Anda di halaman 1dari 6

Introdução

O telefone é um dos meios de telecomunicações desenhados para transmitir sons através


de sinais elétricos nas vias telefônicas.
É definido como um aparelho eletroacústico que permite a transformação, no ponto
transmissor, de energia acústica em energia elétrica e, no ponto receptor, teremos a
transformação da energia elétrica em acústica, permitindo desta forma a troca de
informações (falada e ouvida) entre dois ou mais assinantes. Para haver êxito nessa
comunicação, os aparelhos necessitam estar ligados a vários equipamentos, que formam
uma central telefônica.
Historia
telefone foi criado pelo cientista norte-americano de origem escocesa Alexander
Graham Bell (1847-1922).
Foi ele quem registrou a primeira patente de invenção em março de 1876, horas antes de
outro estudioso, Elisha Gray. O registro deu início a uma das mais longas batalhas
judiciais por patentes da história.
A invenção do telefone teria ocorrido de maneira acidental, para aperfeiçoar as
transmissões do telégrafo, que têm conceitos estruturais muito semelhantes.
Ao telégrafo, contudo, era possível a transmissão de apenas uma mensagem por vez.
Tendo bons conhecimentos de música, Graham Bell percebeu a possibilidade de
transmitir mais de uma mensagem ao longo do mesmo fio de uma só vez na concepção
de "telégrafo múltiplo".
Este não era um conceito novo. Outros tentaram, mas foi o norte-americano quem
conseguiu esse progresso e utilizou a eletricidade para conduzir a voz humana.
As experiências foram apoiadas por um auxiliar, Thomas Watson, o primeiro a ouvir
uma voz humana pelo dispositivo denominado telefone em junho de 1875.
As pesquisas posteriores tinham como objetivo o desenvolvimento de uma membrana
para transformar o som em corrente e reproduzí-lo novamente no outro lado.
O sucesso foi marcado em 10 de março de 1876. As primeiras palavras transmitidas por
Graham Bell foram: "Senhor Watson, venha cá. Preciso falar com o senhor", após um
acidente no laboratório.
No ano seguinte, Graham Bell fundou a Companhia Telefônica Bell, que tornou-se,
posteriormente a American Telephone & Telegraph, a maior companhia telefônica do
mundo.
Houve, porém, resposta ao Tribunal dos EUA a pelo menos 600 ações movidas por
Gray reivindicando a invenção. No entanto, Bell ganhou todas.

Funcionamento
Em 1876, Alexander Graham Bell construíu o primeiro Telefone , chamado Telefone de
Bell. A palavra Telefone tem origem na palavra Grega "tele," que significa "ao longe", e
"fone", que significa voz ou som vocal.
Os componentes principais do Telefone de Bell são: um Diafragma de Ferro ligado a
um Íman Permanente e uma Bobina de Fios de Cobre.
Falando para o Telefone do Emissor, a sua voz faz vibrar o Diafragma. Uma vez que o
Íman Permanente está ligado ao Diafragma, a vibração do Diafragma faz vibrar o Íman
na Bobina e uma Corrente é nela induzida. Este Sinal da Corrente Induzida propaga-se
ao Telefone do Receptor através do par de Linhas de Cobre.
No Telefone do Receptor, o processo é invertido. O Telefone recebe o Sinal da Corrente
Induzida e transforma-o, de volta, em vibrações físicas do Diafragma. O Som é
reproduzido e pode ser ouvido.

