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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

PEDAGOGIA 3º SEMESTRE

CÁSSIA GOMES DA SILVA


ELIANE AMORIM DOS SANTOS
ELIZETH DOS SANTOS GARCIA
TARCIANI CECILIA VIANA PINHEIRO
VÂNIA MARIA LIMA DOS SANTOS
WALDENICE CORREA DA ROCHA CONCEIÇÃO

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO PROFESSOR

Londrina-PR
2016
CÁSSIA GOMES DA SILVA
ELIANE AMORIM DOS SANTOS
ELIZETH DOS SANTOS GARCIA
TARCIANI CECILIA VIANA PINHEIRO
VÂNIA MARIA LIMA DOS SANTOS
WALDENICE CORREA DA ROCHA CONCEIÇÃO

Trabalho de Pedagogia apresentado à Universidade


Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para
a obtenção de média bimestral nas disciplinas de
Psicologia da Educação; Sociedade e Práxis Educativas;
Políticas Públicas na Educação Básica; Teorias e
Práticas do Currículo; Prática Pedagógica
Interdisciplinar; escola e sociedade; Seminário
Interdisciplinar II.
Professores: Regina Celia Adamuz; Wilson Sanches,
Lucy Mara Conceição; Mary Clair Moro Nascimento;
Luciane Bianchini; Fabiane Thais Muzardo.

Orientadora: Maria de Lourdes Tavares dos Santos

Londrina-PR
2016
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................3

2 DESENVOLVIMENTO...........................................................................................4

3 CONCLUSÃO........................................................................................................7

4 REFERÊNCIAS......................................................................................................8
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1 INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo apresentar a teórica que o professor


utiliza na sala de aula ao efetivar a sua prática pedagógica e repercutir o resultado
de uma pesquisa tendo como instrumento de coleta de dados uma entrevista
realizada com pedagogos da rede municipal de ensino que atuam no Ensino
Fundamental.
Notaremos o quão grande é o campo da Pedagogia e como o
profissional atua em cada área, assim como cada opção de atuação requer suas
responsabilidades, e também veremos que as dificuldades servem de alguma
maneira de incentivo para exercer o trabalho com êxito.
É bem visível que na educação um ponto muito visto é a inclusão,
algo que já existe desde a antiguidade, mas que ainda hoje tem se trabalhado para
obter melhores resultados. Já que o público alvo da Educação Especial é a
acessibilidade e estratégias considerando as necessidades especificas dos alunos.
Auxiliando-os a utilizar os saberes para desenvolver a razão, a maneira de ser,
aprendendo a desenvolver sua própria cultura, sua postura reflexiva e adquirindo
sua própria ética por meio de intervenções didáticas para o educando passar a
conhecer a vivencia dos valores da liberdade, justiça, igualdade, cooperação,
tolerância, entre outros.
Observaremos que para lidar com pessoas com deficiência tem que
principalmente ter responsabilidade e amor no que faz, sendo pedagogo dialógico,
interativo, criativo e trabalhar sempre de forma interdisciplinar, mas acima de tudo
gostar do que e com quem está trabalhando, afinal são alunos super especiais.
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2 DESENVOLVIMENTO

