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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI

CAMPUS ALTO PARAOPEBA

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA


Cromatografia

Caio César

Fernanda Vaz Moreira

Jeciara Costa

Mariana Tinoco

Relatório apresentado ao curso de


Engenharia de Bioprocessos na
disciplina de Química Orgânica
experimental do Prof. José Luiz

Ouro Branco - MG

Abril/2016
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO……………………………………………………………….....………………..2

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA…………………………………………………………….......3

3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL………………………………………………..………..….4

3.1 Aparato experimental……………………………………………………………...…………..…4

3.2 Procedimento experimental cromatrografia em giz…………………………..………………….4

3.3 Procedimento experimental cromatrografia em papel…………………………………………...5

4RESULTADOS E DISCUSSÃO……………………………………………………..………..…....6

5CONCLUSÃO……………………………………………………………………….………..…….7

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS………………………………………….…....……….…....8

7 ANEXO QUESTÕES……………………………………………………………………….…..….9
1 INTRODUÇÃO

A cromatografia é usada para a identificação de substâncias e separação delas. Para tal utilidade,
geralmente utiliza-se um material poroso como um pedaço de filtro com uma pequena amostra da
substância de interesse e ainda utiliza-se um líquido ou gás que dissolverá a amosta ajudando na
separação da mistura. No caso do experimento discorrido abaixo, os solventes utilizados foram água
e etano, os quais reagiram através de ligações intramoleculares com as tintas das canetas
esferográficas revelando as cores secundárias que as compõe.
Esse tio de experimento começou em 18837com o botânico Milrhaih Semenoreich usando uma
coluna de carbonato de cálcio para separar pigmentos de folhas de plantas. Em 1977, Archer John
Portes e Richard Lourence ganharam o prêmio Nobel pela invenção da cromatografia.
Existem diversos tipos de cromatografia: adsorção baseada em atrações eletrostáticas, coluna
realiza em tubos e papel.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

Um dos problemas que continuamente desafiam os bioquímicos é a separação e a purificação de


um ou mais compostos de uma mistura complexa. Cromatografia é um processo físico de separação,
no qual os componentes a serem separados distribuem-se em duas fases: fase estacionária e fase
móvel. A fase estacionária pode ser um sólido ou um líquido disposto sobre um suporte sólido com
grande área superficial. A fase móvel, que pode ser gasosa, líquida ou ainda um fluido supercrítico,
passa sobre a fase estacionária, arrastando consigo os diversos componentes da mistura. (PERES, T.
B., 2002)
A cromatografia foi introduzida por um pesquisador russo, Michael Tswett, em 1906, quando ele
separou clorofila de uma mistura de pigmentos de planta. Ele colocou uma pequena quantidade de
amostra no topo de uma coluna de vidro cheia de carbonato de cálcio em pó, e então lavou a
amostra com éter de petróleo. Conforme a amostra descia pela coluna, apareciam bandas separadas
e de cores distintas. Daí vem o nome da técnica, pois, em grego, “cromo” significa “cor” e “grafia”
significa “escrita”, o que quer dizer “escrevendo em cores”. Porém a cor foi característica nesse
caso, mas em outros tipos de cromatografia pode existir separação dos componentes da amostra sem
nenhum aparecimento de cor. (HELOISA CECCHI, 2009).
Existem quatro tipos principais de cromatografia: cromatografia em papel, cromatografia de
camada fina, cromatografia gasosa e cromatografia líquida de alta eficiência. (PERES, T. B., 2002)
A cromatografia em giz pode ser classificada como cromatografia líquido- sólido ou de adsorção.
O giz representa a fase estacionária, enquanto o álcool a fase móvel.
A cromatografia em papel é uma das técnicas mais simples e que requer menos instrumentos para
realização, porém é a que apresenta as maiores restrições para aplicação em termos analíticos.
(COLLINS, C. H., 1997).
Essa é uma técnica de partição que utiliza dois líquidos (líquido-líquido) sendo um fixado em um
suporte sólido (papel de filtro). Útil em separação de compostos polares. Encontra-se bastante
difundida devido à sua facilidade experimental e ao seu baixo custo. (STROBEL, 1973)
Está baseada nas diferentes solubilidades relativas dos componentes da amostra na fase móvel
(líquida) e na fase estacionária (líquida). Os componentes menos solúveis na fase estacionária têm
uma movimentação mais rápida ao longo do papel, enquanto os mais solúveis serão seletivamente
retidos, tendo uma movimentação mais lenta.
Esta técnica cromatográfica é assim chamada porque utiliza para a separação e identificação das
substâncias ou componentes da mistura a migração diferencial sobre a superfície de uma tira de
papel filtro de qualidade especial. (HELOISA CECCHI, 2009).
3 METODOLOGIA EXPERIMENTAL

3.1 Aparato experimental

Os equipamentos auxiliares foram: beckeres e tampa de vidro relógio. Foram usados também
água destilada, giz branco (sulfato de cálcio – CaSO4), etanol comercial e canetas hidrocor
coloridas.

3.2 Procedimento experimental cromatrografia em giz.


Parte I: Eluente água, listras pretas e vermelhas.
1. Traçou-secom caneta hidrocor listras pretas , que circundem a barra, a cerca de 1,5 cm da
base;
2. Colocou-se água destilada, até 1 cm da base de um becker;
3. O giz foi posto dentro do becker, sem que a listra pintada entrasse em contato com o eluente,
na posição vertical.
4. Cobriu-se o becker com uma tampa de vidro de relógio.
5. Marcou-se o tempo decorrido até que o eluente foi adsorvido, podende-se observar a
separação da cor inicial em outras cores, dispostas em faixas circulares no decorrer da barra
de giz;
6. Anotou-se os resultados.

