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QUÍMICA Na garrafa de água mineral gasosa fechada temos o equilíbrio.

CO2 (g) Æ
 CO2 (aq)
Resposta: B
LIVRO 2
11) No momento em que o tecido contendo o composto não
volátil foi colocado em uma sala fechada com ar saturado de
Físico-Química
vapor d’água, inicia-se a reação com formação do aldeído
Capítulo 3 – Equilíbrio Químico I volátil.
A concentração desse aldeído irá aumentar até ser atingido o
equilíbrio e a partir daí permanece constante.
5) a) etanoato de etila
O

(notação de bastão)
O
b) Pelo gráfico o número total de mols inicial (1,0 mol) dos
reagentes vai diminuindo e o número total de mols do
produto vai aumentando até não mais mudar (foi atingido
o equilíbrio). Isso acontece após 4 minutos. Nesse equilí-
brio o número total de mols dos produtos vale 0,65 mol.

6) Atingido o equilíbrio a reação de formação do dímero e a


Resposta: A
reação de decomposição do dímero continuam ocorrendo com
velocidades iguais.
12) No instante inicial observa-se no desenho a presença de dois
Resposta: E
tipos de moléculas diatômicas (H2 e Cl2). No instante t = 60s
observa-se no segundo desenho a presença de três tipos de
7) Num equilíbrio químico as reações direta e inversa continuam
moléculas diatômicas (H2, Cl2 e HCl).
ocorrendo com velocidades iguais. As características do
sistema em equilíbrio não mais se alteram e as concentrações
A reação ocorrida foi:
de reagentes e produtos permanecem constantes, não neces-
H2 (g) + Cl2 (g) Æ
 2 HCl (g), prosegue até atingir o equilíbrio.
sariamente iguais.
Resposta: E H2 (g) + Cl2 (g) Æ 2 HCl (g)

8) O equilíbrio é atingido quando as velocidades das reações início 8 3 0
direta e inversa se igualam (instante t4).
Resposta: D equilíbrio 6 1 4

Resposta: E
9)

13) A reação que ocorre pode ser representada pela equação


abaixo.
PCl5 (g) Æ
 PCl3 (g) + Cl2 (g)
1 mol 1 mol 1 mol
t1 10 mol 0 0
t2 6 mol 4 mol 4 mol
t3 4 mol 6 mol 6 mol
t4 4 mol 6 mol 6 mol

O número de mols de PCl5 vai diminuindo de 10 mol até 4 mol


N2O4 (g) vai diminuindo e NO2 (g) vai aumentando na pro-
(foi atingido o equilíbrio) e o número de mols de PCl3 e de Cl2
porção de 1 para 2
vão aumentando de 0 até 6 mol.
N2O4 (g) Æ
 2 NO2 (g) Cada mol de PCl5 (g) que se decompõe, produz 2 mol de gases
1mol 2 mol
produtos (Cl2 (g) e PCl3 (g)); fazendo com que a pressão total
Se no equilíbrio predomina N2O4 (g), então sua concentração
dos gases presentes no sistema aumente até ser atingido o
será maior que a do NO2 (g).
equilíbrio.
Nesse instante (t3) as velocidades das reações direta e inversa
10) Um equilíbrio é atingido num sistema fechado quando as
são iguais.
reações direta e inversa passam a ocorrer com velocidades
Resposta: A
iguais e as concentrações de reagentes e produtos não mais
se alteram.

– 39
2– 2– 29) Em meio homogêneo, a constante de equilíbrio envolve todas
14) S2O8 + 2I– Æ 2 SO4 + I2
as substâncias presentes.
1 mol 2mol
2– H2 (g) + Br2 (g) Æ
 2HBr (g)
Como no início as concentrações de S2O8 e de I– estão em
proporção estequiométrica de 1 : 2, essas concentrações irão [HBr]2
Kc = –––––––––––
diminuir também nessa proporção de 1 : 2 até ser atingido o [H2] . [Br2]
equilíbrio.
Resposta: D
Exemplo:
2– 30) A constante de equilíbrio Kp so envolve as pressões das
S2O8 + 2I– Æ …………
substâncias gasosas presentes no equilíbrio.
t=0 5 10 Kp = pH2O . pCO2
t1 4 8 Resposta: D
t2 3 6
31) Quando um sistema atinge o equilíbrio as concentrações de
t3 2 4 todas as substâncias não mais se alteram e consequente-
t4 1,5 3 [produtos]
mente a relação –––––––––––– se torna constante (Kc).
t5 1 2  equilíbrio [reagentes]
t6 1 2 No sistema: 2 SO2 (g) + O2 (g) Æ
 2 SO3 (g), a em equilíbrio.
Resposta: B [SO3]2
Constante de equilíbrio é expressa por –––––––––––– , não irá mais
[SO2]2 . [O2]
15) Equilíbrio homogêneo apresenta uma única fase para todas ocorrer alteração de pressão e cessará a variação de volume a
as substâncias presentes nesse sistema. Exemplos: equilíbrios pressão constante.
onde só participam gases, equilíbrios em solução aquosa, etc. Resposta: D
N O (g) Æ
2 4  2NO (g) 2
32) A ponto A corresponde ao início do processo em que as
CH3COOH (aq) + H2O (l) Æ – +
 CH3COO (aq) + H3O (aq) concentrações dos reagentes irão diminuir até ser atingido o
A presença de substâncias gasosas, líquidas e ou sólidas no
equilíbrio onde permanecerão inalterados no decorrer do
mesmo sistema caracterizam equilíbrios heterogêneos.
tempo. (pontos B, C, D, etc…)
Resposta: D
A constante de equilíbrio pode ser maior, menor ou igual a 1,
dependendo da temperatura e de cada reação.
16) Nesse exercício você encontra uma boa revisão dos conceitos
No equilíbrio as velocidades das reações direta e inversa são
de equilíbrio pois todas as afirmações estão corretas.
iguais.
Corretas: 0 e 1
17) Meia vida é definida como sendo o tempo necessário para
metade da amostra inicial ser consumida. 33) Catalisadores são substâncias que aumentam a velocidade
O ponto A do gráfico representa exatamente essa situação em das reações diminuindo a energia de ativação. Eles não são
que após 10 segundos, metade da concentração de SO2 (g) consumidos durante a reação, não alteram a entalpia dos
(iniciou com 10 mol/L e atingiu 5 mol/L) foi consumida. reagentes e dos produtos e a variação de entalpia da reação.
O equilíbrio ainda não foi atingido nesse ponto A e só será A expressão da constante de equilíbrio para a reação citada é:
atingido quando as concentrações de SO2 (g) e SO3 (g) não 1
––
mudarem mais (após 50 segundos). [N2] 2 . [CO2]
Kc = –––––––––––
Resposta: D [NO] . [CO]

Estão corretos os itens: 02, 04 e 08.


27) 2H2O (g) Æ
 2H2 (g) + O2 (g)
As constantes de equilíbrio podem relacionar as concentra - 34) Nos equilíbrios heterogêneos, substâncias no estado sólido
ções em quantidades de matérias (Kc), as pressões (Kp), as fra- não participam da expressão da constante de equilíbrio.
ções em mols (Kx) entre as substâncias presentes no equilíbrio. 3Fe (s) + 4 H2O (g) Æ
 Fe3 O4 (s) + 4 H2 (g)
[H2]2 . [O2]
Exemplo: Kc = ––––––––––– [H2]2
[H2O]2 Kc = ––––––––
[H2O]4
Resposta: C
Resposta: D
[CO2] . [NO] pCO . pNO
2
28) I) Kc = –––––––––––– ; Kp = ––––––––––––
[CO] . [NO2] pCO . pNO 35) 0 – Correta Catalisador fornece um novo mecanismo para a
2
reação com uma energia de ativação menor.
II) Kc = [N2O] . [H2O]2 ; Kp = pNO . (pH2O)2 1 – Correta No início da reação a concentração dos reagen-
2

[CO]2 [pCO]2 tes é máxima e consequentemente teremos uma


III) Kc = –––––– ; Kp = –––––– velocidade inicial máxima para a reação direta.
[CO2] pCO
2
Com o passar do tempo a concentração dos
Obs.: substâncias no estado sólido não participam com suas reagentes irá diminuir e a velocidade da reação
concentrações ou pressões nas constantes de equilíbrio. direta também diminuirá até atingir o equilíbrio.

