Anda di halaman 1dari 25

Índice EngePower®

7.1 Objetivo
7.2 Planejamento
7.3 Os equipamentos de pátio, ensaios e serviços
7.4 Os equipamentos de sala de comando / SE´s
unitárias, ensaios e serviços
7.5 Manutenção Preventiva
7.6 Manutenção Preditiva
7.7 Manutenção Corretiva

SLD 2
1 - OBJETIVO EngePower®

A manutenção preventiva tem como objetivo minimizar as


paradas não programadas, devidas à defeito elétrico, de modo
que através de uma parada programada, se possa ter um
diagnóstico dos equipamentos e sistema elétrico.

Diagnóstico de falhas em equipamentos:


1 – Falhas de operação;
2 – Falhas de Isolamento;
3 – Etc.

SLD 3
PLANEJAMENTO EngePower®

SLD 5
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Resistência Ôhmica dos Enrolamentos - Micrôhmimetro


Periodicidade: 1 ano

¾ Princípio fundamental consiste em medir potencial entre os terminais da


resistência a ser medida.
¾ Ponte de Kelvin (Ducter): resistências de até 1 Ω;
¾ Ponte de Wheatstone: resistências de 1 até 10 M Ω.

¾ Selecionar escala mais próxima ao valor a


ser medido;
¾ Procurar obter o melhor contato entre os
terminais;
¾ Ao iniciar a medição a sensibilidade deve ser
mínima, depois ir aumentando
progressivamente.

SLD 10
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Resistência Ôhmica dos Enrolamentos - Micrôhmimetro


Periodicidade: 1 ano

SLD 12
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Resistência Ôhmica dos Enrolamentos - Micrôhmimetro


Periodicidade: 1 ano

SLD 13
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Relação de Transformação


Periodicidade: 1 ano

Conexão de Teste

SLD 17
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Medição do Fator de Potência


Periodicidade: 1 ano

SLD 20
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Medição do Fator de Potência


Periodicidade: 1 ano

SLD 21
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Medição do Fator de Potência


Periodicidade: 1 ano

SLD 22
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Medição do Fator de Potência


Periodicidade: 1 ano

SLD 23
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Medição do Fator de Potência das Buchas de AT

SLD 27
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Medição do Fator de Potência das Buchas de AT

SLD 28
TRANSFORMADOR DE FORÇA DE AT EngePower®

Ensaios: Resistência Ôhmica do Isolamento - Megôhmetro


Periodicidade: 1 ano

Megôhmetro: medição de resistências de


valores muito elevados – Isolamento.

SLD 29
RESISTOR DE ATERRAMENTO EngePower®

Preparação para a Manutenção Preventiva


Equipamentos Materiais e Ferramentas:
¾ Escada ou andaime;
¾ Megôhmetro;
¾ Micrôhmimetro;
¾ Aterramento temporário, cadeados de bloqueio, fita
zebrada;
¾ Detector de tensão;
¾ Ferramentas em geral.

Preparação do Resistor para os Testes:


¾ Desenergizar;
¾ Isolar área;
¾ Desconectar cabos e/ou barramentos do resistor;
¾ Desconectar cabo de aterramento do resistor.

SLD 37
DISJUNTOR DE AT EngePower®

Ensaios: Medição de Fator de Potência


Periodicidade: 1 ano

SLD 47
TC´S DE AT EngePower®

Ensaios: Fator de Potência da Isolação


Periodicidade: 1 ano

SLD 58
ANÁLISE DE VIBRAÇÃO EngePower®

A vibração é um movimento oscilante ou de trepidação de uma máquina ou de


algum elemento de máquina, saindo de sua posição de estabilidade (estática ou
dinâmica). Como exemplo, tomemos uma massa suspensa presa ao referencial por
uma mola, e que se movimenta a partir de sua posição neutra (repouso) até os
limites superior e inferior, retornando à sua posição neutra. Neste ponto, estará
completo UM CICLO DE OSCILAÇÃO. Dizemos que existe VIBRAÇÃO quando
este ciclo se repete várias vezes numa unidade de tempo.

Comumente aplicada a motores e geradores elétricos, não possui ampla aplicação


em equipamentos de subestação.

SLD 176
NÍVEL DE RUÍDO EngePower®

O ruído acústico emitido por subestações tem origem em duas


contribuições principais:
¾ Vibração estrutural dos transformadores/reatores,
¾ Sistema de Ventilação dos transformadores.

Isto significa que embora outras fontes de ruído possam existir,


tais como ruídos de chaveamento, efeito Corona e outros, o
estudo das fontes de ruído em uma subestação pode ser
reduzido à análise do ruído associada aos transformadores.

SLD 177
NÍVEL DE RUÍDO EngePower®

¾ Sistema de Ventilação dos transformadores:


Ruído normalmente encoberto pela vibração estrutural dos
transformadores.

¾ Vibração estrutural dos transformadores:


Tem origem no núcleo ferromagnético, constituído por um
conjunto de chapas justapostas, que é excitado
principalmente por forças de magnetoestricção e por
forças de atração e repulsão magnéticas. A vibração
gerada pelo núcleo do transformador é transmitida ao
resto da carcaça e sistemas auxiliares a ela fixados (caixas de
comando/fusíveis,trocadores de calor e suportes variados).

SLD 178
NÍVEL DE RUÍDO EngePower®

¾ Medir ruído ambiente

SLD 179
ILUMINÂNCIA EngePower®

Limite da razão do fluxo luminoso recebido pela superfície em torno de um ponto


considerado, para a área da superfície quando esta tende para o zero.

Campo de trabalho: região onde, para qualquer superfície nela situada, exigem-se condições
de iluminância apropriadas ao trabalho visual a ser realizado.

Medições realizadas com Luximetro.

A iluminância deve ser medida no campo de trabalho. Quando este não for definido, entende-
se como tal o nível referente a um plano horizontal a 0,75 m do piso. O aparelho deve ser
exposto ao ambiente da medição por um tempo de 5 a 10 minutos antes do registro da medida.

SLD 180
ILUMINÂNCIA EngePower®

Tabela de iluminância por classe de tarefas individuais:

Obs: em pátios de subestações pode-se utilizar o valor mínimo de 15 Lux.

SLD 181
ILUMINÂNCIA EngePower®

Análise dos resultados:

¾ Somar os três valores encontrados, algebricamente, considerando o sinal;


¾ Usar a iluminância inferior do grupo, quando o valor total for igual a -2 ou -3; a
iluminância superior, quando a soma for +2 ou +3; e a iluminância média, nos outros
casos.

SLD 182
7 – MANUTENÇÃO CORRETIVA EngePower®

Resolução dos problemas detectados na manutenção preditiva e preventiva, através de reparos


diretamente nos equipamentos ou substituição dos mesmos. Assim como demais defeitos
ocorridos de forma inesperada, seja por mau funcionamento do sistema ou qualquer
intempérie, através de atendimento programado ou em regime emergencial. São exemplos:

•Substituição de TPs e TCs de Proteção


•Substituição de Chaves Seccionadora Tipo Faca ou Fusíveis HH
•Correção e Padronização de Ramal de Entrada
•Substituição de Equipamentos em Alta Tensão, Para-Raios, TP, TC e Disjuntores, etc.

SLD 183