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A cor e a

palavra.

Beatrice Sadeh
DA SÉRIE - ASSOMOS

PRÓLOGO

Ofereço ao mundo afora pensamentos esgueirados de soslaio, que


interpenetram no sono e urgem nas manhãs tornarem-se eles próprios,
pródigos e claros.
Pensamentos esses capazes de modificar as atenções mais
distraídas das belezas circundantes.
Acumulam-se! Galopam como Pégasus alados.... Evaporam-se qual
nuvens, devo então roçar o fundo dos meus bolsos a tatear uma caneta,
ou coisa que a valha, para irreversivelmente transformá-los em palavras.
Agora sim! Presos na tinta, como elos de uma corrente, um a
um para comporem o esboço do poema.
Ainda que, nenhuma descrição conseguirá fazer mais do que
enuviar a beleza da atividade íntima ao expor sua atuação interior,
convido-o a entrar... São livres, os versos.