40 –
2 – Falsa A velocidade da reação é diretamente propor-
0,30 . (0,80)3
cional a concentração dos reagentes. A cons- 5,67 = ––––––––––––––
0,40 . [H2O]
tante de velocidade só será alterada se mudar-
mos as condições em que a reação ocorre (como [H2O] = 0,068 mol/L
por exemplo a temperatura).
v1 39) N2 (g) + O2 (g) Æ
 2 NO (g)
3 – Correta aA + bB  Æ cC + dD
v2 (pNO)2
Kp = –––––––––––
v1 = k1 [ A ]a . [ B ]b pN2 . pO2
v2 = k2 [ C ]c . [ D ]d
(0,1)2
No equilíbrio V1 = V2 Kp = –––––––––– = 5
0,2 . 0,01
k1 [ A ]a . [ B ]b = k2 [ C ]c . [ D ]d
Resposta: C
k1 [ C ]c . [ D ]d
–––– = –––––––––––– = Kc
k2 [ A ]a . [ B ]b 40) Dado o equilíbrio:
2 O3 (g) Æ
 3 O2 (g)
k1
 Kc = ––––
k2 [O2]3
Kc = –––––– = 1055 (25°C)
4 – Falsa Quanto maior a energia de ativação, menor será [O3]2
a velocidade da reação e portanto menor a I – Falsa A constante de equilíbrio depende da temperatura.
constante de velocidade da reação. II – Falsa No equilíbrio
–Ea
–––– [O2]3
k = A . e RT –––––– = 1055
[O3]2
36) A+ + B– Æ AB v1 = k1 [A+] . [B–] [O2]3 = 1055 [O3]2
k1 = 1 ⫻ 1013 III – Correta Como constante de equilíbrio é muito grande
AB Æ A+ + B– v2 = k2 [ AB ] (1055), o equilíbrio está deslocado no sentido de
k2 = 2 ⫻ 10–7 formação de produtos (O2).
Quando a reação A+ + B– Æ
 AB atinge o equilíbrio temos: Resposta: C
[AB] k1 1 ⫻ 1013
Kc = –––––––––– = –––– = –––––––––– = 5 ⫻ 1019 41) C(grafita) + CO2 (g) Æ
 2 CO (g)
[A+] . [B–] k2 2 ⫻ 10–7
(pCO)2
Resposta: E Kp = ––––––
pCO
2

v1 (1,50)2
ææÆ B
37) a) A ææ Kp = –––––– = 1,80
v2 1,25
v1 = k1 [A]; v2 = k2 [B]
Quando o equilíbrio é atingido v1 = v2 42) A pressão total dos gases no equilíbrio é igual a soma das
k1 [A] = k2 [B] pressões parciais de cada gás.
P = p SO2 + p O2 + p SO3
k1 [B]
–––– = –––– A fração em mol de um gás é a relação entre o número de
k2 [A] mols do gás e o número de mols total da mistura
k1 nSO
A relação –––– é uma constante quando o equilíbrio é xSO = ––––––––
2
2
k2 ntotal
atingido e será chamada de constante de equilíbrio Kc. nO
xO = –––––––
2
[B] 2
ntotal
Kc = ––––
[A] nSO
[B] k1 xSO = ––––––––
3

b) Como Kc = –––– = –––– e k2 = 10k1 temos: 3


ntotal
[A] k2
k1 A pressão parcial de cada gás é igual a fração em mol da
Kc = ––––– = 0,1 pressão total dos gases na mistura.
10 k1
PSO = xSO . P
2 2

PO = xO . P
2 2
38) CH4 (g) + H2O (g) Æ
 CO (g) + 3H2 (g) PSO = xSO . P
3 3

[CO] . [H2]3 2SO2 + O2 Æ


 2SO3
Kc = ––––––––––––––– (pSO3)
[CH4] . [H2O] Kp = –––––––––––––
(pSO2)2 . pO2

– 41
48) a) Vamos construir a tabela:
(xSO . P)2
Kp = –––––––––––––
3
isômero A Æ isômero B
(pSO )2 . pO 
2 2 11,6 . 10–3
t=0 0
(xSO . P)2 mol . L–1
Kp = –––––––––––––––
3
reagiu 0,3 . 10–3 mol L–1
(xSO . P)2 . xO . P 11,3 . 10–3 0,3 . 10–3
t = 100 de A e forma 0,3 . 10–3
2 2
mol . L–1 mol . L–1
mol L–1 de B
x2SO . P2
Kp = ––––––––––––––––
3 11,0 . 10–3 0,6 . 10–3
t = 200
x2SO . xO . P2 . P mol . L–1 mol . L–1
2 2

10,5 . 10–3 1,1 . 10–3


x2SO 1 t = 500
Kp = –––––––––– . –––
3 mol . L–1 mol . L–1
2
x SO . xO P
2 2 10,2 . 10–3 1,4 . 10–3
1 t = 1000
mol . L–1 mol . L–1
4,0 . 104 = 6,0 . 104 . –––
P 10,0 . 10–3 1,6 . 10–3 foi atingido
t = 2000
mol . L–1 mol . L–1 o equilíbrio
6,0 . 104
P = ––––––––– = 1,5 10,0 . 10–3 1,6 . 10–3
4,0 . 104 t = 2500
mol . L–1 mol . L–1
Resposta: A 10,0 . 10–3 1,6 . 10–3
t = 3000
mol . L–1 mol . L–1

Tabela Pedida:
43) A constante de equilíbrio de uma reação só depende da
temperatura. Tempo 0 100 200 500 1000 2000 2500 3000
Resposta: B
[A]/10–3 mol . L–1 11,6 11,3 11,0 10,5 10,2 10,0 10,0 10,0
44) Quanto maior o valor numérico de constante de equilíbrio,
[B]/10–3 mol . L–1 0 0,3 0,6 1,1 1,4 1,6 1,6 1,6
maior a concentração de produtos nesse equilíbrio.
Na temperatura T4, temos o maior valor de K (81). [isômero B]
Resposta: D b) Kc = –––––––––––
[isômero A]
1,6 . 10–3 mol . L–1
45) A + B = C + D Kc = ––––––––––––––––––––
[C] . [D] 10,0 . 10–3 mol . L–1
K = ––––––––– Kc = 0,16
[A] . [B]

Se as concentrações iniciais de A e B são iguais, as concen- 49) A dissociação térmica do PCl5 pode ser expressa por:
trações dessas substâncias no equilíbrio também serão iguais
PCl5 (g) Æ
 PCl3 (g) + Cl2 (g)
pois reagem na proporção de 1 : 1.
Se as concentrações das quatro substâncias no equilíbrio são equilíbrio 0,21 mol 0,32 mol 0,32 mol
iguais temos:
n
x.x [ ] = –––– = (mol/L)
K = –––––– = 1 V
x.x
A temperatura será T3. [PCl3] . [Cl2]
Kc = –––––––––––––– = (mol/L)
Resposta: C
[PCl5]

