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Entenda análise

sintática de uma
vez por todas.
E pontue perfeitamente!

E-BOOK +
AULA GRÁTIS
Prof. Diogo Arrais

S C
V
Entenda análise sintática de uma vez por todas. | Gramática Completa

Saia na frente!
Domine a Língua Portuguesa!
Elaborei este e-book com muito atenção,
com muito carinho! É a reunião do
conhecimento mais didático e mais
objetivo que existe no Brasil.

Quem entende Análise Sintática produz


muito mais no dia a dia profissional; deixa
qualquer concorrente para trás.

Faça a diferença na Escrita! Com o


conhecimento gramatical afiado, você
decolará!

Vamos juntos! Bons estudos!

Prof. Diogo Arrais - @diogoarrais

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Frase, Oração, Período

O termo FRASE significa diretamente mensagem (também


caracterizado por entonações) e de um raciocínio completo:

SOCORRO!

QUE TRAGÉDIA!

NÃO ESTAMOS SOZINHOS?

UFA!

Já a ORAÇÃO, envolve um sistema:

SUJEITO PREDICADO

SUJEITO VERBO COMPLEMENTO

O centro da oração é o próprio verbo; conta-se o número de orações


pela quantidade de verbos.

“Penso que João Donato contribuiu muito


para a Arte Nacional.”
Dois verbos, Duas orações

No último exemplo acima, há também uma mensagem, uma ideia


completa; por isso, também, há uma frase.

O termo PERÍODO envolve o conjunto de orações, podendo ser


SIMPLES ou COMPOSTO. Se há uma oração, o período é simples; se
há duas ou mais orações, o período é composto.

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Mapeamento das funções sintáticas

Antes de mapearmos mais detalhadamente, são as funções


sintáticas:

SUJEITO
PREDICADO
OBJETOS
PREDICATIVOS
AGENTE DA PASSIVA
COMPLEMENTO NOMINAL
ADJUNTOS
APOSTO
VOCATIVO

Vejamos também em grupos (como na conhecida Nomenclatura


Gramatical Brasileira):

1. Termos Essenciais da Oração:


a) Sujeito (simples, composto, elíptico ou desinencial,
indeterminado, oração sem sujeito);
b) Predicado (verbal, nominal, verbo-nominal);
*Predicação verbal (verbo intransitivo, transitivo indireto, transitivo
direto, transitivo direto e indireto, verbo de ligação);
*Predicativo (do sujeito e do objeto).

2. Termos Integrantes da Oração:


a) Complementos verbais (objeto direto e objeto indireto);
b) Complemento Nominal;
c) Agente da Passiva.

3. Termos Acessórios da Oração:


a) Adjunto Adnominal;
b) Adjunto Adverbial;
c) Aposto.

*VOCATIVOS (não receberam numeração específica, pois os


chamamentos, as invocações estão fora de sujeito e de predicado):

“Fulano, sua carreira artística morreu.”


Vocativo Sujeito Verbo Intransitivo

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Os tipos de sujeito

a) Sujeito Determinado Simples:

Trinta e cinco compositores tocavam na Lapa.

b) Sujeito Determinado Composto:

Nove bateristas e dez guitarristas testavam os novos instrumentos.

c) Sujeito Determinado Elíptico ou Desinencial:


Apesar de não aparecer escrito, grafado, é possível – pela
desinência verbal ou dedução textual – a identificação de tal
sujeito.

Ouvíamos belas canções de Erasmo e Roberto.


Nós

d) Sujeito Indeterminado (TÓPICO ESPECIAL)


Em primeiro momento, a indeterminação do sujeito acontece com
o verbo na 3ª pessoa do plural:

Ouviram belas canções de Erasmo e Roberto.

Note que não há como acusar um determinado ser ou grupo;


guarde a expressão “processo não acusativo”.

Em segundo momento, a indeterminação do sujeito acontece com


a presença do termo SE – e obviamente a não identificação do
sujeito.

Precisava-se de dois bons compositores para aquele disco.

PRINCÍPIO DA LÍNGUA PORTUGUESA:


Sujeito e Preposição dificilmente são combinados!

Veja que o termo “de dois bons compositores para aquele disco” não
pode exercer papel de sujeito. Como não houve, no exemplo citado,
identificação do sujeito, o termo SE exerce função de índice de
indeterminação do sujeito.

Um novo exemplo:

Gostava-se de velhas obras literárias.

Use o PRINCÍPIO CITADO ACIMA. Note que, mais uma vez, não houve
a identificação do sujeito. Portanto, o SE exerce papel de índice de
indeterminação do sujeito.

