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1 de setembro de 2010 16:28

Desafios do próximo presidente: O xadrez contemporâneo da política


externa
Yahoo! Brasil

Por Fernanda Pompeu, especial para o Yahoo! Brasil

Espiões saindo do frio, 007s saltando de aviões em pleno ar e mundo livre versus cortina de ferro ainda têm uma
sobrevida nos roteiros de Hollywood, mas na vida real das relações internacionais são representações folclóricas.
Elas pertencem ao museu da Guerra Fria, quando as nações se dividiam em dois polos de influência e coerção.
De um lado, os Estados Unidos invadindo países em nome da democracia; do outro, a União Soviética
disparando canhões em nome do socialismo.

Com a queda do Muro de Berlim em 1989 e a dissolução da União Soviética em 1991, o capitalismo de modelo
americano e europeu virou o dono da verdade e o caminho invejado pela maioria. Mas a história seguiu
surpreendendo e produzindo eventos notáveis, como criação da União Europeia, o agigantamento da economia

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chinesa, o ataque de 11 de Setembro, a chamada guerra ao terror, a consolidação da democracia no Cone Sul, a
invenção da web 2.0, com suas redes sociais, o estremecimento das economias robustas, a eleição do presidente
negro Barack Obama. No entanto, a mudança mais significativa no cenário internacional talvez tenha sido a
entrada de novas vozes nos fóruns internacionais.

Entre essas vozes, sem margem de dúvida, está o Brasil. De país com o selo de Terceiro Mundo, eternamente
deitado em berço esplêndido, passou a país emergente; cheio de opiniões. Podemos dizer que o Brasil entrou no
clube dos interlocutores importantes.

Entre as principais ações, está a participação ativa no G20, grupo de países da América Latina, África e Ásia que
tentam fazer um contrapeso com o G8, que reúne os países mais ricos do mundo. Também marca presença no
chamado Bric (acrônimo para Brasil, Rússia, Índia e China), reunião de economias em expansão. Soma-se a isso
a reivindicação brasileira de ter assento permanente no Conselho de Segurança da ONU, seleto grupo de países
que censura ou legitima as guerras.

O Brasil também tem adensado as relações com os países da América Latina. Exemplo é sua presença marcante
no Haiti, país recheado de carências econômicas e institucionais. Para o brasileiro Ricardo Seitenfus,
representante especial da Secretaria Geral da OEA (Organização dos Estados Americanos) no Haiti, “o grande
desafio do Brasil na reconstrução do país, mesmo antes do terrível terremoto que devastou a capital Porto
Príncipe, é aumentar a qualidade das Operações de Paz da ONU, tornando-as mais complexas e mais sensíveis
aos verdadeiros problemas dos haitianos, que são o baixíssimo nível socioeconômico e a altíssima instabilidade
política”.

Mercosul
Na pegada mais comercial, o Mercosul, mercado comum criado em 1991, inspirado mais ou menos no modelo
da União Europeia, firmou-se como uma união aduaneira, tendo o Brasil como o parceiro mais potente. Mas os
opositores da política externa de Lula afirmam que o Mercosul não decolou e até estorvou.

Os críticos alegam que o governo brasileiro é fraco na defesa dos nossos interesses comerciais e vacilante em
assumir o papel de líder. Muitos esperam que o novo presidente flexibilize o Mercado do Sul, a fim de permitir
mais espaço para acordos bilaterais. Entenda-se: mais espaço para negociações diretas com os Estados Unidos.

Segundo a oposição, Lula estreita relações mais ideológicas do que comerciais com os países da região. Citam o
chamego do presidente com Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Correa (Equador), Evo Morales (Bolívia) e Raúl
Castro (Cuba). Todos esses mandatários, em menor ou maior grau, têm coloração de esquerda e uma
desconfiança tremenda da política externa americana. Basta lembrar das continuadas tensões entre os governos
venezuelano e colombiano.
Já Ricardo Seitenfus discorda de que haja ideologização na conduta do Itamaraty: “O governo Lula pratica uma
política ´ecumênica´, se relacionando tanto com a Colômbia do [ex-presidente] Álvaro Uribe quanto com a
Venezuela de Chávez”.

Há também os que acham que o Brasil está se metendo em áreas onde nunca foi chamado, como o Oriente
Médio, sem ganhar nada em troca. Não vêem como prudente nem produtivo azedar as relações com o país mais
poderoso e agressivo do mundo. É o caso do recente episódio com o Irã, no qual Lula se empenhou
pessoalmente para conseguir, junto com a Turquia, um acordo que acalmasse americanos e europeus que
suspeitam que o presidente Mahmoud Ahmadinejad esteja tramando a fabricação de uma bomba atômica. No
fim, não houve acordo nenhum e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, puxou a orelha do Itamaraty.

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Reginaldo Mattar Nasser, professor de Relações Internacionais da PUC-SP, vê diferente. Ele acredita que os
focos de tensão com os americanos fazem parte do jogo diplomático e são pontuais: “A relação entre os dois
países nunca esteve tão boa. Os Estados Unidos enxergam o Brasil como um parceiro comercial muito
importante e um mediador altamente confiável para apaziguar os ‘rebeldes’ da América Latina”.

O professor da PUC-SP também aponta que a grande diferença entre a política externa de FHC e a de Lula é que
“com FHC, a relação com os Estados Unidos era incondicional, ao passo que com Lula essa relação é sob
condições”.

Já o professor especialista em política externa José Augusto Guilhon Albuquerque, do Núcleo de Pesquisas em
Relações Internacionais da USP, acredita que “o Brasil, ao se solidarizar com ditadores que desrespeitam
flagrantemente os direitos humanos, a exemplo de Cuba e do Irã, perdeu credibilidade nos fóruns internacionais
mais importantes”.