Este texto tem por objetivo analisar diferentes concepções de


diferença presentes nas práticas pedagógicas, a partir de alguns resultados de
pesquisas, identificar aspectos que permitam oferecer aos educadores e educadoras
contribuições para trabalhar no cotidiano escolar.
De acordo com a pesquisa realizada com duas profissionais da
educação, aumentamos nosso conhecimento no que diz respeito até onde vai o
campo da Pedagogia. Uma de nossa entrevistada exerce o cargo de gestora e se
formou no ano de 2011, a outra entrevistada atua como docente na educação infantil
pelo quarto ano seguido e sua formação foi em 2010 pela Universidade Federal do
Pará-UFPA.
Segundo a gestora este cargo requer a responsabilidade de
administrar uma instituição de ensino partindo da ideia de gestão democrática
proposta na LDB, buscando sempre a melhoria do ambiente escolar, seja em caráter
pedagógico e ou administrativo; articular junto à comunidade escolar atividades que
melhor desenvolvam a qualidade de ensino, através de cada agente desta, dentro
de suas respectivas funções e parceiros, entre outras atribuições.
Enquanto que a docência na educação infantil, o professor tem que
educar e cuidar, através de atividades lúdicas, brincadeiras e deixando um pouco as
crianças livres para optarem sobre o que fazer. Palavras ditas pela docente. Outro
método utilizado é envolvê-los em partes externas a sala como parquinho e quadra,
de preferência que as atividades envolvam diretamente as crianças e valorizando
sua produção.
Na gestão escolar as dificuldades encontradas atualmente, se refere
no relacionamento interpessoal de alguns servidores, o que em alguns momentos
dificultam o andamento dos trabalhos. Outra se refere ao fato de que pelo mínimo
número de alunos, a Escola não precisa de vice direção, isso às vezes
sobrecarrega.
Na educação infantil, hoje a professora encontra-se mais adaptada
com as dificuldades, mas umas das dificuldades é a estrutura do educandário,
carência de brinquedos, falta de tempo para sua confecção e criação de jogos e até
para planejamento e pesquisa, falta de espelhos e salas pequenas. Outra
desvantagem é não ter um profissional pra ficar com as crianças no intervalo, isso
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requer que ficamos integralmente com elas.


Apesar das dificuldades na escola destacada pela gestora,
consegue suprir pois possui uma equipe muito competente. Cada um cumpre sua
função conforme proposto no regimento interno e sempre se empenham para um
bem comum. Relata que a tecnologia está presente em seu trabalho, pois o
município já trabalha com sistema online para inserção de dados de alunos, como
histórico escolar, ficha avaliativa, boletim, etc. Bem como o PDDE interativo onde é
feito cadastro das escolas para a aquisição de recursos para promover as ações de
melhorias na escola dentro de um determinado contexto.
Referente a educação infantil a tecnologia está presente nas
pesquisas e também as crianças fazem uso do laboratório de informática
semanalmente com uso de jogos que objetivam desenvolver principalmente a
coordenação motora, discriminação visual, entre outros, além dos uso de data show
para passar vídeos temáticos.
A inclusão é um tema que hoje já é impossível não ser trabalhado
nas Instituições de Ensino. Em qualquer Escola onde haja alunos com necessidades
especiais tem que ser disponibilizada toda uma logística de suporte pra trabalhar,
seja estrutural, seja pedagógica. Já na opinião da docente falar em inclusão é
complicado, porque fica só no discurso. Só deixar a criança com deficiência no meio
dos outros não é suficiente. É preciso garantir materiais, recursos humanos para um
acompanhamento e até tempo para o professor estudar um pouco a deficiência da
criança.
No que diz respeito a adversidade, já vem sendo trabalhada como
tema transversal já algum tempo. Na escola não existe um projeto especifico para
esse tema. Porem esse trabalho ocorre através dos eventos que são realizados na
escola (quermesse, noite cultural) quanto nos eventos realizados pelas entidades
parceiras e obviamente na sala de aula através dos conteúdos da grade curricular.
Fica mais evidente a questão da cultura negra e indígena porque
são datas comemorativas inseridas no calendário, geralmente abordada na data em
questão com apresentações, músicas, etc.
Alguns gestores mesmo nos dias de hoje confundem autoridade
com autoritarismo e isso dificulta muito. Diria também serenidade para resolver os
entraves e ouvir críticas, que não são poucas. A tomada de decisão de um diretor
deve ser sobretudo coletiva. O diretor só “bate o martelo” sozinho caso não haja um
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acordo comum entre a comunidade escolar, fora isso, ouvi-los é fundamental. Outra
sugestão que deixo é buscar metodologias para fugir do “feijão-com-arroz”. Buscar
parceiros, executar projetos, dá um retorno para comunidade, pois é isso que
esperam, embora as vezes não falem. Algumas vezes, na verdade na maioria delas,
algo que é estudado na faculdade não vai ser suficiente para resolver algumas
situações. Em alguns momentos a gente precisa abrir mão de algumas teorias e
trabalhar com a realidade.
Portanto, para ser um diretor é essencial que se tenha alguma
experiência de sala de aula, sentir na pele os obstáculos e posteriormente tentar
ameniza-los. E por falar em experiência, ela conta com muito estudo, muita leitura,
muita estratégia.
Como professora diria que é uma área que dá um leque de opções
de atuação: pedagogia empresarial, pedagogia hospitalar, docência, coordenação e
gestão, por isso torna-se boa. Mas ao mesmo tempo digo que é uma área que
precisa de luta para mais valorização.

