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Anatomia Intrabucal

1. Dentes e estruturas anexas

1.1 Definição

1.1.1 Esmalte:

É o tecido mais mineralizado do dente, apresentando radiograficamente a


imagem mais radiopaca dos tecidos dentários. O esmalte recobre toda a coroa,
diminuindo a espessura a medida que se aproxima da junção amelocementária.
Podemos visualizar em um processamento radiográfico correto, uma diferença de
radiopacidade entre o esmalte e a dentina adjacente.

1.1.2 Dentina:

É menos mineralizada que o esmalte, portanto é uma estrutura menos radiopaca


quando comparada à ele. Porém é a maior estrutura radiopaca do elemento dentário, e
na raiz é recoberta pelo cemento. É constituída em 17,5% por matéria orgânica.

1.1.3 Cemento:

É uma estrutura fina que recobre a porção radicular, composta por 22% de
matéria orgânica. Por essa semelhança na composição entre cemento e dentina, a
diferenciação entre essas estruturas torna-se difícil, apresentando a mesma
radiopacidade na imagem.

1.1.4 Polpa:

Estrutura que encontra-se os elementos nutritivos do orgão. Na imagem


radiográfica, a polpa é uma imagem radiolúcida , que simula o formato da coroa e
adquire uma forma afiliada nas raízes, apresentada pelos condutos radiculares.

1.1.5 Espaço Pericementário:

Apresenta-se como imagem radiolúcida delgada, contornando as raízes dos


dentes. Trata-se do espaço correspondente ao ligamento periodontal.

1.1.6 Lâmina dura:

É a cortical do processo alveolar que contorna as raízes dentarias e os espaços


interdentarios. Junto com parte do osso alveolar forma as cristas ósseas alveolares. Na
radiografia aparece como uma linha radiopaca contínua.

1.2 Desenho

Livro Biblioteca
2. Maxila

2.1 Definição

2.1.1 Fossas Nasais (Cavidade Nasal):

As fossas nasais aparecem como imagens radiolúcidas, acima dos apíces


dentários dos incisivos centrais superiores separadas por uma faixa radiopaca, que se
estende do assoalho ao teto da cavidade nasal, correspondendo ao septo nasal ósseo.
O assoalho da cavidade nasal apresenta-se como uma linha radiopaca contínua e
retilínea radiograficamente. Dentro da cavidade nasal, podemos observar estruturas
pouco radiopacas, situadas na região lateral, as quais correspondem às conchas
nasais.

2.1.1.1 Assoalho da fossa nasal:

É uma linha radiopaca horizontal, pouco mais densa que o limite do seio, acima
do assoalho do seio maxilar.

2.1.2 Espinha Nasal Anterior:

Observada acima dos ápices dentários dos incisivos centrais superiores,


apresenta uma imagem radiopaca na forma de V. Essa estrutura corresponde à uma
saliência apresentada na região mediana da borda inferior da cavidade nasal.

2.1.3 Sombra da Cartilagem Nasal:

Também observada dos ápices dentários dos incisivos centrais superiores, essa
estrutura corresponde à sobreposição da cartilagem nasal sobre o processo alveolar,
provocando uma uma radiopacidade nesta região.

2.1.4 Forame Incisivo:

Radiograficamente encontrado entre as raízes dos incisivos centrais superiores


como uma imagem radiolúcida com formato arredondado, podendo variar de tamanho e
de radiolucidez. Este forame representa a abertura do canal incisivo para a cavidade
bucal.

2.1.5 Sutura Intermaxilar:

Representada radiograficamente como uma imagem radiolúcida de contorno


irregular, localizada entre os incisivos centrais superiores e, muitas vezes, sobrepostas
ao forame incisivo. Esta estrutura corresponde com a junção das maxilas.

2.1.6 Fosseta Mirtiforme:

Corresponde à uma depressão óssea supraincisal, na qual ocorre a inserção do


músculo abaixador do septo (músculo mirtiforme). Radiograficamente, apresenta-se
como uma estrutura discretamente radiolúcida, situada entre os incisivos laterais e
caninos superiores.
2.1.7 Seio Maxilar:

Corresponde à uma estrutura triangular cuja base está orientada para a parede
lateral da cavidade nasal e o ápice corresponde ao processo zigomático da maxila. É a
mais ampla cavidade dos seios paranasais e ocupa a parte central da maxila.
Radiograficamente, o seio maxilar apresenta-se radiolúcida e suas paredes
radiopacas. As vezes suas cavidades podem aparecer divididas por septos pouco
radiopacos, caracterizando os divertículos.

2.1.7.1 Assoalho do seio maxilar:

Linha radiopaca côncava, que pode cruzar as raízes dos dentes posteriores.

2.1.8 Canais Nutrícios

Radiograficamente vistas como linhas radiolúcidas, encontradas entre as raízes


dos incisivos inferiores e dentro dos seios maxilares. Essas estruturas correspondem
aos trajetos intraósseos de arteríolas e veias nos maxilares.

