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Colégio Adventista de Itapecerica da Serra

(CAIS)

Ficha de Leitura

Nome: Jhon Lucas Teles Santos

Prof°: Débora Faria

Data: 22/04

Série: 3°B
Biografia - Foram seus pais Florduardo Pinto Rosa e Francisca
Guimarães Rosa. Aos 10 anos passou a residir e estudar em Belo
Horizonte Em 1930, formou-se pela Faculdade de Medicina da
Universidade de Minas Gerais. Tornou-se capitão médico, por
concurso, da Força Pública do Estado de Minas Gerais. Sua
estreia literária deu-se, em 1929, com a publicação, na revista O
Cruzeiro, do conto "O mistério de Highmore Hall", que não faz
parte de nenhum de seus livros. Em 36, a coletânea de versos
Magma, obra inédita, recebe o Prêmio Academia Brasileira de
Letras, com elogios do poeta Guilherme de Almeida. A
publicação do livro de contos Sagarana, em 1946, garantiu-lhe
um privilegiado lugar de destaque no panorama da literatura
brasileira, pela linguagem inovadora, pela singular estrutura
narrativa e a riqueza de simbologia dos seus contos. Com ele, o
regionalismo estava novamente em pauta, mas com um novo
significado e assumindo a característica de experiência estética
universal. Foi o terceiro ocupante da Cadeira nº 2 da Academia
Brasileira de Letras (ABL), em 1967. Fez parte da terceira
geração modernista, chamada de "Geração de 45".

Algumas obras:

 Sagarana, 1946
 Corpo de Baile, 1956
 Grande Sertão: Veredas, 1956
 Primeiras Estórias, 1962
 Tataméia, 1967
 Estas Estórias, 1969
 Ave, Palavra, 1970
 Magma, 1997

Personagens: Há muitos personagens nesse livro, tais como:


Esféricos: Sete-de- Ouros (burrinho pedrês), Major Saulo(dono),
Francolim (montador do burrinho) e Badu (montador do
burrinho)./ Lalino Salathiel, Maria Rita, Ramiro e Major
Anacleto./ Primo Ribeiro e Primo Argemiro./ Turíbio Todo,
Cassiano Gomes, Silvana e Vinte-e-um./ Emílio (narrador), Maria
Irma, Ramiro Gouveia e Armanda./ José, ou Izé (narrador),
Aurísio Manquitola e João Mangolô./ Manuel Fulô, feiticeiro
Antonico das PedrasÁguas e Targino./ Tiãozinho, Didico, Agenor,
Soronho e o boi Brilhante./ Augusto Estêves

Tempo: Passa-se no século XX. Vale destacar a coerência da


narrativa, que se desenvolve na maior parte no tempo
psicológico dos personagens.

Espaço: O espaço é quase sempre Minas Gerais. Mais


especificamente, o interior do estado. Vale uma atenção maior
para o nome dos povoados e vilarejos dos contos. Os estados de
Goiás e do Rio de Janeiro são mencionados no livro, mas têm
pouca relevância.

Foco Narrativo: Com exceção dos contos “Minha Gente” e


“São Marcos”, que são narrados em primeira pessoa, os demais
possuem narradores em terceira pessoa.

Estilo: São todos marcados por verbalização, que é expor seus


pensamentos verbalmente.

Verossimilhança: A obra possui um grau de coerência com a


realidade, principalmente quando compararmos com a época
literária, pois na época era extremamente comum fazer
romances com traços regionalistas, e indagando o sertão.
Movimento Literário: Em 1945, termina a ditadura de Getúlio
Vargas no Brasil. Inicia-se um processo de redemocratização, que
duraria cerca de vinte anos. Nesse período, a cultura conheceu
uma extraordinária mudança, da qual a obra de Rosa é um
excelente exemplo.

Conclusão: Conclui – se deste livro que Guimarães Rosa


abordou temas e assuntos que na época, e até hoje, são muito
importantes, pois, fala- se de temas aos quais muitas pessoas se
fecham ao ouvir.

Comentário Crítico: O livro é muito bom, porém, sua


linguagem é parcialmente difícil, o que deixa notável algumas
argumentações e desnecessárias a repetição de outras.