2.1 DIFERENÇAS CULTURAIS, COTIDIANO ESCOLAR E PRÁTICAS


PEDAGÓGICAS

A conhecida pesquisadora argentina Emília Ferreiro (2001) se


expressa sobre esta questão e, referindo-se ao contexto latino-americano e à
dificuldade da escola pública dos nossos países, desde o início de sua
institucionalização, de trabalhar com as diferenças, afirma:

A escola pública, gratuita e obrigatória do século XX é herdeira da do século


anterior, encarregada de missões históricas de grande importância: criar um
único povo, uma única nação, anulando as diferenças entre os cidadãos,
considerados como iguais diante da lei. A tendência principal foi equiparar
igualdade à homogeneidade. Se os cidadãos eram iguais diante da lei, a escola
devia contribuir para gerar estes cidadãos, homogeneizando as crianças,
independentemente de suas diferentes origens. Encarregada de homogeneizar,
de igualar, esta escola mal podia apreciar as diferenças. Lutou não somente
contra as diferenças de língua, mas também contra as diferenças dialetais da
linguagem oral, contribuindo assim para gerar o mito de um único dialeto padrão
para ter acesso à língua escrita.
E conclui
É indispensável instrumentalizar didaticamente a escola para trabalhar com a
diversidade. Nem a diversidade negada, nem a diversidade isolada, nem a
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diversidade simplesmente tolerada. Também não se trata da diversidade


assumida como um mal necessário ou celebrada como um bem em si mesmo,
sem assumir seu próprio dramatismo. Transformar a diversidade conhecida e
reconhecida em uma vantagem pedagógica: este me parece ser o grande
desafio do futuro (apud Lerner, 2007, p.7)1

