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DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Ano XII – nº 70 – Porto Alegre, quinta-feira, 6 de abril de 2017

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

PUBLICAÇÕES JUDICIAIS

SECRETARIA DO PLENÁRIO, CORTE ESPECIAL E SEÇÕES


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 0363/2017

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

7ª E 8ª TURMAS

00001 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0000076-58.2009.4.04.7211/SC


RELATOR : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELANTE : JOEL VIANEI LOHN
ADVOGADO : Alessandra Pivetta Moraes Camisao e outros
: Jailson Fernandes
APELADO : (Os mesmos)
INTERESSADO : MARIO ALFREDO CAVALHEIRO
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INTERESSADO : MARIO ALFREDO CAVALHEIRO
ADV. (DT) : Carlos Alexandre Luz

EMENTA

PENAL. CRIME CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA. ART. 1º, II E III, DA


LEI Nº 8.137/90. INÉPCIA DA DENÚNCIA. NÃO VERIFICAÇÃO. OMISSÃO
DE RECEITAS. PRESUNÇÃO RELATIVA. AUTORIA E MATERIALIDADE
DEMONSTRADAS. DOLO GENÉRICO. DESCLASSIFICAÇÃO PARA O
TIPO DO ART. 2º DA LEI Nº 8.137/90. NÃO CABIMENTO. DOSIMETRIA.
PARTICIPAÇÃO DE MENOR IMPORTÂNCIA. NÃO RECONHECIMENTO.
ART. 12, I, DA LEI Nº 8.137/90. GRAVE DANO À COLETIVIDADE.
CONTINUIDADE DELITIVA. PENA DE MULTA. MAJORAÇÃO.
SUBSTITUIÇÃO. PERDA DE BENS E VALORES. INVIABILIDADE.

1. Não há falar em inépcia da denúncia se a peça acusatória contém explícita


menção à conduta delitiva imputada ao acusado, oportunizando o exercício da ampla defesa
e do contraditório.
2. Não há falar em cerceamento de defesa pelo indeferimento da perícia técnica
quando essa se demonstrar além de desnecessária, de cunho eminentemente protelatório.
3. O fato de a apuração do crédito tributário ter se dado mediante arbitramento
pela autoridade fiscal, hipótese prevista pela legislação tributária, não retira a presunção de
legitimidade do ato administrativo e nem afasta a prova da materialidade.
4. O art. 42 da Lei nº 9.430/96 consolida uma presunção relativa de ocorrência
de omissão de receitas ou rendimentos quando seu titular, regularmente intimado, não
comprova a origem dos recursos creditados em sua conta corrente.
5. Em se tratando de crimes contra a ordem tributária, aplica-se a teoria do
domínio do fato. É autor do delito aquele que detém o domínio da conduta, ou seja, o domínio
final da ação, aquele que decide se o fato delituoso vai acontecer ou não. Tratando-se de
tributo devido pela pessoa jurídica, autor será aquele que efetivamente exerce o comando
administrativo da empresa, podendo ser o administrador, o sócio-gerente, diretor,
administrador por procuração de sócio ou mesmo um administrador de fato que se valha de
interposta pessoa.
6. O elemento subjetivo do tipo é o dolo genérico, bastando, para a
perfectibilização do delito, que o agente tenha a vontade livre e consciente de suprimir ou
reduzir o pagamento de tributos.
7. Diferentemente do delito previsto no art. 1º da Lei nº 8.137/90, o crime
tipificado no art. 2º, I, da Lei nº 8.137/90 é formal, ou seja, independe da obtenção do
resultado. Perfectibilizada a redução ou supressão do tributo, descabida a desclassificação.
8. Comprovadas a autoria, a materialidade e o dolo, e sendo o fato típico,
antijurídico e culpável, considerando a inexistência de causas excludentes de ilicitude e de
culpabilidade, resta evidenciada a prática do delito do art. 1º, II e III, da Lei nº 8.137/90.
9. "A dosimetria da pena é matéria sujeita a certa discricionariedade judicial. O
Código Penal não estabelece rígidos esquemas matemáticos ou regras absolutamente
objetivas para a fixação da pena." (HC 107.409/PE, 1.ª Turma do STF, Rel. Min. Rosa Weber,
un., j. 10.4.2012, DJe-091, 09.5.2012), devendo ser tomados em conta os princípios da
necessidade e eficiência, decompostos nos diferentes elementos previstos no art. 59 do
Código Penal, principalmente na censurabilidade da conduta.
10. Não há falar em participação de menor importância (art. 29, § 1º, do Código
Penal) quando o agente, na condição de sócio-administrador da pessoa jurídica, realiza a

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conduta típica de suprimir tributos mediante fraude.
11. Tratando-se de sonegação de elevada monta de tributos, deve ser
reconhecida a gravidade do dano à coletividade e, via de consequência, a aplicação da causa
de aumento de pena prevista no art. 12, I, da Lei nº 8.137/90.
12. Tratando-se de supressão de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e
tributação reflexa, devem ser considerados os exercícios financeiros para fins de aplicação
da continuidade delitiva.
13. A fixação da pena de multa obedece ao sistema bifásico, devendo guardar
proporcionalidade com a sanção corporal imposta, tendo-se como parâmetro a menor e maior
pena prevista no ordenamento jurídico.
14. Não tendo a pena de multa tarifação expressa no tipo, deve-se tomar como
balizadores as penas mínimas e máximas de todo o Código Repressivo. Cabível o aumento da
pena de multa, para guardar proporcionalidade com a pena privativa de liberdade.
15. Inviável a substituição da pena privativa de liberdade por pena restritiva de
direitos de perda de bens e valores no limite do valor sonegado, uma vez que a Fazenda
Pública tem condições de executar o crédito tributário e que suficiente a prestação pecuniária
e a prestação de serviços à comunidade fixadas para a prevenção e a reprovação delitivas.
16. Apelação criminal do réu desprovida. Apelação criminal da acusação
parcialmente provida, para majorar a pena de multa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação criminal do réu e, por maioria, dar parcial provimento à apelação
criminal da acusação, para majorar o valor da pena de multa, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 29 de março de 2017.


00002 MANDADO DE SEGURANÇA Nº 0000005-77.2017.4.04.0000/PR
RELATOR : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
IMPETRANTE : MIGUEL KRUG FILHO
ADVOGADO : Jorge Vicente Silva
IMPETRADO : JUÍZO FEDERAL DA 1A VF DE PARANAGUÁ
INTERESSADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
INTERESSADO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União

EMENTA

MANDADO DE SEGURANÇA. VIOLAÇÃO DO DIREITO LÍQUIDO E


CERTO NÃO DEMONSTRADA. DILAÇÃO PROBATÓRIA.

1. A impetração de mandado se segurança exige a prova pré-constituída do


direito alegado, não admitindo dilação probatória.
2. Hipótese em que a violação do direito líquido e certo não restou cabalmente
demonstrada pela parte impetrante, pois depende de dilação probatória, inviável em se
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tratando de ação mandamental.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 8º Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, não conhecer
do mandado de segurança, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 29 de março de 2017.


00003 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0003128-03.2006.4.04.7006/PR
RELATOR : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : VITOR HUGO RIBEIRO BURKO
ADVOGADO : Cesar Lourenco Soares Neto e outro
: André Gustavo Meyer Tolentino
APELANTE : FLAVIO ALEXANDRE
ADVOGADO : Marco Antonio Farah e outros
APELANTE : EDONY ANTONIO KLUBER
ADVOGADO : Marco Antonio Farah e outros
: Sergio Roberto Losso
APELANTE : JOAO GILBERTO SCHINEMANN
ADVOGADO : Maybi Francielle Panizio Brogliatto Moreira
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

EMENTA

PENAL. ARTIGO 1º, § 2º, DO DECRETO-LEI Nº 201/67. PRESCRIÇÃO.


DISPENSA DE LICITAÇÃO. ART. 89, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO, DA
LEI Nº. 8.666/93. DOLO. NÃO COMPROVAÇÃO. ABSOLVIÇÃO.

1. Verificado o transcurso do prazo prescricional aplicável, considerando a


pena aplicada na sentença, entre a data dos fatos e a data do recebimento da denúncia, é de se
reconhecer extinta a punibilidade dos acusados pela prática do crime do artigo 1º, § 2º, do
Decreto-Lei nº 201/67.
2. O elemento subjetivo do tipo previsto no art. 89 da Lei nº 8.666/93 é o dolo.
Pune-se o agente que dispensar ou inexigir licitação fora das hipóteses previstas em lei, ou
deixar de observar as formalidades pertinentes à dispensa ou à inexigibilidade.
3. Considerando que a acusação não se desincumbiu do ônus da prova, em razão
da ausência de um conjunto probatório suficiente, robusto e inarredável, remanesce dúvida
razoável do dolo dos acusados, devendo ser reformada a sentença e absolvidos os réus, com
base no artigo 386, VII, do Código de Processo Penal.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 4 / 477


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento às apelações criminais, para declarar extinta a punibilidade dos condenados pelo
crime do artigo 1º, § 2º, do Decreto-Lei nº 201/67, e para absolver todos os réus da imputação
da prática do crime do artigo 89 da Lei nº 8.666/93, com base no artigo 386, VII, do Código
de Processo Penal, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 29 de março de 2017.
Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 0376/2017

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

1ª SEÇÃO / 2ª SEÇÃO / CORTE ESPECIAL JUDICIAL

00001 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO REGIMENTAL EM AÇÃO


RESCISÓRIA Nº 0000543-92.2016.4.04.0000/SC
RELATOR : Des. Federal LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE
EMBARGANTE : SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL
- SINASEFE - SEÇÃO SINDICAL DE SANTA ROSA DO SUL
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros
: Luciana Ines Rambo
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

EMENTA

ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE


DECLARAÇÃO. AÇÃO RESCISÓRIA. OBSCURIDADE E
CONTRADIÇÃO. INOCORRÊNCIA. ERRO MATERIAL. CORREÇÃO
DE OFÍCIO. PREQUESTIONAMENTO.

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São cabíveis embargos de declaração quando houver no acórdão obscuridade,
contradição ou for omisso em relação a algum ponto sobre o qual o Tribunal devia ter se
pronunciado e não o fez (CPC, art. 535), ou ainda, por construção jurisprudencial, para fins
de prequestionamento, como indicam as súmulas 282 e 356 do e. STF e a 98 do e. STJ.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, corrigir, de
ofício, o erro material do voto embargado e dar parcial provimento aos embargos de
declaração, exclusivamente para fins de prequestionamento, mantido o dispositivo do
acórdão, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 30 de março de 2017.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 0389/2017

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

1ª SEÇÃO / 2ª SEÇÃO / CORTE ESPECIAL JUDICIAL

00001 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AÇÃO RESCISÓRIA Nº 0000164-


88.2015.4.04.0000/PR
RELATOR : Des. Federal LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE
EMBARGANTE : DIONISIO ROZENA DOS SANTOS e outros
: MAURO DA SILVA
: MAURO GONCALVES
: NELSON DE OLIVEIRA
: MARCELO TRINDADE DE ALMEIDA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 6 / 477


: JOÃO LUIZ ARZENO DA SILVA
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
: Marcelo Trindade de Almeida
EMBARGANTE : FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - FUNASA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

EMENTA

ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE


DECLARAÇÃO. AÇÃO RESCISÓRIA. OBSCURIDADE. ERRO
MATERIAL. CORREÇÃO. OMISSÃO. INOCORRÊNCIA.
PREQUESTIONAMENTO.

São cabíveis embargos de declaração quando houver no acórdão obscuridade,


contradição ou for omisso em relação a algum ponto sobre o qual o Tribunal devia ter se
pronunciado e não o fez (CPC, art. 535), ou ainda, por construção jurisprudencial, para fins
de prequestionamento, como indicam as súmulas 282 e 356 do e. STF e a 98 do e. STJ.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento aos embargos de declaração da parte autora para corrigir o erro material e
para fins de prequestionamento, bem como da parte ré, exclusivamente para fins de
prequestionamento, mantido o dispositivo do acórdão, nos termos do relatório, votos e notas
taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 30 de março de 2017.


00002 AÇÃO RESCISÓRIA Nº 0000164-88.2015.4.04.0000/PR
RELATOR : Des. Federal LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE
AUTOR : DIONISIO ROZENA DOS SANTOS e outros
: MAURO DA SILVA
: MAURO GONCALVES
: NELSON DE OLIVEIRA
: MARCELO TRINDADE DE ALMEIDA
: JOÃO LUIZ ARZENO DA SILVA
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva
: Marcelo Trindade de Almeida
REU : FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - FUNASA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

EMENTA

ADMINISTRATIVO. PROCESSUAL CIVIL. EXECUÇÃO DE


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 7 / 477
ADMINISTRATIVO. PROCESSUAL CIVIL. EXECUÇÃO DE
SENTENÇA. VIOLAÇÃO A LITERAL DISPOSITIVO DE LEI.
INOCORRÊNCIA. AÇÃO RESCISÓRIA COMO SUCEDÂNEO
RECURSAL. DESCABIMENTO.

1. A ação rescisória não pode e não deve ser utilizada como sucedâneo recursal
perante a inconformidade de decisão contrária aos interesses pretendidos pela parte. Tanto é
assim que sua previsão é de utilização restrita, somente nas hipóteses previstas em lei.
2. Para ter cabida a rescisória com base no art. 485, inc. V, do CPC/73, é
necessário que a interpretação conferida pela decisão rescindenda seja de tal forma
extravagante que infrinja o preceito legal em sua literalidade.
3. É cediço que o ajuizamento da ação rescisória não se mostra cabível na
hipótese em que, a pretexto da alegada existência de afronta a literal dispositivo de lei, a
parte tenha por objetivo um novo julgamento da contenda, tendente a buscar entendimento
jurídico diverso, no todo ou em parte, daquele anteriormente adotado e, desta feita,
inteiramente favorável às suas pretensões.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, julgar
improcedente a ação rescisória, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 01 de dezembro de 2016.


Expediente

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Expediente SPLE Nro 087/2017

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

AUTOS COM DESPACHO


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0003033-68.2013.4.04.9999/PR
RELATOR : Juiz Federal MARCELO DE NARDI
APELANTE : MARIA DO CARMO PRATIZ SANTOS
ADVOGADO : Claudio Marcio de Araujo

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APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

<b>Relatório.</b> Maria do Carmo Pratiz Santos ajuizou ação ordinária contra


o INSS em 19out.2011, postulando auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez. Alegou
ser trabalhadora rural boia-fria e estar impossibilitada de trabalhar por ser portadora de
hipertensão arterial sistêmica, diabetes e lumbago com ciática.
O INSS contestou <b>(fls. 30 a 34)</b> apontando falta de interesse processual,
por não ter sido requerido administrativamente o benefício. Postulou a extinção do processo
sem resolução do mérito, com fundamento no inc. VI do art. 267 do CPC1973.
Foi realizada perícia <b>(fls. 45 a 54)</b>, que concluiu pela capacidade para o
trabalho.
O Juízo de origem não analisou em sentença <b>(fl. 64)</b> a preliminar de
falta de interesse processual suscitada em contestação, e julgou improcedente o pedido ao
fundamento de que a autora estava apta ao trabalho. A demandante foi condenada ao
pagamento das custas processuais e honorários de advogado, estes fixados em quatrocentos
reais, verbas cuja exigibilidade ficou suspensa nos termos da gratuidade da justiça <b>(fl.
28)</b>.
A autora apelou <b>(fls. 67 a 77)</b> requerendo a procedência do pedido
inicial. Sem contrarrazões, veio o processo a este Tribunal, onde foi proferida decisão em
25mar.2013<b> (fl. 82)</b> determinando a baixa de processo em diligência para tomada de
prova oral quanto à condição de segurada especial da autora.
O processo voltou à origem, e foi realizada audiência de instrução em 3set.2013
<b>(fl. 87)</b>, momento em que a autora, por seu procurador, requereu a extinção do
processo sem resolução do mérito.
Foi proferida sentença<b> (fl. 89)</b> em 30set.2013 julgando o feito extinto
sem resolução do mérito, com base no inc. VIII do art. 267 do CPC1973. Contra essa decisão
o INSS opôs embargos de declaração <b>(fl. 94)</b>, afirmando que a jurisdição do Juízo de
origem estaria encerrada, porque o Tribunal determinou somente baixa do processo em
diligência. Os embargos foram acolhidos para determinar a remessa do processo a este
Tribunal <b>(fl. 95)</b>.
Foi proferida decisão pelo Relator em 21mar.2014 <b>(fl. 98)</b>
determinando a intimação para que a autora eventualmente manifestasse renúncia do direito
sobre o qual se funda a ação. O prazo transcorreu sem resposta <b>(verso da fl. 98)</b>. Em
nova decisão da Relatora <b>(fl. 99)</b>, de 27jun.2014, anulou-se a sentença da fl. 89, e se
determinou a oitiva de testemunhas.
O processo voltou à origem, e foi realizada audiência de instrução em
4nov.2014 <b>(fl. 104)</b>, momento em que a autora, por seu procurador, mais uma vez
requereu a extinção do processo sem resolução do mérito, alegando ter proposto ação
requerendo aposentadoria rural por idade. Em 10nov.2014 foi proferida nova sentença de
extinção do processo sem resolução do mérito com base no inc. VIII do art. 267 do CPC1973
<b>(fl. 105)</b>.
O INSS apelou <b>(fls. 108 e 109)</b> requerendo a extinção do processo com
resolução de mérito. Sem contrarrazões, o processo veio a este Tribunal, onde foi proferida
decisão em 6abr.2015 <b>(fl. 113)</b> determinando ao Juízo de origem a intimação pessoal
do procurador da autora para manifestar eventual renúncia do direito sobre o qual se funda a

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 9 / 477


ação.
A carta de intimação foi devolvida sem cumprimento, por não ter sido
localizado o procurador da autora <b>(fls. 118 e 119)</b>. Foi proferida decisão em
12jun.2015 <b>(fl. 120)</b>, determinando a renovação da intimação. Efetuada a intimação
<b>(fl. 139)</b>, o prazo transcorreu sem manifestação. O processo foi novamente remetido
a este Tribunal <b>(fl. 141)</b>, e está concluso para julgamento a cargo deste Relator.
<b>Fundamentação.</b> <b>Interesse processual e prévio requerimento
administrativo.</b> O Supremo Tribunal Federal no julgamento do RE 631240/MG,
submetido ao regime da "repercussão geral" de que trata o art. 543-B do CPC1973 (art. 976
do CPC2015), fixou tese jurídica no sentido da indispensabilidade de prévio requerimento
administrativo de benefício previdenciário como pressuposto para que se possa acionar
legitimamente o Poder Judiciário, dispensado o exaurimento da tramitação administrativa.
O raciocínio vencedor no julgado classificou as ações previdenciárias,
registrando-se para o caso deste processo a qualidade própria de "<i>demandas que
pretendem obter uma prestação ou vantagem inteiramente nova ao patrimônio jurídico do
autor (concessão de benefício, averbação de tempo de serviço e respectiva certidão,
etc.)</i>". Para essa categoria "<i>como regra, exige-se a demonstração de que o interessado
já levou sua pretensão ao conhecimento da Autarquia e não obteve a resposta desejada</i>",
e consequentemente <u>a falta de prévio requerimento administrativo deve implicar na
extinção do processo judicial sem resolução do mérito</u>, por ausência de interesse
processual.
A conclusão não desconsiderou os casos em que o entendimento da Autarquia
for notoriamente contrário à pretensão do interessado, salientando não ser, então, exigível o
prévio requerimento administrativo. A ressalva indicou que não se enquadram nessa hipótese
excepcional os casos em que se pretende benefício para trabalhador informal.
Considerando a existência de muitos processos judiciais em que o INSS é
demandado, o STF fixou uma fórmula de transição aplicável a todos os processos ajuizados
até a data do julgamento, cujos preceitos são:
<b>a)</b> nas ações ajuizadas no âmbito de Juizado Itinerante, a falta do requerimento
administrativo não implicará na extinção do processo sem resolução do mérito;
<b>b)</b> <u>nas ações em que o INSS tiver apresentado contestação de mérito, estará
caracterizado o interesse processual</u> pela resistência à pretensão, implicando na
possibilidade de resolução do mérito, independentemente do requerimento administrativo;
<b>c)</b> <u>nas demais ações em que ausente o requerimento administrativo</u>:
<b>c.1)</b> <u>o processo será remetido ao Juízo de origem para oportunizar ao
pretendente do benefício formular diretamente ao INSS pedido administrativo no prazo
de trinta dias</u>, sob pena de extinção do processo sem resolução do mérito por falta
de interesse processual;
<b>c.2)</b> comprovado o requerimento administrativo, o Juiz determinará ao
<u>INSS que resolva o pedido em no prazo de noventa dias</u>.
Nos casos do item <i>c)</i>, se o pedido for acolhido administrativamente ou
não puder ter o seu mérito analisado devido a razões imputáveis ao requerente (não
comparecimento à perícia ou à entrevista), extingue-se a ação. Por outro lado, negado o
pedido, estará caracterizado o interesse processual, e o processo deverá prosseguir. Em
qualquer caso, a análise quanto à subsistência da necessidade do provimento jurisdicional
deverá ser refeita pelo Juiz.
Dentre as deliberações do julgado consta que "<i>tanto a análise administrativa
quanto a judicial deverão levar em conta a <u>data do início da ação como data da entrada
do requerimento</u>, para todos os efeitos legais</i>."
<b>Neste caso</b>, caberia, em princípio, a aplicação da fórmula de transição
do item <i>c)</i>, visto que:

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1) a ação foi ajuizada antes do julgamento do RE 631240/MG;
2) não há requerimento administrativo; e
3) o INSS não apresentou contestação de mérito.
As particularidades deste caso, todavia, determinam solução diversa. A
aplicação da regra de transição fixada pelo Supremo Tribunal Federal acarretaria nova
anulação da sentença e retorno do processo à origem para que a autora fosse instada a
requerer administrativamente o benefício, de forma a constituir a oportunidade do INSS de
examinar sua pretensão e eventualmente a ela resistir quando, enfim, estaria caracterizado o
interesse processual.
Aqui, contudo, está evidente que a demandante não tem interesse no
prosseguimento do processo, e não está mais interessada no interesse útil que o julgamento
lhe poderia entregar.
Em duas oportunidades de audiência de instrução <b>(fls. 87 e 104)</b>, o ato
não se realizou porque a autora, através de procurador constituído, requereu a extinção do
processo sem resolução do mérito. Na segunda ocasião <b>(fl. 104)</b> afirmou
complementarmente que não teria interesse no resultado do processo por estar requerendo
aposentadoria rural por idade em outro processo, benefício inacumulável com o aqui
pretendido. As intimações pessoais da autora <b>(fl. 98)</b> e de seu procurador <b>(fls.
113 e 120)</b> para eventual renúncia ao direito sobre o qual se funda a ação, resultaram
resposta.
Embora não se possa considerar caracterizadas as hipóteses de desídia ou
abandono da causa dos incs. II e III do art. 267 do CPC1973 (incs. II e II do art. 485 do
CPC2015), evidencia-se a falta de interesse na busca pelo direito deduzido na petição inicial,
que se caracterizaria pelo requerimento administrativo a ser formalizado pela autora, que até
este momento não se concretizou. Ao revés, a autora deduziu requerimento administrativo
incompatível com o direito aqui postulado, o que mais leva a crer que não cumprirá a
condição de requerer prevista pelo Supremo Tribunal Federal em sua solução de política
judiciária para a falta de interesse processual evidente neste processo.
A sentença recorrida está em desconformidade com a orientação vinculante do
STF em julgamento de demandas repetitivas no que se refere ao fundamento empregado
(desistência da ação, inc. VIII do art. 267 do CPC1973), que deve ser o de falta de interesse
processual (parte final do inc. VI do art. 267 do CPC1973, e parte final do inc. VI do art. 485
do CPC2015), o que autoriza o julgamento monocrático pelo Relator, conforme o inc. I do art.
1.011, e o inc. III do art. 932 do CPC2015.
Ausente o interesse processual, impõe-se a reforma da sentença para alteração
de fundamento, mantida a conclusão de extinção do processo sem resolução de mérito, nos
termos da parte final do inc. VI do art. 485 do CPC2015, como requerido pelo INSS em
contestação.
<b>Dispositivo.</b> Pelo exposto, nego provimento à apelação do INSS, com
base no inc. IV do art. 932, e no inc. I do art. 1.011, do CPC2015, por o julgado recorrido
contrariar em seu fundamento tese jurídica vinculante estabelecida pelo Supremo Tribunal
Federal, mantida a extinção do processo sem resolução do mérito, com fundamento retificado
para indicar o inc. VI do art. 485 do CPC2015.
Está prejudicada a apelação da autora.
Dadas as peculiaridades do caso, suportará a autora as despesas do processo, e
pagará honorários aos patronos do INSS arbitrados em dois mil reais, dada a ausência de
valor objetivo do processo apurável neste momento. Observar-se-ão as condições da
gratuidade da justiça.
Intimem-se.
Transitada em julgado esta decisão, restitua-se o processo ao Juízo de origem.
Porto Alegre, 24 de março de 2017.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 11 / 477
APELAÇÃO CÍVEL Nº 0023852-89.2014.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELANTE : PAULO ROBERTO AVILA DE ABREU
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outro
APELADO : (Os mesmos)

DECISÃO

Tendo em vista a petição de fls. 202-203, por meio da qual a parte autora
renuncia expressamente ao direito sobre o qual se funda a ação, especificamente quanto à
não-aplicação do fator previdenciário, HOMOLOGO o pedido de desistência e, quanto ao
ponto específico, extingo o feito com julgamento do mérito, nos termos do art. 487, III, "c",
do NCPC, condenando a parte autora em custas e honorários advocatícios, estes fixados em
10% sobre o valor da causa, suspendendo a exigibilidade do pagamento, tendo em vista a
concessão do benefício da gratuidade judiciária (fl. 114).

Por conseguinte, torno sem efeito a decisão de sobrestamento da fl. 198.

Transitada em julgado a presente decisão, retornem os autos para regular


prosseguimento.

Intimem-se.

Porto Alegre, 29 de março de 2017.


APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0003065-34.2017.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : EDERIO JONCK
ADVOGADO : Charliane Michels e outros
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ITUPORANGA/SC

DECISÃO

Trata-se de apelação e remessa necessária em face da sentença (21-11-2016)


que julgou procedente o pedido inicial para condenar o INSS a implantar, em favor da parte
autora, o benefício de auxílio-doença com conversão em aposentadoria por invalidez, a
contar do indeferimento administrativo, ocorrido em 22 de junho de 2015, atualizado
monetariamente.
O apelante insurge-se tão somente quanto aos índices de correção monetária e
percentual de juros de mora.
Decorrido o prazo das contrarrazões, e também por força do reexame
necessário, vieram os autos para julgamento.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 12 / 477


É o relatório. Decido.
No que se refere à questão da atualização monetária das quantias a que é
condenada a Fazenda Pública, dado o caráter acessório de que se reveste, não deve ser
impeditiva da regular marcha do processo no caminho da conclusão da fase de
conhecimento.
Firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e
da correção monetária por eventual condenação imposta ao ente público e seus termos
iniciais, a forma como serão apurados os percentuais correspondentes, sempre que se
revelar fator impeditivo ao eventual trânsito em julgado da decisão condenatória, pode
ser diferida para a fase de cumprimento, observando-se a norma legal e sua
interpretação então em vigor. Isso porque é na fase de cumprimento do título judicial que
deverá ser apresentado, e eventualmente questionado, o real valor a ser pago a título de
condenação, em total observância à legislação de regência.
O recente art. 491 do NCPC, ao prever, como regra geral, que os consectários já
sejam definidos na fase de conhecimento, deve ter sua interpretação adequada às diversas
situações concretas que reclamarão sua aplicação. Não por outra razão seu inciso I traz
exceção à regra do caput, afastando a necessidade de predefinição quando não for
possível determinar, de modo definitivo, o montante devido. A norma vem com o objetivo
de favorecer a celeridade e a economia processuais, nunca para frear o processo.
E no caso, o enfrentamento da questão pertinente ao índice de correção
monetária, a partir da vigência da Lei 11.960/09, nos débitos da Fazenda Pública, embora de
caráter acessório, tem criado graves óbices à razoável duração do processo, especialmente se
considerado que pende de julgamento no STF a definição, em regime de repercussão geral,
quanto à constitucionalidade da utilização do índice da poupança na fase que antecede a
expedição do precatório (RE 870.947, Tema 810).
Tratando-se de débito, cujos consectários são totalmente regulados por lei,
inclusive quanto ao termo inicial de incidência, nada obsta a que sejam definidos na fase de
cumprimento do julgado, em que, a propósito, poderão as partes, se assim desejarem, mais
facilmente conciliar acerca do montante devido, de modo a finalizar definitivamente o
processo.
Sobre esta possibilidade, já existe julgado da Terceira Seção do STJ, em que
assentado que "diante a declaração de inconstitucionalidade parcial do artigo 5º da Lei n.
11.960/09 (ADI 4357/DF), cuja modulação dos efeitos ainda não foi concluída pelo Supremo
Tribunal Federal, e por transbordar o objeto do mandado de segurança a fixação de
parâmetros para o pagamento do valor constante da portaria de anistia, por não se tratar de
ação de cobrança, as teses referentes aos juros de mora e à correção monetária devem ser
diferidas para a fase de execução. 4. Embargos de declaração rejeitados". (EDcl no MS
14.741/DF, Rel. Ministro JORGE MUSSI, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 08/10/2014, DJe
15/10/2014).
Na mesma linha vêm decidindo as duas turmas de Direito Administrativo desta
Corte (2ª Seção), à unanimidade, (Ad exemplum: os processos 5005406-14.2014.404.7101 3ª
Turma, julgado em 01-06-2016 e 5052050-61.2013.404.7000, 4ª Turma, julgado em
25/05/2016).
Portanto, em face da incerteza quanto ao índice de atualização monetária, e
considerando que a discussão envolve apenas questão acessória no contexto da lide, à luz do
que preconizam os art. 4º, 6º e 8º do novo Código de Processo Civil, mostra-se adequado e
racional diferir-se para a fase de execução a decisão acerca dos critérios de correção, ocasião
em que, provavelmente, a questão já terá sido dirimida pelo tribunal superior, o que
conduzirá à observância, pelos julgadores, ao fim e ao cabo, da solução uniformizadora.
A fim de evitar novos recursos, inclusive na fase de cumprimento de sentença, e
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 13 / 477
A fim de evitar novos recursos, inclusive na fase de cumprimento de sentença, e
anteriormente à solução definitiva pelo STF sobre o tema, a alternativa é que o cumprimento
do julgado se inicie, adotando-se os índices da Lei 11.960/2009, inclusive para fins de
expedição de precatório ou RPV pelo valor incontroverso, diferindo-se para momento
posterior ao julgamento pelo STF a decisão do juízo sobre a existência de diferenças
remanescentes, a serem requisitadas, acaso outro índice venha a ter sua aplicação legitimada.
Os juros de mora, incidentes desde a citação, como acessórios que são, também
deverão ter sua incidência garantida na fase de cumprimento de sentença, observadas as
disposições legais vigentes conforme os períodos pelos quais perdurar a mora da Fazenda
Pública.
Evita-se, assim, que o presente feito fique paralisado, submetido a infindáveis
recursos, sobrestamentos, juízos de retratação, e até ações rescisórias, com comprometimento
da efetividade da prestação jurisdicional, apenas para solução de questão acessória.
Cabe destacar que a Terceira Seção desta Corte, em situação análoga, julgando
o processo nº 0000343-90.2013.4.04.0000/PR, à unanimidade, decidiu pelo diferimento para
a fase de cumprimento de sentença/execução, a adoção dos critérios legais de atualização
monetária.
Assim, é caso de diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos
consectários legais.
Passo à análise da remessa necessária.
Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e será
aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais praticados e
as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".
O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e
acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.
Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame
obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.
A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de
2015 (sem grifos no original):

Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão
depois de confirmada pelo tribunal, a sentença:

I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas


respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o
juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do
respectivo tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa


necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito


econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e


fundações de direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as


respectivas autarquias e fundações de direito público e os Municípios que
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 14 / 477
respectivas autarquias e fundações de direito público e os Municípios que
constituam capitais dos Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver


fundada em:

I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de


assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou
súmula administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial
(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).
Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa
necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.
Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo
Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.
Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública
em valor superior ou igual a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.
No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte
autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.
A sentença de 21 de novembro de 2016 condenou o INSS ao pagamento de
auxílio-doença com conversão em aposentadoria por invalidez, a contar de 22 de junho de
2015, quando manejado o requerimento administrativo, tratando-se de benefício de renda
mínima, ou seja, no valor do salário mínimo. Assim, o valor que a autarquia previdenciária
não pagou à parte autora equivale a 20 (vinte) salários mínimos, acrescidos de correção
monetária e juros.
Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao
julgado.
Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência o montante
final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.
Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)
salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
não deve ser conhecida nesta Corte.
Ante o exposto, com apoio no art. 932, inciso III, do Código de Processo Civil
e no art. 37, inciso XII e § 2º, inciso II, do Regime Interno do Tribunal Regional Federal
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 15 / 477
da 4ª Região - RITRF4, julgo prejudicado o presente recurso e não conheço da remessa
necessária, devendo os autos retornar ao juízo de origem para prosseguimento da
execução do julgado.

Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 30 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011112-65.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO
JÚNIOR
APELANTE : WENCESLAU DOS SANTOS
ADVOGADO : Eduardo Koetz
: Luiza Amaral Dullius
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011126-49.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO
JÚNIOR
APELANTE : ANA PAULA CAMARGO DE JESUS
ADVOGADO : Eduardo Koetz
: Luiza Amaral Dullius
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 16 / 477


Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013980-16.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO
JÚNIOR
APELANTE : DALVA DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Jeferson Nessi Braga
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002847-06.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
PARTE AUTORA : PAULO ADAIR DA VEIGA
ADVOGADO : Greice Chisini Siqueira Fleck e outro
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE DOIS IRMÃOS/RS

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 17 / 477


Trata-se de remessa oficial de sentença, em que julgado improcedente pedido de
concessão de auxílio-acidente, a contar da data da cessação do auxílio-doença.

Sem interposição de recursos voluntários, vieram os autos a este Tribunal por


força do reexame necessário.

Decido

Em se tratando de sentença de improcedência, em que não houve sucumbência


da Autarquia Previdenciária, incabível a remessa oficial por não se enquadrar na hipótese de
incidência do art. 496 do novo CPC, que repete dispositivo constante no art. 475 do antigo
CPC (reexame necessário).

Portanto, não conheço da remessa oficial.


Intimem-se.
Publique-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0015525-24.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : NEUZA RASTELI GALERIANI
ADVOGADO : Nelvandes Carlos de Jesus Alves
: Nara Darde Ortiz
: Ariana das Neves Oliva
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DESPACHO

Trata-se de apelação interposta da sentença que julgou improcedente o pedido


de concessão de Aposentadoria por Idade Rural, condenando a parte autora ao pagamento
das custas processuais e dos honorários advocatícios, estes fixados em R$ 1.000,00 (mil
reais), suspensa a exigibilidade de tais verbas em razão do deferimento da assistência
judiciária gratuita.

É o breve relatório. Decido.

Assim previsto o art. 407 do CPC/73:

Art. 407. Incumbe às partes, no prazo que o juiz fixará ao designar a data da audiência,
depositar em cartório o rol de testemunhas, precisando-lhes o nome, profissão, residência
e o local de trabalho; omitindo-se o juiz, o rol será apresentado até dez (10) dias antes da
audiência.

No presente caso, observo que a parte autora apresentou o rol de testemunhas


fora do prazo estabelecido no diploma legal, todavia as testemunhas compareceram
espontaneamente na audiência aprazada, independente de intimação. O magistrado singular
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 18 / 477
indeferiu a oitiva das testemunhas presentes no ato, se limitando a colher o depoimento
pessoal da autora, tendo posteriormente proferido sentença de improcedência
fundamentando na insuficiência de provas.

O excessivo formalismo, todavia, no atendimento de regras processuais não


deve ser erigido em obstáculo à apuração da verdade ou à formação do convencimento. A
melhor política de prestação jurisdicional é a elucidação dos fatos; por isto o art. 130 do
CPC/73 (art. 370 do CPC/15) propicia seja a testemunha ouvida mesmo apontada ex officio
pelo juiz.

Neste sentido:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. PROVA


TESTEMUNHAL. JUNTADA EXTEMPORÂNEA DO ROL DE TESTEMUNHAS. 1. Em
matéria previdenciária, as regras processuais devem ser aplicadas tendo em mira a busca
da verdade real. 2. Sendo a prova testemunhal indispensável para a comprovação de
tempo de serviço sem registro em CTPS, mera formalidade relativa ao prazo de
apresentação do rol de testemunhas não se presta, no caso, para justificar o
cancelamento da audiência de instrução e julgamento, devendo ser determinada a
realização do referido ato processual, a fim de que não seja causado prejuízo à parte
autora. (TRF4, AG 5024662-37.2013.404.0000, Quinta Turma, Relator p/ Acórdão
Ricardo Teixeira do Valle Pereira, juntado aos autos em 09/12/2013)

PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO. ATIVIDADE RURAL. PROVA


TESTEMUNHAL. PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DO ROL DE TESTEMUNHAS.
DISPOSIÇÃO DE COMPARECIMENTO INDEPENDENTEMENTE DE INTIMAÇÃO. 1. A
intempestividade na apresentação de rol de testemunhas não obsta sua oitiva pois, de
acordo com o artigo 130 do Código de Processo Civil, o magistrado pode determinar até
mesmo de ofício as provas necessárias ao deslinde do feito, mesmo com eventual
descumprimento dos prazos estabelecidos pelo artigo 407 do mesmo diploma legal. 2.
Tanto mais assim o é quando se trate de ação ordinária visando benefício previdenciário
incluso mediante reconhecimento de atividade rural. Precedentes. 3. Em reforço, a parte
interessada se dispõe a apresentar em audiência as testemunhas, independentemente de
intimação, o que labora em favor da pretensão recursal. (TRF4, AG 0005965-
53.2013.404.0000, Sexta Turma, Relator João Batista Pinto Silveira, D.E. 03/12/2013)

AGRAVO. PREVIDENCIÁRIO. ATIVIDADE RURAL. PROVA TESTEMUNHAL. PRAZO


PARA APRESENTAÇÃO DO ROL DE TESTEMUNHAS. A alegada intempestividade do rol
tampouco impede a realização de nova audiência, pois, de acordo com o art. 130 do
CPC, o magistrado pode determinar até mesmo de ofício as provas necessárias ao
deslinde do feito, mesmo que tal implique eventual descumprimento dos prazos
estabelecidos pelo art. 407 do diploma processual civil. Precedente deste E. Tribunal.
(TRF4, AG 0016267-15.2011.404.0000, Sexta Turma, Relator Celso Kipper, D.E.
24/02/2012)

Ainda, ressalte-se que caberá ao juiz, de ofício ou a requerimento da parte,


determinar as provas necessárias à instrução do processo, indeferindo as diligências inúteis
ou meramente protelatórias. No caso, conforme entendimento já sedimentado no âmbito do
Superior Tribunal de Justiça e ratificado pela recente decisão da sua Primeira Seção, no
julgamento do REsp n.º 1.321.493-PR, submetido à sistemática dos recursos repetitivos, não
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 19 / 477
se pode eximir até mesmo o "boia-fria" da apresentação de um início de prova material, a ser
complementado por idônea e robusta prova testemunhal. Evidente, assim, a necessidade de
realização de prova testemunhal para averiguar as questões levantadas pela parte autora.

Assim, para resolver o mérito da demanda, é indispensável converter o


julgamento em diligência para a produção de prova testemunhal a respeito do período de
trabalho exigido como carência, conforme art. 938, §3º do CPC/15:

Art. 938 (...)

§ 3o Reconhecida a necessidade de produção de prova, o relator converterá o julgamento


em diligência, que se realizará no tribunal ou em primeiro grau de jurisdição, decidindo-
se o recurso após a conclusão da instrução.

É, pois, de converter-se o julgamento do recurso em diligência para que seja


produzida prova testemunhal, propiciando-se à autora, no juízo de origem, apresentar
testemunhas que conheçam os fatos, de modo que seja suprida a insuficiência da instrução.

Ante o exposto, converto o julgamento em diligência para produção de prova


testemunhal, mediante baixa dos autos ao Juízo de origem.

Porto Alegre, 29 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0017953-76.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO
JÚNIOR
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : WAGNER LOVATO TAFFAREL
ADVOGADO : Daiane Kessler Marques e outros
: Carine Prado Vaz

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 20 / 477


Porto Alegre, 27 de março de 2017.
APELAÇÃO CÍVEL Nº 0019019-91.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO
JÚNIOR
APELANTE : ELDY DALL AGNOL
ADVOGADO : Tailene Pasquali
: Tatiane Rita Zamin
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0002217-81.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ELOI WASSMUTH
ADVOGADO : Manuela Martini e outro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ABELARDO
LUZ/SC

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 21 / 477


determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002593-67.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : GILMAR SONAGLIO
ADVOGADO : Jair Norberto dos Santos
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de apelação de sentença que julgou improcedente o pedido de auxílio-


acidente decorrente de acidente do trabalho, matéria expressamente excepcionada da
competência da Justiça Federal pelo inciso I, do artigo 109 da Constituição Federal, nos
termos da Súmula nº 15 do Colendo Superior Tribunal de Justiça.

Dispõe o referido entendimento:

Compete à Justiça Estadual processar e julgar os litígios decorrentes de acidente do


trabalho.

Da petição inicial, extraio a seguinte parte (fls. 02/11):

(...)

Em 10 de maio de 2011 o autor sofreu um acidente de trabalho em sua propriedade,


ocasião em que estava "puxando" um gado com uma corda quando o gado puxou a corda
e atingiu o dedo indicador da mão esquerda, vindo a amputar parte do referido dedo.

(...)

A propósito, confiram-se as ementas a seguir transcritas:

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. COMPETÊNCIA. AÇÃO RELACIONADA A


BENEFÍCIO DECORRENTE DE ACIDENTE DO TRABALHO. Segundo firme
jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, compete à Justiça Comum Estadual
processar e julgar as causas relacionadas a acidente do trabalho, inclusive aquelas que
dizem respeito à revisão de benefícios acidentários. (TRF4, APELAÇÃO CÍVEL Nº
2008.71.99.005548-9, Turma Suplementar, Des. Federal RICARDO TEIXEIRA DO VALLE
PEREIRA, D.E. 27/01/2009)

PROCESSO CIVIL. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. ART. 105, I, "D", DA CF.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 22 / 477


PROCESSO CIVIL. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. ART. 105, I, "D", DA CF.
REVISÃO DE BENEFÍCIO DECORRENTE DE ACIDENTE DO TRABALHO. JUSTIÇA
ESTADUAL. ART. 109, I DA CF. SÚMULA 115 DO STJ. PRECEDENTES. 1. Nas
demandas em que se postula a concessão de benefício acidentário é da Justiça Estadual a
competência para seu julgamento. A exceção do art. 109, inciso I da Constituição Federal
e o disposto na Súmula 115 do STJ, devem ser interpretados de forma extensiva, cabendo
à Justiça Estadual não apenas o julgamento da ação relativa ao acidente de trabalho,
mas também em todos reflexos que possam advir dessa decisão, quais sejam os de
concessão, restabelecimento e/ou revisão de benefício. 2. Tendo aquele Colegiado
declinado da competência, é de ser suscitado conflito perante o STJ, a teor do disposto no
art. 105, I, "d", da Constituição Federal. Precedentes desta Corte e do Colendo STJ.
(TRF4, QUESTÃO DE ORDEM NA APELAÇÃO CÍVEL Nº 2006.72.99.001985-5, 6ª Turma,
Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS, POR UNANIMIDADE, D.E. 22/08/2007)

PREVIDENCIÁRIO. COMPETÊNCIA. CONFLITO NEGATIVO. REVISÃO DE BENEFÍCIO


DE ÍNDOLE ACIDENTÁRIA. ART. 109, I, e § 3º, DA CONSTITUIÇÃO. VERBETES
SUMULARES 501/STF E 15/STJ.

1. O objetivo da regra do art. 109, I, da Constituição é aproximar o julgador dos fatos


inerentes à matéria que lhe está sendo submetida a julgamento.

2. As ações propostas contra a autarquia previdenciária objetivando a concessão e


revisão de benefícios de índole acidentária são de competência da Justiça Estadual.
Precedentes. Verbetes sumulares 501/STF e 15/STJ.

3. Conflito conhecido para declarar a competência do Juízo de Direito da Vara de


Acidentes do Trabalho de Porto Alegre/RS, o suscitante. (STJ, CC 89174/RS, 3ª Seção,
Rel. Min. Arnaldo Esteves Lima, DJ 01-02-08).

PROCESSO CIVIL. CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. ART. 105, I, "D", DA CF.


REVISÃO DE BENEFÍCIO DECORRENTE DE ACIDENTE DO TRABALHO. JUSTIÇA
ESTADUAL. ART. 109, I DA CF. SÚMULA 115 DO STJ. PRECEDENTES. 1. Nas
demandas em que se postula a concessão de benefício acidentário é da Justiça Estadual a
competência para seu julgamento. A exceção do art. 109, inciso I da Constituição Federal
e o disposto na Súmula 115 do STJ, devem ser interpretados de forma extensiva, cabendo
à Justiça Estadual não apenas o julgamento da ação relativa ao acidente de trabalho,
mas também em todos reflexos que possam advir dessa decisão, quais sejam os de
concessão, restabelecimento e/ou revisão de benefício. 2. Tendo aquele Colegiado
declinado da competência, é de ser suscitado conflito perante o STJ, a teor do disposto no
art. 105, I, "d", da Constituição Federal. Precedentes desta Corte e do Colendo STJ.
(TRF4, QUESTÃO DE ORDEM NA APELAÇÃO CÍVEL Nº 2006.72.99.001985-5, 6ª Turma,
Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS, POR UNANIMIDADE, D.E. 22/08/2007)

Ressalto, apenas, que a sentença foi proferida por Juiz Estadual, mas não na
competência delegada. Assim, não seria o caso de determinar-se a anulação do processo, mas
somente de remetê-lo diretamente ao Tribunal de Justiça.

Vejamos, por oportuno, a seguinte decisão do STJ no CC 103937/ SC, Relator


Ministro Jorge Mussi, 3ª Seção, DJe 26/11/2009:

CONFLITO NEGATIVO DE COMPETÊNCIA. TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL E


TRIBUNAL DE JUSTIÇA. CONTROVÉRSIA DE NATUREZA ACIDENTÁRIA.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 23 / 477


TRIBUNAL DE JUSTIÇA. CONTROVÉRSIA DE NATUREZA ACIDENTÁRIA.
COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL EM AMBAS AS INSTÂNCIAS. SUMULA N.
501/STF.

1 . A definição da competência em razão da matéria rege-se pela natureza jurídica da


questão controvertida, a qual é aferida pela análise do pedido e da causa de pedir.
Precedentes.

2. Mesmo que o julgador primevo tenha concedido benefício de natureza previdenciária,


por constatar a presença de doença degenerativa, ainda assim, deve a ação prosseguir
na justiça estadual, competente para processar e julgar lides de natureza acidentária em
ambas as instâncias (Súmula n. 501/STF).

3. Conflito conhecido para declarar a competência do Tribunal de Justiça do Estado de


Santa Cantarina. (negritei)

Frente ao exposto, declino da competência, de ofício, determinando a


remessa dos autos ao egrégio TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA
CATARINA.

Porto Alegre, 31 de março de 2017.


APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0014764-56.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
APELANTE : REJANE CARVALHO
ADVOGADO : Juliano Frederico Kremer e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE SAPUCAIA DO
SUL/RS

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013238-54.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : RECI ILSON CRUMMENAUER e outros
ADVOGADO : Carine Teresinha Kluge
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 24 / 477
ADVOGADO : Carine Teresinha Kluge
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

A questão relativa à incidência do acréscimo de 25% para benefícios distintos


da aposentadoria por invalidez encontra-se <i>sub judice </i>através do Incidente de
Resolução de Demandas Repetitivas n.º 5026813-68.2016.4.04.0000, relator Des. Rogério
Favreto. O citado incidente foi admitido em 15/12/2016 e, em 16/01/2017, o eminente relator
determinou a suspensão de todos os processos acerca da matéria.
Assim, nos termos do inciso I e § 1º do art. 982 do NCPC, inclusive
considerando a ordem já exarada no incidente, proceda-se à suspensão do presente feito.
Intimem-se.
Porto Alegre, 28 de março de 2017.
APELAÇÃO CÍVEL Nº 0014212-91.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : ROMILDA DA ROSA SPERB
ADVOGADO : Carlos Alberto Borre
: Andre Luis Anschau Mielke
: Ricardo Campos Mattiello
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de apelação interposta contra a sentença que reconheceu a decadência


e rejeitou o pedido de revisão de benefício decorrente de acidente de trabalho (espécie 93,
DIB em 16/04/1976 - fl. 81).
A jurisprudência dos Tribunais Superiores pacificou-se no sentido de que as
ações acidentárias relativas à concessão, restabelecimento e/ou revisão dos respectivos
benefícios são da competência da Justiça Estadual, conforme dispõe, por ressalva expressa, o
inciso I do artigo 109 da Constituição Federal de 1988:

Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:

I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem


interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência,
as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho;[...].

Assim:

RECURSO EXTRAORDINÁRIO. Competência para processar e julgar. Benefícios


previdenciários. Acidentes de trabalho. Repercussão geral reconhecida. [Tema 414].
Precedentes. Reafirmação da jurisprudência. Recurso provido. Compete à Justiça Comum
Estadual processar e julgar as causas relativas ao restabelecimento de benefícios
previdenciários decorrentes de acidentes de trabalho.(RE 638483 RG, Relator(a): Min.
MINISTRO PRESIDENTE, julgado em 09/06/2011, REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO
DJe-167 DIVULG 30-08-2011 PUBLIC 31-08-2011 EMENT VOL-02577-02 PP-00193 ).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 25 / 477


CONFLITO DE COMPETÊNCIA. REVISÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO
RESULTANTE DE ACIDENTE DO TRABALHO. Tanto a ação de acidente do trabalho
quanto a ação de revisão do respectivo benefício previdenciário devem ser processadas e
julgadas pela Justiça Estadual. Conflito conhecido para declarar competente o MM. Juiz
de Direito da 1ª Vara de Acidentes do Trabalho de Santos, SP."

(CC nº 124181 / SP, STJ, Relator Min. ARI PARGENDLER, DJe 01/02/2013).

Ademais, conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça, a


competência em razão da matéria é fixada a partir da análise do pedido e da causa de pedir,
independentemente de um juízo prévio sobre o mérito da causa. A propósito, o seguinte
excerto (Informativo nº 542):

DIREITO PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. COMPETÊNCIA PARA JULGAR


PEDIDO DE PENSÃO POR MORTE DECORRENTE DE ÓBITO DE EMPREGADO
ASSALTADO NO EXERCÍCIO DO TRABALHO.

Compete à Justiça Estadual - e não à Justiça Federal - processar e julgar ação que tenha
por objeto a concessão de pensão por morte decorrente de óbito de empregado ocorrido
em razão de assalto sofrido durante o exercício do trabalho. Doutrina e jurisprudência
firmaram compreensão de que, em regra, o deslinde dos conflitos de competência de
juízos em razão da matéria deve ser dirimido com a observância da relação jurídica
controvertida, notadamente no que se refere à causa de pedir e ao pedido indicados pelo
autor da demanda [grifou-se]. Na hipótese, a circunstância afirmada não denota acidente
do trabalho típico ou próprio, disciplinado no caput do art. 19 da Lei 8.213/1991 (Lei de
Benefícios da Previdência Social), mas acidente do trabalho atípico ou impróprio, que,
por presunção legal, recebe proteção na alínea "a" do inciso II do art. 21 da Lei de
Benefícios. Nessa hipótese, o nexo causal é presumido pela lei diante do evento, o que é
compatível com o ideal de proteção ao risco social que deve permear a relação entre o
segurado e a Previdência Social. Desse modo, o assalto sofrido no local e horário de
trabalho equipara-se ao acidente do trabalho, e o direito à pensão por morte decorrente
do evento inesperado e violento deve ser apreciado pelo juízo da Justiça Estadual, nos
termos do art. 109, I, parte final, da CF combinado com o art. 21, II, "a", da Lei
8.213/1991. CC 132.034-SP, Rel. Min. Benedito Gonçalves, julgado em 28/5/2014 [DJe
02/06/2014].

Ante o exposto, declino da competência para o Tribunal de Justiça do Estado do


Rio Grande do Sul.
Intimem-se.

Porto Alegre/RS, 30 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0014424-15.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : LAURINDO BERGMANN
ADVOGADO : Fabio Gustavo Kensy
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 26 / 477


Verifica-se que a parte autora requer o enquadramento como especial do
período de 02/04/1986 a 06/09/2004, em que exerceu o cargo de mecânico, nas Lojas Quero-
Quero S/A. O PPP trazido não informa o fator de risco, mas pela profissão desempenhada, é
lícito determinar a realização de prova pericial, ainda que por similaridade, para que se possa
decidir com maior grau de certeza a respeito da especialidade ou não das atividades
realizadas pela parte autora.
Cumpre ressaltar que as perícias realizadas por similaridade ou por aferição
indireta das circunstâncias de trabalho têm sido amplamente aceitas em caso de
impossibilidade da coleta de dados in loco para a comprovação da atividade especial. Nesse
sentido, vejam-se os seguintes precedentes desta Corte:

PREVIDENCIÁRIO. ATIVIDADE ESPECIAL. CONVERSÃO DO TEMPO ESPECIAL EM


COMUM. PERÍCIA INDIRETA OU POR SIMILITUDE CONCESSÃO DE
APOSENTADORIA POR TEMPO DE SERVIÇO.

(...) 3. A perícia técnica deve ser realizada de forma indireta, em empresa similar àquela
em que laborou o segurado, quando não há meio de reconstituir as condições físicas do
local de trabalho em face do encerramento das suas atividades. (...) (AC nº
2003.70.00.036701-4/PR, TRF-4, 6ª Turma, Rel. Des. Federal João Batista Pinto Silveira,
DE 14-09-2007)

AGRAVO DE INSTRUMENTO. PREVIDENCIÁRIO. TRABALHO DESENVOLVIDO EM


CONDIÇÕES ESPECIAIS. PROVAS PERICIAL E TESTEMUNHAL.

1. Esta Corte tem entendimento firmado no sentido de ser possível a realização de prova
pericial indireta, em empresa similar a que laborava o autor. 2. Descabe a produção de
prova testemunhal no presente caso, sobretudo por tratar a hipótese do reconhecimento
da especialidade do trabalho desenvolvido pelo segurado, fato que depende de
conhecimento técnico para sua correta apuração. (...) (AI n. 2005.04.01.034174-0,
Quinta Turma, Rel. Luiz Antonio Bonat, publicado em 18-01-2006)

PREVIDENCIÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. APOSENTADORIA ESPECIAL .


PERÍCIA INDIRETA. POSSIBILIDADE.

1. É admitida a perícia indireta como meio de prova diante da impossibilidade da coleta


de dados in loco, para a comprovação da atividade especial. (...) (AI n.
2002.04.01.049099-9, Sexta Turma, Rel. José Paulo Baltazar Júnior, publicado em 16-03-
2005)

O Regimento Interno deste Regional autoriza que se proceda à conversão do


feito em diligência, quando necessário à decisão da causa (art. 135) determinando às
autoridades judiciárias de instância inferior sujeitas à sua jurisdição a realização de
"providências referentes ao andamento e à instrução do feito" (art. 37, II).
No tocante, a fim de evitar tautologia, adoto as razões de decidir do Des. Federal
Celso Kipper (Agravo Regimental em Apelação Cível Nº 0000430-56.2012.404.9999/PR, DE
27-06-2012), nos seguintes termos:

(...) É que, entendendo o magistrado serem necessárias novas provas, pode este requisitá-
las de ofício, ou mesmo determinar que a parte autora as produza, porquanto assim
determina o art. 130 do Código de Processo Civil.

