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Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Cópia registrada para Felipe Gomes (CPF: 016.535.976-58)

Professor: Ramon Souza


Aula 00 – Aula Demonstrativa

(Resumo + Questões Comentadas)


Curso: Tecnologia da Informação para ICMS-RS
Curso: Tecnologia da Informação para ICMS-RS
Resumo + Questões comentadas
Prof. Ramon Souza

APRESENTAÇÃO

Olá, futuros servidores da Secretaria da Fazenda do Estado do Rio


Grande do Sul.

É com grande satisfação que inicio mais este trabalho aqui na equipe do
Exponencial Concursos.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Meu nome é Ramon Jorge de Souza e sou servidor do Tribunal de Contas


do Estado do Ceará, atuando com Auditoria de Tecnologia da Informação.

Antes de iniciarmos a aula, passo a contar um pouco da minha trajetória:

Sou de Quixadá, no interior do Ceará, e estudei todo o ensino


fundamental e médio em escola pública. Logo ao sair do ensino médio, iniciei o
curso de Técnico em Química no Instituto Federal do Ceará. No ano seguinte
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passei a cursar também Engenharia de Software na Universidade Federal do


Ceará.

Enquanto estava ainda cursando o ensino técnico no IFCE, surgiu o


concurso para a Petrobrás Biocombustíveis da minha cidade. Então resolvi fazer
a prova, pois estava animado com a possibilidade de trabalhar ao lado de casa
com um salário bem atrativo para o local. Ai que veio a surpresa, fiquei em 30º
lugar. Embora não tenha sido convocado para esse concurso, percebi que era
possível ser aprovado, desde que me dedicasse mais.

Quando estava concluindo o curso técnico em Química, fui selecionado


para trabalhar na Petrobrás Biocombustíveis como terceirizado. Trabalhando ao
lado de concursados, decidi que também queria aquilo para minha vida e, então,
passei a estudar com mais afinco e a realizar diversas provas, principalmente
da Petrobrás, mesmo que não fossem no Estado do Ceará.

Nesse meio tempo cursava Engenharia de Software e já realizava também


alguns concursos para essa área de formação. No ano de 2012, consegui obter
algumas classificações tanto para a área de Química, quanto para a área de TI.
Porém, nada de convocações. Mas continuei estudando.

Eis que o ano de 2013 foi o ano da colheita de frutos. Estava de férias
quando chegou a mim o telegrama de convocação para assumir o cargo de
Técnico em Química na Petrobras S/A. Mas e aí? Aí já era tarde demais, já
tinha decidido que não queria mais seguir na área de química e sim queria
passar em concurso para TI. Abdiquei do direito a posse no cargo e continuei
estudando para a área de TI.

Ainda estava cursando Engenharia de Software e nesse período fiz um


estágio em uma empresa privada. Como disse antes, estava na época da
colheita, então fui convocado para o concurso do Banco Regional de Brasília
(BRB). Pergunta-me então: assumiu? Não. Calma, este não assumi, pois como

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disse ainda estava cursando Engenharia de Software e não tinha o diploma de


nível superior exigido pelo cargo. Isso se repetiu para a convocação para a
Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

No final de 2013, passei para o concurso do Ministério do Planejamento,


para o cargo de Analista em Tecnologia da Informação. Com receio de
acontecer o mesmo que os anteriores, solicitei colação de grau especial e
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consegui obter o diploma. Pronto, estava preparado para assumir o MPOG, mas
como ele demorava a chamar estudava ainda firmemente para outros
concursos.

Convocado então em 2014 para assumir o MPOG, mudei-me para Brasília,


mas não parei de estudar. Nesse período, fui convocado para a DATAPREV e
para o INSS, mas optei por não assumir esses cargos.

Em 2015, continuei prestando alguns concursos, e obtive o 4º lugar no


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concurso do INSS, o 6º lugar no concurso da ANTAQ, 1º lugar no concurso


para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e também 1º
lugar para o Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE), órgão que
trabalho atualmente.

Agora que vocês já me conhecem, temos a missão de oferecer para vocês


este curso. Seguindo a didática do Exponencial Concursos estudaremos os
principais pontos da teoria, sempre tentando trazer o conteúdo de forma
esquematizada para que você ganhe tempo na sua preparação para
aprovação.

Contem comigo nessa jornada! Estarei à disposição no Fórum tira-


dúvidas.

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Histórico e análise das provas de Tecnologia da


Informação

Neste RAIO-X, levamos em conta o programa de nossa disciplina disposto


no último edital para avaliar a frequência de cobrança dos conteúdos nos
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concursos fiscais que cobraram a disciplina de TI. Vejamos a quantidade de


questões dos conteúdos nos concursos fiscais.

SEFAZ-RS SEFAZ-
ASSUNTO SP 2013
2014
(FCC)
(FUNDATEC)

Quantidade de Questões 40 10
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Gerência de Projetos: PMBOK. 11 -


Gestão de Processos de Negócio: BPM – Business
4 -
Process Modeling.
Gerencia de Serviços de TI: Fundamentos da ITIL®. 5 -
Fundamentos de COBIT. 5 -
Banco de Dados: Conceitos. Modelagem de Dados
2 2
Relacional.
Modelagem de Dados Multidimensional. 1
Conceitos e estratégias de implantação de Data
Warehouse, OLAP, Data Mining, ETL e Business 2 -
Intelligence.

Segurança da informação. 3 4

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No quadro abaixo segue o programa do nosso curso. Os temas são


apresentados conforme a disposição presente em nosso edital.
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Aula Conteúdo

00 Banco de Dados: Conceitos. Modelagem de Dados Relacional.


01 Modelagem de Dados Multidimensional. Conceitos e estratégias de
implantação de Data Warehouse, OLAP, ETL e Business Intelligence.
02 Data Mining.
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03 Segurança da informação: Conceitos básicos. Plano de continuidade


de negócio. Noções sobre Criptografia, Assinatura Digital e
Autenticação. Certificação Digital. Auditoria, vulnerabilidade e
conformidade.
04 Gerência de Projetos: Conceitos. Processos do PMBOK.
05 Fundamentos de COBIT
06 Gerencia de Serviços de TI: Fundamentos da ITIL®
07 Gestão de Processos de Negócio: Modelagem de processos. Técnicas
de análise e modelagem de processo. BPM – Business Process
Modeling.
08 Resumo (todos os esquemas de aula)
*Confira o cronograma de liberação das aulas no site do Exponencial,
na página do curso.

A banca é a CEBRASPE, portanto, neste curso, traremos o máximo de questões


desta banca. Sempre que necessário ou achar cabível, complementaremos com
outras bancas.

Vamos buscar esses pontos rumo à aprovação!

Bons estudos!

Ramon Souza

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Aula 00 – Banco de Dados: Conceitos. Modelagem de Dados


Relacional.

ASSUNTOS PÁGINA

1. BANCOS DE DADOS RELACIONAIS ................................................... 7


1.1 Conceitos preliminares ....................................................................... 7
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1.2 Características dos bancos de dados .................................................... 9


1.3 Projeto de um banco de dados .......................................................... 14
1.4 Bancos de dados relacionais ............................................................. 16
2. METADADOS ................................................................................ 17
3. TABELAS, VISÕES (VIEWS) E ÍNDICES ........................................... 18
3.1 Tabelas .......................................................................................... 18
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3.2 Visões (views) ................................................................................ 22


3.3 Índices........................................................................................... 23
4. CHAVES E RELACIONAMENTOS ...................................................... 24
5. QUESTÕES COMENTADAS ............................................................. 29
6. LISTAS DE EXERCÍCIOS ................................................................ 54
7. GABARITO ................................................................................... 66
8. REFERÊNCIAS .............................................................................. 66

Para facilitar sua referência, abaixo listamos as esquematizações desta aula:


Esquema 1 – Banco de Dados (BD). .................................................................................. 7
Esquema 2 – Sistema Gerenciador de Bancos de Dados (SGBD). .......................................... 7
Esquema 3 – Sistema de Bancos de Dados (SBD). .............................................................. 8
Esquema 4 – Características dos bancos de dados. ............................................................ 10
Esquema 5 – Desvantagens da abordagem de SGBD. ......................................................... 11
Esquema 6 – Propriedades das transações. ....................................................................... 12
Esquema 7 – Notações para Diagrama Entidade Relacionamento. ........................................ 14
Esquema 8 – Modelos de bancos de dados. ....................................................................... 15
Esquema 9 – Modelo relacional: conceitos básicos. ............................................................ 16
Esquema 10 – Catálogo ou dicionário de dados. ................................................................. 17
Esquema 11 – Conceitos do modelo relacional. .................................................................. 18
Esquema 12 – Operações com relações (álgebra relacional). ............................................... 20
Esquema 13 – Visão (view). ............................................................................................ 22
Esquema 14 – Índices. ................................................................................................... 23
Esquema 15 – Chaves. ................................................................................................... 24
Esquema 16 - Relacionamentos ....................................................................................... 25
Esquema 17 – Formas normais. ....................................................................................... 27

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1. BANCOS DE DADOS RELACIONAIS

1.1 Conceitos preliminares


Inicialmente, devemos entender o que é um banco de dados. Então,
vejamos a definição trazida por Elsmari e Navathe:
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Um banco de dados é uma coleção de dados relacionados, em que


os dados podem ser entendidos como fatos conhecidos que podem ser
registrados e que possuem significado implícito. Com base nessa definição
bastante genérica, qualquer conjunto de dados pode ser considerado um banco
de dados (até mesmo esta página que você está lendo!!!).

Banco de Dados
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Pode ter qualquer


Pode ser manual ou
tamanho e
computadorizado
complexidade

Coleção logicamente Projetado, construído e


Representa algum
coerente de dados populado com dados para
aspecto do mundo
com algum significado uma finalidade
real
inerente específica

Esquema 1 – Banco de Dados (BD).

Agora que você já entendeu o que é um banco de dados, vamos ver o


conceito de Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD).
Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é uma coleção
de programas que permite aos usuários criar e manter um banco de dados.

•Permite criar e manter um


Banco de dados.

•Auxilia na:
SGBD ▪Definição
▪Construção
(coleção de programas) ▪Manipulação
▪Compartilhamento
▪Proteção
▪Manutenção

Esquema 2 – Sistema Gerenciador de Bancos de Dados (SGBD).

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Um outro conceito inicial que precisamos ter em mente relativo aos


bancos de dados é o de Sistema de Bancos de Dados (SBD), que é a união
do banco de dados com o software SGBD.
Em esquema temos:

BD SGBD SBD
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Esquema 3 – Sistema de Bancos de Dados (SBD).

Vamos ver como estes conceitos caem nas provas!!!

1- (CESPE - 2013 - SERPRO - Programador de


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computador) Julgue os itens seguintes, relativos à manipulação de dados em


sistemas de computação. Nesse sentido, considere que a sigla SGBD, sempre
que empregada, se refere a sistema gerenciador de banco de dados.
Um banco de dados é formado por uma coleção de dados sem um
relacionamento lógico, com um significado interpretado por uma aplicação ou
um programa computacional.
Resolução:
Deve haver relacionamento lógico entre os dados. Um banco de dados é uma
coleção logicamente coerente de dados com algum significado inerente.
Assim, um banco de dados não é variedade aleatória de dados.
Gabarito: Errado.

2- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico


Científico - Tecnologia da Informação - Administração de Dados) Com
relação aos projetos de banco de dados, julgue os itens subsequentes.
Um SGBD é uma coleção de programas que permite aos usuários criar e
manipular uma base de dados. De forma equivalente, é um sistema de software
de propósito geral que facilita o processo de definir, construir e manipular bases
de dados de diversas aplicações.
Resolução:
Item de acordo com a definição trazida por Elsmari e Navathe:
Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é uma coleção de
programas que permite aos usuários criar e manter um banco de dados. É
um sistema de software de uso geral que facilita o processo de definição,
construção, manipulação e compartilhamento de bancos de dados entre
diversos usuários e aplicações.
Gabarito: Certo.

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1.2 Características dos bancos de dados


Agora que já entendemos o que é um banco de dados, passemos a
descrever quais as suas características. Iremos destacar as características
apresentadas pelos principais autores na literatura de bancos de dados.
Para Elsmari e Navathe, os bancos de dados divergem dos antigos
sistemas de arquivos por apresentarem quatro características principais:
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▪ Natureza de autodescrição de um sistema de banco de dados:


um banco de dados contém uma definição ou descrição completa
de sua estrutura e restrições. Essa definição é armazenada no
catálogo do SGBD, que possui informações como a estrutura de cada
arquivo, o tipo e o formato de armazenamento de cada item de dados
e diversas restrições sobre os dados. A informação armazenada no
catálogo é chamada de metadados, e descreve a estrutura do banco
de dados principal.
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▪ Isolamento entre programas e dados; e abstração de dados: a


abstração de dados é a capacidade de um SGBD oferecer aos
usuários uma representação conceitual de dados que não inclui
muitos detalhes de como os dados são armazenados ou como as
operações são implementadas. Decorrem deste conceito:
o Independência dos dados dos programas: a estrutura
dos arquivos de dados é armazenada no catálogo do SGBD
separadamente dos programas de acesso.
o Independência da operação do programa: alguns bancos
de dados trabalham com o conceito de operações, que são
funções ou métodos que podem ser invocados pelo programa.
Os programas podem atuar invocando essas operações,
independentemente de como estas estão
implementadas.

▪ Suporte de múltiplas visões de dados: cada usuário pode exigir


um ponto de vista ou visão diferente do banco de dados. Um
SGBD multiusuário, cujos usuários têm uma série de aplicações
distintas, precisa oferecer facilidades para definir múltiplas visões.

▪ Compartilhamento de dados e processamento de transação


multiusuário: o SGBD precisa incluir um software de controle de
concorrência para garantir que vários usuários tentando
atualizar o mesmo dado faça isso de maneira controlada, de
modo que o resultado dessas atualizações seja correto.

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Além dessas características, existem diversas outras. Listamos a seguir


aquelas trazidas pelos principais autores.

Elsmari e Navathe
(vantagens de usar a abordagem SGBD)
▪Controle de redundância.
▪Restrição de acesso não autorizado.
▪Armazenamento persistente para objetos do programa.
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▪Estruturas de armazenamento e técnicas de pesquisa para o


processamento eficiente de consulta.
▪Backup e recuperação.
▪Múltiplas interfaces do usuário.
▪Representação de relacionamentos complexos entre dados.
▪Restrições de integridade.
▪Dedução e ação usando regras.
▪Potencial para garantir padrões.
▪Tempo reduzido para o desenvolvimento de aplicações.
▪Flexibilidade.
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▪Disponibilidade de informações atualizadas.


•Economias de escala.

Date
(benefícios da abordagem de BD)
▪O dado pode ser compartilhado.
▪A redundância pode ser reduzida.
▪Inconsistências podem ser evitadas.
▪Pode-se utilizar o suporte a transações.
▪A integridade pode ser mantida.
▪A segurança pode ser aperfeiçoada.
▪Requisitos conflitantes podem ser balanceados.
▪Padrões podem ser utilizados.