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Último exemplo:

É-se bom em Cultura Geral.

Veja que os BOM e CULTURA GERAL não podem exercer papel de


sujeito. Portanto, mais uma vez, o SE exerce papel de índice de
indeterminação do sujeito.

Como acontece o pronome apassivador

Para o termo SE ser classificado como pronome apassivador, ou


partícula apassivadora, deve-se identificar o sujeito paciente e,
também, a voz passiva. Clássicos exemplos:

Vendem-se duas caixas de clássicos do anos 80.

SUJEITO PACIENTE; logo: Duas caixas de clássicos dos anos 80 são


vendidas.

Alugam-se imóveis próximos de Copacabana.

SUJEITO PACIENTE; logo: Imóveis próximos de Copacabana são


alugados.

Plastificam-se documentos.

SUJEITO PACIENTE; logo: Documentos são plastificados.

e) Oração sem sujeito / sujeito inexistente:


Durante o conceito de oração, vimos o sistema SVC (Sujeito –
Predicado). Em toda oração, há sujeito e predicado.

No entanto, a Nomenclatura Gramatical Brasileira adotou um nome


paradoxal para o último tipo de sujeito: inexistente. Ele existe,
apenas não está escrito (sua ação é impessoal).

Prefiro, em primeiro momento, adotar a relação direta com a


impessoalidade dos verbos. Só há o chamado SUJEITO INEXISTENTE
quando houver a identificação do verbo impessoal – sempre na 3ª
pessoa do singular. Vamos à prática:

Chove muito em Porto Alegre.

Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente

Venta pouco em Goiânia.

Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente

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Houve dois lançamentos de música brasileira.

Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente

Faz dois anos que estive em Paris.

Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente

CONSIDERAÇÃO:
Uma rima gramatical importante:

HAVER, NO SENTIDO DE EXISTIR, É SINGULAR;


O VERBO EXISTIR, PORÉM, VAI SEMPRE CONCORDAR.

Veja as classificações com os citados verbos:

Houve dois lançamentos de música brasileira.

Verbo impessoal; logo, sujeito inexistente; a expressão dois


lançamentos de música brasileira funciona como complemento do
verbo.

Existiram dois lançamentos de música brasileira.

Verbo PESSOAL; logo, sujeito determinado simples – a expressão


dois lançamentos de música brasileira.

Isso mesmo! O verbo EXISTIR é sempre pessoal; sempre em


concordância com o sujeito.

É muito comum, também, a indicação de distâncias, horas, datas


por meio do verbo SER. Nesse caso, o verbo concordará com o
número; o sujeito será também INEXISTENTE ou ORAÇÃO SEM
SUJEITO. Casos clássicos:

São dez horas da noite.

São quinhentos quilômetros.

É dia quinze de abril.

São quinze de abril.

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Os tipos de predicado
a) Predicado Verbal:
Ocorre predicado verbal quando há um verbo nocional, significativo,
verbo que não seja de ligação; predicado representado por verbo
que NÃO dê ideia de estado:

Criamos vários poemas em homenagem a ti.

Falavam incessantemente sobre Literatura.

b) Predicado Nominal:
Ocorre predicado nominal quando há um verbo não nocional, não
significativo, verbo que seja de ligação; predicado representado por
verbo que dê ideia de estado:

Elis é Brasil.

Tom parece inspiração de harmonia musical.

Vinícius tornou-se, eternamente, poesia.

c) Predicado Verbo-Nominal:
Ocorre predicado verbo-nominal quando há um verbo nocional e, ao
mesmo tempo, outro núcleo caracterizador (predicativo):

Os músicos chegaram furiosos.

O Rio amanheceu chuvoso.

Predicação verbal
O termo PREDICAÇÃO refere-se diretamente à existência ou não de
complementação de um verbo. Desse modo, temos:

- Verbo de ligação:
Os artistas paraenses estavam preocupados.

- Verbo transitivo direto:


Os artistas paraenses ganharam novos patrocínios.

- Verbo transitivo indireto:


Os artistas paraenses precisam de novos patrocínios.

- Verbo transitivo direto e indireto:


Escrevemos novas partituras para você.

- Verbo intransitivo:
Os artistas paraenses vivem bem.

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Os predicativos
Ao encararmos a expressão predicativo, lembraremos sempre o
termo CARACTERÍSTICA. Um tipo é o predicativo do sujeito; o outro
tipo é o predicativo do objeto.

Noel foi bandolinista.

Predicativo do sujeito; característica do sujeito.

