Anda di halaman 1dari 5

TP – Neurologia:

Exame estado Mental:


Se doente interage, se esta orientado tempo e espaço, a si mesmo, se tem atenção captável, se
tem discurso coerente (avaliar linguagem – repetição, fluência, expressão, fala anóminas [dizer
palavras sem o significado pretendido], compreensão, nomeação, leitura e escrita);

Avaliar memória: se se lembra entrar no hospital, o que enfermeiro disse, o que aconteceu
previamente à entrada;

Funções visuo-espaciais: desenhar casa, relógio (típica); Cálculo (HD);

Comportamento;

Neglect = hemi-atenção – lesões parietais direitas, ignora o que existe do lado esquerdo (mas
não têm défice de visão);

Exames (pontuação): orientação, provas de memória (moca – 5 palavras); linguagem


(nomeação); atenção, cálculo e memória de trabalho (moca – do 100 para trás de 7 em 7); ;
funções executivas (tomada decisão, planeamento);

MMS – 29 pontos universitário; 26 pontos normal;

Exame dos pares cranianos:

I – avaliamos uma narina de cada vez, mas vamos trocando o cheiro;

II – visão: campo visual, cores, acuidade visual, reflexo foto-motor; material: métodos: conta
dedos, prova por confrontação (1º olhos abertos, 2º olho fechado e alterna; se doente não
colaborante teste por ameaça visual), fundoscopia;

Papiledema – aumento P intracraneana, inflamação (unilateral);

III, IV, VI – III (cima, baixo, dentro, elevação pálpebra, miose, acomodação), IV (baixo + dentro e
cima + lateral), VI (abdução); avaliação: movimentos oculares, reflexo acomodação, fissura
palpebral, reflexo fotomotor (aferente – II, eferente – III temos de jogar com as respostas do
direto e consensual, se via aferente lesada à direita não contrai à esquerda ???)

Imagem – anisocoria (pupilas diferem), ptose palpebral, desvio ocular = lesão III, vai apresentar
diplopia;

Imagem 2 – na dir o olho dir não vai para baixo = lesão IV;

Imagem 3 – limitação na abdução do olho direito, na posição neutro ligeiro estrabismo


convergente = lesão VI;

Imagem 4 – anisocoria = Síndrome de Horner (lesão via simpático), causas: lacerações aórticas,
…;
Imagem 5 – parésia na abdução do olho esq e nistagmo do dir = oftalmoplegia internuclear
(lesão fascículo longitudinal);

Imagem 6 – 1 minuto a olhar para cima e dps tem ptose = miastenia gravis (ocorre dps de esforço
muscular mantido);

Imagem 7 – ptose bilateral = doença muscular (oftalmoplegia externa);

V – sensibilidade face (sem coro cabeludo, ângulo mandibula), reflexo córneo (por estimulação
há encerramento bilateral da pálpebra – aferente V, eferente VII [bilateral]), reflexo masseterino
(aumentado na lesão);

VII – mimica facial, inervação sensitiva língua; avaliar: fazer caretas, fechar olhos com força e
tentar abrir o olhos, testar paladar; NOTA: ver se rugas são simétricas; lesão: apagamento sulco
naso-geniano;

VIII – uso do diapasão, roçar dedos junto ao ouvido e avaliar os 2 lados sempre; equilíbrio –
marcha, prova de Romberg (pés juntos e verificar se se equilibra);

IX e X – reflexo do vómito, disfagia, fonação, …;

XI – elevação dos ombros, rotação cefálica; lesão: escápula alada;

XII – força da língua contra a bochecha, …; imagem dir: atrofia da língua;

Sinais de irritação meníngea:


- Rigidez da nuca, elevar de forma passiva, livremente;
- Sinal de Kernig;
- Sinal de Brudzinski;

Coma:
Não despertável, não compre ordens;
Pupilas – tamanho, configuração, simetria, reação foto-motora; é importante avaliar doente em
coam (não decorar imagem);
Olhos – lesão de tronco se olhos acompanharem movimento cabeça;
Movimentos oculares – sempre usados nas provas de morte;
Reflexo córnea e faríngeo (se entubado mexer no tubo oro-traqueal);
Padrão respiratório;

Lesão via piramidal – Babinski + - extensão;


II:
Marcha característica e alterada numa série de doenças;
Parkinson – diminuição amplitude e velocidade dos passos; marcha semelhante à da HPN, mas
sem s outros sintomas (assim como doentes com leucoriosis [?]) – diferença: fazer PL e não vai
melhorar;

Marcha pé ante pé avalia equilíbrio (cerebelo e lobo frontal);

Prova de Romberg – se paciente se equilibra normalmente, parado e de pé: pés juntos, braços
ao longo do corpo, fechar os olhos – não testa o equilíbrio de modo geral, mas sim sensibilidade
propriocetiva depende de: nervos periféricos, cordões posteriores medula, tálamo e lobo
parietal; pacientes com lesão necessitam da visão para saberem em que posição estão -> cai
desamparado, queixa-se de queda noturna para ir à casa de banho ou estava a tomar banho,
fecha os olhos e cai na banheira;

Marcha steppage – pé pendente, falta de força muscular na dorsiflexão, joelho em posição mais
elevada para compensar (marcha militar) + atrofia marcado dos músculos da mão [paciente
vídeo] -> polineuropatia periférica (atinge mais os neurónios periféricos e 1º na região distal ->
proximal);

Marcha miopática – nas doenças musculares, afetam segmentos proximais dos membros,
impede flexão correta da coxa e obriga ao movimento de báscula da bacia a cada passo (marcha
de pato);

