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O DEUS ABANDONADO COMO PRINCÍPIO PARA O

ACONSELHAMENTO PASTORAL

Antonio Douglas Medeiro*

Resumo
Este artigo propõe apresentar teologia sistemática e pratica lado a lado. A teologia
da Cruz de Jurgen Moltmann, com sua ideia de Deus abandonado na Cruz, e a Commented [JT1]: Cite autores com sua data natal e
póstuma
teologia do aconselhamento pastoral. É possível o Deus abandonado ajudar no
aconselhamento daqueles que sofrem? Ou, as experiências daqueles que sofrem
podem também ajudar na compreensão mais profunda do abandono que Jesus,
que é Deus, sofreu na Cruz? Iremos tirar alguns princípios desta reflexão. Commented [JT2]: Sugiro não fazer perguntas aqui. Diga
as mesmas coisas, mas afirmando.

Palavras-chaves
Teologia da Cruz. Aconselhamento. Cura

Introdução
Definir a origem dos Batistas não é algo tão consensual como deveria. Perspectivas
diferentes, infundadas historicamente, porém, cridas e ensinadas em muitas
instituições, têm dividido os historiadores quanto à real origem desta tradição cristã.
Há, pelo menos, três perspectivas quanto à origem dos Batistas: o Sucessionismo
Batista (ou, Sucessionismo Orgânico Estrito), o Anabatismo, e o Movimento
Puritano-Separatista Inglês. Commented [JT3]: Acho que li num outro artigo seu,
correto? Deve que ainda está na lista de correção, só não
1 O que é Deus abandonado? esqueça.

Para entendermos o que significa “Deus abandonado” em Moltamann, temos que


conhecer um pouco da história de Jurgen Moltmann. Commented [JT4]: Ao invés de citar textualmente o
nome do autor, faça uma referência. Nesse caso, não use
De tradição cristã reformada, Jurgen Moltmann nasceu em Hamburgo, Alemanha, aspas, apenas as referências. Também evite usar a mesma
em 8 de abril de 1926. Aos dezessete anos, após ver sua cidade destruída em julho palavra duas vezes na mesma frase, não é uma regra, mas
quando o fizer, o faça com cuidado.
de 1943 pela operação Gomorra, e também por ser um soldado recém incorporado,
foi convocado ao front do exército alemão. Depois de seis meses foi feito
prisioneiro de guerra pelo exército inglês. Depois de ser levado como prisioneiro
para Holanda e Bélgica, depois para Escócia, para então ser enviado ao campo de
concentração de Nort Camp, na Inglaterra. O retorno para a Alemanha so
aconteceria em 1948. (KUZMA, 2013) Commented [JT5]: Esse trecho ficou um pouco confuso
pelo vai-e-vem. Tente ser mais linear.
É nesta experiência longe do seu lar, abandonado, numa prisão, que ele tem um
Commented [JT6R5]:
encontro com Deus,
Commented [JT7]: Faltou concluir o que é o Deus
abandonado, que é propósito dessa perícope.

*
Graduando em Teologia pela Escola de Ensino Superior FABRA, Serra, Espirito Santo.
Email: admedeiro@gmail.com
2. O QUE É ACONSELHAMENTO PASTORAL?

2.1. Uma breve analise dos métodos de aconselhamento


Não é nossos objetivos discutir as várias teorias de aconselhamento pastoral, porém,
não podemos de mencionar algumas ideias dos principais conselheiros cristãos.
Temos o modelo fundado por Jay Adams, onde somente a Bíblia tem as respostas Commented [JT8]: Cite autores com sua data natal e
para as questões não orgânicas do ser humano. Ou seja, para cada problema não póstuma
orgânico da pessoa, o que está por traz é o pecado, e a pessoa deve ser arrepender
para ser curada. Adams diz que só existem dois tipos de conselho, o divino e o
demoníaco. Assim, ele rejeita ciências como a Psicologia e a Psiquiatria
(HURDING, 1995, p. 319). Esse modelo de aconselhamento pastoral é conhecido
como a primeira geração de conselheiros cristãos, liderada por Jay Adams
(JÚNIOR, 2016, p. N.P.).
Sobre a Depressão, Adams afirma que:
[...] nas Escrituras há somente três fontes originadoras de problemas pessoais na vida diária:
a atividade de demônios, o pecado pessoal e as enfermidades físicas... não havendo espaço
disponível para uma quarta: as enfermidades mentais não orgânicas (HURDING, 1995, p.
390)

