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****O Pesquisa sobre os benefícios da febre em doenças infecciosas.

Os benefícios da febre

Quando um organismo invade seu corpo, provoca a liberação de pirogênio, uma substância
que sinaliza para o hipotálamo no cérebro para elevar a temperatura do seu corpo. Isso é feito
através de um número de diferentes mecanismos, incluindo:

· Arrepios

· Liberação de hormônio TRH

· Aumentar a sua taxa metabólica

· Restrição do fluxo de sangue para a pele para minimizar a perda de calor

· Pilo ereção (ereção de pequenos pêlos), que suprime a transpiração (o suor é um mecanismo
de resfriamento)

A febre, por sua vez, inicia uma série de processos corporais benéficos que direta ou
indiretamente ajudam a repelir bactérias ou vírus invasores. Alguns destes benefícios incluem:

· Aumento de anticorpos - células treinadas especificamente para o ataque ao tipo exato de


invasor que seu corpo está recebendo

· Mais células brancas do sangue são produzidas para ajudar a combater os invasores

· Mais interferon, uma substância antiviral e anticâncer natural, é produzido, o que ajuda a
bloquear a propagação de vírus para células saudáveis

· Redução do ferro sérico, que tem efeito inibidor para bactérias

· O aumento da temperatura mata diretamente micróbios (a maioria das bactérias e vírus


realmente crescem melhor em temperaturas inferiores do corpo humano)

· Melhor capacidade de certas células brancas do sangue de destruir bactérias e células


infectadas

· A febre também prejudica a replicação de muitas bactérias e vírus

É raro que uma febre superior a 40 graus, não há nenhum mal em deixar uma febre em seu
curso. Tenha em mente também que as febres tendem a picos no final da tarde e à noite,
assim um ligeiro aumento na febre durante este período não é necessariamente motivo para
alarme.

Por que os remédios para reduzir a febre são normalmente desnecessários e até prejudiciais ¿
Como mencionado anteriormente, na maioria dos casos, que você deve evitar dar remédios
para reduzir a febre, como estes medicamentos geralmente só suprimem os mecanismos
naturais de cura da febre e prolongar a doença.

Na verdade, o artigo: Febre em crianças – Uma bênção oculta (Fever in Children - A Blessing in
Disguise), originalmente impresso na Mothering Magazine que definitivamente vale a pena ser
lido se você tiver crianças pequenas em casa, apresenta vários estudos apoiando o fato de que
reduzir a febre realmente prolonga a doença:

· Um estudo de adultos com resfriados constatou que a aspirina e paracetamol suprimiram a


produção de anticorpos e aumentaram sintomas da gripe, com uma maior tendência de
contágio.

· Em um estudo de crianças com varicela, o acetaminofeno prolonga as coceiras e o tempo de


erupção em comparação com o uso de placebo como tratamento.

· Em estudos de tubo de ensaio, níveis terapêuticos de aspirina suprimiram a capacidade das


células brancas do sangue humano de destruir bactérias.

· Outro estudo descobriu que uma gama de analgésicos, incluindo a aspirina e ibuprofeno,
inibiu as células brancas na produção de anticorpos em até 50%.

Estes medicamentos também podem levar a riscos de efeitos colaterais, incluindo problemas
de fígado com acetaminofeno, dor de estômago com Ibuprofeno e síndrome de Reye com
aspirina (recomenda-se que para crianças com menos de 19 anos não ser dado aspirina
quando têm febre, devido à relação com a síndrome de Reye).

Lembre-se: o objetivo da febre é estimular o sistema imunológico e criar um ambiente inóspito


para organismos, essencialmente elevando a temperatura o suficiente para que os micróbios
invasores não possam viver. Assim sempre que você baixar uma febre artificialmente você está
tornando seu corpo mais hospitaleiro para os patógenos invasores.

Reduzir uma febre com medicamentos também mascara os seus sintomas, o que pode levar ao
retorno às suas atividades normais mais rapidamente, quando seu corpo pode ainda se
beneficiar em repouso adicional.

