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6 TECNICAS VISUAIS: ESTRATEGIAS DE COMUNICACAO 0 coutesda¢« forma sto os componente bso retule, e tolos es mdos (a misia, a poesia, a pros, a dane), «, como & ‘nossa principal preocuacio tn. das ares eos vu, O om {aio &Funcamentalmenteo que ett sendo drs oa indeetemene expresso; ¢ eariter da infornayao, a mexsagem, Na comunieas3o ‘sual, porém, 9 contido aunca esti dssociado da forma, Mode st- timerte de tm meio onto ede formate a osteo, aartando-e ds covonrlain de co amy re dard dni eu peter, eral ‘cugualgue our forma impress, com sua dependcin epciiea Ge plawras esimboos, at uma foto, cm sustiiasoberapoes et lists des daos anbientas on uma pituraabstrata, com si waa fe de clementor vine puro n interior de ums erature lun dss exempts, ect mus, altos outos, coated pode Set ‘ascamenteo mesmo, mas deve corespener asia coafguario, 20 fablo,proedera mediicathes menoresen seu carter denen ‘componiva, Uma mersagen # compost endo en vita um objet to: coma, expresur, expla, dg, lnpra, altar. Na busca de ‘ualgie objetivo fazem se ecebas aes dis qua Se peer re forcte inteasifia as intenees expresivas, para aus se pose deter controle mismo das sponta. Ino exige ume more nade ‘A componio & 0 mci inierpretative de eontrola a rllerpreagio Ge urea mensagem visial por pare de quem a reebe.O significado $e encosta tanto no olho do observador quanto no alto do cris or O rsitad final de tds experibci val ma naar, bas camnete, 0 desig ett anasto de poleridades dopa: prince, 182 snrase ma unctnere vit 1 frsts do comteido (menage «spifcede) e da forma eign, neo ordexajan; em seundo Inga, o eft reiroco do atu der Gessner arta ouaresio «do reeeor(blico (fg. 6.1. Em peloconteido; ocontcido¢ afctate pela forma. A mensagem é emit Sa ple cinder ¢ modiicadn pelo obeervader a “FORMA ae Ossimbols a informasto reprsentaconal iam em terno do conteaco come trarsmissoresarscterstces de informasso.O asin alytato, a disosiio dos elementos bien, tendo em vista 0 eto end em una maifestigto vil, 64 forma revlada, Os com. ou paraléos de cada imagem, aaa truture aparene, como nun fenmalacto visual ebsrata sj ela subsiteida po: detalbes epresen- formaciealnente donna por pleas snboloy. Se qual fr 8 sustancl vist ese, a cemposicao ede mporancia fundamen em eros infermacionis Ese ono devia édefedido por Sesan- se Langerem Preblons of Ar: "Fan sewn qudeoditibuinios pg tmentossobre um playo deta, masa imagem cia a0 6x somata dopignesteedaesruturada ela A imagem que emerge do proceso uma estar de espaco, e 0 peéprioespaco ¢ um todo emerseate ‘forma express ocontie. “Artiticamente tom ¢ tudo alle ue sriulae areata um sentimeo a nossa coment.” ‘TOCIEASVBUAI ESORATEGAS DE COMUNIEACAO 133. A mensagem ¢ 0 método ‘A mensigem eo metodo de exprsi-la éependem gratdememe a comprenno eda capacdade de usr as nas visu, os srs ‘mestos da compesise sisal Em Elenoni of Design, Donald An ‘eon obuerea""A elo ees foes fundamental bro, a edueto easimplicacto de dtaes complexes ecembiaves et ‘he rics que podem se apeenddss ~ A forma da are Domi ‘dae ple contrast, at tals de exprevsto viv lo ot elos ‘sells de que dspoe o designer para tea 2s ops0e dsponivels an a esressio de uma ida em tees compostivos. Trat-s de tmproceio de eperimentaio‘ opsao slit gue tem por objetivo Seu casio “The Eye Pat of te Mind™, Leo Steinberg desreve ‘smo que sconce: "Para ear a plentute su pode de organ {on tem de buscar sas perenoies ribo em ane ls se te" Nao 16 na pinura mas em qualquer aiel de xpreséo visu, ‘problema ser seep 0 eso. Basamene, 0 pikrco OU vt {determin pea informscso vil ebservala el inerretacto€ terepito de dhdosepstasvstl, pela tctaidade da manifesta ‘swa conteid ca forma detrminados peo delgner reper, apenss 8s dos qua fares presents no modo de proceso de c- ‘municact visu fig 61): art, come, forma. Quedize do cuer- {9,0 pio? A percep, « epacidade de orgasizar a informagio| visealqueseprese, depend de proessos nau, ds necsdades « propenses do ssema ners humano. Entord todo 0 cocpo da Felologia de Ges se chamado pelos fancees de ly prekolgie de forme, seaerado