Maurício Giannico (A preclusão no direito processual civil brasileiro. São Paulo:


Saraiva, 2005, pp. 178-179) lembra o escólio de Barbosa Moreira:

"Para José Carlos Barbosa Moreira, é resultado de um enorme equívoco a assertiva de


que se deve deixar apenas às partes o trabalho de trazer ou não aos autos as provas que

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 27 / 477


que se deve deixar apenas às partes o trabalho de trazer ou não aos autos as provas que
desejarem e se elas assim não o fizerem é porque estariam abrindo mão - dispondo, pois
- de um direito seu. Na acertada ótica do processualista carioca, tal assertiva é falha
porque não leva em consideração um fator essencial: ainda que as partes possam dispor
de seus direitos, nenhum poder de disposição têm sobre o poder do juiz de averiguar os
fatos."

Outra não é a opinião de José Roberto dos Santos Bedaque (Poderes instrutórios do juiz.
5. Ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: RT, 2011, pp. 26-27 e 74-77, respectivamente), para
quem a justiça do resultado da prestação jurisdicional é de interesse primário de toda a
sociedade, constituindo dever a ser incessantemente perseguido pelo Estado:

"O direito à prova é componente inafastável do princípio do contraditório e do direito de


defesa. O problema não pode ser tratado apenas pelo ângulo do ônus (CPC, art. 333).
Necessário examiná-lo do ponto de vista da garantia constitucional ao instrumento
adequado à solução das controvérsias, dotado de efetividade suficiente para assegurar ao
titular de um interesse juridicamente protegido em sede material a tutela jurisdicional. Em
última análise, o amplo acesso aos meios de prova constitui corolário natural dos direitos
de ação e de defesa.

Para que o processo possibilite real acesso à ordem jurídica justa, necessária a garantia
da produção da prova, cujo titular é, em princípio, a parte, mas não exclusivamente ela,
pois ao juiz, como sujeito interessado no contraditório efetivo e equilibrado e na justiça
das decisões, também assiste o poder de determinar as provas necessárias à formação de
seu convencimento. A iniciativa probatória do juiz é elemento indissociável da efetividade
do processo." (negrito ausente no original)

"O Estado tem interesse na integridade do ordenamento jurídico e na pacificação social.


Por isso, institui uma função voltada especificamente para esse fim (JURISDIÇÃO). Para
fazer com que os órgãos jurisdicionais atuem e alcancem o seu objetivo de aplicação do
direito, os destinatários da norma de direito material devem manifestar-se (AÇÃO E
DEFESA). Da dialética desenvolvida pelas partes e coordenada pelo juiz, surge o
instrumento que possibilitará a formulação e atuação da regra jurídica para o caso
concreto (PROCESSO).

Esse fenômeno, analisado por um ângulo publicista, está voltado para um só objetivo: a
atuação do direito, com o que estará garantida a paz social.

Se assim é, não só às partes devem ser concedidos poderes instrutórios. Conclusão


contrária resulta de uma concepção privatista dos institutos processuais, principalmente
da ação e da defesa.

Não só elas têm interesse no resultado do processo. Tal resultado interessa muito mais ao
Estado que, para tornar possível a convivência das pessoas em sociedade, tem que
manter a integridade do ordenamento jurídico por ele criado. (...). Tudo aconselha,
portanto, que também o juiz se comporte ativamente, buscando esclarecer por completo a
situação de direito material. Muitas vezes, e por razões várias, apenas a iniciativa das
partes é insuficiente para tanto. (...).

Justifica-se, portanto, a iniciativa probatória oficial. Quanto melhor os fatos estiverem


representados nos autos, maior a possibilidade de um provimento justo, que expresse
perfeitamente a regra jurídica do caso concreto. E somente um resultado como esse
possibilitaria a verdadeira paz social. Aquele que não vê reconhecido seu direito, em
decorrência de um provimento injusto, passa a não crer mais na função jurisdicional. Na
medida em que essas frustrações se repetem, aumenta a tensão social, o que,
evidentemente, não interessa ao Estado.

A finalidade de atuação da lei e, portanto, de alcance da verdadeira paz social,


sobrepõe-se aos possíveis interesses egoístas das partes.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 28 / 477


Como estas defendem suas pretensões mediante ação e defesa, compete ao juiz manter o
equilíbrio necessário ao bom funcionamento do mecanismo processual. Se ele verifica
que, por qualquer motivo, provas importantes, necessárias ao esclarecimento dos fatos,
não foram apresentadas, deve, ex officio, determinar sua produção. Com isso não estará
beneficiando qualquer das partes, mas proporcionando um real equilíbrio entre elas.

Somente assim o instrumento utilizado pela autoridade jurisdicional, em colaboração com


as partes - o processo -, torna-se realmente apto a atingir sua finalidade: a atuação do
ordenamento jurídico e, em conseqüência, a perfeita harmonia social.

Essa conclusão é decorrência lógica de uma concepção publicista dos institutos


fundamentais do direito processual (...)." (negrito ausente no original)

No mesmo sentido são os precedentes do STJ:

RECURSO ESPECIAL. PROCESSO CIVIL. INICIATIVA PROBATÓRIA DO JUIZ.


DETERMINAÇÃO EX OFFICIO. POSSIBILIDADE. ART. 130 DO CPC. RECURSO NÃO
CONHECIDO.

1. No caso dos autos, determinou o Tribunal a quo o retorno dos autos à primeira
instância, cassando, por conseguinte, a sentença de improcedência prolatada, na medida
em que, tendo admitido expressamente o magistrado singular que as provas
colacionadas aos autos não seriam suficientes para verificação da alegada violação de
cláusulas contratuais, deveria ter determinado, ex officio, sua realização.

2. "A experiência mostra que a imparcialidade não resulta comprometida quando, com
serenidade e consciência da necessidade de instruir-se para melhor julgar, o juiz supre
com iniciativas próprias as deficiências probatórias das partes. Os males de possíveis e
excepcionais comportamentos passionais de algum juiz não devem impressionar o
sentido de fechar a todos os juízes, de modo absoluto, as portas de um sadio ativismo" (in
Instituições de Direito Processual Civil, volume III, 2ª ed. São Paulo: Malheiros, 2002,
páginas 52-54, grifos no original). (...) (REsp 629312/DF, Rel.Min. HÉLIO QUAGLIA
BARBOSA,T4,DJ de 23-04-2007, p. 271, negrito ausente no original)

PROCESSUAL CIVIL. PRODUÇÃO DE PROVA PERICIAL. DETERMINAÇÃO DE OFÍCIO.


POSSIBILIDADE. APLICAÇÃO DO ART. 130 DO CPC. PRECLUSÃO QUE NÃO SE
APLICA, NA HIPÓTESE. ART. 183 DO CPC. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO.
RECURSO ESPECIAL. INADMISSIBILIDADE. INCIDÊNCIA DA SÚMULA N. 211/STJ E
ADEMAIS, DA SÚMULA N. 83/STJ.

I - A matéria inserta no dispositivo infraconstitucional suscitado (art. 183 do CPC) não foi
objeto do julgamento a quo, sequer implicitamente, carecendo o recurso especial do
pressuposto específico do prequestionamento (Incidência da Súmula n. 211/STJ).

II - Demais disso, esta Corte tem entendimento pacífico no sentido de que a livre
iniciativa do magistrado, na busca pela verdade real, torna-o imune aos efeitos da
preclusão, sendo lícita a determinação de produção de prova pericial, que indevidamente
não foi deferida em primeira instância, mesmo de ofício (art. 130 do CPC).

III - Noutras palavras, ainda que tenha havido o anterior indeferimento da produção de
prova pericial, pelo juízo de primeiro grau, ainda assim pode o Tribunal de apelação, de
ofício, determinar tal produção, se entender pela sua indispensabilidade.

IV - Precedentes citados: AgRg no REsp nº 738.576/DF, Rel. Min. NANCY ANDRIGHI, DJ


de 12/09/2005; Edcl no Ag nº 646.486/MT, Rel. Min. BARROS MONTEIRO, DJ de
29/08/2005; AgRg no AG nº 655.888/MG, Rel. Min. ARNALDO ESTEVES DE LIMA, DJ de
22/08/2005; REsp nº 406.862/MG, Rel. Min. CARLOS ALBERTO MENEZES DIREITO, DJ
de 07/04/2003. (...) (REsp 896072/DF, Min. FRANCISCO FALCÃO, T1, DJ de 05-05-
2008, negrito ausente no original)
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 29 / 477
RECURSO ESPECIAL - PREQUESTIONAMENTO AUSÊNCIA - CONVERSÃO DE
APELAÇÃO EM DILIGÊNCIA - PRODUÇÃO DE PROVA - JULGAMENTO ULTRA OU
EXTRA PETITA - NÃO-OCORRÊNCIA - ART. 130 DO CPC - COISA JULGADA - TRÍPLICE
IDENTIDADE - DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL NÃO CONFIGURADA.

- Falta prequestionamento quando o dispositivo legal supostamente violado não é


discutido na formação do acórdão recorrido.

- A conversão de apelação em diligência para produção de provas não implica


julgamento ultra ou extra petita, pois o Art. 130 do CPC também possibilita aos Tribunais
a prerrogativa de determinarem a produção de provas, que consideram necessárias.

(...) (REsp 985077/ SC, Rel. Min. HUMBERTO GOMES DE BARROS, T3, DJ 06-11-2007,
p. 170, negrito ausente no original)

PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CPC NÃO


CONFIGURADA. INICIATIVA PROBATÓRIA DO MAGISTRADO. POSSIBILIDADE.

1. Embora tenha o julgado deixado de fazer menção expressa ao art. 333, I do CPC, não
há que se falar em omissão, já que a questão jurídica de que trata o citado dispositivo foi
devidamente analisada, tendo o Magistrado a quo emitido juízo de valor acerca da
controvérsia.

2. Em que pese o art. 333, I do CPC determinar que compete ao autor o ônus da prova,
quanto ao fato constitutivo do seu direito, o art. 130 do CPC possibilita também ao Juiz a
iniciativa probatória, mesmo quando a parte tenha tido a oportunidade de requerer a
produção da prova e, no entanto, quedou-se inerte.

3. De acordo com a prestigiada doutrina processualística contemporânea, admite-se uma


atuação protagonista do Julgador, que, ao invés de mero fiscal da aplicação das leis,
passa a agir intensivamente para a maior efetividade do processo, especialmente quando
se tratar de relação processual desproporcional, a exemplo das demandas
previdenciárias. (...) (REsp 964649/RS, Rel. Min. NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO,
T5,DJ de 10-09-2007, p. 308, negrito ausente no original)

PROCESSO CIVIL. AGRAVO NO RECURSO ESPECIAL. INICIATIVA PROBATÓRIA DO


JUIZ. PERÍCIA DETERMINADA DE OFÍCIO. POSSIBILIDADE MITIGAÇÃO DO
PRINCÍPIO DA DEMANDA. PRECEDENTES.

- Os juízos de primeiro e segundo graus de jurisdição, sem violação ao princípio da


demanda, podem determinar as provas que lhes aprouverem, a fim de firmar seu juízo de
livre convicção motivado, diante do que expõe o art. 130 do CPC.

- A iniciativa probatória do magistrado, em busca da verdade real, com realização de


provas de ofício, é amplíssima, porque é feita no interesse público de efetividade da
Justiça. (...) (Ag Rg no REsp 738576/DF, Terceira Turma, Rel. Min. Nancy Andrighi, DJ
12.09.2005, p. 330, negrito ausente no original)

DIREITOS CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. ... . BUSCA DA VERDADE REAL. PRECLUSÃO.


INSTRUÇÃO PROBATÓRIA. INOCORRÊNCIA PARA O JUIZ. PROCESSO CIVIL
CONTEMPORÂNEO. ART. 130, CPC.

I - Tem o julgador iniciativa probatória quando presentes razões de ordem pública e


igualitária, como, por exemplo, quando se esteja diante de causa que tenha por objeto
direito indisponível(ações de estado), ou quando, em face das provas produzidas, se
encontre em estado de perplexidade ou, ainda, quando haja significativa desproporção
econômica ou sócio-cultural entre as partes.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 30 / 477


II - Além das questões concernentes às condições da ação e aos pressupostos processuais,
a cujo respeito há expressa imunização legal (CPC, art. 267, § 3º), a preclusão não
alcança o juiz em se cuidando de instrução probatória.

III - Pelo nosso sistema jurídico, é perfeitamente possível a produção de prova em


instância recursal ordinária.

IV - No campo probatório, a grande evolução jurídica em nosso século continua sendo,


em termos processuais, a busca da verdade real.

V - Diante do cada vez maior sentido publicista que se tem atribuído ao processo
contemporâneo, o juiz deixou de ser mero espectador inerte da batalha judicial, passando
a assumir posição ativa, que lhe permite, dentre outras prerrogativas, determinar a
produção de provas, desde que o faça com imparcialidade e resguardando o princípio do
contraditório.

VI - Omissis. " (STJ, RESP 192.681, 4ª Turma, Rel. Min. Sálvio de Figueiredo Teixeira,
DJU 24-3-2003).

PROCESSO CIVIL. INICIATIVA PROBATÓRIA DO SEGUNDO GRAU DE JURISDIÇÃO


POR PERPLEXIDADE DIANTE DOS FATOS. MITIGAÇÃO DO PRINCÍPIO DA
DEMANDA. POSSIBILIDADE. AUSÊNCIA DE PRECLUSÃO PRO JUDICATO. PEDIDO
DE RECONSIDERAÇÃO QUE NÃO RENOVA PRAZO RECURSAL CONTRA DECISÃO
QUE INDEFERIU PROVA PERICIAL CONTÁBIL. DESNECESSIDADE DE DILAÇÃO
PROBATÓRIA. PROVIMENTO DO RECURSO PARA QUE O TRIBUNAL DE JUSTIÇA
PROSSIGA NO JULGAMENTO DA APELAÇÃO.

- Os juízos de primeiro e segundo graus de jurisdição, sem violação ao princípio da


demanda, podem determinar as provas que lhes aprouverem, a fim de firmar seu juízo de
livre convicção motivado, diante do que expõe o art. 130 do CPC.

- A iniciativa probatória do magistrado, em busca da verdade real, com realização de


provas de ofício, não se sujeita à preclusão temporal, porque é feita no interesse público
de efetividade da Justiça.

- Não é cabível a dilação probatória quando haja outros meios de prova, testemunhal e
documental, suficientes para o julgamento da demanda, devendo a iniciativa do juiz se
restringir a situações de perplexidade diante de provas contraditórias, confusas ou
incompletas.

(REsp 345436/SP, Rel. Min. Nancy Andrighi, Terceira Turma, DJ 13.05.2002, p.208).

(...) Na esteira dos precedentes colacionados, a complementação do conjunto probatório,


corolário do poder do juiz de averiguar os fatos - este inclusive positivado no art. 130 do
Código de Processo Civil, sobre o qual as partes não podem dispor -, visa, por meio da
busca pela verdade real, à formação de um juízo de livre convicção motivado, atendendo,
assim, ao interesse público de efetividade da Justiça, cujo escopo é o alcance da
verdadeira paz social, que se eleva sobre os interesses individuais das partes. (...)

Desse modo, o julgamento deve ser convertido em diligência, para que seja
realizada prova pericial relativa ao período de 02/04/1986 a 06/09/2004, para se averiguar a
possível exposição a quaisquer agentes insalubres, perigosos ou penosos, a ser promovida
pelo juízo de origem, no prazo de 60 (sessenta) dias contados do recebimento dos autos.

Porto Alegre, 30 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0000324-21.2017.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 31 / 477


APELANTE : AUGUSTO MIGUEL NEVES DA SILVA
ADVOGADO : Cesar Rogerio Barros dos Santos
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de ação ordinária ajuizada contra o INSS, perante Vara Judicial da


Comarca de Triunfo/RS, visando à concessão de benefício assistencial de prestação
continuada previsto na LOAS.

A sentença julgou extinto o feito, sem julgamento de mérito, forte no art. 330,
inciso III, do NCPC, ante ausência de interesse de agir na esfera da competência delegada.

Referiu a julgadora a quo entender que a presente demanda deve ser proposta
no Juizado Especial Federal, em razão da especialidade e da celeridade que vêm ao encontro
das necessidades do requerente, faltando interesse processual para exigir provimento
jurisdicional na esfera delegada.

Acrescentou, ainda, a sentenciante que o autor reside próximo à Unidade


Avançada de Atendimento da Justiça Federal de São Jerônimo, cuja implantação se deu em
18 de maio de 2016, e atende ao Município de Triunfo, distando aproximadamente 3 km,
devendo a parte louvar-se do empenho da justiça especializada, que vem ao completo
encontro de seus interesses.

Apelou a parte autora sustentando ser competente o Juízo da Comarca de


Triunfo/RS para o processamento e julgamento do feito, uma vez domiciliada naquele
município e consoante faculdade estabelecida no artigo 109, § 3º da Constituição Federal.

Sem contrarrazões, subiram os autos a este Tribunal.

É o relatório.

Decido.

Dispõe o artigo 109 da Constituição Federal:

Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:

I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem


interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência,
as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho;

II - as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa


domiciliada ou residente no País;

III - as causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou


organismo internacional;

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 32 / 477


IV - os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens, serviços
ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas, excluídas
as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral;

V - os crimes previstos em tratado ou convenção internacional, quando, iniciada a


execução no País, o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro, ou
reciprocamente;

V-A as causas relativas a direitos humanos a que se refere o § 5º deste artigo;(Incluído


pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004)

VI - os crimes contra a organização do trabalho e, nos casos determinados por lei, contra
o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira;

VII - os habeas corpus, em matéria criminal de sua competência ou quando o


constrangimento provier de autoridade cujos atos não estejam diretamente sujeitos a
outra jurisdição;

VIII - os mandados de segurança e os habeas data contra ato de autoridade federal,


excetuados os casos de competência dos tribunais federais;

IX - os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves, ressalvada a competência da


Justiça Militar;

X - os crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro, a execução de carta


rogatória, após o "exequatur", e de sentença estrangeira, após a homologação, as causas
referentes à nacionalidade, inclusive a respectiva opção, e à naturalização;

XI - a disputa sobre direitos indígenas.

§ 1º As causas em que a União for autora serão aforadas na seção judiciária onde tiver
domicílio a outra parte.

§ 2º As causas intentadas contra a União poderão ser aforadas na seção judiciária em


que for domiciliado o autor, naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem
à demanda ou onde esteja situada a coisa, ou, ainda, no Distrito Federal.

§ 3º Serão processadas e julgadas na justiça estadual, no foro do domicílio dos


segurados ou beneficiários, as causas em que forem parte instituição de previdência
social e segurado, sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal, e, se
verificada essa condição, a lei poderá permitir que outras causas sejam também
processadas e julgadas pela justiça estadual.

Em face do estabelecido neste artigo, o Supremo Tribunal Federal sufragou o


entendimento, adotado também por esta Corte, de ser concorrente a competência (a) do Juízo
Estadual do domicílio do autor, (b) do Juízo Federal com jurisdição sobre o seu domicílio e
(c) do Juízo Federal da capital do Estado-membro, devendo prevalecer a opção exercida pelo
segurado (STF, Tribunal Pleno, RE n.º 293.246/RS, Rel. Min. Ilmar Galvão, DJU, Seção I,
de 16-08-2001; Súmula n.º 689 do STF; Súmula n.º 08 deste TRF da 4ª Região).

Assim sendo, considerando-se que o apelante é domiciliado na cidade de


Triunfo, comarca que não é sede de Vara Federal, merece acolhida a alegação do recorrente
no sentido da competência delegada da Justiça Estadual para processar e julgar a presente
demanda previdenciária.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 33 / 477


Acrescente-se, ainda, que a existência de uma Unidade Avançada de
Atendimento da Justiça Federal, no município próximo de São Jerônimo-RS, não afasta ou
altera o entendimento acima exposto de que, na forma da Constituição Federal, o segurado
pode escolher demandar na Justiça Estadual de seu domicílio, no caso, em Triunfo-RS que
não é sede de Vara Federal.

Nesse sentido, já decidiu a 3ª Seção deste Regional, como se vê da ementa que


segue, verbis:

CONFLITO DE COMPETÊNCIA. PREVIDENCIÁRIO. JUSTIÇA FEDERAL. CRIAÇÃO DE


UNIDADE AVANÇADA DE ATENDIMENTO DA JUSTIÇA FEDERAL EM MUNICÍPIO
QUE NÃO É O DOMICÍLIO DO AUTOR. COMPETÊNCIA DELEGADA DA JUSTIÇA
ESTADUAL MANTIDA.

Se a Vara ou a Unidade Avançada de Atendimento da Justiça Federal não foram criados


na cidade de domicílio do autor da ação previdenciária, permanece hígida a opção feita
por este de demandar utilizando-se da regra prevista no §3º do art. 109 da CF/88, que
prevê competência delegada da Vara Estadual.

(TRF4, CONFLITO DE COMPETÊNCIA (SEÇÃO) Nº 5030305-05.2015.404.0000, 3ª


SEÇÃO, Des. Federal ROGERIO FAVRETO, POR UNANIMIDADE, JUNTADO AOS
AUTOS EM 11/04/2016)

Assim sendo, com fundamento no artigo 932, inciso V, do NCPC e art. 37, § 2º,
inciso II, do RITRF4, dou provimento ao apelo para anular a sentença e determinar o retorno
dos autos à Vara de origem para dar continuidade ao processamento e julgamento do feito.

Porto Alegre/RS, 27 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0015388-42.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
PARTE AUTORA : PEDRO DOS SANTOS
ADVOGADO : Amilton de Souza Filho
: Claudio Cesar Miglioli
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
GASPAR/SC

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 34 / 477


Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0019266-72.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : DIRCEU MOREIRA DOS REIS
ADVOGADO : Arioberto Klein Alves
: Juscelino Schwartzhaupt Junior
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
SOMBRIO/SC

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0000566-77.2017.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : TERESINHA LOH MARCELINO
ADVOGADO : Samira Volpato Mattei e outro

DECISÃO

A questão relativa à incidência do acréscimo de 25% para benefícios distintos


da aposentadoria por invalidez encontra-se <i>sub judice </i>através do Incidente de
Resolução de Demandas Repetitivas n.º 5026813-68.2016.4.04.0000, relator Des. Rogério
Favreto. O citado incidente foi admitido em 15/12/2016 e, em 16/01/2017, o eminente relator

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 35 / 477


determinou a suspensão de todos os processos acerca da matéria.
Assim, nos termos do inciso I e § 1º do art. 982 do NCPC, inclusive
considerando a ordem já exarada no incidente, proceda-se à suspensão do presente feito.
Intimem-se.
Porto Alegre, 28 de março de 2017.
APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0016389-62.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARIA ADRIANA SARTORIO
ADVOGADO : Giana Roso
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
SOBRADINHO/RS

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida se encontra sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em decorrência de Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas - IRDR:

<i> <b>Tema IRDR</b>-TRF4 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45


da 8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais
tipos de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.</i>

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982, do Código
de Processo Civil, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia por esta Corte.
Intimem-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001358-31.2017.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : GILBERTO RODRIGUES SOARES
ADVOGADO : Anne Cristine Bauermann Werner e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

GILBERTO RODRIGUES SOARES ajuizou a presente ação contra o Instituto


Nacional do Seguro Social - INSS objetivando a concessão do benefício assistencial previsto
no art. 20 da Lei nº 8.742/93 - LOAS, no período compreendido entre 21/09/2006 e
29/04/2008.

A perícia judicial foi realizada em 22/04/2015 (fls. 100/105) e complementada


em 31/05/2016 (fls. 129/130).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 36 / 477


O estudo social não foi realizado.

O magistrado a quo, em sentença prolatada em 12/09/2016, julgou


improcedente o pedido porque a condição de deficiente não restou demonstrada, assim
fundamentando:

"Gize-se que, em que pese não ter aportado aos autos o competente estudo
socioeconômico, tal situação não acarreta qualquer prejuízo a demandante, na medida
em que a sua incapacidade não restou demonstrada.
Com efeito, a parte autora alega estar incapaz para a vida independente e para o
trabalho em razão das enfermidades descritas na inicial.
Como cediço, a comprovação de tal fato firma-se, via de regra, por meio da prova
pericial, embora a convicção do Juiz não esteja adstrita somente a ela.
In casu, concluiu o expert que o autor é portador de transtorno de humor bipolar não
especificado (fl. 104). Contudo, destacou que tais enfermidades não lhe incapacita na
forma prevista no art. 20, §§ 2.º e 10.º) - fl. 130. (grifei)
Registre-se que as conclusões da pericia judicial somente podem ser recusadas pelo
órgão julgador se nos autos houver elementos objetivos e convincentes em sentido
contrário (CPC, art. 436), o que não ocorre no caso em exame.
Com efeito, a prova documental encartada aos autos possui reduzida força probatória
diante da prova pericial quanto à capacidade laborativa da pretendente, até porque: "os
atestados médicos particulares não tem o condão de infirmar o laudo pericial judicial,
haja vista não apresentarem a riqueza de informações e de detalhes do laudo oficial, este
elaborado por profissional eqüidistante das partes envolvidas nesta ação e de confiança
deste Juízo."(TRF da 4ª Região, AC n. 2001.72.06.000961-4/SC, Quinta Tuma,Relator
Desembargador Federal Néfi Cordeiro. DJU 23/02/2005, p. 532.)

Verifico, no entanto, que há contradições entre as informações prestadas pelo


perito médico no primeiro laudo (fls. 100/105) e na complementação deste (fls. 129/130).

Na discussão diagnóstica, o expert admite o desafio que o exame representa e


afirma (fl. 103):

"Os documentos apresentados e disponíveis nos autos são conflitantes e o exame atual do
paciente não revela nenhuma psicopatologia evidente. Como pode um mesmo indivíduo
se apresentar assintomático no exame de 26/09/2006 e exibir sintomas catatônicos em
29/04/2008, sendo que as conclusões periciais do INSS foram amplamente
antagônicas? Esse mesmo paciente é descrito como "doente mental grave e perigoso"
pelo Dr. Jason Silva em atestado datado de 30/01/2009, assim como "envolvido com
tráfico de drogas e criminalidade" em estudo social do município de Campo-Erê em
12/01/2007; no entanto, ao exame pericial atual, o paciente se mostra com pensamento
integrado e sem psicose manifesta.
A explicação para o enigma parece estar na própria evolução da doença do periciando.
Temos um indivíduo sem o devido suporte familiar, o que a literatura médica aponta ser
um fator decisivo para a adesão ao tratamento. Sem a adequada adesão ao tratamento, o
transtorno seguiu seu curso errante e de deterioro psicossocial. As alternâncias descritas
pelo periciando e observadas na documentação analisada indicam que se trata de um
caso grave de transtorno bipolar, cursando com episódios psicóticos severos, assim
como episódios depressivos que evoluem para a catatonia. A aparente ausência de
sintomas verificada atualmente não é suficiente para dizermos se o periciando está

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 37 / 477


compensado, uma vez que em diversas outras ocasiões houve recidiva dos sintomas
psicóticos e reinstalação da doença. Somente a devida adesão ao tratamento e
acompanhamento longitudinal nos capacitará a traçar prognósticos para o caso em
questão."(grifei)

Em resposta aos primeiros quesitos, asseverou o perito:

Quesito do Juízo (fl. 104):

a) Entre meados de 2006 a abril de 2008, é possível afirmar que a parte autora já era
portadora de deficiência, assim entendida como aquele que tem impedimentos de longo
prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, as quais, em interação com
diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas?
R.: Sim.

Quesito do autor (fl. 105):

1) Considerando as patologias que acometem o autor, é possível afirmar que na data de


21/09/2006 este já se encontrava incapacitado para os atos da vida civil e para o
trabalho?
R.: Sim.

Ocorre que, menos de um ano depois de realizado o primeiro laudo, o perito


respondeu de forma diversa (fl. 130) quando da complementação requerida pelo Ministério
Público de Santa Catarina:

Diante do exposto, o Ministério Público requer a complementação da perícia, para que o


perito especifique se nos momentos em que não está em surto psicótico, o autor pode
desenvolver atividade laborativa e praticar atos da vida civil, bem como se é possível
afirmar que no momento da perícia inicial (2006), devido a lucidez que demonstrava, o
autor tinha aptidão para a prática de tais atos.

