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ARQUITETURA DE REDES

O principal objetivo de uma rede de computadores é o compartilhamento de informação e


recursos. Mas embora este objetivo inicial seja simples e básico, o crescimento das redes de
computadores pelo mundo proporcionou outros benefícios, como o crescimento da capacidade
de processamento da informação, a diversidade de equipamentos surgidos desde as primeiras
redes, o aumento da confiabilidade na transmissão e armazenamento de dados, o
processamento in loco e um meio alternativo de comunicação social.

Entre muitas outras, as redes de computadores tiveram profunda influência nas atividades
relacionadas à pesquisa e ensino. A criação de bibliotecas virtuais, a digitalização e catalogação
de bibliotecas físicas, o correio eletrônico e muitas outras aplicações aumentam a velocidade de
disseminação do conhecimento.

A partir da década de setenta, com os serviços de comunicação de dados que as empresas de


telecomunicação passaram a oferecer, iniciou-se a era da multimídia, possibilitando o
rompimento de muitas fronteiras na utilização do computador como veículo de comunicação e
interação humana, e o avanço cada vez mais rápido das tecnologias de redes.

ESTRUTURAS DE REDES

Chamamos um computador conectado a uma rede de terminal (end system) ou host [E. Garrison
Walters - 2001]. Os hosts são conectados por uma subrede de comunicação. O tráfego dos
pacotes (ou mensagens) entre os computadores é feito pela subrede. Comumente, a subrede
de comunicação se reduz a um único repetidor (ou dispositivo de chaveamento) em redes locais.
Os hub’s são dispositivos repetidores, os switch’s (ou chaves) são dispositivos de chaveamento.

Em WANs e MANs, a subrede não é apenas um dispositivo, mas passa a ser composta por linhas
ou canais de transmissão, interligadas a dispositivos de chaveamento intermediários
(intermediate systems), denominados roteadores. Os roteadores são computadores cuja função
é conectar dois ou mais canais de transmissão, aos quais os hosts se conectam.

Figura 1: Fronteira de duas subredes de comunicação (Fonte:


https://serverfault.com/questions/627894)

As subredes são divididas em dois grupos: ponto-a-ponto e broadcast. Nas subredes ponto-a-
ponto, os roteadores são conectados por canais de transmissão, fazendo com que apenas
roteadores diretamente conectados possam se comunicar. Quando um pacote precisa ser
transmitido a um roteador não conectado à subrede, ele deve ser comutado por outros
roteadores.

Figura 2: Esquema de uma subrede ponto-a-ponto (Fonte:


https://pplware.sapo.pt/tutoriais/networking)

Em subredes de broadcasts todos os hosts e roteadores compartilham o mesmo canal de


transmissão. Os pacotes enviados por um host ou roteador são recebidos por todos os demais.
Se o endereço de destino contido no pacote for diferente do endereço do host que o recebeu,
o pacote é descartado.

Figura 3: Subrede em Broadcast (Fonte: https://sites.google.com/site/redeslocalesyglobales)


PADRONIZAÇÃO DE REDES

A arquitetura das redes de computadores segue um conjunto de normas e procedimentos


padronizados. Quando o aspecto da arquitetura se relaciona com a segurança do homem, o
cumprimento das normas e procedimentos é obrigatório, quando relacionado à qualidade o
cumprimento das normas e procedimentos é apenas recomendável. Um padrão é determinado
após ter sido adotado e certificado por uma entidade reguladora. Na área de redes de
computadores os padrões estabelecidos por duas entidades: ITU-TS (International
Telecommunications Union - Telecommunication Standardization), que congrega as companhias
de telecomunicações nacionais; e a ISO (International Standard Organization), que congrega as
entidades de padronização nacionais.

ESTRUTURAÇÃO DE REDES EM CAMADAS

Por ser um sistema complexo, as redes de computadores são modeladas em partes funcionais
interligadas. Estas partes são denominados camadas, sendo associada a cada camada um nível.
Cada camada oferece serviços à camada de nível superior, sem passar adiante as informações e
cálculos aplicados no serviço implementado.

