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APLICAÇÃO DO MÉTODO AHP

NO PROCESSO DE SELEÇÃO
DE FORNECEDORES
EM UMA LOJA DE ROUPAS
Jéssica Gonçalves Silva (UFU)
jessicag_silva@hotmail.com

Resumo: Este artigo tem como finalidade utilizar o método AHP (Analytic Hierarchy
Process) como auxílio na tomada de decisão para definição do melhor fornecedor dos itens
de consumo, no caso roupas, vendidos em uma loja da cidade de Capinópolis. Para tanto, foi
realizado um estudo de caso buscando coletar dados da empresa e dos fornecedores, bem
como definição dos critérios usados para avaliação de cada um deles, para posteriormente
aplicar a metodologia AHP. Examinou-se que a empresa analisa diferentes critérios para
escolha do fornecedor, como preço, qualidade, exclusividade e tendências de mercado, onde
todos esses atributos são fundamentais para fornecer aos clientes produtos que
correspondam as suas expectativas. Concluiu-se que a melhor opção, dentre os três
fornecedores observados, foi o fornecedor A localizado no Paraná. Em seguida, o fornecedor
B localizado em Minas Gerais. Evidencia-se que a decisão final em adquirir peças destes
fornecedores será do gestor.

Palavras-Chave: AHP, Seleção de Fornecedores, Tomada de Decisão.


1. Introdução
O ato de tomar decisão é essencial para qualquer ser humano. Este ato ocorre no decorrer do
dia, às vezes de forma automática, sem percebermos que ele acontece. Independente de
qualquer fator, todo indivíduo é rodeado de decisões que necessita tomar. A simples escolha
do que se alimentar envolve um processo de tomada de decisão.
A tomada de decisão deve almejar uma opção que mostra ser a melhor no que tange ao
desempenho, avaliação ou ainda o melhor acordo entre todas as expectativas da pessoa
responsável pela escolha. Podemos então, estabelecer que a decisão seja um processo onde se
analisa diferentes alternativas para posteriormente eleger a mais favorável entre elas e
determinar qual caminho deverá ser seguido.
Atualmente para que uma empresa se mantenha competitiva é necessário averiguar
cuidadosamente os seus fornecedores, seja de insumos ou produtos acabados. Por menor que
seja a organização deve-se sempre avaliar todos os fatores que podem contribuir para a
estabilidade e crescimento de um negócio, buscando satisfazer seus clientes e também obter a
lucratividade desejada.
A decisão relacionada aos fornecedores que atendem a demanda de uma organização deve ser
embasada por uma minuciosa avaliação onde é necessário escolher o método e os critérios de
decisão que melhor combinam as particularidades do problema com a realidade da empresa, e
quanto mais exigente seus clientes, mais refinados serão os critérios para escolha.
O artigo tem como objetivo justificar a aplicação do Método de Análise Hierárquica (Analytic
Hierarchy Process) como auxílio à decisão multicritérios dentro de pequenas empresas, onde
normalmente se leva em conta somente o critério econômico, o que seria superficial para
julgamento. E apesar de não englobar uma magnitude elevada de clientes no mercado, tais
empresas também podem se beneficiar de ferramentas que contribuam com a tomada de
decisão. Portanto, o estudo de caso busca fornecer a opção mais adequada orientada pelo
método AHP para a escolha de fornecedores de uma loja de roupas, classificada como
microempresa.

