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31/03/2016 eucaristia

O Sacramento da Eucaristia

Depois de termos estudado o Batismo (nascimento espiritual) e a Crisma (crescimento espiritual),
vamos agora estudar a Sagrada Eucaristia, que é nosso alimento espiritual. A presença de Jesus
na Sagrada Hóstia é tão profunda e bela que podemos estudar toda nossa vida e sempre
acharemos alguma coisa nova. 

1) Os Profetas anunciaram a Sagrada Eucaristia 

Houve um homem muito santo, chamado Abraão, com quem Deus tinha feito uma Aliança,
prometendo que da sua família nasceria o Salvador. Após uma guerra vencida por Abraão, veio ao
seu encontro um Sacerdote de Deus que ofereceu pão e vinho para Abraão. Claro, não era a
Comunhão, que só foi instituída por Jesus muitos anos depois, mas aquele pão e o vinho já
anunciavam a futura Eucaristia.

Quando o Profeta Elias estava sendo perseguido, depois de andar um dia inteiro no deserto, já
morrendo de fome e sede, deitou­se embaixo de uma árvore para esperar a morte. Um anjo do Céu
apareceu­lhe e disse: Elias, levante e coma. Levantando­se, Elias viu ao seu lado pão e água.
Comeu aquele pão descido do Céu e com esse alimento caminhou quarenta dias no deserto até a
montanha Horeb.

2) Jesus Cristo instituiu a Sagrada Eucaristia na última Ceia.

O que foi a última Ceia? Todo ano os Judeus comemoravam a Páscoa com uma cerimônia onde
havia uma ceia, ou seja, uma refeição ritual. Na véspera da sua morte, na Quinta­feira Santa,
Jesus reuniu os Apóstolos para a Ceia Pascal. Só que, naquela dia, Ele modificou a cerimônia e
celebrou a primeira Missa, consagrando o pão e o vinho, transformando­os milagrosamente em seu
Corpo e em seu Sangue. Depois deu a Comunhão aos Apóstolos. Eis como os Evangelhos nos
contam a primeira Missa, celebrada por Jesus:

“Na última Ceia, Jesus tomou o pão, deu graças, partiu­o e deu­o aos seus discípulos, dizendo:
“Tomai e comei: ISTO É O MEU CORPO, que será entregue por vós”. Depois tomou também o
cálice, deu graças e deu­o aos seus discípulos, dizendo: “Bebei dele todos: pois ESTE É O MEU
SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS
PARA A REMISSÃO DOS PECADOS. Fazei isto em memória de mim.”

3) A Missa instituída por Jesus na última Ceia é o sacrifício de Jesus na Cruz.

Aqui aumenta o mistério e a beleza da Eucaristia. Na Quinta­feira, Jesus celebrou a primeira Missa.
Na Sexta­feira, Jesus morreu na Cruz.

Mas a cerimônia da Quinta já era a própria morte de Jesus na Cruz, misteriosamente antecipada na
cerimônia da Missa. Toda Missa é o sacrifício de Jesus, morrendo na Cruz no monte Calvário
e ressuscitando três dias depois. Isso quer dizer que hoje, quando nós assistimos à Santa
Missa, nós estamos diante da cruz de Jesus, há dois mil anos atrás. Jesus só morreu uma vez. Na
Missa, Jesus não morre novamente. Nós é que assistimos à sua morte na Cruz, aquela mesma
morte que aconteceu há dois mil anos atrás. Jesus pagou os pecados de todos os homens,
morrendo na Cruz. Mas se cada Missa é a morte de Jesus na Cruz, então, em cada Missa, Jesus
está pagando os nossos pecados, livrando­nos assim do inferno e mostrando para nós o caminho
do Céu.

A Missa e a Cruz são o mesmo sacrifício de Jesus. Mas existem certas diferenças entre a Missa e a
Cruz, diferenças na maneira como este sacrifício é apresentado para nós.

O Sacrifício da Cruz O Sacrifício da Missa
Na Cruz, o sacrifício é cruento, ou seja, Na Missa, o sacrifício é incruento, ou
Jesus derrama o Seu Sangue. seja, sem o derramamento de Sangue.  
Na Cruz, o sacrifício foi oferecido uma só
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Na Cruz, o sacrifício foi oferecido uma só
Na Missa o sacrifício é apresentado muitas
vez.
vezes.  
Na Missa, o sacrifício é oferecido por
Na Cruz, o sacrifício foi oferecido por Jesus
Jesus, mas através do ministro, que é o
só.  
padre.

4) A Missa instituída por Jesus é um Sacramento.

É durante a Santa Missa que Jesus Cristo, através do padre, oferece o seu sacrifício e realiza o
Sacramento da Eucaristia. O Sacramento é realizado pela consagração do pão e do vinho no
Corpo e Sangue de Jesus, e ele é distribuído aos fiéis pela Comunhão.

­ Matéria e Forma do Sacramento:

Todas as cerimônias e orações da missa servem para preparar ou para completar a Consagração.
É durante a Consagração que o padre realiza o Sacramento da Eucaristia. Como em todos os
Sacramentos, ele usa a matéria e a forma. A matéria do Sacramento da Eucaristia é dupla: o
pão e o vinho. A forma são as palavras sagradas que o padre usa quando consagra o pão e o
vinho:

­ Para o pão ele diz: ISTO É O MEU CORPO. 