Defesas do organismo contra a infecção

As defesas do organismo contra a infecção incluem barreiras naturais, como a pele,


mecanismos inespecíficos, como certos tipos de glóbulos brancos e a febre, e mecanismos
específicos, como os anticorpos.

Em regra, se um microrganismo atravessa as barreiras naturais do corpo, os mecanismos de


defesa específicos e inespecíficos destroem-no antes que se multiplique.
Barreiras naturais

Geralmente a pele evita a invasão de muitos microrganismos, a menos que esteja fisicamente
danificada devido, por exemplo, a uma lesão, à picada de um insecto ou a uma queimadura.
Contudo, existem excepções, como a infecção pelo papilomavírus humano, que provoca as
verrugas.

Outras barreiras naturais eficazes são as membranas mucosas, como os revestimentos das vias
respiratórias e do intestino. Geralmente estas membranas estão cobertas de secreções que
combatem os microrganismos. Por exemplo, as mucosas dos olhos estão banhadas em
lágrimas, que contêm um enzima chamado lisozima. Este ataca as bactérias e ajuda a proteger
os olhos das infecções.

As vias respiratórias filtram de forma eficaz as partículas do ar que se introduzem no


organismo. Os canais tortuosos do nariz, com as suas paredes cobertas de muco, tendem a
eliminar grande parte da substância que entra. Se entretanto um microrganismo atinge as vias
aéreas inferiores, o batimento coordenado de umas saliências semelhantes a pêlos (cílios)
cobertas de muco transportam-no para fora do pulmão. A tosse também ajuda a eliminar
esses microrganismos.

O tubo gastrointestinal dispõe de uma série de barreiras eficazes, que incluem o ácido do
estômago e a actividade antibacteriana dos enzimas pancreáticos, da bílis e das secreções
intestinais. As contracções do intestino (peristaltismo) e o desprendimento normal das células
que o revestem ajudam a eliminar os microrganismos prejudiciais.

O aparelho geniturinário masculino encontra-se protegido pelo comprimento da uretra (cerca


de 20 cm). Devido a este mecanismo de protecção, as bactérias não costumam entrar na
uretra masculina, a menos que sejam ali introduzidas de forma não intencional, através de
instrumentos cirúrgicos. As mulheres contam com a protecção do ambiente ácido da vagina. O
efeito de arrastamento que a bexiga desencadeia no seu esvaziamento é outro dos
mecanismos de defesa em ambos os sexos.

As pessoas com mecanismos de defesa debilitados estão mais vulneráveis a certas infecções.
Por exemplo, aqueles indivíduos cujo estômago não segrega ácido são particularmente
vulneráveis à tuberculose e à infecção causada pela bactéria Salmonella. O equilíbrio entre os
diferentes tipos de microrganismos na flora intestinal residente também é importante para
manter as defesas do organismo. Por vezes, um antibiótico tomado para uma infecção
localizada em qualquer outra parte do corpo pode quebrar o equilíbrio entre a flora residente,
permitindo assim que aumente o número de microrganismos que causam doenças.

Mecanismos de defesa inespecíficos


Qualquer lesão, incluindo uma invasão de bactérias, causa inflamação. A inflamação serve,
parcialmente, para encaminhar certos mecanismos de defesa até ao ponto onde se localiza a
lesão ou a infecção. Com a inflamação, aumenta o débito sanguíneo e os glóbulos brancos
podem atravessar a parede dos vasos sanguíneos e dirigir-se à zona inflamada com maior
facilidade. O número de glóbulos brancos na corrente sanguínea também aumenta, já que a
medula óssea liberta uma grande quantidade desses glóbulos que tinha armazenada e, de
imediato, começa a produzir mais.

A primeira variedade de glóbulos brancos que entra em cena são os neutrófilos, que começam
a ingerir os microrganismos invasores e tentam conter a infecção num espaço reduzido. Se a
infecção continuar, os monócitos, outra classe de glóbulos brancos com uma capacidade ainda
maior para ingerir microrganismos, chegarão em quantidades cada vez maiores.

