vacinação, foram detectados 197 casos de efeitos secundários da vacina: 44 casos de
"uma reação grave e conhecida", prevista na bula do remédio; 28 casos de "efeitos
secundários com reação grave e desconhecida", entre elas cinco perdas de consciência
após a vacinação e um caso de convulsões. A metade dos 197casos, segundo a
Swissmedic, "não é atribuível à vacina" (o que significa que a outra metade...o é, ou
pode ser...).[3]

França: Governo Recua

Na França, o governo francês cancelou em janeiro a encomenda de 50 milhões de


doses de vacinas contra a gripe A, no valor de 712 milhões de euros, anunciou a
ministra da Saúde, Roselyne Bachelot, à rede de televisão TF1, porque o governo
francês enfrentou uma onda de críticas relacionadas à compra de vacinas , o que
motivou, inclusive, uma demanda de investigação parlamentar.[4]

Perigo do Alumínio: miofascite macrofágica

Na verdade, há décadas, renomados cientistas advertem para os perigos crescentes


desses produtos. O dr. Marc Vercoutère, no artigo “O alumínio contido nas vacinas
provoca doenças graves”[5] afirma o seguinte: “Considerado um adjuvante que
estimula a resposta imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas
habitualmente usadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a
poliomielite e as hepatites A e B. Uma patologia emergente, prejudicial, que não pára
de crescer – a miofascite macrofágica, possivelmente desencadeada por vacinas
contendo hidróxido de alumínio – foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do hospital
Henri-Mondor de Cretéil.”

“Recém-nascidos recebem: 20 vezes a dose tóxica de alumínio"

Sobre o mesmo assunto, Philipe Champagne, no artigo “A respeito das vacinas”[6]


afirma: “O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismo. Estudos
sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos
limites de toxidez. Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o
comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito
mais elevadas de alumínio (...) Cada inoculação representa mais de 20 vezes a dose
tóxica! Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não
vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a
mesma coisa para alguns clientes em que confiam. Um médico responsável por um
centro de saúde, (...) consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus
próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da
lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.”

Corrupção no Ministério da Saúde

Mais adiante, Philipe Champagne afirma: “a famosa vacina contra a hepatite B, tão
aconselhada nas escolas francesas, e até obrigatória em alguns estabelecimentos, foi
decidida por um ministro da saúde pressionado pelos laboratórios Mérieux, que havia
fabricado 2 milhões de doses para um país africano, que tinha recebido da OMS a
recomendação de vacinar em massa sua população. O país em questão havia feito o
pedido ao laboratório francês sem saber que teria de pagar pelas vacinas. Diante da
conta, cancelou o pedido e a Mérieux se viu com um excesso de produto, o que punha
em risco sua saúde financeira. O ministro determinou a vacinação para salvar a
Mérieux” .

Morte súbita

O dr. Robert S. Mendelsonh, famoso pediatra norte-americano (1926-1988), crítico da


prática pediátrica, da obstetrícia ortodoxa, da vacinação, da fluoretação da água e da
medicina em geral, afirmou o seguinte: “Minha suspeita, compartilhada por outros da
minha profissão, é que os cerca de 10 mil óbitos por Síndrome de Morte Súbita Infantil
(SIDS) nos EUA por ano estão relacionadas a um ou mais efeitos das vacinas que são
dadas rotineiramente às crianças”. Mais à frente, disse o seguinte: “Se eu fosse seguir
minhas mais profundas convicções eu instaria você a rejeitar toda a vacinação para
suas crianças”. As frases constam de seu artigo: “A bomba-relógio médica da
imunização contra as doenças – A maior ameaça das doenças da infância está nos
perigosos e ineficientes esforços para preveni-las.).[7] Dr. Mendelsohn lecionou na
Northwestern University Medical College e na University of Illinois College of Medicine e
foi presidente da National Helth Federation (NHF); escreveu 3 livros: Confessions of a
Medical Heretic (Confissões de um médico herético, 1980);Male Practice: How Doctors
Manipulate Women (Má prática (do macho): como os médicos manipulam as mulheres,
1982); e How to Raise a Healthy Child in Spite of Your Doctor (Como criar uma criança
saudável apesar do seu médico, 1987).

“Eu instaria você a rejeitar toda vacinação para suas crianças”

Segundo Mendelsohn, “Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas
simplesmente não é verdade”. E acrescenta: “Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a
vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem
seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os
pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-
sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como
pré-requisito para matriculá-los na escola”.

