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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

LICENCIATURA PLENA EM PEDAGOGIA

WALDENICE CORREA DA ROCHA CONCEIÇÃO

UMA ABORDAGEM TEÓRICA SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DE UMA


PROFESSORA NA EFETIVAÇÃO DE SUAS AULAS.

ORIXIMINÁ - PARA
2015
WALDENICE CORREA DA ROCHA CONCEIÇÃO

UMA ABORDAGEM TEÓRICA SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DE UMA


PROFESSORA NA EFETIVAÇÃO DE SUAS AULAS.

Trabalho Interdisciplinar Individual apresentado ao Curso


de Licenciatura Plena em Pedagogia à Universidade Norte
do Paraná – UNOPAR VIRTUAL, como requisito parcial
para a obtenção de média nas disciplinas do 2º Semestre:
Psicologia da Educação; Educação, Sociedade e práxis
Educativa; Políticas Públicas na educação Básica; Teoria
Do Currículo; Prática Pedagógica Interdisciplinar; escola e
sociedade; seminário Interdisciplinar II
Professores: Regina Celia Adamuz; Wilson Sanches; Lucy
Mara Conceição; Mari Clair Moro Nascimento; Luciane
Bianchini; Fabiane Thais Muzardo.

ORIXIMINÁ - PARA
2015
1 INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo apresentar uma revisão bibliográfica sobre
“À abordagem teórica que o professor utiliza na sala de aula ao efetivar a sua prática
pedagógica” e repercutir o resultado de uma pesquisa tendo como instrumento de
coleta de dados uma entrevista realizada com uma professora da rede municipal de
ensino que atua tanto no fundamental e no Ensino Médio. Para referenciar
teoricamente este estudo, foram consultados os seguintes autores que abordam
qualitativamente este assunto: Aranha (1996), Luckesi (2003) Martins (2008) e Saviani
(2001). A tendência pedagógica crítico-social dos conteúdos defende que o papel da
escola é o de formação cultural de difusão do conhecimento devido às repostas dadas
pela professora levarem a está tendência pedagógica.
2 DESENVOLVIMENTO

Após a leitura do material de apoio e da entrevista com a professora foi feito


a triangulação das informações percebemos que as respostas se encaixavam nas
tendências progressistas, principalmente na Crítico-social dos conteúdos por estar
preocupada com a função transformadora da educação em relação à sociedade, sem,
com isso, negligenciar o processo de construção do conhecimento fundamentado nos
conteúdos acumulados pela humanidade.
Neste sentido, a professora entrevistada afirma que: - Ensinar de acordo com o meu
ponto de vista, está para além de simplesmente transmitir conhecimentos, é
fazer com que o aluno queira descobrir os conhecimentos, buscá-los, por meio
da ajuda do professor.

Entender o aluno e seu contexto social a partir da compreensão de nossa


realidade histórica e social, a fim de tornar possível o papel mediador da educação no
processo de transformação social. “Não que a educação possa por si só produzir a
democratização da sociedade, mas a mudança se faz de forma mediatizada, ou seja,
por meio da transformação das consciências”. (ARANHA, 1996, p. 216).

Perfil do Professor entrevistado


1. Idade: trinta e oito (38) anos
2. Formação: Licenciada Plena em Letras
3. Formação complementar (especialização/área): Especialista em Língua
Portuguesa
4. Tempo de atuação no ensino: nove (9) anos
5. Jornada de trabalho semanal: 30 horas
6. Nível de atuação profissional: Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano e Ensino
Médio.

Visão do professor entrevistado sobre as abordagens teóricas que ele se


utiliza na sala de aula ao efetivar a sua prática pedagógica.
1. O que é ensinar?
Ensinar de acordo com o meu ponto de vista, está para além de
simplesmente transmitir conhecimentos, é fazer com que o aluno queira descobrir os
conhecimentos, buscá-los, por meio da ajuda do professor.