Todavia, estes mecanismos inespecíficos de defesa podem ser ultrapassados por uma grande
quantidade de microrganismos invasores, ou por outros factores que reduzam as defesas do
corpo humano, como os contaminantes do ar (incluindo o fumo do tabaco).

Febre

A febre, definida como uma elevação da temperatura corporal superior aos 37,7ºC (medidos
com o termómetro na boca), é, na realidade, uma resposta de protecção perante a infecção e
a lesão. A elevada temperatura corporal estimula os mecanismos de defesa do organismo ao
mesmo tempo que causa um mal-estar relativamente pequeno ao indivíduo.

Normalmente, a temperatura corporal sobe e baixa todos os dias. O ponto mais baixo é
atingido às 6 horas da manhã e o mais alto entre as 4 e as 6 horas da tarde. Embora seja
habitual dizer-se que a temperatura normal do corpo é de 37ºC, o mínimo normal às 6 horas
da manhã é de 37,1ºC e o máximo normal às 4 horas da tarde será de 37,7ºC.

O hipotálamo, uma parte do cérebro, controla a temperatura corporal; a febre é consequência


de uma nova regulação do termóstato do hipotálamo. A temperatura corporal aumenta até
um novo nível superior do termóstato, deslocando o sangue da superfície da pele até ao
interior do corpo, reduzindo com isso a perda de calor. Os arrepios podem ocorrer para
estimular a produção de calor através da contracção muscular. Os esforços do organismo para
conservar e produzir calor continuarão até que o sangue chegue ao hipotálamo a uma nova
temperatura, mais elevada. Então os mecanismos habituais manterão a referida temperatura
e, posteriormente, quando o termóstato voltar ao seu nível normal, o corpo eliminará o
excesso de calor através do suor e mediante o desvio do sangue para a pele. Os arrepios
podem surgir também quando a temperatura desce.

A febre pode seguir um curso em que a temperatura atinge um máximo diário e depois volta
ao seu nível normal. Por outro lado, a febre pode ser remitente, isto é, a temperatura varia
mas nunca volta ao normal. Certas pessoas, como os alcoólicos, tanto os de idade avançada
como os mais jovens, podem ter uma baixa da temperatura como resposta a uma infecção
grave.
As substâncias causadoras de febre recebem o nome de pirogénios. Eles podem provir do
interior ou do exterior do organismo. Exemplos de pirogénios formados no exterior do corpo
são os microrganismos e as substâncias que estes produzem, como as toxinas.

Na realidade, os pirogénios provocam febre por estimularem o organismo a produzir os seus


próprios pirogénios. Os pirogénios formados dentro do organismo costumam ser produzidos
por um tipo de glóbulo branco chamado monócito.

Contudo, a infecção não é a única causa de febre; ela pode também ser consequência de uma
inflamação, um cancro ou uma reacção alérgica.

Determinação da causa da febre

Em geral, a febre tem uma causa óbvia, como a gripe ou a pneumonia. Porém, noutros casos a
causa é subtil, como uma infecção do revestimento interno do coração (endocardite
bacteriana). Quando uma pessoa tem pelo menos 38,3ºC de febre e uma investigação
exaustiva não consegue descobrir a causa, o médico pode chamar-lhe febre de origem
desconhecida. As causas potenciais da referida febre incluem toda e qualquer perturbação
que eleve a temperatura corporal, mas as causas mais frequentes entre os adultos são as
infecções, as doenças causadas por anticorpos formados contra os tecidos do próprio
indivíduo (doenças auto-imunes) e um cancro ainda não descoberto (em especial, uma
leucemia ou um linfoma).

Para determinar a causa, o médico averigua os sintomas e as doenças presentes e passadas, a


medicação actual, a exposição a infecções, viagens recentes, etc. O quadro que acompanha a
febre muitas vezes não ajuda a fazer o diagnóstico. No entanto, há algumas excepções: por
exemplo, uma febre que aparece cada dois ou três dias é típica do paludismo.

