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RESENHA1

Carneiro, Ednardo Chagas.2


Prestes, Felipe.3
Bartholomew, Craig G. e Goheen, Michael W, O drama das Escrituras: Encontrando o
nosso lugar na história Bíblica, São Paulo, Vida Nova, 2017, 288p.

Craig G. Bartholoew é professor de Filosofia da cátedra H. Evan Runner na Redeemer


University College, em Ancaster, Canadá, e diretor do Paideia Centre for Public Theology. É
também coautor de Introdução à cosmovisão Cristã, por Vida Nova.
Michael W. Goheen é diretor de Educação teológica e pesquisador residente no
Missional Training Center em Phoenix, Arizona, EUA. È professor de Missiologia da cátedra
Jake e Best Tuls, no Calvin Theological Seminary, Membro Sênior da Newbigin House Of
Studies e Pastor de pregação da igreja New West Christian Reformed Church, em Burnaby,
Canadá. É também Autor do livro A igreja missional na Bíblia e coautor do livro Introdução
à cosmovisão cristã, publicados pela Vida Nova.
Os autores do livro O drama das Escrituras: Encontrando nosso lugar na história
Bíblica, escrevem como uma peça de teatro, eles tratam cada capitulo do livro como um Ato,
Portanto podemos dizer que o livro está dividido em um prólogo, seis atos e um Interlúdio. O
propósito dos autores é nos mostrar a Bíblia como uma grande história, como um drama e nos
ajudar a encontrar o nosso lugar nessa história.
No prólogo os autores nos falam da bíblia como uma grande história. Eles nos contam
histórias de algumas pessoas, nos apresentam que toda pessoa tem uma história, eles afirmam
que “ser humano e adotar uma história” (p.24). A bíblia é uma só história. Os autores
comparam a bíblia a uma catedral, por exemplo, a bíblia tem sessenta e seis livros, e nós
podemos entrar nela, por meio de qualquer um desses. Mas os autores nos instruem que se
quisermos obter uma visão completa da catedral, ou seja, da Bíblia, precisamos entrar pela
entrada principal. E então eles nos deixam uma pergunta: “Qual é a entrada principal, o lugar
a partir do qual podemos nos orientar para o todo?” (P.29).
A opinião deles é que “Aliança (no antigo testamento) e o reino de Deus (no Novo
Testamento) apresentam uma forte reivindicação de ser a porta principal pela qual podemos
começar a entrar na bíblia e a enxergá-la como uma grande e ampla estrutura” (p.30).

