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Universidade Estácio de Sá

Psicologia

Jenniffer Braga Cardoso

“A MORTE INVENTADA”

ALIENAÇÃO PARENTAL

Niterói

2017.2
Universidade Estácio de Sá

Psicologia

Jenniffer Braga Cardoso - 201301638803

“A MORTE INVENTADA”

ALIENAÇÃO PARENTAL

Trabalho apresentado como requisito para segunda


avaliação da disciplina Psicologia Jurídica do
curso de Psicologia da Universidade Estácio de Sá,
orientado pela professora Antônia Delacruz.

Niterói

2017.2

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SUMÁRIO:

1. Introdução ..................................................................................................... 04
2. Objetivo ......................................................................................................... 04
3. Desenvolvimento ........................................................................................... 05
4. Conclusão ...................................................................................................... 05
5. Referências Bibliográficas ............................................................................. 06

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1. INTRODUÇÃO:

Quando há a ruptura da vida conjugal de um relacionamento que possui o


envolvimento de filhos, faz-se necessária a distinção entre os termos conjugalidade e
parentalidade. Sendo o primeiro a livre opção dos cônjuges de estarem juntos ou não
e, o segundo termo, a capacidade psicológica de ser pai/mãe. Tais conceitos
independem um do outro, ou seja, quando há a separação dos genitores dos filhos
envolvidos no divórcio, a capacidade desses pais não é alterada ou diminuída apenas
pelos mesmos não estarem mais juntos.

Ainda assim, os processos de divórcios costumam envolver sentimentos que podem


atrapalhar a convivência do filho com os genitores. A partir disso, Richard Gardner
criou em 1985 o termo Síndrome de Alienação Parental (SAP), também conhecida
pela sigla em inglês PAS, para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a
treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de
ansiedade e temor em relação ao outro genitor.

Diante de tal realidade, foi instituída no Brasil a Lei 12.318/2010 que diz:

Artigo 2º - Considera-se ato de alienação parental a interferência na formação


psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos
genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua
autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo
ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.

2. OBJETIVO:

O presente trabalho tem como objetivo embasar o conceito de Alienação Parental com
o documentário “A morte inventada”, filme brasileiro lançado em 2009, dirigido por
Alan Minas e produzido pela Caraminhola Produções.

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3. DESENVOLVIMENTO:
Visando esclarecer a Alienação Parental e suas graves consequências, foi lançado um
documentário com o título “A morte inventada”, que reuniu vários depoimentos de
pais, filhos e profissionais envolvidos em casos.
Tal título, como já sugere, faz menção a uma fala repetida durante todo o filme: “matar
a imagem do outro dentro de alguém” e, se refere ao que é provocado na criança que
sofre de alienação parental por parte de um dos seus genitores que, dirige toda sua
frustração e desejo de vingança a essa tentativa de afastar a criança do outro genitor,
provocando a falsa morte desse na vida de seu filho.
O documentário se propõe a articular a teoria da Síndrome que é explicada por vários
profissionais e, a prática vivenciada pelas famílias. São apresentados sete casos, sendo
em sua maioria mulheres que praticaram alienação parental contra seus cônjuges.
Dentre esses, todos apresentando grande emoção em relembrar o sofrimento passado,
destaca-se um relato de uma jovem que passou onze anos sem ter contato com seu pai.
Ela relata que, na época da separação, se sentia obrigada a ter um tipo de “aliança”
com sua mãe no intuito de agredir seu pai. O filme mostra ainda dois casos de
denúncias falsas de abusos sexuais cometidos pelos genitores.
Além de apresentar tais emocionantes casos, o filme também apresenta a importância
da atuação de profissionais da área da Psicologia, Direito e Serviço Social.
Ao final do filme somos levados a reflexão a respeito das medidas que seriam
apropriadas para lidar com a SAP e, as sequelas daqueles que foram vítimas de
alienação.

4. CONCLUSÃO:

Após termos sido postos em contato com tão dura realidade através do documentário
apresentado, somos levados a refletir a respeito dos conceitos da Síndrome de
Alienação Parental que, em suma, vem a ser a real “morte inventada” do genitor que é
afastado de seu filho. A partir disso, nos vemos diante a urgente necessidade da atenção
e acompanhamento dos casos que são ainda tão comuns no Brasil apesar da instauração
da Lei 12.318/2010 que norteou e intensificou o cuidado com as crianças e
adolescentes que vivenciam situações de divórcio.

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5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BRASIL. Lei n.º 12.318, de 26 de agosto de 2010. Dispõe sobre a alienação


parental e altera o art. 236 da Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990. Diário Oficial
da República Federativa do Brasil. Brasília, DF, 27/08/2010, P. 3.

DELACRUZ, Antônia. Alienação Parental. 2017. 1 slide: color.

A MORTE inventada. Caraminhola Produções. Direção Alan Minas. Brasil: 2009.