46) H2 (g) + I2 (g) Æ 0,32 0,32


 2HI (g) Kc = 50 a 500°C ––––– –––––
I. Verdadeira – Se 1 mol de H2 reagisse com 1 mol de I2 e obti - 12 12
Kc = ––––––––––––––––
véssemos 2 mols de HI, o rendimento da reação seria de 0,21
–––––
100% e não haveria equilíbrio. (não estaria ocorrendo a 12
reação inversa). Kc = 0,041
II. Falso – Todas as substâncias encontram-se no estado Resposta: D
gasoso o que caracteriza um equilíbrio homogêneo.
III. Verdadeiro – Como a reação é reversível e existe um 50) N2(g) + O2 (g) Æ 2NO (g)
equilíbrio a 50°C, não existe HI puro nessa temperatura. (PNO)2
Parte dessa substância se decompõe um H2 e I2. Kp = ––––––––––
Resposta: E N2 . PO2
(1)2
Kp = ––––––––
47) 2X(solv) Æ
 X2(solv) (reação de dimerizacão) 0,8 . 2
[x2]
Kc = ––––– Kp = 0,625
[x]2 Resposta: E

42 –
51) 2 H2 (g) + S2 (g) Æ
 2 H2S (g) pN2O4
Kp = –––––––––
pH = xH . P
2 2 (pNO2)2
1
pH = ––– . 15 atm 1
2 6 Kp = ––––– = 1
(1)2
pH = 2,5 atm
2
Resposta: C
pS = xS . P
2 2
1 56) a) Massa molecular aparente é a média ponderada das mas -
pS = ––– . 15 atm sas moleculares de cada substância presente na mistura.
2 3
No equilíbrio as porcentagens de NO2 (g) e N2O4 (g) em
pS = 5 atm
2 volume serão respectivamente x% e (100 – x)%.
pH = xH MMNO = 14 u + 2x 16 u = 46 u
2
S S.
2
P 2
MMN2O4 = 2x 14 u + 4x 16u = 92 u
1
pH S = ––– . 15 atm Cálculo das porcentagens em volume pela massa mole-
2 2
cular aparente:
pH = 7,5 atm
2
S x . MMNO + (100 – x) . MMN2O4
––––––––––––––––––––––––––––––– = 82,8 u
2
(pH S)2
Kp = ––––––––––––
2 100
(pH )2 . pS
2 2 x . 46 u + (100 – x) . 92 u
–––––––––––––––––––––––––– = 82,8 u
(7,5)2 100
Kp = –––––––––
(2,5)2 . 5 46x + 9200 – 92x = 8280
46x = 920
Kp = 1,8
x = 20%
Resposta: E A porcentagem em volume de NO2 será de 20% e portanto
a porcentagem em volume de N2O4 será de 80%.
52) I2(g) + Br2(g) Æ
 2IBr (g) b) 2NO2 (g) Æ
 N2O4 (g)
[ IBr ]2 Cálculo das pressões parciais de cada gás no equilíbrio.
Kc = –––––––––––– pNO2 = xNO2 . P
[ I2 ] . [ Br2 ]
pNO2 = 20% de 2 atm
No equilíbrio temos:
pNO2 = 0,4 atm
[ IBr ] = 8 mol/L; [ I2 ] = 2 mol/L; [ Br2 ] = 1 mol/L
pN2O4 = xN2O4 . P
(8)2
Kc = –––––– = 32 pN2O4 = 80% de 2 atm
2.1
pN2O4 = 1,6 atm
Resposta: D
pN2O4
Kp = ––––––––
53) No equilíbrio (pNO2)2
[ B ] = 6 mol/L
1,6
6 mol de B ––––––––– 1L Kp = –––––––
x ––––––––– 10L (0,4)2
x = 60 mol de B Kp = 10
Resposta: B
57) a) No sistema temos 30% de CO2, 20% de O2 e portanto os
54) Provavelmente a reação que ocorre é: restantes 50% serão de CO.
A+BÆ C PCO = xCO . P
[C] PCO = 50% de 2 atm
Kc = ––––––––––––
[ A] . [ B ] PCO = 1 atm
2 b) PCO2 = 0,3 . 2 atm = 0,6 atm
Kc = –––––– = 0,0417 PO2 = 0,2 . 2 atm = 0,4 atm
8.6
A equação da reação de formação do CO2 pode ser
Resposta: C expressa por:
2CO (g) + O2 (g) Æ
 2CO2 (g)
55) Como a porcentagem de NO2 (g) em volume é de 50%, a por -
(pCO2)2
centagem de N2O4 (g) também será de 50% e portanto as pres- Kp = ––––––––––––
sões parciais dos dois gases no equilíbrio serão as mesmas. (pCO)2 p O2
Ptotal = PNO2 + PN2O4 = 2atm (0,6)2
Kp = –––––––––– = 0,9
 PNO2 = PN2O4 = 1 atm (1)2 . 0,4
2NO2 (g) Æ
 N2O4 (g) Kp = 0,9

– 43
58) NH4Cl (s) Æ NH3 (g) + HCl (g) Cálculo da concentração de A nas outras condições de
Como a proporção de NH3 (g) e HCl (g) formados é de 1 mol equilíbrio:
para 1 mol, as pressões de NH3 (g) e HCl (g) serão iguais no 4,0 . (4,0)2
Kc = ––––––––––
equilíbrio.
[A] . 8,0
Como pNH3 + pHCl = Ptotal = 1,0 atm
[A] = 16,0 mol/L
 pNH3 = pHCl = 0,5 atm Resposta: A
Kp = pNH3 . pHCl
Kp = 0,5 . 0,5 63) a) Partindo-se de uma mistura equimolar de CO e Cl2 com um
Kp = 0,25 pressão total inicial igual a 2 atm, concluímos que as
pressões parciais inicial de cada gás é igual a 1 atm.
Resposta: D
Ptotal = PCO + PCl = 2 atm
2
PCO = PCl = 1 atm
59) Como as pressões de CO e CO2 estão na proporção de 2 : 1 2
O gráfico fornecido mostra a decomposição de fosgênio
temos:
partindo de uma pressão inicial de 1 atm até ser estabele -
pCO = 2 pCO2
cido o equilíbrio à temperatura de 720K.
pCO + pCO2 = 12 atm
2 pCO2 + pCO2 = 12 atm
3 pCO2 = 12 atm início 1 atm 0 0
.. .. ..
pCO2 = 4 atm . . .
 pCO = 2 pCO2 equilíbrio 0,67 atm 0,33 atm 0,33 atm
pCO = 8 atm
Como a reação é reversível e partindo de pressões parciais
C (s) + CO2 (g) Æ
 2 CO (g)
de 1 atm tanto para CO como para Cl2 teremos a mesma
(pCO)2 situação de equilíbrio à temperatura de 720K.
Kp = –––––––
pCO2

(8)2 CO (g) + Cl2 (g) Æ


 COCl2 (g)
Kp = –––––
4 início 1 atm 1 atm 0
.. .. ..
Kp = 16 . . .
equilíbrio 0,33 atm 0,33 atm 0,67 atm
60) N2 (g) + O2 (g) Æ
 2 NO (g)
[NO]2
Kc = ––––––––––– O gráfico pedido é:
[N2] . [O2]
[NO]2
4,0 . 10–4 = –––––––––––––––––––
4,0 . 10–3 . 1,0 . 10–3

[NO]2 = 16 . 10–10
[NO] = 
16. 10–10
[NO] = 4,0 . 10–5 mol/L
Resposta: D

61) PCl5 (g) Æ


 PCl3 (g) + Cl2 (g)
[PCl3] . [Cl2]
Kc = –––––––––––––
[PCl5]
Se no equilíbrio [PCl5] = [Cl2] b) COCl2 Æ
 CO (g) + Cl2 (g)
Kc = [PCl3] = 33,3 mol/L
PCO . PCl
Resposta: D 2
Kc = ––––––––––––
PCOCl
2
62) A + B Æ
 C + 2D
0,33 . 0,33
Com os dados obtidos no equilíbrio temos: KP = –––––––––––
[C] . [D]2 0,67
Kc = ––––––––––
[A] . [B] KP = 0,19
1,5 . (2,0)2
Kc = ––––––––––
4,0 . 3,0
Kc = 0,5 mol/L