Guilhon afirma que “caberá ao novo presidente muito trabalho para recuperar a credibilidade do país e pôr a
bola no chão”. A maior parte da mídia brasileira não viu com bons olhos a camaradagem Lula-Ahmadinejad e
ressaltou que o ditador iraniano, entre outras violências, é adepto do apedrejamento de mulheres adúlteras, como
no caso, ainda em curso, da cidadã iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani.

África
Outra aproximação interessante, e especial para os brasileiros, é com a África. Verdade que ela começou muito
antes do atual governo. Verdade também que se aprofundou no governo Lula. Hoje, existe uma forte presença de
empresas brasileiras, entre elas Petrobras, Odebrecht e Vale, no continente africano. Exemplo dessa aposta na
economia africana é a parceria estratégica entre Banco do Brasil, Bradesco e o português Banco Espírito Santo.
A holding financeira visa operar em mercados jovens e promissores. Para muitos analistas, a aproximação com a
África extrapola os interesses comerciais. Ela teria um alto significado político e cultural.

Polêmicas incluídas, seja quem for que suba a rampa do Palácio do Planalto, em janeiro de 2011, levará junto a
responsabilidade de aumentar o diálogo com as outras nações em um mundo cada vez mais complexo e
interdependente.

Além, é claro, da obrigação de preparar estádios, aeroportos, transportes públicos, segurança e a população para

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a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Dois eventos altamente midiáticos que irão expor o Brasil aos olhos
do mundo.

Acompanhe as reportagens da série 'Desafios do próximo presidente':

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4 comentaram:

marcia gomes delitsch (Denuncie)

O CAPETA E PSDB. SENHOR SERRA!!!

JA TEM INFERNO DEMAIS NESTE SENHOR E SEUS CORREGIONARIOS PARA QUE MAIS?
FALCIDADE E O QUE ESTE SERRA FAZ. BICHAS LOUCAS AS QUE ENTRAM PARA
RETRUCAR A VERDADE. MULHER FOFOQUEIRA E NORMAL, MAS HOMEM?? IMUNDICE
MESMO!! O PORCO AINDA TEM UTILIDADES VARIAS. O RESTO E MELHOR FICAR DE BOCA
CALADA SE NAO VAI ENTRAR QUANTIDADES JUMENTAIS DE BESTEIRA
DESLAVADAS.LARVAS E MAIS ALGUMA COISA. PSDB!

qua, 01 set 2010 18:03:59

RÁDIO PIÃO POR DENTRO DA POLÍTICA (Denuncie)

A QUESTÃO DA POLÍTICA DO GOVERNO BRASILIRO COM AS RELAÇÕES EXTERIORES É


QUE MESMO UM PRESIDENTE SER DA ESQUERDA, SALTOU-SE AOS OLHOS DOS BLOCOS
MAIS MODERADOS COM EUA, UE E TIGRES ASSIÁTICOS COM A SIMPATIA QUE AMBOS
TIVERAM COM O GERENCIAMENTO DA ECONOMIA E AS SUAS DISTRIBUIÇÕES PARA A
SOCIEDADE BRASILIRA. APÓS PASSAR POR UMA GRANDE CRISE, ATÉ OBAMA FALOU
QUE O LULA É O CARA. O PROBLEMA MAIOR É A POLITICA INTERNA. ENQUANTO NÃO
HOUVE A REFORMA POLÍTICA, O BRASIL NUNCA DEIXARA DE TER CORRUPÇÃO,
DELATAGEM, MASSACRES AOS HOMENS DO CAMPO, DAS POPULAÇÕES
MARGINALIZADAS NAS FAVELAS DAS GRANDES CIDADES E DESENVOLVIMENTO
SOCIAL. POSSA ESTAR LÁ QUE FOR, NÃO DEIXARA DE PROVAR O GOSTINHO QUE É
GOVERNAR COM UMA POLÍTICA QUE AINDA PASSA PELAS SESMARIAS E PELAS
GRANDES CONCENTRAÇÕES DE MONOPÓLIOS. DES DA ABERTURA ATÉ AGORA, A ÚNICA
TENTATIVA DE FAZER ESSA REFORMA POLÍTICA POSSOU PELA BANCADAS DO PT, MAS
FOI BARRADA QUANDO ESSE SE VIU AMARANHADO DENTROS DOS INÚMEROS
MENSALÕES QUE VEM DES DA ÉRA DO FHC. ESPERA-SE QUE COM O FUTURO
PRESIDENTE, HÁ UMA ESPERANÇA DA CONCRETIZAÇÃO DESSA REFORMA. OBS: ATÉ
AGORA NOS DEBATES PRESIDENCIAIS, SÓ OUVI A DILMA FALAR SOBRE REFORMA
POLÍTICA.

qua, 01 set 2010 17:09:33

tucanos não são vagabundos (Denuncie)

Como voceis petistas que ficam na rede igual mulher fofoqueira e bicha louca fazendo comentários
rídiculos que voceis inventam da vida dos outros.Imundice....

qua, 01 set 2010 16:58:27

O CAPETA É MAIS AMIGO DO POVO! (Denuncie)

QUE O PT! SABEM POR QUE? POR QUE O CAPETA NÃO É FALSO!!! O PT É TRAIDOR E
FALSO!!!

qua, 01 set 2010 16:52:18

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Guia do eleitor

Qual a diferença entre voto em branco e voto nulo?

Ainda há muita confusão em relação a essas opções em frente à urna, porém nenhum deles conta na hora de
fazer a soma total de votos.

O que são crimes eleitorais?

Eles não atingem apenas candidatos, mas também eleitores e resultam em pagamento de multas e até detenção.

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