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A velhinha e a cabaça

Era uma vez uma velhinha que vivia sozinha numa pequena casa junto a um bosque onde ela
gostava muito de passear.
Um dia quando ia para o casamento da sua filha teve que atravessar todo o bosque a pé.
Ia ela a apreciar o passeio quando encontrou uma raposa, que lhe disse:
– Vou-te comer velhinha
– Não faças isso agora – respondeu a velhinha – é que eu vou ao casamento da minha filha,
quando voltar venho mais gordinha.
E a raposa deixou-a continuar o seu caminho.
Um pouco mais à frente encontrou um grande lobo.
– Não passas aqui sem que eu te coma – disse o lobo.
A velhinha respondeu:
– Agora não, eu vou ao casamento da minha filha e vou voltar mais gordinha.
E o lobo também a deixou ir embora.
No casamento da filha a velhinha divertiu-se muito e comeu muito também.
Quando já estava para ir embora e voltar para casa, lembrou-se do lobo e da raposa que estavam
à espera dela. Então contou a história à filha e ficaram as duas a pensar numa forma para a
velhinha voltar para casa sem ser vista.
Foram então à procura de alguma coisa onde a velhinha se pudesse esconder, experimentaram
vários objectos, panelas, barris, e então encontraram uma grande cabaça onde ela cabia e
conseguia espreitar para poder ver.
No caminho de volta para casa a velhinha ia rodando a cabaça.
Quando passou pelo lobo eu perguntou:
– Viste por ai uma velhinha?
– Nem velhinha nem velhão, roda cabacinha, roda cabação – respondeu-lhe a velhinha.
E continuo o seu caminho escondida dentro da cabaça.
Já ia um pouco mais descansada por ter conseguido enganar o lobo, quando a raposa se pôs no
seu caminho.
– Viste por ai uma velhinha? – perguntou-lhe a raposa.
A velhinha respondeu:
– Nem velhinha nem velhão, roda cabacinha, roda cabação
Pouco depois chegou a casa em segurança, bateu com a cabaça numa grande pedra que estava
perto da porta e saiu de lá de dentro.
A velhinha continuo a dar os seus passeios, mas noutro sítio do bosque para não se cruzar
novamente com o lobo e a raposa e eles ainda hoje continuam à espera que a velhinha volte do
casamento da filha.
A Ilha dos sentimentos
Autor: Reinilson Câmara

enviada por: Sammy (obrigado)

Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e
todos os outros sentimentos. Por fim o amor. Mas, um dia, foi avisado aos moradores que aquela
ilha iria afundar. Todos os sentimentos apressaram-se para sair da ilha.

Pegaram seus barcos e partiram. Mas o amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha,
antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase se afogando, o Amor começou a pedir
ajuda. Nesse momento estava passando a Riqueza, em um lindo barco. O Amor disse:

- Riqueza, leve-me com você.


- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para você.

Ele pediu ajuda a Vaidade, que também vinha passando.

- Vaidade, por favor, me ajude.


- Não posso te ajudar, Amor, você esta todo molhado e poderia estragar meu barco novo.

Então, o amor pediu ajuda a Tristeza.

- Tristeza, leve-me com você.


- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.

Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:

- Vem Amor, eu levo você!

Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que esqueceu-se de perguntar o nome do velhinho.
Chegando do outro lado da praia, ele perguntou a Sabedoria.

- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?