Sylberchatz, Korth e Sudarshan


(desvantagens de usar sistema de arquivo)
▪Redundância e inconsistência de dados.
▪Dificuldade de acesso a dados.
▪Isolamento dos dados.
▪Problemas de integridade.
▪Problemas de atomicidade.
▪Anomalias de acesso concorrente.
▪Problemas de segurança.

Esquema 4 – Características dos bancos de dados.

Não se preocupe em memorizar todas estas listas, mas tenha noção de


que elas se propõem a distinguir a abordagem de bancos de dados da antiga
abordagem por sistema de arquivos. Caso seja necessário se aprofundar de
alguma destas características, faremos isto em tópico específico.

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3- (CESPE - 2015 - MPOG - Analista em Tecnologia da


Informação - Cargo 12) Acerca de sistema de gerenciamento de banco de
dados (SGBD), julgue o seguinte item.
O SGBD proporciona um conjunto de programas que permite o acesso aos dados
sem exposição dos detalhes de representação e armazenamento de dados, por
meio de uma visão abstrata dos dados, conhecida como independência de
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dados.
Resolução:
Para Elsmari e Navathe, uma das características dos bancos de dados é:
Isolamento entre programas e dados; e abstração de dados: a abstração
de dados é a capacidade de um SGBD oferecer aos usuários uma
representação conceitual de dados que não inclui muitos detalhes de
como os dados são armazenados ou como as operações são implementadas.
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Deste conceito decorrem:


▪ Independência dos dados dos programas: a estrutura dos arquivos
de dados é armazenada no catálogo do SGBD separadamente dos
programas de acesso.
▪ Independência da operação do programa: alguns bancos de dados
trabalham com o conceito de operações, que são funções ou métodos que
podem ser invocados pelo programa. Os programas podem atuar invocando
essas operações, independentemente de como estas estão
implementadas.
A assertiva trata do conceito de independência de dados.
Vale ressaltar que o termo visão abstrata de dados utilizado no item refere-
se justamente a omissão dos detalhes de como os dados são representados e
armazenados em um banco de dados.
Gabarito: Certo.

Os bancos de dados possuem algumas desvantagens:

Alto investimento
Custos inicial em
adicionais hardware, software
e treinamento

Esforço adicional
Generalidade para para funções de
definição e segurança,
processamento de concorrência,
dados recuperação e
integridade

Esquema 5 – Desvantagens da abordagem de SGBD.

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Processamento de transações em bancos de dados relacionais


Uma transação é um programa em execução ou processo que inclui
um ou mais acessos ou operações de banco de dados, como fazer a leitura
do banco de dados ou inserir, excluir e atualizar dados.
Uma única transação pode envolver qualquer número de operações, mas
ao final de uma transação, ela precisar deixar o banco de dados em um
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estado válido ou coerente, que satisfaça todas as restrições especificadas


para o banco, isto é, deve manter a integridade do banco de dados.
As transações devem possuir quatro propriedades ou princípios básicos,
chamadas propriedades ACID, que devem ser impostas pelos métodos de
controle de concorrência e recuperação do SGBD.
Conceito: Conceito: Conceito: Conceito:
unidade de Uma uma as mudanças
processamen transação transação realizadas
to atômica. A deve levar o deve parecer pela
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transação deve banco de

Durabilidade
Consistência

Isolamento
executar
Atomicidade

transação
ser realizada dados de um isolada das confirmada
em sua estado demais. devem ser
totalidade ou consistente persistidas
não deve ser para outro. no banco de
realizada de dados.
forma alguma.

Responsável Responsável Responsável


Responsável
Programador Subsistema Subsistema
Subsistema de de
recuperação. ou módulo de de controle de
restrições de concorrência. recuperação.
integridade.

Esquema 6 – Propriedades das transações.

4- (CESPE - 2018 - TCE-PB - Auditor de Contas


Públicas) A respeito de SGBD, assinale a opção correta.
a) Um SGBD é um software que não prevê as funções de definição, recuperação
e alteração de dados, sendo essa tarefa a função básica de um sistema de banco
de dados.
b) A consistência de dados é o princípio que determina a manutenção de
determinado dado em vários arquivos diferentes.
c) Conforme o princípio da atomicidade, caso ocorra erro em determinada
transação, todo o conjunto a ela relacionado será desfeito até o retorno ao
estado inicial, como se a transação nunca tivesse sido executada.
d) O controle de concorrência é o princípio que garante e permite a manipulação,
no mesmo momento, de um mesmo dado por mais de uma pessoa ou um
sistema.
e) Um SGBD, por definição, não é flexível, dada a dificuldade de mudar a
estrutura dos dados quando os requisitos mudam.

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Resolução:
Vamos analisar as alternativas:
a) Incorreto: Um SGBD é um software que não prevê as funções de definição,
recuperação e alteração de dados, sendo essa tarefa a função básica de um
sistema de banco de dados.
Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é uma coleção de
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programas que permite aos usuários criar e manter um banco de dados. O


SGBD é um sistema de software de uso geral que facilita os seguintes processos:
▪ Definição: especificação de tipos, estruturas e restrições de dados.
▪ Construção: armazenamento dos dados em algum meio controlado.
▪ Manipulação: consulta, atualização e geração de relatórios.
▪ Compartilhamento: acesso simultâneo por usuários e sistemas.
▪ Proteção: proteção do sistema contra defeitos e proteção de segurança
contra acesso não autorizado ou malicioso.
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▪ Manutenção: evolução do sistema ao longo do tempo.


b) Incorreto: A consistência redundância de dados é o princípio que
determina a manutenção de determinado dado em vários arquivos diferentes.
A consistência preconiza que todas as regras e restrições definidas no banco
de dados devem ser obedecidas.
c) Correto: Conforme o princípio da atomicidade, caso ocorra erro em
determinada transação, todo o conjunto a ela relacionado será desfeito até o
retorno ao estado inicial, como se a transação nunca tivesse sido executada.
Dito de outra forma, a atomicidade implica que uma transação envolvendo
duas ou mais partes de informações discretas, ou a transação será executada
totalmente ou não será executada, garantindo assim que as transações sejam
atômicas.
d) Incorreto: O controle de concorrência é o princípio que garante e permite a
manipulação, no mesmo momento, de um mesmo dado por mais de uma pessoa
ou um sistema.
Primeiramente, o controle de concorrência é mecanismo e não um
princípio. Os princípios ou propriedades do controle de concorrência
são a Atomicidade, Consistência, Integridade e Durabilidade (ACID). Em
segundo lugar, o controle de concorrência não visa garantir a manipulação de
um mesmo dado em um mesmo momento, mas busca evitar que isso ocorra
para não causar inconsistências no banco.
e) Incorreto: Um SGBD, por definição, não é flexível, dada a dificuldade de
mudar a estrutura dos dados quando os requisitos mudam.
Uma das vantagens do SGBD é justamente a flexibilidade.
Gabarito: Letra C.

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1.3 Projeto de um banco de dados


É importante destacar que a estrutura de um banco de dados pode ser
descrita com base em um modelo de dados. Um modelo de (banco de)
dados é uma descrição dos tipos de informações que estão armazenadas
em um banco de dados.
Dependendo do grau de abstração utilizado para representar esta
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estrutura, falamos em diferentes modelos:


▪ Modelo conceitual ou de alto nível: representam os conceitos que
são facilmente compreendidos por usuários, como entidades,
atributos e relacionamentos. Através deste modelo, teremos uma visão
de cima (macro) compreendida de modo relativamente fácil sobre o
ambiente de dados. Também é independente de hardware ou
software, ou seja, não depende de nenhum SGBD utilizado para
implantá-lo. Por tanto, qualquer alteração no software ou hardware, não
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terão efeito no nível conceitual. O modelo conceitual registra que dados


podem aparecer no banco de dados, mas não registra como estes
dados estão armazenados a nível de SGBD. Esse modelo é elaborado
na chamada modelagem conceitual.
o Ex.: Modelo Entidade Relacionamento (MER), representado
por Diagramas Entidade-Relacionamento (DER). Os elementos
básicos do DER são apresentados na figura a seguir:

Esquema 7 – Notações para Diagrama Entidade Relacionamento.

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▪ Modelo lógico, representativo ou de implementação: os conceitos


podem ser compreendidos pelos usuários, mas se aproximam da
organização e armazenamento dos dados. O modelo lógico constitui
uma representação específica de um modelo interno, utilizando as
estruturas de BD suportada pelo banco escolhido. Em um Banco de
Dados Relacional (BDR), o esquema interno é expresso utilizando
linguagem SQL, por padrão. Um modelo lógico é uma descrição de um
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banco de dados no nível de abstração visto pelo usuário do SGBD.


Assim, o modelo lógico é dependente do tipo particular de SGBD que
está sendo usado. Esse modelo é elaborado no Projeto Lógico.
o Ex.: Modelo Relacional.

▪ Modelo físico: estes modelos descrevem o armazenamento dos


dados, sendo totalmente dependentes do SGBD. É fundamental para
o dimensionamento de índices e dados. Esse modelo é elaborado no
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Projeto Físico.
Vamos sintetizar estes modelos com um esquema.

Facilmente Compreensão Difícil compreensão


Lógico

Físico
Conceitual

comprendido por intermediária. pelos usuários.


usuários.
Representação específica Descrevem o
Registra os dados. de um modelo interno, armazenamento dos
utilizando as estruturas dados.
de BD

Independente de Totalmente
hardware e software. Dependem do SGBD. dependentes do SGBD.

Elaborados na Elaborados no Projeto Elaborados no Projeto


Modelagem Conceitual. Lógico. Físico.

Ex.: Modelo Entidade Ex.: Modelo Relacional.


Relacionamento.

Esquema 8 – Modelos de bancos de dados.

5- (CESPE - 2018 - STM - Técnico Judiciário -


Programação de Sistemas) Acerca dos conceitos de normalização de dados
e dos modelos de dados, julgue o item subsequente.
O modelo conceitual, que reflete uma estrutura simplificada do banco de dados,
é responsável por registrar como os dados estão armazenados no sistema de
gerenciamento de banco de dados (SGBD).
Resolução:
O modelo conceitual é responsável por registrar quais dados estão
armazenados, mas não como esses dados estão armazenados. O modelo
físico é que é responsável por descrever como os dados são armazenados.
Gabarito: Errado.

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1.4 Bancos de dados relacionais

Conjuntos de relações ou tabelas que


representam dados e relacionamentos.
Relação matemática é o bloco de
Conceitos montagem básico.
Base teórica reside na teoria de conjunto
e lógica de predicado de primeira ordem.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Todo o conteúdo de informação do banco


Princípio da de dados é representado como valores
Informação explícitos em posições de colunas em
Modelo linhas de tabelas.
Relacional Aspecto estrutural: percebidos pelos
usuários como tabelas.
Aspecto de integridade: essas tabelas
Aspectos de satisfazem a certas restrições de
descrição integridade.

Aspecto manipulador: os operadores


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disponíveis para que o usuário possa


manipular essas tabelas derivam tabelas a
partir de outras tabelas.

Esquema 9 – Modelo relacional: conceitos básicos.

6- (CESPE - 2015 - TCU - Auditor Federal de Controle


Externo - Conhecimentos Gerais) Acerca de bancos de dados relacionais,
julgue os itens subsequentes.
Os bancos de dados relacionais são constituídos de três componentes: uma
coleção de estrutura de dados (relações ou tabelas), uma coleção de operadores
(linguagem SQL) e uma coleção de restrições de integridade (conjunto
consistente de estados de base de dados e de alterações de estados).
Resolução:
A arquitetura ANSI/SPARC em três níveis considera que os Bancos de dados
relacionais consistem de três componentes:
❖ Uma coleção de estruturas de dados, formalmente chamadas de
relações, ou informalmente tabelas, compondo o nível conceitual;
❖ Uma coleção dos operadores, a álgebra e o cálculo relacionais, que
constituem a base da linguagem SQL;
❖ Uma coleção de restrições da integridade, definindo o conjunto
consistente de estados de base de dados e de alterações de estados.
Gabarito: Certo.

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2. METADADOS

Catálogo ou
dicionário de
dados
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Metadados ou
informações de
descritor

Estrutura de
Formato de Restrições
cada tipo de Tipo
armazenamento sobre os dados
arquivo
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Esquema 10 – Catálogo ou dicionário de dados.

7- (CESPE - 2016 - TCE-SC - Auditor Fiscal de Controle


Externo – Informática) Com relação aos bancos de dados relacionais, julgue
os próximos itens.
O catálogo de um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional
armazena a descrição da estrutura do banco de dados e contém informações a
respeito de cada arquivo, do tipo e formato de armazenamento de cada item de
dado e das restrições relativas aos dados.
Resolução:
Assertiva conforme a definição trazida por Elsmari e Navathe. Segundo eles:
Uma característica fundamental da abordagem de banco de dados é que seu
sistema contém não apenas o próprio banco de dados, mas também uma
definição ou descrição completa de sua estrutura e restrições, que fica
armazenada no catálogo ou dicionário de dados do SGBD. Esse catálogo
contém informações como a estrutura de cada arquivo, o tipo e o formato
de armazenamento de cada item de dados e diversas restrições sobre os
dados. A informação armazenada no catálogo é chamada de metadados, e
descreve a estrutura do banco de dados.
Gabarito: Certo.

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3. TABELAS, VISÕES (VIEWS) E ÍNDICES

3.1 Tabelas

Tabela (relação) – representa dados e relacionamentos.


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Coluna (atributo) - ajuda a Grau (aridade) -


interpretar o significado número de colunas
dos valores das linhas. de uma relação.
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Domínio - tipo de dado que Linha (tupla) - coleção


descreve os tipos de valores que de valores de dados
podem aparecer em cada coluna. relacionados.

Esquema 11 – Conceitos do modelo relacional.

Agora que já vimos os componentes básicos de uma tabela, vamos estudar


algumas características importantes sobre as relações.
❖ Ordenação de tuplas em uma relação: uma relação é definida como
um conjunto de tuplas. Matematicamente, os elementos de um conjunto
não possuem nenhuma ordem em particular, isto é, uma relação não
é sensível à ordenação de tuplas.
❖ Ordem dos valores dentro de uma tupla: uma tupla é uma lista
ordenada de valores, de modo que a ordem dos valores em uma tupla
– e, portanto, dos atributos em um esquema de relação – é importante.
Em resumo,
o A ordem das linhas não é relevante.
o A ordem das colunas é relevante, a não ser que a
correspondência entre elas e seus valores seja mantida.
❖ Valores e NULLs nas tuplas: cada valor em uma tupla é um valor
atômico, isto é, não é divisível em componentes dentro da estrutura do
modelo relacional. Um conceito importante é o dos valores NULL, que
são usados para representar os valores de atributos que podem ser
desconhecidos ou não se aplicam a uma tupla.

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❖ Interpretação (significado) de uma relação: o esquema da relação


pode ser interpretado como uma declaração ou um tipo de afirmação (ou
asserção) e cada tupla pode ser interpretada como um fato ou instância
particular da afirmação.