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2. Referencial teórico
2.1. Métodos multicritério de decisão
Segundo Gomes et al. (2009), decisões complexas na maioria das vezes envolvem múltiplos
objetivos, o que torna a tomada de decisão complicada, já que os desdobramentos não podem
ser corretamente identificados. De acordo com Saaty (2008), tudo o que é realizado, seja
consciente ou inconscientemente, é consequência de uma decisão, onde os dados coletados
colaboram na compreensão dos fatos, para assim desenvolver um julgamento adequado para a
tomada de decisão.
Dessa forma, as decisões podem envolver somente um critério ou vários deles, sendo
classificados como monocritério ou multicritério, respectivamente. Os métodos multicritério
garantem ao processo de tomada de decisão clareza inacessível em métodos de estrutura
monocritério, além disso, esses métodos também podem ser usados com várias finalidades,
como em operações estratégicas, processo e design de produto, seleção de fornecedores ou
ainda para determinar a melhor escola para se estudar.
Os métodos de apoio à decisão multicritério auxiliam o decisor na escolha da decisão mais
adequada, relacionando o cenário e as prioridades envolvidos, considerando também as
opções conhecidas e os efeitos previstos (COSTA, 2006).
As escolas de pensamento em que os métodos de auxilio à decisão multicritério se sobressaem
são: a Escola Americana e a Escola Francesa. Os métodos mais conhecidos da Escola
Americana são o Método de Análise Hierárquica (AHP) e a Teoria da Utilidade Multiatributo
(MAUT). Já na Escola Francesa, os mais utilizados são os métodos PROMETHEE e
ELECTRE (GOMES et al., 2009). Neste trabalho será usada a metodologia AHP por ser
extensivamente utilizada no processo de tomada de decisão com a existência de múltiplos
critérios.

2.2. Método AHP


Em meados da década de 1970 a metodologia AHP foi criada pelo matemático Tomas L.
Saaty. Ela tem como propósito a seleção de alternativas, considerando múltiplos critérios,
tanto qualitativos quanto quantitativos (EDUARDO et al., 2014).
O cerne da ideia do método AHP é a classificação de critérios de um sistema de comparação
aos pares. Através da mensuração da importância relativa de cada um deles é estabelecida
uma classificação em graus de relevância (SENA, 2007). Segundo Gomes et al.(2009) além
do método AHP possibilitar a solução de problemas que possuam critérios divergentes, ele
também permite o envolvimento de várias pessoas no processo.

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A metodologia AHP é executada em três etapas: a primeira é a estruturação do problema em
níveis hierárquicos, a segunda etapa é a definição de prioridades, atribuindo valores de
importância para cada critério e a terceira é a síntese dos resultados.
Inicialmente organizam-se os elementos que são essenciais para a decisão, em um arranjo
hierárquico descendente onde o primeiro nível são os objetivos, o segundo os critérios e o
terceiro as alternativas, conforme a Figura 1.

Figura 1 – Modelo Hierárquico

Fonte: Autoria própria (2018)

Posteriormente será definido as preferências e a importância de cada critério em relação aos


outros e dentro deles a relevância de cada alternativa em relação às outras, o que é feito por
meio de uma matriz quadrada de decisão onde se realiza uma comparação aos pares (SAATY,
1991). Para fazer essa comparação utiliza-se uma escala de números de 1 a 9, que indica
quantas vezes um elemento tem maior relevância que o outro. A Tabela 1 mostra a escala de
comparação paritária de Saaty.
Tabela 1 – Escala fundamental de Saaty
Escala Definição Explicação
Numérica
1 Igual importância Contribuição idêntica
3 Fraca importância Julgamento levemente superior
5 Forte importância Julgamento fortemente a favor
7 Muito forte importância Dominância reconhecida
9 Importância absoluta Dominância comprovada

3
2,4,6,8 Valores intermediários Dúvida
Fonte: Adaptado de Saaty (1991)

Na etapa final o objetivo é determinar um vetor de prioridades globais ou um vetor decisão,


que contenha a melhor alternativa ao fim do processo de aplicação do AHP.

3. Metodologia
Essa pesquisa identifica-se como pesquisa de campo, feita através de um estudo de caso, e no
que tange à abordagem do problema, caracteriza-se como qualitativo-quantitativo.