R.: Não foi possível identificarmos algum tipo de transtorno psicótico na história ou
exame pericial do autor. No momento do exame o periciando apresentava plenas
condições psíquicas para o trabalho, bem como possuía o necessário discernimento para
a prática dos atos da vida civil. Não é possível afirmarmos se o periciando possuía tais
capacidades (laborativas e civis) no ano de 2006. Não foi apresentado ao perito relato
nenhum documento que sustentasse a hipótese de incapacidade nessas áreas à tal época;
antes pelo contrário, temos um laudo pericial do INSS, datado de 26/09/2006, indicando
que o autor se apresentava lúcido, orientado e coerente.
Portanto, ainda que o periciando seja portador de um transtorno psiquiátrico que curse
com sintomas psicóticos (o que não foi detectado no exame pericial), fica claro que tais
sintomas são intermitentes. Isto significa dizer que, na ausência de surtos psicóticos, o
periciando apresenta plena capacidade laborativa e civil.

Diante da aparente contradição, entendo presente a necessidade de


complementação da instrução do processo, determinando, em razão disto, a reabertura da
instrução probatória para que, no prazo de 60 (sessenta) dias:

a) seja intimado o perito para esclarecer se na data de 21/09/2006 a parte autora

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 38 / 477


já se encontrava incapacitada para os atos da vida civil e para o trabalho;
b) tendo em vista o termo de compromisso lavrado em 2006 na esfera
administrativa no INSS (fl. 25), no qual o autor é declarado incapaz para os atos da vida civil,
seja intimado o advogado para que esclareça se foi ajuizada ação de interdição, devendo, se
afirmativa a resposta, juntar documentos e regularizar a representação processual;
c) seja realizado estudo social para avaliação do requisito da hipossuficiência.

Porto Alegre/RS, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001785-28.2017.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : MIRIAN JUSSARA RIBEIRO DAMASIO
ADVOGADO : Bruna Gomes e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DESPACHO

Converto o julgamento em diligência.

Após examinar o feito, para melhor esclarecer os fatos do processo, entendo


necessária a colheita de nova prova oral com a oitiva de testemunhas. Devendo ser
inquiridas no sentido de informar de maneira clara: época que a parte autora desenvolveu
labor rural; local onde trabalhava; em que consistia o trabalho; a quem pertencia a terra; se a
autora estava grávida nesse período; se as testemunhas presenciaram a gravidez da autora,
onde a autora trabalhou nessa época, qual a atividade da autora e de seu marido atualmente;
dentre outros esclarecimentos que se fizerem necessários para comprovar o efetivo labor
rural em regime de economia familiar quando da referida gestação.

Registro que a prova testemunhal, em se tratando de benefício devido a


trabalhador rural, é essencial à comprovação da atividade, uma vez que se presta a corroborar
os inícios de prova material apresentados. Trata-se, pois, de prova que, segundo o
entendimento desta Corte, é indispensável à adequada solução do processo. Ademais, a oitiva
das testemunhas da parte autora não é passível de causar prejuízo ao INSS, pois caso o
benefício seja concedido estará apenas se reconhecendo o direito da segurada

Concluídas as diligências, para as quais estipulo o prazo de 60 dias, com as


providências de praxe, voltem os autos conclusos, com mídia anexa ou mesmo a transcrição
de todos os depoimentos.

Intimem-se.

Porto Alegre, 24 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002117-92.2017.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : JOAO ANTONIO DA SILVA
ADVOGADO : Mauri Raul Costa Júnior
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 39 / 477


ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
FRAIBURGO/SC

DECISÃO

Trata-se de remessa necessária de sentença que julgou procedente o pedido


inicial, a fim de conceder à parte autora o Benefício Assistencial de Prestação Continuada
desde a data do requerimento administrativo (28/07/2014).

É o relatório. Decido.
Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e
será aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais
praticados e as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".

O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e


acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.
Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame
obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.

A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de


2015 (sem grifos no original):

Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão depois de
confirmada pelo tribunal, a sentença:

I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas


respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o juiz
ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do respectivo
tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito


econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e fundações de


direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as respectivas


autarquias e fundações de direito público e os Municípios que constituam capitais dos
Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver fundada em:

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 40 / 477


I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de


assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula
administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial
(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).

Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa


necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.

Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo


Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.

Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública


em valor superior ou igual a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.

No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte


autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.

A sentença de 21/09/2016 condenou o INSS ao pagamento de Benefício


Assistencial de Prestação Continuada desde a data de 28/07/2014, quando manejado o
requerimento administrativo (DER), tratando-se de benefício de renda mínima, ou seja, no
valor do salário mínimo.

Assim, o valor que a autarquia previdenciária não pagou à parte autora equivale
a 23 salários mínimos, a serem acrescidos de correção monetária e juros.

Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao


julgado.

Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência o montante


final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.

Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)


salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
não deve ser conhecida nesta Corte.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 41 / 477


Ante o exposto, com base no artigo 932, incisos III e VIII, do Código de
Processo Civil e no artigo 37, § 2º, inciso II, do Regimento Interno do Tribunal Regional
Federal da 4ª Região, não conheço da remessa necessária, devendo os autos retornar ao
juízo de origem para prosseguimento da execução do julgado.

Intimem-se.

Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002177-65.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : MATEUS RIBEIRO SPERLUK
ADVOGADO : Carla Angelica Piccinini Canova
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Controverte-se nos autos acerca do direito do autor à concessão de pensão por


morte, em razão do óbito de genitor, tendo sido julgado improcedente o pedido, uma vez que
não comprovada a qualidade de segurado.

Compulsando-se os presentes autos, observo que embora juntados documentos,


a prova existente deixa dúvidas acerca da atividade rural desempenhada pelo desaparecido,
sendo necessária a prova testemunhal.

Diante de tais circunstâncias, entendo tratar-se de hipótese de insuficiência de


instrução, e para que esta Turma possa decidir com maior segurança, tenho que o julgamento
deve ser convertido em diligência, a fim de esclarecer a atividade rural exercida pelo
segurado ausente.

Nesse caso, ainda que não se trate de nulidade, mas sim de escassez nos
elementos trazidos ou engendrados em juízo, viável estender a aplicação do disposto no art.
515, §4º, possibilitando a realização de diligências pelos Tribunais com vistas à renovação
ou a realização de ulteriores atos processuais que possibilitem a complementação da prova.

O Regimento Interno deste Regional autoriza que se proceda à conversão do


feito em diligência, quando necessário à decisão da causa (art. 135) determinando às
autoridades judiciárias de instância inferior sujeitas à sua jurisdição a realização de
"providências referentes ao andamento e à instrução do feito" (art. 37, inciso II). Esses
artigos, nessa senda, são idôneos a assegurar que a tomada de providências seja
encomendada aos magistrados vinculados a este Regional, especialmente se atentar-se a uma
aplicação dos princípios que servem de vetores ao processo civil.

Diante disso, tem-se que a conversão do voto em diligência, atribuindo ao


Relator a incumbência de determinar a complementação da prova material ou testemunhal,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 42 / 477


pessoalmente ou mediante a delegação ao juízo de origem, melhor atende ao paradigma da
celeridade processual do que anular, de ofício, o pleito, para suprir a debilidade e para
prolatar-se nova sentença, como se vinha fazendo anteriormente. Na verdade, a invalidação
do aresto monocrático, além de não fornecer um termo final específico para uma resposta do
julgador destinatário - o que é passível de resultar em mais um período longo de espera
adicional ao deslinde da controvérsia -, repercute em que a jurisdição refuja deste Tribunal,
sendo devolvida à instância originária com todos os percalços atinentes à migração do
caderno processual de uma sede para outra, inclusive com a imprestabilidade de certos
provimentos judiciais e de determinados atos e expedientes processuais. Atitude oposta, por
sua vez, acarreta o aproveitamento do que realizado até este momento, ao que se agregará
mais um ato processual tido por essencial.

Aliás, não é outro o entendimento atual pacificado nas Turmas Previdenciárias


deste Regional, sendo que, em julgamentos recentes, esta Sexta Turma decidiu converter o
julgamento das Apelações Cíveis nº 2005.04.01.051272-8/SC e 2006.71.99.000426-6/SC em
diligência. Assim como na Quinta Turma, na sessão do dia 20.06.2006 ao ser julgado o
processo nº 2005.04.01.032156-0/PR, foi suscitada, pelo excelentíssimo Juiz Federal Rômulo
Pizzolatti, Questão de Ordem, propondo a conversão do julgamento em diligência ao invés da
antiga orientação da anulação do processo para reabertura da instrução.

Por outro lado, a realização de diligências não importa supressão de grau de


jurisdição, como se poderia, em um primeiro momento, pensar. De fato, insta sublinhar que a
confecção de novas provas no juízo ad quem não enseja exame de matéria estranha ao litígio,
quanto menos ao recurso, visto que o âmbito de cognição da apelação não deixa de se cingir
ao tantum devolutum quantum appellatum. Além de não traduzir incursão em ponto do mérito
porventura olvidado no decisório submetido à crítica deste órgão fracionário, uma atuação
nesses termos, norteada que é à formação de um juízo pelo magistrado, coaduna-se com a
idéia do livre convencimento motivado, cujo corolário é o art. 131 do CPC. Se a cada juiz é
facultado dirimir a contenda com base naquelas provas que reputar conveniente, é certo que
os indícios que para alguns se prestam a um escopo desses são, para outros, sofríveis. Tolher
à alçada recursal a emenda à instrução, com a resolução de óbices considerados
intransponíveis para a prolação do acórdão, nesse diapasão, traduz afronta ao mandamento
normativo que investe os membros da carreira judiciária da prerrogativa de pôr termo às
disputas de acordo com as ilações derivadas de uma análise pessoal que melhor se afeiçoam à
conjuntura atestada nos autos.

De fato, o processo, enquanto meio para a consecução de uma postulação, há


que se pautar, acima de tudo, pela razoabilidade e pela proporcionalidade. Tanto é assim que
seu rigor é aplacado por ideais como a instrumentalidade das formas e a própria
fungibilidade recursal, que acarretam efeitos significativos no formalismo processual.
Destarte, se a decisão do apelo clama pela agregação de elementos aos autos - elementos que,
consoante já expendido, foram considerados prescindíveis na primeira decisão de
encerramento da ação -, e se trazer ao crivo judiciário, como prova do juízo, esses indícios
somente têm a contribuir à busca da verdade, subsiste um bem maior que justifica a
confecção da prova faltante, principalmente se as diligências em comento consistirem na
melhor maneira de se alcançar o múnus de bem julgar.

Assim, quer porque a realização de diligências é medida que melhor reflete a


busca de celeridade que deve ser a tônica do processo, quer porque significa amparo à
formação de um livre convencimento que habilita os componentes de órgãos recursais a
resolver de maneira mais acurada a porfia travada perante o Poder Judiciário, quer porque
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 43 / 477
não implica supressão de grau de jurisdição, tem-se que a complementação de instrução
advogada na questão de ordem não só é possível como é desejável.

Em face do exposto, nos termos da fundamentação, determino a conversão do


julgamento em diligência, devendo os autos retornar à vara de origem a fim de que seja
reaberta a instrução para a realização de prova testemunhal, com vista a demonstrar o
trabalho exercido pelo desaparecido, no prazo de 60 dias contados do recebimento do
processo. Dispensada a lavratura de acórdão, nos termos do artigo 74, parágrafo único,
inciso III, c/c artigo 76, ambos do RITRF4R.

Porto Alegre, 31 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002776-04.2017.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : ADELIA ROTTA PINHEIRO e outros
ADVOGADO : Rodrigo de Moura e outros
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE SÃO SEBASTIÃO DO
CAÍ/RS

DECISÃO

Trata-se de remessa necessária em face da sentença (31-05-2016) que julgou


procedente o pedido inicial para condenar o INSS a restabelecer o benefício de auxílio-
doença, a contar do cancelamento administrativo ocorrido em 1° de dezembro de 2012,
atualizado monetariamente.
Por força do reexame necessário, vieram os autos para julgamento.
É o relatório. Decido.
Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e será
aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais praticados e
as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".
O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e
acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.
Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame
obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.
A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de
2015 (sem grifos no original):

Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão
depois de confirmada pelo tribunal, a sentença:

I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas


respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 44 / 477


§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o
juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do
respectivo tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa


necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito


econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e


fundações de direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as


respectivas autarquias e fundações de direito público e os Municípios que
constituam capitais dos Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver


fundada em:

I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de


assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou
súmula administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial
(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).
Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa
necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.
Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo
Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.
Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública
em valor superior ou igual a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.
No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte
autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.
A sentença de 31 de maio de 2016 condenou o INSS ao pagamento de auxílio-
doença desde a data de 1° de dezembro de 2012, quando houve o cancelamento
administrativo, até 07 de fevereiro de 2013, data do falecimento da autora, sendo um

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 45 / 477


benefício de renda mínima, ou seja, no valor do salário mínimo. Assim, o valor que a
autarquia previdenciária não pagou à parte autora equivale a 05 (cinco) salários mínimos,
acrescidos de correção monetária e juros.
Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao
julgado.
Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência o montante
final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.
Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)
salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
não deve ser conhecida nesta Corte.
Ante o exposto, não conheço da remessa necessária, devendo os autos
retornar ao juízo de origem para prosseguimento da execução do julgado.

Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 27 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002474-72.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : MARIA DE LOURDES INEIA DIAS
ADVOGADO : Eva Vanessa Vieira e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

A questão relativa à incidência do acréscimo de 25% para benefícios distintos


da aposentadoria por invalidez encontra-se sub judice através do Incidente de Resolução de
Demandas Repetitivas n.º 5026813-68.2016.4.04.0000, relator Des. Rogerio Favreto. O citado
incidente foi admitido em 15/12/2016 e, em 16/01/2017, o eminente relator determinou a
suspensão de todos os processos acerca da matéria.
Assim, nos termos do inciso I e § 1º do art. 982 do NCPC, inclusive
considerando a ordem já exarada no incidente, proceda-se à suspensão do presente feito.
Intimem-se.
Porto Alegre, 29 de março de 2017.
APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002723-23.2017.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : NELSON ANTONIO CASAGRANDE
ADVOGADO : Janine Postal Marques Konfidera e outro
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 46 / 477


Trata-se de pedido de concessão de benefício por incapacidade em decorrência
de acidente de trabalho.

É o sucinto relatório. Decido.

De acordo com a petição inicial a parte autora postula a concessão de benefício


por acidente do laboral, como se vê das seguintes passagens, verbis:

A parte autora, em 06.05.2014, requereu junto ao INSS a concessão de benefício por


incapacidade, NB 606.089.049-4, enquadrado equivocadamente pelo INSS na espécie
31, quando, de fato, trata-se de acidente do trabalho atípico, espécie 91.

A autarquia ré, após realização de perícia administrativa indeferiu o pleito sob a


alegação de capacidade laborativa.

Equivocada a análise e conclusão da autarquia ré, pois o autor encontra-se incapacitado,


tanto para o trabalho que lhe era habitual, agricultor em regime de economia familiar
como para qualquer outra atividade formal remunerada. Além disto, a incapacidade pelo
autor portada é decorrente da árdua e penosa atividade rurícola, o que caracteriza
acidente do trabalho típico.

(...)

VI - DO PEDIDO

(...)

E) seja ao final julgada procedente a ação, condenando-se a autarquia ré a implementar


o benefício previdenciário por incapacidade acidentária, aposentadoria por invalidez
acidentária / auxílio-doença acidentário, ou ainda, auxílio-acidente, dependendo do grau
e da forma da incapacidade comprovada, desde a data do requerimento administrativo.

Resta claro, portanto, a natureza acidentária da demanda.

A jurisprudência dos Tribunais Superiores pacificou-se no sentido de que as


ações acidentárias relativas à concessão, restabelecimento e/ou revisão dos respectivos
benefícios são da competência da Justiça Estadual, conforme dispõe o inciso I do art. 109 da
Constituição Federal de 1988:

Art. 109. Aos juízes federais compete processar e julgar:

I - as causas em que a União, entidade autárquica ou empresa pública federal forem


interessadas na condição de autoras, rés, assistentes ou oponentes, exceto as de falência,
as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho;[...].

Nessa direção:

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 47 / 477


RECURSO EXTRAORDINÁRIO. Competência para processar e julgar. Benefícios
previdenciários. Acidentes de trabalho. Repercussão geral reconhecida. [Tema 414].
Precedentes. Reafirmação da jurisprudência. Recurso provido. Compete à Justiça
Comum Estadual processar e julgar as causas relativas ao restabelecimento de benefícios
previdenciários decorrentes de acidentes de trabalho.(RE 638483 RG, Relator(a): Min.
MINISTRO PRESIDENTE, julgado em 09/06/2011, REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO
DJe-167 DIVULG 30-08-2011 PUBLIC 31-08-2011 EMENT VOL-02577-02 PP-00193 ).

CONFLITO DE COMPETÊNCIA. REVISÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO


RESULTANTE DE ACIDENTE DO TRABALHO. Tanto a ação de acidente do trabalho
quanto a ação de revisão do respectivo benefício previdenciário devem ser processadas e
julgadas pela Justiça Estadual. Conflito conhecido para declarar competente o MM. Juiz
de Direito da 1ª Vara de Acidentes do Trabalho de Santos, SP." (CC nº 124181 / SP, STJ,
Relator Min. ARI PARGENDLER, DJe 01/02/2013).

Ademais, conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça, a


competência em razão da matéria é fixada a partir da análise do pedido e da causa de pedir,
independentemente de um juízo prévio sobre o mérito da causa. A propósito, o seguinte
excerto em destaque no Informativo nº 542:

DIREITO PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. COMPETÊNCIA PARA JULGAR


PEDIDO DE PENSÃO POR MORTE DECORRENTE DE ÓBITO DE EMPREGADO
ASSALTADO NO EXERCÍCIO DO TRABALHO. Compete à Justiça Estadual - e não à
Justiça Federal - processar e julgar ação que tenha por objeto a concessão de pensão por
morte decorrente de óbito de empregado ocorrido em razão de assalto sofrido durante o
exercício do trabalho. Doutrina e jurisprudência firmaram compreensão de que, em
regra, o deslinde dos conflitos de competência de juízos em razão da matéria deve ser
dirimido com a observância da relação jurídica controvertida, notadamente no que se
refere à causa de pedir e ao pedido indicados pelo autor da demanda [grifou-se]. Na
hipótese, a circunstância afirmada não denota acidente do trabalho típico ou próprio,
disciplinado no caput do art. 19 da Lei 8.213/1991 (Lei de Benefícios da Previdência
Social), mas acidente do trabalho atípico ou impróprio, que, por presunção legal, recebe
proteção na alínea "a" do inciso II do art. 21 da Lei de Benefícios. Nessa hipótese, o nexo
causal é presumido pela lei diante do evento, o que é compatível com o ideal de proteção
ao risco social que deve permear a relação entre o segurado e a Previdência Social.
Desse modo, o assalto sofrido no local e horário de trabalho equipara-se ao acidente do
trabalho, e o direito à pensão por morte decorrente do evento inesperado e violento deve
ser apreciado pelo juízo da Justiça Estadual, nos termos do art. 109, I, parte final, da CF
combinado com o art. 21, II, "a", da Lei 8.213/1991. CC 132.034-SP, Rel. Min. Benedito
Gonçalves, julgado em 28/5/2014 [DJe 02/06/2014].

Ante o exposto, declino da competência e determino a remessa dos autos para o


Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina.

Porto Alegre/RS, 28 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0017004-18.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : ANTONINHO DOS SANTOS
ADVOGADO : Claudiomir Giaretton

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 48 / 477


PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE XANXERE/SC

DECISÃO

Trata-se de remessa necessária de sentença que julgou procedente o pedido


inicial para condenar o INSS a conceder à parte autora, o benefício assistencial de prestação
continuada a partir de 21/07/2011 (data do requerimento administrativo).

É o relatório. Decido.

Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e
será aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais
praticados e as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".

O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e


acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.

Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC de 1973, se sujeitavam a


reexame obrigatório acaso houvesse condenação da Fazenda Pública ou fosse assegurado ao
autor direito equivalente (proveito econômico) no valor de até sessenta salários mínimos.

O novo Código de Processo Civil de 2015 no art. 496, § 3º elencou novos


parâmetros, aumentando o limite para reexame obrigatório da sentença. Assim é possível a
indagação quanto à lei aplicável às sentenças publicadas anteriormente e ainda não
reexaminadas.

Uma das interpretações possíveis seria a de que, em tendo havido fato


superveniente à remessa - novo CPC -, a suprimir o interesse da Fazenda Pública em ver
reexaminadas sentenças que a houvessem condenado ou garantido proveito econômico à
outra parte em valores correspondentes a até mil salários mínimos, não seria caso de se julgar
a remessa. Inexistindo o interesse, por força da sobrevinda dos novos parâmetros, não
haveria condição (interesse) para o seu conhecimento.

No entanto, o Superior Tribunal de Justiça, firmou entendimento de a lei vigente


à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial (REsp
642.838/SP, Rel. Min. Teori Zavascki).

Nesses termos, em atenção ao precedente citado, impõe-se que a possibilidade


de conhecimento da remessa necessária das sentenças anteriores à mudança processual
observe os parâmetros do CPC de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.

Registre-se que no caso dos autos, não se pode invocar o preceito da Súmula
490 do STJ, segundo a qual, a dispensa de reexame necessário quando o valor da
condenação ou do direito controvertido for inferior a sessenta salários mínimos, não se aplica
a sentenças ilíquidas.

No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 49 / 477
autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.

Desse modo, para aferir a aplicabilidade ou não do disposto no § 2º do art. 475


do CPC/73 em comento, é irrelevante o valor que tenha sido atribuído pela parte sua peça
inicial, servindo como parâmetro o valor econômico expresso na sentença condenatória que
julga a causa. Nesse sentido:

PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA. REEXAME NECESSÁRIO.


INTELIGÊNCIA DO § 2º DO ART. 475 DO CPC, COM A REDAÇÃO DA LEI 10.352/01. 1.
Nos termos do art. 475, § 2º, do CPC, a sentença não está sujeita a reexame necessário
quando "a condenação, ou o direito o direito controvertido, for de valor certo não
excedente a 60 (sessenta) salários mínimos". Considera-se "valor certo", para esse
efeito, o que decorre de uma sentença líquida, tal como prevê o art. 459 e seu parágrafo,
combinado com o art. 286 do CPC. 2. Os pressupostos normativos para a dispensa do
reexame têm natureza estritamente econômica e são aferidos, não pelos elementos da
demanda (petição inicial ou valor da causa), e sim pelos que decorrem da sentença que a
julga. (...) 5. Embargos de divergência providos. (EREsp 600.596/RS, Rel. Ministro TEORI
ALBINO ZAVASCKI, CORTE ESPECIAL, julgado em 04/11/2009, DJe 23/11/2009)

No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte


autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.

A sentença de 28/11/2014 condenou o INSS ao pagamento do Benefício


Assistencial de prestação continuada desde a data de 21/07/2011, quando manejado o
requerimento administrativo, tratando-se de benefício de renda mínima, ou seja, no valor do
salário mínimo.

Assim, o valor que a autarquia previdenciária não pagou à parte autora equivale
a 40 salários mínimos. Ainda que se considere a atualização monetária, a aplicação dos juros
de mora nas condições estabelecidas na sentença e eventuais correções do cálculo ora
efetivado, à evidência que a condenação do INSS resulta manifestamente inferior a (60)
sessenta salários-mínimos.

Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao


julgado.

Cabe salientar que se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a


Fazenda Pública em valor não excedente a sessenta salários mínimos, impõe-se aferir o
montante da condenação na data em que proferida. Valores sujeitos a vencimento futuro não
podem ser considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o
benefício será mantido.

Não por outra razão é que se toma o valor das parcelas vencidas até a data da
decisão de procedência, para fins de aferição do montante da condenação sobre o qual
incidirão os honorários advocatícios, nos termos da Súmula 111 do STJ. Não se aplicam à
hipótese, as regras de estimativa do valor da causa. Trata-se, no momento, de condenação.

Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a sessenta salários


mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa não
deve ser conhecida nesta Corte.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 50 / 477


Ante o exposto, não conheço da remessa necessária, devendo os autos
retornar ao juízo de origem para prosseguimento da execução do julgado. Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, proceda-se a respectiva baixa.
Porto Alegre/RS, 30 de março de 2017.
APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002782-11.2017.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : EMY FRANTZ LUCHESE
ADVOGADO : Katiucia Rech
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso em que a questão discutida encontra-se sob exame no


Tribunal Regional Federal da 4ª Região, tendo por objeto o Tema:

Tema IRDR-TRF4 nº 5 - Discute-se se o adicional de 25% previsto no art. 45 da


8.213/91, destinado à aposentadoria por invalidez, pode ser estendido aos demais tipos
de aposentadoria, em face do princípio da isonomia.

Ante o exposto e com fundamento nos artigos 313, inciso IV, e 982 do Código
de Processo Civil/2015, que regula os procedimentos relativos à tramitação dos recursos cuja
matéria foi submetida ao regime do Incidente de Resolução de Demandas Repetitivas - IRDR,
determino o sobrestamento do feito até julgamento final da controvérsia pelo TRF4.
Intimem-se.

Porto Alegre/RS, 24 de março de 2017.


APELAÇÃO CÍVEL Nº 0003377-10.2017.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARLI TELLES PEREIRA
ADVOGADO : Helena Selivan

DECISÃO

Trata-se de apelação em face da sentença (20-09-2016) que julgou procedente o


pedido inicial para condenar o INSS a implantar, em favor da parte autora, o benefício de
auxílio-doença, a contar do indeferimento administrativo, ocorrido em 15 de fevereiro de
2016, atualizado monetariamente.
O apelante insurge-se tão somente quanto aos índices de correção monetária e
percentual de juros de mora.
Apresentadas as contrarrazões, vieram os autos para julgamento.
É o relatório. Decido.
No que se refere à questão da atualização monetária das quantias a que é

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 51 / 477


condenada a Fazenda Pública, dado o caráter acessório de que se reveste, não deve ser
impeditiva da regular marcha do processo no caminho da conclusão da fase de
conhecimento.
Firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e
da correção monetária por eventual condenação imposta ao ente público e seus termos
iniciais, a forma como serão apurados os percentuais correspondentes, sempre que se
revelar fator impeditivo ao eventual trânsito em julgado da decisão condenatória, pode
ser diferida para a fase de cumprimento, observando-se a norma legal e sua
interpretação então em vigor. Isso porque é na fase de cumprimento do título judicial que
deverá ser apresentado, e eventualmente questionado, o real valor a ser pago a título de
condenação, em total observância à legislação de regência.
O recente art. 491 do NCPC, ao prever, como regra geral, que os consectários já
sejam definidos na fase de conhecimento, deve ter sua interpretação adequada às diversas
situações concretas que reclamarão sua aplicação. Não por outra razão seu inciso I traz
exceção à regra do caput, afastando a necessidade de predefinição quando não for
possível determinar, de modo definitivo, o montante devido. A norma vem com o objetivo
de favorecer a celeridade e a economia processuais, nunca para frear o processo.
E no caso, o enfrentamento da questão pertinente ao índice de correção
monetária, a partir da vigência da Lei 11.960/09, nos débitos da Fazenda Pública, embora de
caráter acessório, tem criado graves óbices à razoável duração do processo, especialmente se
considerado que pende de julgamento no STF a definição, em regime de repercussão geral,
quanto à constitucionalidade da utilização do índice da poupança na fase que antecede a
expedição do precatório (RE 870.947, Tema 810).
Tratando-se de débito, cujos consectários são totalmente regulados por lei,
inclusive quanto ao termo inicial de incidência, nada obsta a que sejam definidos na fase de
cumprimento do julgado, em que, a propósito, poderão as partes, se assim desejarem, mais
facilmente conciliar acerca do montante devido, de modo a finalizar definitivamente o
processo.
Sobre esta possibilidade, já existe julgado da Terceira Seção do STJ, em que
assentado que "diante a declaração de inconstitucionalidade parcial do artigo 5º da Lei n.
11.960/09 (ADI 4357/DF), cuja modulação dos efeitos ainda não foi concluída pelo Supremo
Tribunal Federal, e por transbordar o objeto do mandado de segurança a fixação de
parâmetros para o pagamento do valor constante da portaria de anistia, por não se tratar de
ação de cobrança, as teses referentes aos juros de mora e à correção monetária devem ser
diferidas para a fase de execução. 4. Embargos de declaração rejeitados". (EDcl no MS
14.741/DF, Rel. Ministro JORGE MUSSI, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 08/10/2014, DJe
15/10/2014).
Na mesma linha vêm decidindo as duas turmas de Direito Administrativo desta
Corte (2ª Seção), à unanimidade, (Ad exemplum: os processos 5005406-14.2014.404.7101 3ª
Turma, julgado em 01-06-2016 e 5052050-61.2013.404.7000, 4ª Turma, julgado em
25/05/2016).
Portanto, em face da incerteza quanto ao índice de atualização monetária, e
considerando que a discussão envolve apenas questão acessória no contexto da lide, à luz do
que preconizam os art. 4º, 6º e 8º do novo Código de Processo Civil, mostra-se adequado e
racional diferir-se para a fase de execução a decisão acerca dos critérios de correção, ocasião
em que, provavelmente, a questão já terá sido dirimida pelo tribunal superior, o que
conduzirá à observância, pelos julgadores, ao fim e ao cabo, da solução uniformizadora.
A fim de evitar novos recursos, inclusive na fase de cumprimento de sentença, e
anteriormente à solução definitiva pelo STF sobre o tema, a alternativa é que o cumprimento
do julgado se inicie, adotando-se os índices da Lei 11.960/2009, inclusive para fins de
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 52 / 477
do julgado se inicie, adotando-se os índices da Lei 11.960/2009, inclusive para fins de
expedição de precatório ou RPV pelo valor incontroverso, diferindo-se para momento
posterior ao julgamento pelo STF a decisão do juízo sobre a existência de diferenças
remanescentes, a serem requisitadas, acaso outro índice venha a ter sua aplicação legitimada.
Os juros de mora, incidentes desde a citação, como acessórios que são, também
deverão ter sua incidência garantida na fase de cumprimento de sentença, observadas as
disposições legais vigentes conforme os períodos pelos quais perdurar a mora da Fazenda
Pública.
Evita-se, assim, que o presente feito fique paralisado, submetido a infindáveis
recursos, sobrestamentos, juízos de retratação, e até ações rescisórias, com comprometimento
da efetividade da prestação jurisdicional, apenas para solução de questão acessória.
Cabe destacar que a Terceira Seção desta Corte, em situação análoga, julgando
o processo nº 0000343-90.2013.4.04.0000/PR, à unanimidade, decidiu pelo diferimento para
a fase de cumprimento de sentença/execução, a adoção dos critérios legais de atualização
monetária.
Assim, é caso de diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos
consectários legais.
Ante o exposto, com apoio no art. 932, inciso III, do Código de Processo Civil
e no art. 37, inciso XII e § 2º, inciso II, do Regime Interno do Tribunal Regional Federal
da 4ª Região - RITRF4, julgo prejudicado o presente recurso, devendo os autos retornar
ao juízo de origem para prosseguimento da execução do julgado.

Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 04 de abril de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002914-68.2017.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
PARTE RE' : SILVIA MANES HECK
ADVOGADO : Giovani Bogo e outros
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ASCURRA/SC

DECISÃO

Trata-se de reexame necessário de sentença (09-08-2016) que julgou


improcedentes embargos à execução opostos pelo Instituto Nacional do Seguro Social -
INSS.

Cumpre ressaltar que o Superior Tribunal de Justiça possui jurisprudência no


sentido de não se conhecer da remessa oficial em embargos à execução de título judicial
contra a Fazenda Pública.

O denominado reexame necessário acontece, via de regra, de sentenças


proferidas contra a União, o Estado, o Distrito Federal, o Município, e as respectivas
autarquias e fundações de direito público (art. 496, I, do CPC de 2015), ou, ainda, das que
julgarem procedentes, mesmo que parcialmente, os embargos à execução fiscal (art. 496, II,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 53 / 477


do novo CPC).

Logo, não cabe a sujeição da sentença, ao duplo grau de jurisdição, em ações


autônomas em que a Fazenda Pública se opõe à execução de título judicial.
Nesse sentido, julgados do Superior Tribunal de Justiça:

PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS À EXECUÇÃO DE TÍTULO JUDICIAL. NÃO


CABIMENTO DE REEXAME NECESSÁRIO.

1. Nos termos do art. 475, II, do CPC, é cabível reexame necessário quando se tratar de
embargos propostos em execução de dívida ativa.

2. Não cabe recurso de ofício contra a sentença proferida em embargos à execução de


título judicial. Precedentes.

3. Recurso especial a que se nega provimento.

(REsp 1467426/SP, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEGUNDA TURMA, julgado em


10/03/2015, DJe 18/03/2015)

TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. RECONHECIMENTO DE ERRO MATERIAL APÓS


O TRÂNSITO EM JULGADO. POSSIBILIDADE. MÉRITO RECURSAL TRANSITADO EM
JULGADO PARA A FAZENDA PÚBLICA QUE NÃO APELOU DA SENTENÇA
PROFERIDA NOS EMBARGOS DO DEVEDOR. INEXISTÊNCIA DE REEXAME
NECESSÁRIO. ART. 475, II, DO CPC.

1. A jurisprudência desta Corte é firme no sentido da "possibilidade de correção de ofício


de erro material, mesmo após o trânsito em julgado." (REsp 1.294.294/RS, Rel. Ministro
Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, DJe 16/05/2014). No mesmo sentido: AgRg
no REsp 1.223.157/RS, Rel. Ministro Cesar Asfor Rocha, Segunda Turma, DJe
10/08/2012.

2. O especial inconformismo fazendário sequer ultrapassa a barreira do conhecimento,


pois a matéria de mérito nele tratada já se encontrava transitada em julgado pela
ausência de apelação da Fazenda Nacional embargante. A manifestação do Tribunal de
origem, em relação aos pontos depois versados no especial da Fazenda, deu- se apenas
em caráter obiter dictum.

3. "A sentença que rejeita ou julga improcedentes os embargos à execução opostos pela
Fazenda Pública não está sujeita ao reexame necessário (art. 475, II, do CPC)." (AgRg no
REsp 1.011.409/RJ, Rel.ª Ministra Marilza Maynard, Sexta Turma, DJe 28.02.2014).4.
Agravo regimental a que se nega provimento.

(AgRg no AREsp 89.520/DF, Rel. Ministro SÉRGIO KUKINA, PRIMEIRA TURMA, julgado
em 12/08/2014, DJe 15/08/2014)

Ainda que assim não fosse, o artigo 496 do Código de Processo Civil/2015
estabelece que a sentença proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os
Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público está sujeita ao duplo
grau de jurisdição, não produzindo efeito senão depois de confirmada pelo tribunal.
Exclui-se a obrigatoriedade do referido duplo grau de jurisdição sempre que a
condenação ou o proveito econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a
1.000 (mil) salários-mínimos para a União, respectivas autarquias e fundações de direito
público (art. 496, §3º, I).
No ano de 2017, o salário mínimo representa R$ 937,00, correspondendo o

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 54 / 477


limite de mil salários-mínimos a R$ 937.000,00.
O teto para os benefícios da Previdência Social atualmente está fixado em R$
5.531,31 e a sentença condenatória alcança, geralmente, cinco anos de efeitos financeiros, os
quais, somados ao tempo de tramitação do processo até a sentença (atualmente com o tempo
desejável de quatro anos, conforme a meta nº 2 do Conselho Nacional de Justiça), poderiam
perfazer quase dez anos. Desse modo, considerados dez anos de efeitos financeiros, o ano
com 13 prestações mensais, o teto dos benefícios previdenciários e o salário mínimo de R$
937,00, chega-se a um valor máximo da condenação de 767,41 salários mínimos ou R$
719.070,30, bastante inferior ao limite legal.
De outro giro, segundo informação da Divisão de Cálculos do Tribunal
Regional Federal da 4ª Região, em simulação tomando por base a DIB 01/04/2006,
ajuizamento em 01/05/2006, citação em 05/2006, renda mensal inicial de R$ 2.801,56 (teto
da Previdência Social em abril de 2006), sentença condenatória em 06/2016, chegou-se a um
valor da condenação, nessa data, de R$ 879.317,03, aí incluídos juros e correção monetária,
equivalente a 999,22 salários mínimos vigente em junho de 2016 (R$ 880,00).
Portanto, é possível concluir que, em sentenças proferidas na vigência do
Código de Processo Civil de 2015, as condenações ao pagamento de benefício
previdenciário - seja benefício de valor mínimo, seja benefício de valor máximo - por
prazo inferior a dez anos não admitem a remessa necessária. Tal prazo deve ser aferido
entre a data de entrada de requerimento ou a data de início do benefício e a data em que
proferida a sentença, excluídas as parcelas prescritas e os valores já percebidos a título de
antecipação de tutela ou tutela provisória.
De acordo com julgado do Superior Tribunal de Justiça, reafirmado em decisão
monocrática no Recurso Especial nº 1.577.902, proferida pelo Ministro Humberto Martins,
em 2/2/2016, "É líquida a sentença que contém em si todos os elementos que permitem
definir a quantidade de bens a serem prestados, dependendo apenas de cálculos aritméticos
apurados mediante critérios constantes do próprio título ou de fontes oficiais públicas e
objetivamente conhecidas." (REsp 937.082/MG, Rel. Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA
QUARTA TURMA, julgado em 18/09/2008, DJe 13/10/2008 ). Outras decisões monocráticas
no mesmo sentido foram proferidas pelo Superior Tribunal de Justiça, em datas mais
recentes, como o Recurso Especial nº 1.513.537/MG, Ministro Og Fernandes, em 24/11/2016,
e o Recurso Especial nº 1.656.578/RS, Ministro Gurgel de Faria, em 6/3/2017.
Na espécie, o valor atribuído à causa nos presentes embargos é de R$ 954,22,
em maio de 2014.

Assim, é perfeitamente viável estimar o valor da condenação em valor


manifestamente inferior ao limite legal de 1.000 salários mínimos para o reexame
obrigatório.
Por este motivo, não conheço da remessa necessária.

Porto Alegre/RS, 30 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002817-68.2017.4.04.9999/SC
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
PARTE AUTORA : MARIA APARECIDA VOIGT
ADVOGADO : Mario Biz e outro
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ASCURRA/SC

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 55 / 477


DECISÃO

Não se desconhece o entendimento do Superior Tribunal de Justiça no sentido


de que a sentença ilíquida está sujeita a reexame necessário (Súmula 490).
Contudo, tratando-se de remessa necessária de sentença proferida em
17/05/2016 (publicada em 31/05/2016), que condenou o INSS a pagar as parcelas do
benefício de Aposentadoria por Invalidez desde a cessação administrativa do benefício de
Auxílio-Doença (07/12/2010 - fl. 17), é certo que a condenação, ainda que acrescida de
correção monetária e juros, jamais excederá 1.000 (mil) salários mínimos, montante exigível
para a admissibilidade do art. 496, § 3º, I, do NCPC.
Portanto, não conheço da remessa oficial.
Intimem-se.
Publique-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0003081-85.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
PARTE AUTORA : ADAO ALTAMIRO VELOSO
ADVOGADO : Jose Ricardo Oppermann
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE TRÊS
PASSOS/RS

DECISÃO

Não se desconhece o entendimento do Superior Tribunal de Justiça no sentido


de que a sentença ilíquida está sujeita a reexame necessário (Súmula 490).
Contudo, tratando-se de remessa necessária de sentença proferida em
26/05/2016 (publicada em 03/06/2017), que condenou o INSS a pagar as parcelas do
benefício de Auxílio-Doença ao autor, com o pagamento das parcelas vencidas desde a
perícia médica, devidamente atualizadas, é certo que a condenação, ainda que acrescida de
correção monetária e juros, jamais excederá 1.000 (mil) salários mínimos, montante exigível
para a admissibilidade do art. 496, § 3º, I, do NCPC.
Portanto, não conheço da remessa oficial.
Intimem-se.
Publique-se.

Porto Alegre, 31 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002964-94.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
PARTE AUTORA : OLAVO GONCZEROWSKI
ADVOGADO : Daniel Ryzewski
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE BARRA DO RIBEIRO/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 56 / 477


DECISÃO

Não se desconhece o entendimento do Superior Tribunal de Justiça no sentido


de que a sentença ilíquida está sujeita a reexame necessário (Súmula 490).
Contudo, tratando-se de remessa necessária de sentença proferida em
31/10/2016 (publicada em 04/11/2016), que condenou o INSS a pagar as parcelas do
benefício de Auxílio-Doença, a contar de dezembro/2010 até 15/10/2012 e de 21/12/2013 até
13/07/2014, é certo que a condenação, ainda que acrescida de correção monetária e juros,
jamais excederá 1.000 (mil) salários mínimos, montante exigível para a admissibilidade do
art. 496, § 3º, I, do NCPC.
Portanto, não conheço da remessa oficial.
Intimem-se.
Publique-se.

Porto Alegre, 31 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002976-11.2017.4.04.9999/PR
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
PARTE AUTORA : HEROTILDES RUFINO DE SOUZA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE SÃO JOÃO DO
IVAÍ/PR

DECISÃO

Não se desconhece o entendimento do Superior Tribunal de Justiça no sentido


de que a sentença ilíquida está sujeita a reexame necessário (Súmula 490).
Contudo, tratando-se de remessa necessária de sentença proferida em
30/05/2016, que condenou o INSS a pagar as parcelas do benefício de Auxílio-Doença à
parte autora, a contar de 03/09/2011, no valor de um salário mínimo, é certo que a
condenação, ainda que acrescida de correção monetária e juros, jamais excederá 1.000 (mil)
salários mínimos, montante exigível para a admissibilidade do art. 496, § 3º, I, do NCPC.
Portanto, não conheço da remessa oficial.
Intimem-se.
Publique-se.

Porto Alegre, 31 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0003133-81.2017.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : ARIDEU NOGUEIRA DE MORAES
ADVOGADO : Jorge Luiz Pohlmann e outros
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
SOBRADINHO/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 57 / 477


DECISÃO

Trata-se de remessa necessária de sentença proferida em 26/09/2016, que


julgou procedente a ação ajuizada em 10/04/2014, para condenar o INSS ao pagamento da
diferença relativa ao ofício de fl. 11, devidamente atualizada e acrescida de juros moratórios,
nos termos do art. 1º-F da Lei 9.494/97, bem como a pagar despesas processuais e honorários
advocatícios fixados em 10% sobre o valor das parcelas vencidas (Súmulas nº 111/STJ e nº
76/TRF4), nos termos do art. 85, §§ 2º e 3º, do CPC.
É o relatório. Decido.
Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e será
aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais praticados e
as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".
O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e
acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.
Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame
obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.
A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de
2015 (sem grifos no original):

Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão depois de
confirmada pelo tribunal, a sentença:

I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas


respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o juiz
ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do respectivo
tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito econômico


obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e fundações de


direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as respectivas


autarquias e fundações de direito público e os Municípios que constituam capitais dos
Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver fundada em:

I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 58 / 477


III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de
assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula
administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial
(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).
Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa
necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.
Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo
Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.
Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública
em valor igual ou superior a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.
No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte
autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.
A sentença condenou o INSS a pagar, com correção monetária e juros, a
"diferença relativa ao ofício de fl. 11", que é datado de janeiro/2013 e do qual assim consta:

Com o processamento da revisão, houve alteração no valor da renda mensal de seu


benefício, de R$ 1.062,38 para R$ 1.257,31, gerando uma diferença no valor de R$
10.385,61, referente ao período de 01/12/2008 a 31/12/2012.

Em janeiro/2013, o salário mínimo era de R$ 678,00, e, assim, o montante das


diferenças devidas equivalia a pouco mais de 15 salários mínimos.
Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência o montante
final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.
Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)
salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
necessária não deve ser conhecida.
Ante o exposto, com base no artigo 932, incisos III e VIII, do Código de
Processo Civil e no artigo 37, § 2º, inciso II, do Regimento Interno do Tribunal Regional
Federal da 4ª Região, não conheço da remessa necessária, devendo os autos retornar ao juízo
de origem para prosseguimento da execução do julgado.
Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 30 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002737-07.2017.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : JORGE ELEMAR RODRIGUES DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Ernani Scheffer

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 59 / 477


PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
CRISSIUMAL/RS

DECISÃO

Trata-se de remessa necessária de sentença (26.09.2016) que julgou procedente


o pedido inicial, a fim de determinar o restabelecimento do beneficio de auxílio-doença a
contar da cessação administrativa (04.09.2014).

É o relatório. Decido.

Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e
será aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais
praticados e as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".

O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e


acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.

Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame


obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.

A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de


2015 (sem grifos no original):

Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão depois de
confirmada pelo tribunal, a sentença:

I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas


respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o juiz
ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do respectivo
tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito


econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e fundações de


direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as respectivas


autarquias e fundações de direito público e os Municípios que constituam capitais dos
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 60 / 477
autarquias e fundações de direito público e os Municípios que constituam capitais dos
Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver fundada em:

I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de


assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou súmula
administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial
(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).

Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa


necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.

Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo


Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.

Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública


em valor superior ou igual a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.

No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte


autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.

A sentença de 26.09.2016 condenou o INSS ao pagamento do benefício de


auxílio-doença desde 04.09.2014.

Trata-se, pois, de benefício de renda mínima, como se vê pela carta de


concessão de fls. 13/14 , ou seja, no valor do salário mínimo. Assim, o valor que a autarquia
previdenciária não pagou à parte autora, equivale a 27 (vinte e sete) salários mínimos,
acrescidos de correção monetária e juros.

Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao


julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 61 / 477


Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência, o montante
final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.

Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)


salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
não deve ser conhecida nesta Corte.

Ante o exposto, com apoio no art. 37, XII do Regime Interno desta Corte, não
conheço da remessa necessária, devendo os autos retornarem ao juízo de origem para
prosseguimento da execução do julgado.

Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 30 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0003077-48.2017.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : ALCINDO GREFF
ADVOGADO : Rosani Diel Graebin
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE TRÊS
PASSOS/RS

DECISÃO

Trata-se de remessa necessária em face da sentença (16-05-2016) que julgou


procedente o pedido inicial para condenar o INSS a restabelecer o benefício de auxílio-
doença, a contar do cancelamento administrativo, em 31 de dezembro de 2014, atualizado
monetariamente.
Por força do reexame necessário, vieram os autos para julgamento.
É o relatório. Decido.
Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e será
aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais praticados e
as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".
O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e
acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.
Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame
obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.
A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de
2015 (sem grifos no original):

Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão
depois de confirmada pelo tribunal, a sentença:

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 62 / 477


I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas
respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o
juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do
respectivo tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa


necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito


econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e


fundações de direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as


respectivas autarquias e fundações de direito público e os Municípios que
constituam capitais dos Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver


fundada em:

I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de


assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou
súmula administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial
(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).
Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa
necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.
Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo
Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.
Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública
em valor superior ou igual a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 63 / 477


No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte
autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.
A sentença de 16 de maio de 2016 condenou o INSS ao pagamento de auxílio-
doença desde a data de 31 de dezembro de 2014, quando houve o cancelamento
administrativo, tratando-se de benefício de renda mínima, ou seja, no valor do salário
mínimo. Assim, o valor que a autarquia previdenciária não pagou à parte autora equivale a
21 (vinte e um) salários mínimos, acrescidos de correção monetária e juros.
Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao
julgado.
Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência o montante
final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.
Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)
salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
não deve ser conhecida nesta Corte.
Ante o exposto, não conheço da remessa necessária, devendo os autos
retornar ao juízo de origem para prosseguimento da execução do julgado.

Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 29 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002938-96.2017.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : LOURDES MARCHI SGUARIO
ADVOGADO : Claudiomir Giaretton
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE XANXERE/SC

DECISÃO

Trata-se de remessa necessária em face da sentença (06-09-2016) que julgou


procedente o pedido inicial para condenar o INSS a restabelecer o benefício de auxílio-
doença, a contar do cancelamento administrativo, em 02 de março de 2014, atualizado
monetariamente.
Por força do reexame necessário, vieram os autos para julgamento.
É o relatório. Decido.
Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e será
aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais praticados e
as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".
O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e
acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.
Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame
obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.
A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de
2015 (sem grifos no original):

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 64 / 477


Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão
depois de confirmada pelo tribunal, a sentença:

I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas


respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o
juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do
respectivo tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa


necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito


econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e


fundações de direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as


respectivas autarquias e fundações de direito público e os Municípios que
constituam capitais dos Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver


fundada em:

I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de


assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou
súmula administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial
(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).
Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa
necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.
Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo
Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.
Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 65 / 477


em valor superior ou igual a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.
No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte
autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.
A sentença de 06 de setembro de 2016 condenou o INSS ao pagamento de
auxílio-doença desde a data de 02 de março de 2014, quando houve o cancelamento
administrativo, tratando-se de benefício de renda mínima, ou seja, no valor do salário
mínimo. Assim, o valor que a autarquia previdenciária não pagou à parte autora equivale a
34 (trinta e quatro) salários mínimos, acrescidos de correção monetária e juros.
Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao
julgado.
Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência o montante
final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.
Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)
salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
não deve ser conhecida nesta Corte.
Ante o exposto, não conheço da remessa necessária, devendo os autos
retornar ao juízo de origem para prosseguimento da execução do julgado.

Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 29 de março de 2017.


APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0017139-98.2014.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JOSEFA MAKOSKI FACCIN
ADVOGADO : Rodrigo Seben e outros
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 3A VARA DA COMARCA DE FREDERICO WESTPHALEN/RS

DESPACHO

As informações constantes do Sistema Plenus/INSS, cuja juntada aos autos


desde já determino, dão conta de que a autora veio a óbito em 08/04/2015.
Assim, determino a suspensão do feito por 60 (sessenta) dias, para que o
procurador promova a regularização da representação processual através da habilitação dos
herdeiros de Josefa Makoski Faccin, acostando:
- certidão de óbito da ex-segurada;
- procurações e certidões de nascimento ou casamento dos sucessores.
Intimem-se.
Aguarde-se em Secretaria.
Após, voltem-me conclusos.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 66 / 477


Porto Alegre/RS, 28 de março de 2017.
REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0002948-43.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
PARTE AUTORA : ORESTES RODRIGUES DA SILVA
ADVOGADO : Gilberto Fernando Scapini
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE TRÊS
PASSOS/RS

DECISÃO

Não se desconhece o entendimento do Superior Tribunal de Justiça no sentido


de que a sentença ilíquida está sujeita a reexame necessário (Súmula 490).
Contudo, tratando-se de remessa necessária de sentença proferida em
09/08/2016 (publicada em 28/09/2016), que condenou o INSS a pagar as parcelas do
benefício de Aposentadoria por Idade Rural, a contar de 30/12/2013, correspondente ao valor
de um salário mínimo mensal, é certo que a condenação, ainda que acrescida de correção
monetária e juros, jamais excederá 1.000 (mil) salários mínimos, montante exigível para a
admissibilidade do art. 496, § 3º, I, do NCPC.
Portanto, não conheço da remessa oficial.
Intimem-se.
Publique-se.

Porto Alegre, 27 de março de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0003188-32.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
PARTE AUTORA : INES TEREZINHA CARDOSO CACIMIRO
ADVOGADO : Gustavo Hentges Redecker e outro
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ENCANTADO/RS

DECISÃO

Não se desconhece o entendimento do Superior Tribunal de Justiça no sentido


de que a sentença ilíquida está sujeita a reexame necessário (Súmula 490).
Contudo, tratando-se de remessa necessária de sentença proferida em
26/09/2016, que condenou o INSS a pagar as parcelas do benefício de Auxílio-Doença à
parte autora desde setembro de 2013, até a recuperação de suas atividades habituais, é certo
que a condenação, ainda que acrescida de correção monetária e juros, jamais excederá 1.000
(mil) salários mínimos, montante exigível para a admissibilidade do art. 496, § 3º, I, do
NCPC.
Portanto, não conheço da remessa oficial.
Intimem-se.
Publique-se.

Porto Alegre, 03 de abril de 2017.


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 67 / 477
Porto Alegre, 03 de abril de 2017.
APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0006627-85.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : LOURDES INÊZ RAMPANELLI
ADVOGADO : Alvadi Antônio Griseli
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE SÃO
VALENTIM/RS

DECISÃO

Trata-se de apelação e remessa necessária em face da sentença (14-04-2016)


que julgou procedente o pedido inicial para condenar o INSS a implantar, em favor da parte
autora, o benefício de aposentadoria por invalidez, a contar do cancelamento administrativo,
ocorrido em 24 de julho de 2014, atualizado monetariamente.
O apelante insurge-se tão somente quanto aos índices de correção monetária e
percentual de juros de mora.
Apresentadas as contrarrazões, e também por força do reexame necessário,
vieram os autos para julgamento.
É o relatório. Decido.
No que se refere à questão da atualização monetária das quantias a que é
condenada a Fazenda Pública, dado o caráter acessório de que se reveste, não deve ser
impeditiva da regular marcha do processo no caminho da conclusão da fase de
conhecimento.
Firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e
da correção monetária por eventual condenação imposta ao ente público e seus termos
iniciais, a forma como serão apurados os percentuais correspondentes, sempre que se
revelar fator impeditivo ao eventual trânsito em julgado da decisão condenatória, pode
ser diferida para a fase de cumprimento, observando-se a norma legal e sua
interpretação então em vigor. Isso porque é na fase de cumprimento do título judicial que
deverá ser apresentado, e eventualmente questionado, o real valor a ser pago a título de
condenação, em total observância à legislação de regência.
O recente art. 491 do NCPC, ao prever, como regra geral, que os consectários já
sejam definidos na fase de conhecimento, deve ter sua interpretação adequada às diversas
situações concretas que reclamarão sua aplicação. Não por outra razão seu inciso I traz
exceção à regra do caput, afastando a necessidade de predefinição quando não for
possível determinar, de modo definitivo, o montante devido. A norma vem com o objetivo
de favorecer a celeridade e a economia processuais, nunca para frear o processo.
E no caso, o enfrentamento da questão pertinente ao índice de correção
monetária, a partir da vigência da Lei 11.960/09, nos débitos da Fazenda Pública, embora de
caráter acessório, tem criado graves óbices à razoável duração do processo, especialmente se
considerado que pende de julgamento no STF a definição, em regime de repercussão geral,
quanto à constitucionalidade da utilização do índice da poupança na fase que antecede a
expedição do precatório (RE 870.947, Tema 810).
Tratando-se de débito, cujos consectários são totalmente regulados por lei,
inclusive quanto ao termo inicial de incidência, nada obsta a que sejam definidos na fase de
cumprimento do julgado, em que, a propósito, poderão as partes, se assim desejarem, mais
facilmente conciliar acerca do montante devido, de modo a finalizar definitivamente o

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 68 / 477


processo.
Sobre esta possibilidade, já existe julgado da Terceira Seção do STJ, em que
assentado que "diante a declaração de inconstitucionalidade parcial do artigo 5º da Lei n.
11.960/09 (ADI 4357/DF), cuja modulação dos efeitos ainda não foi concluída pelo Supremo
Tribunal Federal, e por transbordar o objeto do mandado de segurança a fixação de
parâmetros para o pagamento do valor constante da portaria de anistia, por não se tratar de
ação de cobrança, as teses referentes aos juros de mora e à correção monetária devem ser
diferidas para a fase de execução. 4. Embargos de declaração rejeitados". (EDcl no MS
14.741/DF, Rel. Ministro JORGE MUSSI, TERCEIRA SEÇÃO, julgado em 08/10/2014, DJe
15/10/2014).
Na mesma linha vêm decidindo as duas turmas de Direito Administrativo desta
Corte (2ª Seção), à unanimidade, (Ad exemplum: os processos 5005406-14.2014.404.7101 3ª
Turma, julgado em 01-06-2016 e 5052050-61.2013.404.7000, 4ª Turma, julgado em
25/05/2016).
Portanto, em face da incerteza quanto ao índice de atualização monetária, e
considerando que a discussão envolve apenas questão acessória no contexto da lide, à luz do
que preconizam os art. 4º, 6º e 8º do novo Código de Processo Civil, mostra-se adequado e
racional diferir-se para a fase de execução a decisão acerca dos critérios de correção, ocasião
em que, provavelmente, a questão já terá sido dirimida pelo tribunal superior, o que
conduzirá à observância, pelos julgadores, ao fim e ao cabo, da solução uniformizadora.
A fim de evitar novos recursos, inclusive na fase de cumprimento de sentença, e
anteriormente à solução definitiva pelo STF sobre o tema, a alternativa é que o cumprimento
do julgado se inicie, adotando-se os índices da Lei 11.960/2009, inclusive para fins de
expedição de precatório ou RPV pelo valor incontroverso, diferindo-se para momento
posterior ao julgamento pelo STF a decisão do juízo sobre a existência de diferenças
remanescentes, a serem requisitadas, acaso outro índice venha a ter sua aplicação legitimada.
Os juros de mora, incidentes desde a citação, como acessórios que são, também
deverão ter sua incidência garantida na fase de cumprimento de sentença, observadas as
disposições legais vigentes conforme os períodos pelos quais perdurar a mora da Fazenda
Pública.
Evita-se, assim, que o presente feito fique paralisado, submetido a infindáveis
recursos, sobrestamentos, juízos de retratação, e até ações rescisórias, com comprometimento
da efetividade da prestação jurisdicional, apenas para solução de questão acessória.
Cabe destacar que a Terceira Seção desta Corte, em situação análoga, julgando
o processo nº 0000343-90.2013.4.04.0000/PR, à unanimidade, decidiu pelo diferimento para
a fase de cumprimento de sentença/execução, a adoção dos critérios legais de atualização
monetária.
Assim, é caso de diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos
consectários legais.
Passo à análise da remessa necessária.
Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e será
aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais praticados e
as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".
O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e
acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.
Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame
obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.
A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de
2015 (sem grifos no original):

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 69 / 477


Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão
depois de confirmada pelo tribunal, a sentença:

I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas


respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o
juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do
respectivo tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa


necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito


econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e


fundações de direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as


respectivas autarquias e fundações de direito público e os Municípios que
constituam capitais dos Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver


fundada em:

I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de


assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou
súmula administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial
(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).
Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa
necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.
Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo
Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.
Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 70 / 477


em valor superior ou igual a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.
No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte
autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.
A sentença de 14 de abril de 2016 condenou o INSS ao pagamento de
aposentadoria por invalidez, a contar de 24 de julho de 2014, quando houve o cancelamento
administrativo, tratando-se de benefício de renda mínima, ou seja, no valor do salário
mínimo. Assim, o valor que a autarquia previdenciária não pagou à parte autora equivale a 25
(vinte e cinco) salários mínimos, acrescidos de correção monetária e juros.
Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao
julgado.
Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência o montante
final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.
Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)
salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
não deve ser conhecida nesta Corte.
Ante o exposto, com apoio no art. 932, inciso III, do Código de Processo Civil
e no art. 37, inciso XII e § 2º, inciso II, do Regime Interno do Tribunal Regional Federal
da 4ª Região - RITRF4, julgo prejudicado o presente recurso e não conheço da remessa
necessária, devendo os autos retornar ao juízo de origem para prosseguimento da
execução do julgado.

Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 04 de abril de 2017.


REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0003189-17.2017.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
PARTE AUTORA : ISRAEL DA COSTA
ADVOGADO : Michele Rudiger e outro
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ENCANTADO/RS

DECISÃO

Trata-se de remessa necessária em face da sentença (11-07-2016) que julgou


procedente o pedido inicial para condenar o INSS a restabelecer o benefício de auxílio-
doença, a contar do cancelamento administrativo, em 1° de março de 2013, atualizado
monetariamente.
Por força do reexame necessário, vieram os autos para julgamento.
É o relatório. Decido.
Nos termos do artigo 14 do novo CPC, "a norma processual não retroagirá e será
aplicável imediatamente aos processos em curso, respeitados os atos processuais praticados e

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 71 / 477


as situações jurídicas consolidadas sob a vigência da norma revogada".
O intuito do legislador foi salvaguardar os atos já praticados, perfeitos e
acabados, aplicando-se a nova lei processual com efeitos prospectivos.
Nesse sentido, as sentenças sob a égide do CPC vigente sujeitam-se a reexame
obrigatório se condenarem a Fazenda Pública ou assegurarem ao autor direito equivalente ao
valor de mil salários mínimos ou mais.
A remessa oficial está prevista no artigo 496 do Código de Processo Civil de
2015 (sem grifos no original):

Art. 496. Está sujeita ao duplo grau de jurisdição, não produzindo efeito senão
depois de confirmada pelo tribunal, a sentença:

I - proferida contra a União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas


respectivas autarquias e fundações de direito público;

II - que julgar procedentes, no todo ou em parte, os embargos à execução fiscal.

§ 1o Nos casos previstos neste artigo, não interposta a apelação no prazo legal, o
juiz ordenará a remessa dos autos ao tribunal, e, se não o fizer, o presidente do
respectivo tribunal avocá-los-á.

§ 2o Em qualquer dos casos referidos no § 1o, o tribunal julgará a remessa


necessária.

§ 3o Não se aplica o disposto neste artigo quando a condenação ou o proveito


econômico obtido na causa for de valor certo e líquido inferior a:

I - 1.000 (mil) salários-mínimos para a União e as respectivas autarquias e


fundações de direito público;

II - 500 (quinhentos) salários-mínimos para os Estados, o Distrito Federal, as


respectivas autarquias e fundações de direito público e os Municípios que
constituam capitais dos Estados;

III - 100 (cem) salários-mínimos para todos os demais Municípios e respectivas


autarquias e fundações de direito público.

§ 4o Também não se aplica o disposto neste artigo quando a sentença estiver


fundada em:

I - súmula de tribunal superior;

II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de


Justiça em julgamento de recursos repetitivos;

III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de


assunção de competência;

IV - entendimento coincidente com orientação vinculante firmada no âmbito


administrativo do próprio ente público, consolidada em manifestação, parecer ou
súmula administrativa.

Em precedente repetido em julgamentos sucessivos, o STJ assentou que a lei


vigente à época da prolação da decisão recorrida é a que rege o cabimento da remessa oficial

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 72 / 477


(REsp 642.838/SP, rel. Min. Teori Zavascki).
Portanto, em atenção ao precedente citado, o conhecimento da remessa
necessária das sentenças anteriores à mudança processual observará os parâmetros do CPC
de 1973, aplicando-se o novo CPC às sentenças posteriores.
Assim, tratando-se de sentença proferida na vigência do Código de Processo
Civil de 2015, o cabimento da remessa necessária deve ser analisado a partir dos parâmetros
previstos no artigo 496, § 3º, do CPC.
Se a sentença sujeita a reexame necessário é a que condena a Fazenda Pública
em valor superior ou igual a 1.000 (mil) salários mínimos, impõe-se aferir o montante da
condenação na data em que proferida, pois é neste momento que é feita a avaliação quanto à
obrigatoriedade da remessa. Valores sujeitos a vencimento futuro não podem ser
considerados para este efeito, pois não é possível estimar por quanto tempo o benefício será
mantido.
No caso concreto, o valor do proveito econômico outorgado em sentença à parte
autora da demanda é mensurável por simples cálculo aritmético.
A sentença de 11 de julho de 2016 condenou o INSS ao pagamento de auxílio-
doença desde a data de 1° de março de 2013, quando houve o cancelamento administrativo,
tratando-se de benefício de renda mínima, ou seja, no valor do salário mínimo. Assim, o
valor que a autarquia previdenciária não pagou à parte autora equivale a 45 (quarenta e
cinco) salários mínimos, acrescidos de correção monetária e juros.
Trata-se, como visto, de valor facilmente estimável, o que atribui liquidez ao
julgado.
Mesmo com o acréscimo dos consectários legais, a toda evidência o montante
final fica muito aquém de 1.000 (mil) salários mínimos.
Assim, sendo a condenação do INSS fixada em valor inferior a 1.000 (mil)
salários mínimos, a sentença não está sujeita ao reexame obrigatório, de forma que a remessa
não deve ser conhecida nesta Corte.
Ante o exposto, não conheço da remessa necessária, devendo os autos
retornar ao juízo de origem para prosseguimento da execução do julgado.

Intimem-se.
Com o trânsito em julgado, dê-se baixa definitiva.

Porto Alegre/RS, 04 de abril de 2017.


PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO À APELAÇÃO Nº 0000153-88.2017.4.04.0000/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO
JÚNIOR
REQUERENTE : ALEXANDRA SANTOS DA SILVA
ADVOGADO : Laurence Possebon e outros
REQUERIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

A peticionária postula o restabelecimento do auxílio-doença nº 550.512.546.4,


cuja natureza fora tida por acidentária (espécie 91) pelo INSS.
Ela evoca a previsão contida no § 3º, inc. I, do art. 1.012, que trata das hipóteses

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 73 / 477


em que a apelação poderá ser recebida no duplo efeito. Isso porque o MM. Juízo <i>a
quo</i> (da 5ª Vara Cível da Comarca de Caxias do Sul/RS) proferiu <b>sentença de
improcedência</b> a despeito usar como fundamento a conclusão pericial de que "não há
prova de que esta (a incapacidade) decorra de acidente de trabalho", não detendo, pois, a
jurisdição delegada prevista no § 3º do art. 109, I, da Constituição Federal.
A rigor, uma vez afastada a natureza acidentária da incapacidade laboral, os
juízos estaduais, por carecedores de jurisdição delegada federal, não podem ingressar no
mérito da pretensão deduzida na ação, devendo declinar da competência para o juízo federal
competente se o domicílio do segurado-autor for sede de Vara da Justiça Federal, como é o
caso em foco (Caixas do Sul). Interposta a apelação, caberia ao Egrégio Tribunal de Justiça
do Rio Grande do Sul anular a sentença (proferida por juiz incompetente), e remeter o
processo para uma das Varas Federais de Caxias do Sul. No entanto, houve por encaminhar a
esta Corte Regional Federal o presente pedido de efeito suspensivo à apelação interposta pela
autora.
Neste passo, sem embargo, assim reza o já citado § 3º, inc. I, art. 1.012, do CPC:

<i>§ 3º O pedido de concessão de efeito suspensivo nas hipóteses do § 1º poderá ser


formulado por requerimento dirigido ao:</i>

<i>I - tribunal, no período compreendido entre a interposição da apelação e sua


distribuição, ficando o relator designado para seu exame prevento para julgá-la;</i>

As hipóteses do § 1º são estas:

<i>Art. 1.012. A apelação terá efeito suspensivo.</i>

<i>§ 1º Além de outras hipóteses previstas em lei, começa a produzir efeitos


imediatamente após a sua publicação a sentença que:</i>

<i>I - homologa divisão ou demarcação de terras;</i>

<i>II - condena a pagar alimentos;</i>

<i>III - extingue sem resolução do mérito ou julga improcedentes os embargos do


executado;</i>

<i>IV - julga procedente o pedido de instituição de arbitragem;</i>

<i>V - <u>confirma, concede ou revoga tutela provisória;</u></i>

<i>VI - decreta a interdição.</i> (grifou-se)

Ao que se dessume, a peticionária está se valendo do inciso V (grifado) para


pugnar pelo efeito suspensivo, porquanto o ato sentencial impugnado pela apelação cassou a
tutela provisória antecipatória (fls. 06/10).
Dessarte, admito a petição apresentada pela autora, mas com a ressalva de que,
sendo físico o processo na origem, ela, assim como a própria apelação, não poderá ser
autuada em meio eletrônico como ocorre com o agravo de instrumento.
Com relação ao pleito de antecipação da pretensão recursal, há uma forte
indicação da probabilidade do direito à concessão do auxílio-doença na circunstância
(referida pelo Magistrado sentenciante) de que o laudo do perito nomeado pelo juízo é
conclusivo no sentido de que a autora está incapacitada para exercer a atividade laborativa
de higienizadora. Nesta perspectiva, seja qual for a etiologia da incapacidade, se acidentária
ou não (o que ainda será objeto de exame nas vias recursais) deve ser restabelecido o

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 74 / 477


benefício cessado na via administrativa, dada a conjugação com o risco de dano irreparável,
mercê da natureza alimentar do auxílio-doença.
O respaldo processual para tanto está no § 4º do art. 1.012 do CPC, cuja redação
é pertinente ser transcrita, <i>verbis</i>:

<i>§ 4º Nas hipóteses do § 1º, a eficácia da sentença poderá ser suspensa pelo relator se
o apelante demonstrar a probabilidade de provimento do recurso ou se, sendo relevante a
fundamentação, houver risco de dano grave ou de difícil reparação.</i>

Ante o exposto, defiro o efeito suspensivo, para determinar o restabelecimento


do auxílio-doença nº 550.512.546.4, no prazo de 15 dias.
Determino seja apensado este PESA à apelação quando esta aportar nesta Corte,
mantendo-se a relatoria por prevenção.
Intimem-se.
Porto Alegre, 28 de março de 2017.

SECRETARIA DE RECURSOS
Expediente

Secretaria de Recursos

Expediente Contrarrazões Nro 040/2017

(Localizador: PE27C4)
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria de Recursos

OS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS ESTÃO COM VISTA AOS


RECORRIDOS PARA APRESENTAREM CONTRARRAZÕES AOS RECURSOS
EXCEPCIONAIS:
.
00001 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2007.71.02.007998-8/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : MARINES ANA ARGENTA
ADVOGADO : Helena Maria Haas
00002 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0000405-62.2015.4.04.0000/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ZELY PAIM LEMOS MONTEIRO
ADVOGADO : Ivan do Amaral Borges e outro
00003 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0002604-33.2015.4.04.9999/PR
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 75 / 477
00003 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0002604-33.2015.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : TEREZINHA DE LIMA BUENO
ADVOGADO : Flayres Jose Pereira de Lima Dias e outros
00004 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0007735-86.2015.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUCIA MAIESKI GAPSKI
ADVOGADO : Francisco Vital Pereira
00005 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0012143-23.2015.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ITALINA LIDIA SECHET
ADVOGADO : Rogerio Casarotto Kraemer e outro
00006 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0013511-67.2015.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ODILA RODRIGUES
ADVOGADO : Fabio Roberto Bitencourt Quinato
00007 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0016552-42.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUIZ DE PAULA
ADVOGADO : Cari Aline Niemeyer
00008 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0017289-45.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : VILMAR JESUS SILVEIRA
ADVOGADO : Marcos Samuel Viana Mazui
00009 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0017924-26.2015.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARLICE STEIN MENEGAT
ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller e outro
00010 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0019359-35.2015.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ABIUD BRISOLLA
ADVOGADO : Fernando Vicente da Silva
00011 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0000626-11.2016.4.04.0000/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 76 / 477


RECDO : CLEIA LEDA CORSO SULIMAN
ADVOGADO : Jaime Valduga Gabbardo e outros
00012 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0001064-13.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ANA MARIA RODRIGUES e outros
ADVOGADO : Andre Antunes Cavalheiro
00013 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0004648-88.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ALVANIR RODRIGUES DA SILVA
ADVOGADO : Andreia Czichocki
: Leandro do Nascimento Lamaison e outro
00014 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0007476-57.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ELCI MARIA CURZEL
ADVOGADO : Lucas Benetti
: Neucir Luiz Benetti e outro
00015 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0007546-74.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA LUISA GOMES CIDADE
ADVOGADO : Loreni Terezinha Volkmer e outro
00016 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0009314-35.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : VICTORIA RAFAELA DA ROSA FINGER
ADVOGADO : Claudio Augusto Braga
00017 RECURSO ESPECIAL EM REMNEC Nº 0010305-11.2016.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CLEIDE AMARAL e outros
ADVOGADO : Haide Maria Schmitz
Expediente

Secretaria de Recursos

Expediente Contrarrazões Nro 041/2017

(Localizador: PE23C4)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 77 / 477


TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria de Recursos

OS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS ESTÃO COM VISTA AOS


RECORRIDOS PARA APRESENTAREM CONTRARRAZÕES AOS RECURSOS
EXCEPCIONAIS:
.
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0012453-34.2012.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : EDISON ROBERTO AMARAL DE QUADRA
ADVOGADO : Jones Izolan Treter
00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0015963-55.2012.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ALDOIR JOSÉ FERREIRA
ADVOGADO : Imilia de Souza
: Vilmar Lourenco e outro
00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0021641-51.2012.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE ORNELA TEIXEIRA
ADVOGADO : Zaqueu Subtil de Oliveira e outros
00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0002131-18.2013.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ALICE MARIA RECKTENWALD SICORRA
ADVOGADO : Maria Inês Sassi Pietczaki
00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 0008994-87.2013.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LURDES DE FATIMA DE LELIS
ADVOGADO : Ivani Marques Vieira
00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0013045-10.2014.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE LAURI PORTZ
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke e outros
00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0018089-10.2014.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 78 / 477


RECDO : LUIZ ALBERTO QUADROS DA ROSA
ADVOGADO : Maria Clara Moreira Reichel
00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM REMNEC Nº 0018637-35.2014.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSÉ ANTONIO NOVAKOSKI CAMARGO
ADVOGADO : Silvio Luiz de Costa
00009 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0020258-67.2014.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADROALDO VOLMIR REDER
ADVOGADO : Jair de Souza Santos
: Kleryston Lasie Segat e outro
: Jair Rodrigo Scherer e outro
00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0004307-96.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ALEXANDRE MORAES
ADVOGADO : Angelo Assmann
00011 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0018917-69.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : OLAIR RAMOS
ADVOGADO : Wagner Segala e outros
00012 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0004420-16.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : OTAVIO VRIELINK
ADVOGADO : Alex Jacson Carvalho e outros
00013 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0004875-78.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ELOI DA ROSA SILVA
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke
: Jose Luiz Wuttke e outro
00014 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0005307-97.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ALCIDES BERNARDES
ADVOGADO : Jose Inacio Barbacovi e outros
00015 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0005672-54.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 79 / 477


RECDO : SIVONI MARLI KIRSCH
ADVOGADO : Vilmar Lourenco
: Imilia de Souza e outro
00016 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0005819-80.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE ANTONIO DA SILVA PREZZI
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outro
00017 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0005917-65.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ANTENOR CARLOS AMPESE
ADVOGADO : Mauricio Ferron
: Rafael Plentz Gonçalves e outros
00018 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0006231-11.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : RONEI ELOI DE SOUZA
ADVOGADO : Rodrigo Krause e outro
00019 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0006752-53.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JORGE LUIZ SCHMITT
ADVOGADO : Maria Angelica Orsi
00020 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0008316-67.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MOACIR LOURENÇO
ADVOGADO : Cari Aline Niemeyer e outros
00021 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0008519-29.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ELENICE ROHR
ADVOGADO : Marcelo Barden
00022 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0010486-12.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JAUVENAL PEREIRA DA SILVA
ADVOGADO : Vilmar Lourenco
00023 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0012147-26.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MIGUEL ANGELO SCHOSSLER

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 80 / 477


ADVOGADO : Douglas Hauschild
Expediente

Secretaria de Recursos

Expediente Contrarrazões Nro 042/2017

(Localizador: PE29C1)
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria de Recursos

OS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS ESTÃO COM VISTA AOS


RECORRIDOS PARA APRESENTAREM CONTRARRAZÕES AOS RECURSOS
EXCEPCIONAIS:
.
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0003453-44.2011.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ELCIO MEDEIROS sucessão - e outro
ADVOGADO : Diogenes Nunes de Souza
00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0011915-82.2014.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ESTELA MARIS SEGUETTO RABAIOLLI
ADVOGADO : Ricardo Pacini Bagatini e outro
00003 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0021147-21.2014.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : NAIR DUARTE MACHADO
ADVOGADO : Gabriel Dornelles Marcolin
00004 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0017708-65.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSÉ VALDAIR DA SILVA
ADVOGADO : José Gabriel Scneider Fernandes
00005 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0018310-56.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JARDEL NOVOTNY DA LUZ

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 81 / 477


ADVOGADO : Alvaro Magnos Engel
00006 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0018593-79.2015.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ORACIDIO CONSENSO
ADVOGADO : Diogo Dal Toé Daniel
00007 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0018713-25.2015.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADÃO AIRES RODRIGUES
ADVOGADO : Nelmo Jose Beck e outros
00008 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0000040-47.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : NORELI FERREIRA DE JESUS
ADVOGADO : Jeferson Zanella
: Roger da Rosa e outro
00009 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0002926-19.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : DILETA ROSA ALVES
ADVOGADO : Isac Cipriano Pasqualotto e outros
00010 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0007553-66.2016.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JUREMA DE LURDES DE OLIVEIRA FREITAS
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outros
Expediente

Secretaria de Recursos

Expediente Contrarrazões Nro 043/2017

(Localizador: PE28C1)
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria de Recursos

OS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS ESTÃO COM VISTA AOS


RECORRIDOS PARA APRESENTAREM CONTRARRAZÕES AOS RECURSOS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 82 / 477


EXCEPCIONAIS:
.
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0030094-50.2008.4.04.7000/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : MUNICIPIO DE CURITIBA
ADVOGADO : Eros Sowinski e outros
00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0003905-98.2009.4.04.7000/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : MUNICÍPIO DE CURITIBA/PR
ADVOGADO : Silmara Vaz Gabriel Osório da Fonseca e outros
00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0014600-14.2009.4.04.7000/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : TVA SUL PARANA LTDA/
ADVOGADO : Rodrigo Mizunski Peres
00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0020225-29.2009.4.04.7000/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : RENAULT DO BRASIL S/A
ADVOGADO : Henrique Gaede
00005 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0004652-23.2014.4.04.0000/RS
RECTE : NEUSA MARIA MACHADO
ADVOGADO : Reinaldo Jose Cornelli e outros
: Mayara Cornelli e outro
RECDO : ONIRA LOPES ANHAIA
ADVOGADO : Marivone Hardt Betiollo e outros
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AR Nº 0004652-23.2014.4.04.0000/RS
RECTE : NEUSA MARIA MACHADO
ADVOGADO : Reinaldo Jose Cornelli e outros
: Mayara Cornelli e outro
RECDO : ONIRA LOPES ANHAIA
ADVOGADO : Marivone Hardt Betiollo e outros
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
00007 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0001802-59.2015.4.04.0000/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : FERNANDO FRASCA CANDIDO
ADVOGADO : Eduardo Kochenborger Scarparo e outro
00008 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0006404-35.2016.4.04.9999/SC
RECTE : CONSELHO REGIONAL DE QUIMICA DA 13A REGIAO/SC
ADVOGADO : Adelino Alves de Barros Neto
RECDO : CIA/ CATARINENSE DE AGUAS E SANEAMENTO -
CASAN
ADVOGADO : Osvaldo Cedorio dos Santos Junior

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 83 / 477


00009 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0012334-34.2016.4.04.9999/RS
RECTE : FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - FUNASA
PROCURADOR : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : LUIZ MARCELO DE ASSIS ESPINOSA e outro
ADVOGADO : Fernanda Medeiros Gonçalves
Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3058/2017
(Localizador: PE14C3)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0028714-65.2003.4.04.7000/PR
RECTE : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : Manoel Diniz Paz Neto e outros
: Clovis Konflanz
RECDO : PERFIL CONSTRUCAO CIVIL E EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS LTDA/ e
outros
ADVOGADO : Alexandre Torres Vedana

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00002 RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0010827-
43.2013.4.04.9999/RS
RECORRENTE : ROLEFLEX ARTEFATOS DE BORRACHA LTDA/
ADVOGADO : Marcelo Benedetti da Motta
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Aponta a recorrente, em síntese, que o acórdão contrariou os seguintes


princípios e dispositivos legais: a) quanto à nulidade das CDAs por vício formal: art. 202 do
CTN, inciso III; 97, inciso I e 151, inciso VI do CTN e art. 2º, § 5º, inciso III da LEF.

No que pertine à aferição dos requisitos essenciais à validade da CDA, o recurso


não deve prosperar, porquanto demandaria o reexame do conjunto fático-probatório, vedado
em sede de recurso especial, nos termos da Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que
assim estabelece: a pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 84 / 477


Nessa direção, os seguintes precedentes:

PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM


RECURSO ESPECIAL. EXECUÇÃO FISCAL. TAXA DE FISCALIZAÇÃO (TFOP)
COBRADA PELO MUNICÍPIO DE BARRA MANSA/RJ. ACÓRDÃO DE ORIGEM COM
FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL. REVISÃO NA VIA ELEITA.
IMPOSSIBILIDADE.REGIME DE COMPETÊNCIA ESTABELECIDO NO ART. 105, III, DA
CONSTITUIÇÃO FEDERAL. REQUISITOS DE VALIDADE CDA. REEXAME DE PROVAS.
SÚMULA 07/STJ. 1. Hipótese em que se discute a regularidade da cobrança anual de
Taxa de Fiscalização de Ocupação e Permanência no Solo, em Áreas, em Vias e em
Logradouros (TFOP), com base no art. 265, do Código Tributário Municipal de Barra
Mansa/RJ (LC Municipal 29/2001). O acórdão proferido pela Corte fluminense decidiu
que cobrança da taxa referida encontra amparo constitucional, consoante interpretação
dos artigos 21, XI, 22, IV, 145, II, 175, da CF de 1988.

2. Devido o fundamento constitucional do acórdão recorrido, torna-se inviável a sua


revisão na via eleita que tem por única competência uniformizar a interpretação da
legislação infraconstitucional, ex vi do artigo 105, III, da Carta Constitucional de 1988. 3.
No que diz respeito à alegada violação dos artigos 77 e 78, do CTN, a questão, tal como
proposta, também, encerra necessário exame de matéria de ordem constitucional, o que é
inviável na via especial, conforme já anotado. A propósito, confira-se: "Os arts. 77 e 78
do CTN repetem o texto constitucional, razão pela qual não cabe apreciação por esta
Corte, sob pena de usurpação da competência do Supremo Tribunal Federal." (AgRg no
Ag. 1.233.775/MG, Rel. Min. Humberto Martins, DJ de 6/4/2010). No mesmo sentido:
AgRg no REsp 828.779/RJ, Rel. Min. Teori Albino Zavascki, DJ de 19/4/2011, REsp
1.176.699/RJ, Rel. Min. Herman Benjamin, DJ de 1/7/2010. 4. A revisão do julgado com
fundamento na tese de irregularidade da CDA que embasa o feito fiscal encontra óbice na
Súmula 7 do STJ, por ser dependente da revisão do conjunto fático-probatório dos autos.

5. Agravo regimental não provido. (AgRg no AREsp 143.405/RJ, Rel. Ministro BENEDITO
GONÇALVES, PRIMEIRA TURMA, julgado em 15/05/2012, DJe 24/05/2012)

PROCESSUAL. TRIBUTÁRIO. OMISSÃO. NÃO OCORRÊNCIA. NULIDADE DAS CDAS.


SÚMULA 07/STJ. LISTA DE SERVIÇOS. TAXATIVIDADE. ENQUADRAMENTO.
RECURSO REPETITIVO. 1. Não há violação do art. 535 do CPC, quando o Tribunal de
origem pronuncia-se de forma clara e suficiente sobre a questão posta nos autos, tendo o
decisum se mostrado suficientemente fundamentado. 2. Nos casos de tributos sujeitos a
lançamento por homologação, cujo pagamento antecipado pelo contribuinte não ocorre,
aplica-se a regra do art. 173, I, do CTN, em relação ao prazo para a constituição do
crédito tributário. 3. A investigação acerca do preenchimento dos requisitos formais da
certidão de dívida ativa demanda a revisão do substrato fático-probatório contido nos
autos, providência que não se coaduna com a via eleita. Inteligência da Súmula 7/STJ: "A
pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial". (...) 6. Recurso
especial conhecido em parte e provido em parte. (REsp 1282084/MG, Rel. Ministro
CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 20/03/2012, DJe 03/05/2012)

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00003 RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0006814-


93.2016.4.04.9999/SC
RECORRENTE : MÓVEIS RUDNICK S/A

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 85 / 477


ADVOGADO : Celia Celina Gascho Cassuli
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, a da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, cuja ementa
estampa:

O recurso não merece prosseguir, porquanto as questões suscitadas implicam


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Nessa direção, os seguintes precedentes:

AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSUAL PENAL.