44 –
64) a)
Tempo Fração em mol de Fração em mol de Kc
Kp = ––––––––––––
(t/103 ano) L-isoleucina D-isoleucina (0,082 . 300)2
0 1 0 Kc
Kp = ––––––
50 0,68 0,32 (9,6)2
125 0,50 0,50
Kc
200 0,44 0,56 Kp = ––––
92
300 0,42 0,58
Kc = 92 Kp
450 0,42 0,58
Kp ⬍ Kc
b) L-isoleucina Æ  D-isoleucina
Fração em mol é a porcentagem em mols da substância no Resposta: C
sistema considerado.
No instante inicial (t = 0) só existia L-isoleucina e portanto
Itens de 12 a 15
a fração em mol da L-isoleucina era igual a 1.
nL-isoleucina
XL-isoleucina = –––––––––––– = 1
70) Æ
ntotal PCl5 (g)  PCl3 (g) + Cl2 (g)
Com o passar do tempo, forma-se D-isoleucina. início 1,0 0 0
A fração em mol da L-isoleucina diminui e a fração em mol
reage e forma 0,47 0,47 0,47
da D-isoleucina aumenta sendo que:
XL-isoleucina + XD-isoleucina = 1 (100%) equilíbrio 1,00 – 0,47 = 0,53 0,47 0,47

n
c) Quando o equilíbrio pode ser expressa em termos de fração [ ] = ––– (mol/L) V = 1,00L
em mol. V
XD-isoleucina
K = –––––––––––– [PCl3] [Cl2]
XL-isoleucina Kc = ––––––––––––
[PCl5]
0,58
K = ––––––– 0,47 0,47
0,42 Kc = ––––– –––––
1,00 1,00
K = 1,38 –––––––––––––
d) Quando o quociente entre as quantidades de D-isoleucina 0,53
–––––
e L-isoleucina for igual a 1, as quantidades de D-isoleucina 1,00
e L-isoleucina serão iguais e as frações em mols de cada
isômero será 0,5 (50%). Kc  0,42
Pela leitura do gráfico temos: Resposta: C
t = 125 . 103 ano

71) A + B Æ AB
65) 2 SO2 (g) + O2 (g) Æ
 2 SO3 (g) 
Kp = Kc (R T)∆n início 2 2 0
V = 1L
∆n = 2 – (2 + 1) reage e forma 1,5 1,5 1,5
∆n = –1 equilíbrio 0,5 0,5 1,5
Kp = Kc (R T)–1
Kc [AB]
Kp = ––––– Kc = ––––––––
RT [A] [B]

Kc = Kp R . T 1,5
Kc = 2,8 . 102 . 0,082 . 103 –––––
1
Kc = 2,3 . 104 Kc = –––––––––––– = 6,0
0,5 0,5
Resposta: E –––– ––––
1 1

66) N2 (g) + 3H2 (g) Æ


 2 NH3 (g) Resposta: E
Kp = Kc (R T)∆n
Kp = Kc (R T)–2
Kc
Kp = –––––
(R T)2

– 45
72) No início, tínhamos 4 . 10–3 mol de NH4OCONH2(s); como
CO (g) + H2O (g) Æ
 CO2 (g) + H2 (g)
reagiram 2 . 10–3 mol durante a decomposição, restarão no
início a b 0 0 equilíbrio 2 . 10–3 mol de carbamato de amônio sólido.
b)
reage e forma z z z z

equilíbrio x y z z

Como a proporção em mols é de 1 para 1 para cada substân -


cia, a quantidade de CO que reagiu (z) é igual a quantidade de
CO inicial (a) menos a quantidade de CO presente no equilíbrio
(x).
z=a–x
Resposta: C

73) Æ
2CO (g) + O2 (g)  2CO2
[CO] (g) [O2] (g) [CO2] (g)
76) MMN2O4 = 2 . 14 u + 4x 16 u = 92 u
início 0,8 0,6 00
1 mol de N2O4 = 92g
reage e forma 0,2 0,1 0,2
N2O4 (g) Æ 2NO2 (g)

equilíbrio x = 0,8 – 0,2 = 0,6 y = 0,6 – 0,1 = 0,5 0,2
início 1,0 0
x = 0,6 mol/L y = 0,5 mol/L
Resposta: B reage e forma x 2x

74) equilíbrio 1,0 – x 2x


butano (g) Æ
 isobutano (g)
início 0,10 0 (1,0 – x) + 2x = 1,20
x = 0,20 mol
reage e forma x x
A quantidade em mols de N2O4 que dissociou é 0,20 mol
equilíbrio 0,10 – x x
Resposta: A
[isobutano]
Kc = –––––––––––– 77)
[butano] H2 (g) + I2 (g) Æ 2HI (g)

x início 1 1 0
–––––
1,0 reage e forma x x 2x
2,5 = ––––––––––––
0,10 – x equilíbrio 1–x 1–x 2x
–––––––––
1,0 [HI]2
2,5 (0,10 – x) = x Kc = ––––––––––
[H2] . [I2]
0,25 – 2,5x = x

1
–3,5x = –0,25 2x
–––––
x = 0,071 mol
1,0 . 102 = ––––––––––
[isobutano] = 0,071 mol/dm3 [H2] . [I2]
2

 
75) a) Cálculo da quantidade de matéria (mols) no equilíbrio. 2x
–––––
1
NH4OCONH2(s) Æ
 2NH3 (g) + CO2 (g) 1,0 . 102 = ––––––––––––––
  
1–x 1–x
––––––– –––––––
início 4 . 10–3 mol 0 0 1 1
reage e forma x 2x x
(2x)2

1,0 . 102 = –––––––
equilíbrio 4. 10–3 – x 2x x (1 – x)2

2x
Kc = [NH3]2 . [CO2]1 1,0 . 10 = –––––––
1–x
2x 2 x
2
   
4 . 10–9 = –––– . ––
2
10 (1 – x) = 2x
10 – 10x = 2x
x3 = 8 . 10–9 12x = 10
3 5
x= 
8 . 10–9 x = ––– mol
6
x = 2 . 10–3 mol

46 –
Cálculo do número de mols de cada substância no equilíbrio: 80) A partir dos dados do equilíbrio podemos montar a tabela
5 1 admitindo não haver HI no sistema no início da experiência 1.
H2 ⇒ 1 – ––– = ––– mol
6 6 H2 + I2 Æ 2 HI

5 1 1 mol 1 mol 2 mol
I2 ⇒ 1 – ––– = ––– mol
6 6 início 10,665 . 10–3 11,965 . 10–3 0
5 5 reage e forma 8,835 . 10–3 8,835 . 10–3 17,67 . 10–3
HI ⇒ 2 . ––– = ––– mol
6 3
equilíbrio 1,83 . 10–3 3,13 . 10–3 17,67 . 10–3
Como o volume do recipiente é igual a 1 litro, as concen-
trações serão: Resposta: C
1 81)
[H2] = ––– mol/L 2 HBr (g) Æ
 H2 (g) + Br2 (g)
6
1 início 8 0 0
[I2] = ––– mol/L
6 reage e forma 4 2 2
5 equilíbrio 8–4=4 2 2
[HI] = ––– mol/L
3
Concentração das espécies no equilíbrio
Resposta: C n 4 mol
[HBr] = –– = –––––– = 2 mol/L
V 2L
78)
N2 (g) + O2 (g) Æ
 2NO (g) 2 mol
[H2] = [Br2] = –––––– = 1 mol/L
início 4,2 4,2 0 2L
V = 1L [H2] [Br2]
reage e forma x x 2x Kc = ––––––––––
[HBr]2
equilíbrio 4,2 – x 1–x 2x 1.1
Kc = ––––– = 1/4
22
[NO]2
Kc = –––––––––– Resposta: C
[N2] . O2]
82) álcool + ácido Æ
2  éster + água
1
2x
–––––
início 1,0 0 0 0