A camada L de um host troca informação com a camada L dos outros hosts. As regras envolvidas
na comunicação constituem o protocolo da camada L. A especificação de um protocolo não trata
de detalhes de como é implementado, detalhes estes que dependem da tecnologia empregada.
Existe uma interface entre cada par de camadas adjacentes, chamada de Open Systems
Interconnection Transfer Control Protocol/Internet Protocol. Essa interface define as regras de
aplicação dos serviços oferecidos pela camada inferior. A arquitetura da rede é definida pelo
conjunto de todas as camadas e protocolos.

O MODELO OSI

O modelo OSI é composto de 7 camadas, vistas na figura 4. Ele não é uma arquitetura, pois não
especifica os Protocolos empregado pelas camadas. Contudo, a ISO tem produzido Protocolos
para as 7 camadas, publicados como padrões internacionais.

A CAMADA FÍSICA

Na camada física são gerados os sinais elétricos, eletromagnéticos ou óticos, que serão
propagados pelo meio físico. Os Protocolos da camada física especificam a duração e
intensidade do sinal, a multiplexação a ser aplicada, pinagem, etc. A camada física está, é claro,
intimamente relacionada ao meio físico empregado.

A CAMADA DE ENLACE
A camada de enlace trabalha com data frames, ou quadros de dados, que são transmitidos
através da camada física. Um quadro de dados é composto de algumas centenas de bytes. Os
quadros são delimitados por sequências pré-estabelecidas de bits. A camada de enlace
transmite (recebe) quadros de dados, aguardando (enviando) o respectivo quadro de
reconhecimento de recepção. Como neste ponto ainda não há tratamento de erros, a
transmissão de quadros não é confiável. Pode ocorrer a duplicação de quadros, ou eles podem
chegar fora de ordem. A duplicação o corre quando o quadro é deformado, tornando-se
ininteligível pelo receptor. Neste caso, o receptor envia novamente o quadro de dados
correspondente por falta de reconhecimento, gerando assim a sua duplicação.

A camada de enlace também controla o fluxo de quadros, evitando que um host envie quadros
a uma taxa superior à que o receptor é capaz de processar.

CAMADA DE REDE

A camada de rede controla a operação da subrede. Uma das funções da camada de rede é o
roteamento de pacotes do host de origem ao host de destino. O roteamento pode apresentar
características dinâmicas, evitando gargalos em certos roteadores, ou estáticas, empregando-se
sempre a mesma rota entre dois hosts.

Outra função desta camada é a fragmentação e remontagem de pacotes para atender a limites
impostos por determinados segmentos da subrede de comunicação. Em subredes de broadcast
e redes locais esta camada é muito simples, já que sua principal atribuição, o roteamento, é
inexistente.

CAMADA DE TRANSPORTE

A principal função da camada de transporte é receber os dados da camada de sessão, particiona-


los em unidades menores e garantir que as unidades particionadas cheguem a seu destino na
ordem correta e sem duplicidade. Esta camada possui dois tipos de serviços: um serviço rápido
onde mensagens são limitadas em tamanho e não existe garantia de entrega, ordem ou ausência
de duplicação; e um serviço mais lento, porém altamente confiável e sem limites de tamanho
nas mensagens. Um terceiro serviço, broadcast de mensagens, ou seja, mensagens enviadas
para todos os hosts da subrede, pode estar disponível nesta camada.

A camada de transporte é responsável pela remontagem dos quadros oriundos da camada de


rede, garantindo que a ordem em que foram enviados se mantenha e descartando as
duplicações.

Também é função desta camada o controle do fluxo de dados entre dois processos de
comunicação, já que a camada de rede controla o fluxo apenas entre roteadores.

As camadas anteriores (física, de enlace e de rede) são empregadas na comunicação roteador-


roteador. A camada de transporte é a primeira a promover comunicação host-host.

CAMADA DE SESSÃO
A camada de sessão permite dois processos de aplicação estabelecerem sessões entre si a fim
de organizar e sincronizar a troca de informação. Uma conexão de sessão é estabelecida,
estabelecendo as regras de diálogo entre as duas aplicações. Sessões podem ser suspensas e
retomadas, assim como manter pontos de sincronismo (check point) para retomada posterior,
no caso de ocorrência de erros.