Vejamos uma questão cobrada recentemente pela banca sobre os conceitos


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

relativos à relação.

8- (CESPE - 2017 - TCE-PE - Auditor de Controle


Externo - Auditoria de Contas Públicas) Acerca de aspectos diversos
referentes a banco de dados relacional, julgue os itens a seguir.
Em uma relação, os nomes das colunas são únicos, as linhas são distintas entre
si, e a ordem da disposição das linhas e colunas é irrelevante para o banco de
dados.
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Resolução:
Assertiva bastante interessante trazida pelo CESPE. A questão parece
totalmente correta, no entanto, há um erro que pode passar aos olhos do
candidato no momento da realização da prova. Vejamos:
O item traz as seguintes informações que são corretas para o modelo relacional:
❖ Os nomes das colunas são únicos;
❖ As linhas são distintas entre si (ao menos um atributo deve ser diferente);
❖ A ordem da disposição das linhas é irrelevante;
No entanto, afirma também que a ordem das colunas é irrelevante, o que não
é verdade. Uma tupla é uma lista ordenada de valores, de modo que a ordem
dos valores em uma tupla – e, portanto, dos atributos em um esquema de
relação – é importante.
Em resumo,
❖ A ordem das linhas não é relevante.
❖ A ordem das colunas é relevante, a não ser que a correspondência entre
elas e seus valores seja mantida.
Assim o item ficaria correto da seguinte forma:
Em uma relação, os nomes das colunas são únicos, as linhas são distintas entre
si, e a ordem da disposição das linhas e colunas é irrelevante para o banco de
dados.
Gabarito: Errado.

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Operações com relações (álgebra relacional)

A álgebra relacional define um conjunto de operações nas relações, em


paralelo com as operações algébricas usuais, como adição, subtração ou
multiplicação, que operam em números. Assim como as operações algébricas
nos números tomam um ou mais números como entrada e retornam um número
como saída, as operações de álgebra relacional geralmente tomam uma
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ou duas relações como entrada e retornam uma relação como saída.

Operações da álgebra relacional


Seleção (σ) Retorna as tuplas da relação que satisfazem um predicado.
Retorna os atributos especificados de todas as linhas da
Projeção (П)
relação de entrada, removendo as tuplas duplicadas da saída.
Retorna pares de linhas das duas relações de entrada que têm
Junção ( ) o mesmo valor em todos os atributos que possuem o mesmo
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nome.
Retorna todos os pares de linhas das duas relações de entrada
Produto
(independentemente de ter ou não os mesmos valores em atributos
cartesiano (X)
comuns).
Retorna as tuplas que estão na primeira relação, na segunda
União (Ս)
relação, ou em ambas.
Retorna as tuplas que aparecem tanto na primeira relação
Intersecção (Ո)
quanto na segunda.
Retorna tuplas que aparecem na primeira relação, mas não
Diferença (-)
estão na segunda.

Esquema 12 – Operações com relações (álgebra relacional).

9- (CESPE - 2016 - TCE-SC - Auditor Fiscal de Controle


Externo – Informática) Com relação aos bancos de dados relacionais, julgue
os próximos itens.
Em bancos de dados relacionais, as tabelas que compartilham um elemento de
dado em comum podem ser combinadas para apresentar dados solicitados pelos
usuários.
Resolução:
As operações de álgebra relacional geralmente tomam uma ou duas
relações como entrada e retornam uma relação como saída.
A operação de junção (ou join) retorna pares de linhas das duas relações
de entrada que têm o mesmo valor em todos os atributos que possuem o
mesmo nome. Assim, essa operação pode ser usada para recuperar dados de
mais de uma tabela.
Gabarito: Certo.

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10- (CESPE - 2015 - TCU - Auditor Federal de Controle


Externo - Conhecimentos Gerais) Acerca de bancos de dados relacionais,
julgue os itens subsequentes.
Em um banco de dados estruturado de acordo com o modelo relacional, todos
os elementos dos dados são colocados em tabelas bidimensionais, organizados
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

em linhas e colunas, o que simplifica o acesso e a manipulação dos dados.


Operações matematicamente conhecidas como de produto cartesiano, de
seleção e de projeção também apoiam a manipulação de dados aderentes ao
modelo relacional.
Resolução:
Um banco de dados relacional utiliza as relações (ou tabelas) para
representar tanto os dados quanto os relacionamentos entre estes dados.
Em uma tabela, cada linha representa uma coleção de valores de dados
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relacionados e as colunas servem para ajudar a interpretar o significado


dos valores em cada linha.
Para operar os dados em tabelas, podem ser usadas as operações de álgebra
relacional, que geralmente tomam uma ou duas relações como entrada e
retornam uma relação como saída. Podemos destacar as operações de
seleção, projeção, junção, produto cartesiano, união, intersecção e diferença.
Gabarito: Certo.

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3.2 Visões (views)

Visão (view) Se for armazenada é


visão materializada.

Maneira
Tabela derivada de Tabela virtual: não
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alternativa de Consulta pré-


outras tabelas necessariamente
visualização dos definida ou
(tabelas base ou existe em forma
dados de uma ou armazenada.
outras visões). física.
mais tabelas.

Esquema 13 – Visão (view).

11- (CESPE - 2017 - TCE-PE - Analista de Controle


Externo - Auditoria de Contas Públicas) A respeito de bancos de dados
relacionais, julgue os itens subsequentes.
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Uma visão (view) é derivada de uma ou mais relações e armazena os dados em


uma tabela física do banco de dados, visando tornar ágeis as consultas.
Resolução:
Uma visão é uma tabela virtual é não uma tabela física.
Uma visão (ou view) é uma única tabela que é derivada de outras tabelas.
Por não necessariamente existir em forma física é considerada uma tabela
virtual. É importante destacar que certos sistemas de bancos de dados
permitem que as visões sejam armazenadas. Essas visões armazenadas são
chamadas de visões materializadas.
Gabarito: Errado.

12- (CESPE - 2016 - TCE-SC - Auditor Fiscal de Controle


Externo – Informática) Com relação aos bancos de dados relacionais, julgue
os próximos itens.
Denomina-se visão uma tabela única derivada de uma ou mais tabelas básicas
do banco. Essa tabela existe em forma física e viabiliza operações ilimitadas de
atualização e consulta.
Resolução:
Uma visão é uma tabela virtual é não uma tabela física. Além disso, as
operações de atualização são limitadas. Segundo Navathe, uma visão não
necessariamente existe em forma física; ela é considerada uma tabela
virtual, ao contrário das tabelas da base, cujas tuplas sempre estão
armazenadas fisicamente no banco de dados. Isso limita as possíveis operações
de atualização que podem ser aplicadas às visões, mas não oferece quaisquer
limitações sobre a consulta de uma visão.
Gabarito: Errado.

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3.3 Índices

Estrutura
de acesso
auxiliar.
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Uso de Utilizados
ponteiros para agilizar
para a
localização
Índice a
recuperação
dos dados. de registros

Oferecem
caminhos Não devem ser criados
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de acesso de maneira ilimitada e


secundários sem cuidados.

Esquema 14 – Índices.

13- (CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios -


Analista de Sistemas - Produção) Com relação a banco de dados, julgue os
itens a seguir.
No acesso aos dados de tabelas em um banco de dados, a utilização de índices
melhora o desempenho de acesso do usuário final.
Resolução:
Os índices são usados justamente para melhorar a velocidade de acesso às
informações.
Os índices são estruturas de acesso auxiliares associados a tabelas, que
são utilizados para agilizar a recuperação de registros em resposta a certas
condições de pesquisa.
Gabarito: Certo.

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4. CHAVES E RELACIONAMENTOS
Chaves

Superchave Chave Chave primária

Conjunto de um ou Superchave com a Chave candidata


mais atributos que, propriedade adicional que é escolhida pelo
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coletivamente, de que a remoção designer de banco


permitem de qualquer dos de dados como o
identificar de atributos a faz principal meio de
forma exclusiva deixar de ser identificar tuplas.
uma tupla. chave.

Chave candidata Cada uma das


Chave estrangeira
chaves possíveis em
Atributo (s) que são chave
uma relação.
primária ou candidata de
outra relação.
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Esquema 15 – Chaves.

14- (CESPE - 2017 - TCE-PE - Auditor de Controle


Externo - Auditoria de Contas Públicas) Acerca de aspectos diversos
referentes a banco de dados relacional, julgue os itens a seguir.
A chave estrangeira (foreign key) é o campo que estabelece o relacionamento
entre duas tabelas de bancos distintos, sendo necessariamente chave primária
na tabela de um dos bancos.
Resolução:
A questão apresenta dois erros. Vejamos!!!
A chave estrangeira (foreign key) é o campo que estabelece o relacionamento
entre duas tabelas de bancos distintos do mesmo banco, sendo
necessariamente chave primária chave candidata na tabela de um dos bancos.
Primeiramente, é importante destacar que a chave estrangeira relaciona duas
tabelas de um mesmo banco de dados. A chave estrangeira é um atributo ou
conjunto de atributos que referenciam outra tabela.
Em segundo lugar, como a chave primária é uma escolha (mais ou menos
arbitrária) dentre as chaves candidatas, basta que a chave estrangeira
referencie uma chave candidata de outra tabela e não necessariamente uma
chave primária. No entanto, para o CESPE, somente esse segundo erro não
basta, pois em várias questões ele considera como correta que uma chave
estrangeira DEVE referenciar uma chave primária.
Gabarito: Errado.

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15- (CESPE - 2015 - TCU - Auditor Federal de Controle


Externo - Conhecimentos Gerais) Acerca de bancos de dados relacionais,
julgue os itens subsequentes.
Chave primária é um campo, ou um conjunto de campos, que abriga valores
que individualizam cada registro. Esse campo não pode repetir-se em uma
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

mesma tabela.
Resolução:
Uma chave primária é um atributo ou conjunto de atributos que servem para
identificar univocamente cada linha de uma tabela. Vale ressaltar que a
chave primária é na verdade uma escolha dentre as possíveis chaves candidatas
de uma relação. Por sua vez, as chaves possuem duas propriedades:
❖ Duas tuplas distintas na relação não podem ter valores idênticos para os
atributos na chave; (caso atenda a esta propriedade é superchave).
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❖ É uma superchave mínima, ou seja, uma superchave da qual não podemos


remover nenhum atributo sem acabar com a restrição de exclusividade.
Gabarito: Certo.

Relacionamentos
(existem apenas logicamente, mas não fisicamente)

Um para Um Cada elemento de uma tabela se relaciona a um


(1:1) único elemento de outra tabela.
(associação entre as tabelas)

Cada elemento de uma tabela r1 pode ser relacionar


Relacioanmentos

Um para Muitos com mais de um elemento da tabela r2, no entanto


(1:N) cada elemento da tabela r2 está relacionado a
apenas um elemento de r1.

Para cada valor do campo de uma tabela, pode haver N


valores no campo da outra tabela e vice-versa.

Muitos para
Muitos Os dados estão diretamente relacionados ao fato (ou
ao relacionamento), e não as entidades (ou tabelas).
(N:M)

Em bancos de dados relacionais, esta relação consuma-se


através de uma tabela de ligação. Esta tabela pode
possuir atributos próprios.

Esquema 16 - Relacionamentos

Prof. Ramon Souza 25 de 66


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16- (CESPE - 2017 - TCE-PE - Analista de Controle


Externo - Auditoria de Contas Públicas) A respeito de bancos de dados
relacionais, julgue os itens subsequentes.
O relacionamento muitos para muitos entre duas entidades possui atributos, ou
seja, dados inerentes ao fato, e não às entidades.
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Resolução:
O relacionamento N:M (muitos-para-muitos) possui uma característica diferente
dos outros, pois os dados estão diretamente relacionados ao fato (ou ao
relacionamento), e não as entidades (ou tabelas).
Há neste relacionamento, uma terceira tabela para ligar as outras duas, e esta
terceira tabela pode possuir atributos próprios.
Gabarito: Certo.
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Normalização

Vimos que um dos objetivos da abordagem de banco de dados é reduzir


a redundância dos dados, evitando assim que dados duplicados sejam
armazenados sem necessidade. Um dos modos de controlar a redundância é
aplicar a normalização das tabelas.

A normalização de dados pode ser considerada um processo de


analisar os esquemas de relação dados com base em suas dependências
funcionais e chaves primárias para conseguir as propriedades desejadas e a (1)
minimização de redundância e (2) a minimização de anomalias de
inserção, exclusão e atualização.

Para normalizar o banco de dados, deve-se examinar as colunas


(atributos) de uma entidade e as relações entre entidades (tabelas), com o
objetivo de se evitar anomalias observadas na inclusão, exclusão e alteração de
registros. Para adequar o banco de dados, é necessário avaliar com base em
cinco regras (seis com a de boyce-codd), que recebem o nome de formas
normais. Essas correspondem a um conjunto de regras de simplificação e
adequação de tabelas.

A forma normal de uma relação refere-se à condição de forma


normal mais alta a que ela atende e, portanto, indica o grau ao qual ela foi
normalizada.

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Vamos estudar a seguir as formas normais:

•Todos os atributos são atômicos.


•Não possui atributos multivalorados nem compostos.
1FN
•Está na 1FN.
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•Cada atributo não-chave é dependente da chave primária (ou candidata) inteira.


(Dependência funcional total)
2FN •Cada atributo não-chave não pode ser dependente de apenas parte da chave.

•Está na 2FN.
•Cada atributo não chave não possui dependência transitiva, para cada chave
candidata.
3FN •Todos os atributos dependem exclusivamente da chave primária da tabela.
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•Está na 3FN (variação forte da 3FN).


•Todo atributo não chave depende funcionalmente diretamente da chave
primária
BCFN •Não há dependências entre atributos não chave.

•Está na 3FN.
•Não possui dependência multivalorada.
4FN

•Está na 4FN.
•Não possui dependência de junção.
5FN

Esquema 17 – Formas normais.

17- (CESPE - 2018 - EBSERH - Analista de Tecnologia da


Informação) Com relação a banco de dados, julgue o item seguinte.
Em normalização, a primeira forma normal é caracterizada por uma tabela com
a existência obrigatória de uma chave primária e uma chave estrangeira.
Resolução:
Uma tabela está na 1FN se, e somente se, todos os valores das colunas
(todos os atributos) forem atômicos. Em outras palavras, uma tabela para
estar na 1FN não pode possuir atributos multivalorados nem compostos.

Gabarito: Errado.