3.1. Levantamento de dados


A loja onde foi realizado o estudo de caso chama-se Sempre Bella e localiza-se no centro da
cidade de Capinópolis. É uma loja pequena e caracteriza-se como microempresa onde há
somente uma proprietária, que é responsável por todas as decisões relacionadas ao negócio.
Primeiramente foi feita uma entrevista com a proprietária, que durou aproximadamente uma
hora, onde foi informado que há a possibilidade de fornecimento de roupas para a loja de
vários fornecedores, mas que normalmente ela escolhe entre quatro (A, B, C e D). O
fornecedor A localiza-se no Paraná, os fornecedores B e C em Minas Gerais e o fornecedor D
em Goiânia. Também determinou os critérios que para ela são determinantes na escolha do
fornecedor, levando em conta o tipo de mercadoria que ela deseja oferecer aos clientes. Os
critérios são: preço, qualidade, exclusividade e tendências. O critério qualidade é o mais
importante, pois a proprietária aprecia quando proporciona ao cliente peças diferenciadas
nesse quesito, em comparação a outros estabelecimentos da cidade. Já o critério exclusividade
também é fundamental, pois fornecedores que exigem a compra de lotes de peças que sejam
iguais, não são interessantes, uma vez que a cidade é pequena, então a venda desse tipo de
mercadoria não é muito atraente, na concepção dela. No que tange às tendências de mercado,
para a ela é relevante que o fornecedor possa disponibilizar peças que estejam de acordo com
o que o mercado está focado no momento. Os fornecedores A e B possuem um nível de
qualidade semelhante e oferecem peças com o mesmo nível de exclusividade, contudo o
primeiro tem um preço mais elevado e o preço do segundo se equipara ao fornecedor C. Os
fornecedores C e D quase se assemelham no quesito preço e são iguais no que se referem a
seguir as tendências do mercado. Não foi considerada a distância física e a rapidez na entrega
como critérios, porque ficou esclarecido que todos os fornecedores vão até a loja para realizar
as vendas e que entregam dentro do prazo estipulado, sem grandes diferenças entre eles nesse
quesito.
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A proprietária esclareceu que possui relações comerciais com todos os fornecedores, mas esse
contato varia conforme a época do ano, no fim do ano, por exemplo, as vendas estão em alta
então ela pode investir mais no fornecedor que vende por um preço superior, mas que trabalha
com produtos de qualidade diferenciada. O custo com peças por mês varia entre R$15.000,00
e R$20.000,00 dependendo de qual fornecedor se compra.

3.2. Aplicação do método AHP


Este estudo seguiu as etapas conforme a estruturação do método AHP e para auxílio nos
cálculos foi usado o software Excel.

3.2.1. Estruturação do problema


De acordo com os dados obtidos, o problema foi estruturado conforme mostra a Figura 2.

Figura 2 – Estruturação do problema

Fonte: Autoria própria (2018)

3.2.2. Construção das matrizes de comparação


A segunda etapa do método, conforme já citado, diz respeito à comparação paritária entre os
elementos de um nível da estrutura hierárquica levando em consideração os elementos da
parte superior. Dessa forma, os critérios foram avaliados com o apoio da proprietária, já que
no método AHP quem determina a relevância de cada critério em comparação ao outro é o

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responsável pela tomada de decisão, no caso ela por ser a responsável pela empresa. Após a
avaliação dos critérios, obtiveram-se os dados da Tabela 2.

Tabela 2 – Matriz comparação dos critérios

Preço Qualidade Exclusividade Tendências


Preço 1 1/6 1/5 1/4
Qualidade 6 1 1 3
Exclusividade 5 1 1 4
Tendências 4 1/3 1/4 1
Soma 16 2,5 2,45 8,25
Fonte: Autoria própria (2018)

Posteriormente são calculados os valores do autovetor e do autovetor normalizado. O


primeiro obtém-se através da média geométrica das linhas da matriz de comparação, e o
segundo por meio da divisão de cada valor do autovetor pelo resultado do somatório desse
elemento. Os valores obtidos estão na Tabela 3.

Tabela 3 – Valores do autovetor


Autovetor Autovetor
Normalizado
Preço 0,30 5,80%
Qualidade 2,06 39,34%
Exclusividade 2,11 40,39%
Tendências 0,76 14,48%
Soma 5,24 100%
Fonte: Autoria própria (2018)

Como foi feita a matriz comparação entre os critérios (julgamento), então é necessário
calcular a razão de coerência (RC) e para tal é fundamental obter o resultado do autovalor
máximo (λmáx), do índice de coerência (IC), do índice randômico (IR) e por fim a razão de
coerência (RC). A RC deve ser inferior a 15%, caso contrário será necessário realizar um
novo julgamento. Obtém-se o λmáx através da multiplicação da matriz referente à soma da
coluna de cada critério, com a matriz referente aos valores do autovetor normalizado. O IC e a
RC são obtidos pelas seguintes equações:

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λmáx − n
𝐼𝐶 =
𝑛−1
𝐼𝐶
𝑅𝐶 =
𝐼𝑅
Sendo que IR é fornecido conforme a Tabela 4, e o valor de n equivale à quantidade de
critérios que o problema engloba.
Tabela 4 – Índice randômico

n 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
IR 0 0 0,58 0,9 1,12 1,24 1,32 1,41 1,45 1,49
Fonte: Saaty (1991)

Quanto menor o valor do RC mais próximo da realidade, ou seja, maior é a coerência da


avaliação. Os valores encontrados para cada índice estão na Tabela 5.

Tabela 5 – Valores dos índices


Índices Resultados
λmáx 4,09
IC 0,032
IR 0,9
RC 3,52%
Fonte: Autoria própria (2018)

Por fim é verificado se os critérios apresentados são quantitativos ou qualitativos, ou seja,


quais deles possuem informação numérica, e quais são subjetivos. Para em seguida ser feita a
matriz comparação das alternativas para cada critério. Se um determinado atributo não pode
aumentar seu valor deve ser harmonizado para depois normalizá-lo, por exemplo, se o preço
cobrado pelo fornecedor aumentar isso acarretaria em maiores custos para a empresa, o que
não é benéfico, portanto harmoniza-se para em seguida normalizar. Nesse problema somente
o critério preço foi harmonizado, dividindo-se o somatório dos custos de todos os
fornecedores, pelo custo de cada fornecedor individualmente. E para normalizar divide-se o
valor da harmonização de cada fornecedor especificamente pelo somatório dela. Já para os
demais atributos é feita somente a normalização, assim como foi feita na Tabela 3. Os
critérios qualitativos são: qualidade, exclusividade e tendência. E o critério preço é o único
quantitativo. Nas tabelas 6 e 7 observam-se as matrizes de comparação para cada alternativa à
luz de cada critério. Na Tabela 6 para o critério quantitativo, e na Tabela 7 para os
qualitativos.
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Tabela 6 – Matriz comparação das alternativas para critério quantitativo
Preço Harmonizar Normalizar Peso
Fornecedor A R$20.000,00 3,15 19,05% 0,32
Fornecedor B R$16.000,00 3,94 23,81% 0,25
Fornecedor C R$15.000,00 4,20 25,40% 0,24
Fornecedor D R$12.000,00 5,25 31,75% 0,19
Soma R$63.000,00 16,54 100% 1
Fonte: Autoria própria (2018)

Tabela 7 – Matriz comparação das alternativas para critérios qualitativos

Fornecedor A Fornecedor B Fornecedor C Fornecedor D


Critério Qualidade
Fornecedor A 1 2 5 8
Fornecedor B 1/2 1 4 7
Fornecedor C 1/5 1/4 1 1/3
Fornecedor D 1/8 1/7 3 1
Soma 1,83 3,39 13 16,33
Critério Exclusividade
Fornecedor A 1 1 3 7
Fornecedor B 1 1 3 7
Fornecedor C 1/3 1/3 1 3
Fornecedor D 1/7 1/7 1/3 1
Soma 1,83 3,39 13 16,33
Critério Tendência
Fornecedor A 1 1/3 1/6 1/5
Fornecedor B 3 1 1/3 1/4
Fornecedor C 6 3 1 1/2
Fornecedor D 5 4 2 1
Soma 15 8,33 3,50 1,95
Fonte: Autoria própria (2018)

Para os valores da Tabela 7 referente a cada critério qualitativo, deve-se calcular o autovetor,
o autovetor normalizado, λmáx, IC e RC. Os resultados estão na Tabela 8.

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Tabela 8 – Resultados do autovetor e índices para cada critério qualitativo
Autovetor Autovetor λmáx IC RC
Normalizado
2,99 51,87%
1,93 33,55%
Qualidade 4,26 0,09 9,56%
0,36 6,23%
0,48 8,35%
2,14 40,18%
2,14 40,18%
Exclusividade 4 0 0,07%
0,76 14,26%
0,29 5,37%
0,32 6,14%
0,71 13,39%
Tendência 4,11 0,04 4,26%
1,73 32,82%
2,51 47,65%
Fonte: Autoria própria (2018)

Todos os valores obtidos para a razão de coerência foram inferiores a 15% e alguns muito
próximos de zero, o que significa que a análise se aproxima da realidade.

