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ARQUITETURA E ENGENHARIA DE ESTABELECIMENTOS

ASSISTENCIAIS DE SAÚDE

INFRAESTRUTURA FÍSICA DE POSTOS DE


COLETA E LABORATÓRIOS DE ANÁLISES
CLÍNICAS

MÁRCIA PEREIRA SOLDATE


Belo Horizonte
2017
LEGISLAÇÕES

 NBR 9050/15, de 11 de setembro de 2015 - estabelece critérios e


parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto,
construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural, e de
edificações às condições de acessibilidade.

 RDC 51/11, de 6 de outubro de 2011 – Dispõe sobre os requisitos


mínimos para análise, avaliação e aprovação de projetos físicos de
estabelecimentos de saúde no Sistema Nacional de Vigilância
Sanitária (SNVS) e dá outras providências.

 RDC 302/05, de 13 de outubro de 2005 - Dispõe sobre regulamento


técnico para funcionamento de laboratórios clínicos.

 RDC 50/02, de 21 de fevereiro de 2002 - Dispõe sobre regulamento


técnico destinado ao planejamento, programação, elaboração,
avaliação e aprovação de projetos físicos de estabelecimentos
assistenciais de saúde.
RDC 302/05, ANVISA
 Art. 2º Estabelecer que a construção, reforma ou adaptação na
estrutura física do laboratório clínico e posto de coleta laboratorial
deve ser precedida de aprovação do projeto junto à autoridade
sanitária local em conformidade com a RDC/ANVISA nº. 50, de 21 de
fevereiro de 2002, e RDC/ANVISA nº. 189, de 18 de julho de 2003
suas atualizações ou instrumento legal que venha a substituí-las.

 5.1.1 O laboratório clínico e o posto de coleta laboratorial devem


possuir alvará atualizado, expedido pelo órgão sanitário competente.

 5.3.1 A infraestrutura física do laboratório clínico e do posto de coleta


devem atender aos requisitos da RDC/ANVISA nº. 50 de 21/02/2002,
suas atualizações, ou outro instrumento legal que venha substituí-la.
RDC 51/11, ANVISA

 Art. 5º Os estabelecimentos de saúde devem ter seus projetos para


construção, ampliação, reforma ou instalação analisados e aprovados
de acordo com a legislação sanitária local vigente.

 Art. 9º Para fins de cumprimento do Art. 5º, o proprietário ou seu


representante legal deve protocolar na vigilância sanitária
competente o Projeto Básico de Arquitetura (PBA), para construções
novas, ampliações e reformas que impliquem em alterações de
fluxos, de ambientes e de leiaute e incorporação de novas atividades
ou tecnologias.

 Art. 11 O PBA será composto de representação gráfica e do relatório


técnico.
NBR 9050/15, ABNT

Desníveis
 Desníveis de qualquer natureza devem ser evitados em rotas
acessíveis.
 Eventuais desníveis no piso de até 5 mm dispensam tratamento
especial. Desníveis superiores a 5mm até 20mm devem possuir
inclinação máxima de 1:2 (50%), conforme figura abaixo.

 Desníveis superiores a 20mm, quando inevitáveis, devem ser


considerados como degraus.
 Em reformas, pode-se considerar o desnível máximo de 75mm,
tratado com inclinação máxima de 12,5%.
NBR 9050/15, ABNT

 Rota acessível: trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que


conecta os ambientes externos e internos de espaços e edificações, e
que pode ser utilizada de forma autônoma e segura por todas as
pessoas.
NBR 9050/15, ABNT
 Todos os sanitários de público/pacientes devem ser dimensionados
e equipados conforme o preconizado pela NBR 9050/15, da ABNT.

 Os boxes de coleta devem ser dimensionados para a pessoa


portadora de necessidades especiais.
RDC 50/2002, ANVISA
Atribuição 4: Prestação de atendimento de apoio ao diagnóstico e
terapia
Atividades: 4.1-Patologia clínica:
4.1.1-receber ou proceder a coleta de material (no próprio
laboratório ou descentralizada);
4.1.2-fazer a triagem do material;
4.1.3-fazer análise e procedimentos laboratoriais de substâncias ou
materiais biológicos com finalidade diagnóstica e de pesquisa;
4.1.4-fazer o preparo de reagentes/soluções;
4.1.5-fazer a desinfecção do material analisado a ser descartado;
4.1.6-fazer a lavagem e preparo do material utilizado; e
4.1.7-emitir laudo das análises realizadas.
Fonte : RDC 50/2002 - ANVISA
RDC 50/2002, ANVISA
RDC 50/2002, ANVISA
Programa físico-funcional mínimo:

Para a área de coleta:

 Sala de espera, provida de cadeiras;