Noel escreveu canções marcantes.

Predicativo do objeto; característica do objeto

Os complementos verbais
Tanto objeto direto quanto objeto indireto já foram previamente
expostos em nossa obra.

Há, porém, dois casos fenomenais – o objeto direto preposicionado e


o objeto direto pleonástico. Vejamos casos clássicos:

Gal usava da caneta para antigas releituras.

Objeto Direto Preposicionado: da caneta

Juca amava a Deus acima de tudo.

Objeto Direto Preposicionado: a Deus

Os verbos em destaque nos dois exemplos acima são normalmente


transitivos diretos; ali, em contrapartida, foi usada a preposição para
criar mais destaque nos complementos.

O objeto direto preposicionado só é usado em caso fenomenal;


usa-se, normalmente, objetos diretos para complementação de
verbos transitivos diretos.

Já o objeto direto pleonástico tem exatamente a função de repetir


(sabe-se também que há função de destaque):

A mim, ninguém me engana.

A ti não te enxerga?

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Agente da passiva
A expressão que era sujeito na voz ativa transforma-se, na voz passiva
analítica, em AGENTE DA PASSIVA. Vejamos:

Belas almas inventaram a roda de samba.

(Voz ativa; Suj.-Verbo-Obj.Dir.)

A roda de samba foi inventada por belas almas.

(Voz passiva; Suj.-Verbo-AP) Agente da Passiva

Estranhos já habitaram a ilha.

(Voz ativa)

A ilha já foi habitada de estranhos.

(Voz passiva) Agente da Passiva

Complemento nominal
Alguns substantivos, adjetivos e advérbios (NOMES) precisam de
complementação com auxílio de preposição.

Educação básica é essencial ao povo.

Complemento Nominal

Todos estão longe de um acordo judicial.

Complemento Nominal

A Música é benéfica ao coração.

Complemento Nominal

Termos acessórios da oração


ADJUNTO ADNOMINAL

Diferentemente da complementação, o adjunto adnominal tem


função de caracterização, posse, origem, especificação. As classes
artigo, pronome, numeral e adjetivo funcionam (quando
determinantes) como adjuntos adnominais. Vejamos:

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Sete excelentes músicos goianos foram ao Nordeste.

A Educação de base é essencial ao povo.

O palestrante tímido viu nossa homenagem.

DIFERENÇAS ENTRE COMPLEMENTO NOMINAL E ADJUNTO


ADNOMINAL
Adjunto adnominal nunca se refere a adjetivos ou advérbios. Nunca!

A atitude do artista foi favorável a todos.


Aadn CN

Toda ideia de posse é adjunto adnominal.

O carro do vizinho custou mais caro.


Aadn

Origem é adjunto adnominal:

O homem de Brasília não fazia revisões gramaticais.

Agente é adjunto adnominal; paciente é complemento nominal:

O ato do presidente foi considerado ofensa aos pais.


Aadn CN

Adjunto adverbial
A característica do adjunto adverbial é a modificação – de verbos,
adjetivos, advérbios ou orações. É o adjunto adverbial representado
por advérbios. Transmitem inúmeras ideias:

- Lugar: Todos estavam vivendo em Curitiba.


- Tempo: À meia-noite, busque-me.
- Modo: Leia e tenha sua aprovação rapidamente.
- Afirmações: Ele vai sim ao Congresso Nacional.
- Negações: Ele não vai ao Congresso Nacional.
- Instrumento: Eles fizeram a prova a lápis.
- Dúvida: O governador talvez necessite de patrocínio.
- Intensidade: Aplaudimos muito o mestre J. Gilberto.

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Aposto
Geralmente função sintática entre vírgulas ou após dois-pontos
(excluindo-se aqui o aposto especificativo) com ideia de explicação,
desenvolvimento ou resumo.

Aposto não pode ser formado por adjetivos, tem no núcleo


substantivo ou pronome adjetivo – cuidado!

Noel Rosa, sambista brasileiro, deixou um legado poético à nação.

Aposto explicativo

Conheço os três cantores: Raimundo, João e Douglas.

Aposto enumerativo

Amor, saudade, paixão: tudo é sentimento.

Aposto resumitivo

Sílvio deve sempre ganhar o troféu Imprensa da tevê LFG.

Aposto especificativo

Vocativo
Elemento responsável pelo chamamento. As invocações estão fora
do sujeito e do predicado.

Gil, chame o pessoal para uma sessão-forró.

Gil: vocativo

Baianos, vocês fazem parte da raiz brasileira.

Baianos: vocativo

Agora, vamos à videoaula!

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