10–2 = –––––––––––––––––
  
4,2 – x 4,2 – x reage e forma 2/3 2 2/3 2/3
––––––––– –––––––––
1 1
1,0 – 2/3 = 1,0 – 2/3 =
2x equilíbrio 2/3 2/3
10–1 = ––––––– = 1/3 = 1/3
4,2 – x n
0,1 (4,2 – x) = 2x [ ] = ––
V
0,42 – 0,1x = 2x
[éster] [água]
2,1 x = 0,42 Kc = ––––––––––––––––
x = 0,2 mol [álcool] [ácido]
No equilíbrio teremos: 2/3 2/3
–––––––––––
N2 ⇒ 4,2 – 0,2 = 4,0 mol V V
Kc = –––––––––––––
O2 ⇒ 4,2 – 0,2 = 4,0 mol 1/3 1/3
–––– ––––
NO ⇒ 2 . 0,2 = 4,0 mol V V
[NO] = 0,4 mol/L Kc = 4,0
Resposta: D Resposta: D

83) H2 (g) + I2 (g) Æ


79) Se nas quatro experiências foram determinadas as concen-  2 HI (g)
trações no equilíbrio, para cálculo da constante de equilíbrio início 1 1 0
basta substituir os valores de qualquer das experiências.
reage e forma x x 2x V = 1L
2 HI (q) Æ
 H2 (g) + I2 (g)
equilíbrio 1–x 1–x 2x
[H2] . [I2]
Kc = –––––––––– [HI]2
[HI]2 Kc = ––––––––––
[H2] . [I2]
Substituindo valores da experiência 1 teremos:
2

1 
2x
1,83 . 10–3 . 3,13 . 10–3 –––––
Kc = ––––––––––––––––––––– 49 = ––––––––––––––
(17,67 . 10–3)2
  
1–x 1–x
––––––– –––––––
Kc = 1,84 . 10–2 1 1
Resposta: A

– 47
(2x)2 30

49 = ––––––– x = –––– = 7,5 mol
(1 – x)2 4
2x Número de mols de propeno no equilíbrio.
7 = –––––––
1–x n = 10 – 7,5 = 2,5 mol

10 (1 – x) = 2x Resposta: B

9x = 7
85) ácido acético + álcool Æ
7  acetato de etila + água
x = ––
9 início 2 3 0 0
Concentração de HI no equilíbrio reage e
x x x x
2x 7 14 forma
[HI] = ––––– = 2 . –– = –––– mol/L
1 9 9 equilíbrio 2–x 3–x x x

Resposta: B
[acetato de etila] [água] Admitindo volume
Kc = –––––––––––––––––––––––––––––– igual a V.
84) Cálculo da constante de equilíbrio na temperatura da [ácido acético] [álcool etílico]
experiência
H2 x x
––– . –––
C Æ V V
 CH3 – CH = CH2 4 = –––––––––––––––––

  
2–x 3–x
––––––– –––––––
H2C CH2 V V

início 1,0 0

reage e forma 0,25 0,25 x.x


4 = ––––––––––––
equilíbrio 1,0 – 0,25 = 0,75 0,25 (2 – x) (3 – x)

[propeno] 4 (2 – x) (3 – x) = x2
Kc = ––––––––––––––––
[ciclopropano] 4 (6 – 5x + x2) = x2
n
admitindo o volume = V [ ] = ––– (mol/L) 24 – 20x + 4x – x2 = 0
V
0,25 3x2 – 20x + 24 = 0
––––––––
V 1
Kc = ––––––––– = –– 20 ± 
12
0,75 3 x = ––––––––––––
––––– 2.3
V
Cálculo da quantidade de propeno no equilíbrio na segunda 20 + 10,6
experiência sabendo que Kc = 1/3 pelo fato da temperatura ser x’ = ––––––––––
6
a mesma.
H2
30,6
C Æ
 CH3 – CH = CH2 x’ = –––––– = 5,1
6
H2C CH2
impossível
início 0 10

reage e forma x x 20 – 10,6


x’’ = ––––––––––
6
equilíbrio x 10 – x

[propeno] 9,4
Kc = –––––––––––––––– x’’ = –––––
[ciclopropano] 6

10 – x
–––––––– x’’ = 1,57 mol
n V
––– = –––––––––––
V x No equilíbrio teremos:
––– ácido acético ⇒ 2 – 1,57 = 0,43 mol
V
acetato de etila ⇒ 1,57 mol
x = 3 (10 – x)
Resposta: C
x = 30 – 3x
4x = 30

48 –
86) O O
k1 2,25
R—C + ROH Æ
R—C + H2O –––– = ––––––– = 36
O–H O–H k2 0,0625

início 1 1 0 0 No instante t temos: [CO] = 1 mol/L


reage e [O2] = 0,5 mol/L
x x x x
forma
[CO2] = 1 mol/L
equilíbrio 1–x 1–x x x
Razão entre as velocidades:

 
O v1 k1 [CO]2 . [O2]
–––– = –––––––––––––––
R—C v2 k2 [CO2]2
O – R . [H2O]
Kc = –––––––––––––––––––––––––– v1 k1 . 12 . 0,5
–––– = ––––––––––––

 
O v2 k2 . 12
R—C
O–H . [ROH] v1
–––– = 36 . 0,5
v2
x.x
9 = –––––––––––––
(1 – x) (1 – x) v1
–––– = 18
9 (1 – x)2 = x2 v2

9 (1 – 2x + x2) = x2

9 – 18x + 9x2 = x2 88)


aX + bY Æ
 cR + dS
8x2 – 18x – 9 = 0
início 1 2 0 0

x = 18 ± 
(18)2 – 4 . 8 . 9 reage e
–––––––––––––––––––––– 0,5 1,5 0,5 0,5
forma
2.8
equilíbrio 0,5 0,5 0,5 0,5
x= 18 ± 
324 – 288
–––––––––––––––––– Temos:
16
0,5 mol de X reage com 1,5 mol de Y formando 0,5 mol de R e
x = 18 ± 
36 0,5 mol de Z.
––––––––––
16 A proporção em mols de X, Y, R e S é de:
1:3:1:1
18 + 6 18 – 6
x’ = –––––––– x’’ = –––––––– A reação pode ser representada pela equação:
16 16 Æ 1R + 1S
1X + 3Y 
x’ = 1,5 12 3 Nunca a constante de equilíbrio pode ser zero e as concen-
x’’ = ––– = ––– mol/L trações das substâncias em equilíbrio nem sempre serão
↑ 16 4
valor impossível iguais.
3 Resposta: B
A concentração do éster no equilíbrio será ––– mol/L
4
Resposta: B 89) a) Catalisador acelera reações não alterando as concentra-
ções no equilíbrio de reagentes e produtos que participam
87) I da reação.
2 CO (g) + O2 (g) Æ 2 CO2 (g) Pelo gráfico observamos que as curvas I e III correspondem

II respectivamente o reagente A e o produto B da reação
início 2 1 0 catalisada, pois o tempo para atingir o equilíbrio é menor.
reage e As curvas do reagente A e do produto B para reação não
1,5 0,75 1,5
forma catalisada são: III e II.
equilíbrio 2 – 1,5 = 0,5 1 – 0,75 = 0,25 1,5
aA Æ
 bB
Podemos concluir
v1 = k1 [CO]2 . [O2] início 0,10 0 que a proporção
v2 = k2 [CO2]2 reage e Æ
0,06 0,09 em mols que reage
forma
No equilíbrio as velocidades são iguais e forma é de 2 : 3.
equilíbrio 0,04 0,09
v1 = v2

k1 [CO]2 . [O2] = k2 [CO2]2 Æ 3B


2A 

k1 . (0,5)2 . 0,25 = k2 (1,5)2 [B]3


Kc = –––––
k1 . 0,0625 = k2 . 2,25 [A]2

– 49
(0,09)3 2
V
Kc = ––––––– 2x
–––––
(0,04)2
64 = ––––––––––––––––––––

  
729 . 10–6 0,10 – x 0,10 – x
––––––––––– –––––––––––
Kc = –––––––––– V V
16 . 10–4
(2x)2
Kc = 0,456 
64 = –––––––––
(0,10 – x)2
90) MMCH COOH = 60 u
3 2x
MMC H OH = 46 u 8 = –––––––––
2 5
0,10 – x
1 mol CH3COOH ––––– 60 g 1 mol C2H5OH –––––– 46 g
x –––––––– 120,0 g y ––––––– 92 g 0,8 – 8x = 2x
x = 2,0 mol de CH3COOH y = 2,0 mol de C2H5OH 10x = 0,8
x = 0,08 mol
Æ CH3COOC2H5 (solv) + H2O (solv)
V = 1l CH3COOH (solv) + C2H5OH (solv)  Como V = 1L, no equilíbrio teremos as seguintes concentra-
início 2,0 2,0 0 0 ções:

 
0,10 – 0,08
[H2] = [I2] = ––––––––––– mol/L = 0,02 mol/L
reage e
x 1,5 x x 0,10 – x
forma
equilí- 2x 2 . 0,08
2,0 – x 2,0 – x x x [HI] = ––– mol/L = –––––––– = 0,16 mol/L
brio
1 1
[CH3COOC2H5] [H2O] a) Não é possível os recipientes pela intensidade da cor, pois
Kc = –––––––––––––––––––––––
[CH3COOH] [C2H5OH] nos dois recipientes teremos as mesmas concentrações
dos gases no equilíbrio.
x x b) O gráfico pode ser assim representado:
––– . –––
1 1
Kc = ––––––––––––––––––
2,0 – x 2,0 – x
–––––––––– . –––––––––––
1 1

(x)2

 =
4,00 ––––––––
(2,0 – x)2

x
2,00 = ––––––––
2,0 – x

4,0 – 2x = x

3x = 4
4
x = –– mol
3 92)
Æ 2I (g)
I2 (g) 
Concentrações no equilíbrio:
4 início 2,0 0
[CH3COO] = 2,0 – –– = 0,67 mol/L
3 reage e forma 40% de 2,0 = 0,8 1,6
[C2H5OH] = 0,67 mol/L equilíbrio 2,0 – 0,8 = 1,2 1,6

[CH3COOC2H5] = 1,33 mol/L n


[ ] = ––– (mol/L) V = 4l
[H2O] = 1,33 mol/L V

[ I ]2
91) Experiência I Kc = ––––––
[ I2]
H2 (g) + I2 (g) Æ
 2 HI (g)
2

–––––
4 
1,6
início 0,10 0,10 0 Kc =
reage e forma x x 2x ––––––––––

 
1,2
–––––
equilíbrio 0,10 – x 0,10 – x 2x 4

Kc = 0,53
[HI]2 Resposta: D
Kc = ––––––––––
[H2] . [I2]

50 –
93) MMPCl = 31 u + 5 x 35,5 u = 208,5 u 96) álcool etílico ⇒ MMC2H5OH = 46 u
5

1 mol PCl5 ––––––––––––– 208,5 g álcool acético ⇒ MMCH3COOH = 60 u


x ––––––––––––– 20,85 g 1 mol de C2H5OH –––––– 46 g 1 mol de CH3COOH ––––– 60 g
x = 0,10 mol PCl5 x –––––– 92 g y ––––– 75 g
PCl5 Æ PCl3 + Cl2 x = 2,0 mol de C2H5OH y = 1,25 mol de CH3COOH

início 0,10 0 0
1 álcool + ácido Æ 1 acetato + 1 água
reage e forma x x x etílico acético de etila
equilíbrio 0,10 – x x x início 2,0 1,25 0 0
reage 80% de
Número de mols total de gás quando atingido o equilíbrio: 1,0 1,0 1,0
e forma 1,25 = 1,0
ntotal = (0,10 – x) + x + x = 0,10 + x
Aplicando equação de Clapeyron no equilíbrio temos: equilí- 2,0 – 1,0 = 1,25 – 1,0 =
1,0 1,0
brio = 1,0 = 0,25
PV=nRT T = 127 + 273 ⇒ 400 K
1,23 . 4,00 = (0,10 + x) . 0,082 . 400 n
0,10 + x = 0,15 [ ] = –– (mol/L)
V
x = 0,05 mol
[acetato de etila] . [água]
Cálculo do grau de dissociação: Kc = ––––––––––––––––––––––––––––––
0,10 mol ––––––––––– 100% [álcool etílico] . [ácido acético]
0,05 mol ––––––––––– ␣
1,0 1,0
␣ = 50% ––––– . –––––
V V
Kc = ––––––––––––––– = 4,0
94) 2SO3 (g) Æ 1,0 0,25
 2SO2 (g) + O2 (g) –––––– . ––––––
início 5,0 0 0 V V

reage e forma 60% de 5,0 = 3,0 3,0 1,5 Resposta: E

equilíbrio 5,0 – 3,0 = 2,0 3,0 1,5


97) MMN2O4 = 92 u 1 mol de N2O4 –––––––––– 92 g
V = 1,0 l x –––––––––– 46 g
x = 0,5 mol de N2O4
n
[ ] = –– (mol/L) N2O4 (g) Æ
V  2NO2 (g)

[SO2]2 . [O2] início 0,5 0


Kc = ––––––––––––
[SO3]2 reage e forma 20% de 0,5 = 0,1 0,2

equilíbrio 0,5 – 0,1 = 0,4 0,2


1,0 
3,0 1,5
––––– . –––––
1 Cálculo da pressão parcial de N2O4 no equilíbrio
64 = –––––––––––––
PNO . V = nNO . R . T
1,0 
2,0 2 2
–––––
PNO . 10,0 = 0,4 . 0,082 . 300
2
PNO = 0,984 atm
Kc = 3,375 2

Resposta: C
98)
PCl5 (g) Æ
 PCl3 (g) + Cl2 (g)
95) 2NO (g) Æ N2 (g) + O2 (g)

início 2 0 0
início n 0 0
reage e forma 50% de 2 = 1 1 1
reage e forma 0,5 n 0,25 n 0,25 n
equilíbrio 2–1=1 1 1
equilíbrio n – 0,5 n = 0,5 n 0,25 n 0,25 n
V = 2l
V = 1,0 l
n n
[ ] = –– (mol/L) [ ] = –– (mol/L)
V V
[N2] . [O2] [PCl3] . [Cl2]
Kc = –––––––––––– Kc = –––––––––––––
[NO]2 [PCl5]
3,0 1,5
––––– . ––––– 1 1
1,0 1 ––– . –––
Kc = ––––––––––– = 0,25 2 2
Kc = –––––––– = 0,5
1
0,5 2 1
––––– –––
2
Resposta: A
Resposta: B

– 51
99) MMCOCl2 = 99 1 mol de COCl2 –––––––––– 99 g 101) MMN2O4 = 92u 1 mol de N2O4 –––––––––– 92 g
x –––––––––– 495 g x –––––––––– 18,4 g
x = 5 mol de COCl2 x = 0,2 mol de N2O4

N2O4 (g) Æ 2NO2 (g)



Cálculo do volume do recipiente
PV = n R T início 0,2 0
1,23 . V = 5 . 0,082 . 300 reage e forma 75% de 0,2 = 0,15 0,30
V = 100 litros
equilíbrio 0,2 – 0,15 = 0,05 0,30
Aquecendo até 327°C temos:
n
COCl2 (g) Æ CO (g) + Cl2 (g) V=2L [ ] = ––– (mol/L)

V
início 5 0 0 [NO2]2
Kc = ––––––––
reage e forma x x x [N2O4]
equilíbrio 5–x x x
1,0 
3,0 2
–––––

Kc = –––––––––
Cálculo do número de mols total no equilíbrio 0,05
–––––––
ntotal = (5 – x) + x + x = 5 + x 2
(5 + x) mol ––––––––––––––– 100% Kc = 9,0 . 10–1
x ––––––––––––––– 30% de CO Resposta: E

