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Diferença Entre plano, programa e Projecto

Plano
De acordo com Dos Santos, ( 2011, p. 17), o Plano é o instrumento que vai
operacionalizar todo o processo de planeamento, consistindo no desenho de algo para ser
feito no futuro, que especifica quais são os inputs necessários para atingir os objectivos
desejados.
De acordo com SCHIEFER, (2000:206) os planos são meios de comunicação, dado que
se programa as estratégias para assegurar que todos na organização trabalhem na mesma
direcção, coordenando a sua acção através de programas, orçamentos, cronogramas, que
para além de comunicarem qual a estratégia a seguir, permitem ainda que o indivíduo
saiba qual é que vai ser a sua contribuição para a concretização dessa estratégia, bem
como, são instrumentos de controlo, na medida em que ao estabelecer o que se pretende
da organização e dos seus membros, os planos permitem que mais tarde se avalie o
desempenho da mesma, ao comparar os resultados desejados com os efectivamente
alcançados.

O programa
Por seu turno o programa segundo SCHIEFER (2000:209), é basicamente um
aprofundamento do plano: os objectivos sectoriais do plano irão constituir os objectivos
gerais do programa. È o documento que detalha por sector, a política , directrizes , metas
e medidas instrumentais . É a sectorização do plano.
Porem difere-se do plano pois este estabelece o quadro de referência do projecto, no
entanto, é algo mais que um punhado de projectos, pois pressupõe, também, vinculação
entre os projectos componentes.

Projecto
Segundo Veras Baptistas (2008,p. 34) O projecto é o documento que sistematiza e
estabelece o traçado prévio da operação de uma unidade de acção. É, portanto, a unidade
elementar do processo sistemático da racionalização de decisões. Constitui-se da
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proposição de produção de algum bem ou serviço , com emprego de técnicas


determinadas e com o objectivo de obter resultados definidos.
A elaboração de projectos, em geral , acompanha um roteiro predeterminado, o qual , via
de regra, é definido de acordo com as necessidades e exigências próprias do órgão de
execução e/ou financiador.

Horizonte, Curto, Médio e Longo Prazo


Curto Prazo
Segundo BATEMAN, (1998, p. 21), Curto Prazo, são as estratégias que duram em média
de 3 a 6 meses. Elas são utilizadas na maioria dos casos para lidar com imprevistos, como
apertos financeiros. Muitas vezes, vêm acompanhadas da necessidade de se tomar uma
decisão que seja rápida, e se não for bem planejada pode ser um problema. Nela é onde
toda (se não quase toda) a equipe é contactada para a tomada de decisões.

Médio Prazo
As metas de médio prazo podem ser tanto uma ponte ligando as de curto e longo prazo
quanto metas por si próprias, diferem-se da primeira pois estas duram em média 1 a 3
anos. Elas também podem permitir uma melhora dos demais níveis de planeamento, já
que possuem bases mais sólidas para avaliação que as metas de curto prazo, e não
chegaram a um nível tão profundo quanto as de longo prazo. Nelas, pode ser melhorado
o desempenho, se compararmos metas de curto e longo prazo, exactamente por estar em
um nível intermediário.(Ibd, p 23)

Longo Prazo
Plano Longo prazo é o mais flexível possível, além de conseguir se adaptar às de curto e
médio prazo — pois elas exercem influência quase directa sobre as escolhas seguintes,
inclusas nas metas de longo prazo.
É necessário pensar, contudo, em como tais acções interferem umas nas outras. Afinal,
raramente cada meta planejada ou atingida ficam isoladas em si. Por isso, pensar a de
curto prazo tendo as média e longo em mente, e vice-versa, é muito importante, por
exemplo.
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Diferença entre planificação Estratégica, Táctica e Operacional

Planificação Estratégica
A planificação, no nível estratégico compreende os altos executivos da organização,
responsáveis pela definição dos objectivos e planos da empresa, e tomada de decisões
quanto às questões de longo prazo da empresa, como: sua sobrevivência, crescimento e
eficácia geral (BATEMAN, 1998, p. 30).
São os objectivos globais e amplos da organização e definidos no longo prazo, isto é,
entre dois a cinco ou mais anos pela frente. (Ex.: aumento do retorno sobre o
investimento organizacional.)

Táctico
A planificação, no nível táctico, é utilizado para traduzir os objectivos gerais e as
estratégias da alta directoria em objectivos e actividades mais específicos. (BATEMAN,
1998)
É o conjunto de tomada de deliberada e sistemática de decisões envolvendo
empreendimentos mais limitados, prazos mais curtos, áreas menos amplas e níveis mais
baixos da hierarquia da empresa. O panejamento táctico esta contido no panejamento
estratégico e não constitui um conceito absoluto, mas relativo.
A diferença entre este e outros reside no desafio que este nível tem de é promover um
contacto eficiente e eficaz entre o nível estratégico e o nível operacional.
São os objectivos de médio prazo e que abrangem cada unidade específica da
organização.

Operacional
Já no panejamento operacional, o processo é de uma menor amplitude, onde o foco é
trabalhar junto aos funcionários não administrativos, implementando os planos
específicos definidos no panejamento táctico. (BATEMAN, 1998)
São os objectivos específicos e de curto prazo voltados para a execução das operações
quotidianas da organização referem-se geralmente a cada tarefa ou operação
especificamente.
Os objectivos organizacionais proporcionam benefícios, como: guias para a acção,
motivação e envolvimento dos colaboradores e racionalidade na tomada de decisão. Para
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serem úteis, precisam ter as seguintes características: ser mensurável, realísticos,


desafiadores, definidos no tempo, relevantes e motivadores. Além disso, é importante que
os gestores e académicos entendam que as organizações perseguem uma infinidade de
objectivos e para isso é necessário tratá-los em escala hierárquica respeitando os prazos e
evitando a "síndrome do objectivo estratégico de curto prazo. ( ibid)
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Bibliografia
DOS SANTOS, Marcos Olímpio Gomes. Noções Introdutórias Sobre o Processo de
Planeamento. Évora. 2011.

BATEMAN, Thomas S.; SNELLl, Scott A. Administração: Construindo vantagem


competitiva. São Paulo: Atlas, 1998.

SCHIEFER, Ulrich (Coord.), Método Aplicado de Planeamento e Avaliação de


Projectos (MAPA): Normas e Procedimentos para o Planeamento e Avaliação de
Projectos de Desenvolvimento da Cooperação Portuguesa, Lisboa, ISCTE. 2000

VERAS BAPTISTAS, Myriam - Introdução a Metodologia do Planeamento Social.


2008.
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Indice
Diferença Entre plano, programa e Projecto .................................................................................... 1
Plano ................................................................................................................................................ 1
O programa ...................................................................................................................................... 1
Projecto ............................................................................................................................................ 1
Horizonte, Curto, Médio e Longo Prazo .......................................................................................... 2
Curto Prazo ...................................................................................................................................... 2
Médio Prazo ..................................................................................................................................... 2
Longo Prazo ..................................................................................................................................... 2
Diferença entre planificação Estratégica, Táctica e Operacional ..................................................... 3
Planificação Estratégica ................................................................................................................... 3
Táctico ............................................................................................................................................. 3
Operacional ...................................................................................................................................... 3
Bibliografia ...................................................................................................................................... 5