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Introdução

Neste trabalho vamos falar sobre os direitos


fundamentais estabelecidos para o povo português após o
25 de Abril, os órgãos de poder criados, o peso da Europa
na economia Portuguesa e a integração de Portugal na
Europa.

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Os Direitos Fundamentais
Durante o Estado Novo, os portugueses não viam
respeitados os seus direitos e liberdades fundamentais:
Não podiam exprimir-se livremente, as eleições não eram
livres e nem todos tinham o direito ao voto, a censura
controlava os meios de comunicação, e no mundo laboral
não existiam sindicatos nem direito à greve.

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Os opositores ao regime eram perseguidos, julgados em
tribunais próprios e detidos em prisões políticas.
Com o 25 de Abril de 1974,foi de novo estabelecida em
Portugal a democracia, a Constituição de 1976
institucionalizou os novos direitos e deveres dos
portugueses, sendo alguns deles:
Igualdade de todos perante a lei;
Liberdade sindical e direito à greve;
Direito de voto;
Direito à liberdade e à segurança;
Direito à educação e à cultura;
Direito à habitação;
Direito ao trabalho, à segurança
social e à protecção;


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Os Órgão de Poder
Com a aprovação da constituição de 1976, criaram-se
novos órgãos de soberania, completamente distintos uns aos
outros sendo eles:
Presidente da República

Assembleia da República
(com competência,
legislativa e de fiscalização);
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Governo - responsável pela conduta da politica geral do
país; poder executivo

Tribunais - com poderes judiciais.

Todo o país beneficiou destes órgãos de poder, incluindo


os arquipélagos dos Açores e da Madeira que foram
dotados de autonomia regional. Também os municípios e as
freguesias beneficiaram de maior autonomia, possuindo
órgãos próprios. Desta forma, através dos poderes
regionais e autárquicos procurou dar-se uma maior
eficácia na resposta aos problemas das populações.
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O Peso da Europa na Economia
Portuguesa
Durante o Estado Novo surgiu a ideia da construção de
um “único Portugal” formado por Portugal e pelas suas
colónias . Contudo, esta ideia nunca foi posta em prática.
Portugal explorava, as matérias-primas das colónias e
colocava nelas os produtos transformados, mas o peso da
Europa na economia portuguesa era bem maior.
Os países europeus constituíam o principal destino das
nossas exportações. Em 1959 Portugal aderiu à Associação
Europeia de Livre Comércio, e em 1972 assinou um tratado
com a Comunidade Económica Europeia.
Nos últimos anos do Estado Novo, o país atravessou
uma grave crise económica. Após o 25 de Abril a
estabilidade política e agitação social agravaram a situação
económica do país. Por isso os governantes tiveram que
recorrer ao FMI.
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A Interacção de Portugal na
União Europeia
Com a independência das colónias e a perda dos mercados
coloniais, Portugal voltou-se para a Europa. Em 1986
Portugal tornou - se membro da Comunidade Europeia, em
consequência o nosso país foi obrigado a aceitar os
seguintes princípios comunitários:
a nível político: existência de um regime democrático
parlamentar.
a nível económico e social: Cumprimento dos tratados da
Comunidade/União Europeia.

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Após a adesão à Comunidade Europeia, o nosso país
começou a receber fundos, do Quadro Comunitário de
Apoio, destinados a melhorar a economia e a vida das
populações.
Em consequência, os portugueses aproximaram – se do
nível de vida dos países da União Europeia, apesar de
ainda ser bem visível o atraso do país em relação à média
europeia. Nos últimos tempos, em virtude de algumas
politicas governativas, Portugal entrou num período de
dificuldades económicas e sociais.

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Conclusão
Nós gostamos muito de elaborar o trabalho sobre este
tema, pois achamos muito importante conhecermos o nosso
passado e conhecermos a evolução dos órgão de poder
portugueses assim como os nossos direitos e deveres
fundamentais.

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Trabalho elaborado por:
Rafael Carvalho n.º 16
Raquel Faria n.º 18
Sónia Barbosa n.º 20 9ºB

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