30 (5 + x) = 100x 102) PCl3 (g) + Cl2 (g) Æ


 PCl5 (g) (T)
70x = 150
x = 2,14 mol de CO [PCl5]
Kc = –––––––––––– = 1,8
[PCl3] . [Cl2]
Concentrações das substâncias no equilíbrio
Vamos calcular o quociente racional (Qc) para a situação dada.
(5 – x) 5 – 2,14
[COCl2] = –––––– mol/L = ––––––––– mol/L = 0,0286 mol/L
100 100 [PCl5] 0,50
Qc = –––––––––––– = ––––––––––– = 10 ≠ Kc
[PCl3] . [Cl2] 0,20 . 0,25
x 2,14
[CO] = [Cl2] = ––––– mol/L = –––––– mol/L = 0,0214 mol/L
100 100 O sistema não se encontra em equilíbrio e a tendência espon-
tânea é o equilíbrio se deslocar para a esquerda, diminuindo
a concentração de PCl5 e aumentando a concentração de PCl3
Cálculo da constante de equilíbrio
e Cl2, até atingir o equilíbrio, diminuindo o quociente reacional
[CO] . [Cl2]
Kc = –––––––––––– do valor 10 até o valor 1,8 da constante equilíbrio.
[COCl2] Resposta: B
0,0214 . 0,0214
Kc = –––––––––––––––– 103) 2 C5H6 Æ C10H12

0,0286
monômero dímero
Kc = 0,016 [C10H12]
Kc = –––––––––– = 2,7
[C5H6]2
100)


AB (g) Æ
 A (g) + B (g)
0,800 mol/L de C5H6
início 5 atm 0 0 a) Mistura I ⇒
1,728 mol/L de C10H12
reage e forma x x x
Cálculo do quociente reacional para a mistura
equilíbrio 5–x x x
[C10H12] 1,728
Qc = –––––––––– = ––––––––– = 2,7 = Kc
Pressão total no sistema no equilíbrio = 6 atm [C5H6]2 (0,800)2
(5 – x) + x + x = 6
x = 1 atm A mistura I se encontra em equilíbrio e portanto as concen-
trações de C5H6 e de C10H12 não irão se alterar no decorrer
Cálculo do grau de dissociação do tempo.
5 atm –––––––––––– 100%
1 atm –––––––––––– y
y = 20%
b) Mistura II ⇒  1,000 mol/L de C5H6
3,456 mol/L de C10H12
Cálculo do quociente reacional
Resposta: D
[C10H12] 3,456
Qc = –––––––––– = –––––––––– = 3,456 苷 Kc
[C5H6]2 (1,000)2

52 –
O sistema não se encontra em equilíbrio e o valor do
[etanoato de etila] . [água] 0,08 . 0,02
quociente reacional (3,456) deve diminuir até (2,7) ser W ⇒ Qc = ––––––––––––––––––––––––––– = –––––––––– = 4,00 = Kc
atingido e o equilíbrio. [etanoico] . [etanol] 0,04 . 0,01
Portanto a concentração de C10H12 deve diminuir e a
0,06 . 0,01
concentração de C5H6 deve aumentar no decorrer do X ⇒ Qc = –––––––––– = 1,2 ≠ Kc (não se encontra em equilíbrio)
tempo. 0,01 . 0,05

0,04 . 0,04
104) H2O (g) + Cl2O (g) Æ
 2 HO Cl (g) Y ⇒ Qc = –––––––––– = 4,00 = Kc
Kc = Kp = 0,0900 0,04 . 0,01

Recipiente I 0,04 . 0,02


Z ⇒ Qc = –––––––––– = 4,00 = Kc
(pHOCl)2 (10)2
Qp = –––––––––––––– = –––––––––– = 0,0500 0,01 . 0,02
pH2O . pCl2O 5 . 400 Resposta: B
O sistema não está em equilíbrio. A reação caminha da esquer-
da para a direita para aumentar o valor de Qp até 0,0900. 107) X (aq) + Y (aq) Æ
 XY (aq)

Recipiente II [XY]
Kc = –––––––––– = 4,0 . (25°C)
(pHOCl)2 (10)2 [X] . [Y]
Qp = –––––––––––––– = –––––––––– = 0,0500
pH2O . pCl2O 10 . 200 Cálculo do quociente reacional (Qc) para cada alternativa.
Idêntico ao sistema I. [XY]
a) Qc = ––––––––––
[X] . [Y]
Recipiente III
0,0080 2
[HOCl]2 ––––––––––
V
 1,0
Qc = –––––––––– = 1,0
Qc = –––––––––––––– = –––––––––––––––– = 0,0008
1,0 . 1,0
  
[H2O] . [Cl2O] 1,0 0,080
––––––– ––––––––
V V 10,0
b) Qc = –––––––––– = 0,625
Idêntico ao sistema I e II.
4,0 . 4,0

Recipiente IV 1,0
0,20 2
[HOCl]2 V

–––––––
 c) Qc = –––––––––– = 0,0625
4,0 . 40
Qc = –––––––––––––– = –––––––––––––––– = 8,0

  
[H2O] . [Cl2O] 0,50 0,010 4,0
––––––– ––––––––
V V d) Qc = –––––––––– = 2,0
2,0 . 10
O sistema não está em equilíbrio. A reação caminha da direita
para a esquerda para aumentar o valor de Qc até 0,0900. 4,0
e) Qc = –––––––––– = 8,0
Resposta: C 1,0 . 0,5

Se Qc < Kc ⇒ a tendência é a reação caminhar da esquerda


105) N2O4 (g) Æ
 2 NO2 (g) para a direita aumentando a concentração do produto XY, até
[NO2]2 atingir o valor de Kc e se estabelecer o equilíbrio.
Kc = ––––––––– = 2 Se Qc > Kc ⇒ a tendência é a reação caminhar de direita para
[N2O4] a esquerda dimiuindo a concentração do produto XY até
a) Mistura A atingir o valor de Kc e se estabelecer o equilíbrio.
Cálculo do quociente reacional (Qc) Resposta: E

[NO2]2 (2 . 10–2)2
Qc = ––––––––– = ––––––––– = 2 = Kc 108) Cálculo do valor de Kp pelo gráfico fornecido
[N2O4] 2 . 10–4 NiO (s) + CO2 (g) Æ
 Ni (s) + CO2 (g)
O sistema se encontra em equilíbrio.
pCO2 0,7 . 103 atm
Kp = ––––––– = ––––––––––––– = 7,0 . 102
b) Mistura B
pCO 1,0 atm
[NO2]2 (2 . 10–1)2
Qc = ––––––––– = ––––––––– = 40 > Kc pCO2
[N2O4] 1 . 10–3 Se a relação ––––––– < 7,0 . 102, a reação caminha da esquerda
pCO
O sistema não se encontra em equilíbrio.
para a direita, para atingir o valor de Kc e ser estabelecido o
equilíbrio.
106) etanoico + etanol Æ
 etanoato de etila + água
+2 0
[etanoato de etila] . [água] Ni O (s) + CO (g) → Ni (s) + CO2 (g)
Kc = ––––––––––––––––––––––––––– = 4,00
[etanoico] . [etanol]
Redução
Cálculo do quociente reacional para cada amostra: NiO é reduzido pelo CO
CO se transforma em CO2

