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SERAFIM – ASSESSORIA & CONSULTORIA JURÍDICA

MARCELO SERAFIM DE SOUZA - OAB/ES 18.472


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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR CONSELHEIRO CARLOS EDUARDO OLIVEIRA DIAS


CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - CNJ

Bem-aventurados os que
observam a justiça...
(Salmos 106:3)

REF.REPRESENTAÇÃO 0005002-82.2017.2.00.0000
POR AUSÊNCIA DE
CITAÇÃO

RECORRENTE MOISÉS DE SOUZA

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO


RECORRIDO
ESPÍRITO SANTO

MOISÉS DE SOUZA, já devidamente qualificado nos autos supra epigrafados, por


sua defesa que abaixo subscreve, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência, não se
conformando com a r. Decisão Terminativa Guerreada, vem, respeitosamente, perante Vossa
Excelência, dentro do prazo legal, interpor RECURSO ADMINISTRATIVO com supedâneo no
artigo 115, do Regimento Interno do CNJ.

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Requer que seja recebida e processada o presente Recurso Administrativo em


ambos os efeitos, suspensivo e devolutivo, esperando após exercido o juízo de admissibilidade,
que sejam os autos encaminhados, com as inclusas razões, ao Colendo Plenário do Conselho
Nacional de Justiça.

Termos em que,
Pede e espera deferimento.

Vitória/ES, 20 de junho de 2017

__________________________
MARCELO SERAFIM DE SOUZA
ADVOGADO - OAB/ES 18.472

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COLENDO PLENÁRIO DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA - CNJ

REF.REPRESENTAÇÃO 0005002-82.2017.2.00.0000
POR AUSÊNCIA DE
CITAÇÃO

GABINETE CONSELHEIRO CARLOS EDUARDO


ORIGEM
OLIVEIRA DIAS

RECORRENTE MOISÉS DE SOUZA

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO


RECORRIDO
ESPÍRITO SANTO

ASSUNTO RECURSO ADMINISTRATIVO

Colendo Conselho Nacional de Justiça,


Preclaros Conselheiros,

MOISÉS DE SOUZA, ora recorrente, vem perante os Nobres Conselheiros deste


Colendo Plenário do Conselho Nacional de Justiça, aduzir que, embora reconheça o brilhantismo
da Decisão Terminativa prolatada pelo Excelentíssimo Conselheiro Carlos Eduardo Oliveira Dias,
esta merece ser reformada, e isso, pelas razões que nesta peça recursal serão demonstradas a
seguir:

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1. DA DECISÃO GUERREADA
Segue infra excerto da combatida decisão monocrática, verbis:
DECISÃO TERMINATIVA
Trata-se de PROCEDIMENTO DE CONTROLE ADMINISTRATIVO formulado
por, por meio do qual se insurge contra MOISÉS DE SOUZA a ausência de
citação nos autos da Ação de Reintegração de Posse 0005993-
16.2016.8.08.0050, que tramita na Vara Cível e Comercial da Comarca de
Viana/ES.
O Requerente alega, em síntese, que “mesmo após protestos da parte
autora, para que seja determinada a citação das partes requeridas, para
que, no prazo legal, ofereçam Contestação, todavia, até a presente data
as partes requeridas.
Decido.
Conforme relatado, o Requerente acorre ao CNJ com o objetivo de obter
providência de impulso processual na Ação de Reintegração de Posse
0005993-16.2016.8.08.0050, que tramita na Vara Cível e Comercial da
Comarca de Viana/ES.
A toda evidência, trata-se de irresignação contra a tramitação processual,
notadamente quanto à demora na citação de partes. Diante do cenário
que se apresenta, faz-se necessário ressaltar que ao Conselho Nacional
de Justiça compete, precipuamente, “o controle da atuação
administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos
deveres funcionais dos juízes", a teor do § 4º do artigo 103-B da
Constituição Federal.
Com efeito, a competência fixada para este Conselho é restrita ao âmbito
do Poder Judiciário, pelo que não pode intervir no andamento
administrativo de processo judicial, seja para corrigir eventual vício de

