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C ultura Vis u al e m T rê s C e n a s C o nte m p orân e a s

Vis u al C ulture in T hre e C o nte m p orary S c e n e s

MARTINS, Raimundo1

P ala vra s-c h a ve: cultura visual, experiência subjetiva, pós-modernidade

R e s u m o : Três cenas contemporâneas da cultura visual servem como exemplos


para discutir características deste campo de estudo emergente. Estas cenas
orientam uma reflexão sobre mudanças e transformações centrais para o debate
sobre a pós-modernidade. A noção de que o significado de objetos artísticos e
culturais é instável e, portanto, suscetível à mudança e que a compreensão crítica da
experiência visual está vinculada a experiências subjetivas incorporadas às práticas
culturais, são pontos comuns aos três exemplos. As cenas colocam em evidência a
crescente penetração e, especialmente, diferentes formas de cultura visual.

K e y w ord s : visual culture, subjective experience, post modernity

A b stra ct: Three contemporary scenes of visual culture are taken as examples to
discuss from this emergent field of study. These scenes direct a reflection about
changes and transformations which are central to the debate about post modernity.
The notion that meanings of artistic and cultural objects are instable, and therefore,
subject to change, and that visual experience critical understanding is linked to
subjective experiences incorporated into cultural practice, are common themes in
these three examples. The scenes put in evidence a growing penetration and,
especially, different forms of visual culture.

C ena 1
“ Estudantes de direito e juristas, tremei: Jack Bauer, o protagonista linha-
dura da série de TV “24 Horas”, está prestes a trocar os pouco ortodoxos
interrogatórios da fictícia Unidade Contraterrorista da CIA por uma toga. Ou
quase isso. A partir de janeiro de 2008, ele bate ponto no campus da
Universidade Georgetown, em Washington, como principal referência
bibliográfica (ou videográfica, se preferir) da disciplina-seminário “A Lei de 24
Horas”, oferecida no Programa de Mestrado da Faculdade de Direito da
instituição de ensino.” (NEVES, 2007, p. E4).

Detentor de trajetória invejável que inclui dois globos de ouro e dezessete


Emmys – prêmio mais importante da televisão Estadunidense – Kiefer Sutherland, o
personagem interpretado por Jack Bauer, é o ilustre convidado do Dr. Gary Sharp
para partilhar conhecimento e experiências com os acadêmicos da pós-graduação.
Seu know how sobre alternativas para lidar com explosões nucleares, atentados

