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Percepção Vs.

Discernimento

Texto Base: Mateus, capítulo 16: 15-19.

Não há um de nós que não tenha que viver com as percepções; percepções nem
sempre refletem a realidade, mas ainda assim temos que viver com ela. E muitas vezes
para muitas pessoas, a percepção é a sua realidade. Pode não ser como é, mas é como
eles percebem.
Em todas as áreas de nossas vidas, todos nós estamos sujeito às percepções das
outras pessoas, eles analisam, dissecam e decidem sobre nós. Muitas vezes a sua
percepção, se você não tomar cuidado, tornará a sua prisão, e tudo o que você disser ou
fizer será através da lente da sua percepção.
Pessoas explicam sobre você para outras pessoas dizendo como você é! Tendo
você que superar uma percepção que os outros já possuem sobre você, que nem mesmo
você sabia. E de repente, você tem que viver com essas idéias percebidas a seu respeito.
A percepção para eles se torna uma realidade, porque mesmo que você trabalhe
duro para superar isso, eles já decidiram sobre você, já executaram, pronunciaram,
sentenciaram sobre você e, de repente tudo o que você faz agora é vitimizado por essas
pessoas.
As percepções são importantes, como por exemplo, se o seu marido perceber
que você não é uma boa esposa, afetara como resposta negativa a você, e você que
poderia ser uma ótima esposa, mas ele não percebeu assim em você, e não será tratada
dessa maneira. É difícil manter a bondade quando alguém decidiu que você não é
confiável.
Jesus Cristo viveu em um mundo de percepções, ele não podia se isolar apenas
para as pessoas que ele gostava. Isso é muito importante, temos a tendência de nos
envolver apenas com pessoas nas quais nós as encaixamos num determinado perfil.
Você acaba determinando que, se alguém que não é como você, não pode associar-se,
relacionar com você; “você diz em última instância, quem entra e quem sai e tudo bem,
contando que você esteja feliz”.
Caso você tente controlar uma atmosfera que não é capaz de lidar, com pessoas
com diferentes visões de mundo e tendo elas a serem controladas por você, para que se
sinta confortável, pouco a pouco você será empurrado, mais e mais para fora da
multidão, porque você não pode ficar com pessoas de várias idéias e opiniões.
Jesus Cristo enfrenta frente a frente os fariseus e os saduceus, para olhá-los
diretamente nos olhos e perceber que eles o Entendiam não como Verbo que se fez
carne, não como a prometida semente da mulher que pisaria na cabeça da serpente, mas
como ele aparentava ser na sua forma física, contudo, ele tinha que ser capaz de lidar
com essas pessoas.
Isso é importante, porque pode ser a chave para você sair da sua crise; a sua
necessidade de controlar outras pessoas a partir de sua percepção, pode deixar você num
estado de isolamento.
Jesus Cristo se dirigiu para todo mundo; ele foi até as pessoas religiosas,
cobradores de impostos, prostitutas, coxos, cegos, leprosos e saiu com pessoas que as
outras pessoas percebiam como indignas. Até mesmo um fariseu simpatizante que
convidara Jesus em sua casa, não apreciou o comportamento Dele, chegando a pensar
que Jesus tinha perdido o discernimento, pois dissera que se ele soubesse quem era tal
mulher que chorava aos seus pés, ele não a deixaria tocá-lo. Então essa mesma mulher
estava chorando aos pés de Jesus e Ele mesmo disse que, onde quer que o evangelho
fosse pregado, está mulher seria lembrada.
Ele não era tão preocupado com sua percepção a ponto de não querer se
envolver com alguém que parecia questionável, talvez seja porque ele sabia quem era.
Quando você sabe quem é você, quando você tem convicção de quem é realmente, você
pode andar entre o fogo sem ser queimado. Você pode trabalhar com ateus, agnósticos,
judeus, gentios, mulçumanos e todo mundo, porque você sabe quem é.
Deixe-me fazer uma pergunta: “Você sabe quem é, ou é constantemente
contorcido, alienado a uma imagem aceitável para um grupo seleto de pessoas”?
No texto em epígrafe, Jesus Cristo está lidando com os fariseus e saduceus,
tendo eles a atitude de ir até Jesus e pedir um sinal do céu, “nos dê um sinal de quem
você é”! As pessoas têm maneiras sutis de questionar quem nós somos, dizendo coisas
do tipo “prove para mim que é o que diz ser”; se você acredita, possui convicção de
quem é, não tem que provar nada a ninguém.
Os fariseus estavam realmente testando Jesus, na esperança e com a expectativa
que ele fracassasse, e assim fosse publicamente desacreditado. Jesus disse que eles
buscavam sinais do céu, mas ainda assim eles não poderiam discernir o sinal do céu
estava bem ali diante deles. Já não havia ele fornecido sobejas provas do caráter
genuíno de sua missão? Não havia ele agido assim, por meio de palavras e atos, em
cumprimento da profecia? “Vocês têm mais fé em suas percepções, do que na própria
realidade”.
Depois de tudo isso, Jesus ainda está pensando em sua recente experiência com
esses dois grupos e alerta aos seus discípulos a terem cuidados com o fermento dos
fariseus, contudo, os discípulos discutiam entre si, que tratara a respeito dos pães que
eles esqueceram de trazer para a viajem. Ele estava falando a respeito do fermento dos
fariseus, mas eles pensaram entre si, de que se tratara de alguns pães que não trouxeram.
A comunicação é realmente difícil quando há um abismo entre o que você diz e
o que as pessoas ouvem. Só porque você ensina algo não quer dizer que foi aprendido.