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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO UNIRADIAL – SANTO AMARO.

DISCIPLINA: FÍSICA EXPERIMENTAL III.


NÚMERO DA DISCIPLINA: CCE 0479.
PROFESSOR: ALEXANDER LUZ SPERANDIO.
DATAS DOS EXPERIMENTOS: 23/02/16 E 01/03/16

TÍTULO DOS TRABALHOS

1 - PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO.
2 - ELETROSCÓPIO DE FOLHAS.

NOMES ( Participantes ) Nº DA MATRÍCULA

1- ANDREIA FERREIRA DOS SANTOS 2014.08.255383


2- EDSON MARTINIANO DA SILVA 2014.07.398229
3- JOSUÉ RAMOS DE LIMA 2014.08.041677
4- ROBERTO BARBOSA DE CASTRO 2015.10.751378

2016-1

SÃO PAULO

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INTRODUÇÃO

Eletrização: Eletrização por atrito, contato e indução

Os processos de eletrização ocorrem na natureza constantemente e, muitas


vezes, tais fenômenos passam despercebidos por nós. O fenômeno da
eletrização consiste na transferência de cargas elétricas entre os corpos, e
essa transferência pode ocorrer por três processos conhecidos: por atrito,
por contato e por indução.

- Eletrização por atrito:


A eletrização por atrito ocorre quando há fricção entre dois corpos inicialmente
neutros e de materiais diferentes .

É importante assinalar que após o atrito, os corpos atritados ficam com cargas
de sinais opostos. Isso é determinado por uma tabela chamada de série
triboelétrica. Na figura que segue temos uma versão resumida dessa série.

Figura 1

É muito simples entender o funcionamento da série triboelétrica . Se atritarmos,


por exemplo, lã com celulóide, a lã ficará carregada positivamente, enquanto
que o celulóide ficará carregado negativamente. Isso quer dizer, que durante o
atrito, a lã perdeu elétrons e o celulóide, por sua vez, ganhou elétrons.

- Eletrização por contato:


A eletrização por contato, diferentemente da eletrização por atrito, necessita de
pelo menos um dos corpos carregado eletricamente. Para entender o

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funcionamento do processo da eletrização por contato, considere um condutor
carregado positivamente e outro condutor neutro.

Figura 2

Aproxima-se o condutor positivo do condutor neutro até que ocorra o contato


entre eles. Quando isso acontece, haverá uma transferência de elétrons do
corpo neutro para o corpo carregado positivamente. Essa transferência irá
ocorrer de maneira bem rápida até que ambos os condutores fiquem com o
mesmo potencial elétrico.

Figura 3

Separando-se os dois condutores, eles estarão com cargas de mesmo sinal.

Figura 4
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É importante salientar também que está valendo o princípio da conservação
das cargas elétricas, que diz que a quantidade de cargas elétricas antes do
contato é igual à quantidade de cargas elétricas depois do contato. Se os dois
corpos forem absolutamente idênticos, no final da experiência eles ficarão com
a mesma quantidade de carga elétrica, que será determinada pela média
aritmética da quantidade de cargas antes do contato.

Figura 5

- Eletrização por indução:


Na eletrização por atrito e por contato, há obrigatoriamente a necessidade do
contato físico entre os corpos. Na eletrização por indução isso já não é
necessário e é por isso que esse processo recebe esse nome.
Considere três condutores ; um carregado eletricamente e ou outros dois
neutros e encostados um no outro.

Figura 6
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Aproxima-se o condutor carregado dos condutores neutros. O condutor
carregado será o indutor e os condutores neutros, os induzidos.

Durante essa aproximação, observa-se uma separação de cargas nos


condutores neutros. Como o indutor é positivo, o induzido mais próximo do
indutor ficará negativo e o induzido mais afastado ficará positivo.

Figura 7

Agora com o indutor ainda próximo, separam-se os dois condutores que estão
juntos.

Figura 8

E por fim retira-se o indutor das proximidades dos outros dois corpos. Teremos
como resultado os dois condutores que inicialmente eram neutros, agora
carregados com cargas de sinais a opostos. Note que em momento algum
houve o contato entre o condutor carregado e os condutores inicialmente
neutros.