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ilegalidade ou nulidade, seja para inibir o exercício regular dos órgãos


investidos de jurisdição.
Para reverter eventuais provimentos considerados incorretos ou para
encurtar o prazo de realização dos procedimentos judiciais, deve a parte
valer-se dos meios processuais adequados. Tudo, ressalto, efetivado
dentro da própria ação judicial ou por intermédio de instrumentos
processuais cabíveis à espécie.
Nesse sentido, confiram-se os seguintes precedentes:
RECURSO ADMINISTRATIVO. REPRESENTAÇÃO POR EXCESSO DE PRAZO.
PERDA DE OBJETO. ART. 26 § 1º DO REGULAMENTO GERAL DA
CORREGEDORIA NACIONAL DE JUSTIÇA. MATÉRIA JURISDICIONAL.
AUSÊNCIA DE COMPETÊNCIA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA.
FALTA FUNCIONAL. PROVA DE DOLO OU DE COMPORTAMENTO
DESIDIOSO. RECURSO DESPROVIDO.
1. Representação por excesso de prazo conclusa ao Gabinete da
Corregedoria em 03/05/2016.
2. Não procede a alegação de morosidade se há despacho proferido em
30/03/2016 que intima o executado a pagar os honorários advocatícios
e a autora a satisfazer o pagamento da quantia relativa ao preço para a
outorga da escritura definitiva de compra e venda de imóvel.
3. A irresignação referente ao condicionamento da outorga da escritura
definitiva de compra e venda ao pagamento integral do preço volta-se ao
exame de matéria eminentemente jurisdicional, que não se insere dentre
as atribuições deste Conselho Nacional de Justiça (art. 103-B, §4º, da
CF/88).
4. A alegação de demora na conclusão do processo e na satisfação da
pretensão da exequente, sem indicação de circunstâncias objetivas e

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subjetivas que evidenciem comportamento doloso ou desidioso por parte


do magistrado, não caracteriza a prática de falta funcional.
5. Não havendo inércia do órgão julgador, descabe aos órgãos
correcionais se imiscuírem na forma de condução do processo, seja em
relação às questões de direito material, seja às de direito processual.
6. Recurso administrativo desprovido.
(REP n. 000198-08.2016.2.00.0000, Rel. Nancy Andrighi. 14ª Sessão
Virtual, j. 7/6/2016)
[...]
Ademais, o Requerente não postula a revisão ou desconstituição de
nenhum ato administrativo de órgão do Poder Judiciário, tampouco
noticiam qualquer fato concreto que enseje apuração de eventual
infração disciplinar por parte de membro ou órgão deste Poder.
No caso em exame, depara-se com o trâmite processual de ações
específicas de interesse do Requerente, representando seara que não
pode ser invadida por este Órgão, motivo pelo qual não há falar em
intervenção deste Conselho.
Diante do exposto, demonstrada a incompetência do CNJ em conhecer da
matéria, na forma prevista determino o arquivamento liminar deste feito
no artigo 25, inciso X, do Regimento Interno. CARLOS EDUARDO OLIVEIRA
DIAS Conselheiro. (sem grifos no original)

2. RELATÓRIO
Data maxima venia, contudo, combatida decisão, não merece prosperar. Eis que
destoante da legislação em que se fulcra a matéria, e conforme quedar-se-á demonstrado, o
julgador a quo não manteve o zelo, neste particular, que lhe é inerente, causando assim
combatida insegurança jurídica no jurisdicionado.
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2.1. DA COMPETÊNCIA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA – CNJ


2.1.1. CELERIDADE
Ab ovo, cumpre colacionar excerto do Regimento Interno do CNJ, onde perquire-se suas
atribuições e competências. Senão vejamos, verbis:
REGIMENTO INTERNO DO CNJ
DA COMPETÊNCIA DO PLENÁRIO
Art. 4º Ao Plenário do CNJ compete o controle da atuação administrativa
e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais
dos magistrados, cabendo-lhe, além de outras atribuições que lhe forem
conferidas pelo Estatuto da Magistratura, o seguinte:
[...]
XXVIII - produzir estudos e propor medidas com vistas à maior celeridade
dos processos judiciais, bem como diagnósticos, avaliações e projetos de
gestão dos diversos ramos do Poder Judiciário, visando a sua
modernização, desburocratização e eficiência. (grifos acrescidos)

Cumpre ressaltar que, em brilhante escólio acerca da celeridade processual, a PUC-RJ (Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro)
Celeridade Processual: Celeridade – ligeireza, presteza, rapidez,
velocidade, o contrário de lentidão.
Fala-se muito na atualidade sobre a necessidade de impor ritmo mais
célere aos atos processuais. A morosidade da justiça é tema recorrente
nas rodas de operadores do Direito, de juristas consagrados e de
profissionais das mais diversas áreas. No Brasil contemporâneo, não
faltam opiniões proferidas pelos mais renomados conhecedores da
Ciência do Direito e de toda diversidade de pessoas – característica do

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pluralismo democrático – acerca dos percalços da morosidade judicial.