Adams ainda coloca a depressão na mesma categoria de pecados graves, como o


homicídio, dizendo que a autocompaixão é a base para estes pecados. E alguém que
se fecha na melancolia da autocompaixão esta pessoa acaba se tornando um
desgraçado (2000, p. 340). Veja como esta visão carece de compaixão e base bíblica
para se sustentar, colocar um homicida, alguém que tirou a vida do outro, como
igual aquele que sofre uma depressão é falta de sensibilidade com o ser humano.
Esse método acaba criando uma barreira de identificação com o sofredor. O
conselheiro olha para aquele que sofre de cima para baixo. Aquele que não está em
pecado e aquele que está. Foca-se mais no pecado do que na dor. Cria uma barreira
no relacionamento, porque o que aconselha não se identifica com a dor do sofredor,
visto que ele não está em pecado. Dentro deste método, parece difícil encontrar
compaixão por aqueles que sofrem, pois eles mesmo são a causa de sua própria dor.
Parece não haver sensibilidade com o sofrimento do outro (LAMBERT, 2012, p.
54).
A segunda geração tem como principal líder David Powlison,, ela eEla não Commented [JT9]: Cite autores com sua data natal e
abandonou a confrontação do pecado defendida por Adams, porém, ela traz agora póstuma
um novo olhar ao aconselhado, eles veem agora o aconselhado como alguém que Commented [JT10]: Eles quem?
sofre, e não apenas como um pecador rebelde contra Deus. Nesta geração há um
olhar sensível, um olhar de igual ao que agoniza. Há uma compaixão com o ser Commented [JT11]: A linearidade destes três parágrafos
humano (LAMBERT, 2012, p. 49). é excelente. Uma pequena revisada no texto pra tirar
algumas aparas e está excelente.
Para Lambert, a terceira geração ainda está em formação, , talvez Talvez Paul Tripp Commented [JT12]: Não tenho certeza, mas acho que
se encaixa encaixe neste perfil. Esta geração está mais inclinada ao diálogo entre todo autor deve ser citado em caixa alta. Verifique isso na
ANBT e revise esse ponto em todo o artigo.
teologia bíblica e as ciências humanas que lidam com os estudos da alma,
principalmente nas doenças mentais (2012, p. 44). Não é uma visão integracionista,
que é a união entre a teologia bíblica e a ciência, mas é um avanço.
Na visão integracionista, que iremos defender, a teologia bíblica que é a revelação Commented [JT13]: Quem?
especial, e as ciências humanas que é a graça comum, fazem parte do tratamento
daquele sofre. Gary Collins diz que:
[...] a Bíblia não afirma em lugar algum que é um manual de aconselhamento. Ela trata de
questões como solidão, desânimo, problemas conjugais, tristeza, relacionamento entre pais
e filhos, ira, medo e várias outras situações que surgem no aconselhamento, porém jamais
se propôs a ser a única revelação de Deus sobre como ajudar as pessoas. Na medicina, no
ensino e em outras áreas de assistência cujo foco são as pessoas, Deus nos tem permitido
aprender muito a respeito de sua criação através da ciência e do estudo acadêmico. Por que,
então, deveríamos segregar a psicologia, considerando-a a única área que não tem nada a
acrescentar ao trabalho do conselheiro? (2004, p. 23).

Segundo Collins, se utilizamos a medicina como ciência de ajuda as pessoas, .


porque Porque não usar a psicologia? Ele questiona aqueles àqueles que rejeitam a
psicologia, mas usam jargões e técnicas desta área no aconselhamento, as vezes sem
mesmo saber que tal procedimento é usado na psicologia. Devemos ser coerentes
em nossa vida (2004, p. 24). Wadislau M. Gomes também defende o uso da
psicologia para o preparo do conselheiro, desde que seja guardada a soberania da fé
e Bíblia seja o elemento crítico da veracidade das observações da psicologia (2004,
p. 9). Onde a BibliaBíblia não for clara, as ciências humanas poderão ajudar, mas a
Palavra de Deus será como uma bussulabússola para orientar a direção (2004, p.
10).