Marcha na HPN (hidrocefalia de pressão normal – aumento do liquido nos ventrículos – quanto
é aguda há uma aumento da pressão intracraniana com diminuição da absorção, mas leva a
acomodação daí pressão ser normal, mas comprime os gânglios da base e pré-frontal e dá
sintomas marcha, cognitivos e incontinência urinária -> TAC vê-se hidrocefalia -> shunt para
cavidade peritoneal [para ver se vale apena cirurgia: fazer punção lombar evacuadora, 40mL, e
vemos se melhora temporariamente]) – “desaprendeu a andar”, marcha nos bebés depende de
reflexos medulares, mas dps aprendemos a regular os passos para conseguir andar até que se
torna automático (automatização depende dos gânglios base e córtex pré-frontal) – diminuição
da amplitude dos passos até que deixa de conseguir andar (festinação);

Marcha Parkinsónica – lentidão dos movimentos, hipomimia, postura em flexão, curvado para
frente, braços em flexão, diminuição amplitude movimentos (prova de pinças), diminuição
movimentos finos, aumento do tempo de curva com diminuição amplitude dos passos;

Filme: Despertares com Robert de Niro por epidemia que causava Parkinsonismo marcado com
boa resposta à L-DOPA;

Atrofia muscular – nervo motor que têm funções tróficas e se lesado leva à atrofia do músculo,
fasciculação (compressão autónoma das diferentes fibras musculares) – típica da lesão neurónio
motor –, deformidades esqueléticas (típicas de causas genéticas, desde tenra idade, há lesão
óssea por atrofia muscular – ex. Doença de Charcot-Marie-Tooth que é das mais frequentes: pé
pendente e lesão articular por pé cavum);

Exame força muscular – permite criar padrão de lesão cortical;


Paraparésia – diminuição da força muscular bilateral nos MI – lesão medular;

Manobra de Gauers – doente com miopatia, lesões proximais mais nos Mi -> impede de se
levantarem da cadeira e vão usar os MS para tal por parésia na dorsiflexão da coxa;

Paralisia do serrátil anterior direito – lesão bilateral da cintura escapular – “asa alar”, sinal de
miopatia;

Lesão do nervo peroneal comum – doente tem lesão unilateral com inibição da elevação do pé,
etiologia semelhante à compressão do radial (dormir sobre o braço ou adormecer na sanita);

Miotonia – ao apertar a mão faz-se diagnóstico – contração normal mas o relaxamento muscular
está afetado por alteração na proteína responsável – na distrófica: atrofia distal (ao contrário
das outras miopatias);

Reflexos miotáticos – dependem de arco reflexo do tendão muscular -> info para fuso muscular
-> nervo sensitivo -> medula -> resposta motora;
Pesquisa: estilo-umeral (?), bicipital, tricipital, rotuliano, aquiliano;
Normal: vivos, diminuídos;
Patológico: diminuídos (fase aguda/ inicial), aumentados (fase crónica) – lesão da via piramidal;
diminuídos – lesão do nervo motor (neuropatia periférica);
Aumentados – mais vivos, área reflexogénica aumentada, policinéticos;
Reflexo mentoniano – verifica se há lesão dos pares cranianos (VII);
Reflexos cutâneos – mais freq cutâneo-plantar (normal, ausente ou em extensão); lesão via
piramidal – sinal de Babinski em que há extensão e movimento em leque perante reflexo
cutâneo-plantar;

Coordenação motora:
Prova dedo-nariz – avaliamos cerebelo e vias propriocetivas que podem causar dismetria (não
chega, hesita, treme) – lesões cerebelo acontece de olhos abertos e fechados, mas na lesão da
via só de olhos fechados;
Prova calcanhar-joelho – permite igualmente testar reflexo cutâneo-plantar no pé que desliza
sobre canela (reflexo de Egas Moniz – teste alternativo ao de Babinski);
Diadococinesia: trocar entre movimentos; ritmocinésia – trocar entre ritmos;

Ataxia cerebelosa – o doente tem atrofia espinho-cerebelosa genetica que causa atrofia do
cerebelo e outras estruturas – marcha de base alargada ao ter dificuldade em se equilibrar
(marcha cerebelosa = marcha ébria; disartria escandida típica de lesão do cerebelo);

Sensibilidades:
Diapasão (vibratória), palito/ alfinete (álgica), algodão (tatil epicritica);
Da extremidade distal para a proximal pq muita patologias afetam o padrão distal 1º, nas
neuropatias é típica perda da sensibilidade em meia ou luva;
Térmica – saber qual é o frio, pouco testada pq viaja nas mesmas vias que as álgicas (vias temo-
álgicas);
Sensibilidade postural – feito com os dedos para ver se doente consegue determinar a sua
posição – testamos latência igualmente; lesão das vias propriocetivas;
Sinal Babinski –
Romberg – postural;

Discriminação de 2 pontos – deteta alterações na sensibilidade cortical;

Hipostesia em meia luva – causa mais comum de neuropatia é a diabetes; em linha – lesão
medular; no hemicorpo – lesão no córtex contra lateral;

Tremor Parkinson – tremor unilateral (mão e pé) inicialmente, mas é sempre assimétrico e pior
no lado onde começou mesmo quando bilateral, tremor em repouso (o essencial postural),
movimento “a enrolar”, acinésia com alteração da amplitude dos movimentos; em clínica: usar
um esforço mental (contar números, meses do ano, …) para relaxar músculos e tornar mais
evidente o tremor;