1
Faculdade de Artes Visuais, Universidade Federal de Goiás. raimarmartins@uol.com.br
contra políticos, liberação de gases tóxicos e vírus letais o credenciam para atuar na
universidade por onde já passaram figuras importantes como Bill Clinton, ex-
presidente dos Estados Unidos, e o português José Manuel Durão Barroso, atual
presidente da Comissão Européia.
De acordo com Sharp, a análise e discussão das imagens e tramas da série
terão como foco “implicações legais, nos EUA e no mundo, do uso de força militar
contra patrocinadores estatais e não-estatais do terrorismo, liberdades civis,
detenções, interrogatórios e tratamento de capturados nos campos de batalha ou
dos presos por suspeita de terrorismo” (Apud NEVES, 2007, p. E4). O seminário
começará em janeiro de 2008 coincidindo com o início da sétima temporada do
seriado nos EUA.
Planejadas de modo estratégico, as aulas acontecerão às terças-feiras, com o
objetivo de criar ganchos com os episódios semanais que serão exibidos às
segundas-feiras à noite. As vagas para a disciplina-seminário estão esgotadas e já
está em circulação uma longa lista de espera. Segundo o professor Sharp, ser fã ou
ter assistido episódios anteriores da série não é pré-requisito para cursar a
disciplina. Ele acrescenta que pretende “estruturar o curso de forma que aqueles
que não são fãs não apenas aproveitem e participem ativamente...”, mas também
tenham a segurança de que “todos os textos e discussões serão baseados somente
em informações de domínio público” (Ibid., p. E4). Em relação às criticas que
desabaram sobre o programa e, especialmente, sobre o professor, Sharp explica
que no seminário serão realizadas análises sistemáticas baseadas estritamente nas
leis norte-americanas e internacionais, deixando quaisquer comparações e
julgamentos para serem discutidos em outro fórum.
Desta forma, o programa de pós-graduação em direito da referida
universidade, campo de indiscutível reputação, baliza e referência na preservação
dos valores e tradições da sociedade, faz uma concessão ao rigor da prática e da
formação profissional cedendo à sedução e poder das imagens.
A imagem, nesse caso imagem de TV, assume função e predomínio “na
organização do consenso e na expansão da sociedade de consumo” e o que
estamos presenciando, ainda que aturdidos, é um crescente “aumento da
segmentação do público e da construção de uma nova esfera pública privatizada”
(BOLAÑO, 1998, p. 29). Não é mais possível negar e muito menos ignorar o fato de
que hoje as imagens são trabalhadas como eixo convergente de narrativas
“espetacularizadas” e “ressiginificadas” que concentram conflitos políticos e morais,
questões econômicas e sociais, dilemas éticos e práticas de pesquisa que acabam
por fazer das narrativas imagéticas um importante recurso para pensar, refletir e
educar.
Ambigüidade e ambivalência são marcas desta cena contemporânea que
permite diferentes interpretações e pode levar as pessoas a manifestarem reações e
sentimentos opostos ou contraditórios. As imagens e narrativas da série podem ser
abordadas de maneira virtual, focando os eventos de um dia da vida do agente
federal Jack Bauer centrado em episódio de temporadas anteriores, ou, de modo
presencial, discutindo a narrativa em tempo real a partir dos acontecimentos da
temporada que se passam durante um único dia. Podem, ainda, ser tratadas como
entretenimento - momentos de lazer e distração - provavelmente o caso da maioria
das pessoas que assiste o seriado, ou como tema de aula e, portanto, pedagógico e
educacional, discutindo conflitos políticos e morais, questões jurídicas, dilemas
éticos e sociais, como fará o Dr. Gary Sharp com os alunos de pós-graduação.
Nesse contexto, é importante ressaltar que uma abordagem crítica da imagem
não deve lidar apenas com problemas estéticos ou questões artísticas, mas com
fatos e realidades sociais que põem em pauta discussões sobre a cultura, a
sociedade e seus sujeitos. Na cultura contemporânea a crítica da imagem é,
também, uma crítica do poder e, com freqüência, as relações entre imagem e poder
se apresentam de forma camuflada, sutil, na maioria das vezes, pouco perceptível.
Como nos referimos acima, essas relações - imagem, poder e fatos sociais - são
detalhadas por Freedman (2006) de maneira simples e clara:

“As relações discursivas têm cada vez mais se tornado visuais e os


símbolos visuais, com freqüência, são utilizados como uma forma de
discurso. (...) O discurso da crítica cultural tem sido especialmente
influente através do uso de formas visuais. (...) Estas relações
discursivas podem parecer escondidas, ou apenas insinuadas,
devido à distante interação entre criadores e espectadores... As
pessoas respondem de maneiras diversas aos transmissores de
imagens como livros, filmes, televisão, as artes, a web, e este tipo de
interação implica grandes públicos e [nem sempre] exige uma
resposta reflexiva.” (p. 28-29).

O seminário do professor Gary Sharp propõe a retomada de uma discussão


que é conhecida, mas continua nos desafiando: a vida imita a arte que, por sua vez,
imita a vida. Esta discussão é um convite à reflexão sobre representações visuais,
sobre o sentido que damos às visualidades que configuram nosso cotidiano e a
influência que elas têm na constituição das subjetividades de crianças, jovens e
adultos. O seminário também põe em evidência o fosso que separa as práticas
pedagógicas da realidade do mundo vivido, ampliando a distância que se produz
entre o modo como a escola educa e os espaços onde crianças e jovens encontram
suas referências culturais.