O referencial psicológico, tanto das teorias da aprendizagem quanto


das contribuições da psicologia do desenvolvimento e da personalidade, exerceram,
e continuam exercendo, forte impacto na formação dos educadores e educadoras.
Nesta perspectiva, o termo diferença está em geral referido às características
físicas, sensoriais, cognitivas e emocionais que particularizam e definem cada
indivíduo. Diversidade de ritmos, de estilos cognitivos, de modos de aprender e
traços de personalidade são considerados componentes dos processos de
aprendizagem e a construção de estratégias pedagógicas que os levem em
consideração são preocupações presentes entre os educadores e educadoras.
O foco estava no indivíduo e suas especificidades. Esta perspectiva
ainda está muito presente no imaginário dos/as professores/as, principalmente dos
que atuam nos primeiros anos do ensino fundamental.
Certamente estas tendências apresentam contribuições significativas
para o desenvolvimento de processos de ensino-aprendizagem mais sensíveis às
características peculiares de cada aluno/a. No entanto, a fato de se centrarem
exclusivamente nos aspectos individuais de caráter psicoafetivo e, em algumas
vertentes como na baseada no behaviorismo, de modo muito redutivo, têm como
base uma concepção de sujeito da aprendizagem muito limitada, não considerando
dimensões como a sócio histórica e cultural, que são praticamente ignoradas.
No final da década de 70, começam a repercutir, no Brasil, as
proposições desse movimento, mas Moreira (1999) localiza apenas no período entre
1988 e 1992, uma maior incidência de referências a abordagens filiadas à NSE, em
artigos publicados no campo da educação. Esta perspectiva permitiu ampliar o olhar
sobre o cotidiano escolar, particularmente no que diz respeito às dimensões sociais
e econômicas que incidem nos processos pedagógicos e na própria concepção do
sujeito da aprendizagem, a partir de uma perspectiva crítica de análise dos
processos educacionais, privilegiando-se a categoria de classe social.
É importante mencionar também, mesmo de modo amplo, algumas
das contribuições de Paulo Freire para o tema que nos ocupa, que inauguram uma
nova perspectiva.
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Nos anos 90, Freire destaca ainda mais a dimensão cultural nos processos de
transformação social e o papel da cultura no ato educacional. Além de reforçar
seus argumentos em defesa de uma educação libertadora que respeite a cultura
e a experiência anterior dos educandos, Freire alerta para as múltiplas
dimensões da cultura, principalmente a cultura midiática. Ele chama atenção
para o fato de que ela poderá despertar-nos para alguns temas geradores que o
próprio saber escolar ignora, ou valoriza pouco, como a pobreza, a violência, etc.
Destaca também que a mídia trabalha e explora a sensibilidade das pessoas e
por isso consegue atrair e monopolizar as atenções. Seus livros escritos nos
anos 90 – de estilo mais literário – revelam um pensador preocupado com o
futuro da sociedade em que vivemos, dado o crescimento da violência, da
intolerância e das desigualdades socioeconômicas. Ele destacará a importância
da ética e de uma cultura da diversidade. O tema da identidade cultural ganha
relevância na obra de Freire, assim como o da interculturalidade.

Quanto às contribuições de Paulo Freire, se desenvolveram de


modo mais significativo no âmbito da educação não formal. Em geral, a cultura
escolar continua fortemente marcada pela lógica da homogeneização e da
uniformização das estratégias pedagógicas.
As diferenças são então concebidas como realidades
sociohistóricas, em processo contínuo de construção-desconstrução-construção,
dinâmicas, que se configuram nas relações sociais e estão atravessadas por
questões de poder. São constitutivas dos indivíduos e dos grupos sociais. Devem
ser reconhecidas e valorizadas positivamente no que têm de marcas sempre
dinâmicas de identidade, ao mesmo tempo em que combatidas as tendências a
transformá-las em desigualdades, assim como a tornar os sujeitos a elas referidos
objeto de preconceito e discriminação.
No caso da educação, promove-se uma política de universalização
da escolarização. Todos e todas são chamados a participar do sistema escolar, mas
sem que se coloque em questão o caráter monocultural presente na sua dinâmica,
tanto no que se refere aos conteúdo do currículo, quanto às relações entre os
diferentes atores, às estratégias utilizadas nas salas de aula, aos valores
privilegiados etc.
Quanto ao multiculturalismo diferencialista ou, segundo Amartya Sen
(2006), monocultura plural, esta abordagem parte da afirmação de que quando se
enfatiza a assimilação termina-se por negar a diferença ou por silenciá-la. Propõe
então colocar a ênfase no reconhecimento da diferença e, para promover a
expressão das diversas identidades culturais presentes num determinado contexto,
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garantir espaços em que estas se possam expressar.