2. Como você ensina?

O ensino da língua materna é prazeroso, mas gradativo. Costumo dizer que


o conhecimento do Português é algo do qual já dispõem, falta-lhes apenas o
aprimoramento da teoria. A pratica já dominam, à medida que falam, não somente
com palavras, mas com outras formas de linguagem. Para ensinar Português, preciso
primeiro fazê-los entender a sua importância e as proximidades que eles tem com o
conteúdo estudado.

3. O que é aprender?

Aprender é antes de tudo, reconhecer e valorizar o que se está


aprendendo. O aluno aprende, de fato, quando percebe que sua mente ilumina para
o conhecimento. E, na sala de aula, o aprendizado é recíproco, tanto o professor
quanto o aluno aprendem, trocam conhecimentos e experiências.

4. O que é avaliar?

Avaliar é um processo pelo qual é possível verificar se o aluno está


evoluindo, do ponto de vista da aquisição e troca de conhecimento. Não é algo que
acontece somente no final da aula, da semana ou do bimestre; é algo contínuo, tanto
para o aluno quanto para o professor.

5. Para que você avalia?

Para acompanhar a evolução da aprendizagem dos alunos e para verificar


se o meu trabalho está sendo válido nessa evolução.

6. Como avalia seus alunos?

A avaliação aplicada na sala de aula é contínua, dessa forma avalio


constantemente através de instrumentos avaliativos próprios do sistema, como
trabalhos, provas, leituras, produções, e, além desses através de acompanhamento
de perto, em classe, no dia-a-dia.

7. Você atribui feedback aos seus alunos? De que forma?


O feedback é muito importante na avaliação, é, portanto, usado por mim.
Esse retorno ao aluno e com o aluno permite um desenvolvimento melhor das
competências e habilidades.

Por isso, sempre que necessário, mostro a eles onde estão errados e proponho outras
formas de realizar as atividades das quais deixam a desejar. Isto é válido tanto para o
professor quanto para o aluno.

Quando perguntado a professora “A” como ela ensina seus alunos? Ela
responde que: - O ensino da língua materna é prazeroso, mas gradativo. Costumo
dizer que o conhecimento do Português é algo do qual já dispõem, falta-lhes
apenas o aprimoramento da teoria. A pratica já domina, à medida que falam, não
somente com palavras, mas com outras formas de linguagem. Para ensinar
Português, preciso primeiro fazê-los entender a sua importância e as
proximidades que eles têm com o conteúdo estudado.
Pode-se perceber, na fundamentação da tendência crítico social dos
conteúdos, uma preocupação com a transformação social, contudo, para tal, parte-se
da compreensão da realidade, a partir da análise do mundo do trabalho, das vivências
sociais, buscando entendê-lo não como algo natural, mas sim construído
culturalmente - torna-se importante no processo de transformação social a mediação
cultural.

Aprender, dentro da visão da pedagogia dos conteúdos, é desenvolver a


capacidade de processar informações e lidar com os estímulos, do ambiente,
organizando os dados disponíveis da experiência. Em consequência, admite-se o
princípio da aprendizagem significativa que supõe, como passo inicial, verificar aquilo
que o aluno já sabe. O professor precisa saber (compreender) o que os alunos dizem
ou fazem, o aluno precisa compreender o que o professor procura dizer-lhes. A
transferência da aprendizagem se dá a partir do momento da síntese, isto é, quando
o aluno supera sua visão parcial e confusa e adquire uma visão mais clara e
unificadora.

Para a professora “A” - Aprender é antes de tudo, reconhecer e valorizar


o que se está aprendendo. O aluno aprende, de fato, quando percebe que sua
mente ilumina para o conhecimento. E, na sala de aula, o aprendizado é
recíproco, tanto o professor quanto o aluno aprendem, trocam conhecimentos
e experiências.

Quando o assunto é avaliação existe clareza no trabalho escolar que


precisa ser avaliado, não como julgamento definitivo e dogmático do professor, mas
como uma comprovação para o aluno do seu progresso em direção a noções mais
sistematizadas.