CAMADA DE APRESENTAÇÃO

A camada de apresentação fornece serviços de representação dos dados, criptografia e


compressão de dados. A representação dos dados é necessária quando hosts de arquiteturas
diferentes precisam se comunicar. Por exemplo, a representação de números em ponto
flutuante muda de arquitetura para arquitetura. Quando um número float é transmitido, ele é
convertido para uma representação padronizada, enviado através da rede, e reconvertido na
representação adotada pelo host de destino. A camada de apresentação opera com o Protocolo
EDR (External Data Representation), responsável pela conversão e reconversão.

A compressão de dados é útil quando ocorre o envio de dados volumosos, como imagens vídeos.
A criptografia é utilizada quando os dados a serem transmitidos são confidenciais e visa evitar
sua interceptação em trânsito por pessoas não autorizadas. Os Protocolos para compressão e
criptografia de dados também são definidos nesta camada.

CAMADA DE APLICAÇÃO

A camada de aplicação dispõe de serviços comumente utilizados por usuários de redes, como
login remoto, correio eletrônico, serviços de diretório e gerência de redes e transferência de
arquivos. Na camada de aplicação também se constitui o ponto de acesso à rede pelas
aplicações.

Figura 4:Modelo OSI (Fonte: www.dltec.com.br/blog/cisco)

PDU
PDU é a Unidade de Dados do Protocolo. Uma PDU é um bloco específico de informações
transferidas por uma rede. É frequentemente usado em referência ao modelo OSI, pois descreve
os diferentes tipos de dados transferidos de cada camada. A PDU para cada camada é:

 Camada Física - bits (1s ou 0s) transmitidos fisicamente via hardware;


 Camada de Enlace - quadro (lote de bits);
 Camada de Rede - pacote (que contém o endereço de origem e destino);
 Camada de Transporte - segmento (inclui um cabeçalho TCP);
 Camada de Sessão - dados passados para a conexão de rede;
 Camada de Apresentação - dados formatados para apresentação;
 Camada de Aplicação - dados recebidos ou transmitidos por um aplicativo de software.

A unidade de dados do protocolo muda entre os níveis/camadas do modelo OSI. As informações


resultantes transferidas da camada de aplicação para a camada física (e vice-versa) não são
alteradas, mas os dados passam por uma transformação no processo. A PDU define o estado
dos dados conforme eles se movem de uma camada para a próxima.

MODELO TCP/IP

O modelo TCP/IP – Transmission Control Protocol/Internet Protocol – é uma coleção de


Protocolos responsáveis pela comunicação entre os computadores de uma rede. Assim como no
modelo OSI, o TCP/IP é definição em camadas.

Figura 5: Comparação entre o Modelo OSI e o Modelo TCP/IP (Fonte: http://infotecnews.com.br)


Algumas camadas do modelo TCP/IP têm o mesmo nome das camadas no modelo OSI. Porém,
as camadas dos dois modelos têm funções e protocolos característicos.

CAMADAS DO MODELO TCP/IP

O modelo TCP/IP é dividido em quatro camadas – aplicação, transporte, internet e rede. Cada
camada é responsável pela execução de tarefas distintas, que garantem a entrega dos dados
trafegados e sua integridade.

CAMADA DE APLICAÇÃO

A camada de aplicação do modelo TCP/IP é responsável pela comunicação entre as aplicações e


os protocolos de transporte.

Figura 6:Camada de Aplicação (Fonte: http://infotecnews.com.br)

Alguns protocolos importantes da camada de aplicação do modelo TCP/IP são:

 HTTP: realiza a comunicação de dados na internet;


 FTP: utilizado na transferência de arquivos;
 DNS: resolve o nome de hosts em endereço IP;
 DHCP: oferece endereços de IP para a rede dinamicamente.

CAMADA DE TRANSPORTE

A camada de transporte é responsável por empacotar os dados enviados pela camada de


aplicação (transformá-los em pacotes menores), antes de eles serem enviados para a camada
de internet. A camada de transporte garante que os dados cheguem sem erros e na sequência
correta.