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Figura 9

Um exemplo de uma consequência da eletrização por indução são os raios.


Quando temos uma nuvem carregada eletricamente durante uma tempestade,
ela irá induzir na superfície cargas de sinais opostos criando assim um campo
elétrico entre a nuvem e a superfície. Se esse campo elétrico for muito intenso
teremos uma descarga elétrica violenta que nós conhecemos como raio.

ELETROSCOPIA

Eletroscopia – é o estudo dos fenômenos eletrostáticos através de aparelhos


chamados eletroscópios que identifica a eletrização de um corpo, e são
dispositivos capazes de verificar se um corpo está eletrizado . Os eletroscópios
são conhecidos também como detectores eletrostáticos .

Eletroscópio – é o aparelho responsável pela identificação da eletrização de


um corpo. Se um corpo está eletrizado, o eletroscópio identificará facilmente.

Existem dois tipos bem comuns de eletroscópios, o pêndulo eletrostático e o


eletroscópio de folhas.

Pêndulo Eletrostático – Ao aproximar o pêndulo eletrizado (2) ao neutro (1), o


corpo eletrizado atrai o corpo neutro.

Pêndulo Eletrostático – Corpo eletrizado, atraindo um corpo neutro .


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Eletroscópio de Folhas – Ao aproximar um corpo eletrizado positivamente, os
elétrons do topo do eletroscópio passam para o bastão atingindo a mesma
carga elétrica das folhas, fazendo com que se afastem.

Eletroscópio de Folhas

Atualmente, a eletroscopia é aplicada em diversas áreas como na proteção


contra campos elétricos externos, pesquisas científicas, fenômenos da
radiação, entre outros.

OBJETIVO

Neste relatório iremos realizar o comportamento de algumas cargas nos


processos de atrito, contato e indução.
Também verificaremos os fenômenos eletrostáticos ocorridos no Eletroscópio
de Folhas.

DESENVOLVIMENTO

Nestes experimentos iremos utilizar os seguintes materiais:


 Canudos de plástico;
 Papel higiênico;
 Papel picado (folhas de caderno);
 Linha de algodão;
 13 cm de arame fino;
 1 cm de fio de cobre (número 28)
 Folha de alumínio;
 1 vidro com rolha;
 Adesivo epóxi ou fita isolante

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EXPERIMENTOS

O primeiro experimento consiste em verificar empiricamente, a força de


atração entre o canudo eletrizado e os pedaços de papel picado.
Pegamos um pedaço de papel higiênico e atritamos com o canudo. Esse
procedimento faz com que segundo a tabela triboelétrica, o canudo fique com
excesso de elétron e aproximando-o dos pedaços de papel picado (que está
neutro), ocorra um processo de indução. O canudo eletrizado negativamente
(indutor) separa as cargas do corpo neutro (induzido), deixando as cargas
opostas próximas do induzido e o indutor, causando assim a atração entre o
canudo e os pedacinhos de papel.

O segundo experimento consiste em verificar a partir de teste empírico, a


força de repulsão entre dois canudos eletrizados negativamente.
Pegamos dois canudos, fixamos em cada uma das extremidades de uma
linha de algodão, eletrizamos os canudos a partir do processo de atrito com
papel higiênico. Conforme os dois canudos ficam negativamente eletrizados,
eles sofrem o processo de repulsão pelo motivo de que cargas de mesmo sinal
de repelem.