CRIME AMBIENTAL. RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. INDÍCIOS DE AUTORIA E
MATERIALIDADE. DESCONSTITUIÇÃO. REEXAME DE PROVAS. NECESSIDADE.
SÚMULA 7/STJ. 1. Na via especial, é vedada a alteração das premissas fático-probatórias
estabelecidas pelo acórdão recorrido. 2. A pretensão de simples reexame de prova não
enseja recurso especial. Súmula 7-STJ. 3. Não obstante as alegações expendidas pelo
agravante, a decisão recorrida não merece reparos, pois não se divisam, nas razões deste
regimental, argumentos aptos a modificar o decisum agravado, razão pela qual deve ser
mantido. 4. Agravo regimental a que se nega provimento.(AgRg no AREsp 1.036/PI, Rel.
Ministro ADILSON VIEIRA MACABU (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJ/RJ),
QUINTA TURMA, julgado em 15/03/2012, DJe 20/04/2012)

AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. PENAL. CRIME CONTRA A


LIBERDADE SEXUAL. ABSOLVIÇÃO DETERMINADA PELO TRIBUNAL DE
ORIGEM.REVISÃO DO JULGADO. SÚMULA 7 DESTA CORTE. 1. O Tribunal a quo, por
maioria de votos, considerou que o contexto probatório era insatisfatório para possibilitar
um juízo de condenação. Para se aferir se a palavra da vítima foi minimizada, como
pretende a recorrente, seria necessária a reapreciação do conjunto probatório,
providência incompatível com a via excepcional manejada, a teor da Súmula 7 do
Superior Tribunal de Justiça. 2. Não trazendo o agravante tese jurídica capaz de
modificar o posicionamento anteriormente firmado, é de se manter a decisão agravada na
íntegra, por seus próprios fundamentos. 4. Agravo regimental a que se nega
provimento.(AgRg no Ag 829.672/RS, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEXTA TURMA,
julgado em 16/02/2012, DJe 05/03/2012)

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


Intimem-se.

00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº


0006814-93.2016.4.04.9999/SC
RECORRENTE : MÓVEIS RUDNICK S/A

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 86 / 477


ADVOGADO : Celia Celina Gascho Cassuli
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com apoio no art. 102, III, a, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos


constitucionais indicados.
O recurso não merece prosperar, porquanto a análise da questão invocada
implicaria reexame de matéria fático-probatória, o que encontra óbice na Súmula 279 do
Supremo Tribunal Federal, assim enunciada: Para simples reexame de prova não cabe
recurso extraordinário.
Nesse sentido: STF, Segunda Turma, AgR no AI 654.289, Relator Min. Joaquim
Barbosa, public. no DJe em 01/07/2009.
Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.
Intimem-se.

00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013062-


75.2016.4.04.9999/SC
RECORRENTE : FARIMAXX EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS LTDA/
EPP
ADVOGADO : Dean Jaison Eccher
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,


apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):

Tema STF nº 214 - a) Inclusão do ICMS em sua própria base de cálculo; b) Emprego da
taxa SELIC para fins tributários; c) Natureza de multa moratória fixada em 20% do
valor do tributo

O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):

1. Recurso extraordinário. Repercussão geral. 2. Taxa Selic. Incidência para atualização


de débitos tributários. Legitimidade. Inexistência de violação aos princípios da legalidade
e da anterioridade. Necessidade de adoção de critério isonômico. No julgamento da ADI
2.214, Rel. Min. Maurício Corrêa, Tribunal Pleno, DJ 19.4.2002, ao apreciar o tema,
esta Corte assentou que a medida traduz rigorosa igualdade de tratamento entre
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 87 / 477
contribuinte e fisco e que não se trata de imposição tributária. 3. ICMS. Inclusão do
montante do tributo em sua própria base de cálculo. Constitucionalidade. Precedentes. A
base de cálculo do ICMS, definida como o valor da operação da circulação de
mercadorias (art. 155, II, da CF/1988, c/c arts. 2º, I, e 8º, I, da LC 87/1996), inclui o
próprio montante do ICMS incidente, pois ele faz parte da importância paga pelo
comprador e recebida pelo vendedor na operação. A Emenda Constitucional nº 33, de
2001, inseriu a alínea "i" no inciso XII do § 2º do art. 155 da Constituição Federal, para
fazer constar que cabe à lei complementar "fixar a base de cálculo, de modo que o
montante do imposto a integre, também na importação do exterior de bem, mercadoria
ou serviço". Ora, se o texto dispõe que o ICMS deve ser calculado com o montante do
imposto inserido em sua própria base de cálculo também na importação de bens,
naturalmente a interpretação que há de ser feita é que o imposto já era calculado dessa
forma em relação às operações internas. Com a alteração constitucional a Lei
Complementar ficou autorizada a dar tratamento isonômico na determinação da base de
cálculo entre as operações ou prestações internas com as importações do exterior, de
modo que o ICMS será calculado "por dentro" em ambos os casos. 4. Multa moratória.
Patamar de 20%. Razoabilidade. Inexistência de efeito confiscatório. Precedentes. A
aplicação da multa moratória tem o objetivo de sancionar o contribuinte que não
cumpre suas obrigações tributárias, prestigiando a conduta daqueles que pagam em dia
seus tributos aos cofres públicos. Assim, para que a multa moratória cumpra sua
função de desencorajar a elisão fiscal, de um lado não pode ser pífia, mas, de outro,
não pode ter um importe que lhe confira característica confiscatória, inviabilizando
inclusive o recolhimento de futuros tributos. O acórdão recorrido encontra amparo na
jurisprudência desta Suprema Corte, segundo a qual não é confiscatória a multa
moratória no importe de 20% (vinte por cento). 5. Recurso extraordinário a que se nega
provimento. (RE 582461, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, Tribunal Pleno, julgado
em 18/05/2011, REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-158 DIVULG 17-08-2011
PUBLIC 18-08-2011 EMENT VOL-02568-02 PP-00177)

Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese


apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.

Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em


conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).

Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.


Intimem-se.
00006 RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013100-87.2016.4.04.9999/RS
RECORRENTE : VALDAIR DOS REIS ALVES E CIA/ LTDA/
ADVOGADO : Volnei Teodosio Francisco e outros
RECORRIDO : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : Clovis Konflanz e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 88 / 477


Aponta a parte recorrente, em síntese, negativa de vigência à dispositivos de
legislação infraconstitucional relacionados com a matéria pertinente ao ato judicial
impugnado.

O recurso não merece trânsito, uma vez que a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: "a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial."

Nessa direção, os seguintes precedentes:

"AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. VIOLAÇÃO AO ART. 535,


DO CPC. INOCORRÊNCIA. VERIFICAÇÃO DA INCIDÊNCIA DA SÚMULA N.
106/STJ.MATÉRIA DE FATO. ÓBICE DA SÚMULA N. 7/STJ.

1. O acórdão proferido pela Corte de Origem manifestou-se expressamente a respeito da


não incidência da Súmula n. 106/STJ ao atribuir a demora na citação à "falta de
oferecimento, por parte do credor, de informações necessárias à localização do
executado". Não houve, portanto, violação ao art. 535, do CPC.

2. Impossível rever o pressuposto fático fixado na origem a teor da Súmula n. 7/STJ.

3. Agravo regimental não provido."

(AgRg no Ag 1392028/SC, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA


TURMA, julgado em 01/03/2012, DJe 09/03/2012)

"AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO NO RECURSO ESPECIAL. TRIBUTÁRIO.


EXECUÇÃO FISCAL. NULIDADE DA CDA. VÍCIO FORMAL. REEXAME DE PROVA.
SÚMULA 7/STJ. PRECEDENTES DA 1a. SEÇÃO. ARTS. 255, §§ 1º E 2º DO RISTJ E 541
DO CPC. DISSÍDIO JURISPRUDENCIAL NÃO DEMOSTRADO. AGRAVO REGIMENTAL
DESPROVIDO.

1. No caso dos autos, o recorrente pleiteia a nulidade da CDA, pois o título não atenderia
às determinações legais; no entanto, o Tribunal a quo, após a análise do conjunto fático e
das alegações da executada, concluiu pela higidez do título executivo. Assinale-se ser
desnecessária a apresentação do demonstrativo de cálculo, em execução fiscal, uma vez
que a Lei 6.830/80 dispõe, expressamente, sobre os requisitos essenciais para a instrução
da petição inicial e não elenca o demonstrativo de débito entre eles (REsp. 1.138.202/ES,
Rel. Min. LUIZ FUX, DJe 01.02.2010, submetido ao regime do art. 543-C do CPC).

2. Para se chegar à conclusão diversa da firmada pelas instâncias ordinárias seria


necessário o reexame das provas carreadas aos autos, o que, entretanto, encontra óbice
na Súmula 7 desta Corte, segundo a qual a pretensão de simples reexame de prova não
enseja recurso especial. Precedentes.

3. Por fim, quanto à alínea c, o sugerido dissídio jurisprudencial não foi analiticamente
demonstrado de acordo com o art. 255, §§ 1o.e 2o. do RISTJ e 541, parágrafo único do
Estatuto Processual Civil

4. Agravo Regimental desprovido."

(AgRg no AREsp 23.739/SC, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA
TURMA, julgado em 01/12/2011, DJe 10/02/2012)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 89 / 477


Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3059/2017
(Localizador: PE18C3)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 0000407-98.2008.4.04.7009/PR
RECTE : ESTADO DO PARANA
ADVOGADO : Daniela de Souza Gonçalves e outros
RECDO : SYLVANA DE CASSIA ZANON MOTTI
ADVOGADO : Daniel Prochalski e outro
RECDO : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União

DECISÃO

O presente recurso encontrava-se sobrestado (fl. 689) em razão da


Controvérsia nº 50 STF (responsabilidade da União de fornecer medicamentos diretamente à
população). Todavia, tendo em conta que o Tema nº 793-STF produz relação de continência,
abarcando a Controvérsia nº 50, passo ao exame de admissibilidade do recurso.

Trata-se de recurso extraordinário interposto com apoio no art. 102, III, a, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, cuja ementa
estampa:

ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL. REMESSA EX OFICCIO. AGRAVO


RETIDO. NÃO-CONHECIMENTO. ENTES POLÍTICOS - RESPONSABILIDADE
SOLIDÁRIA. COMPETÊNCIA DO PODER JUDICIÁRIO. DIREITO AO
RECEBIMENTO DE MEDICAMENTOS - REQUISITOS - PREENCHIMENTO.
MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. MULTA. MANUTENÇÃO. CONSECTÁRIOS.
SUCUMBÊNCIA RECÍPROCA.
1. A regra do § 2º do artigo 475 do Código de Processo Civil, acrescida pela Lei nº
10.352/01, em vigor desde 27-03-2002, tem aplicação na hipótese em que o valor da
controvérsia, representado por R$30.000,00 (trinta mil reais), supera o montante de
sessenta salários mínimos.
2. Agravo retido não-conhecido porquanto não requerida expressamente a sua
apreciação, nas razões de apelação, em conformidade com o disposto no artigo 523, §
1º, do Código de Processo Civil
3. A União, Estados-Membros e Municípios têm legitimidade passiva e responsabilidade
solidária nas causas que versam sobre fornecimento de medicamentos.
4. É da competência do Poder Judiciário dirimir lide onde se discute o fornecimento de

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 90 / 477


medicamentos pelos entes políticos a hipossuficiente.
5. Para fazer jus ao recebimento de medicamentos fornecidos por entes políticos, deve a
parte autora comprovar a sua atual necessidade e ser aquele medicamento requerido
insubstituível por outro similar/genérico no caso concreto.
6. A prescrição do tratamento deverá ser feita, preferencialmente, por médicos
credenciados ao SUS, além da respectiva realização de perícia médico-judicial, se for o
caso, bem como demonstração da parte autora, quanto à impossibilidade de arcar com a
aquisição dos medicamentos, sem prejuízo do seu sustento e de sua família.
7. Caso em que, não tendo havido prescrição do medicamento por médico do SUS,
houve necessidade de realização de perícia médica. Precedentes desta Corte.
8. Manutenção da sentença para o fornecimento por parte dos réus (União, Estado de
Santa Catarina e Município de Brusque), dos medicamentos Hyperium 1mg, Diovan
160mg, Natrilix SR, e Vytorin 10/20mg, à parte autora, conforme prescrição médica.
9. Necessidade de apresentação de receita médica atualizada por parte da autora, a cada
seis meses, para comprovação quanto à necessidade do medicamento pleiteado, sob pena
de suspensão do tratamento.
10. Manutenção do patamar de multa fixada no valor de R$500,00 (quinhentos reais),
por dia de atraso no fornecimento do medicamento, em virtude de ter sido fixada em
patamar abaixo do entendimento desta Terceira Turma.
11. Em vista da sucumbência recíproca, compensam-se os honorários advocatícios,
restando, todavia, suspensa a exigibilidade em relação à parte autora em face do
deferimento do benefício da AJG.
12. Não se conhece do apelo da União com relação aos honorários advocatícios, em
vista de a sentença não ter fixado o patamar dos referidos honorários advocatícios.
13. Sem condenação em custas processuais, sequer adiantadas pela parte autora em
razão da concessão do benefício da Assistência Judiciária Gratuita.

14. Suprida a omissão da sentença, quanto aos honorários periciais fixados em R$ 234,80
(duzentos e trinta e quatro reais e oitenta centavos), conforme Resolução nº 558/2007 -
CJF e fl. 202, condenando-se a União, Estado de Santa Catarina e o Município de
Brusque, solidariamente, ao seu pagamento.

15. Agravo retido não-conhecido. Suprida a omissão da sentença. Apelação da União


conhecida, em parte, e, na parte conhecida, improvida. Demais apelações e remessa
oficial, tida por interposta, improvidas.

Sustenta a parte recorrente a ocorrência de violação aos dispositivos


constitucionais que indica.
O Supremo Tribunal Federal, em recurso paradigma de repercussão geral,
apreciou o assunto ora tratado:
Tema STF nº 793 - Responsabilidade solidária dos entes federados pelo dever de prestar
assistência à saúde.
O acórdão do aludido paradigma restou assim ementado:

RECURSO EXTRAORDINÁRIO. CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. DIREITO À


SAÚDE. TRATAMENTO MÉDICO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES
FEDERADOS. REPERCUSSÃO GERAL RECONHECIDA. REAFIRMAÇÃO DE
JURISPRUDÊNCIA. O tratamento médico adequado aos necessitados se insere no rol dos
deveres do Estado, porquanto responsabilidade solidária dos entes federados. O polo
passivo pode ser composto por qualquer um deles, isoladamente, ou conjuntamente. (RE
855178 RG, Relator(a): Min. LUIZ FUX, julgado em 05/03/2015, PROCESSO
ELETRÔNICO DJe-050 DIVULG 13-03-2015 PUBLIC 16-03-2015)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 91 / 477


Em relação ao ponto, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, b, ou art. 1.040, I, do Novo
CPC).
Outrossim, a pretensão recursal não merece trânsito no que concerne a
legislação infraconstitucional, porquanto se ofensa há, se dá de maneira reflexa, ao que não
se presta o recurso extraordinário, consoante já assentado pelo Egrégio STF, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL. COFINS. INCIDÊNCIA SOBRE A VENDA DE BENS IMÓVEIS.


CONTROVÉRSIA INFRACONSTITUCIONAL. OFENSA REFLEXA OU INDIRETA À
CONSTITUIÇÃO. Para se verificar a existência de violação dos dispositivos
constitucionais invocados no recurso extraordinário, seria necessário o reexame da
legislação infraconstitucional, o que é inviável em recurso extraordinário. Inexistência de
ofensa direta à Constituição Federal. Agravo regimental a que se nega provimento. (STF,
Segunda Turma, AI 259950 AgR/PR, Rel. Min. Joaquim Barbosa, public. no DJE em
01.07.2009).

PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO.


AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. SÚMULAS 282 E 356 DO STF. NORMAS
PROCESSUAIS. ALEGADA OFENSA AOS ARTS. 5º, XXXV, XXXVI, LIV E LV, E 93, IX, DA
CF. OFENSA REFLEXA. REQUISITOS DE ADMISSIBILIDADE DE RECURSO DA
COMPETÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. RECURSO PROTELATÓRIO.
MULTA. AGRAVO IMPROVIDO. I - Ausência de prequestionamento das questões
constitucionais suscitadas. Incidência das Súmulas 282 e 356 do STF. II - A alegada
violação ao art. 5º, XXXV, LIV e LV, da Constituição, pode configurar, quando muito,
situação de ofensa reflexa ao texto constitucional, por demandar a análise de legislação
processual ordinária. Precedentes. III - É pacífico o entendimento nesta Corte de que não
cabe rever, em recurso extraordinário, questões processuais de natureza
infraconstitucional relativas aos requisitos de admissibilidade de recurso da competência
do Superior Tribunal de Justiça. Precedentes. IV - Não há contrariedade ao art. 93, IX, da
Constituição, quando o acórdão recorrido encontra-se suficientemente fundamentado.
Precedentes. V - Recurso protelatório. Aplicação de multa. VI - Agravo regimental
improvido. (STF, Primeira Turma, AI 742808 AgR/DF, Rel. Min. Ricardo Lewandowski,
public. no DJE em 26.06.2009).

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


Intimem-se.

00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2008.72.05.002853-9/SC


RECTE : VERGILIO ACACIO DE SOUSA FERREIRA SANTOS
ADVOGADO : Ernesto Zulmir Morestoni
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão da fl. 147.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 92 / 477


O STF, em recurso paradigma de repercussão geral, apreciou o assunto ora
tratado:
Tema STF nº 313 - Aplicação do prazo decadencial previsto na Medida Provisória nº
1.523/97 a benefícios concedidos antes da sua edição.
O acórdão do aludido paradigma restou assim ementado:
RECURSO EXTRAODINÁRIO. DIREITO PREVIDENCIÁRIO. REGIME GERAL DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL (RGPS). REVISÃO DO ATO DE CONCESSÃO DE
BENEFÍCIO. DECADÊNCIA. 1. O direito à previdência social constitui direito
fundamental e, uma vez implementados os pressupostos de sua aquisição, não deve ser
afetado pelo decurso do tempo. Como consequência, inexiste prazo decadencial para a
concessão inicial do benefício previdenciário. 2. É legítima, todavia, a instituição de
prazo decadencial de dez anos para a revisão de benefício já concedido, com fundamento
no princípio da segurança jurídica, no interesse em evitar a eternização dos litígios e na
busca de equilíbrio financeiro e atuarial para o sistema previdenciário. 3. O prazo
decadencial de dez anos, instituído pela Medida Provisória 1.523, de 28.06.1997, tem
como termo inicial o dia 1º de agosto de 1997, por força de disposição nela
expressamente prevista. Tal regra incide, inclusive, sobre benefícios concedidos
anteriormente, sem que isso importe em retroatividade vedada pela Constituição. 4.
Inexiste direito adquirido a regime jurídico não sujeito a decadência. 5. Recurso
extraordinário conhecido e provido. (RE 626489, Relator(a): Min. ROBERTO
BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 16/10/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-
184 DIVULG 22-09-2014 PUBLIC 23-09-2014)
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00003 AGR.INSTR. DECISÃO DENEGAT.DE REC.EXTRAORDINARIO Nº


2009.04.00.024113-4/RS
AGRAVANTE : ANIELE ALENCASTRO VON AHNT e outro
ADVOGADO : Carlos Duarte Junior
AGRAVADO : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : Clovis Konflanz e outros

DECISÃO

Em face da decisão (fls. 364v-367v) do eminente Ministro Sérgio Kukina do


Superior Tribunal de Justiça, proferido no REsp nº 1.153.231/RS, transitada em julgado em
08.03.2017, o qual "conheceu em parte do recurso especial de Aniéle Garcia Alencastro Von
Ahnt e Outro, para afastar a capitalização de juros. Caso seja apurada a ocorrência de
pagamento de valores indevidos em sede de liquidação, deve ocorrer a repetição simples
desse montante, ou a compensação no contrato" intime-se a parte agravante para que se
manifeste, no prazo de 15 (quinze) dias, acerca do interesse no prosseguimento do presente
agravo de instrumento e pertinente recurso extraordinário.

Na ausência de manifestação, desde já declaro prejudicados o agravo de

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 93 / 477


instrumento e pertinente recurso extraordinário.

Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2009.04.00.033550-5/RS


RECTE : MARLENE DOS SANTOS CAVALHEIRO
ADVOGADO : Noemia Gomez Reis e outro
RECDO : UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00005 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0000776-73.2009.4.04.7004/PR
RECTE : NEIDE BARBOSA RAMOS
ADVOGADO : Rosemar Cristina Lorca Marques Valone e outro
: João Luiz Spancerski e outro
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00006 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2009.70.99.002155-0/PR


RECTE : CARMEM APARECIDA PELAIS SOARES
ADVOGADO : Sonia Maria Bellato Palin

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 94 / 477


RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00007 AGR.INSTR. DECISÃO DENEGAT.DE REC.EXTRAORDINARIO Nº 0032773-


03.2010.4.04.0000/RS
AGRAVANTE : ALVARO FRANCISCO DE MORAES
ADVOGADO : Isabel Cristina Trapp Ferreira
AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto contra decisão que não admitiu


recurso extraordinário, em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, no julgamento do REsp nº


1.243.953/RS, conforme decisão do eminente Ministro Og Fernandes, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu provimento ao Recurso Especial do INSS, a fim de, reformando a decisão
recorrida, reconhecer a decadência do direito do segurado de pleitear a revisão do
benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário restou prejudicado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 95 / 477


Ante o exposto, julgo prejudicados o recurso extraordinário e o presente
agravo por perda superveniente de objeto.

Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0005627-60.2010.4.04.9999/PR


RECTE : MARIA DOS SANTOS CARVALHO
ADVOGADO : Sonia Maria Bellato Palin
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00009 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0007537-25.2010.4.04.9999/RS


RECTE : ANILO PASCHOAL SCOTTA
ADVOGADO : Jorge Calvi
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 96 / 477


Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0007537-25.2010.4.04.9999/RS


RECTE : ANILO PASCHOAL SCOTTA
ADVOGADO : Jorge Calvi
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no artigo 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

A pretensão recursal não merece trânsito, na medida em que a alegada ofensa a


preceito constitucional somente se verificaria de modo indireto e reflexo, ao que não se
presta o recurso extraordinário, consoante já assentado pelo Egrégio STF, in verbis:

EMENTA: Agravo regimental no agravo de instrumento. 2. Direito Previdenciário. 3.


Aposentadoria rural. 4. Análise da legislação infraconstitucional e do conjunto fático-
probatório constante dos autos. Impossibilidade. Ofensa reflexa à Constituição Federal. 5.
Incidência das súmulas 279 e 636. 6. Agravo regimental a que se nega provimento. (STF,
AI 799519 AgRg/RS, 2ª Turma, Rel. Min. Gilmar Mendes, DJ 23/08/2011)

EMENTA: 1. Aposentadoria rural. Recurso extraordinário: descabimento: controvérsia


decidida à luz da legislação infraconstitucional pertinente ao caso: a alegada violação ao
dispositivo constitucional invocado, se ocorresse, seria reflexa ou indireta, que não enseja
reexame em RE: incidência da Súmula 636. 2. A discussão acerca da existência de direito
adquirido, no caso, demanda o revolvimento de questões de fato e reexame de prova, o
que encontra óbice na Súmula 279.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 97 / 477


(STF, RE 469919, 1ª Turma, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, DJ 17/08/2007)

EMENTA: Aposentadoria de trabalhador rural: recurso extraordinário: descabimento:


controvérsia decidida à luz de legislação infraconstitucional - L. 8.213/91 - que regula a
contagem do tempo e serviço especial para efeito de aposentadoria: alegada violação de
dispositivo constitucional que, se ocorresse, seria reflexa ou indireta: incidência, mutatis
mutandis, da Súmula 636.

(STF, RE 310183 Ag/PR, 1ª Turma, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, DJ 26/09/2006)

De qualquer forma, a análise da questão invocada implicaria reexame de


matéria fático-probatória, o que encontra óbice na Súmula 279 do Supremo Tribunal Federal,
assim enunciada: Para simples reexame de prova não cabe recurso extraordinário.

Nesse sentido: STF, Segunda Turma, AgR no AI 654.289, Relator Min. Joaquim
Barbosa, public. no DJe em 01/07/2009.

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.

Intimem-se.

00011 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0004914-51.2011.4.04.9999/PR


RECTE : NITA SCHMOELLER
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 98 / 477
Intimem-se.

00012 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0011711-43.2011.4.04.9999/PR


RECTE : MARIA DE LOURDES DE PALMA WEBER
ADVOGADO : Antônio Carlos São João
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00013 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0006376-72.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : NELSON CORREA VENTURA
ADVOGADO : Iara Werner Kolling

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso estava sobrestado, conforme decisão da fl. 602.


