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CCT0325 – COMUNICAÇÃO DE DADOS

Aula 9: REDE TELEFÔNICA E ACESSO RESIDENCIAL


COM ADSL
CCT0325 – Comunicação de Dados
Conteúdo da Aula

REDE TELEFÔNICA ADSL

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AULA 9: Rede telefônica e acesso residencial com ADSL


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Rede Telefônica

As redes telefônicas utilizam a tecnologia de comutação de circuitos

Teve seu início no final da década de 1890

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Rede Telefônica

A rede telefônica é hoje uma combinação de sinais analógicos com digitais, para transmissão
de voz e de dados. Cabe destacar a aplicação de vários dos conceitos sobre comunicação de
dados até agora estudados, como por exemplo:

• sinalização analógica;
• portadores de onda senoidal;
• modulação desta onda;
• Modems;
• padrões de constelação;
• multiplexação.

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Estrutura do sistema telefônico

Os principais componentes da rede telefônica são:


• os loops locais (uso de modems discados);
• troncos (multiplexação de canais telefônicos); e
• centrais de comutação.

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Estrutura do sistema telefônico - Loop Local

Um dos componentes da rede telefônica é o loop local (linha do assinante), um cabo de par
trançado que conecta o telefone do assinante à central telefônica mais próxima, denominada
central local. O loop local, quando usado para voz, disponibiliza uma largura de banda de 4.000
Hz (4 kHz). É interessante examinar a relação entre o número do telefone e a linha do assinante
(loop local).

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Estrutura do sistema telefônico - Troncos

Troncos são meios de transmissão que interconectam centrais telefônicas. Um tronco


normalmente permite a transmissão, via multiplexação de centenas ou milhares de canais
telefônicos.
Geralmente, a interconexão entre centrais telefônicas é implementada por meio de fibras
ópticas ou links via satélite.

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Estrutura do sistema telefônico - Centrais de Comutação

Para evitar a necessidade de ter um link físico permanente entre dois assinantes quaisquer, a
operadora telefônica utiliza comutadores localizados dentro da central de comutação. Um
comutador conecta várias linhas de assinantes (loops locais) e/ou troncos, possibilitando a
interconexão entre diferentes assinantes.

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Estrutura do sistema telefônico

A comutação ocorre em níveis hierárquicos: centrais locais, centrais tandem e centrais


regionais.

A interligação entre as operadoras ocorre através de uma central de comutação chamada POP
(point of presence).

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Estrutura do sistema telefônico - Centrais Locais

Central que processa chamadas originadas e terminadas em terminais telefônicos a ela


conectados

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Estrutura do sistema telefônico - Centrais tandem

Central que apresenta, além da função de uma central local, a função de uma central trânsito.
Realiza a tarifação

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Estrutura do sistema telefônico - Centrais Regionais

Central que processa chamadas entre centrais telefônicas

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Estrutura do sistema telefônico - Sinalização

As redes telefônicas, em seus primórdios, usavam uma rede de comutação de circuitos com
links dedicados

Ainda não havia multiplexação

Eram utilizados telefonistas, para o estabelecimento e encerramento das conexões para


estabelecer e encerrar rotas em as entidades comunicantes

As salas eram um centro no qual todos os assinantes


estavam conectados

Sinalização in-band, pois o mesmo circuito é utilizado


tanto para sinalização como para comunicação de voz

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Estrutura do sistema telefônico - Sinalização

Telefones decádicos – enviavam sinais elétricos na forma de pulsos.

Sistema de comutação automático

Os comutadores nas companhias telefônicas usavam os sinais digitais para estabelecer uma
conexão entre quem fazia a chamada e aquele que receberia a ligação. Foram utilizados tanto a
tecnologia de sinalização in-band quanto a out-of-band

Na sinalização in-band, o canal de voz de 4 kHz também era


compartilhado para a transmissão de sinalização. E na sinalização
out-of-band, parte da largura de banda do canal de voz era dedicada
para sinalização

A largura de banda de voz e a largura de banda de sinalização


eram separadas

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Estrutura do sistema telefônico – Serviços Oferecidos

As companhias telefônicas oferecem dois tipos básicos de serviços: analógico e digital

Analógicos: No princípio, as companhias telefônicas ofereciam a seus assinantes somente


serviços analógicos. Podemos classificá-los em serviços analógicos comutados e serviços
analógicos alugados.