 Área para recepção e registro de pacientes delimitada por balcão,


anexa à sala de espera;

 Sanitários para pacientes, diferenciados por sexo, dimensionados


para portadores de deficiência ou mobilidade reduzida, conforme
NBR 9050/15, da ABNT;

 Sala de coleta, com área mínima de 3,6m², dotada de maca, lavatório


ou bancada com pia, além de cadeira apropriada para coleta de
sangue (quando não forem previstos boxes para essa finalidade);
RDC 50/2002, ANVISA
 Sanitário anexo à sala de coleta, caso sejam realizadas coletas
especiais (de líquido seminal e/ou ginecológicas);

 Boxe(s) para coleta de sangue (um a cada 15 coletas/hora) com área


mínima 1,5 m², dotado de cadeira apropriada para coleta de sangue,
sendo um deles dimensionado para maca, devendo ser previsto um
lavatório a cada 06 boxes de coleta;

 Copa seca constituída de bancada, próxima ou na sala de espera;

 Depósito de material de limpeza (D.M.L.) dotado de tanque e armário;

 Copa, dotada de bancada com pia;

 Vestiário(s) para funcionários com sanitário anexo, dotado de


escaninhos;
RDC 50/2002, ANVISA
 Abrigo para depósito temporário de resíduos sólidos, dotado de
torneira baixa, ralo sifonado, vão de ventilação telado e porta com
largura mínima de 0,80m e abertura no sentido de fuga.

Para a sala de análises:

 Largura mínima de 1,10m da porta de acesso à sala de análises;

 Área mínima de 14,0 m² para um laboratório geral ou área e largura


mínimas de 6,0m² e 1,5m, respectivamente, para cada tipo de
exame/análise, quando em ambientes distintos;

 área para recepção, classificação e distribuição de amostras;

 setorização das áreas de exames por grupos (parasitologia/


urinálise, hematologia/bioquímica e microbiologia/bacteriologia);
RDC 50/2002, ANVISA
 Bancada com pia para cada grupo de exames, sendo exclusiva a
destinada a urinálise e parasitologia;

 Contigüidade das áreas de bacteriologia, urinálise e parasitologia em


relação à central de material esterilizado simplificada;

 Central de material esterilizado simplificada (C.M.E.) anexa ou


contígua à sala de análises;

 Capela para exame de bacteriologia com área anexa ou contígua,


provida de bancada com pia para coloração de lâminas;

 Obscuridade na cabine de imunofluorescência.


RDC 50/2002, ANVISA
Contenção

O termo contenção é utilizado para descrever métodos de segurança


utilizados na manipulação de agentes de risco no laboratório.

Na contenção primária são utilizadas as boas práticas laboratoriais e


equipamentos de segurança como equipamentos de proteção
individual e cabines de segurança biológica.
Condições Ambientais e de conforto
Sistemas de ventilação

Natural: devendo ser prevista tela milimétrica nas janelas das


salas/áreas de análise e na C.M.E. simplificada.

Mecânica:
 Ar condicionado;
 Insuflamento de ar;
 Exaustão mecânica.
Materiais de Acabamento
 Piso – antiderrapante, com poucos rejuntes entre as peças, índice de
absorção de água inferior a 4%, resistente a impactos e a produtos
abrasivos de limpeza.

 Rodapé – alinhado com a parede, evitando-se ressaltos que


permitam o acúmulo de pó e junção com o piso que possibilite a
completa limpeza do canto formado, evitando-se arredondamentos
acentuados.

 Paredes
Áreas secas – tintas acrílicas ou similares, resistentes à umidade,
lisas, sem texturas e em cores claras.
Áreas molhadas – material cerâmico ou similar, com índice de
absorção de água inferior a 4%.
Materiais de Acabamento
 Divisórias - com revestimento em material lavável, não poroso ou com
reentrâncias, resistente à produtos de limpeza, cor clara e fosca.
Em gesso acartonado na C.M.E. simplificada.

 Teto – laje com pintura, rebaixos em gesso ou instalação de forros


removíveis.

 Bancadas – superfície das bancadas de acordo com o tipo de uso,


considerando fatores como umidade, peso de materiais, utilização de
líquidos e substâncias químicas, revestidas com materiais
impermeáveis, lisos, sem emendas ou ranhuras. Devem apresentar
alturas de acordo com a posição específica que cada análise exige:
h=0,75m para sentado e h=0,90m para posição em pé.
Planta (Plano Horizontal)
A planta é a representação da edificação.

Um plano horizontal corta a construção à 1,50m acima do piso.


Planta (Plano Horizontal)
A planta deve ter a escala correta (ideal 1:50 ou 1:100).