1
Resenha apresentada como requisito para obtenção de nota parcial na disciplina de Introdução a teologia
Bíblica.
2
Estudante do 1°semestre do Curso Livre de Teologia na Escola Teológica Charles Spurgeon.
3
Bacharel em teologia, professor na Escola Teológica Charles Spurgeon.
No primeiro capítulo ou no primeiro ato do livro, os autores irão comentar sobre o
inicio dessa história, eles intitulam o capítulo como “Deus estabelece seu reino”. Os autores
iniciam o capítulo com uma pergunta: “quem é Deus?”, então eles passam a nos informar a
respeito do nome de Deus, Depois falam sobre a fé para o povo de Israel. Seguindo o capítulo,
falam sobre o tipo de literatura que é Gênesis.
O capítulo continua com os autores fazendo uma defesa de que Deus traz todas as
coisas à existência e que a humanidade é a imagem de Deus, eles afirmam que o ápice da
criação em gênesis é a criação da humanidade. Por fim, fazem uma defesa de que o mundo é o
reino de Deus, eles dizem que “a bíblia descreve o mundo material e criado como o próprio
teatro da glória de Deus, o reino sobre o qual ele reina” (p.47).
No Segundo ato, nomeado como “Rebelião no reino, os autores tratam sobre a queda.
Eles expõem o texto de Gênesis três, que é conhecido como “a queda”. Falam-nos a respeito
do pecado de Adão e Eva, da desobediência dos dois que causaram a queda.
No terceiro ato ou terceiro capítulo, Bartholomew e Goheen tratam sobre o assunto
“redenção iniciada” e intitulam o capitulo como “O rei escolhe Israel”. Este capítulo é
dividido em duas partes (Cenas), na primeira, eles falam sobre as origens de Israel. Começam
a partir de Caim e Abel, como sendo a resposta de Deus para o pecado a solta. Depois os
autores comentam as alianças que Deus fez com Noé e as condições dessa aliança, logo após,
falam sobre a aliança que Deus fez com Abraão e as condições também. Relatam a história de
Isaque, Jacó e José, os patriarcas do povo de Deus.
Na segunda cena, eles explicam a respeito do livro de Josué, que ali, Deus
providenciou uma terra para seu povo. E depois em juízes, quando o propósito de ser luz para
as nações fracassa, e o povo quebra a aliança com Deus e são levantados juízes para libertar o
povo das opressões, falam de uma nova aliança, onde Israel é transformado em um reino, e os
autores comentam a respeito dos reis que passaram por lá. Depois nos falam a volta do povo
por meio de Esdras e Neemias.
Logo a pós, no terceiro capítulo, um interlúdio, que os autores intitularam como “Um
relato do Reino aguardando um desfecho”, aqui Bartholomew e Goheen tratam a respeito do
período intertestamentário, o período que fica no intervalo do Antigo para o Novo
Testamento, o que acontece nesse período? De Malaquias a Mateus, muito tempo se passa, e
quando lemos o Novo Testamento o povo de Deus está cativo a outro império, agora, o
império Romano. E os autores mostram o que aconteceu nesse período.
Após o interlúdio, vem o ato quatro, que irá nos informar sobre “A vinda do Rei”,
como é o titulo do quarto ato. Aqui os autores fazem um relato sobre a vinda de Jesus, que se
encontra na Bíblia, nos livros conhecidos como “Evangelhos”. A vinda desse Rei, que é Jesus
é tida como a realização da redenção que Israel esperava. A principal maneira que Jesus
utilizou para revelar o Reino foi suas obras e milagres, que vinham do espírito santo e da
oração. Com essa revelação do Reino, Jesus sofreu muitas perseguições pela oposição.
Com a vinda de Jesus, é formada uma comunidade, que acolhem excluídos e
pecadores. Por conta da oposição Jesus é preso, julgado e morto. E em sua morte Jesus
assegura a vitoria do Reino de Deus. Depois Jesus ressuscita dentre os mortos e com isso
inaugura o Reino de Deus
O quinto ato, intitulado como: Propagando a noticia do Rei, está dividido e duas cenas,
a primeira, intitulada como: De Jerusalém até Roma, os autores tratam da propagação do
evangelho de Jerusalém até Roma. Baseando-se no livro de Atos dos apóstolos os autores vão
narrar essa história, dizendo-nos que o personagem principal é o Espírito Santo.
Na segunda cena desse ato, os autores fazem uma defesa em ralação à continuidade
dessa propagação, ou seja, da propagação das Boas Novas de Jesus. Dizem que nós temos o
papel de continuar essa propagação, sendo luz como Israel teria que ser introduzindo o Reino
como Jesus o fez e dando um testemunho fiel como a igreja primitiva. A seguir, caminhando
para o encerramento do ato, nos exortam a encontrarmos nosso lugar nessa grande história.
No sexto e ultimo ato, que os autores intitulam como: “A volta do Rei”, os autores
fazem um relato superficial sobre o livro do apocalipse, como sendo a redenção concluída.
Em Jesus a redenção foi realizada e finalmente agora está concluída, mesmo vivendo nós, na
tensão do Já e ainda não. Eles nos falam a respeito das coisas que antecedem o fim, e também
fazem uma defesa da restauração da criação e não da destruição dessa criação. Os autores
encerram o ato e o livro com a promessa que encontramos três vezes no ultimo capítulo de
apocalipse (Ap. 22. 7,12,20). “Eis que venho em breve!”.
O livro O drama das escrituras produzido por Bartholomew e Goheen, é um livro
muito didático. Com seções bem claras a respeito das escrituras, O livro nos apresenta um
panorama completo da Bíblia, é defendido no livro que devemos entrar nas escrituras por
meio das Alianças e do Reino de Deus, um ponto de vista que tem o apoio Bíblico. Os autores
foram felizes na produção deste livro, é um ótimo material para se estudar! Em cada ato
podemos enxergar a preocupação dos autores de apresentarem a maior clareza possível, e
também de apresentarem argumentos sólidos e bem preparados.
Indico este livro O drama das escrituras para todos cristãos, pois todos nós temos uma
história dentro da grande história da redenção, da história bíblica, e este livro nos ajuda a
encontrarmos o nosso lugar nessa história.