EVLOLUCAO

Em 1899, um cientista italiano, chamado Guglielmo Marconi, realizava a primeira


transmissão sem fios do código morse através do Canal da Mancha. Era a invenção da
telegrafia sem fios (TSF), que revolucionou a transmissão de conteúdos entre diferentes
lugares, acelerando o processo de envio de dados remotos.
Mas foi outro invento, no mesmo ano, que sacudiu a comunidade científica e teve
reflexos mais douradores que o telégrafo: o celular. Bem, não era exatamente o celular
como o conhecemos hoje, mas sim, o conceito principal que envolve os dispositivos da
atualidade.
O responsável pela proeza chamava-se Russo d’Azar, outro cientista italiano, que
desenvolveu um sistema de transmissão sem fio para conectar vários navios com o
objetivo de reduzir as colisões marítimas. O seu invento foi um sucesso prontamente
aceito pelos governantes da Itália, sendo adotado por toda a marinha do país.
O celular vai para a guerra
A primeira guerra mundial foi um ato de barbárie sem tamanho, que matou mais de 19
milhões de pessoas. Porém, o período foi responsável por muitas inovações
tecnológicas, científicas e sociais.
Foi nessa época que telefones de campo e comunicações sem fio foram usados de forma
regular pela primeira vez para coordenar os movimentos militares. Entretanto, os
primeiros aparelhos eram volumosos e consumiam muita energia, e a rede suportava
apenas poucas conversas simultâneas.
Pulamos agora para a época da Segunda Guerra Mundial. Em 1938 eram produzidos os
modelos SCR-194 e o 195, os primeiros rádios AM portáteis, pelos laboratórios de
engenharia do exército americano, em Fort, New Jersey. Ambos foram considerados os
primeiros Walkie Talkies, pesavam cerca de 11 quilos e tinha um alcance de 8
quilômetros. Eles foram amplamente utilizados pelo batalhão de infantaria e
intercomunicação durante as batalhas.

Dois anos depois, a Motorola desenvolvia para o Exército Americano o modelo SCR-
300 (acima). Era um modelo de rádio FM portátil, pesava cerca de 14 quilos e tinha um
alcance de 4,8 km. O modelo substituiu o SCR-194 e 195 e foi usado largamente na
Segunda Guerra Mundial pelas Forças Aliadas. Cerca de 50 mil unidades foram
produzidas.
Em 1942, a Motorola produziu o primeiro “handie talkie”, chamado de SCR-536. 130
mil unidades foram fabricadas e utilizadas durante a guerra. O modelo usava a
frequência AM para operar e pesava apenas 2,27 quilos. Entretanto, seu alcance era
muito mais reduzido: apenas 1,6 quilômetros, ou 4,8 km sobre a água.

Central telefônica
Em telecomunicações, uma central telefônica é o equipamento eletrônico que realiza a
ligação (comutação) entre dois usuários ("assinantes") do serviço de telefonia.
As principais funções de uma central telefônica são semelhantes desde a sua invenção:
 Atendimento;
 Recepção de Informação;
 Processamento da Informação;
 Teste de ocupado;
 Interconexão;
 Alerta;
 Supervisão;
 Envio de informação.
 Disponibilidade maior.
Em 1879, os irmãos Thomas e Daniel Connelly, juntamente com Thomas J. McTighe,
patentearam o primeiro sistema em que um usuário podia controlar um mecanismo
de comutação à distância.
A primeira central telefônica foi ativada em Paris no ano de 1879. No mesmo ano, D.
Pedro II dava a permissão para instalar no Rio de Janeiro. A companhia Telephonica
do Brasil foi criada em 15 de novembro de 1879, com capital inicial de
1.500.000$000 réis, divididos em 7500 ações distribuídos pela Western Company.
Em 1884, Ezra Gilliland, da empresa Bell, desenvolveu um sistema de comutação
automática mais simples, porém semelhante ao dos irmãos Connely e McTighe que podia
trabalhar com até 15 linhas. Nesse sistema, que também não chegou a ser usado na
prática, havia um contato metálico que pulava de uma posição para outra, quando o
usuário apertava um botão, determinando o tipo de conexão que era estabelecida.
No entanto, um avanço realmente importante e surpreendente, ocorreu em 1889, quando o
agente funerário Almon Brown Strowger, na cidade de Kansas, desenvolveu um sistema
de comutação automático que realmente funcionava.
A primeira central automática do Brasil foi inaugurada em 1922 na cidade de Porto
Alegre (a terceira das Américas, logo depois de Chicago e Nova York). A segunda foi
inaugurada três anos depois na também cidade gaúcha de Rio Grande. A terceira, em
1928, em São Paulo, e em 1929 foi a vez do Rio de Janeiro inaugurar sua primeira central
automática.
Centrais Automáticas
Pouco tempo após a invenção do telefone e das centrais de comutação, surgiu a ideia de
automatizar as ligações entre as várias linhas existentes. Ou seja, a pessoa que desejasse
telefonar, acionava mecanismos que enviavam sinais elétricos à central automática,
ligando seu aparelho ao telefone da pessoa com quem desejava falar sem a ajuda das
telefonistas .
Em 1879, os irmãos Thomas e Daniel Connelly, juntamente com Thomas J. McTighe,
patentearam o primeiro sistema em que um usuário podia controlar um mecanismo de
comutação à distância.
O aparelho, bastante primitivo, baseava-se nos telégrafos ABC de Wheatstone (físico
inglês) e nunca chegou a ser usado. A parte principal do sistema era uma roda dentada,
semelhante às usadas em relógios, que movida por um eletroímã, percorria o espaço de
um “dente” por vez.
Quando o eletroímã recebia um pulso elétrico, atraía uma barra metálica que fazia a
roda dentada girar um “espaço”, movendo um braço de metal que, transmitia os pulsos
elétricos sucessivamente e estabelecia contato com as demais linhas.