C ena 2

Uma maquete de favela criada pelo artista plástico Sergio Cézar compõe a
vinheta de abertura da novela “Duas Caras” da rede Globo de Televisão. A vinheta
mostra o crescimento de uma favela feita de material reciclável como chapinhas de
refrigerante, retalhos, pedaços de fios, palitos de fósforo e tintas de muitas cores. O
material que o artista utiliza para a confecção de suas instalações e esculturas é o
lixo, sobras e desperdícios da sociedade de consumo.
Ele explora e seleciona o lixo da cidade pedaço por pedaço, peça por peça,
descobrindo, substituindo, reciclando e reinventando suas funções. O papelão,
material encontrado em abundância no lixo das cidades e muito empregado nos
trabalhos do artista, tem sua função deslocada. Usualmente utilizado como colchão
e cobertor por pobres e indigentes que dormem debaixo de viadutos e marquises, o
papelão ganha outras funções e representações nos trabalhos de Sérgio Cezar. Ele
constrói e reconstrói casinhas, sobrados, bares, cortiços, viadutos, morros e favelas.
Recupera uma memória da cidade e a auto estima de pessoas despossuídas,
moradores de comunidades da periferia ajudando-os a captar e traduzir seus
sentidos, a compreender os colapsos e transformações nos espaços do qual foram
excluídos.
Além disso, a maquete-instalação de Sergio Cézar aponta, de maneira
artística e sofisticada, a desigualdade, brechas econômicas, sociais e educacionais
presentes na sociedade. Para a maioria dos jovens brasileiros que vivem nas
grandes cidades, o local de moradia se converteu em critério de descriminação.
O endereço faz diferença: abona ou desabona, amplia ou restringe acessos. (...)
Hoje, certos endereços também trazem consigo o estigma das áreas urbanas
subjugadas pela violência e a corrupção dos traficantes e da polícia – chamadas de
favelas, subúrbios, vilas, periferias, morros, conjuntos habitacionais, comunidades.
Ao preconceito e à discriminação de classe, gênero e cor adicionam-se o
preconceito e “a discriminação por endereço” (NOVAES, 2006, p. 106).
A vinheta de abertura da novela e suas imagens de favela podem sugerir o
reconhecimento e a valorização de identidades, de endereços e espaços urbanos
periféricos. Também podem sugerir abertura para uma entrada nesse ‘outro mundo’
marcado por visualidades características dos modos de ser e de viver dos indivíduos
que o habitam.
No entanto, na teorização cultural contemporânea essa aproximação é
problematizada como “uma relação entre algo (re)conhecido e nomeado como
centro e algo mais difuso, muito mais povoado e multifacetado, que aprendemos a
chamar de margens” (MEYER e SOARES, 2005, p. 34). Em outras palavras, a
vinheta com imagens de favela é também uma síntese das relações entre imagem e
poder, relações que se traduzem em espetáculo ao mesmo tempo em que se
derramam pela vida social fabricando imagens, tentando organizar, legitimar e
resignar à vida contemporânea aqueles que vivem ás margens. Como explica Kehl,
“da indústria cultural à sociedade do espetáculo, o que houve foi um extraordinário
aperfeiçoamento técnico dos meios de traduzir a vida em imagem, até que fosse
possível abarcar toda a extensão da vida social” (2005, p. 44).
Mesmo através do requinte de uma maquete-instalação as imagens de favela
não escapam ao assédio, exploração e controle do capitalismo tardio. Como
experiência visual, dentro ou fora das escolas, em diferentes contextos econômicos,
políticos e sociais as “imagens estão relacionadas com conhecimento prévio, estão
integradas com outras imagens criadas por outras pessoas e são recuperadas com
diversos objetivos, inclusive, o objetivo de interpretar e criar novas imagens”
(FREEDMAN, 2006, p. 30). São imagens que contam histórias de vida, de
aspirações, fracassos e discriminações que muitas vezes nossos olhos não são
capazes de ver e ouvir. Imagens de espaços/moradias habitados por esculturas
vivas, humanas, animadas por vozes e subjetividades, miniaturas de um Brasil
marginal que não podemos negar.
Este é um aspecto educativo preponderante na cultura visual, ou seja, a
ênfase na noção de que uma compreensão crítica da experiência visual “não se
fundamenta em valorações ou juízos individuais, mas na pluralidade de perspectivas
de análise em relação aos objetos e sujeitos da cultura visual” (HERNÁNDEZ, 2007,
p. 87). A compreensão crítica não centra seu foco no significado das imagens, “mas
em ‘como’ [as imagens] significam” (Ibid., p. 87). Dizendo de outra maneira, como -
em interação/diálogo com as imagens - os indivíduos constroem significados e,
principalmente, como os significados se vinculam às experiências subjetivas e são
incorporados às práticas culturais.
Assim como acontece com as experiências subjetivas e práticas culturais dos
indivíduos, o significado dos objetos artísticos e culturais é instável e, portanto,
suscetível à mudança. Com base nesta condição, a cultura nos autoriza a romper
com distinções de gosto, com categorias formais/institucionais como “arte” e “arte
popular” ou, ainda, com maneiras de definir e delimitar os conteúdos desta área do
conhecimento. Nos ajuda também a compreender que “as imagens não estão dentro
de campos disciplinares separados como “filme documental” ou “pintura
renascentista”, visto que nem o olho nem a psique operam através de tais divisões
ou as reconhecem” (ROGOFF, 1998, p. 21).