O Terceiro experimento consiste a partir de teste empírico, detectar


cargas em um canudo eletrizado negativamente utilizando um eletroscópio de
folhas.
Nesse experimento, utilizamos um vidro com tampa de rolha.
Fazemos um furo na rolha na espessura em que conecte o arame, pegamos o
arame, raspamos 3 cm em cada uma de suas extremidades, fixamos na rolha e
dobramos as extremidades em forma de gancho.
Cortamos duas tiras finas de papel alumínio de 3 cm de comprimento,
prendemos no fio de cobre (em forma de círculo), fixamos na parte inferior da
rolha e colocamos dentro do vidro. Na parte superior da rolha fixamos uma
esfera de alumínio com um diâmetro de 2 cm.
Na primeira etapa desse experimento, pegamos um canudo eletrizado
negativamente e aproximamos da esfera de alumínio (sem tocá-la).
Observamos que conforme aproximamos o canudo eletrizado na esfera, as
tiras de alumínio se afastaram. Mas quando distanciamos o canudo eletrizado,
as tiras voltaram ao seu estado de origem.
Na segunda etapa desse experimento, pegamos um canudo eletrizado
negativamente e encostamos na esfera de alumínio. Observamos que
conforme encostamos o canudo eletrizado na esfera, as tiras de alumínio se
afastaram. Mas quando desconectamos o canudo eletrizado da esfera, as tiras
continuaram afastadas.
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CONCLUSÃO

Como vimos no primeiro experimento, tivemos uma eletrização por atrito


quando esfregamos o papel higiênico com o canudo, deixando o canudo com
excesso de carga negativa e o papel higiênico com excesso de carga positiva
porque segunda a tabela de triboelétrica, o material do canudo tende a
acumular mais carga negativa em relação ao papel higiênico.
Também vimos um processo indução entre o canudo eletrizado
negativamente e os pedaços de papel porque ao aproximar um corpo
eletrizado de um corpo neutro acontece uma separação de cargas do corpo
neutro. Com isso as cargas opostas (positivas) do neutro ficam próximas das
cargas negativas do canudo ocasionando um processo de atração entre as
mesmas.
Tivemos também um processo de repulsão no experimento dos dois
canudos eletrizados negativamente porque sabemos que dois corpos com o
mesmo sinal se repelem.
Na primeira etapa do terceiro experimento, vimos que ao aproximar o
canudo eletrizado na esfera de alumínio do eletroscópio, as tiras de alumínio se
afastaram e quando distanciamos, as tiras voltaram ao estado de origem. Esse
fenômeno ocorre porque ao aproximar o canudo eletrizado negativamente na
esfera, ocorre o processo de indução. Houve a separação das cargas nas tiras
de alumínio, as positivas migraram para a parte de superior do recipiente de
vidro através do fio de cobre devido à atração com as cargas negativas do
canudo e o excesso de cargas negativas migrou para as tiras de alumínio
porque o canudo estava eletrizado negativamente, sendo que as tiras de
alumínio estavam com cargas negativas elas se afastaram, porque cargas de
mesmo sinal se repelem.
A partir do momento que distanciamos o canudo eletrizado da esfera de
alumínio, as tiras voltam a sua posição inicial porque há novamente o equilíbrio
eletrostático e os corpos ficam neutros.
Na segunda etapa do terceiro experimento foi verificado que ao
encostarmos o canudo eletrizado na esfera de alumínio do eletroscópio, as
tiras de alumínio se afastaram e quando distanciamos, as tiras continuam
afastadas porque ocorre o fenômeno de eletrização por contato. Nesse
fenômeno ocorre a transferência das cargas negativas do canudo para as tiras
de alumínio, deixando-as eletrizadas negativamente. Mesmo distanciando o
canudo eletrizado da esfera, as tiras continuarão eletrizadas negativamente e
com isso se perpetuará o processo de repulsão.
Nesse caso para as cargas das tiras de alumínio a posição inicial, é
necessário realizar um processo de neutralização para as cargas se
equilibrarem e o corpo ficar eletricamente neutro, o aterramento. Que consiste
em um condutor conectado a terra, ao entrar em contato com o corpo
eletrizado o excesso de elétrons que estão na tira de alumínio passa pelo
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condutor em direção a terra deixando o corpo eletricamente neutro. Nesse caso
utilizaremos o nosso corpo, como ele é um bom condutor os elétrons passarão
pelo nosso corpo em direção a terra anulando assim as cargas e o corpo ficará
eletricamente neutro.

BIBLIOGRAFIAS

- BISQUOLO, Augusto. Especial para página 3 Pedagogia & Comunicação.


Santos (SP): 2006. Disponível em:
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/fisica/eletrizacao-eletrizacao-por-
atrito-contato-e-inducao.htm

- ALVES, Talita. Equipe Mundo e Educação. São Paulo: 2016. Disponível em:
http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/eletroscopia.htm

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