Dois protocolos formam esta camada: o TCP (Transmission Control Protocol) e o UDP (User
Datagram Protocol).
O protocolo TCP realiza uma série de funções que tornam a comunicação entre origem e destino
mais confiável. Ela também realiza a multiplexação dos pacotes, o controle de fluxo, de erro e
sequência.

O protocolo UDP não possui confirmação de entrega dos pacotes. Geralmente é usado na
transmissão de informações de controle. Ele apenas realiza a multiplexação, permitindo que
várias aplicações possam acessar o sistema de comunicação de forma coerente.

Tanto o UDP quanto o TCP recebem o dado da camada de aplicação e acrescentam um endereço
virtual, chamado cabeçalho, a cada pacote, que é removido quando chega ao receptor. Neste
cabeçalho existem informações importantes como o número da porta de entrada, a sequência
do dado e a soma para verificação da integridade (checksum).

CAMADA DE INTERNET

A camada de internet é responsável pelo endereçamento e roteamento do pacote,


estabelecendo a conexão entre as redes locais. Adiciona ao pacote o endereço IP de origem e o
de destino, para que ele saiba que caminho deve percorrer.

Durante a transmissão, o pacote de dados recebido da camada de transporte é dividido em


partes chamadas datagramas. Os datagramas são enviados para a camada de interface com a
rede (nível mais baixo), onde são transmitidos pelo cabeamento da rede através de quadros.

Os principais Protocolos da camada da Internet:

 IP: responsável pelo endereçamento IP, fragmentação e montagem dos pacotes;


 ARP: responsável pela resolução do endereço da camada de internet para o endereço da
camada de interface de rede, como por exemplo o endereço MAC;
 ICMP: fornece funções de diagnóstico e relata erros devido à entrega bem-sucedida de
pacotes IP;
 IGMP: gere os grupos de multicast IP.

CAMADA DE INTERFACE COM A REDE

A camada de interface com a rede é responsável pelo envio do datagrama recebido da camada
de internet em forma de quadros através da rede física.

Nesta camada o protocolo mais utilizado é o Protocolo Ethernet. Ele possui três componentes
principais:

 Logic Link Control (LLC): adiciona ao pacote a informação de qual protocolo da camada de
internet vai entregar os dados para a serem transmitidos. Quando esta camada recebe um
pacote, ela sabe para qual protocolo da camada de internet deve ser entregue;
 Media Access Control (MAC): monta o quadro que vai ser enviado pela rede e adiciona o
endereço origem MAC e o endereço destino, que é o endereço físico da placa de rede;
 Physical: converte o quadro gerado pela camada MAC em eletricidade (se for uma rede
cabeada) ou em ondas eletromagnéticas (se for uma rede wireless).

Figura 7: Camadas do Modelo TCP/IP (Fonte: http://infotecnews.com.br)

PROTOCOLOS

 A especificação de um Protocolo em relação a uma camada compreende:


 Descrição dos tipos de PDUs;
 Descrição dos procedimentos do Protocolo e os serviços invocados para transferência
de cada tipo de PDU;
 Definição formal da estrutura de cada tipo de PDU;
 Definição formal da operação da entidade de Protocolo.

DEFINIÇÃO DA PDU

Duas entidades pares de um Protocolo comunicam-se através da troca de PDUs. As PDUs são
formadas por uma parte correspondente aos dados do usuário e outra parte contendo as
informações de controle relativa ao Protocolo (PCI). Como a PDU é uma informação que será
trocada entre sistemas diferentes, é necessário que a PDU possua uma estrutura cujo significado
seja comum às entidades de ambos os sistemas. Isto é obtido nos documentos de padronização
através da utilização de cadeias de bits ou através de uma forma baseada em tipos abstratos de
dados.

A representação baseada em cadeia de bits é mais utilizada na especificação dos Protocolos das
camadas inferiores. A representação utilizando o ASN.1 é mais comum na especificação de PDUs
dos Protocolos de nível mais alto, isto é, dos Protocolos orientados a aplicação.