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18- (CESPE - 2018 - STM - Técnico Judiciário -


Programação de Sistemas) Acerca dos conceitos de normalização de dados
e dos modelos de dados, julgue o item subsequente.
Uma tabela estará na segunda forma normal (2FN) quando, além de estar na
terceira forma normal (3FN), ela contiver dependências funcionais parciais.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Resolução:
Uma tabela estará na segunda forma normal (2FN) quando, além de estar na
terceira forma normal (3FN) primeira forma normal (1FN), ela não contiver
dependências funcionais parciais.
Gabarito: Errado.
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19- (CESPE - 2017 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário


- Informática) A respeito dos conceitos de banco de dados, normalização,
controle de concorrência e modelagem, julgue o item subsecutivo.
Em uma tabela na segunda forma normal, todos os atributos não chave são
dependentes da chave primária.
Resolução:
Uma relação está na 2FN se, e somente se, estiver na 1FN e cada atributo
não-chave for dependente da chave primária (ou candidata) inteira, isto
é, cada atributo não-chave não poderá ser dependente de apenas parte
da chave.
Gabarito: Certo.

Prof. Ramon Souza 28 de 66


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5. QUESTÕES COMENTADAS
Conceitos e características dos bancos de dados
20- (CESPE - 2013 - SERPRO - Programador de computador) O SGBD
é um software construído para facilitar as atividades de definição, construção e
manipulação de um banco de dados.
Resolução:
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Item de acordo com a definição trazida por Elsmari e Navathe:


Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é uma coleção de
programas que permite aos usuários criar e manter um banco de dados. É
um sistema de software de uso geral que facilita o processo de definição,
construção, manipulação e compartilhamento de bancos de dados entre
diversos usuários e aplicações.
Gabarito: Certo.
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21- (CESPE - 2010 - INCA - Tecnologista Júnior – Bioinformática) Um


banco de dados pode ser considerado uma coleção de dados inter-relacionados,
projetado para suprir as necessidades de um grupo específico de aplicações e
usuários.
Resolução:
Item corretíssimo que aborda duas das três propriedades de bancos de dados
trazidas pelos autores Elsmari e Navathe. As propriedades são as seguintes e o
item abordou as propriedades 2 e 3:
1. Um banco de dados representa algum aspecto do mundo real, às vezes
chamado de minimundo ou de universo de discurso. As mudanças no
minimundo são refletidas no banco de dados.

2. Um banco de dados é uma coleção logicamente coerente de dados


com algum significado inerente. Assim, um banco de dados não é
variedade aleatória de dados.

3. Um banco de dados é projetado, construído e populado com dados para


uma finalidade específica. Ele possui um grupo definido de usuários e
algumas aplicações previamente concebidas nas quais esses usuários estão
interessados.
Gabarito: Certo.

22- (CESPE - 2013 - MS - Analista Administrativo) Uma das vantagens


do uso do SGBD, em relação ao uso do sistema de arquivos tradicional, é a
diminuição da ocorrência de redundância de dados, fenômeno que se refere às
inconsistências entre as diversas representações do mesmo fragmento de dado
em diferentes sistemas e arquivos.

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Resolução:
Questão canto da sereia. Cuidado para não ser induzido ao erro pelo
examinador maldoso. Em uma análise rápida, a questão parece está correta,
mas vamos ver com mais calma.
De fato, uma das vantagens do uso do SGBD, em relação ao uso do sistema de
arquivos tradicional, é a diminuição da ocorrência de redundância de dados.
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Porém, a redundância de dados não se está necessariamente relacionada a


inconsistências.
Redundância é o armazenamento dos mesmos dados várias vezes e que pode
gerar vários problemas. Porém, na prática, às vezes é necessário usar a
redundância controlada para melhorar o desempenho das consultas.
Assim, a assertiva está errada, pois define redundância como inconsistências.
O raciocínio é o seguinte: redundância não é inconsistência, mas pode gerar
inconsistências.
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Gabarito: Errado.

23- (CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área


Informática - Analista de Suporte) Um banco de dados do tipo relacional é
aquele composto por um conjunto de relações conhecidas como tabelas.
Resolução:
O modelo relacional usa o conceito de relação matemática como seu bloco
de montagem básico, e sua base teórica reside na teoria de conjunto e lógica
de predicado de primeira ordem. Com base neste modelo, um banco de
dados relacional utiliza as relações para representar tanto os dados
quanto os relacionamentos entre estes dados.
Assim, a tabela (ou relação) é a estrutura chave do modelo relacional,
servindo para representar os dados e relacionamentos entre esses dados.
A cada uma destas tabelas é atribuído um nome único.
Gabarito: Certo.

24- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Banco de


Dados) SGBD utiliza o conceito de atomicidade do registro, assegurando que,
uma vez detectada uma falha na operação com o registro, os dados sejam
salvos em seu último estado consistente, anterior a essa falha.
Resolução:
O SGBD utiliza o conceito de atomicidade da transação e não do registro
como afirma a assertiva.
Uma das características dos bancos de dados é o controle de transações.

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Uma transação é um programa em execução ou processo que inclui um ou


mais acessos ao banco de dados, como a leitura ou atualização de seus
registros. Uma transação possui quatro propriedades:
❖ Atomicidade: uma transação é uma unidade de processamento atômica;
ela deve ser realizada em sua totalidade ou não deve ser realizada de
forma alguma.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

❖ Consistência: uma transação deve, se for completamente executada,


levar o banco de dados de um estado consistente para outro.
❖ Isolamento: uma transação deve parecer executar isoladamente das
demais, embora centenas de transações possam ser executadas
concorrentemente.
❖ Durabilidade: as mudanças aplicadas ao banco de dados pela transação
confirmada precisam persistir no banco de dados. Essas mudanças não
devem ser perdidas por causa de alguma falha.
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Gabarito: Errado.

25- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Banco de Dados) O


isolamento de uma transação, de responsabilidade do componente de
gerenciamento de controle de concorrência, pode ter o seu comportamento
personalizado em vários níveis.
Resolução:
Segundo a propriedade do isolamento, uma transação deve parecer
executar isoladamente das demais, embora centenas de transações possam
ser executadas concorrentemente. A propriedade de isolamento é imposta
pelo subsistema de controle de concorrência do SGBD.
Tem havido tentativas de definir o nível de isolamento de uma transação.
▪ Nível 0: não grava sobre as leituras sujas das transações de nível mais
alto.
▪ Nível 1: não atualizações perdidas.
▪ Nível 2: não tem atualizações perdidas ou leituras sujas.
▪ Nível 3: isolamento verdadeiro, permite leituras repetitivas.
Assim, o item está em conformidade com a teoria exposta. Para complementar,
apresentamos, a seguir, a relação entre as propriedades das transações e as
responsabilidades por sua implementação:
▪ Atomicidade: subsistema de recuperação de transação.
▪ Consistência: responsabilidade dos programadores ou do módulo do
SGBD que impõe restrições de integridade.
▪ Isolamento: subsistema de controle de concorrência.
▪ Durabilidade: subsistema de recuperação de transação.
Gabarito: Certo.

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26- (CESPE - 2014 - TJ-SE - Técnico Judiciário - Programação de


Sistemas) A atomicidade de um SGBD garante que cada transação seja
executada de maneira singular, ou seja, que cada transação possua um
identificador unívoco. O isolamento do SGBD garante, por sua vez, que as
transações sejam executadas isoladamente uma das outras.
Resolução:
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

A questão descreve incorretamente o conceito de atomicidade. Vejamos:


A atomicidade de um SGBD garante que cada transação seja executada de
maneira singular, ou seja, que cada transação possua um identificador
unívoco em sua totalidade ou não deve ser realizada de forma alguma.
O isolamento do SGBD garante, por sua vez, que as transações sejam
executadas isoladamente uma das outras.
Gabarito: Errado.
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27- (CESPE - 2015 - TRE-RS - Técnico Judiciário - Operação de


Computadores) Um dos componentes fundamentais dos sistemas de
gerenciamento de banco de dados é o gerenciador de transações. Com relação
ao gerenciador de transações e às suas propriedades, assinale a opção correta.
a) A propriedade de isolamento garante que as transações bem-sucedidas
sejam isoladas em meio físico tão logo sejam realizadas.
b) A propriedade de durabilidade garante que as restrições impostas a
elementos de dados sejam atendidas.
c) A atomicidade é a propriedade que assegura que as atualizações relacionadas
e dependentes ocorram dentro dos limites da transação ou nenhuma atualização
será efetivada no banco de dados.
d) A propriedade de durabilidade certifica que nenhuma transação interfira nas
atividades ou nas atualizações efetuadas por outra transação.
e) Um gerenciador de transações controla qual transação é executada e em que
ordem no banco de dados, ao passo que é responsabilidade do log de dados
assegurar que atualizações de objetos de dados estejam sempre consistentes.
Resolução:
Vamos analisar cada um dos itens:
a) Incorreto: A propriedade de isolamento garante que as transações bem-
sucedidas sejam isoladas em meio físico tão logo sejam realizadas umas das
outras.
b) Incorreto: A propriedade de durabilidade consistência garante que as
restrições impostas a elementos de dados sejam atendidas.
c) Correto: A atomicidade é a propriedade que assegura que as atualizações
relacionadas e dependentes ocorram dentro dos limites da transação ou
nenhuma atualização será efetivada no banco de dados.

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d) Incorreto: A propriedade de durabilidade isolamento certifica que


nenhuma transação interfira nas atividades ou nas atualizações efetuadas por
outra transação.
e) Incorreto: Um gerenciador de transações controla qual transação é
executada e em que ordem no banco de dados, ao passo que é responsabilidade
do log de dados gerenciador de transações assegurar que atualizações de
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objetos de dados estejam sempre consistentes.


Gabarito: Letra C.

28- (CESPE - 2011 - MEC - Administrador de Banco de Dados) A


propriedade de durabilidade de uma transação estabelece que, uma vez
completada a transação com sucesso, todas as atualizações realizadas no banco
de dados persistirão, até mesmo se houver uma falha de sistema após a
transação ser completada.
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Resolução:
Questão canto da sereia. O que pode gerar dúvida e fazer o candidato marcar
errado é a parte final que afirma que mesmo se houver falha, as transações
serão realizadas.
No entanto, a assertiva descreve corretamente a propriedade da durabilidade,
segundo a qual as mudanças aplicadas ao banco de dados pela
transação confirmada precisam persistir no banco de
dados. Essas mudanças não devem ser perdidas por causa de alguma
falha.
Ademais, a questão ainda afirma que a falha ocorre após a transação. Sendo
assim, se a transação já ocorreu, deve ser persistida.
A propriedade que garante que a transação deve ser realizada em sua totalidade
ou não ocorrer (isto é, as falhas DURANTE o processamento da transação) é
a atomicidade.
Gabarito: Certo.

29- (CESPE - 2010 - MPU - Técnico de Informática) Os mecanismos de


controle de concorrência implementados em sistemas de bancos de dados visam
garantir que as transações tenham a propriedade de isolamento.
Resolução:
A propriedade de isolamento decorre do controle de concorrência e é uma das
quatro propriedades relacionadas ao controle de transações, a saber:
❖ Atomicidade: uma transação é uma unidade de processamento atômica;
ela deve ser realizada em sua totalidade ou não deve ser realizada de
forma alguma.

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❖ Consistência: uma transação deve, se for completamente executada,


levar o banco de dados de um estado consistente para outro.
❖ Isolamento: uma transação deve parecer executar isoladamente das
demais, embora centenas de transações possam ser executadas
concorrentemente. Esta propriedade é imposta pelo subsistema de
controle de concorrência do SGBD.
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❖ Durabilidade: as mudanças aplicadas ao banco de dados pela transação


confirmada precisam persistir no banco de dados. Essas mudanças não
devem ser perdidas por causa de alguma falha.
Gabarito: Certo.

Bancos de dados relacionais


30- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -
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Administração de Dados) Considera-se banco de dados relacional como um


conjunto de tabelas, em que cada uma dessas tabelas armazena os dados de
uma entidade específica.
Resolução:
Não existe essa relação um para um entre tabelas e entidades. Na verdade,
uma tabela do modelo relacional pode armazenar dados de mais de uma
entidade ou mesmo de relacionamentos entre entidades.
Um banco de dados relacional utiliza as relações para representar tanto
os dados quanto os relacionamentos entre estes dados.
Gabarito: Errado.

31- (CESPE - 2008 - SERPRO - Analista - Desenvolvimento de Sistemas)


O modelo relacional, que foi o primeiro modelo de banco de dados formal, é
embasado na lógica de predicados e na teoria dos conjuntos.
Resolução:
O modelo relacional foi introduzido inicialmente por Ted Cood em 1970 e atraiu
bastante a atenção devido a sua simplicidade e base matemática. Pode ser
considerado o primeiro modelo a ser descrito formalmente.
O modelo relacional usa o conceito de relação matemática como seu bloco
de montagem básico, e sua base teórica reside na teoria de conjunto e lógica
de predicado de primeira ordem. Com base neste modelo, um banco de
dados relacional utiliza as relações para representar tanto os dados
quanto os relacionamentos entre estes dados.
Gabarito: Certo.

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32- (CESPE - 2011 - EBC - Analista - Administração de Sistemas) O


modelo relacional de banco de dados possui uma estrutura de dados em forma
de tabela em que as colunas representam os atributos ou os campos, e as linhas
representam os registros ou as instâncias da relação.
Resolução:
O modelo relacional consiste em uma coleção de tabelas (ou relações),
utilizadas para representar os dados e relacionamentos entre esses dados.
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Em uma tabela, cada linha representa uma coleção de valores de dados


relacionados. Uma linha representa um fato que normalmente corresponde a
uma entidade ou relacionamento do mundo real. Na terminologia formal de
banco de dados, uma linha é chamada tupla.
Uma tabela é organizada em colunas, que servem para ajudar a interpretar
o significado dos valores em cada linha. Formalmente, um cabeçalho da
coluna é chamado de atributo.
Gabarito: Certo.
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33- (FCC - 2013 - DPE-RS - Analista – Informática) Acerca de banco de


dados relacionais considere:
I. Os sistemas relacionais só exigem que o banco de dados seja percebido pelo
usuário como tabelas. No nível físico o sistema é livre para armazenar os dados
usando arquivos sequenciais, indexação, hashing etc.
II. As tabelas representam uma abstração do modo como os dados estão
armazenados fisicamente de forma que diversos detalhes do nível de
armazenamento ficam ocultos ao usuário.
III. Todo o conteúdo de informação do banco de dados é representado de um e
somente um modo, ou seja, como valores explícitos em posições de colunas em
linhas de tabelas. Este princípio é satisfeito pelos BDs relacionais.
IV. Não existem ponteiros conectando uma tabela a outra em BDs relacionais.
Com isso se quer dizer que não existem ponteiros no nível físico, pois ponteiros
não podem ficar visíveis ao usuário.
Está correto o que consta em
a) I, II, III e IV.
b) I e II, apenas.
c) I, II e III, apenas.
d) I, III e IV, apenas.
e) III e IV, apenas
Resolução:
Questão para fixar os conceitos e características iniciais de bancos de dados
relacionais conforme trazido por C.J. Date. Vamos a análise dos itens:
I. Item correto. O modelo relacional requer que o banco de dados seja
percebido pelos usuários como tabelas, mas os dados podem estar

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armazenados fisicamente em outras estruturas (índices, listas,


sequências, etc.).
II. Item correto. A abstração de dados é a capacidade de um SGBD oferecer
aos usuários uma representação conceitual de dados que não inclui
muitos detalhes de como os dados são armazenados ou como as operações
são implementadas.
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III. Item correto. O Princípio da Informação dispõe que todo o conteúdo


de informação do banco de dados é representado de um e somente um modo,
ou seja, como valores explícitos em posições de colunas em linhas de
tabelas.
IV. Item incorreto. Também pelo Princípio da Informação não existem
ponteiros conectando uma tabela a outra. No entanto, isto significa que não há
ponteiros visíveis aos usuários, não excluindo a possibilidade de existirem
ponteiros no nível físico para o armazenamento dos dados.
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Gabarito: Letra C.