Resumo da obra:
Cap. 1- Major Saulo estava escolhendo os animais que ira ajudar na transportação,
um dos escolhidos foi o burro pedrês, Sete - de - Ouros, quem o montaria seria
João Manico. Havia um touro muito feroz e sagaz, que quando seus filhotes
nasceram ele teve que ficar preso para não matar os bezerros, Raymundão teve
que transporta-lo, e um dia depois de ele ter chego no novo lar ele faleceu (o
touro). No meio da travessia havia um córrego, muito perigoso de atravessar, de
primeira vez deu tudo certo, e todos conseguiram atravessa- lo, logo após essa
cena, Badu e Silvino, dois dos vaqueiros, começaram a discutir por causa de uma
menina, que os dois se apaixonaram, e acabaram ficando inimigos, Francolim e o
Major suspeitam que Silvino esteja planejando matar Badu, que vai se casar com a
ex-namorada dele. Saulo pede que Francolim observe Silvino a cada momento no
regresso da caravana. Na volta, eles tiveram que passar novamente no córrego,
eles esperaram pra ver se Sete - de – ouros iria atravessar, pois ele só vai no
córrego, se caso for passar, senão ele nem tenta e o burrinho foi e os outros
vaqueiros os seguiram em cima de seus cavalos. Porém dessa vez, não deu tão
certo como na primeira, oito dos vaqueiros morreram.
Cap. 2- Lalino é um cara espertalhão que inventa várias histórias para não
trabalhar, ele decide se mudar para a capital brasileira (na época Rio de Janeiro),
ele vai para o serviço e pede as contas e quando volta, ele vê uma cena que não o
agrada muito, um homem dando em cima de sua esposa, Maria Rita, ele acaba
decidindo ir viajar sozinho, mas estava sem dinheiro, e inventou uma desculpa, para
conseguir uns réis para viajar, e conseguiu, todos acharam que ele havia vendido
sua mulher, e depois de mais de 6 meses ele voltou, e tentou falar com sua ex –
esposa, só que no meio do caminho perdeu a coragem, ele se encorajou a participar
da política, após Oscar lhe conceder essa oportunidade, de trabalhar com o pai dele
que concorria nas eleições, após várias cofussões, ele volta com Rita e encerrasse
o capítulo.

Cap. 3- Este capitulo relata a história de um vilarejo que já foi muito cheio e que
devido a uma grande epidemia de malária muitos morreram, sobrando apenas três,
onde eles pensam que vão morrer e acaba dizendo toda a verdade uns para os
outros, todos os sentimentos, o que eles fizeram e deixaram de fazer.

Cap. 4- Turíbio saiu de manhã para pescar e sofreu um acidente, quando ele voltou,
sua mulher estava lhe traindo com o policial, ele ficou com muita raiva e tentou se
vingar, pegou sua arma, e foi para a casa do policial, chegou e atirou, mas sem
querer acertou o irmão do policial, ele voltou pra casa, enquanto o policial não
conseguiu ir no velório, pensando em um plano de vingança, após cinco meses sem
nenhum dos dois se pronunciar no duelo, por causas humanas e naturais o policial
foi morrendo, mas ele não quis morrer sem antes concluir sua vingança, sem
forças, contratou um assassino de aluguel, no fim do capitulo os dois terminam
mortos.
Cap. 5- O Narrador é o personagem principal desse capitulo, relata-se de sua visita
a propriedade rural de seu tio, onde lá ele se apaixona pela sua prima, uma paixão
não correspondida, para essa paixão ser correspondida ele criou um plano de
enciumar a sua prima com a vizinha, o que não deu certo. Na segunda vez que ele
vai para a fazenda sua mesma prima lhe apresenta a mulher da vida dele.

Cap. 6- O Narrador revela seu nome, José, e seu apelido, Izé, e no capitulo relata
uma história que o fez refletir sobre tudo que faz, pois, ele era muito
preconceituoso, uma vez ele foi fazer trilha em direção ao lago da cidade e acabou
se perdendo, andando de um lado para outro, ele achou um Mangolô, e ficou com
raiva do feiticeiro, por preconceito. O feiticeiro não fez nada, simplesmente o
ajudou e mostrou que ser preconceituoso não é legal, e não vale a pena, depois ele
voltou pra sua cidade, após ter aprendido uma grande lição.

Cap. 7- Manuel Fulô é a estrela deste capitulo, ele não gosta de trabalhar, e seu
bem mais querido é sua mula, Beija – Fulô, havia também Antonico que é
proprietário de uma sela no Mexico, os dois vivem querendo os bens um do outro.
Até surgir Targino, que dizia que ia ter relações com a mulher de Fulô, eis que
surgiu Antonico e apostou, em uma briga de Targino contra Manuel, e Manuel
aceitou, e venceu com uma faca que parecia um canivete, e continuou com sua
mula, e depois casou com sua mulher.

Cap. 8- Neste conto o autor destaca quatro fatores essenciais do sertão mineiro.
Um deles é o carro de bois que atravessa a região transportando rapadura e um
corpo, o do pai de Tiãozinho. Os animais são o segundo elemento. os outros são o
condutor do carro e o guia, o menino Tiãozinho. Depois o autor fala sobre os bois
como são organizados e da dor que o boi mais jovem sente ao perder o pai.
Cap. 9- Augusto era um cara rico que gastava todo seu dinheiro com tudo que
podia, quando seu pai morreu, ele foi falindo, não perdeu só o dinheiro, mas
também, sua família o deixou, e seus funcionários foram para outro local de
trabalho, ele foi atrás para tentar recuperar os capangas, o Major dono da fazenda
manda marcar e matar ele, que não aguenta a dor da marcação e pula do penhasco,
ele imaginou que não sobreviveria, mas, um casal de negros o ajuda, ele então
decide mudar de vida, e começa a trabalhar para sustentar a vida e ajudar o casal
que ajudou-o, ele fez um amigo e o perdeu, e depois, ele tentou ajudar o negro que o
ajudou, mas o mesmo entendeu tudo errado, levou como ofensa, e acabou duelando
contra Augusto, onde no fim os dois morrendo.

Bibliografia –
www.academia.org.br
www.todamateria.com.br
www.infoescola.com

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