Comutados
• Este é o serviço de discagem mais comumente disponibilizado em um telefone residencial
• Oferecido mediante uma taxa fixa ou cobrando por ligação, a depender do perfil do
assinante
• Outras opções: 0800, 0900

Alugado
• Criação de um serviço telefônico dedicado
• Não é necessário discagem, dando a impressão de não usar os comutadores da rede
telefônica
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Estrutura do sistema telefônico – Serviços Oferecidos

As companhias telefônicas oferecem dois tipos básicos de serviços: analógico e digital

Digitais: Menos suscetíveis a ruídos e a outras formas de interferência que os serviços


analógicos. 56 e DDS.

56
• Trata-se de um serviço digital comutado que possibilita taxas de transmissão de dados de
até 56 kbps
• Pelo fato de a linha em um serviço comutado 56 já ser digital, os assinantes não precisam
de modems para a transmissão de dados digitais

DDS
• O DDS (Digital data service) é a versão digital de uma linha analógica alugada;
• Trata-se de uma linha digital alugada com taxa de transmissão de dados máxima de 64
kbps.

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Comutadores de circuito

Uma rede comutada possui vários nós interconectados, chamados comutadores.

Estes dispositivos são capazes de criar conexões temporárias entre dois ou mais dispositivos
conectados ao comutador. Três métodos de comutação tem sido importantes:
• comutação de circuito;
• comutação de pacotes; e
• de comutação mensagens.

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Comutadores de circuito

A comutação na camada física na rede telefônica tradicional usa o método da comutação de


circuitos (mas a tendência é usar outras técnicas).

1. Uma rede de comutação de circuitos conecta comutadores através de links físicos, nos quais
cada link é dividido em n canais. Na comutação por circuitos, os recursos precisam ser
reservados durante a fase de estabelecimento da conexão; e assim permanecem, dedicados
durante a transferência dos dados, até o encerramento da conexão.

2. Cabe destacar a importância da sinalização nas redes telefônicas, usada para tarefas como:
• fornecer sinais de linha,
• manter e monitorar chamadas,
• Registrar informações para tarifação; e
• para funções como identificação de chamadas,
• dentre outras.

Dada a complexidade destas tarefas, fez-se necessária a implementação de uma rede dedicada
a sinalização, independente da rede de transferência de dados de usuários.

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Estrutura do sistema telefônico - Modem

As linhas telefônicas convencionais são capazes de transportar frequências entre 300 a 3.300
Hz, totalizando uma largura de banda de 3.000 Hz.

Toda a largura de banda é usada para a transmissão de voz, em que altos níveis de interferência
e distorção podem ser aceitos sem perda de inteligibilidade

As linhas telefônicas usam modems discados para modulação e demodulação.

O projeto dos modems se baseia na largura de banda das linhas telefônicas. Padrões de
modems da séria V publicados pela ITU-T: V.32 (V.32bis), V.34bis, V.90 e V.92.

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Estrutura do sistema telefônico - Modem

O projeto dos modems se baseia na largura de banda das linhas telefônicas. Padrões de
modems da séria V publicados pela ITU-T: V.32 (V.32bis), V.34bis, V.90 e V.92.

Curiosidade: Os sons eram a negociação de uma velocidade de comunicação entre o modem e


o provedor - https://soundcloud.com/john-pemberton/modem-dialup

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Estrutura do sistema telefônico - Modem

O projeto dos modems se baseia na largura de banda das linhas telefônicas. Padrões de
modems da séria V publicados pela ITU-T: V.32 (V.32bis), V.34bis, V.90 e V.92.