­ Para o vinho: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, DO SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
MISTÉRIO DA FÉ, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR MUITOS PARA O PERDÃO DOS
PECADOS.

Além da matéria e da forma, precisamos saber também qual é a graça do Sacramento da
Eucaristia. Essa graça é a presença real de Jesus na Sagrada Hóstia. 
­ O que é a presença real? 
Pela Consagração da Missa, Jesus passa a estar presente na Hóstia consagrada, no pão e no
vinho, que se transformaram no seu Corpo e no seu Sangue. Jesus está presente milagrosamente
com corpo, sangue, alma e divindade.

­ Podemos dizer que Jesus está apenas representado pela Hóstia? 
Não, a Hóstia é o próprio Jesus: seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade. 

­ Podemos dizer que, vendo a Hóstia, apenas nos lembramos de Jesus? 
Não, vendo a Hóstia nós vemos o próprio Jesus escondido nas aparências do pão e do vinho. 

­ É pão e vinho que existe ali? 
Não, depois da Consagração já não há mais nada do pão e do vinho. É o Corpo e o Sangue de
Jesus. 

­ Quando o padre levanta a Hóstia e o Cálice na Santa Missa, o que devemos fazer? 
Nessa hora, devemos adorar a Jesus, nosso Deus, que quis estar tão perto de nós e até dentro
de nós, pela Comunhão, e prepara nossas almas para bem recebe­Lo. No silêncio da Missa,
devemos dizer no nosso coração: Meu Senhor e meu Deus, quando vemos a Hóstia e quando
vemos o Cálice.

­ Só nessa hora da Missa que devemos adorar a Deus? 
Na Missa devemos estar sempre rezando, conversando com Jesus, preparando nossas almas ou
agradecendo por termos Jesus no coração.

Mas Jesus não veio na Hóstia só para ficar ali guardado no Sacrário, para ser adorado, para ser
visitado, para rezarmos a Ele. Ele veio na Hóstia, na presença real, para poder vir no nosso
coração, para que pudéssemos comungar. Comungar quer dizer estar unido, junto. Quando nós
amamos alguém nos sentimos perto, unidos a ele. A Comunhão é um ato de amor. Jesus nos ama e
vem até nós. Nós amamos a Jesus e vamos até Ele, vamos comungar. Por essa união amamos a
Deus, amamos a Santíssima Trindade, ou seja, amamos o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

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É preciso compreender também que toda esta doutrina sobre a Presença Real de Jesus na Hóstia é
doutrina Revelada, ou seja, é dogma de Fé. E se Jesus está presente realmente na Hóstia, nossa
fé nos ensina, é fácil perceber que não podemos nunca, em nenhuma hipótese, receber a
comunhão na mão, pois isso é um ato sacrílego, ou seja, um desrespeito pela coisa sagrada.
Devemos receber a comunhão de joelhos, pois é assim que adoramos a Deus, e na língua, pois
assim temos certeza que nenhuma parcela da hóstia poderá se perder.

[São mais do que conhecidos os abusos que, no mundo inteiro,
passaram a acontecer depois que o sacrilégio da comunhão na mão se
introduziu: além do fato das mãos leigas não terem sido consagradas
para tocar no Santíssimo Sacramento, as parcelas minúsculas limpas nas
roupas, caídas no chão; hóstias encontradas na caixa das esmolas,
levadas para ritos espíritas, missa negra, etc. Todas as reclamações já
dirigidas ao Papa ou aos bispos tiveram sempre as mesmas respostas:
dirija­se ao bispo da diocese... ou então...obedeça, é assim mesmo!
Para eles, nitidamente, os frutos deste sacrilégio não são maus, o que
mostra que perderam a fé na Presença Real.]

Por isso, devemos agradar a Deus na nossa vida. Fugir do pecado, não ter vergonha de Deus, de
Jesus, da nossa santa religião. Saber que, se amamos de verdade, faremos tudo por Ele,
obedecendo a sua Lei, não seguindo os maus exemplos que vemos em volta de nós.

5) Condições para Comungar

Antes de tudo, estar em estado de graça, sem pecado mortal na alma. Para isso devemos nos
confessar com freqüência, buscando no confessionário a amizade de Deus, que perdemos pelo
pecado.

Praticar o jejum eucarístico. Não comer nada, nem beber nada (só água pura é permitido) uma
hora antes da Missa. Se for possível, em vez de uma hora, deixar duas ou três horas. Se a Missa é
de manhã, procurar acordar cedo para tomar o café da manhã, não comer muito. O ideal seria que
a Comunhão fosse o primeiro alimento do dia. Será tão difícil guardar o jejum até depois da Missa.

Ter atitudes adequadas ao lugar sagrado: roupas fechadas, modestas; não conversar, ficar de
joelhos, rezando e concentrados no rito da Missa. Não devemos esquecer que o Apóstolo São
Paulo ordena às mulheres que cubram a cabeça dentro da igreja para honrar a presença de Jesus.

Comungar com a intenção de receber Jesus no coração, assistir à Missa preparando­se pela
oração e rezando depois da Comunhão em ação de graças. Ou seja, é preciso ter  a Santa Missa,
a Comunhão, como o momento principal do dia. Centralizar em torno de Nosso Senhor nossas
atenções, nosso esforço, nossa oração.

Sacram e nto da C onfissão Volta para a C rism a Volta para o índice

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