Metadados
34- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -
Tecnologia da Informação - Administração de Dados) O dicionário de
dados é considerado um subconjunto das funções de um catálogo de sistema.
Resolução:
Os termos são tratados como sinônimos pelos principais autores de bancos de
dados. C.J. Date, por exemplo, afirma que o SGBD precisa fornecer uma função
de catálogo ou dicionário, que contém informações detalhadas, às vezes
chamadas informações do descritor ou metadados, com relação aos diversos
objetos que são de interesse do próprio sistema.
Segundo Elsmari e Navathe, esse catálogo contém informações como a
estrutura de cada arquivo, o tipo e o formato de armazenamento de cada
item de dados e diversas restrições sobre os dados.
Gabarito: Errado.

35- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) O catálogo do
sistema é um repositório com função de armazenar as definições dos esquemas
dos bancos de dados.
Resolução:
Assertiva segundo o entendimento de C.J. Date, que afirma que o catálogo
armazena informações sobre todos os esquemas e todos os mapeamentos
correspondentes entre esses esquemas. A definição ou descrição completa
dos metadados fica armazenada no catálogo ou dicionário de dados do
SGBD, que contém informações como a estrutura de cada arquivo, o tipo e

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o formato de armazenamento de cada item de dados e diversas restrições


sobre os dados.
Gabarito: Certo.

36- (CESPE - 2013 - SERPRO - Programador de computador) Suponha


haver necessidade de se recuperar o CPF de clientes. Nesse caso, o SGBD irá
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consultar se o campo CPF está no dicionário de dados ou no catálogo, acessando


os respectivos metadados.
Resolução:
A definição ou descrição completa dos metadados fica armazenada no
catálogo ou dicionário de dados do SGBD, que contém informações como a
estrutura de cada arquivo, o tipo e o formato de armazenamento de cada
item de dados e diversas restrições sobre os dados.
O catálogo é usado pelo software de SGBD e também pelos usuários do
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banco de dados que precisam de informações sobre a estrutura do banco de


dados. No caso de uso pelo SGBD, o catálogo será consultado para verificar se
o dado requerido pode ser recuperado e como ele será recuperado, além disso,
quando da inserção ou alteração de dados, o catálogo irá informar também que
restrições devem ser observadas.
Gabarito: Certo.

Tabelas, visões e índices


37- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -
Tecnologia da Informação - Administração de Dado) O domínio refere-se
ao conjunto de valores possíveis que dado campo da tabela pode assumir.
Resolução:
Um domínio representa o tipo de dado que descreve os tipos de valores
que podem aparecer em cada coluna. É importante destacar que um domínio é
um conjunto de valores atômicos, ou seja, é indivisível.
Podemos citar, por exemplo, que o domínio para um cpf é um conjunto de
números com onze dígitos e para nomes de clientes cadastrados é um conjunto
de caracteres.
Gabarito: Certo.

38- (CESPE - 2012 - TJ-RO - Analista Judiciário - Analista de Sistemas


Suporte - ADAPTADA) Na terminologia formal dos modelos relacionais, tupla
corresponde a uma linha, e atributo, ao nome da coluna.
Resolução:
Questão tranquila!

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O modelo relacional utiliza as tabelas para o armazenamento dos dados e


relacionamentos.
Em uma tabela, cada linha representa uma coleção de valores de dados
relacionados. Uma linha representa um fato que normalmente corresponde a
uma entidade ou relacionamento do mundo real. Na terminologia formal de
banco de dados, uma linha é chamada tupla.
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Uma tabela é organizada em colunas, que servem para ajudar a interpretar


o significado dos valores em cada linha. Formalmente, um cabeçalho da
coluna é chamado de atributo.
Gabarito: Certo.

39- (CESPE - 2011 - MEC - Gerente de Projetos) Uma tupla deve conter
um valor específico para cada um dos seus atributos.
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Resolução:
Questão que aborda a seguinte característica das tuplas:

Valores e NULLs nas tuplas: cada valor em uma tupla é um valor atômico,
isto é, não é divisível em componentes dentro da estrutura do modelo relacional.
Um conceito importante é o dos valores NULL, que são usados para representar
os valores de atributos que podem ser desconhecidos ou não se aplicam a
uma tupla.

É importante destacar que o valor de cada atributo deve pertencer ao domínio


de valores possíveis da coluna.

Em resumo, um atributo de uma tupla ou possui um valor pertencente a um


domínio ou possui o “valor” NULL.

Gabarito: Certo.

40- (CESPE - 2004 - TRE-AL - Analista Judiciário - Tecnologia da


Informação) No modelo relacional, uma relação consiste em um conjunto
obrigatoriamente ordenado de tuplas.
Resolução:
Ordenação de tuplas em uma relação: uma relação é definida como um
conjunto de tuplas. Matematicamente, os elementos de um conjunto não
possuem nenhuma ordem em particular, isto é, uma relação não é sensível
à ordenação de tuplas.
Gabarito: Errado.

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41- (CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área


Informática - Analista de Sistema) No modelo relacional de dados, uma
relação é um conjunto de tuplas sem ordenação definida.
Resolução:
Ordenação de tuplas em uma relação: uma relação é definida como um
conjunto de tuplas. Matematicamente, os elementos de um conjunto não
possuem nenhuma ordem em particular, isto é, uma relação não é sensível
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à ordenação de tuplas.
Gabarito: Certo.

42- (CESPE - 2015 - TRE-MT - Analista Judiciário - Análise de Sistemas)


No modelo relacional formal,
a) os elementos de uma relação respeitam uma ordem matemática entre eles.
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b) cada coluna em uma relação é uma tupla.


c) cada cabeçalho em uma relação é uma chave.
d) domínio é um conjunto de valores em que cada valor é indivisível.
e) uma coleção de dados é considerada como um arquivo plano.
Resolução:
Questão bastante abrangente sobre os conceitos do modelo relacional. Vamos
à análise dos itens.
a) os elementos de uma relação respeitam uma ordem matemática entre eles.
→ Os elementos de um conjunto não possuem nenhuma ordem em
particular, isto é, uma relação não é sensível à ordenação de tuplas.
b) cada coluna linha em uma relação é uma tupla.
c) cada cabeçalho em uma relação é uma chave um atributo.
d) domínio é um conjunto de valores em que cada valor é indivisível.
GABARITO!
e) uma coleção de dados é considerada como um arquivo plano.
→ Uma coleção de dados pode ser estruturada de diversas formas, não
necessariamente estando constituídas na forma de arquivo plano.
Gabarito: Letra D.

43- (CESPE - 2013 - TCE-ES - Analista Administrativo - Informática) O


conjunto de operações cujo resultado seja uma nova relação e que envolve
seleção, projeção, união e produto cartesiano é denominado.
a) mapeamento de cardinalidades.
b) álgebra relacional.
c) generalização.

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d) chave primária
e) herança.
Resolução:
Para operar os dados em tabelas, podem ser usadas as operações de álgebra
relacional, que geralmente tomam uma ou duas relações como entrada e
retornam uma relação como saída. Podemos destacar as operações de
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seleção, projeção, junção, produto cartesiano, união, intersecção e diferença.


Gabarito: Letra B.

44- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Banco de


Dados) A operação da álgebra relacional SELECT extrai as tuplas específicas de
uma relação, e a operação PROJECT extrai atributos específicos de uma relação.
Resolução:
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Questão correta de acordo com as operações da álgebra relacional. A seleção


extrai tuplas, enquanto a projeção extrai atributos.
Seleção (σ): seleciona tuplas que satisfazem um determinado predicado.
Esta operação, portanto, retorna um conjunto de tuplas (ou linhas) que
cumprem determinada condição nos valores dos atributos.
Projeção (П): seleciona os atributos especificados de todas as linhas da
relação de entrada, removendo as tuplas duplicadas da saída.
Gabarito: Certo.

45- (CESPE - 2010 - INMETRO - Pesquisador Tecnologista em


Metrologia e Qualidade - Informática Aplicada à Metrologia Legal) A
teoria relacional define um conjunto de operações sobre as relações que, junto
com as operações relacionais, formam a parte da teoria conhecida com álgebra
relacional. A respeito desse assunto, assinale a opção correta.
a) Cada operação relacional resulta em uma nova relação que deve receber um
nome específico, independentemente do contexto em que a operação foi
utilizada e independentemente do sistema de banco de dados.
b) O operador de seleção permite obter um subconjunto de uma relação em que
os atributos da nova relação formam um subconjunto da relação original.
c) A operação de projeção exige a presença de vários atributos nas relações
sobre os mesmos domínios. A relação resultante contém elementos formados
pela concatenação de elementos das duas relações que coincidem atributos.
d) A junção assimétrica produz um subconjunto de uma relação a partir de um
predicado lógico e, assim, consiste em selecionar os elementos que satisfaçam
a determinada condição. A junção assimétrica gera uma nova relação por meio
da seleção de atributos de uma relação. A relação resultante pode gerar a
duplicação das duplas.

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e) O produto cartesiano estendido de duas relações é a operação que consiste


na criação de uma nova relação cujos elementos são obtidos concatenando-se
todos os elementos das duas relações.
Resolução:
Vamos a análise das alternativas:
a) Incorreto: não há necessidade de atribuição de um nome específico para a
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relação gerada.
B) Incorreto: a operação que seleciona atributos é a projeção e não a seleção.
C) Incorreto: a operação projeção não concatena elementos de relações, e sim
seleciona os atributos especificados de todas as linhas da relação de
entrada, removendo as tuplas duplicadas da saída.
D) Incorreto: a operação de junção seleciona os pares de linhas das duas
relações de entrada que têm o mesmo valor em todos os atributos que
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possuem o mesmo nome. Os atributos repetidos só aparecem uma vez.


E) Correto: conforme a definição de produto cartesiano, que seleciona todos
os pares de linhas das duas relações de entrada (independentemente de
ter ou não os mesmos valores em atributos comuns). A nova relação possui
todos os atributos que compõem cada uma das relações que fazem parte da
operação.
Gabarito: Letra E.

46- (CESPE - 2009 - CEHAP-PB - Programador de computador) A álgebra


relacional é a base matemática de bancos de dados relacionais. A álgebra
relacional pode ser definida como linguagem de consulta formal e
procedimental. Para banco de dados, podem ser utilizadas diversas operações
provenientes da teoria de conjuntos. A seleção (select), em banco de dados
relacional, é
a) o resultado de todas as tuplas que pertencem às relações presentes em uma
operação.
b) uma relação que parte de duas outras, levando as tuplas comuns e não-
comuns a ambas.
c) utilizada para escolher subconjunto de tuplas em uma relação que satisfaça
condição de seleção predefinida.
d) executada em apenas uma relação, e o resultado é uma nova relação.
Resolução:
Seleção (σ): seleciona tuplas que satisfazem um determinado predicado.
Esta operação, portanto, retorna um conjunto de tuplas (ou linhas) que
cumprem determinada condição nos valores dos atributos.
Gabarito: Letra C.

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47- (CESPE - 2012 - TRE-RJ - Técnico Judiciário - Programação de


Sistemas) Na álgebra relacional, que é um conjunto de operações sobre as
relações, cada operação usa uma ou mais relações como operandos e sempre
produz outra relação como resultado.
Resolução:
A álgebra relacional define um conjunto de operações nas relações, em
paralelo com as operações algébricas usuais, como adição, subtração ou
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multiplicação, que operam em números. Assim como as operações algébricas


nos números tomam um ou mais números como entrada e retornam um número
como saída, as operações de álgebra relacional geralmente tomam uma
ou duas relações como entrada e retornam uma relação como saída.
Gabarito: Certo.

48- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Dados) A operação


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PROJEÇÃO seleciona algumas colunas e linhas da relação/tabela, enquanto


descarta outras.
Resolução:
A operação Projeção seleciona colunas (ou atributos), enquanto a operação
Seleção extrai linhas (ou tuplas).
Seleção (σ): seleciona tuplas que satisfazem um determinado predicado.
Esta operação, portanto, retorna um conjunto de tuplas (ou linhas) que
cumprem determinada condição nos valores dos atributos.
Projeção (П): seleciona os atributos especificados de todas as linhas da
relação de entrada, removendo as tuplas duplicadas da saída.
Gabarito: Errado.

49- (CESPE - 2013 - TCE-ES - Analista Administrativo - Informática)


Uma forma de observação de dados de uma ou mais entidades que compõem
uma base de dados e que é considerada uma tabela virtual ou consulta
armazenada denomina-se
a) esquema conceitual.
b) entidade.
c) chave primária.
d) integridade referencial.
e) views.
Resolução:
Questão conceitual abordando visões ou views.
Uma visão (ou view) é uma única tabela que é derivada de outras tabelas,
que podem ser tabelas de base ou mesmo outras visões previamente definidas.

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Podemos ainda entender uma visão como uma maneira alternativa de


visualização dos dados de uma ou mais tabelas.
Tecnicamente, uma visão é uma consulta pré-definida ou armazenada, que
é executada sempre que referenciada. Ela é utilizada para que não seja
necessário refazer a consulta sempre que for necessário utilizá-la.
Uma visão não necessariamente existe em forma física e, portanto, ela é
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considerada uma tabela virtual.


Gabarito: Letra E.

50- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Administração de Dados) Após definir-se uma visão, é disponibilizada para o
usuário uma tabela virtual que não compõe o modelo lógico de dados, na qual
o usuário tem plena liberdade para realizar operações de consulta, inclusão,
exclusão ou alteração.
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Resolução:
Em uma visão, há limitações sobre as operações de atualização (inclusão,
exclusão ou alteração), pois trata-se de uma tabela virtual. Uma visão não
necessariamente existe em forma física; ela é considerada uma tabela
virtual, ao contrário das tabelas da base, cujas tuplas sempre estão
armazenadas fisicamente no banco de dados. Isso limita as possíveis operações
de atualização que podem ser aplicadas às visões, mas não oferece quaisquer
limitações sobre a consulta de uma visão.
Gabarito: Errado.

51- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Banco de


Dados) Uma visão relacional é uma consulta virtual que nunca é materializada.
Resolução:
Uma visão não necessariamente existe em forma física; ela é considerada
uma tabela virtual. No entanto, certos sistemas de bancos de dados permitem
que as visões sejam armazenadas, falando-se nas chamadas visões
materializadas.
Gabarito: Errado.