(grifos nossos)

Sob o título “A Justiça seria mais célere se juízes ficassem nos fóruns e houvesse estrutura”, o
insigne e renomado jurista Marcos da Costa, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil de
São Paulo, reverbera:
Se no Judiciário os magistrados permanecessem nos fóruns, os
desembargadores permanecessem nos tribunais, e tivesse,
evidentemente, a estrutura necessária, o investimento adequado,
certamente nós teríamos uma Justiça mais célere, sem atropelos, e capaz
de atender a toda demanda da sociedade, inclusive para conhecer e
apreciar seus recursos1. (grifamos)

Ora Exas., 195 (cento e noventa e cinco) dias após a distribuição e nem sinal de fumaça acerca
da citação às partes requeridas, para manifestar-se nos autos da Ação Possessória, outrora
informada.

E estas ainda, afirmando em sede de contrarrazões as ao Agravo de Instrumento e Agravo


Retido interpostos pelo recorrente (AI nº 0006054-71.2016.8.08.0050, em trâmite na Segunda
Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo), quanto à decisão que
indeferiu sua liminar em sede de Ação de Reintegração de Posse, que sequer foram citadas em
primeiro grau, na mencionada Ação Possessória, é no mínimo uma grande falha do poder
judiciário que carece de ser sanada.

1
COSTA, Marcos da. A Justiça seria mais célere se juízes ficassem nos fóruns e houvesse estrutura. Disponível em:
http://www.amodireito.com.br/2017/03/a-justica-seria-mais-celere-se-juizes.html. Acesso em: 24/06/2017.
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2.1.2. COMPETÊNCIA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA – CNJ


Na decisão combatida, o juízo a quo, preconiza que:
Ao Conselho Nacional de Justiça compete, precipuamente, “o controle da
atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento
dos deveres funcionais dos juízes", a teor do § 4º do artigo 103-B da
Constituição Federal”.
Com efeito, a competência fixada para este Conselho é restrita ao âmbito
do Poder Judiciário, pelo que não pode intervir no andamento
administrativo de processo judicial, seja para corrigir eventual vício de
ilegalidade ou nulidade, seja para inibir o exercício regular dos órgãos
investidos de jurisdição.

Contudo percebemos uma incoerência sem tamanho e sem precedentes no julgado colacionado
à decisão guerreada e que serviu para embasar o entendimento do magistrado a quo, quando
proferiu sua decisão, senão vejamos, verbis:
Nesse sentido, confiram-se os seguintes precedentes:
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PERDA DE OBJETO. ART. 26 § 1º DO REGULAMENTO GERAL DA
CORREGEDORIA NACIONAL DE JUSTIÇA. MATÉRIA JURISDICIONAL.
AUSÊNCIA DE COMPETÊNCIA DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA.
FALTA FUNCIONAL. PROVA DE DOLO OU DE COMPORTAMENTO
DESIDIOSO. RECURSO DESPROVIDO.
1. Representação por excesso de prazo conclusa ao Gabinete da
Corregedoria em 03/05/2016.
2. Não procede a alegação de morosidade se há despacho proferido em
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e a autora a satisfazer o pagamento da quantia relativa ao preço para a


outorga da escritura definitiva de compra e venda de imóvel.

Ora Exas., ao mencionar que: NÃO PROCEDE A ALEGAÇÃO DE MOROSIDADE se HÁ DESPACHO


PROFERIDO EM 30/03/2016 QUE INTIMA O EXECUTADO A PAGAR OS HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS E A AUTORA A SATISFAZER O PAGAMENTO DA QUANTIA RELATIVA AO PREÇO
PARA A OUTORGA DA ESCRITURA definitiva de compra e venda de imóvel.

DOS PEDIDOS
Por tudo o que restou consignado nas questões meritórias, são apresentados os seguintes
pedidos abaixo transcritos para provimento definitivo:

Que seja declarado que na r. sentença, quando da condenação por infração ao artigo 157, § 2º,
incisos I, II e V e artigo 157, § 2º, incisos I, II, IV e V, na forma do artigo 69, todos do Código Penal
Brasileiro, há violação de norma do Código Penal, art. 59 inc. II (aplicação e pena base acima do
mínimo legal c/ ausência de motivação apta à finalidade) e art. 68 (valoração ínfima e
desproporcional da atenuante da idade (confissão).

Que seja reformada a r. sentença, quando da condenação por infração ao artigo 157, § 2º, incisos
I, II e V/ e artigo 157, § 2º, incisos I, II, IV e V, na forma do artigo 69, todos do Código Penal
Brasileiro, para que seja aplicada maior redução da pena do ora apelante, diante da
circunstância atenuante que opera em seu favor.

Termos em que,
Pede e espera deferimento.

Vitória, 18 de junho de 2017


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