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Atualização 4: para ser juntada na pág. 699 do Livro Vade Mecum 5ª ed.

Direito Processual Civil

20. MANDADO DE SEGURANÇA


Abaixo deste julgado:

Efeitos financeiros da concessão de ordem mandamental contra ato de redução de


vantagem de servidor público
Em mandado de segurança impetrado contra redução do valor de vantagem
integrante de proventos ou de remuneração de servidor público, os efeitos
financeiros da concessão da ordem retroagem à data do ato impugnado.
STJ. Corte Especial. EREsp 1.164.514-AM, Rel. Min. Napoleão Nunes Maia Filho,
julgado em 16/12/2015 (Info 578).

Colocar a seguinte observação sobre a mudança de entendimento:

A jurisprudência continua aplicando o entendimento exposto nas Súmulas 271 e 269


do STF (a posição manifestada no EREsp 1164514/AM – mencionado no livro – não
prevalece). Confira:
(...) 1. Cinge-se a controvérsia a definir o termo inicial de produção de efeitos
financeiros de sentença concessiva de Segurança.
(...)
4. O legislador fez clara opção por manter a sistemática consolidada nas Súmulas
269/STF ("O mandado de segurança não é substitutivo de ação de cobrança") e
271/STF ("Concessão de mandado de segurança não produz efeitos patrimoniais em
relação a período pretérito, os quais devem ser reclamados administrativamente ou
pela via judicial própria").
5. Em que pese a existência de corrente contrária, merece prevalecer a
jurisprudência amplamente dominante, em consonância com as Súmulas 269/STF e
271/STF, por se tratar da única forma de preservar a vigência do art. 14, § 4°, da Lei
12.016/2009. (...)
STJ. Corte Especial. EREsp 1087232/ES, Rel. Min. Herman Benjamin, julgado em
07/12/2016.

Segundo a atual e predominante jurisprudência do STJ, os efeitos financeiros, por


ocasião da concessão da segurança, devem retroagir à data de sua impetração,
devendo os valores pretéritos ser cobrados em ação própria.
STJ. 1ª Turma. AgInt no REsp 1481406/GO, Rel. Min. Sérgio Kukina, julgado em
17/04/2018.