52- (CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios - Analista de


Sistemas - Produção) O uso de visão em banco de dados é uma forma de
aumentar a sua segurança, pois impede o acesso direto aos dados de uma
tabela, fornecendo somente os dados considerados necessários.
Resolução:
Uma visão é formada a partir de uma consulta pré-definida ou armazenada.
Esta consulta de origem pode selecionar os dados que devem ser apresentados

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em uma visão e, assim, um usuário que tem acesso a uma visão somente irá
visualizar os dados daquela visão e não da tabela como um todo. Com esse
mecanismo, certos dados podem ficar restritos ao acesso da tabela base. Além
disso, vale destacar que as operações de atualização ficam limitadas com o uso
de visões, o que também promove maior segurança aos dados.
Podemos destacar, ainda, as seguintes vantagens com o uso de visões:
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❖ Economizar tempo com retrabalho.


❖ Velocidade de acesso às informações:
❖ Mascarar a complexidade do banco de dados.
❖ Simplificar o gerenciamento de permissões de usuários.
❖ Organizar dados a serem exportados para outros aplicativos.
Gabarito: Certo.
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53- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) As views
proporcionam benefícios tais como mascaramento da complexidade do banco
de dados, melhor controle das permissões de usuários e organização dos dados
para exportação, contudo não aumentam a velocidade no acesso às informações
visto que ainda executam os comandos SQL tradicionais.
Resolução:
Podemos destacar as seguintes vantagens com o uso de visões:
❖ Economizar tempo com retrabalho.
❖ Velocidade de acesso às informações:
❖ Mascarar a complexidade do banco de dados.
❖ Simplificar o gerenciamento de permissões de usuários.
❖ Organizar dados a serem exportados para outros aplicativos.
Dessa forma, como a assertiva afirma que as visões não aumentam a velocidade
de acesso às informações, está errada.
Gabarito: Errado.

54- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Banco de Dados) View é um


objeto que permite implementar a segurança em um banco de dados, omitindo
dados irrelevantes para algum grupo de usuário. No entanto, não é permitido
criar uma view com base na definição de outra view.
Resolução:
Uma visão (ou view) é uma única tabela que é derivada de outras tabelas,
que podem ser tabelas de base ou mesmo outras visões previamente
definidas. Portanto, uma visão pode ser derivada tanto de uma tabela base
(física e armazenada em um banco de dados), como pode ser gerada a partir
de visões já definidas anteriormente.
Gabarito: Errado.

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55- (CESPE - 2013 - TCE-RO - Auditor de Controle Externo - Tecnologia


da Informação) No contexto de bancos de dados, visão (view) é um objeto
que consiste em uma lista organizada de todos os elementos de dados que são
pertinentes para o sistema. A visão descreve entradas, saídas, composição de
depósito de dados e cálculos intermediários.
Resolução:
A assertiva traz uma definição que se aproxima mais do conceito de
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catálogo de dados (ou dicionário de dados) do que o conceito de visão.


Uma visão (ou view) é uma única tabela que é derivada de outras
tabelas, que podem ser tabelas de base ou mesmo outras visões previamente
definidas. Podemos ainda entender uma visão como uma maneira
alternativa de visualização dos dados de uma ou mais tabelas.
A definição ou descrição completa dos metadados fica armazenada
no catálogo ou dicionário de dados do SGBD. Esse catálogo contém
informações como a estrutura de cada arquivo, o tipo e o formato de
armazenamento de cada item de dados e diversas restrições sobre os
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dados.
Gabarito: Errado.

56- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Banco de


Dados) As visões definidas sobre várias tabelas por meio de junções, em geral,
não são atualizáveis.
Resolução:
Uma visão não necessariamente existe em forma física; ela é considerada
uma tabela virtual, ao contrário das tabelas da base, cujas tuplas sempre
estão armazenadas fisicamente no banco de dados. Isso limita as possíveis
operações de atualização que podem ser aplicadas às visões, mas não
oferece quaisquer limitações sobre a consulta de uma visão.
Assim, em regra, somente as visões materializadas são atualizáveis.
Gabarito: Certo.

57- (CESPE - 2013 - TCE-RO - Auditor de Controle Externo - Tecnologia


da Informação) Para aperfeiçoamento das consultas em tabelas, em relação
ao tempo de atualização e de consulta dos registros, deve-se criar o maior
número de índices possível, independentemente do uso da tabela.
Resolução:
Os índices são estruturas de acesso auxiliares associados a tabelas, que
são utilizados para agilizar a recuperação de registros em resposta a certas
condições de pesquisa.
As estruturas de índice são arquivos adicionais no disco que oferecem
caminhos de acesso secundários, os quais oferecem formas alternativas de

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acessar os registros sem afetar o posicionamento físico no arquivo de dados


primário no disco.
Apesar da importância dos índices para auxiliar na consulta, este não devem
ser criados de maneira ilimitada e sem nenhum cuidado, pois eles
apresentam algumas desvantagens:
▪ Piora a performance em escritas de dados no banco de
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dados: Toda vez que uma informação chave for modificada (inserida,
alterada, deletada) obrigará a escrita no índice. E o índice pode ser
interpretado como uma tabela adicional escondida no banco de dados. E
se a informação modificada está presente em várias chaves (vários
índices), todos eles deverão ser alterados (em inclusão e remoção, todos
sempre são afetados, ainda que seja possível otimizar para a remoção,
sob pena de encarecer o custo de leitura). A alteração do índice implica
em acesso de leitura e escrita nele, apesar de ser uma operação eficiente
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se comparada com o acesso direto à tabela, não deixa de ter um custo


adicional.
▪ Aumenta o consumo de espaço para armazenamento do banco de
dados (memória e disco): É claro que esta tabela adicional de chaves
de índice vai ocupar um espaço extra também. Costuma ser um espaço
menor que a tabela de dados original, mas existe um custo extra. Se
houver muitos índices é possível que o espaço seja até maior que a tabela
original. Com muito índice fica difícil colocar tudo na memória.
▪ Aumenta a necessidade de manutenção interna no banco de
dados: Isto é um pouco dependente da implementação, mas é comum
que páginas de chaves sejam abandonadas conforme elas vão sendo
alteradas. Além disto o DBA pode ter mais elementos com que se
preocupar.
▪ Pode diminuir a performance de consultas: Não há garantias que
todas as consultas serão mais rápidas com o uso de índices. Como há
uma operação adicional para acesso ao índice antes do acesso ao dados
principal, é possível que a soma do tempo gasto nas operações seja maior
que o acesso só ao dado principal mesmo que o acesso no principal sem
índice seja teoricamente menos eficiente. Isto é mais comum quando o
volume de dados é pequeno, mas isto também é verdade em casos de
consultas complexas ou onde uma grande porção dos dados da tabela
serão retornados em qualquer ordem.
Gabarito: Errado.

58- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) Associado a uma
tabela, sempre existe um índice, que é uma estrutura usada para melhorar a
velocidade de acesso aos dados da tabela.

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Resolução:
Os índices são estruturas de acesso auxiliares associados a tabelas, que
são utilizados para agilizar a recuperação de registros em resposta a certas
condições de pesquisa.
As estruturas de índice são arquivos adicionais no disco que oferecem
caminhos de acesso secundários, os quais oferecem formas alternativas de
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acessar os registros sem afetar o posicionamento físico no arquivo de dados


primário no disco.
No entanto, índices são estruturas opcionais usadas para otimizar consultas.
São especialmente úteis quando a quantidade de registros existentes é muito
grande.
Gabarito: Errado.
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59- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) Um índice é um
artifício usado para se encontrar, rapidamente, linhas (registros) com valores
específicos. Sem um índice, o gerenciador precisará sempre procurar
determinados valores da primeira até a última linha do banco de dados. Esse
processo de busca, em tabelas muito grandes (com muitos registros), pode
demandar elevado tempo e causar até mesmo perdas significativas de
informação.
Resolução:
Os índices são estruturas de acesso auxiliares associados a tabelas, que
são utilizados para agilizar a recuperação de registros em resposta a certas
condições de pesquisa.
Sem o uso de índices, a busca das informações ocorrerá de forma sequencial e
pode levar muito tempo caso haja uma grande quantidade de linhas a serem
percorridas.
Gabarito: Certo.

Chaves e relacionamentos
60- (CESPE - 2015 - TRE-MT - Técnico Judiciário - Programação de
Sistemas) O conjunto de um ou mais campos cujos valores, considerando-se
a combinação de todos os campos da tupla, nunca se repetem e que podem ser
usados como um índice para os demais campos da tabela do banco de dados é
denominado de
a) domínio.
b) primeira forma normal.
c) dicionário de dados.
d) chave estrangeira.
e) chave primária.

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Resolução:
Questão conceitual! Vejamos item a item:
a) Incorreto: domínio representa o tipo de dado que descreve os tipos de
valores que podem aparecer em cada coluna. É importante destacar que um
domínio é um conjunto de valores atômicos, ou seja, é indivisível.
b) Incorreto: primeira forma normal está relacionada à normalização das
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tabelas e afirma que os atributos das tabelas devem ser atômicos.


c) Incorreto: o catálogo ou dicionário de dados contém informações como
a estrutura de cada arquivo, o tipo e o formato de armazenamento de
cada item de dados e diversas restrições sobre os dados.
d) Incorreto: a chave estrangeira é um atributo ou conjunto de atributos
usados em uma relação r1 para referenciar uma chave primária (ou candidata)
em uma relação r2. Serve para ligar logicamente estas duas tabelas.
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E) Correto: uma chave primária é um atributo ou conjunto de atributos que


servem para identificar univocamente cada linha de uma tabela. Vale
ressaltar que a chave primária é na verdade uma escolha dentre as possíveis
chaves candidatas de uma relação. GABARITO!!!
Gabarito: Letra E.

61- (CESPE - 2016 - TCE-PA - Auxiliar Técnico de Controle Externo -


Área Informática) Em bancos de dados relacionais, chave estrangeira é
aquela que permite uma ligação lógica entre duas tabelas — a chave estrangeira
de uma tabela se liga logicamente à chave primária de outra tabela.
Resolução:
Questão que deve ser analisada com cautela!!!
A chave estrangeira é, de fato, o atributo ou conjunto de atributos que
referenciam outra tabela, isto é, permitem a ligação lógica entre duas tabelas.
No entanto, como a chave primária é uma escolha (mais ou menos arbitrária)
dentre as chaves candidatas, basta que a chave estrangeira referencie uma
chave candidata de outra tabela e não necessariamente uma chave primária.
Dito isto, note que a redação da assertiva não é restritiva, portanto, não exclui
a possibilidade de ser chave candidata. A assertiva apenas afirma que a chave
estrangeira permite a ligação entre tabelas por meio da relação entre a chave
estrangeira de uma tabela com a chave primária de outra. Isto não está errado!
Gabarito: Certo.

62- (CESPE - 2017 - TRE-BA - Analista Judiciário – Análise de Sistemas)


Em um banco de dados relacional, garante-se que determinado valor que
aparece em uma relação para dado conjunto de atributos também apareça em
um conjunto de atributos de outra relação por meio da

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a) chave primária.
b) chave candidata.
c) integridade de domínio.
d) integridade referencial.
e) chave assimétrica.
Resolução:
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Questão que cobra o conceito de integridade referencial. A restrição de


integridade referencial é especificada entre duas relações e usada para manter
a consistência entre tuplas nas duas relações. A chave estrangeira é usada para
manter essa restrição.
Uma relação (r1) pode incluir entre seus atributos a chave primária (ou
candidata) de outra relação (r2). Este atributo é chamado de chave
estrangeira de r1, que referencia r2. A relação r1 é chamada de relação que
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referencia, e r2 é chamada de relação referenciada da chave estrangeira. É


importante destacar que r1 e r2 podem ser a mesma relação e, portanto,
podemos ter um auto relacionamento.
A chave estrangeira é usada para manter a consistência das tuplas entre as
relações. Falamos em restrição de integridade referencial que afirma que
uma tupla em uma relação r1 que referencia outra relação r2, precisa se referir
a uma tupla existente na relação r2. De outro modo, uma chave estrangeira de
uma relação deve existir como chave na relação referenciada.
Gabarito: Letra D.

63- (CESPE - 2016 - FUNPRESP-EXE - Especialista - Tecnologia da


Informação) Em um modelo de dados relacional, a integridade referencial
assegura que os valores dos campos presentes na chave estrangeira apareçam
na chave primária da mesma tabela, a fim de garantir a integridade dos dados.
Resolução:
Primeiramente, devemos destacar que a integridade referencial assegura que
os campos presentes na chave estrangeira aparecem como chave primária (ou
candidata) de outra tabela. Embora a tabela referenciada possa ser a mesma
(através do auto referenciamento), não o é necessariamente, como afirmado na
questão.
Em segundo lugar, a chave referenciada pode ser apenas candidata, e não
necessariamente primária. No entanto, para o CESPE, somente esse segundo
erro não basta, pois em várias questões ele considera como correta que uma
chave estrangeira DEVE referenciar uma chave primária.
A chave estrangeira é utilizada para manter a integridade referencial. De modo
geral, a restrição de integridade referencial afirma que uma tupla em uma
relação r1 que referencia outra relação r2, precisa se referir a uma tupla

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existente na relação r2. De outro modo, uma chave estrangeira de uma relação
deve existir como chave primária (ou candidata) na relação referenciada.
Gabarito: Errada.

64- (CESPE - 2015 - MEC - Desenvolvedor) A chave primária (PK) contém


apenas uma coluna, a chave secundária (SK) contém duas colunas e a chave
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concatenada (CK) contém três ou mais colunas.


Resolução:
Os conceitos de chave primária e chave secundária não estão relacionados
ao número de colunas, mas sim à capacidade de identificar unicamente cada
uma das tuplas de uma relação. Tanto uma chave primária quanto uma chave
secundária podem ser formadas por uma ou mais colunas. Se a chave for
formada por mais de um atributo ela é dita concatenada.
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Uma chave é o conjunto mínimo de atributos que identificam


unicamente as linhas de uma tabela. Podemos ter mais de uma chave possível
para uma relação. A chave escolhida dentre as chaves candidatas será a
chave primária, enquanto as demais são chamadas chaves secundárias ou
únicas.
Gabarito: Errado.

65- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Dados) Chave candidata é


um atributo especial capaz de identificar uma instância de determinada entidade
de maneira única. Assim, durante a modelagem relacional de dados, todas as
chaves candidatas nas entidades em análise se tornam chaves primárias dessas
entidades.
Resolução:
Somente a chave escolhida pelo designer de banco de dados será dita chave
primária, as demais são secundárias ou únicas.
Uma chave é o conjunto mínimo de atributos que identificam
unicamente as linhas de uma tabela. Podemos ter mais de uma chave possível
para uma relação. A chave escolhida dentre as chaves candidatas será a
chave primária, enquanto as demais são chamadas chaves secundárias ou
únicas.
Gabarito: Errado.

66- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Dados) No contexto de banco


de dados relacionais, o conceito de dependência referencial assegura que um
valor que aparece em uma tabela para determinado conjunto de atributos
apareça em outro conjunto de atributos de outra tabela. Assim, essa
dependência define, entre outras situações, que os valores dos campos que

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aparecem em uma chave estrangeira devam aparecer na chave primária da


tabela referenciada.
Resolução:
Podemos destacar dois erros nessa questão.
Primeiro, o conceito é o de integridade referencial e não dependência
referencial.
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E segundo, como a chave primária é uma escolha (mais ou menos arbitrária)


dentre as chaves candidatas, basta que a chave estrangeira referencie uma
chave candidata de outra tabela e não necessariamente uma chave primária.
No entanto, para o CESPE, somente esse segundo erro não basta, pois em
várias questões ele considera como correta que uma chave estrangeira deve
referenciar uma chave primária.
Gabarito: Errado.
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67- (CESPE - 2015 - TJ-DFT - Analista Judiciário - Analista de Sistemas)


Em um banco de dados relacional, a chave estrangeira que existe em uma tabela
deve ser chave primária em outra tabela.
Resolução:
Como a chave primária é uma escolha (mais ou menos arbitrária) dentre as
chaves candidatas, basta que a chave estrangeira referencie uma chave
candidata de outra tabela e não necessariamente uma chave primária. No
entanto, para o CESPE, isto não basta para deixar o item errado, pois em várias
questões ele considera como correta que uma chave estrangeira deve
referenciar uma chave primária.
Gabarito: Certo.

68- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Banco de Dados)


Integridade referencial baseia-se na ligação das informações das chaves
estrangeiras com as chaves primárias, ou candidatas a primárias, da tabela de
referência.
Resolução:
A chave estrangeira é usada para manter a consistência das tuplas entre as
relações. Falamos em restrição de integridade referencial que afirma que
uma tupla em uma relação r1 que referencia outra relação r2, precisa se referir
a uma tupla existente na relação r2. Como a chave primária é uma escolha
(mais ou menos arbitrária) dentre as chaves candidatas, basta que a chave
estrangeira referencie uma chave candidata de outra tabela e não
necessariamente uma chave primária. No entanto, para o CESPE, isto não
basta para deixar o item errado, pois em várias questões ele considera como
correta que uma chave estrangeira DEVE referenciar uma chave primária.
Gabarito: Certo.

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69- (CESPE - 2015 - CGE-PI - Auditor Governamental - Geral) Em um


relacionamento de tabelas de um banco de dados relacional, a chave estrangeira
serve para referenciar uma entidade dentro de outra tabela, facilitando, assim,
a busca e o agrupamento dessas entidades.
Resolução:
A chave estrangeira é usada para promover os relacionamentos entre as
tabelas. Uma chave estrangeira faz um relacionamento com outra tabela
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fazendo relação a uma chave candidata. É importante ressaltar que uma chave
estrangeira faz a ligação lógica entre as tabelas, portanto, o
relacionamento entre tabelas não existe fisicamente.
Gabarito: Certo.

70- (CESPE - 2013 - MPU - Técnico - Tecnologia da Informação e


Comunicação) Quando o relacionamento entre duas tabelas é do tipo N:M, é
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necessário criar uma nova tabela com as chaves primárias das tabelas
envolvidas.
Resolução:
Em bancos de dados relacionais, o relacionamento N:M consuma-se através de
uma tabela de ligação que faz a correspondência de ambos os lados com
relacionamento 1 para N para cada lado. A chave primária surge de forma
natural, e é composta pela junção das chaves primárias das tabelas interligadas.
Gabarito: Certo.

71- (CESPE - 2013 - SERPRO - Analista - Suporte Técnico) O


relacionamento entre um conjunto de dados (tabelas) não existe fisicamente,
dado que é apenas lógico e representado por meio das chaves estrangeiras.
Resolução:
A chave estrangeira é usada para promover os relacionamentos entre as
tabelas. É importante ressaltar que uma chave estrangeira faz a ligação lógica
entre as tabelas, portanto, o relacionamento entre tabelas não existe
fisicamente.
Gabarito: Certo.

72- (CESPE - 2011 - MEC - Administrador de Dados) Cardinalidades


expressam o número de relacionamentos dos quais uma entidade participa.
Resolução:
A cardinalidade dos relacionamentos diz respeito ao número de entidades
que outra entidade pode se associar via relacionamento, e não ao
número de relacionamentos que uma entidade participa. Dito de outra
forma, é o número máximo e mínimo de ocorrências de uma entidade que estão

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associadas às ocorrências de outra entidade que participa do relacionamento.


Baseado na cardinalidade, podemos ter os seguintes tipos de relacionamento.
❖ Relacionamento um para um (1:1)
❖ Relacionamento um para muitos (1:N)
❖ Relacionamento muitos para muitos (N:M)
Gabarito: Errado.
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73- (CESPE - 2011 - MEC - Administrador de Banco de Dados) No


relacionamento 1:N (um para muitos) em que haja autorrelacionamento, deve-
se incluir a chave primária da entidade na própria entidade como chave
estrangeira e gerar uma estrutura de acesso a partir dessa chave estrangeira.
Resolução:
Um relacionamento 1:N preconiza que um elemento de uma tabela A está
relacionado a muitos elementos de uma tabela B, e, por sua vez, um elemento
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de uma tabela B somente está relacionado a um elemento da tabela A. Neste


tipo de relacionamento, a chave primária da tabela A (lado um do
relacionamento) é chave estrangeira da tabela B (lado muitos do
relacionamento).
No caso do autorrelacionamento, as tabelas A e B são a mesma. Portanto, a
chave primária será referenciada por uma chave estrangeira na própria tabela.
Gabarito: Certo.

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6. LISTAS DE EXERCÍCIOS
Questões comentadas durante a aula
1- (CESPE - 2013 - SERPRO - Programador de computador) Um banco
de dados é formado por uma coleção de dados sem um relacionamento lógico,
com um significado interpretado por uma aplicação ou um programa
computacional.
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2- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) Um SGBD é uma
coleção de programas que permite aos usuários criar e manipular uma base de
dados. De forma equivalente, é um sistema de software de propósito geral que
facilita o processo de definir, construir e manipular bases de dados de diversas
aplicações.
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3- (CESPE - 2015 - MPOG - Analista em Tecnologia da Informação -


Cargo 12) O SGBD proporciona um conjunto de programas que permite o
acesso aos dados sem exposição dos detalhes de representação e
armazenamento de dados, por meio de uma visão abstrata dos dados,
conhecida como independência de dados.

4- (CESPE - 2018 - TCE-PB - Auditor de Contas Públicas) A respeito de


SGBD, assinale a opção correta.
a) Um SGBD é um software que não prevê as funções de definição, recuperação
e alteração de dados, sendo essa tarefa a função básica de um sistema de banco
de dados.
b) A consistência de dados é o princípio que determina a manutenção de
determinado dado em vários arquivos diferentes.
c) Conforme o princípio da atomicidade, caso ocorra erro em determinada
transação, todo o conjunto a ela relacionado será desfeito até o retorno ao
estado inicial, como se a transação nunca tivesse sido executada.
d) O controle de concorrência é o princípio que garante e permite a manipulação,
no mesmo momento, de um mesmo dado por mais de uma pessoa ou um
sistema.
e) Um SGBD, por definição, não é flexível, dada a dificuldade de mudar a
estrutura dos dados quando os requisitos mudam.

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5- (CESPE - 2018 - STM - Técnico Judiciário - Programação de


Sistemas) Acerca dos conceitos de normalização de dados e dos modelos de
dados, julgue o item subsequente.
O modelo conceitual, que reflete uma estrutura simplificada do banco de dados,
é responsável por registrar como os dados estão armazenados no sistema de
gerenciamento de banco de dados (SGBD).
Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

6- (CESPE - 2015 - TCU - Auditor Federal de Controle Externo -


Conhecimentos Gerais) Os bancos de dados relacionais são constituídos de
três componentes: uma coleção de estrutura de dados (relações ou tabelas),
uma coleção de operadores (linguagem SQL) e uma coleção de restrições de
integridade (conjunto consistente de estados de base de dados e de alterações
de estados).
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7- (CESPE - 2016 - TCE-SC - Auditor Fiscal de Controle Externo –


Informática) O catálogo de um sistema de gerenciamento de banco de dados
relacional armazena a descrição da estrutura do banco de dados e contém
informações a respeito de cada arquivo, do tipo e formato de armazenamento
de cada item de dado e das restrições relativas aos dados.

8- (CESPE - 2017 - TCE-PE - Auditor de Controle Externo - Auditoria


de Contas Públicas) Em uma relação, os nomes das colunas são únicos, as
linhas são distintas entre si, e a ordem da disposição das linhas e colunas é
irrelevante para o banco de dados.

9- (CESPE - 2016 - TCE-SC - Auditor Fiscal de Controle Externo –


Informática) Em bancos de dados relacionais, as tabelas que compartilham
um elemento de dado em comum podem ser combinadas para apresentar dados
solicitados pelos usuários.

10- (CESPE - 2015 - TCU - Auditor Federal de Controle Externo -


Conhecimentos Gerais) Em um banco de dados estruturado de acordo com o
modelo relacional, todos os elementos dos dados são colocados em tabelas
bidimensionais, organizados em linhas e colunas, o que simplifica o acesso e a
manipulação dos dados. Operações matematicamente conhecidas como de
produto cartesiano, de seleção e de projeção também apoiam a manipulação de
dados aderentes ao modelo relacional.

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11- (CESPE - 2017 - TCE-PE - Analista de Controle Externo - Auditoria


de Contas Públicas) Uma visão (view) é derivada de uma ou mais relações e
armazena os dados em uma tabela física do banco de dados, visando tornar
ágeis as consultas.

12- (CESPE - 2016 - TCE-SC - Auditor Fiscal de Controle Externo –


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Informática) Denomina-se visão uma tabela única derivada de uma ou mais


tabelas básicas do banco. Essa tabela existe em forma física e viabiliza
operações ilimitadas de atualização e consulta.

13- (CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios - Analista de


Sistemas - Produção) No acesso aos dados de tabelas em um banco de dados,
a utilização de índices melhora o desempenho de acesso do usuário final.
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14- (CESPE - 2017 - TCE-PE - Auditor de Controle Externo - Auditoria


de Contas Públicas) A chave estrangeira (foreign key) é o campo que
estabelece o relacionamento entre duas tabelas de bancos distintos, sendo
necessariamente chave primária na tabela de um dos bancos.

15- (CESPE - 2015 - TCU - Auditor Federal de Controle Externo -


Conhecimentos Gerais) Chave primária é um campo, ou um conjunto de
campos, que abriga valores que individualizam cada registro. Esse campo não
pode repetir-se em uma mesma tabela.

16- (CESPE - 2017 - TCE-PE - Analista de Controle Externo - Auditoria


de Contas Públicas) O relacionamento muitos para muitos entre duas
entidades possui atributos, ou seja, dados inerentes ao fato, e não às entidades.

17- (CESPE - 2018 - EBSERH - Analista de Tecnologia da Informação)


Com relação a banco de dados, julgue o item seguinte.
Em normalização, a primeira forma normal é caracterizada por uma tabela com
a existência obrigatória de uma chave primária e uma chave estrangeira.

18- (CESPE - 2018 - STM - Técnico Judiciário - Programação de


Sistemas) Acerca dos conceitos de normalização de dados e dos modelos de
dados, julgue o item subsequente.
Uma tabela estará na segunda forma normal (2FN) quando, além de estar na
terceira forma normal (3FN), ela contiver dependências funcionais parciais.

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19- (CESPE - 2017 - TRF - 1ª REGIÃO - Analista Judiciário -


Informática) A respeito dos conceitos de banco de dados, normalização,
controle de concorrência e modelagem, julgue o item subsecutivo.
Em uma tabela na segunda forma normal, todos os atributos não chave são
dependentes da chave primária.
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Conceitos e características dos bancos de dados


20- (CESPE - 2013 - SERPRO - Programador de computador) SGBD é um
software construído para facilitar as atividades de definição, construção e
manipulação de um banco de dados.

21- (CESPE - 2010 - INCA - Tecnologista Júnior – Bioinformática) Um


banco de dados pode ser considerado uma coleção de dados inter-relacionados,
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projetado para suprir as necessidades de um grupo específico de aplicações e


usuários.

22- (CESPE - 2013 - MS - Analista Administrativo) Uma das vantagens do


uso do SGBD, em relação ao uso do sistema de arquivos tradicional, é a
diminuição da ocorrência de redundância de dados, fenômeno que se refere às
inconsistências entre as diversas representações do mesmo fragmento de dado
em diferentes sistemas e arquivos.

23- (CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área


Informática - Analista de Suporte) Um banco de dados do tipo relacional é
aquele composto por um conjunto de relações conhecidas como tabelas.

24- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Banco de


Dados) SGBD utiliza o conceito de atomicidade do registro, assegurando que,
uma vez detectada uma falha na operação com o registro, os dados sejam
salvos em seu último estado consistente, anterior a essa falha.

25- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Banco de Dados) O


isolamento de uma transação, de responsabilidade do componente de
gerenciamento de controle de concorrência, pode ter o seu comportamento
personalizado em vários níveis.

26- (CESPE - 2014 - TJ-SE - Técnico Judiciário - Programação de


Sistemas) A atomicidade de um SGBD garante que cada transação seja
executada de maneira singular, ou seja, que cada transação possua um

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identificador unívoco. O isolamento do SGBD garante, por sua vez, que as


transações sejam executadas isoladamente uma das outras.

27- (CESPE - 2015 - TRE-RS - Técnico Judiciário - Operação de


Computadores) Um dos componentes fundamentais dos sistemas de
gerenciamento de banco de dados é o gerenciador de transações. Com relação
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ao gerenciador de transações e às suas propriedades, assinale a opção correta.


a) A propriedade de isolamento garante que as transações bem-sucedidas
sejam isoladas em meio físico tão logo sejam realizadas.
b) A propriedade de durabilidade garante que as restrições impostas a
elementos de dados sejam atendidas.
c) A atomicidade é a propriedade que assegura que as atualizações relacionadas
e dependentes ocorram dentro dos limites da transação ou nenhuma atualização
será efetivada no banco de dados.
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d) A propriedade de durabilidade certifica que nenhuma transação interfira nas


atividades ou nas atualizações efetuadas por outra transação.
e) Um gerenciador de transações controla qual transação é executada e em que
ordem no banco de dados, ao passo que é responsabilidade do log de dados
assegurar que atualizações de objetos de dados estejam sempre consistentes.

28- (CESPE - 2011 - MEC - Administrador de Banco de Dados) A


propriedade de durabilidade de uma transação estabelece que, uma vez
completada a transação com sucesso, todas as atualizações realizadas no banco
de dados persistirão, até mesmo se houver uma falha de sistema após a
transação ser completada.

29- (CESPE - 2010 - MPU - Técnico de Informática) Os mecanismos de


controle de concorrência implementados em sistemas de bancos de dados visam
garantir que as transações tenham a propriedade de isolamento.

