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Nutrição é o processo pelo qual os seres vivos recebem e utilizam as

substâncias necessárias à manutenção da vida, ao crescimento, ao


funcionamento normal dos órgãos e à produção de energia, segundo
Organização Mundial de Saúde(OMS). Para se obter energia, é necessário
que haja disponibilidade de alimentos, que o indivíduo possa adquiri-los em
quantidade e qualidade suficiente e que eles sejam aproveitados e absorvidos
pelo organismo vivo (CUPPARI, 2005).

Entre os principais problemas causados por má alimentação que são fatores de risco
para o desenvolvimento de doenças cardíacas, podemos citar:

 Obesidade. A má alimentação, somada ao sedentarismo, está diretamente ligada


ao desenvolvimento da obesidade. E a obesidade prejudica o coração porque
pode causar pressão alta, diabetes tipo 2 e aumentar os níveis de colesterol, além
de sobrecarregar o órgão.

Vale mencionar que o número de brasileiros obesos aumentou 60% entre 2006 e
2016, conforme dados divulgados pelo Ministério da Saúde.

 Hipertensão arterial. Embora outros fatores estejam envolvidos, uma


alimentação rica em sódio, presente no sal de cozinha e alimentos
industrializados, contribui significativamente para o surgimento da hipertensão
arterial.

A hipertensão leva a alterações nos vasos sanguíneos, que se tornam


endurecidos e estreitos, com maior risco de rompimento e obstrução.

 Colesterol aumentado. Uma alimentação desequilibrada, rica em alimentos


processados, cheios de açúcar e gordura ruim, aumenta o risco de ter o colesterol
aumentado, em especial o LDL, chamado de “mau colesterol”. O LDL pode se
acumular nas artérias e formar placas que obstruem a passagem do sangue.

 Diabetes tipo 2. O alto consumo de doces, refrigerantes, biscoitos e outros


alimentos industrializados em excesso é uma característica da alimentação
contemporânea que aumenta muito a probabilidade de uma pessoa ter diabetes
tipo 2.

As paredes internas das artérias de pessoas diabéticas se alteram, aumentando o


risco de obstrução e rompimento.

O que evitar para manter o coração saudável


Para manter o coração sadio, é importante evitar o consumo excessivo de:

Açúcar e carboidratos refinados.

É preciso evitar os alimentos ricos em açúcar, como refrigerantes, néctares de fruta,


bolos, biscoitos e achocolatados.
Os carboidratos refinados incluem os pães brancos, salgadinhos à base de farinha de
trigo e o supostamente saudável biscoito “água e sal”, que obviamente não é feito só de
água e sal.

Sal.

O problema do sal é que ele contém uma grande quantidade de sódio, mineral
fundamental para o organismo, mas que em excesso pode favorecer o desenvolvimento
de hipertensão arterial.

É importante lembrar que carnes processadas, como salsichas, salame, linguiças e


mortadelas, também são ricas em sódio, assim como molhos e temperos prontos.

E não é só o sal de cozinha comum que deve ser evitado em excesso; todos os tipos de
sal contêm altas concentrações de cloreto de sódio, incluindo a famoso “sal rosa do
Himalaia”.

Gordura trans: a grande vilã


Se o título desse artigo fosse, “dicas para uma péssima alimentação”, certamente a
primeira seria: coma muita gordura trans.

As gorduras do tipo trans ocorrem em quantidades mínimas em alimentos naturais; mas


podem ser produzidas artificialmente e servem para deixar os alimentos industrializados
com um sabor mais agradável, além de aumentar sua durabilidade.

Esse tipo de gordura eleva os níveis de LDL no sangue e diminui o HDL, aumentando o
risco de doenças cardíacas.

Pipocas de micro-ondas, pizzas congeladas, sorvetes cremosos, biscoitos recheados,


salgadinhos de milho e batatas fritas de pacote são exemplos de alimentos que contêm
gordura trans e devem ser evitados ao máximo.

Alimentos benéficos para a saúde cardiovascular


Conheça 5 alimentos amigos do coração para incluir no seu cardápio:

Peixes ricos em ômega 3. Atum, sardinha, salmão e arenque são exemplos de peixes
ricos em ômega 3, ácido graxo essencial cujos efeitos benéficos sobre a saúde
cardiovascular já foram amplamente estudados.

Alho. O alho ajuda a manter a pressão arterial sob controle e a regularizar os níveis de
colesterol.

Grãos integrais. Consumir aveia, arroz integral, milho e outros grãos integrais é
altamente benéfico para a saúde do coração e reduz o risco de morte prematura,
conforme estudos já demonstraram.
Oleaginosas. Nozes e castanhas, como amêndoas, avelãs, castanha de caju, castanha do
pará, pistache, amendoim e noz pecam, quando consumidas in natura, são altamente
benéficas para a saúde cardiovascular.

Depois de conhecer mais sobre as doenças causadas por má alimentação que afetam
sua saúde cardiovascular, aproveite para colocar essas dicas em prática, aumentando o
consumo de alimentos benéficos e controlando a ingestão daqueles que podem ser
prejudiciais. Seu coração agradece!