ASN.1 emprega tipos abstratos de dados como encontrado na maioria das linguagens de
programação. Como ASN.1 é uma sintaxe abstrata, nada é especificado com relação ao número
e ordem dos bits correspondentes a cada tipo de dado encontrado na especificação.
Neste caso, utiliza-se um conjunto de regras de codificação que irá gerar PDUs formadas de
cadeias de bytes, cadeias estas que serão interpretadas da mesma forma em todos os sistemas.

Figura 8:PDU por camada OSI (Fonte: CISCO CCNA Módulo 1)

CÁLCULO DOS IPS PARA A SUBREDE DA BIBLIOTECA PÚBLICA

Utilizando a noção conceitual de subredes, utilizando bits de hosts vista acima, tentaremos criar
uma subrede eficiente, que reflita a necessidade da biblioteca onde será aplicada, através do
seguinte procedimento:

 Determinar o número de bits de host a serem usados para subredes.


 Listar as novas identificações de subredes.
 Listar os endereços IPs para cada nova identificação de subrede.

DETERMINANDO O NÚMERO DE BITS DE HOST

O número de bits de host usado para subredes determinará o número de subredes possíveis e
o número de hosts por subrede. Antes de escolher o número de bits de host, vamos avaliar o
número de subredes e de hosts que precisamos agora, e se é possível que essa quantidade
aumente no futuro.

Quanto mais bits de host são usados para subredes, mais subredes teremos, porém, com poucos
hosts por subrede. A utilização de muitos bits de host para subredes, permite o crescimento do
número de subredes mas limita o crescimento do número de hosts. Já a utilização de poucos
bits de hosts para subredes permite o crescimento do número de hosts mas limita o crescimento
do número de subredes.

A Figura 9 mostra uma subdivisão utilizando até os 8 primeiros bits de host de uma identificação
de rede classe B. Se escolhermos um bit de host para subredes, teremos 2 identificações de
subredes com 16.382 hosts por identificação de subrede. Se escolhermos 8 bits de host para
subredes, teremos 256 identificações de subredes com 254 hosts por identificação de subrede.
Figura 9: Subdivisão de uma identificação de rede classe B. (Fonte: projetosderedes.com.br)

Na prática definiremos o número máximo de hosts de que precisamos (30 computadores). Todos
os hosts da nossa rede compartilharão o mesmo tráfego de broadcast, ou seja, estarão no
mesmo domínio de broadcast. Assim, para a nossa necessidade, o crescimento do número de
subredes é mais vantajoso do que o crescimento do número de hosts por subrede.

Para o projeto da nossa biblioteca pública, determinamos que apenas uma subrede será
suficiente. Para esquematizar a nossa subrede de forma simples, começamos com uma
identificação de rede existente a ser subdividida, baseada em classes. Com base na Tabela 1,
que mostra as subdivisões possíveis para uma identificação de rede classe A, escolhemos a
máscara a ser utilizada.

Nº DE BITS MÁSCARA DE Nº DE HOSTS


Nº DE SUBREDES
PARA SUBREDE SUBREDE POR SUBREDE

1-2 1 255.128.0.0 ou /9 8,388,606


3-4 2 255.192.0.0 ou /10 4,194,302
5-8 3 255.224.0.0 ou /11 2,097,150
9-16 4 255.240.0.0 ou /12 1,048,574
17-32 5 255.248.0.0 ou /13 524,286
33-64 6 255.252.0.0 ou /14 262,142
65-128 7 255.254.0.0 ou /15 131,07
129-256 8 255.255.0.0 ou /16 65,534
257-512 9 255.255.128.0 ou /17 32,766
513-1,024 10 255.255.192.0 ou /18 16,382
1,025-2,048 11 255.255.224.0 ou /19 8,19
2,049-4,096 12 255.255.240.0 ou /20 4,094
4,097-8,192 13 255.255.248.0 ou /21 2,046
8,193-16,384 14 255.255.252.0 ou /22 1,022
16,385-32,768 15 255.255.254.0 ou /23 510
32,769-65,536 16 255.255.255.0 ou /24 254
65,537-131,072 17 255255255128 ou /25 126
131,073-262,144 18 255255255192 ou /26 62
262,145-524,288 19 255255255224 ou /27 30
524,289-1,048,576 20 255255255240 ou /28 14
1,048,577-2,097,152 21 255255255248 ou /29 6
2,097,153-4,194,304 22 255255255252 ou /30 2
Tabela 1:Subdivisões de uma identificação de rede classe A.