nto atibalsamesine import siol ‘Bada perepyto so cxanarmes a manera cemo extamos norma hes visas dagullo que vemos. O cortedo e 2 forma constiuem a ‘Ranileag; @ mecaicna perceptive €0 meio part sia aterpret {oO inpur vial foriemente afta po tipo de necsridade que Inova 2 investigagto vie, etmbim pel estado meta ou mor orulekto. Vers agullo que precsamos ver. A visloesc sada s+ ‘rvivnca comto st min ipertante Fungi, Mas vetos gue pre clsamos ver em OUro send, ou see, aaves da infurncls ca ‘dspsiclo mena, das prefrtacase doesacodeesoite en qu eiea- tualmonte nes encortramos. Seja par sompot, sa ara wer afr ‘majo cots os dacon vias eee a eve dented sujeivas, ou er por ea ftrad “Aspalaras de un tomen moro So modifeadss ras entranhes dos svos",reflze W. H. Auden, en fu powma "In Nawsery of W. B.Yeute™ Para realmente exernr 0 Inds de control pose, o compositor visual deve compreeader ‘es completosproceinentosaavs ds qua ocrganismo nuraro se grasa ese comhcinento, aprender influenciar2 reposts ‘ata de nie vale, "A inelighecia ado eon vouch mas abtrogSe verbs. Pern, observa, een = tanasoxtrasqualades da inelgtncia sao as Sociaasicomprecrsio visual Maso pensamento visual nio€ um sis- fama retardado; informasiodwanemda dretamente A orcamaioe a ingungor nual et em ae carer imecatoy om 8 ei pontanea Em terms visuals, nsia percep do conten © €8for- za ésinultncs. E preciso lier com aber como ema fora nica (que transmit informecio da mesne manera, Esco # eco: ato allo; significado observe. Quando adequedamensederenval ‘ate compas, uma mensagen visual va dicate uossoctter0, ur ser compreendida sem cecncficarho, tradepio ou ares cons ents. "Vort vacuo que cosepue ver #0 comers ave str feu dtocpiliuor, en termes de ands da coraunaglo vu. Na ‘erdade, nfo ent absolutmente en conflte com « cbervaglo ca ‘andeflsofe de esttica que ¢Sasanne Langer: ".. como ereven ‘Osseatem. Fo mesno accoece com apna a cultura ea argu tstre de alto nivel, onde a format ca cores cquirada, as inhss (a5 masses se asendham, na imagem que nos transite, 20.ave ‘cpermentan at emosSe, tne sits ervlanSe ee dla po ven" O quevoot vt, vot ve. a imedaezseencontia income vel poder da intlieaca isl. O ecomhesimeato ces ato dese TT eft ort Sa Lag) ‘TNCs ISU HSTRATESIASDECOMUMCAGAO 135 poten revels a iaportniafurdamental, em termos de contol, Asa imedateede expresifo nuit expecial que espe da om ricags visa esemanfest raves co so Ge eeleas que nes pet tem controlar © sigsifeado deoto da esrutura. O design, a ‘nasipulagia de element vies, ma cle Pui, rato métod> A pee-vioualzsdoe de planejamento use 0 carkter da mensagen Ssinetzada. Em po especial ce intignca nao-Yerbal 12 nat ‘era estrada temas de coneido em una fora, ata 9 ox fro exerci pela vic. Para arms Sistine Lengt mai ua ‘ce cs ome, em Prien of A la descrere som mata psi (Sa fata a express visual "A fora, no senlco em qu sar tus falan deforma significant’ oa ‘cores’, no § uma estar sherata,erasuna apaico: espace vial da serss8o eds ene Beagucuma bon obra least express de 9 obervadoreimpresio ‘Ge estarem deter cntes tea, a smbolaados, nas anee representado, A constaénda€ de aisombrosa que sinboo «sig ‘ parecer consul unas read, Inteligencia visual aplicada A peévinslicagte um proces Heil, Healment, éaetap so deg em que 0 ettu-conipstor mauipula oekzneit vl pe ‘inet com eaias apropradas ao conteido ed mensagen, 20 10ng9 (ea sie de lire eras, Por srem consieres dees ‘on nen ese do desenvolvimento de una ida vista fo abardons. osor dees eaves a meso asasocayesjdenifcdves com ccresulade final. Cada artista desemoe una pra pasa. aver ‘evido # Pexiligage «4 casuaidade dese paso, ns sca de uma ‘slugto compostiva que agrade se designer, autece aun Tango « ‘xpesseas itis ou caste pretends, acaboraco demaifest> (5 visuals costume ser estcaca tnd n-cereteas, Uma se Te de seboorripidseonensvameneincsiiracoscetamence n> ‘agers meu tipo deigr intelectual. final, oat 60 como ‘se otivase nam ede hipaieo, "so mundo de Lue" enquant to ‘a sus dees. O que ¢ gue realmente sontee? Na verdad, 0a ‘ta, dese, reso ou comuniador vial es envolido mum onto