As viagens recentes, em particular ao estrangeiro, ou a exposição a certas substâncias ou


animais podem dar pistas sobre a causa da febre. Em regiões de um determinado país são mais
frequentes certas infecções, enquanto noutras predominam infecções diferentes.

Uma pessoa que tenha bebido água contaminada (ou que tenha comido gelo feito com água
infectada) pode desenvolver uma febre tifóide. Quem trabalha numa fábrica de enlatados de
carne pode ter uma brucelose.

Depois de fazer este tipo de perguntas, o médico executa um exame físico completo para
procurar a origem da infecção ou encontrar evidência de alguma afecção. Conforme a
intensidade da febre e as condições do paciente, assim a consulta pode ser realizada no
consultório do médico ou então no hospital.

As análises de sangue podem ser utilizadas para detectar a presença de anticorpos contra um
microrganismo, para o fazer crescer num meio de cultura e para determinar o número de
glóbulos brancos. Pode observar-se um aumento nos valores de um anticorpo específico e isso
pode ajudar a identificar o microrganismo invasor. O aumento na quantidade de glóbulos
brancos costuma indiciar infecção. A fórmula leucocitária (a proporção entre os diversos tipos
de glóbulos brancos) proporciona mais pistas. Um aumento dos neutrófilos, por exemplo,
sugere uma infecção aguda por bactérias. Um aumento dos eosinófilos sugere uma infestação
parasitária, por exemplo, por céstodos ou por nemátodos.

A ecografia, a tomografia axial computadorizada (TAC) e a ressonância magnética (RN) podem


ajudar a estabelecer um diagnóstico. A gamagrafia com leucócitos marcados pode ser utilizada
para identificar áreas de infecção ou inflamação.

Para realizar este exame, o paciente recebe uma injecção de glóbulos brancos que contêm um
marcador radioactivo. Como os glóbulos brancos são atraídos para as zonas infectadas e, neste
caso, eles possuem um marcador radioactivo, o exame pode detectar uma zona de infecção.
Se os resultados deste exame forem negativos, o médico pode precisar de colher uma amostra
de fígado (biopsia), da medula óssea ou de outra área da qual suspeite. A amostra é
posteriormente examinada ao microscópio.

Tratamento da febre

Dados os potenciais efeitos benéficos da febre, discute-se se ela deve ser tratada de forma
rotineira. De qualquer modo, uma criança que tenha tido uma convulsão como resultado da
febre (ataque febril) deve receber tratamento. Do mesmo modo, um adulto com um problema
cardíaco ou pulmonar deve recebê-lo, porque a febre pode aumentar a necessidade de
oxigénio. Estas necessidades aumentam cerca de 7 % por cada 0,17ºC de aumento da
temperatura corporal a partir dos 37ºC. A febre também pode provocar alterações na função
cerebral.

Os fármacos utilizados para fazer descer a temperatura corporal recebem o nome de


antipiréticos. Os mais usados e eficazes são o paracetamol e os anti-inflamatórios não
esteróides, como a aspirina. No entanto, nas crianças e adolescentes não se combate a febre
com aspirina porque esta aumenta o risco de desencadear a síndroma de Reye, que pode ser
mortal.

Mecanismos de defesa específicos

Uma vez desenvolvida a infecção, entra em acção todo o poder do sistema imunitário. Este
produz várias substâncias que atacam especificamente os microrganismos invasores. Por
exemplo, os anticorpos aderem a eles e ajudam a imobilizá-los. Podem assim destruí-los
directamente ou então ajudar os glóbulos brancos a localizá-los e a eliminá-los. Além disso, o
sistema imunitário pode enviar um tipo de células conhecidas como células T citotóxicas (killer)
(outro tipo ainda de glóbulos brancos) para atacar especificamente o organismo invasor.Os
fármacos anti-infecciosos, como os antibióticos, os agentes antimicóticos ou antivirais, podem
auxiliar as defesas naturais do corpo humano. No entanto, se o sistema imunitário se
encontrar gravemente enfraquecido, esses medicamentos não costumam ser eficazes.
Veneno de escorpião

