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Faculdade FATESP

Curso: Bacharelado em Enfermagem


Disciplina: FISIOLOGIA HUMANA
Profa.: Keyla Christianne
Nome: ______________________________________

Lesões músculo-esqueléticas
As lesões de origem músculo-esquelética (músculos e articulações), principalmente traumáticas ou de início súbito,
tem melhor prognóstico quando a intervenção ocorre na fase aguda.

As lesões músculo-esqueléticas são o problema relacionado com o trabalho, mais comum na Europa. Perto
de 24% dos trabalhadores da UE dizem sofrer de lombalgias e 22% queixam-se de dores musculares. Quando
falamos de lesões músculo-esqueléticas, referimo-nos a afecções que podem afetar os músculos, as articulações, os
tendões, os ligamentos, os nervos, os ossos e doenças localizadas do aparelho circulatório.

As lesões músculo-esqueléticas não só causam sofrimento e perdas de rendimento a nível pessoal, como
também têm custos para as empresas e as economias nacionais, uma vez que qualquer trabalhador pode vir a sofrer
de lesões músculo-esqueléticas. Contudo, estas lesões podem ser evitadas através de uma avaliação das tarefas que
o trabalhador executa, na adopção de medidas preventivas e num controlo contínuo da eficácia dessas medidas.

A verdade é que a maioria das lesões músculo-esqueléticas são de origem profissional, cumulativas,
resultantes da exposição repetida a esforços mais ou menos intensos ao longo de um período de tempo prolongado.
Portanto, os sintomas surgem tardiamente. No entanto, podem também ter a forma de traumatismos agudos, tais
como fraturas causadas por acidentes.

Estas lesões afetam principalmente a região dorso-lombar, a zona cervical, os ombros e os membros
superiores, mas podem afetar também os membros inferiores. Algumas lesões músculo-esqueléticas, tais como a
síndrome do canal cárpico, que afeta o pulso, são lesões específicas que se caracterizam por sinais e sintomas bem
definidos. Outras manifestam-se unicamente por dor ou desconforto, sem que existam sinais de uma lesão clara e
específica. Os dois principais grupos de lesões musculo-esqueléticas são lombalgias e perturbações nos membros
superiores relacionadas com o trabalho (comumente conhecidas como “lesões por esforços repetitivos”).

Fatores de risco

São vários os fatores que podem contribuir para a manifestação de lesões músculo-esqueléticas: fatores
físicos e biomecânicos, fatores organizacionais e psicossociais, fatores individuais e pessoais. Estes fatores podem
exercer uma ação separadamente ou combinados.

Fatores físicos

 Aplicação de força, por exemplo, levantar, transportar, puxar, empurrar, utilização de ferramentas;
 Movimentos repetitivos;
 Posturas forçadas ou estáticas, por exemplo, mãos acima do nível dos ombros ou posição sentada ou de pé
durante muito tempo;
 Compressão localizada exercida por ferramentas ou superfícies;
 Vibrações;
 Frio ou calor excessivos;
 Iluminação deficiente susceptível, por exemplo, de causar um acidente;
 Elevados níveis de ruído, susceptíveis de causar tensão física.

Fatores organizacionais e psicossociais

 Trabalho exigente, falta de controlo sobre as tarefas executadas, baixos níveis de autonomia;
 Baixos níveis de satisfação com o trabalho;
 Trabalho monótono, repetitivo, executado a um ritmo rápido;
 Falta de apoio por parte dos colegas, dos supervisores e das chefias.

Fatores individuais

 Antecedentes clínicos;
 Capacidade física;
 Idade;
 Obesidade;
 Tabagismo.

Tratamento

Os objetivos da terapêutica são, essencialmente, aliviar a dor e reduzir a incapacidade. Para isso a abordagem
deve ser multidisciplinar, isto é, ter em conta aspectos preventivos, a reabilitação através de fisioterapia e
administração de fármacos que permitam uma recuperação mais rápida do doente. As lesões de origem músculo-
esquelética (músculos e articulações), principalmente traumáticas ou de início súbito, têm melhor prognóstico
quando a intervenção ocorre na fase aguda, especialmente as lesões musculares (roturas) e ligamentares (entorses).

Contudo, a prevenção continua a ser a melhor arma. Saiba como:

 Evitar os riscos de lesões músculo-esqueléticas;


 Avaliar os riscos que não podem ser evitados;
 Combater os riscos na origem;
 Adaptar o trabalho ao homem;
 Adaptação à evolução tecnológica;
 Substituir o que é perigoso pelo que é seguro ou menos perigoso;
 Conceber uma política global de prevenção coerente, que abranja todas as cargas exercidas sobre o corpo;
 Privilegiar as medidas de proteção coletivas relativamente às medidas de proteção individual;

FRATURAS (descontinuidade do osso)

É a quebra parcial (fratura parcial) ou total (fratura total) de um osso, perdendo este a sua continuidade.

As fraturas podem apresentar-se como:


 Fechadas quando não existe ferida no foco de fratura.
 Abertas ou expostas sempre que há ferida e visualização do foco de fratura.

Causas:
 Violência direta: o osso fratura no ponto onde se deu a pancada. É a causa mais comum de fraturas
 Violência indireta: a lesão encontra-se localizada a alguma distância do ponto onde foi aplicada a força

Complicações:
 Choque
 Hemorragia
 Ferida
 Infecção

Sinais e Sintomas:
 Dor no local
 Edema (inchaço)
 Deformação
 Encurtamento do membro
 Impotência funcional ou perda de função
 Mobilidade anormal
 Crepitação óssea (som dos ossos a baterem uns nos outros)
 A natureza do acidente é uma informação fundamental a acrescentar à suspeita de uma possível fratura.