Bancos de dados relacionais


30- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -
Administração de Dados) Considera-se banco de dados relacional como um
conjunto de tabelas, em que cada uma dessas tabelas armazena os dados de
uma entidade específica.

31- (CESPE - 2008 - SERPRO - Analista - Desenvolvimento de Sistemas)


O modelo relacional, que foi o primeiro modelo de banco de dados formal, é
embasado na lógica de predicados e na teoria dos conjuntos.

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32- (CESPE - 2011 - EBC - Analista - Administração de Sistemas) O


modelo relacional de banco de dados possui uma estrutura de dados em forma
de tabela em que as colunas representam os atributos ou os campos, e as linhas
representam os registros ou as instâncias da relação.

33- (FCC - 2013 - DPE-RS - Analista – Informática) Acerca de banco de


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

dados relacionais considere:


I. Os sistemas relacionais só exigem que o banco de dados seja percebido pelo
usuário como tabelas. No nível físico o sistema é livre para armazenar os dados
usando arquivos sequenciais, indexação, hashing etc.
II. As tabelas representam uma abstração do modo como os dados estão
armazenados fisicamente de forma que diversos detalhes do nível de
armazenamento ficam ocultos ao usuário.
III. Todo o conteúdo de informação do banco de dados é representado de um e
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somente um modo, ou seja, como valores explícitos em posições de colunas em


linhas de tabelas. Este princípio é satisfeito pelos BDs relacionais.
IV. Não existem ponteiros conectando uma tabela a outra em BDs relacionais.
Com isso se quer dizer que não existem ponteiros no nível físico, pois ponteiros
não podem ficar visíveis ao usuário.
Está correto o que consta em
a) I, II, III e IV.
b) I e II, apenas.
c) I, II e III, apenas.
d) I, III e IV, apenas.
e) III e IV, apenas

Metadados
34- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -
Tecnologia da Informação - Administração de Dados) O dicionário de
dados é considerado um subconjunto das funções de um catálogo de sistema.

35- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) O catálogo do
sistema é um repositório com função de armazenar as definições dos esquemas
dos bancos de dados.

36- (CESPE - 2013 - SERPRO - Programador de computador) Suponha


haver necessidade de se recuperar o CPF de clientes. Nesse caso, o SGBD irá
consultar se o campo CPF está no dicionário de dados ou no catálogo, acessando
os respectivos metadados.

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Tabelas, visões e índices


37- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -
Tecnologia da Informação - Administração de Dado) O domínio refere-se
ao conjunto de valores possíveis que dado campo da tabela pode assumir.

38- (CESPE - 2012 - TJ-RO - Analista Judiciário - Analista de Sistemas


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

Suporte - ADAPTADA) Na terminologia formal dos modelos relacionais, tupla


corresponde a uma linha, e atributo, ao nome da coluna.

39- (CESPE - 2011 - MEC - Gerente de Projetos) Uma tupla deve conter
um valor específico para cada um dos seus atributos.

40- (CESPE - 2004 - TRE-AL - Analista Judiciário - Tecnologia da


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Informação) No modelo relacional, uma relação consiste em um conjunto


obrigatoriamente ordenado de tuplas.

41- (CESPE - 2016 - TCE-PA - Auditor de Controle Externo - Área


Informática - Analista de Sistema) No modelo relacional de dados, uma
relação é um conjunto de tuplas sem ordenação definida.

42- (CESPE - 2015 - TRE-MT - Analista Judiciário - Análise de Sistemas)


No modelo relacional formal,
a) os elementos de uma relação respeitam uma ordem matemática entre eles.
b) cada coluna em uma relação é uma tupla.
c) cada cabeçalho em uma relação é uma chave.
d) domínio é um conjunto de valores em que cada valor é indivisível.
e) uma coleção de dados é considerada como um arquivo plano.

43- (CESPE - 2013 - TCE-ES - Analista Administrativo - Informática) O


conjunto de operações cujo resultado seja uma nova relação e que envolve
seleção, projeção, união e produto cartesiano é denominado.
a) mapeamento de cardinalidades.
b) álgebra relacional.
c) generalização.
d) chave primária
e) herança.

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44- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Banco de


Dados) A operação da álgebra relacional SELECT extrai as tuplas específicas de
uma relação, e a operação PROJECT extrai atributos específicos de uma relação.

45- (CESPE - 2010 - INMETRO - Pesquisador Tecnologista em


Metrologia e Qualidade - Informática Aplicada à Metrologia Legal) A
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teoria relacional define um conjunto de operações sobre as relações que, junto


com as operações relacionais, formam a parte da teoria conhecida com álgebra
relacional. A respeito desse assunto, assinale a opção correta.
a) Cada operação relacional resulta em uma nova relação que deve receber um
nome específico, independentemente do contexto em que a operação foi
utilizada e independentemente do sistema de banco de dados.
b) O operador de seleção permite obter um subconjunto de uma relação em que
os atributos da nova relação formam um subconjunto da relação original.
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c) A operação de projeção exige a presença de vários atributos nas relações


sobre os mesmos domínios. A relação resultante contém elementos formados
pela concatenação de elementos das duas relações que coincidem atributos.
d) A junção assimétrica produz um subconjunto de uma relação a partir de um
predicado lógico e, assim, consiste em selecionar os elementos que satisfaçam
a determinada condição. A junção assimétrica gera uma nova relação por meio
da seleção de atributos de uma relação. A relação resultante pode gerar a
duplicação das duplas.
e) O produto cartesiano estendido de duas relações é a operação que consiste
na criação de uma nova relação cujos elementos são obtidos concatenando-se
todos os elementos das duas relações.

46- (CESPE - 2009 - CEHAP-PB - Programador de computador) A álgebra


relacional é a base matemática de bancos de dados relacionais. A álgebra
relacional pode ser definida como linguagem de consulta formal e
procedimental. Para banco de dados, podem ser utilizadas diversas operações
provenientes da teoria de conjuntos. A seleção (select), em banco de dados
relacional, é
a) o resultado de todas as tuplas que pertencem às relações presentes em uma
operação.
b) uma relação que parte de duas outras, levando as tuplas comuns e não-
comuns a ambas.
c) utilizada para escolher subconjunto de tuplas em uma relação que satisfaça
condição de seleção predefinida.
d) executada em apenas uma relação, e o resultado é uma nova relação.

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47- (CESPE - 2012 - TRE-RJ - Técnico Judiciário - Programação de


Sistemas) Na álgebra relacional, que é um conjunto de operações sobre as
relações, cada operação usa uma ou mais relações como operandos e sempre
produz outra relação como resultado.

48- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Dados) A operação


PROJEÇÃO seleciona algumas colunas e linhas da relação/tabela, enquanto
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descarta outras.

49- (CESPE - 2013 - TCE-ES - Analista Administrativo - Informática)


Uma forma de observação de dados de uma ou mais entidades que compõem
uma base de dados e que é considerada uma tabela virtual ou consulta
armazenada denomina-se
a) esquema conceitual.
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b) entidade.
c) chave primária.
d) integridade referencial.
e) views.

50- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Administração de Dados) Após definir-se uma visão, é disponibilizada para o
usuário uma tabela virtual que não compõe o modelo lógico de dados, na qual
o usuário tem plena liberdade para realizar operações de consulta, inclusão,
exclusão ou alteração.

51- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Banco de


Dados) Uma visão relacional é uma consulta virtual que nunca é materializada.

52- (CESPE - 2011 - Correios - Analista de Correios - Analista de


Sistemas - Produção) O uso de visão em banco de dados é uma forma de
aumentar a sua segurança, pois impede o acesso direto aos dados de uma
tabela, fornecendo somente os dados considerados necessários.

53- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) As views
proporcionam benefícios tais como mascaramento da complexidade do banco
de dados, melhor controle das permissões de usuários e organização dos dados
para exportação, contudo não aumentam a velocidade no acesso às informações
visto que ainda executam os comandos SQL tradicionais.

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54- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Banco de Dados) View é um


objeto que permite implementar a segurança em um banco de dados, omitindo
dados irrelevantes para algum grupo de usuário. No entanto, não é permitido
criar uma view com base na definição de outra view.

55- (CESPE - 2013 - TCE-RO - Auditor de Controle Externo - Tecnologia


Direitos autorais reservados (Lei 9610/98). Proibida a reprodução, venda ou compartilhamento deste arquivo. Uso individual.

da Informação) No contexto de bancos de dados, visão (view) é um objeto


que consiste em uma lista organizada de todos os elementos de dados que são
pertinentes para o sistema. A visão descreve entradas, saídas, composição de
depósito de dados e cálculos intermediários.

56- (CESPE - 2012 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Banco de


Dados) As visões definidas sobre várias tabelas por meio de junções, em geral,
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não são atualizáveis.

57- (CESPE - 2013 - TCE-RO - Auditor de Controle Externo - Tecnologia


da Informação) Para aperfeiçoamento das consultas em tabelas, em relação
ao tempo de atualização e de consulta dos registros, deve-se criar o maior
número de índices possível, independentemente do uso da tabela.

58- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) Associado a uma
tabela, sempre existe um índice, que é uma estrutura usada para melhorar a
velocidade de acesso aos dados da tabela.

59- (CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico -


Tecnologia da Informação - Administração de Dados) Um índice é um
artifício usado para se encontrar, rapidamente, linhas (registros) com valores
específicos. Sem um índice, o gerenciador precisará sempre procurar
determinados valores da primeira até a última linha do banco de dados. Esse
processo de busca, em tabelas muito grandes (com muitos registros), pode
demandar elevado tempo e causar até mesmo perdas significativas de
informação.

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Chaves e relacionamentos
60- (CESPE - 2015 - TRE-MT - Técnico Judiciário - Programação de
Sistemas) O conjunto de um ou mais campos cujos valores, considerando-se
a combinação de todos os campos da tupla, nunca se repetem e que podem ser
usados como um índice para os demais campos da tabela do banco de dados é
denominado de
a) domínio.
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b) primeira forma normal.


c) dicionário de dados.
d) chave estrangeira.
e) chave primária.

61- (CESPE - 2016 - TCE-PA - Auxiliar Técnico de Controle Externo -


Área Informática) Em bancos de dados relacionais, chave estrangeira é
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aquela que permite uma ligação lógica entre duas tabelas — a chave estrangeira
de uma tabela se liga logicamente à chave primária de outra tabela.

62- (CESPE - 2017 - TRE-BA - Analista Judiciário – Análise de Sistemas)


Em um banco de dados relacional, garante-se que determinado valor que
aparece em uma relação para dado conjunto de atributos também apareça em
um conjunto de atributos de outra relação por meio da
a) chave primária.
b) chave candidata.
c) integridade de domínio.
d) integridade referencial.
e) chave assimétrica.

63- (CESPE - 2016 - FUNPRESP-EXE - Especialista - Tecnologia da


Informação) Em um modelo de dados relacional, a integridade referencial
assegura que os valores dos campos presentes na chave estrangeira apareçam
na chave primária da mesma tabela, a fim de garantir a integridade dos dados.

64- (CESPE - 2015 - MEC - Desenvolvedor) A chave primária (PK) contém


apenas uma coluna, a chave secundária (SK) contém duas colunas e a chave
concatenada (CK) contém três ou mais colunas.

65- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Dados) Chave candidata é


um atributo especial capaz de identificar uma instância de determinada entidade
de maneira única. Assim, durante a modelagem relacional de dados, todas as

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chaves candidatas nas entidades em análise se tornam chaves primárias dessas


entidades.

66- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Dados) No contexto de banco


de dados relacionais, o conceito de dependência referencial assegura que um
valor que aparece em uma tabela para determinado conjunto de atributos
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apareça em outro conjunto de atributos de outra tabela. Assim, essa


dependência define, entre outras situações, que os valores dos campos que
aparecem em uma chave estrangeira devam aparecer na chave primária da
tabela referenciada.

67- (CESPE - 2015 - TJ-DFT - Analista Judiciário - Analista de Sistemas)


Em um banco de dados relacional, a chave estrangeira que existe em uma tabela
deve ser chave primária em outra tabela.
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68- (CESPE - 2015 - MEC - Administrador de Banco de Dados)


Integridade referencial baseia-se na ligação das informações das chaves
estrangeiras com as chaves primárias, ou candidatas a primárias, da tabela de
referência.

69- (CESPE - 2015 - CGE-PI - Auditor Governamental - Geral) Em um


relacionamento de tabelas de um banco de dados relacional, a chave estrangeira
serve para referenciar uma entidade dentro de outra tabela, facilitando, assim,
a busca e o agrupamento dessas entidades.

70- (CESPE - 2013 - MPU - Técnico - Tecnologia da Informação e


Comunicação) Quando o relacionamento entre duas tabelas é do tipo N:M, é
necessário criar uma nova tabela com as chaves primárias das tabelas
envolvidas.

71- (CESPE - 2013 - SERPRO - Analista - Suporte Técnico) O


relacionamento entre um conjunto de dados (tabelas) não existe fisicamente,
dado que é apenas lógico e representado por meio das chaves estrangeiras.

72- (CESPE - 2011 - MEC - Administrador de Dados) Cardinalidades


expressam o número de relacionamentos dos quais uma entidade participa.

73- (CESPE - 2011 - MEC - Administrador de Banco de Dados) No


relacionamento 1:N (um para muitos) em que haja autorrelacionamento, deve-
se incluir a chave primária da entidade na própria entidade como chave
estrangeira e gerar uma estrutura de acesso a partir dessa chave estrangeira.

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7. GABARITO
1 Errado 16 Certo 31 Certo 46 C 61 Certo
2 Certo 17 Errado 32 Certo 47 Certo 62 D
3 Certo 18 Errado 33 C 48 Errado 63 Errado

4 C 19 Certo 34 Errado 49 E 64 Errado


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5 Errado 20 Certo 35 Certo 50 Errado 65 Errado


6 Certo 21 Certo 36 Certo 51 Errado 66 Errado
7 Certo 22 Errado 37 Certo 52 Certo 67 Certo

8 Errado 23 Certo 38 Certo 53 Errado 68 Certo

9 Certo 24 Errado 39 Certo 54 Errado 69 Certo

10 Certo 25 Certo 40 Errado 55 Errado 70 Certo


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11 Errado 26 Errado 41 Certo 56 Certo 71 Certo

12 Errado 27 C 42 D 57 Errado 72 Errado


13 Certo 28 Certo 43 B 58 Errado 73 Certo

14 Errado 29 Certo 44 Certo 59 Certo

15 Certo 30 Errado 45 E 60 E

8. REFERÊNCIAS
BATTISTI, Julio. O Modelo Relacional de Dados. Disponível em:
https://juliobattisti.com.br/artigos/office/modelorelacional_p2.asp. Acesso em:
14 nov. 2017.
DATE, Christopher J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Rio de
Janeiro: Elsevier Brasil, 2003.
ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistema de Banco de Dados. 6ed.
São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2011.
SYLBERCHATZ, Abraham; KORTH, Henry F.; SUDARSHAN, S. Database
System Concepts. 6th. New York: McGraw-Hill, 2011.

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