Estreante no concurso, Eder Magalhães Silva Fialho está entre os ganhadores do prêmio
Fapema 2011, na categoria Dissertação de Mestrado, na área das ciências biológicas. O estudo
desenvolvido por Eder diz respeito às potencialidades que o veneno do escorpião Tityus
Serrulatus (vTs) tem, que aumentam a resposta do sistema imunológico.
Trabalhando com animais de experimentação, o professor mestre Eder Magalhães Silva Fialho
conseguiu caracterizar uma dose não letal do veneno extraído da espécie de escorpião (Tityus
serrulatus (vTs)), capaz de ativar mecanismos do sistema imunológico que favorecem a
regulação da resposta inflamatória, ou seja, uma dose capaz de aumentar a resposta do
sistema imunológico.
Essa propriedade do vTs foi comprovada quando se observou que os animais submetidos a
uma infecção polimicrobiana (vários microorganismos) tiveram uma inflamação sistêmica,
chamada de "sepse", e chegaram a óbito com 24 horas. Entretanto, aqueles que receberam a
dose não letal do veneno do escorpião sobreviveram, demonstrando assim a capacidade do
vTs de aumentar a resposta do sistema imunológico e de ativar mecanismos que o regulam,
evitando seus efeitos nocivos.
Essa pesquisa foi desenvolvida durante o curso de mestrado em Biodiversidade e Conservação
na Universidade Federal do Maranhão, e teve como orientadora a Professora Doutora Flávia
Raquel Fernandes do Nascimento.

Adendo: O veneno do escorpião negro não é letal ao ser humano mas causa uma febre de 24
horas no organismo.

*Em todo o campo de assistência à saúde, as preocupações quanto à transmissão de


microorganismos infecciosos levaram a um aumento no uso de antissépticos e desinfetantes.
Esta tendência é particularmente observada. Os vários antissépticos e desinfetantes podem
ser classificados de acordo com o seu mecanismo de ação:

1. agentes que desnaturam as proteínas;

A desnauração é um processo que se dá em moléculas biológicas, principalmente nas


proteínas, expostas a condições diferentes àquelas em que foram produzidas, como variações
de temperatura, mudanças de PH, força iônica, entre outras. A proteína perde a sua estrutura
tridimensional e, portanto as suas propriedades. Algumas proteínas desnaturadas, ao serem
devolvidas para o seu meio original,podem recuperar a sua configuração espacial normal,
renaturando-se. Entretanto, quando a desnaturação ocorre por elevações extremas de
temperatura ou alterações muito intensas do PH, as modificações, geralmente, são
irreversíveis.

Dois exemplos simples de desnaturação ocorrem:

*Ao pingar gotas de limão no leite (coalho)


*Ao cozinhar ovo.

A desnaturação também atinge enzimas, que realizam funções vitais no corpo. Por isso, os
médicos preocupam-se antes em baixar a febre do que descobrir a causa, pois a alta
temperatura pode destruir enzimas de funções vitais, como as enzimas que auxiliam no
processo respiratório (transporte de substância via hemoglobina).

2. agentes que causam a ruptura osmótico da célula; e


3. Agentes que interferem em processos metabólicos específicos.

OBS.: Os agentes que causam a desnaturação das proteínas ou ruptura osmótica


tendem a matar os microorganismos. A interferência em processos metabólicos
específicos geralmente afetam o crescimento e a reprodução celular sem matar a
célula.

Pesquisadora: Karina Carota Mozena

RG 25.229.258-3

CPF 287.203.228-28

Data:07-10-2013

Pesquisa aplicada = contribuição prática decorrente do conhecimento puro.

Obs.: Uma pesquisa sobre problemas práticos pode conduzir à descoberta de princípios
científicos. Uma pesquisa pode fornecer conhecimentos passíveis de aplicação prática
imediata.