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O Mandato Cultural

 Pressupostos
o Jo 17.11,16
o Gn 1.28; Gn 2.17
o Rm 12.2
o Será que existe a diferença entre o “sagrado” e “secular”?
o Pode o cristão se envolver com a cultura que vive?
o O que compõe a essa cultura?
o O Imediatismo e seus perigos
 Compreensão: O homem foi colocado para supervisionar todas as formas de vida na terra, este
governo envolvia trabalho. O domínio e sujeição (Gn 1:28), a guarda e o cultivo (Gn 2:17) são ordens
claras com relação a este mandato.
o Responsabilidades: Cuidar, guardar, desfrutar, etc.
 Evolução desse mandato e seu envolvimento com a Cultura
o Olhando para os 10 mandamentos
 4º ao 10º - Descanso/pais/matar/adulterar/furtar/testemunho/cobiça
 É uma relação direta com a cultura presente
o A responsabilidade do homem era cuidar, guardar e desfrutar da criação.
o Áreas que envolvem o mandato cultural: política, trabalho, educação, artes, lazer, tecnologia,
indústria.
o Essas áreas devem ser desenvolvidas e trabalhadas com os padrões estabelecidos por Deus.
 O trabalho do homem não é uma opção, e sim uma ordem.
o O trabalho é um mandato de Deus, por isso devemos entender que nossa profissão deve
honrar a Deus seja em que área for.
o Muitos entendem que o trabalho é um peso, ou uma tarefa que só tem por objetivo o sustento
de sua família (Cl 3:22-25 e 2 Ts 3:10-12).
o Desenvolvimento: Gn 4.20-22; 6.14
 Muitos cristãos entendem este mandato como “secular”, ou seja, tudo aquilo está ligado ao mundo
físico e temporal não é espiritual.
 A bíblia nos mostra exatamente o contrário, tudo deve ser feito para a glória de Deus, por isso não
existe esse dualismo: “Sagrado” e “Secular”.

Mandato Cultural: este é o primeiro mandato.

Mandato Social: este é o segundo mandato. Deus criou a humanidade à sua imagem e semelhança e como
macho e fêmea. Este mandato provê a base divinamente ordenada para o casamento e para a família. O mandato social
é a base para o mandato cultural, pois da família se desenvolve a sociedade e a cultura. Portanto, casamento não é
invenção humana, é mandato de Deus e deve ser obedecido e cumprido (Gn 1:28).
O primeiro casamento da história bíblica foi a união de Adão e Eva, realizada por Deus (Gn 2:23,24). Tanto
homem como mulher são iguais na sua importância e na sua pessoalidade, pois foram feitos igualmente a imagem de
Deus. Por isso devemos excluir qualquer tipo de sentimento de orgulho ou inferioridade, e qualquer idéia que um sexo
seja melhor ou pior do que o outro. A diferença está no papel de cada um. Deus criou homem e mulher com diferentes
papéis e responsabilidades.
O marido deve amar e cuidar de sua esposa e tratá-la com respeito e dignidade (Ef 5:23-28). Sendo o
responsável pela união conjugal exercendo autoridade e liderança sobre a família (1 Co 11:3; 8-9). O marido deve ser o
provedor principal do lar, com isso não quero dizer que a esposa não possa trabalhar, pelo contrário, veremos logo a
seguir sobre a mulher virtuosa que dentre suas qualidades o seu trabalho era uma delas. Adão foi criado primeiro, e só
depois, Eva (Gn 2:7; 18-23), Deus tinha Adão como o líder da família. Este princípio bíblico tem sido ignorado dia após
dia devido às novas teorias sociais e psicológicas.
A mulher deve ser submissa ao marido, respeitá-lo sendo sua auxiliadora idônea (Gn 2:18; Ef 5:22-24). A bíblia
trata a mulher como sendo a parte mais frágil no sentido de força física em relação ao homem, não no sentido de
habilidades moral, espiritual ou mental (1 Pe 3:7). Quando lemos sobre a mulher virtuosa em Provérbios 31, vemos o
relato de uma mulher de grande desenvoltura, fonte de força e benção para seu marido e filhos.
Mandato Espiritual: este mandato tem a ver ao relacionamento que Deus estabeleceu com os portadores de
sua imagem, ou seja, homem e mulher. Deus desejava ter um relacionamento íntimo e pessoal, estabelecendo um dia
de descanso onde as atenções deveriam ser direcionadas somente para Ele. Deus, quando criou o homem estabeleceu
uma ligação especial com ele, onde existia uma comunhão amorosa, exercida no andar com Deus diariamente,
conversando com intimidade e expressando amor, honra devoção e louvor. Essa comunhão foi quebrada com a queda
do homem, devido o homem não ter honrado a Deus em não comer de uma única árvore (árvore do conhecimento do
bem e do mal – Gn 2.9,16-17), esse vínculo de amor foi cortado. Porém Deus não deixou o homem desamparado, ali
mesmo ele anunciou o evangelho (Protoevangelho - Gn 3:15) a mensagem de um pacto gracioso que iria trazer a sua
criação à salvação usando de sua graça para com o homem caído.