Segundo ele, “não há nenhuma evidência científica de que as vacinações em massa


tenham eliminado qualquer doença infantil” e “a Sabin continua sendo ministrada a
crianças, apesar de o dr. Jonas Salk, desenvolvedor da primeira vacina, ter dito que
ela (a vacina) é agora a causa da maior parte dos casos de pólio que aparecem; os
médicos consistentemente repetem seus erros.”
Indaga o renomado pediatra: “Por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo)
ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem
alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é conseqüência da vacina
Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico
irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra
varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação.”

EUA: Processos contra laboratórios e médicos

A seguir, dr. Mendelsohn cita o exemplo do que estão fazendo nos Estados Unidos,
sugerindo que o mesmo deveria ser feito em outros países: “Um número cada vez
maior de pais estão deixando de vacinar seus filhos e enfrentando as consequências
legais. Pais, cujos filhos foram permanentemente lesados por vacinas, não aceitam
mais esse fato como destino e estão entrando com processos contra os fabricantes das
vacinas e os médicos que as aplicaram. Alguns fabricantes pararam de fabricá-las e
outros estão, a cada ano, ampliando a lista de contraindicações ao seu uso”.

Coleman: “Doenças Raras Serão Cada Vez Mais Comuns”

Dr. Vernon Coleman, famoso médico inglês autor dos mais populares livros sobre
medicina na Grã-Bretanha, publicou o seguinte livro: “How to stop your doctor kiling
you” (Como impedir seu médico de matá-lo). “Acredito firmemente que se o programa
de vacinação continuar – e se for ampliado – veremos muitas doenças novas. Acredito,
também, que doenças raras há uma ou duas gerações serão cada vez mais comuns.
Os efeitos colaterais imediatos são preocupantes. Alguns são graves (como os danos
cerebrais), outros mais leves. Que novas cepas de doenças estamos introduzindo ao
usar vacinas de forma tão imprudente?”[8]

3) Por que continuam vacinando?

Cinqüenta anos atrás, as crianças recebiam, no máximo, 2 ou 3 vacinas; em 1989, nos


EUA cada criança recebia 11 vacinas até os 15 anos de idade; em 1999, passou a
receber 22 vacinas, e em 2009, 35 vacinas! O que todas essas substâncias vão gerar
nessas crianças e adolescentes, perguntam-se alarmados, alguns cientistas honestos
por esse mundo afora.

Estudos científicos de diversas partes do mundo mostram que após a introdução da


vacinação massiva em diversos países a decadência na saúde desse público infanto-
juvenil é notória; os problemas neurológicos crescem a velocidade alarmante, assim
como distúrbios e comportamento. Antes as crianças tinham sarampo, catapora,
cachumba, tosse comprida e outras doenças comuns da infância, que eram até boas
para elas desenvolverem o sistema imunológico. Hoje, além de terem essas mesmas
doenças - `{as vezes causadas pelas próprias vacinas} – ainda apresentam autismo,
retardo no desenvolvimento etc.

O sistema imune amadurece naturalmente nos 15 primeiros anos de vida , com o que
a criança come, bebe, respira e, sobretudo, com as suas emoções; as doenças da
infância auxiliam sobremaneira no amadurecimento da imunologia; portanto, constitui
um evidente contrassenso estimular fortemente o sistema imunológico com vacinas.

Então, por que as vacinas continuam a ser aplicadas? Aqui, segundo vários
pesquisadores e políticos, como Robert Kennedy Jr., entram os lobbies dos interesses
econômicos dos grandes laboratórios, que têm lucros astronômicos com as vendas de
milhões de doses de vacinas para pessoas saudáveis, feitas aos países de uma só vez.

4) Como evitar legalmente as vacinas

Como vimos neste artigo, muitos médicos escapam ilegalmente de ser vacinados
fornecendo atestados falsos de vacinação a suas famílias e amigos próximos, embora
vacinem a população; na Alemanha, outra irregularidade, foram elaboradas duas
vacinas diferentes: uma sem adjuvantes para os políticos e militares, e outra, normal,
para a população (fato que gerou enorme escândalo em toda Europa ).

Para o cidadão comum, que deseja evitar consciente e legalmente a vacinação, em


cada país existe uma lei do consentimento informado. As pessoas têm o direito de ser
informadas detalhadamente dos riscos, dos efeitos colaterais, de ver a bula etc. e têm
o direito de decidir sobre sua saúde, após saber os prós e os contras. Embora haja
pressões, ninguém pode ser forçado a se vacinar por uma empresa (sob ameaça de
ser mandado embora), ou por uma escola (sob ameaça de ser desligado do corpo
docente ou discente); assim também, embora seja praxe não se poderia impedir de
matricular uma criança na escola pública apenas porque seus pais decidiram, por
motivo de convicção íntima, não vaciná-la; especialistas recomendam que um
advogado seja consultado nestes casos para impor o direito do cidadão.