2.1.9 Processo Zigomático da Maxila

Radiograficamente, trata-se de uma linha espessa que pode aparecer em


periapicais de molares superiores. Quando presente, apresenta-se como uma espessa
linha radiopaca em forma de U ou V, sobreposta à região dos molares superiores.

2.1.10 Túber da Maxila

Corresponde à uma estrutura mais posterior do processo alveolar da maxila,


com resistência frágil, que pode ser ocupada pelo seio maxilar.

2.1.11 Hâmulo Pteriogóideo

Corresponde à uma estrutura presente na extremidade inferior da lâmina medial,


do processo pterigoide do osso esfenoide que está relacionado ao músculo tensor do
véu do palatino, e presta inserção ao ligamento pterigomandibular.
Radiograficamente, apresenta-se como imagem radiopaca, em forma de um
gancho pequeno, posterior ao túber da maxila. Está presente nas radiografias
periapicais de molares superiores.

2.1.12 Processo Coronóide da Mandíbula

Corresponde radiograficamente, à uma imagem radiopaca de forma cônica e


contornos nítidos, sobreposta à região do túber da maxila, que pode estar presente na
radiografia periapical de molares superiores.

2.1.13 Osso Zigomático

Apresenta-se como uma estrutura radiopaca que se estende posteriormente ao


processo zigomático da maxila.
2.1.14 Y invertido de Ennis

Linhas radiopacas que aparecem como um “Y” invertido, normalmente no ápice


do canino superior.

2.1.15 Lâmina lateral do processo pterigóideo do osso esfenóide

2.1.16 Fissura Pterigomaxilar

2..1.16 Contorno da Abertura Piriforme:

Imagem radiopaca que contorna as fossas nasais. Está localizada na região dos
incisivos anteriores.

2.1.17 Parede Anterior do Seio Maxilar

Linha radiopaca na região anterior (limite anterior do seio maxilar).

2.1.18 Concha Nasal Inferior

Estruturas radiopacas lateralmente (dentro) das fossas nasais. Mais visíveis em


radiografias de pacientes desdentados.

2.1.19 Septo Nasal

Traço radiopaco que divide simetricamente as fossas nasais.

2.1.20 Eminência canina

2.2 Desenho

Livro Lucília

3. Mandíbula

3.1 Definição

3.1.1 Linha Oblíqua

Radiograficamente, apresenta-se como uma linha radiopaca, em continuidade


com a borda anterior do ramo da mandíbula. Esta estrutura pode ser visualizada nas
radiografias periapicais de molares inferiores, cruzando o terço cervical destas raízes.

3.1.2 Linha Milo-hiódea


A linha milo-hióidea é observada cruzando diagonalmente a mandíbula, à partir
do meio de seu ramo, percorrendo o corpo, até atigir a borda anterior da sínfise
mentual. É o local de inserção do músculo milo-hióideo e do músculo constritor superior
da faringe. Radiograficamente, apresenta-se como uma linha radiopaca, abaixo e bem
menos evidente que a linha oblíqua.

3.1.3 Fóvea Submandibular

Radiograficamente, observa-se uma área radiolúcida, pela menor deposição de


tecido ósseo na região. Esta região aloja a glâdula submandibular.

3.1.4 Canal da Mandíbula

Radiograficamente, é observada como uma espessa linha radiolúcida na região


dos molares inferiores, delimitada por linhas radiopacas. Pode ser visualizado entre o
forame da mandíbula e o forame mentual.

3.1.5 Base da Mandíbula

Quando presente, nas radiografias periapicais, aparece como uma linha


intensamente radiopaca.

3.1.6 Forame Mentual

Esta estrutura esta localizada entre as raízes ou até mesmo sobreposta aos
ápices dos pré-molares inferiores e, radiograficamente, apresenta-se como uma
imagem radiolúcida arredondada. A sobreposição de imagens, neste caso, pode causar
uma interpretação de lesão periapical erroneamente.

3.1.7 Espinhas Genianas

Essas estruturas servem de inserção aos músculos gênio-hióideo e genioglosso.


Podem ser vistas nas radiografias periapicais de incisivos inferiores, abaixo dos ápices
dos incisivos centrais, na linha média, como podem aparecer mais de uma imagem
radiopaca circundante a foramina lingual.

3.1.8 Foramina Lingual

A foramina lingual ou forame cego permite a passagem da artéria incisiva ao


nervo lingual. Radiograficamente, aparece como uma pequena área radiolúcida
arredondada.

3.1.9 Protuberância Mentual

Duas linhas radiopacas em formato de pirâmide, na região de sínfise.

3.1.10 Teto e Assoalho do Canal Mandibular

Linha radiopaca compacta que limita inferiormente e superiormente o canal


mandibular.
3.1.11 Canais Nutrícios

Imagem radiolúcida apresentada como pequena área circular. São pequenos canais
para a passagem de vasos sanguíneos na mandíbula.
3.2 Desenho

Livro Lucília