O Sistema Automático Strowger

onta a história que Almond Strowger desconfiava que as telefonistas desviavam,


propositalmente, as ligações destinadas a ele para um outro agente funerário, seu
concorrente. Por isso, resolveu inventar um sistema que dispensasse o intermédio delas.
Após vários estudos e tentativas, Strowger construiu, com a ajuda de um relojoeiro, um
sistema que atenderia 100 linhas telefônicas, que foi patenteado em 1891. A invenção
deu tão certo que, no mesmo ano, Strowger fundou a Automatic Electric Company para
comercializá-la.
A primeira central telefônica automática a usar o sistema de Strowger, foi aberta em
1892 em La Porte, em Indiana, EUA. Na década que seguiu, foram instaladas mais de
70 centrais destas nos Estados Unidos.

Evolução Tecnológica
As primeiras centrais automáticas ou centrais que dispensavam o operador/telefonista
para completar uma ligação, eram do tipo eletromecânicas, conhecidas como Passo-a-
passo. Foram inicialmente substituídas pelas centrais Cross Bar ("Barras cruzadas",
também eletromecânicas) e a partir dos anos 70 as empresas de telefonia passaram a
utilizar Centrais Digitais, também chamadas CPA ("Central de Programa
Armazenado"). As CPAs são verdadeiros computadores específicos para a função, e
trabalham com um softwareinterno para execução das operações inerentes: interligar
(comutar) terminais, executar controle, teste e gerenciamento do hardware, serviços
adicionais (identificação de chamadas, transferência de chamadas, ligações simultâneas,
etc.) aos clientes.
É importante observar que o processo para comutar dois terminais telefônicos, em
termos gerais é simples, porém, na prática, exige uma grande Infraestrutura para
Sistemas de Telecomunicações disponível, tais como, sistemas de energia elétrica, ar-
condicionado, pressurização de cabos, rede de cabos, e sistemas de
transmissão/recepção (rádios, modems, etc.), além é claro, de técnicos especializados.
As Centrais Telefônicas são também comumente chamadas de Centrais de Comutação.
Outro tipo existente é a Central de Comutação Celular ou CCC, usadas na Rede de
Telefonia Celular. Essas Centrais agregam às funções da Central convencional uma
interface para acesso às Estações Rádio Base, que são o segmento de rádio do sistema
celular.

CPA

 CPA (Central de Programa Armazenado)


 CPA-T (Controle por Programa Armazenado - Temporal)
Na década de 70 as centrais telefônicas passaram por um processo evolutivo da era
analógica para a era digital (processamento por computador). Essa mudança ocorrida
nos núcleos de processamento das centrais, através da troca de componentes
eletromecânicos por processadores digitais estendeu-se aos outros componentes
funcionais das centrais, dando origem ao que chamados de centrais digitais CPA. A
CPA é uma central telefônica que operacionalmente possui um programa armazenado
na sua memória principal, responsável pelas funções básicas de comutação e controle.
Pode-se dizer que é um sistema de comutação digital controlado por um sistema de
informação baseado em computador. São funções comuns as centrais telefônicas a
interligação de terminais telefônicas (linhas de assinantes), controle da chamada
telefônica, serviços de identificação e tarifação dos assinantes.