Neste item a professora “A” responde que:

- Avaliar é um processo pelo qual é possível verificar se o aluno está


evoluindo, do ponto de vista da aquisição e troca de conhecimento. Não é algo
que acontece somente no final da aula, da semana ou do bimestre; é algo
contínuo, tanto para o aluno quanto para o professor.

Com relação à teoria da Pedagogia Crítico-social dos conteúdos para haver


uma sincronização de ideias.

Nesta tendência pedagógica se avalia para possibilitar ao estudante a


revisão crítica de todo saber transmitido a ele, bem como da esfera social em que se
movimenta. Desta forma, a tendência crítico-social produz pessoas politicamente
conscientes sem ter que recorrer a recursos puramente ideológicos e manipuladores.

A professora responde que ela avalia: - Para acompanhar a evolução da


aprendizagem dos alunos e para verificar se o meu trabalho está sendo válido
nessa evolução.

O como avaliar na Pedagogia Histórico-crítica (ARANHA, 1996, p. 216). O


conhecimento aprendido resulta de uma construção contínua, entremeada pela
invenção e pela descoberta. O professor e o aluno vão se utilizando dos
conhecimentos e descobrindo novos. São autores e atores do processo.

Segundo a Professora “A” - A avaliação aplicada na sala de aula é


contínua, dessa forma avalio constantemente através de instrumentos
avaliativos próprios do sistema, como trabalhos, provas, leituras, produções, e,
além desses através de acompanhamento de perto, em classe, no dia-a-dia.

A educação na Pedagogia Histórico-crítico social dos conteúdos a


avaliação é vista como processo e não tem como não se trabalhar o feedback com os
alunos que na visão da docente “A” - O feedback é muito importante na avaliação,
é, portanto, usado por mim. Esse retorno ao aluno e com o aluno permite um
desenvolvimento melhor das competências e habilidades. Por isso, sempre que
necessário, mostro a eles onde estão errados e proponho outras formas de
realizar as atividades das quais deixam a desejar. Isto é válido tanto para
professor quanto para o aluno.

O aluno não dispensa a atuação do mestre e dos companheiros com os


quais interage. “Mais propriamente, o conhecimento resulta de uma construção
contínua, entremeada pela invenção e pela descoberta”.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Objetivo deste artigo foi apresentar uma revisão bibliográfica sobre a


perspectiva do professor quanto a abordagem teórica que ele utiliza em sala de aula
e também apresentar um Estudo de Caso sobre a presença desta pedagogia na
prática pedagógica de uma professora de uma escola do ensino fundamental no
município de Oriximiná – Pará – Brasil.
Em suma, a pedagogia crítico-social dos conteúdos defende a prática de
uma educação escolar por meio da quais professores e alunos construam através dos
conteúdos de ensino uma consciência crítica para transformação da sociedade,
valorizando os processos mentais e as habilidades cognitivas do educando.
A entrevista foi um modelo de pesquisa adequado, pois possibilitou uma
análise das respostas dadas pela professora, importante para a identificação do perfil
político-pedagógico da mesma.
O resultado da pesquisa foi surpreendente, tendo em vista que, pelo menos
no discurso sobre a prática pedagógica, houve uma predominância na manifestação
da professora para a pedagogia progressista crítico social dos conteúdos.
Resta a dúvida se a prática docente no cotidiano da sala de aula
corresponde com o perfil político-ideológico apresentado pela professora, inclusive
porque por ser uma pedagogia crítico-social dificilmente vai constar das propostas
pedagógicas governamentais de um pais de regime capitalista.
Referências bibliográficas
LIBÂNEO, José C. Democratização da escola pública, São Paulo, Edições.
Loyola,1985.

SAVIANI, Pedagogia Histórica – crítica: primeiras aproximações. 9ª ed.,


Campinas SP: Autores Associados, 2005.