– 53
111) Kc = 0,500
pCO2
Se a relação ––––––– > 7,0 . 102, a reação caminha da direita Resposta: D
pCO
para a esquerda para atingir o valor de Kc de ser estabecido o 112) Se CO substitui o oxigênio na molécula de hemoglobina, a
equilíbrio. reação de CO com Hb, apresenta uma constante de equilíbrio
Ni (s) + CO2 (g) Æ NiO (s) + CO (g) (Kc ) maior que a da reação de O2 com Hb (Kc ), se o azul de
II I
Ni se transforma em NiO metileno (AM) desfavorece a formação de HbCO, a constante
CO2 se transforma em CO de equilíbrio da reação de AM com CO (Kc ) é maior que a
III
A opção errada é a alternativa E, pois Qp < Kc reação de Hb com CO.
Resposta: E Kc > Kc > Kc ou
III II I
Kc < Kc < Kc
109) 2HI (g) Æ
 H2 (g) + I2 (g)
I II III
Resposta: A
[H2] . [I2]
Kc = –––––––––– < 1
[HI] 113) 2 SO2 (g) + O2 (g) Æ
 2SO3 (g)
[SO3] 3
pI2 . pH2 K = ––––––––––––– (equação 1)
a) Kp = –––––––––– [SO3]2 . [O2]
(PHI)2

b) Cálculo do quociente reacional para a situação dada SO3 (g) Æ


 SO2 (g) + 1/2 O2 (g)
1,0 1,0 [SO2] . [O2]1/2
––––– . –––––
[H2] . [I2] V V K’ = ––––––––––––– (equação 2)
Qc = –––––––––– = ––––––––––– = 1,0 > Kc [SO3]

V
[HI]2 1,0 2
–––––
Extraindo a raiz quadrada da equação 1 temos:

Esse valor deve diminuir até atingir o valor da constante [SO3]



K = –––––––––––––
de equilíbrio Kc. [SO2] . [O2]1/2
As concentrações de H2 e I2 devem diminuir e a concen-
Invertendo:
tração de HI deve aumentar para ser atingido o equilíbrio.
1 [SO2] . [O2]1/2
––––– = ––––––––––––– = K’
110) Cálculo do quociente reacional para cada experimento.

K [SO3]
A+B Æ  C + 2D
Resposta: C
Experimento I
1
[C] . [D]2 1,00 . (1,00)2 114) 2 HI (g) Æ
Qc = –––––––––– = –––––––––––– = 0,500  H2 (g) + I2 (g)
2
[A] . [B] 0,500 . 4,00
[H2] . [I2]
Kp1 = –––––––––– = 0,02
Experimento II [HI]2
[C] . [D]2 1,00 . (2,00)2
Qc = –––––––––– = –––––––––––– = 0,500 Reação inversa
[A] . [B] 4,00 . 2,00 2
H2 (g) + I2 (g) Æ
 2HI (g)
Experimento III 1
[HI2] 1 1
[C] . [D]2 2,00 . (2,00)2 Kp2 = –––––––––– = ––––– = ––––– = 50
Qc = –––––––––– = –––––––––––– = 0,667
[A] . [B] 4,00 . 3,00 [H2] . [I2] Kp1 0,02

Experimento IV
115) Y (s) + X (g) Æ
 Z (s) + W (g)
[C] .[D]2 1,00 . (3,00)2 [W]
Qc = –––––––––– = –––––––––––– = 0,500 K1 = –––––
[A] . [B] 9,00 . 2,00 [X]

Experimento V Y (s) + U (g) Æ


 Z (s) + V (g)
[V]
[C] . [D]2 4,00 . (4,00)2 K2 = –––––
Qc = –––––––––– = –––––––––––– = 0,500 [U]
[A] . [B] 16,00 . 8,00
V (g) + X (g) Æ
 U (g) + W (g)
Se em quatro experimentos o equilíbrio foi atingido a relação
Qc é igual a Kc e portanto a única diferente dos cinco valores
é do experimento III.
Resposta: C

54 –
118) a) 2 A (g) + B (g) Æ 2 C (g)
[U] . [W]
K3 = ––––––––– [C]2
[V] . [X] K1 = –––––––––– = 5 (equação 1)
[A]2 . [B]
1 K1
––– b) 2 C (g) + B (g) Æ
 2 D (g)
K2
[D]2
K1 K2 = –––––––––– = 20 (equação 2)
K3 = ––––– [C]2 . [B]
K2
c) A (g) + B (g) Æ
 D (g)
Resposta: C
[D]
K3 = ––––––––– (equação 3)
116) 2 A (g) + B (g) Æ
 2 C (g) [A] . [B]

[C]2 Isolando (A) na equação 1 temos:


K1 = –––––––––– = 5 (equação 1)
[A]2 . [B] [C2]
[A2] = –––––––––
K1 . [B]
2 C (g) + B (g) Æ
 2 D (g)
[C]
[D]2 [A] = ––––––––––––
1/2
K2 = –––––––––– = 20 (equação 2) K1 . [B]1/2
[C]2 . [B]
Isolando (D) na equação 2 temos:
A (g) + B (g) Æ
 D (g) [D2] = K2 [C]2 [B]
y
[D] [D] = K2 2 [C] . [B]1/2
K3 = –––––––––– (equação 3)
[A] . [B] Substituindo na equação 3 temos:
1/2 1/2
K2 . [C] . [B]
K3 = 
K1 . K2 K3 = ––––––––––––––––––
1/2 1/2
= K2 . K1 = 
K1 . K2
[C]
K3 = 
5 . 20 ––––––––––––– . [B]
1/2 1/2
K1 . [B]
K3 = 10
K3 = 
5 . 20 = 
100 = 10
117) 2 C (s) + 2 H2 (g) Æ
 C2H4 (g)
[C2H4] 119) C (s) + H2O (g) Æ
 CO (g) + H2 (g)
K1 = –––––––– = 1,20 . 10–12 (equação 1)
[H2]2 [CO] . [H2]
K1 = –––––––––– (equação 1)
[H2O]
2 C (s) + 3 H2 (g) Æ
 C2H6 (g)
[C2H6] C (s) + CO2 (g) Æ
 2 CO (g)
K2 = –––––––– = 5,70 . 105 (equação 2)
[H2]3 [CO]2
K2 = –––––––– (equação 2)
[CO2]
C2H4 (g) + H2 (g) Æ
 C2H6 (g)
[C2H6] C (s) + CO2 (g) Æ
 2 CO (g)
K3 = –––––––––––– (equação 3)
[H2O] [CO]
[C2H4] . [H2] K = –––––––––––– (equação 3)
[CO2] . [H2]
Isolando [C2H4] na equação 1 temos:
[C2H4] = K1 [H2]2 Isolando (H2O) na equação 1 temos:

Isolando [C2H6] na equação 2 temos: [CO] [H2]


[H2O] = ––––––––––
[C2H6] = K2 [H2]3 K1

Substituindo na equação 3 temos: Isolando (CO2) na equação 2 temos:


K2 [H2]3 K2 [CO]2
K3 = –––––––––––– = ––––– [CO2] = –––––––
K1 [H2]2 . [H2] K1 K2

5,70 . 105 [CO] . [H2]


K3 = –––––––––––– = 4,75 . 1017 ––––––––––– . [CO]
1,20 . 10–12 K1 K2
K = –––––––––––––––––– = –––––––
[CO] 2 K1
Resposta: A
––––––– . [H2]
K2

Resposta: A

– 55
120) 2 H2O (g) Æ
 2 H2 (g) + O2 (g)
[H2]2 . [O2]
K3 = –––––––––– (equação 1)
[H2O]2

2 CO2 (g) Æ
 2 CO (g) + O2 (g)
[CO]2 . [O2]
K4 = –––––––––– (equação 2)
[CO2]2

CO2 (g) + H2 (g) Æ


 H2O (g) + CO (g)
[H2O] . [CO]
K = –––––––––––– (equação 3)
[CO2] . [H2]

Isolando [H2O] na equação 1 temos:


[H2]2 . [O2]
[H2O]2 = ––––––––––––
K3

[H2] . [O2]1/2
[H2O] = ––––––––––––
1/2
K3

Isolando [CO2] na equação 1 temos:


[H2]2 . [O2]
[H2O]2 = ––––––––––––
K3

[CO] . [O2]1/2
[H2O] = ––––––––––––
1/2
K4

Substitindo na equação 3 temos:


1/2
[H2] . [O2]
–––––––––––––
1/2
. [CO]
K3
K = ––––––––––––––––––––
[CO ]2 . [O2]1/2
–––––––––––––
1/2
. [H2]
K4
1/2
K4 K4
K = –––––– = ––––
1/2
K3 K3

Resposta: D

56 –