A Sabedoria respondeu:

- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."
Era uma vez um homem que vivia do comércio. O homem andava de um lado para o outro a
vender os seus produtos.
Naquele dia, ele não vendeu nada e voltou para casa. No caminho de volta, ele olhou para o
horizonte e viu uma estrela muito brilhante e grande. chegou a casa e sentiu uma irresistível
vontade de seguir a estrela. Despediu-se da família e começou a sua caminhada atras da estrela.
Levava pão, agua, vinho, uns bolos e dinheiro para o que fosse preciso.
No caminho que seguiu, passou por uma cidade e lá comprou um jumento para carregar as suas
coisas. Estava muito cansado.
Passado um pouco, viu um homem rico à sua frente e este disse-lhe:
- Já te vi aqui! Não es comerciante?
- Sou - respondeu o homem que seguia a estrela - Mas agora não tenho nada para vender.
- Não tens ao menos um pão? a minha criada hoje faltou e não temos pão em casa.
- Tenho aqui um pouco - disse o comerciante - Serve?
- Serve, sim. Toma lá esta bolsa - disse o homem rico, atirando uma bolsa para a beira do
comerciante - Obrigado.
- Obrigado, eu - disse o comerciante.
O homem rico lá foi para casa e o comerciante abriu a bolsa e viu que estava cheia de dinheiro.
Mas, no deserto, o comerciante foi assaltado e só ficou com o jumento e alguns viveres.
Passados alguns dias, chegou a Belém. Continuou a seguir a estrela e viu uma gruta com um
menino numa manjedoura e cinco pessoas: os três Reis Magos, Nossa Senhora e S. José.
Os Reis tinham chegado havia pouco tempo e o comerciante, como não tinha mais nada para
oferecer deu o jumento e pareceu-lhe que o Menino sorriu.
Quando os Reis Magos ofereceram oiro, mirra e incenso, já não lhe pareceu ver o Menino a
sorrir. E então chegou a uma conclusão:
O dinheiro não traz felicidade.

O comerciante voltou para casa e sentiu-se feliz.


Era uma vez, numa aldeiazinha perto de Bruxelas,
que se chamava Tervuren, um grande parque,
e no meio do parque havia um bosque gigantesco;
e nesse bosque, havia um lago escuro e tenebroso
no qual vivia um monstro, que se chamava Monsta.
Monsta tinha comido todos os monstros que viviam no lago
e todas as crianças que se aproximam à beira do lago
e por isso tinha uma barriga enorme e redonda;
era tão grande que, quando o monstro se mexia,
a arrastava pelo chão e, para mexer-se melhor,
tinha que agarrar-se aos ramos das árvores
que rodeavam o lago,
e todas estavam meio caídas
e quase à altura da água.
Monsta, o monstro,
estava faminto, tinha fome;
já não havia nada para comer;
tinha comido todos os monstros,
e as crianças já não se aproximavam
da margem do lago porque tinham medo.
Até que um dia, perto do lago, havia um grupo
de crianças jogando futebol e um menino pequenino deu um
pontapé na bola que foi parar perto de uma esquina do lago.
Monsta, que cada dia tinha mais fome,
viu essa coisa redonda, perto da esquina do lago,
e pensou: podia comê-la.
Assim, foi até à esquina,
arrastando a sua barriga
e agarrando-se aos ramos das árvores
e, de uma vez, engoliu a bola.
Então, os monstros e as crianças
que estavam dentro da barriga,
começaram a jogar um jogo de futebol entre eles,
e um monstro deu um pontapé à bola que a rebentou.
Todo o ar da bola saiu fora e a barriga começou a inchar
e inchar até que também explodiu.
Então todos os monstros saíram for a da barriga
e todas as crianças foram correndo para suas casas
dizer aos seus papás já estamos aqui
e a contar-lhes tudo o que se tinha passado.
A barriga de Monsta já não estava grande e redonda
e já não tocava no chão e ele estava magro.
Podia caminhar sem agarrar-se aos ramos das árvores
e, para além disso, tinha amigos.
Havia mais monstros no lago e podia brincar com eles.
Então Monsta pensou:
Já não vou a comer mais monstros nem mais crianças.
E desde esse momento,
Monsta só comia frutas das árvores que havia perto do lago.
E quando as crianças se aproximavam da margem do lago,
Monsta levava-os a dar um passeio pelo lago
na sua enorme cauda.
E todos foram felizes para sempre,
comeram as frutas das árvores
e vitória, vitória, acabou-se a história.