São recorrentes nestes trabalhos as evidências empíricas da
dificuldade de lidar nas práticas educativas com as diversas manifestações da
diferença: de gênero, étnicas, de orientação sexual, geracional, sensório-motoras,
cognitivas, entre outras. “Aqui são todos iguais”, é muito frequente os professores
afirmarem quando se pergunta como lidam com as diferenças, para significar que os
dispositivos pedagógicos mobilizados são padronizados e uniformes. Igualdade e
diferença são vistas como contrapostas e não como dimensões que mutuamente se
reclamam. No entanto, também as investigações realizadas têm identificado
progressivamente uma maior sensibilidade para esta temática, mas traduzi-la nas
práticas cotidianas continua sendo um grande desafio.
Nesta perspectiva, farei referência a quatro trabalhos desenvolvidos
nos últimos anos por integrantes do grupo de pesquisa acima referido, de diferentes
tipos, que podem oferecer alguns subsídios para se avançar no tratamento
pedagógico no âmbito escolar das diferenças culturais.
A partir da análise de vinte depoimentos, feitos por profissionais de
diversas regiões do pais que expressaram durante as entrevistas uma forte
identificação com a área e sua evolução, foi possível constatar como eles e elas
estão percebendo, de um lado, as contribuições e os temas que emergem quando
se pensa e se discute as relações entre Didática e multiculturalismo e, de outro lado,
os riscos, mas também os desafios inerentes a essa temática.
Ressaltam também que o multiculturalismo lida com um referencial
teórico complexo e é necessário enfrentar a tensão entre teoria crítica,
multiculturalismo e estudos culturais. São apontadas igualmente embora de modo
disperso, contribuições da perspectiva multicultural como, por exemplo: mesmo
considerando que há diferentes visões sobre a diferença, esta perspectiva pode
ajudar a trabalhá-la no cotidiano escolar, assim como a compreender melhor os
determinantes do fracasso escolar.
O objetivo principal da referida pesquisa foi analisar as tensões entre
igualdade e diferença nas práticas sociais e educacionais, com especial ênfase na
identificação das representações dos/as professores/a do ensino fundamental e na
caracterização dos dispositivos pedagógicos por eles mobilizados no cotidiano
escolar para trabalhar esta problemática.
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3 CONCLUSÃO

Foi provável detectar através da pesquisa concretizada, as diferentes práticas


educativas e as pendências que surgem com cada vez mais visível no cotidiano
escolar. Vimos o quanto é abrangente o campo da Pedagogia e como cada função
tem suas respectivas responsabilidades e o quão importante é a interação dos
funcionários no ambiente escolar mesmo diante das dificuldades.

É certo que na Escola o diretor não pode tomar decisões sozinho, precisa que
haja uma tomada de decisão entre todo o corpo profissional, uma vez que não haja
um acorde entre eles, o gestor detém o poder de decisão. Por sua vez a Escola tem
um papel de suma importância no processo de ensino aprendizagem dos alunos.
Diante disso, tem que haver um diálogo contendo diferentes conhecimentos entre
escola e sociedade para que os valores sejam reconhecidos. Isto serve para todo e
qualquer alunado, principalmente os que dispõe de necessidades especiais, até
porque neste caso as diferenças estão presentes e precisa que siga um caminho
para articular a igualdade e diferença.

Assim podemos definir que desempenhar a função de direção escolar e


docência não é algo fácil nem ruim. É uma experiência boa, impar que muitos
profissionais que possuem outra formação, sem ser a pedagogia, deveriam ter para
também sentir na pele essa realidade. Além disso muitos sistemas de ensino exigem
como critérios para assumir a função de administrador escolar a formação em
pedagogia e a experiência de dois anos de docência.
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REFERÊNCIAS

ENTREVISTA REALIZADA COM PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO QUE


DESEMPENHA FUNÇÃO DE ADMINISTRADOR ESCOLAR, REALIZADA NO DIA
21 DE ABRIL DE 2016 ÀS 16h.

ENTREVISTA REALIZADA COM PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO QUE


DESEMPENHA FUNÇÃO DE DOCENTE, REALIZADA NO DIA 22 DE ABRIL DE
2016 ÀS 20h.