Como a nossa rede será composta por 30 computadores (hosts), escolher a máscara de subrede
com 1 bit e listamos as novas identificações utilizando o método decimal, adicionando um valor
incremental calculado para cada identificação de subrede sucessiva.

1. O número de bits que escolhemos para a criação da nossa subrede foi 1. Criamos, então,
a Tabela 2. Na primeira coluna temos o número da subrede. Como lidaremos com
apenas 1 bit, podemos formar até 2 subredes. Na segunda coluna listamos a
representação decimal (sistema numérico de base 10) dos 32-bits da identificação de
rede, e na terceira coluna listamos a representação decimal pontuada com o prefixo de
subrede;
2. Em seguida convertemos a identificação de rede (a.b.c.d) para a notação decimal
pontuada para N, a representação dos 32-bits da identificação de rede:

Onde N = a*16777216 + b*65536 + c*256 + d;

3. Calculamos, então, o valor incremental i baseado em h, o número de bits de host


restantes:

i = 2^h – 2;

4. Na primeira linha da tabela, a representação decimal da identificação de subrede é N e


a identificação de subrede é a.b.c.d com sua nova máscara de subrede;
5. Em seguida, adicionamos i ao valor da representação decimal da linha anterior;
6. Então, convertemos a representação decimal da identificação de subrede para
representação decimal pontuada (a.b.c.d) através da seguinte fórmula (onde s é a
representação decimal da identificação da subrede):

a = INT( s / 16777216)

b = INT(( s*mod ( 16777216 )) / 65536 )

c = INT(( s*mod ( 65536 )) / 256 )

d = s*mod(256)

onde INT( ) representa a divisão inteira e mod( ) o módulo, ou resto da divisão.

SUBREDE REPRESENTAÇÃO DECIMAL IDENTIFICAÇÃO DE SUBREDE


1 3232235520 192.168.0.0/19
2 3232243712 192.168.32.0/19
Tabela 2: Técnica decimal para subdivisão para a identificação de rede 192.168.0.0.

ENDEREÇOS IP PARA AS IDENTIFICAÇÕES DE SUBREDE


Após listar as identificações de subrede, listamos os endereços IPs válidos para as novas
identificações de subrede, definindo uma faixa de endereços IPs (o primeiro e o último) para
cada identificação de subrede, também utilizando o método decimal, adicionando valores
incrementais, correspondentes ao primeiro e ao último endereço IP para cada identificação de
subrede e convertendo para a notação decimal pontuada.

1. O número de bits que escolhemos para a criação da nossa subrede foi 1. Criamos, então,
a Tabela 2. Na primeira coluna temos o número da subrede. Como lidaremos com
apenas 1 bit, podemos formar até 2 subredes. Na segunda coluna listamos a
representação decimal (sistema numérico de base 10) do primeiro e do último endereço
IP da identificação de rede, e na terceira coluna listamos a representação decimal
pontuada do primeiro e do último endereço IP da identificação de subrede;
2. Calculamos o valor incremental J baseado em h, o número de bits de host restantes:

J = 2^h – 2;

3. Para cada representação decimal, o primeiro endereço IP é N + 1 onde N é a


representação decimal da identificação de subrede. O último endereço IP é N + J.
4. Convertemos a representação decimal da identificação de subrede para representação
decimal pontuada (a.b.c.d) através da seguinte fórmula (onde s é a representação
decimal da identificação da subrede):

a = INT( s / 16777216 )

b = INT(( s*mod ( 16777216 )) / 65536 )

c = INT(( s*mod ( 65536 )) / 256 )

d = s*mod(256)

onde INT( ) representa a divisão inteira e mod( ) o módulo, ou resto da divisão.

SUBREDE REPRESENTAÇÃO DECIMAL FAIXA DE ENDEREÇOS IPs


1 3232235521 - 3232243710 192.168.0.1 - 192.168.31.254
2 3232243713 - 3232251902 192.168.32.1 - 192.168.63.254