C ena 3

Um galpão amplo e aparentemente bem ventilado. A construção coberta e


fechada destaca a altura do teto e empresta ao espaço uma dimensão de grandeza
e profundidade. Estruturas de ferro contrastam com paredes largas e janelas
basculantes. Na lateral direita, luminárias em posição perpendicular realçam o teto
rebaixado e a divisória de vidro, dando a impressão de uma área ou zona de acesso
ao referido lugar. O piso de cimento rústico concorre para a sensação de estarmos
diante da imagem de um armazém, o entreposto de uma empresa ou, talvez, um
vasto depósito de mercadorias. Uma rachadura no piso percorre toda a extensão do
espaço insinuando a idéia de um galpão cujo alicerce cedeu em conseqüência do
excesso de peso, de algum abalo na estrutura, provavelmente construída de forma
precária, ou, ainda, de algum deslize de terra próximo a região comprometendo
parcialmente as fundações do prédio.
A imagem que estamos vendo guarda poucas ou quase nenhuma relação
com o que ela própria sugere ou pode insinuar. Estamos vendo uma imagem de
Shibboleth, ou Rachadura, obra da escultora colombiana Doris Salcedo, em
exposição na Tate Modern Gallery, em Londres, no período de 9 de outubro de 2007
a 6 de abril de 2008.
Doris Salcedo, Shibboleth 2007 - Foto: Tate Gallery