Parte II: Eluente etanol, listras pretas e vermelhas.


1. Traçou-se com caneta hidrocor listras pretas, que circundem a barra, a cerca de 1,5 cm da
base;
2. Colocou-se etanol até 1 cm da base de um becker;
3. O giz foi posto dentro do becker, sem que a listra pintada entrasse em contato com o
eluente, na posição vertical.
4. Cobriu-se o becker com uma tampa de vidro de relógio.
5. Marcou-se o tempo decorrido até que o eluente é adsorvido, podendo-se observar a
separação da cor inicial em outras cores, dispostas em faixas circulares no decorrer da barra
de giz;
6. Anotou-se os resultados.
3.3 Procedimento experimental cromatrografia em papel.
Parte I: Eluente água, listras pretas e vermelhas.
1. traçou-se com caneta hidrocor listras pretas a cerca de 1,5 cm da base;
2. Colocou-se água destilada, até 1 cm da base de um becker;
3. O papel foi posto dentro do becker, na posição vertical e tampado por um vidro de relógio.
4. Observou-se a subida do líquido no papel até 3⁄4 do total, de tal forma que o solvente
atravessou o papel na horizontal.
5. Após o líquido alcançar essa altura, o papel foi retirado e exposto ao ar para secagem.
6. Marcou-se o tempo decorrido até que o eluente é adsorvido, podendo-se observar a
separação da cor inicial em outras cores, dispostas em faixas horizontais no decorrer do
papel;
7. Anotou-se os resultados.

Parte II: Eluente etanol, listras pretas e vermelhas.


1. traçou-se com caneta hidrocor listras pretas a cerca de 1,5 cm da base;
2. Colocou-se etanol, até 1 cm da base de um becker;
3. O papel foi posto dentro do becker, na posição vertical e tampado por um vidro de relógio.
4. Observou-se a subida do líquido no papel até 3⁄4 do total, de tal forma que o solvente
atravessou o papel na horizontal.
5. Após o líquido alcançar essa altura, o papel foi retirado e exposto ao ar para secagem.
6. Marcou-se o tempo decorrido até que o eluente é adsorvido, podendo-se observar a
separação da cor inicial em outras cores, dispostas em faixas horizontais no decorrer do
papel;
7. Anotou-se os resultados.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Nos experimentos realizados, podem-se constatar que compostos apolares, como o etanol, são
mais voláteis que compostos polares, como a água; o que interfere diretamente na cromatização .A
superfície de contato também efluência, visto que, a cromatização do papel é mais rápida que a do
giz. Contudo as cores primárias como vermelho separam-se menos em relação as secundárias tal
como o preto.

PROCEDIMENTOS TEMPO N° DE CORES


FORMADAS
Giz em água, listras pretas 5 minutos 4 cores

Giz em água, listras vermelhas 5 minutos 3 cores

Giz em álcool, listras pretas 5 minutos 6 cores

Giz em álcool, listras vermelhas 5 minutos 4 cores

Papel em água, listras pretas 5 minutos 6 cores

Papel em água, listras vermelhas 5 minutos 4 cores

Papel em álcool, listras pretas 5 minutos 7 cores

Papel em álcool, listras vermelhas 5 minutos 5 cores


5 CONCLUSÃO
Através desse experimento, pudemos observar uma das várias aplicações da cromatografia
atualmente. Sabendo que ela consiste em afinidade de elétrons, pudemos perceber na prática a
afinidade das cores das diversas canetas (hidrocor e esferográfica ).
Também vimos que podemos separar diversos outros compostos, isso é muito usado, por exemplo
em casos de exames anti doping, em que a cromatografia é feita com o solvente sendo um gás.
Através de resultados já conhecidos, pode-se determinar a presença de outros compostos nas
amostras fornecidas pelos atletas.
Nesse experimento em si, provamos a teoria de que algumas cores são formadas pela mistura de
diversas outros, já que elas se separaram na cromatografia.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

http://www.spq.pt/magazines/BSPQ/574/article/3000592/pdf

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-93322006000200018

http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=989&sid=3

http://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/giz-no-alcool.htm
7 ANEXO: QUESTÕES

1) As tintas hidrográficas tem mais afinidade com os solventes do que com o papel, portanto são
carregadas pelo filtro, logo, as tintas hidrográficas mostram ter mais afinidade com a água do que
com o álcool.

2) À medida que o solvente passa pelo papel a cor que contem mais afinidade com o papel filtro
tende a permanecer e as cores que têm mais afinidade com o solvente tendem a subir.

3) Sim, dependendo da porosidade do papel ocorrerão alterações no resultado.

4) A água sobe de forma mais lenta devido a formação de ligações de hidrogênio. A interação dela
com o papel e a tinta também interfere muito.

5) Sim. Porém para isso o resultado da cromatografia deveria ser comparado aos resultados prévios
com a tabela de gráficos conhecidos. Portanto, através dessas comparações poderá ser encontrado
qual o corante usado que pertencia à mistura.

7)Papel

• Vermelho água: 5/8,5 =0.588


• Vermelho etanol: 4/8,5=0,4705
• Preto água: 6.5/8,5=0,7647
• Preto etanol:6,5/8,5=0,7647

Giz

• Vermelho água: 5/7=0,7142


• Vermelho etanol:4/6,5=0,6153
• Preto água: 5/7=0,7142
• Preto etanol:5,5/7=0,7857