Devem ser demarcadas as paredes, representados beirais,


representação de esquadrias e portas (com seus arcos), louças
sanitárias, textos e cotas.
Cortes longitudinais e transversais
Os cortes são representações de partes de uma edificação. Eles devem
passar por sanitários e cozinha, áreas de circulação vertical e por
partes relevantes do projeto.

Os cortes são representados na planta com letras.

Seu desenho permite a observação das alturas de pisos, pé-direito,


dimensionamento de ambientes, etc.
Planta de situação/locação
A planta de localização é utilizada para situar a edificação dentro do
terreno.

Deve conter:
 escala;
 indicação de norte;
 vias de acesso;
 perímetro, marcos topográficos;
 indicação de limites, recuos e
afastamentos.
Planta de cobertura
A planta de cobertura é utilizada para indicarmos as posições das
águas, ou seja, para que lado cada pedaço do telhado está inclinado.

O telhado deve ser representado com a direção da queda, juntamente


com o valor percentual da inclinação.

A planta de cobertura pode ser na escala 1:100, 1:200.


Cotas
Cotas: São as representações numéricas das dimensões contidas no
projeto.

As cotas seguem um padrão específico, contendo obrigatoriamente:


linha de cota, linha de extensão e finalização da linha de cota.

As cotas em arquitetura são medidas em centímetros ou metros. É


necessário a cotagem das esquadrias, devendo ser representadas
indicando, largura das esquadria, altura da esquadria e altura do peitoril.
Cotas de nível
Nas plantas adota-se um símbolo para informar a cota de altura em
determinados pontos do projeto. A cota de nível deve ser representada
sempre que houver alteração no ambiente.

Nos cortes adota-se também um símbolo, para representar as cotas de


cada região do projeto.

As cotas são instrumentos imprescindíveis nos projetos, de forma que


são as referências para a adoção de medidas de acessibilidade para
deficientes físicos.
PROJETO ARQUITETÔNICO - Áreas do Posto
PROJETO ARQUITETÔNICO- Fluxograma do Posto

Legenda :

Pacientes

Funcionários
PROJETO ARQUITETÔNICO - Áreas do Laboratório
PROJETO ARQUITETÔNICO – Fluxograma do
Laboratório

Func.
Exames e equipamentos
Bioquímica - Estuda processos químicos que ocorrem nos
organismos.
Hematologia - Analisa os componentes celulares do sangue, e
eventualmente de outros fluidos orgânicos.

Fibriminter Contador de células


automático Gasometria Estufa de CO2

Cobas Integra 400 Nefelômetro BN 100


Exames e equipamentos

Analisador automático p/ Sysmex Ca 1500 Pentra 80


Bioquímica

Vitros 350 Vitros 950


Exames e equipamentos
Urinálise - Analisa a urina e, eventualmente, outros fluidos
orgânicos.
Parasitologia - Analisa as características dos parasitas do
homem. Inclui o estudo dos protozoários e dos artrópodes
parasitas e o estudo macroscópico, microscópico e químico das
fezes com o objetivo de se determinar o diagnóstico e
prognóstico de doenças e parasitoses do sistema
gastrointestinal.

Clinitek Atlas –
Analisador de Osmômetro Analisador Cabine de Segurança
gases sanguineos Automático de Urina Biológica
Exames e equipamentos
Microbiologia - Estuda a flora microbiológica humana normal e
patológica, detectando a presença de vírus, bactérias e fungos
em amostras de procedência humana.
Bacteriologia - Sub-especialidade da microbiologia que estuda
as bactérias, incluindo sua identificação, caracterização e
avaliação de susceptibilidade a antimicrobianos.

Estufa
Bacteriológica
BacT / ALERT 3D Cabine de Segurança
Biológica
Exames e equipamentos
Imunologia (sorologia) - Avalia o sangue (e eventualmente
outros fluidos orgânicos) e componentes, através de suas
interações imunológicas, ou seja, das reações antígeno -
anticorpo.

Microscópio de
Imunofluorescência ELX 50 ELX 800

Aparelho de
Eletroforese

Estufa
Bacteriológica

Assym Abbot Immulite 2000


Exames e equipamentos
Micologia - Sub-especialidade da microbiologia que estuda os
fungos e micotoxinas.

Microscópio Centrífuga
Microhematócrito

Centrífuga
Macrohematócrito

Eletric Sterilizer 50X


Exames e equipamentos
Citologia - Estuda as células, principalmente as que provém de
células já existentes e suas reações metabólicas

Centrífuga mod. CT 15

Centrífuga refrigerada

Centrífuga de piso p/ 24
tubos Agitador de
Plaquetas Linear
APL-48
OBRIGADA!

Márcia Pereira Soldate


Diretoria de Infraestrutura Física SVS / SUBVPS / SES – MG

E-mail: gief.svs@saude.mg.gov.br
Telefones: (31) 3916-0383 / 3916-0384