A alimentação é essencial aos organismos desde o nascimento


visto que é por meio dos alimentos que adquirimos os
nutrientes essenciais para o desenvolvimento e consequente
manutenção da vida. Ao avaliar o contexto histórico da
alimentação humana, verifica-se que é a partir da Idade
Moderna (séculos XV a XVIII) que a produção de alimentos
deixa de ser destinada apenas à subsistência e passa a ter fins
comerciais (pode ser atribuído ao desenvolvimento tecnológico
a modificação da alimentação da população, sendo que
alimentos novos, mais saborosos e atraentes foram sendo
incorporados ao cardápio com o passar dos anos. No entanto,
esses novos produtos têm se mostrado de baixa qualidade
nutricional.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), uma má


subsistência está associada ao desenvolvimento de alguns
tipos de câncer, o que mostra que os alimentos são capazes
tanto de proteger o organismo quanto de aumentar o risco do
surgimento da doença

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (2012), os


alimentos que fazem parte de uma dieta saudável são
“alimentos naturais”, aqueles que pertencem aos grupos
alimentares sem adição de adoçantes, açúcar, sal ou gordura,
como as frutas, legumes, grãos integrais, laticínios sem gordura
ou com baixo teor de gordura, peixes, carnes, aves, ovos,
frutas secas, sementes e favas.
Subtópicos: exames, diagnósticos, sintomas, possíveis
complicações dessas doenças, tratamentos, etc.

Calcular IMC dos visitantes


De acordo com o IBGE, em uma pesquisa realizada em 2014,
60% dos brasileiros estão com sobrepeso ou obesidade e
cerca de 82 milhões de pessoas apresentaram o IMC igual ou
maior do que 25 (sobrepeso ou obesidade). Segundo o Portal
da Saúde (SUS), em um artigo também publicado em 2014, a
obesidade é considerada uma epidemiologia relevante e
doença crônica, estas que, após surgirem, geralmente duram
até ao fim da vida.
A obesidade é caracterizada como o acúmulo excessivo de
gordura corporal, o que causa prejuízos à saúde do indivíduo.
É importante compreender que nem todo aumento de peso
está relacionado com a obesidade, como exemplo pode ser
citado os casos de muitos atletas que são pesados devido ao
acúmulo de massa muscular e não adiposa.

OBESIDADE
A obesidade é caracterizada como o acúmulo excessivo de
gordura corporal, o que causa prejuízos à saúde do indivíduo.

O parâmetro atualmente utilizado para classificar e diagnosticar


a obesidade é um Cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC)
que utiliza a seguinte fórmula: IMC = Peso atual (kg) / altura2
(m2). O uso do IMC é recomendado para adultos pelo fato de
que as crianças passam por rápidas alterações corpóreas
devido ao crescimento, assim, para avaliar o IMC nesta faixa
etária utilizam-se outros métodos de avaliação da composição
corporal.

É importante destacar que a capacidade de transformar


calorias em gordura é diferente entre as pessoas, o que explica
porque duas pessoas com mesmo peso, mesma altura e que
possuem uma alimentação igual podem converter gorduras
com maior ou menor eficiência, sendo que a primeira tenderia a
ser gorda. Além disso, as pessoas se diferem na habilidade de
queimar gorduras, pois a queima de calorias do nosso
organismo pode ser proveniente de diferentes fontes, gorduras
do tecido adiposo, das proteínas dos músculos e do glicogênio
do fígado, etc.

A obesidade pode ser decorrente também de (1) doenças de


origem hormonal; (2) baixa atividade física; (3) má alimentação,
na qual a pessoa não possui horários fixos para se alimentar,
“beliscando” a toda hora, o que promove a perda de controle da
quantidade que come alimentando-se além do necessário; (3)
exagero no consumo de alimentos gordurosos: frituras, doces,
manteigas, óleos, chocolates, etc.; (4) influência genética; (5)
longos períodos em jejum, pois quando a pessoa for se
alimentar o apetite será maior e ela comerá mais; (6)
envelhecimento associado ao declínio da taxa metabólica,
redução de atividades físicas e aumento da ingestão de
alimentos; (7) problemas psicológicos, como estresse,
ansiedade e depressão; entre outros.

DIABETES
“o Diabetes Mellitus (DM) é uma doença crônica, grave, de
evolução lenta e progressiva, que acomete milhares de
pessoas em todo mundo, necessitando de tratamento intensivo
e orientação médica adequada”.

Na Diabetes Tipo 1, a produção de insulina do pâncreas é


insuficiente já que as células sofrem destruição autoimune,
eventualmente podendo chegar a um estágio de deficiência
absoluta de insulina, sendo necessária sua administração para
prevenir cetoacidose, coma ou morte (BRASIL, 2006). A
insulina é o hormônio anabólico mais conhecido, essencial para
a manutenção da homeostase de glicose e do crescimento e
diferenciação celular. É secretado pelas células b das ilhotas
pancreáticas em resposta ao aumento dos níveis circulantes de
glicose e aminoácidos após as refeições, sendo que “também
estimula a lipogênese no fígado e nos adipócitos, bem como
aumenta a síntese e inibe a degradação proteica“

A Diabetes tipo 2 é, por sua vez, caracterizada como uma


deficiência relativa de insulina. Assim, a administração de
insulina nesse caso tem como objetivo controlar um quadro
hiperglicêmico e não evitar a cetoacidose (BRASIL, 2006).
Pode variar entre a resistência insulínica e um defeito na
secreção de insulina, em que outros tipos específicos podem
ser decorrentes de defeitos genéticos e de doenças, induzidos
por fármacos e agentes químicos e diabetes gestacional,
hiperglicemia detectada na gravidez (GUIMARÃES;
KAYANAGUI, 2002). Segundo Guimarães e Takayanagui
(2002), o tratamento em ambos os casos visam o controle
glicêmico que se consiste, primordialmente, por uma dieta
específica, incluindo a prática de atividades físicas e o uso
adequado da medicação (antidiabéticos orais e/ou insulina).