De acordo com o Dicionário Oxford, shibboleth é uma palavra usada para


testar e identificar, pelo sotaque, pessoas de outras regiões ou de outros países;
para estrangeiros, é uma palavra muito difícil de ser pronunciada corretamente. É
um tipo de estratégia, uma maneira de identificar e classificar/separar as pessoas
umas das outras.
A rachadura sinuosa cruza toda a extensão do Turbine Hall, penetra o piso de
concreto e alcança as fundações do museu. As rachaduras do concreto foram
geradas por uma tela de aço subterrânea que cria uma tensão entre elementos que
oferecem resistência ao mesmo tempo em que dependem um do outro. Não é uma
escultura nem uma instalação, apenas uma “Rachadura”. Dessa maneira Shibboleth
desafia os limites e as relações entre escultura e espaço, discute valores de
monumentalidade e grandiosidade ainda cultuados pela arquitetura e questiona as
bases ideológicas sobre as quais as noções de modernidade são construídas no
Ocidente (HERBERT, 2007). O trabalho de Salcedo é o primeiro a interferir
diretamente na estrutura de concreto do Turbine Hall.
Para Salcedo a rachadura revela uma “história colonial e imperial que tem
sido desconsiderada, marginalizada ou simplesmente obliterada... a história do
racismo acontecendo paralelamente à história da modernidade e... seu lado escuro
não contado” (HERBERT, 2007, p. 1). Revela, também, os perigos que ainda
existem nas fronteiras, nos limites de territórios, sejam eles explícitos ou implícitos.
As três cenas contemporâneas que acabo de apresentar contêm ingredientes
que são centrais no debate sobre a pós-modernidade: as mudanças e
transformações na área cultural. Estas três cenas põem em evidência a crescente
penetração e, especialmente, diferentes formas de cultura visual. Ressaltam a
velocidade e a “liberdade com que [elas] cruzam os limites tradicionais” gerando
miscigenações com as belas artes, com imagens de publicidade, imagens digitais,
filmes, vídeos e exposições em museus.
De maneira simples e clara, Freedman (2006) explica essas relações e
sincretismos contemporâneos entre arte e imagem:

“Os pintores fazem performance, os performers fazem vídeos


musicais, os artistas de vídeo reciclam trechos de filmes, os
cineastas utilizam gráficos realizados em computador que depois são
adaptados à publicidade, e os publicitários se apropriam de pinturas.
(...) Vemos artes visuais na NASA e na Disneylândia, assim como no
Louvre, e elas estão conectadas a diversas outras formas artísticas.
Mediante conexões visuais, estas artes passam a fazer parte da
cultura visual (...)” (p. 42).

Os três exemplos desta miscigenação artístico-imagética são, talvez, a


maneira mais simples e contundente de descrever e caracterizar a cultura visual
como campo emergente, transdisciplinar e transmetodológico que discute e trata arte
e imagem “não apenas pelo seu valor estético, mas, principalmente, [pelo seu
significado] buscando compreender o papel da imagem na vida da cultura”
(MARTINS, 2007, p. 26).

R E F E R Ê N C IA S B IB LIO G R Á FIC A S:

BOLAÑO, César. “A reforma das telecomunicações no governo FHC”. In:


U nive rsid a d e e So cied a d e. ANDES, ano VIII, n. 15, 1998.
FREEDMAN, Kerry. E n s e ñ a r la C ultura Vi s u al – Curriculum, estética y la vida
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HERBERT, Martin. The Unilever Series: Doris Salcedo Shibboleth. In: U nile ver
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w w w.tate.org.u k/m o d ern/e x hibitio n s/d oriss alc e do/le aflette xt.s htm, acessado em
28/10/2007.
KEHL, Maria R. O Espetáculo como Meio de Subjetivação. In: BUCCI, EUGENIO e
KEHL, MARIA
MARTINS, Raimundo. A cultura visual e a construção social da arte, da imagem e
das práticas do ver. In: OLIVEIRA de OLIVEIRA, Marilda (Org.). Arte, E d u c a ç ã o e
C ultura. Santa Maria: editoraufsm, 2007, pp. 19-40.
NEVES, Lucas. ‘24 Horas’ vira disciplina universitária. In: F olh a d e S ã o P a ulo -
folha ilustrada. São Paulo, 25 de setembro de 2007, p. E1-E8.
NOVAES, Regina. Os jovens de hoje: contextos, diferenças e trajetórias. In:
MENDES DE ALMEIDA, MARIA ISABEL e EUGENIO, FERNANDA (orgs.). C ultura s
J o ve n s – novos mapas do afeto. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, pp. 105-120.
RITA, Vid e olo gia s. São Paulo: Boitempo, 2005, pp. 43-62.
ROGOFF, Irit. Studying visual culture. In: MIRZOEFF, Nicholas (Ed.). T h e Vis u al
C ulture R e a d er. Londres: Routledge, 1998.