3.2.3. Resultados
A última etapa é sintetizar os resultados obtendo um vetor decisão. Para isso é necessário
construir a matriz decisão a partir dos valores normalizados, e o maior dentre eles será o vetor
decisão, que indica qual é a melhor opção entre os fornecedores A, B, C e D. A matriz dos
vetores de prioridades (ou decisão) é apresentada na Tabela 9.

Tabela 9 – Matriz decisão

Preço Preço Qualidade Exclusividade Tendências Vetor Decisão


Vetor Critérios 5,80% 39,34% 40,39% 14,48% 100%
Fornecedor A 19,05% 51,87% 40,18% 6,14% 38,63%
Fornecedor B 23,81% 33,55% 40,18% 13,39% 32,75%
Fornecedor C 25,40% 6,23% 14,26% 32,82% 14,43%
Fornecedor D 31,75% 8,35% 5,37% 47,65% 14,19%
Fonte: Autoria própria (2018)
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Os resultados expressam que segundo o método AHP a melhor opção para a empresa é o
fornecedor A, que está localizado no Paraná.

4. Considerações finais
O intuito deste trabalho é definir a melhor alternativa entre fornecedores para uma loja de
roupas na cidade de Capinópolis. O método empregado foi o AHP desenvolvido por Saaty.
Constatou-se a grande importância deste estudo por demonstrar a eficiência da metodologia
AHP para tomada de decisão, mesmo em pequenas empresas, pois a realidade é que o método
pode ser usado em uma extensa variedade de cenários e tem como vantagem a facilidade para
aplicar e assimilar os resultados. Concluiu-se, que dentre várias decisões a serem tomadas em
uma loja, é de extrema importância definir critérios para escolha de fornecedores, pois tal
decisão pode influenciar em vários aspectos, por exemplo, na satisfação do cliente, na
lucratividade, na visão que a loja transmite para os consumidores, o que pode impactar
positivamente ou não a empresa. Tais critérios são definidos pela empresa com base em sua
necessidade, e corroborados pela pessoa responsável pela tomada de decisão.
Para a empresa analisada a melhor opção é o fornecedor A, e em segundo lugar o fornecedor
B. Evidencia-se que a escolha final em adquirir peças destes fornecedores ou não, será do
gestor, pois o método dá base para a decisão, mas o caminho a ser seguido é determinado pelo
tomador de decisão, no caso a proprietária da loja.

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REFERÊNCIAS

COSTA, H. G. Auxílio multicritério à decisão: método AHP. Rio de Janeiro: ABEPRO, 2006.

EDUARDO, C., AZEVEDO, R., BENITO, E., & MEZA, M. Aplicação Do Método De Análise Hierárquica
(Ahp) Para Seleção De Um Sistema De Software De Gestão Previdenciária Para Um Instituto De Previdência
Social, 2009. Disponível em: <http://www.inovarse.org/node/1959>. Acesso em: 5 de novembro de 2018.

GOMES, L. F. A. M.; GOMES, C. F. S.; ALMEIDA, A. T. Tomada de Decisão Gerencial: enfoque


multicritério. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2009.

SAATY, T. L.; Método de análise hierárquica. São Paulo: Makron Books, 1991.

SAATY, T. L. How to make a decision: The analytic hierarchy process. International Journal of Services
Sciences, v. 1, n. 1, p. 80-100, 2008.

SENA, L. A. (2007) Uma aplicação de análise de decisão com o método AHP – processo de hierarquia analítica:
um estudo sobre adoção de sistema eletrônico de cobrança no transporte público urbano. Rio Grande do Norte,
2007. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção).

SENA, L. A. Uma aplicação de análise de decisão com o método AHP – processo de hierarquia analítica: um
estudo sobre adoção de sistema eletrônico de cobrança no transporte público urbano. Dissertação (Mestrado em
Engenharia de Produção) – UFRN, 2007.

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