5) Alternativas para estimular o nosso sistema imunológico


por Roberto Giraldo, extrato do livro “Como Prevenir e Curar a Gripe Suína e Qualquer Outra Doença, Usando o
Nosso Médico Interior” www.editoraproton.com.br

As pessoas em bom estado de saúde, equilibradas psíquica, mental e espiritualmente,


não podem ser atacadas por micróbio algum e nem pelo vírus da gripe suína. Insisto
que esta é uma das leis fundamentais da infectologia. Desta forma, as autoridades
sanitárias, em lugar de gerar pânico e terror como estão fazendo agora, deveriam
utilizar os meios de comunicação para explicar detalhadamente as diferentes formas
de estimular nossos mecanismos de defesa em geral e o sistema imunológico em
particular.

A felicidade e alegria, enfim a satisfação pessoal são o melhor estimulante do sistema


imunológico. Devemos, portanto, aproveitar os artistas, músicos, pintores, teatrólogos,
escritores, dançarinas, cômicos, entre outros, para que com suas técnicas estimulem
as emoções positivas e a espiritualidade das pessoas que moram nos lugares de uma
possível epidemia de gripe suína ou de qualquer outra infecção. Desta forma, ninguém
precisaria de máscaras cirúrgicas nem antibióticos. Todo contágio poderia ser
neutralizado por sistemas sanitários saudáveis.

Os nutricionistas equilibrados poderiam explicar como uma dieta à base de frutas e


verduras frescas é o ideal nas atuais circunstâncias. Como um dente de alho ao dia,
junto com um pouco de suco de cenoura e limão, com propriedades antivirais,
antioxidantes e imunoestimulantes, poderiam ser suficientes para lidar com o vírus da
gripe suína e com qualquer outro micro-organismo potencialmente patogênico. Um
pouco de exercício ao ar livre, desfrutando a beleza da criação, combinado com
respiração profunda e meditação ajudaria bastante. Os professores de Ioga, Tai Chi, de
Aeróbica e Pilates, poriam seu grão de areia.

Também deveriam organizar conferências, seminários e mesas redondas nos meios de


comunicação, com diferentes profissionais da saúde, psicanalistas (trilógicos) e
terapeutas naturais, para ensinar técnicas simples às pessoas, a fim de tornarem seus
sistemas imunes mais fortes e equilibrados.

As autoridades têm a obrigação de apoiar estas atividades para benefício das pessoas
e da sociedade.

A suposta epidemia de gripe suína não é outra coisa senão uma atuação dos poderosos
das finanças com intenções macabras sobre as massas indefesas. A verdadeira
epidemia atual é a de não aceitarmos a realidade, é uma epidemia de alienação, é uma
epidemia de delírio...

[1] http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-
86EE9B1BEDFF&contentid=5F602E2F-A73A-4C02-9C6A-9A81E38187BB
[2] http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4069737-EI238,00-
Vacina+contra+gripe+suina+pode+causar+doenca+rara.html
[3] http://tvi.com.br/noticias/0,NOTICIAS,11,465,5428,CINCO+PESSOAS+MORREM+NA+SUICA+APOS+SEREM+V
ACINADAS+CONTRA+GRIPE+A,EX-3,00.html
[4] http://noticias.r7.com/saude/noticias/franca-cancela-encomenda-de-50-milhoes-de-vacinas-para-gripe-h1n1-
20100104.html
[5] Fonte: Vous et votre témoignage santé nº 10 – junho de 2004 www.taps.org.br tag: vacinas
[6] Fonte: Des Clefs pour Vivre nº 49 – abril de 2004 www.taps.org.br
[7] Fonte: Revista Just Eat an Apple, nº 16, Primavera 2001 www.taps.org.br
[8] Fonte: Vernon Coleman’s Health Letter, vol. 5, nº 3, outubro 2000

- Farmacêuticas são acusadas de alarmar governos para


vender vacinas e remédios contra a gripe suína
8 de janeiro de 2010 - Terra Notícias

União Européia - Um grupo de 14 parlamentares do Conselho da Europa acusou as


companhias farmacêuticas de terem influenciado cientistas e organismos oficiais para
alarmar os Governos, a fim de comprarem suas vacinas e remédios contra a gripe
suína. Eles propuseram uma investigação sobre o assunto. A Comissão
Europeia acompanhará de pertoto a proposta dos parlamentares, segundo a qual as
farmacêuticas "expuseram a saúde de milhões de pessoas aos perigos de efeitos
colaterais desconhecidos e vacinas não suficientemente provadas".