2.2. Definindo o que é


Definir o que é aconselhamento pastoral não é algo tão simples como parece.
Muitos pastores têm visões diferentes do processo de aconselhamento e isso pode
causar algum tipo de confusões confusão sobre o que é o aconselhamento. Deepak
Reju e Jeremy Pierre definem “O aconselhamento, em sua forma simples, é uma Commented [JT14]: Faltam as datas
pessoa procurando andar ao lado de outra que perdeu seu caminho”. (2015, p. n.p.).
Esta simples definição nos ajuda a entender qual a função pastoral do
aconselhamento, que é ajudar outra pessoa que está perdida.
Gary Collins diz que
O conselheiro cristão procura levar as pessoas a ter um relacionamento pessoal com Jesus
Cristo, ajudando-as, assim, a encontrar perdão e a se livrar dos efeitos incapacitantes do
pecado e da culpa. O objetivo final do cristão é ajudar os outros a se tornar discípulos de
Cristo e a discípular outras pessoas. (2004, p. 17)

Ajudar outra pessoa que esteja passando algum tipo de dor e sofrimento é uma tarefa
de todos que estão em sua volta, principalmente dos cristãos. O apostolo Paulo diz
em sua carta aos cristãos da cidade de Colossos, no capitulo 3 e versículoo 16 para
“[...] instrui-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda sabedoria. ”. Todos são
chamados a aconselhar uns aos outros, principalmente os pastores e presbíteros. O
pastor é aquele que lidera pelo exemplo, mostra o que fazer fazendo, demonstrando
que sua vida é coerente com seu ensino. Todavia, nem todo pastor é um exímio
conselheiro. Existem pessoas que tem têm o dom de aconselhar e dominam as
técnicas com mais facilidades que as outras (COLLINS, 2004, p. 16).
Howard J. Clinebell, conselheiro cristão, diz que “[...] o aconselhamento pastoral
contribui para a permanente renovação de vitalidade de uma igreja, proporcionando
instrumentos para a renovação de pessoas, relacionamentos e grupos. ” (1987, p.
14) O aconselhamento pastoral, quando realizado num indivíduo, não significa que
somente esta pessoa é ajudada, mas todos em sua volta são afetados diretamente
pelo aconselhamento pastoral do mesmo. O ambienta ambiente da igreja é
importante no processo de aconselhamento pastoral, onde há acolhimento, há cura
e restauração. Onde há comunhão e ajuda mutua mútua, o processo de cura e
libertação acontecem de forma mais rápida e profunda.
Para Clinebell, que usa o método integracionista, “[...] o aconselhamento pastoral
pode ser instrumento de cura e crescimento na medida que nos ajuda a desenvolver
o mais difícil de conseguir na época em que vivemos: relacionamentos profundos”
(1987, p. 15). Vivemos numa época de relacionamentos superficiais, mediados
muitas vezes por mídias sócias sociais ou um telefonema, não há um
relacionamento pessoal com o outro. Num mundo onde tudo acontece muito rápido,
e tudo é para ontem, pais que trabalham e estudam dedicam pouco tempo para seus
filhos. E quando alguém sofre e precisa de aconselhamento, falta profundidade,
falta compreender a dor que o outro sofre e ter compaixão por ele. Commented [JT15]: Perfeito! Demonstra uma
sensibilidade que toca o leitor!
E não é fácil ter um relacionamento profundo com o outro. Fazer isso é tomar as
dores do outro, seu vazio e seu desespero. É doloroso ter relacionamento profundo
com outra pessoa, pois isto nos leva a lugares escuros de nós mesmo e
descobriremos que não somos tão legais como achamos. (CLINEBELL, 1987, p.
15). Clinebell foi preciso em sua análise disso, ao dizer que “[...] O vazio deles nos
faz lembrar do nosso próprio vazio. Sua raiva e culpa fazem com que nossa própria
raiva e culpa ressoam” (1987, p. 15).
Mas é somente quando nos relacionamos em profundidade com o outro é que
podemos ajuda-la em suas dor e sofrimento. Sentir a dor do outro, se importar
verdadeiramente com suas angustias, olhar para ele não como um rebelde pecador,
mas como alguém que precisa ser redirecionado seu caminho a Jesus. Leva-la a ter
um relacionamento pessoal com Deus e assim, encontrar perdão e se livrar dos
efeitos da culpa. O objetivo do aconselhamento é ajudar o outro a ser um discípulo
de Cristo, conduzindo-o aos braços do Pai (COLLINS, 2004, p. 17).

3 O que a ideia de “Deus abandonado” de Moltmann tem para oferecer


para o aconselhamento?
Não podemos afirmar que os missionários que aqui chegaram eram liberais, no
entanto, a teologia reformada que impactou a Europa e foi a base da nação Norte
Americana já não tem tanta influência como outrora.
Considerações Finais
Diante disso, podemos observar uma teologia bem mística, humanista e triunfalista.
Se a salvação depende da minha resposta positiva, e tenho o poder de rejeitar ou
não, podemos concluir sem dúvida alguma que, a teologia batista brasileira celebra
o indivíduo, pego aqui emprestado o título do livro de Israel Belo de Azevedo,
pastor Batista.

Referências bibliográficas