O padrão V.32 utiliza a modulação QAM-32 com uma taxa de transmissão de 2.400 bauds.
Apenas 4 bits do pentabit transmitidos representam dados, portanto, a taxa de dados
resultante é 4 × 2.400 = 9.600 bps

O modem V.32bis foi o primeiro dos padrões ITU-T a suportar taxas de transmissão de 14.400
bps. O V.32bis usa modulação QAM-128 (7 bits/baud com 1 bit redundante de controle de
erros) à velocidade de 2.400 bauds (2.400 × 6 = 14.400 bps).

Os modems V.34bis podem transmitir dados à taxa de bits de 28.000 bps em uma constelação
de 960 pontos ou a uma taxa de bits de 33.600 bps em uma constelação de 1.664 pontos.

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Estrutura do sistema telefônico - Modem
O projeto dos modems se baseia na largura de banda das linhas telefônicas. Padrões de
modems da séria V publicados pela ITU-T: V.32 (V.32bis), V.34bis, V.90 e V.92.

Modems V.90
Foram disponibilizados no mercado, com taxa de bits de 56.000 bps; são os chamados modems
56K

Eles são assimétricos, no sentido que a velocidade de downloading (fluxo de dados do


provedor Internet para o PC) atinge, no máximo, 56 kbps, ao passo que a velocidade de
uploading (fluxo de dados do PC para o provedor Internet) pode ser no máximo de 33,6 kbps

Modems V.92
Superior ao padrão V.90. Esses modems são capazes de auto-ajustar sua velocidade e caso a
relação sinal-ruído permita, eles podem fazer o upload de dados à velocidade
de 48 kbps.

A velocidade de downloading continua a ser de 56 kbps. Também capaz de interromper


momentaneamente a conexão, quando chega uma chamada

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Linha digital do assinante

DSL (digital subscriber line) é um conjunto de tecnologias ( ADSL, VDSL, HDSL, SDSL) usadas
para suporte da comunicação digital em alta velocidade através das linhas telefônicas
convencionais.

O destaque destas tecnologias é o ADSL, assimétrica, pois possibilita maior velocidade (taxa de
bits) no sentido do downstream (da Internet para a residência), indicada principalmente para
acesso residencial a Internet.

Trata-se de uma tecnologia adaptativa em relação à qualidade a linha do assinante. A largura


de banda é dividida da seguinte forma:
• canais para voz;
• canais ociosos;
• canais para controle; e
• Dados upstream e canais para controle e dados downstream.

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Linha Digital Assimétrica para Assinante

Antes da popularização das conexões ADSL, ainda nos primórdios da disseminação da internet
no Brasil, os acessos à rede mundial de computadores eram feitos através de ligações dial up,
conhecidas como "conexões discadas". Estes tipos de ligações eram muito lentos, suportando
apenas 56 kbps (kilobits por segundo), além de deixar a linha telefônica que estava sendo
utilizada ocupada e inutilizada para receber ou realizar ligações.

Existem duas principais variações desta tecnologia: o ADSL, ADSL 2+. A grande diferença entre
as duas tecnologias de transmissão de dados está na taxa de download. Enquanto que a ADSL
permite até 8 Mbps (megabytes por segundo), a ADSL 2 e 2+ chega aos 24 Mbps, porém sem
alterar a taxa de upload para ambas, de 1 Mbps.

O ADSL é uma tecnologia adaptativa. O sistema usa uma taxa de dados que se adapta à
qualidade da linha do assinante.

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Linha Digital Assimétrica para Assinante

A técnica de codificação de linha padronizada para o ADSL é denominada DMT (Discrete


Multitone Technique) que combina as modulações QAM e FDM.

Normalmente, uma largura


de banda disponível de
1,104 MHz é dividida em
256 canais. Cada canal usa
uma largura de banda de
4,312 kHz

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Linha Digital Assimétrica para Assinante

Para instalação do ADSL é necessário no cliente um modem ADSL, e na operadora um


equipamento chamada DSLAM (digital subscriber line access multiplexer).

Usa um modem especial e um microfiltro na linha telefônica do assinante

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Linha Digital Assimétrica – Tabela Comparativa

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Assuntos da próxima aula:

Redes de TV a Cabo