Leia mais: http://noticias.terra.com.br/gripesuina/interna/0,,OI4193917-EI13839,00-


UE+acompanha+pressao+de+farmaceuticas+sobre+compra+de+vacinas.html

Porque Somos Obrigados pela Lei a ser VACINADOS?


Por Roberto Giraldo, M.D. - Jornal STOP (Novembro 2009)

A primeira lei sobre vacinas foi promulgada em Massachusetts em 1905 (varíola). É


considerada a mãe de todas as legislações da Saúde Pública do mundo. Logo depois,
cada estado dos EUA começou a legislar sobre a obrigatoriedade das vacinas para
crianças. Em 1922 a Corte Suprema de Justiça dos EUA decidiu arbitrariamente que a
“Lei Escolar da Obrigatoriedade das Vacinas” era constitucional. Hoje a Organização
Mundial da Saúde (OMS), fundada em 7 de abril de 1948, subordinada à ONU, regula a
obrigatoriedade das vacinas para todos os países membros das Nações Unidas. Seu
escritório central está em Genebra, Suiça.

Algumas décadas atrás, só eram disponíveis poucas vacinas; mas hoje, no Brasil, as
crianças são obrigadas pelas leis governamentais a receber cerca de 15 vacinas antes
da adolescência; nos EUA, aos 15 anos uma criança já tomou 36 vacinas.
Há muitas denúncias de cientistas internacionais de que as vacinas causam: autismo,
morte súbita de berço, choro encefalítico, dislexia, epilepsia, paralisia cerebral, lupus,
artrite reumatóide, tireoidite, esclerose múltipla, asma e alergias de todo tipo, câncer,
malformações genéticas, alterações imunológicas, atrofia do timo e até AIDS, retardo
do desenvolvimento da criança, agitação, déficit de atenção, dificuldade na
aprendizagem, estimulando o aumento do uso de drogas (maconha, cocaína, heroína,
etc), o comportamento violento e a criminalidade juvenil e o risco de suicídio.

De outro lado, não é certo que as vacinas acabaram com doenças infecciosas; os
números mostram que devido a melhores condições de vida, as doenças já estavam
diminuindo muito antes da aplicação de vacinas. Ao contrário, as vacinas são um dos
fatos para o novo aumento de doenças infecciosas no mundo.

As vacinas são o maior descalabro da medicina baseado na errada “Teoria dos


Germes” de Louis Pasteur. O ser humano é criado com uma farmácia interior capaz de
prevenir e curar todo desequilíbrio orgânico e psíquico, sempre que as emoções da
pessoa o permitam. As emoções positivas estimulam, as emoções negativas (inveja,
narcisismo, megalomania, arrogância, soberba, etc) deprimem o funcionamento de
nossa farmácia interior. As vacinas são um ato antinatureza que atrapalha nossa
farmácia interior, fazendo a criança e a pessoa vulnerável a muitas doenças.

Como escreveu Keppe: “ O mundo é nosso, mas algumas centenas de indivíduos


arrogantes e endemoninhados criaram um sistema de leis e de organizações, para
tomar tudo para eles; o povo é constrangido a viver como se fosse uma manada de
gado, cercado e acuado, para produzir e consumir, exatamente o que os poderosos
determinam, e para benefício deles.” (Norberto Keppe, A Libertação dos Povos: A
Patologia do Poder. Pág. 129).

"Sistema de saúde é um sistema de enfermidade", diz


médica canadense.
27/10/2009 José Ortiz Camargo Neto - Jornal STOP

A dra. Ghislaine Lanctôte (Canadá) foi médica e proprietária de clínicas em seu país e
nos Estados Unidos, durante 25 anos. Ao longo dessa experiência, afirma que teve
uma percepção: "percebi que a totalidade do sistema médico é controlado de A a Z por
financistas, banqueiros, de modo que o objetivo do sistema médico - e os médicos não
estão conscientes disso - é fazer as pessoas adoecerem. Portanto, é um sistema de
enfermidade e não de saúde". Com o nome simplesmente de GHIS, publicou o livro
"The Medical Mafia" (A Máfia Médica), em que denuncia o domínio do poder econômico
sobre a ciência e alerta para os perigos das vacinas, cujo objetivo é "reduzir a
população".
Veja o vídeo da dra. clicando aqui.