O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 99 / 477


apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):
Tema STF nº 555 - Fornecimento de Equipamento de Proteção Individual - EPI como
fator de descaracterização do tempo de serviço especial.
O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. DIREITO CONSTITUCIONAL
PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA ESPECIAL. ART. 201, § 1º, DA
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. REQUISITOS DE CARACTERIZAÇÃO. TEMPO
DE SERVIÇO PRESTADO SOB CONDIÇÕES NOCIVAS. FORNECIMENTO DE
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI. TEMA COM REPERCUSSÃO
GERAL RECONHECIDA PELO PLENÁRIO VIRTUAL. EFETIVA EXPOSIÇÃO A
AGENTES NOCIVOS À SAÚDE. NEUTRALIZAÇÃO DA RELAÇÃO NOCIVA ENTRE
O AGENTE INSALUBRE E O TRABALHADOR. COMPROVAÇÃO NO PERFIL
PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO PPP OU SIMILAR. NÃO
CARACTERIZAÇÃO DOS PRESSUPOSTOS HÁBEIS À CONCESSÃO DE
APOSENTADORIA ESPECIAL. CASO CONCRETO. AGENTE NOCIVO RUÍDO.
UTILIZAÇÃO DE EPI. EFICÁCIA. REDUÇÃO DA NOCIVIDADE. CENÁRIO
ATUAL. IMPOSSIBILIDADE DE NEUTRALIZAÇÃO. NÃO DESCARACTERIZAÇÃO
DAS CONDIÇÕES PREJUDICIAIS. BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO DEVIDO.
AGRAVO CONHECIDO PARA NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO
EXTRAORDINÁRIO. 1. Conduz à admissibilidade do Recurso Extraordinário a
densidade constitucional, no aresto recorrido, do direito fundamental à previdência social
(art. 201, CRFB/88), com reflexos mediatos nos cânones constitucionais do direito à vida
(art. 5º, caput, CRFB/88), à saúde (arts. 3º, 5º e 196, CRFB/88), à dignidade da pessoa
humana (art. 1º, III, CRFB/88) e ao meio ambiente de trabalho equilibrado (arts. 193 e
225, CRFB/88). 2. A eliminação das atividades laborais nocivas deve ser a meta maior
da Sociedade - Estado, empresariado, trabalhadores e representantes sindicais -, que
devem voltar-se incessantemente para com a defesa da saúde dos trabalhadores, como
enuncia a Constituição da República, ao erigir como pilares do Estado Democrático de
Direito a dignidade humana (art. 1º, III, CRFB/88), a valorização social do trabalho, a
preservação da vida e da saúde (art. 3º, 5º, e 196, CRFB/88), e o meio ambiente de
trabalho equilibrado (art. 193, e 225, CRFB/88). 3. A aposentadoria especial prevista no
artigo 201, § 1º, da Constituição da República, significa que poderão ser adotados, para
concessão de aposentadorias aos beneficiários do regime geral de previdência social,
requisitos e critérios diferenciados nos "casos de atividades exercidas sob condições
especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, e quando se tratar de
segurados portadores de deficiência, nos termos definidos em lei complementar". 4. A
aposentadoria especial possui nítido caráter preventivo e impõe-se para aqueles
trabalhadores que laboram expostos a agentes prejudiciais à saúde e a fortiori possuem
um desgaste naturalmente maior, por que não se lhes pode exigir o cumprimento do
mesmo tempo de contribuição que aqueles empregados que não se encontram expostos a
nenhum agente nocivo. 5. A norma inscrita no art. 195, § 5º, CRFB/88, veda a criação,
majoração ou extensão de benefício sem a correspondente fonte de custeio, disposição
dirigida ao legislador ordinário, sendo inexigível quando se tratar de benefício criado
diretamente pela Constituição. Deveras, o direito à aposentadoria especial foi outorgado
aos seus destinatários por norma constitucional (em sua origem o art. 202, e atualmente
o art. 201, § 1º, CRFB/88). Precedentes: RE 151.106 AgR/SP, Rel. Min. Celso de Mello,
julgamento em 28/09/1993, Primeira Turma, DJ de 26/11/93; RE 220.742, Rel. Min.
Néri da Silveira, julgamento em 03/03/98, Segunda Turma, DJ de 04/09/1998. 6.
Existência de fonte de custeio para o direito à aposentadoria especial antes, através dos
instrumentos tradicionais de financiamento da previdência social mencionados no art.
195, da CRFB/88, e depois da Medida Provisória nº 1.729/98, posteriormente convertida
na Lei nº 9.732, de 11 de dezembro de 1998. Legislação que, ao reformular o seu modelo
de financiamento, inseriu os §§ 6º e 7º no art. 57 da Lei n.º 8.213/91, e estabeleceu que

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 100 / 477


este benefício será financiado com recursos provenientes da contribuição de que trata o
inciso II do art. 22 da Lei nº 8.212/91, cujas alíquotas serão acrescidas de doze, nove ou
seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida pelo segurado a serviço da
empresa permita a concessão de aposentadoria especial após quinze, vinte ou vinte e
cinco anos de contribuição, respectivamente. 7. Por outro lado, o art. 10 da Lei nº
10.666/2003, ao criar o Fator Acidentário de Prevenção-FAP, concedeu redução de até
50% do valor desta contribuição em favor das empresas que disponibilizem aos seus
empregados equipamentos de proteção declarados eficazes nos formulários previstos na
legislação, o qual funciona como incentivo para que as empresas continuem a cumprir a
sua função social, proporcionando um ambiente de trabalho hígido a seus trabalhadores.
8. O risco social aplicável ao benefício previdenciário da aposentadoria especial é o
exercício de atividade em condições prejudiciais à saúde ou à integridade física
(CRFB/88, art. 201, § 1º), de forma que torna indispensável que o indivíduo trabalhe
exposto a uma nocividade notadamente capaz de ensejar o referido dano, porquanto a
tutela legal considera a exposição do segurado pelo risco presumido presente na relação
entre agente nocivo e o trabalhador. 9. A interpretação do instituto da aposentadoria
especial mais consentânea com o texto constitucional é aquela que conduz a uma
proteção efetiva do trabalhador, considerando o benefício da aposentadoria especial
excepcional, destinado ao segurado que efetivamente exerceu suas atividades laborativas
em "condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física". 10.
Consectariamente, a primeira tese objetiva que se firma é: o direito à aposentadoria
especial pressupõe a efetiva exposição do trabalhador a agente nocivo à sua saúde, de
modo que, se o EPI for realmente capaz de neutralizar a nocividade não haverá respaldo
constitucional à aposentadoria especial. 11. A Administração poderá, no exercício da
fiscalização, aferir as informações prestadas pela empresa, sem prejuízo do inafastável
judicial review. Em caso de divergência ou dúvida sobre a real eficácia do Equipamento
de Proteção Individual, a premissa a nortear a Administração e o Judiciário é pelo
reconhecimento do direito ao benefício da aposentadoria especial. Isto porque o uso de
EPI, no caso concreto, pode não se afigurar suficiente para descaracterizar
completamente a relação nociva a que o empregado se submete. 12. In casu, tratando-se
especificamente do agente nocivo ruído, desde que em limites acima do limite legal,
constata-se que, apesar do uso de Equipamento de Proteção Individual (protetor
auricular) reduzir a agressividade do ruído a um nível tolerável, até no mesmo patamar
da normalidade, a potência do som em tais ambientes causa danos ao organismo que
vão muito além daqueles relacionados à perda das funções auditivas. O benefício
previsto neste artigo será financiado com os recursos provenientes da contribuição de
que trata o inciso II do art. 22 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, cujas alíquotas
serão acrescidas de doze, nove ou seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida
pelo segurado a serviço da empresa permita a concessão de aposentadoria especial após
quinze, vinte ou vinte e cinco anos de contribuição, respectivamente. O benefício previsto
neste artigo será financiado com os recursos provenientes da contribuição de que trata o
inciso II do art. 22 da Lei no 8.212, de 24 de julho de 1991, cujas alíquotas serão
acrescidas de doze, nove ou seis pontos percentuais, conforme a atividade exercida pelo
segurado a serviço da empresa permita a concessão de aposentadoria especial após
quinze, vinte ou vinte e cinco anos de contribuição, respectivamente. 13. Ainda que se
pudesse aceitar que o problema causado pela exposição ao ruído relacionasse apenas à
perda das funções auditivas, o que indubitavelmente não é o caso, é certo que não se
pode garantir uma eficácia real na eliminação dos efeitos do agente nocivo ruído com a
simples utilização de EPI, pois são inúmeros os fatores que influenciam na sua
efetividade, dentro dos quais muitos são impassíveis de um controle efetivo, tanto pelas
empresas, quanto pelos trabalhadores. 14. Desse modo, a segunda tese fixada neste
Recurso Extraordinário é a seguinte: na hipótese de exposição do trabalhador a ruído
acima dos limites legais de tolerância, a declaração do empregador, no âmbito do Perfil

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 101 / 477


Profissiográfico Previdenciário (PPP), no sentido da eficácia do Equipamento de
Proteção Individual - EPI, não descaracteriza o tempo de serviço especial para
aposentadoria. 15. Agravo conhecido para negar provimento ao Recurso Extraordinário.
(ARE 664335, Relator(a): Min. LUIZ FUX, Tribunal Pleno, julgado em 04/12/2014,
ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-029 DIVULG 11-02-2015 PUBLIC 12-02-2015)
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3060/2017
(Localizador: PE19C1)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM EINF Nº 2007.70.99.004133-2/PR
RECTE : NAIR ANTIVERI
ADVOGADO : Ismail Chukr Neto e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 102 / 477


Intimem-se.

00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2009.70.00.018108-5/PR


RECTE : GUILHERME SEIDEL
ADVOGADO : Rose Mary Grahl
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 133.


O Supremo Tribunal Federal, em recurso paradigma de repercussão geral,
apreciou o assunto ora tratado:
Tema STF nº 313 - Aplicação do prazo decadencial previsto na Medida Provisória nº
1.523/97 a benefícios concedidos antes da sua edição.
O acórdão do aludido paradigma restou assim ementado:
RECURSO EXTRAODINÁRIO. DIREITO PREVIDENCIÁRIO. REGIME GERAL DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL (RGPS). REVISÃO DO ATO DE CONCESSÃO DE
BENEFÍCIO. DECADÊNCIA. 1. O direito à previdência social constitui direito
fundamental e, uma vez implementados os pressupostos de sua aquisição, não deve ser
afetado pelo decurso do tempo. Como consequência, inexiste prazo decadencial para a
concessão inicial do benefício previdenciário. 2. É legítima, todavia, a instituição de
prazo decadencial de dez anos para a revisão de benefício já concedido, com fundamento
no princípio da segurança jurídica, no interesse em evitar a eternização dos litígios e na
busca de equilíbrio financeiro e atuarial para o sistema previdenciário. 3. O prazo
decadencial de dez anos, instituído pela Medida Provisória 1.523, de 28.06.1997, tem
como termo inicial o dia 1º de agosto de 1997, por força de disposição nela
expressamente prevista. Tal regra incide, inclusive, sobre benefícios concedidos
anteriormente, sem que isso importe em retroatividade vedada pela Constituição. 4.
Inexiste direito adquirido a regime jurídico não sujeito a decadência. 5. Recurso
extraordinário conhecido e provido. (RE 626489, Relator(a): Min. ROBERTO
BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 16/10/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-
184 DIVULG 22-09-2014 PUBLIC 23-09-2014)
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0001375-09.2009.4.04.7005/PR


RECTE : CARLOS KIEL
ADVOGADO : Vitor Hugo Scartezini e outros
: Vanessa Cristina Pasqualini e outro

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 103 / 477


RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no RE nº


1.000.223/PR, determinou a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o
decidido no RE nº 626.489/SE (Tema nº 313).
O STF, em recurso paradigma de repercussão geral, apreciou o assunto ora
tratado:
Tema STF nº 313 - Aplicação do prazo decadencial previsto na Medida Provisória nº
1.523/97 a benefícios concedidos antes da sua edição.
O acórdão do aludido paradigma restou assim ementado:
RECURSO EXTRAODINÁRIO. DIREITO PREVIDENCIÁRIO. REGIME GERAL DE
PREVIDÊNCIA SOCIAL (RGPS). REVISÃO DO ATO DE CONCESSÃO DE
BENEFÍCIO. DECADÊNCIA. 1. O direito à previdência social constitui direito
fundamental e, uma vez implementados os pressupostos de sua aquisição, não deve ser
afetado pelo decurso do tempo. Como consequência, inexiste prazo decadencial para a
concessão inicial do benefício previdenciário. 2. É legítima, todavia, a instituição de
prazo decadencial de dez anos para a revisão de benefício já concedido, com fundamento
no princípio da segurança jurídica, no interesse em evitar a eternização dos litígios e na
busca de equilíbrio financeiro e atuarial para o sistema previdenciário. 3. O prazo
decadencial de dez anos, instituído pela Medida Provisória 1.523, de 28.06.1997, tem
como termo inicial o dia 1º de agosto de 1997, por força de disposição nela
expressamente prevista. Tal regra incide, inclusive, sobre benefícios concedidos
anteriormente, sem que isso importe em retroatividade vedada pela Constituição. 4.
Inexiste direito adquirido a regime jurídico não sujeito a decadência. 5. Recurso
extraordinário conhecido e provido. (RE 626489, Relator(a): Min. ROBERTO
BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 16/10/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-
184 DIVULG 22-09-2014 PUBLIC 23-09-2014)
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2009.70.99.000153-7/PR


RECTE : MARIA DA LUZ MELO
ADVOGADO : Raul Barbi
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 104 / 477


DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00005 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2009.70.99.001781-8/PR


RECTE : LOURDES MARIA CESTER GOZER
ADVOGADO : Sonia Maria Bellato Palin
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 105 / 477


Intimem-se.

00006 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2009.70.99.004274-6/PR


RECTE : ADAO FILHO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Luiz Miguel Vidal
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00007 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0004152-69.2010.4.04.9999/RS


RECTE : ABRAO PELINSON
ADVOGADO : Lindomar Orio
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 106 / 477


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0008142-68.2010.4.04.9999/PR


RECTE : JOSEFA MACHADO DOS SANTOS
ADVOGADO : Renata Silva Brandão
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00009 AGR.INSTR. DECISÃO DENEGAT.DE REC.EXTRAORDINARIO Nº 0001254-


73.2011.4.04.0000/RS
AGRAVANTE : RICARDO FORNOS REGATERO
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova
AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 107 / 477


ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de agravo de instrumento interposto contra decisão que não admitiu


recurso extraordinário, em face de acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, no julgamento do REsp nº


1.260.074/RS, conforme decisão do eminente Ministro Og Fernandes, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu provimento ao Recurso Especial do INSS, a fim de que, reformando a
decisão recorrida, reconhecer a decadência do direito da parte segurada de pleitear a
revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário restou prejudicado.

Ante o exposto, julgo prejudicados o recurso extraordinário e o presente


agravo por perda superveniente de objeto.

Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.

Intimem-se.

00010 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0017106-79.2012.4.04.9999/RS


RECTE : EDEMAR VICENTE DE CARVALHO
ADVOGADO : Anelise Leonhardt Porn e outro
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Ante o exposto, declaro prejudicado o recurso especial.


00011 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0017106-79.2012.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : EDEMAR VICENTE DE CARVALHO
ADVOGADO : Anelise Leonhardt Porn e outro

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00012 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0015993-22.2014.4.04.9999/PR
RECTE : PORFÍRIO ROZENO DA COSTA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 108 / 477


ADVOGADO : Izaias Lino de Almeida
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais
indicados.
O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0024543-06.2014.4.04.9999/SC


RECTE : IVANIR TERESINHA BRITO
ADVOGADO : Adriana Trasel Nedel
: Rogerio Casarotto Kraemer e outro
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais
indicados.
O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 109 / 477


reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

00014 RECURSO ESPECIAL EM AÇÃO RESCISÓRIA Nº 0004223-22.2015.4.04.0000/RS


RECORRENTE : AMARILIO PELEGRINO PONTES
ADVOGADO : Amarilio Pelegrino Pontes
RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105 III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso não merece prosseguir, porquanto as razões do inconformismo


revelam-se dissociadas dos fundamentos do ato judicial ora impugnado.

A propósito, dentre os elementos essenciais da petição estão "as razões do


pedido de reforma da decisão recorrida" (CPC, art. 1.029, III).

A título de ilustração, vejamos alguns arestos do egrégio Superior Tribunal de


Justiça, abordando a questão:

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. PROCESSO CIVIL. ERRO MATERIAL. EFEITOS


MODIFICATIVOS. RECURSO ESPECIAL. RAZÕES DISSOCIADAS DO CASO
CONCRETO. 1. Reconhecida a existência de erro material no julgamento embargado
capaz de alterar seu resultado, os aclaratórios devem ser acolhidos com excepcionais
efeitos infringentes para saná-lo. 2. É inviável o conhecimento do recurso especial no
caso em que seus fundamentos se encontram dissociados do contexto dos autos. 3.
Embargos de declaração acolhidos com efeitos modificativos. A pretensão não merece
trânsito, porquanto as razões recursais dissociam-se da matéria examinada no acórdão
impugnado(STJ, Quarta Turma, EDcl nos EDcl no Ag 972150/RS, Rel. Min. João Otávio
de Noronha, public. no DJe em 19/04/2010).

ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. OMISSÃO. ART. 535 DO CPC.


INEXISTÊNCIA. RAZÕES RECURSAIS DISSOCIADAS DO ACÓRDÃO RECORRIDO.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 110 / 477


INEXISTÊNCIA. RAZÕES RECURSAIS DISSOCIADAS DO ACÓRDÃO RECORRIDO.
SÚMULA 284/STF. MATÉRIA FÁTICA. SÚMULA 07/STJ. AÇÃO PUNITIVA DA
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. BACEN. ART. 1º DA LEI 9.783/99. PRESCRIÇÃO NÃO
CONFIGURADA. DIREITO INTERTEMPORAL. ATO ANTERIOR À VIGÊNCIA DA LEI
NOVA. TERMO INICIAL. DATA DE VIGÊNCIA DA LEI 9.783/99. RECURSO ESPECIAL
PARCIALMENTE CONHECIDO E, NESSA PARTE, DESPROVIDO. A pretensão não
merece trânsito, porquanto as razões recursais dissociam-se da matéria examinada no
acórdão impugnado(STJ, Primeira Turma, REsp 780234/PR, Rel. Min. Teori Albino
Zavacki, public. no DJe em 26/10/2009).

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00015 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0003351-80.2015.4.04.9999/RS


RECORRENTE : JORGE ALBERTO MACHADO
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outros
RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre "Avaliação judicial de critérios para a caracterização de trabalho especial, para fins
de reconhecimento de aposentadoria especial ou de conversão de tempo de serviço, nos
termos dos arts. 57 e 58 da Lei 8.213/1991.".

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no RE nº


1.007.593/RS, determinou a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o
decidido no ARE nº 906.569 (Tema nº 852).
A irresignação não merece acolhida. O STF, ao examinar o Tema nº 852,
recusou o recurso ante a ausência de repercussão geral da matéria. O acórdão restou assim
ementado:
RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM REPERCUSSÃO GERAL. DIREITO
PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA ESPECIAL. CONVERSÃO DO TEMPO DE
SERVIÇO. CARACTERIZAÇÃO DA ESPECIALIDADE DO LABOR. ARTIGOS 57 E
58 DA LEI 8.213/91. 1. A avaliação judicial de critérios para a caracterização da
especialidade do labor, para fins de reconhecimento de aposentadoria especial ou de
conversão de tempo de serviço, conforme previsão dos artigos 57 e 58 da Lei 8.213/91, é
controvérsia que não apresenta repercussão geral, o que inviabiliza o processamento do
recurso extraordinário, nos termos do art. 543-A, §5º, do Código de Processo Civil. 2. O
juízo acerca da especialidade do labor depende necessariamente da análise fático-
probatória, em concreto, de diversos fatores, tais como o reconhecimento de atividades e
agentes nocivos à saúde ou à integridade física do segurado; a comprovação de efetiva
exposição aos referidos agentes e atividades; apreciação jurisdicional de laudos periciais
e demais elementos probatórios; e a permanência, não ocasional nem intermitente, do
exercício de trabalho em condições especiais. Logo, eventual divergência ao
entendimento adotado pelo Tribunal de origem, em relação à caracterização da
especialidade do trabalho, demandaria o reexame de fatos e provas e o da legislação
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 111 / 477
infraconstitucional aplicável à espécie. INEXISTÊNCIA DE REPERCUSSÃO GERAL.
(ARE 906569 RG, Relator(a): Min. EDSON FACHIN, julgado em 17/09/2015,
PROCESSO ELETRÔNICO DJe-192 DIVULG 24-09-2015 PUBLIC 25-09-2015)
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.035, § 8º, do
CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3061/2017
(Localizador: PE19C45)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2007.70.00.022932-2/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : HYPOLITO ADALBERTO MYSZKOWSKI
ADVOGADO : Emanuelle Silveira dos Santos Boscardin

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2007.70.00.022932-2/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : HYPOLITO ADALBERTO MYSZKOWSKI
ADVOGADO : Emanuelle Silveira dos Santos Boscardin

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2007.70.00.028816-8/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : INEZ FERREIRA SOARES
ADVOGADO : Emanuelle Silveira dos Santos Boscardin

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 112 / 477


DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 150.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.272.537/PR, conforme decisão da eminente Ministra Marilza Maynard, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS a fim de declarar a
decadência, extinguindo o processo com resolução de mérito (CPC, art. 269, IV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2008.70.00.016533-6/PR


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 113 / 477
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : PEDRO PAULO ARIELLO
ADVOGADO : Bogdan Olijnyk

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 203.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.304.337/PR, conforme decisão do eminente Ministro Sérgio Kukina, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para reconhecer a decadência
do direito do segurado de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 114 / 477


Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2008.70.99.003417-4/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : VANDERLEIA SOCORRO DE ARAUJO e outros
ADVOGADO : Jose Carlos Alves Ferreira e Silva e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 388.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.648.343/PR, conforme decisão da eminente Ministra Laurita Vaz, transitada em julgado em
20.03.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para afastar a incidência dos juros
de mora no período compreendido entre a data da homologação da conta de liquidação e a
expedição do precatório ou da requisição de pequeno valor (RPV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 115 / 477


TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2009.70.00.008105-4/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ATAIDE CZARNESKI
ADVOGADO : Renilde Paiva Morgado Gomes

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 155.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.215.739/PR, conforme decisão da eminente Ministra Marilza Maynard, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para declarar a
decadência, extinguindo o processo com resolução de mérito (CPC, art. 269, IV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 116 / 477


no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 0001081-54.2009.4.04.7005/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ROQUE KRESSIN
ADVOGADO : Jose Adair Rosa
: Chalana Paula Grahl e outro
: Mauricio Probst e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 205.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.247.484/PR, conforme decisão do eminente Ministro Og Fernandes, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu parcial provimento ao recurso especial do INSS para afastar a
incidência do art. 144 da Lei nº 8.213/91 do cálculo do benefício do autor.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 117 / 477
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2009.71.00.004923-9/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : EDIR LEAL LOPES
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário, interposto em face de acórdão de Órgão


Colegiado desta Corte.

O recurso estava sobrestado, conforme decisão da fl. 337.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, no julgamento do REsp nº


1.274.897/RS, paralelamente interposto ao extraordinário, conforme decisão transitada em
julgado em 22/02/2017, deu parcial provimento "ao recurso especial a fim de afastar a
revisão do cálculo da renda mensal com base na data em que o recorrido teria direito à
aposentadoria proporcional, assim como para afastar a aplicação conjugada do artigo 144
da Lei 8.213/91 com a Lei 6.950/81".

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 118 / 477


Assim, com base no art. 1.008 do Novo CPC, entende-se que o recurso
extraordinário perdeu seu objeto. Sobre o assunto, confiram-se os seguintes precedentes do
Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO. A


decisão do Superior Tribunal de Justiça que determina o retorno dos autos à origem para
novo julgamento torna prejudicada a análise do recurso extraordinário. Agravo
regimental a que se nega provimento. (Tribunal Pleno, RE 643992/DF AgR, Rel.
Ministro Joaquim Barbosa, public. no DJe em 17.06.2013)

Embargos de declaração no recurso extraordinário com agravo. Conversão em agravo


regimental. Recurso especial provido pelo Superior Tribunal de Justiça para anular
acórdão dos embargos de declaração da Corte regional. Recurso extraordinário
prejudicado. Precedentes. 1. Embargos de declaração recebidos como agravo
regimental, conforme pacífica orientação desta Corte. 2. O provimento do recurso
especial pelo Superior Tribunal de Justiça, anulando o acórdão dos embargos de
declaração e determinando a realização de novo julgamento pela Corte de origem, torna
prejudicado o recurso extraordinário, por perda de objeto. 3. Agravo regimental não
provido. (Primeira Turma, ARE 681023/RS ED, Rel. Ministro Dias Toffoli, public. no
DJe em 06.09.2012)

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do CPC, julgo prejudicado o recurso


extraordinário.

Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.


Intimem-se.

00009 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0019867-55.2009.4.04.7100/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
: Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região e outro

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 119 / 477


RECDO : EDISON DOS SANTOS ROCHA
ADVOGADO : Marcos Antonio Durante Bussolo

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0019867-55.2009.4.04.7100/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : EDISON DOS SANTOS ROCHA
ADVOGADO : Marcos Antonio Durante Bussolo

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00011 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0004733-61.2009.4.04.7108/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LAURILLO SCHUH
ADVOGADO : Rose Mary Grahl

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 249.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.231.451/RS, conforme decisão do eminente Ministro Og Fernandes, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para reconhecer a decadência
do direito do segurado de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 120 / 477


05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00012 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0008460-28.2009.4.04.7108/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ROLF DROSTE
ADVOGADO : Rose Mary Grahl

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 220.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.270.049/RS, conforme decisão da eminente Ministra Alderita Ramos de Oliveira, transitada
em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para declarar a
decadência do direito de revisão do benefício do autor.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 121 / 477


AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.
PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00013 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 0005012-62.2009.4.04.7200/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LAURA MARIA GOES RODRIGUES
ADVOGADO : Vanessa Cristina Pasqualini

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 324.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.309.218/SC, conforme decisão do eminente Ministro Mauro Campbell Marques, transitada

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 122 / 477


em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para decretar a
decadência do direito do segurado de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00014 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0001913-81.2009.4.04.7201/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ROBERTO PRESTINI
ADVOGADO : Rose Mary Grahl

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 123 / 477


Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,
inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 277.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.274.556/SC, conforme decisão do eminente Ministro Vasco Della Giustina, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu parcial provimento ao recurso especial do INSS para afastar a
incidência do art. 144, da Lei nº 8.213/91 no cálculo do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00015 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0015209-74.2011.4.04.0000/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 124 / 477


RECDO : LORIVALD REINKE
ADVOGADO : Eduardo Zimmermann Negromonte e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 178.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.638.691/SC, conforme decisão da eminente Ministra Laurita Vaz, transitada em julgado em
03.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para afastar a incidência dos juros
de mora no período compreendido entre a data da homologação da conta de liquidação e a
expedição do precatório ou da requisição de pequeno valor (RPV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 125 / 477


Intimem-se.

00016 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0000843-06.2011.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOÃO GIROLOMO TECHIO
ADVOGADO : Luiz Gilberto Gatti

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O feito encontrava-se sobrestado até o pronunciamento definitivo do STJ na AC


0005899-54.2010.404.9999, em que foi interposto recurso especial encaminhado à Corte
Superior como representativo de controvérsia.

Por meio de consulta processual, verifico que referida ação já foi


definitivamente julgada, sem que, aparentemente, tenha o STJ afetado eventual recurso como
repetitivo de controvérsia.

Passo, pois, à análise do presente recurso especial.

A pretensão, todavia, não merece trânsito.

O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:

CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE


CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O
STJ recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o
reexame de provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de
declaração acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo
da decisão embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro
Aldir Passarinho Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)

No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,


Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 126 / 477


00017 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0001749-93.2011.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : TEREZA SAUTER KLEIN
ADVOGADO : Marciano Leal de Souza e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O feito encontrava-se sobrestado até o pronunciamento definitivo do STJ na AC


0005899-54.2010.404.9999, em que foi interposto recurso especial encaminhado à Corte
Superior como representativo de controvérsia.

Por meio de consulta processual, verifico que referida ação já foi


definitivamente julgada, sem que, aparentemente, tenha o STJ afetado eventual recurso como
repetitivo de controvérsia.

Passo, pois, à análise do presente recurso especial.

A pretensão, todavia, não merece trânsito.

O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:

CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE


CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O
STJ recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o
reexame de provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de
declaração acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo
da decisão embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro
Aldir Passarinho Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)

No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,


Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00018 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0007556-94.2011.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 127 / 477
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA DE SALES ALVES
ADVOGADO : Antonio Neuri Garcia

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O feito encontrava-se sobrestado até o pronunciamento definitivo do STJ na AC


0005899-54.2010.404.9999, em que foi interposto recurso especial encaminhado à Corte
Superior como representativo de controvérsia.

Por meio de consulta processual, verifico que referida ação já foi


definitivamente julgada, sem que, aparentemente, tenha o STJ afetado eventual recurso como
repetitivo de controvérsia.

Passo, pois, à análise do presente recurso especial.

A pretensão, todavia, não merece trânsito.

O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:

CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE


CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O
STJ recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o
reexame de provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de
declaração acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo
da decisão embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro
Aldir Passarinho Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)

No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,


Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00019 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0015996-79.2011.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : FRANCISCO ROSINO DE SALES

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 128 / 477


ADVOGADO : Zaqueu Subtil de Oliveira

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O feito encontrava-se sobrestado até o pronunciamento definitivo do STJ na AC


0005899-54.2010.404.9999, em que foi interposto recurso especial encaminhado à Corte
Superior como representativo de controvérsia.

Por meio de consulta processual, verifico que referida ação já foi


definitivamente julgada, sem que, aparentemente, tenha o STJ afetado eventual recurso como
repetitivo de controvérsia.

Passo, pois, à análise do presente recurso especial.

A pretensão, todavia, não merece trânsito.

O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:

CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE


CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O
STJ recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o
reexame de provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de
declaração acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo
da decisão embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro
Aldir Passarinho Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)

No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,


Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00020 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0019500-93.2011.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SETEMBRINO DA SILVA BRIZOLLA
ADVOGADO : Edison Claudinei Kuster

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 129 / 477


DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00021 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0003489-52.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CLARINDA VIEIRA PIMENTA
ADVOGADO : Abimael Baldani

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 130 / 477


Intimem-se.

00022 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0004228-25.2012.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOÃO OLIMPIO ALVES DA CRUZ
ADVOGADO : Rafael Valeriano Antunes de Morais

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O feito encontrava-se sobrestado até o pronunciamento definitivo do STJ na AC


0005899-54.2010.404.9999, em que foi interposto recurso especial encaminhado à Corte
Superior como representativo de controvérsia.

Por meio de consulta processual, verifico que referida ação já foi


definitivamente julgada, sem que, aparentemente, tenha o STJ afetado eventual recurso como
repetitivo de controvérsia.

Passo, pois, à análise do presente recurso especial.

A pretensão, todavia, não merece trânsito.

O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:

CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE


CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O
STJ recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o
reexame de provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de
declaração acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo
da decisão embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro
Aldir Passarinho Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)

No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,


Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 131 / 477


00023 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0005690-17.2012.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ODILA PELLET PARODI
ADVOGADO : Dilani Marcia Lompa

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00024 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0006732-04.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : OSVALDO ALVES ROSA
ADVOGADO : Alex Frezzato e outro

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 132 / 477


O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00025 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0007102-80.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ALTAMIRO JOSE DE SOUZA
ADVOGADO : Alan Rodrigo Pupin

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O feito encontrava-se sobrestado até o pronunciamento definitivo do STJ na AC


0005899-54.2010.404.9999, em que foi interposto recurso especial encaminhado à Corte
Superior como representativo de controvérsia.

Por meio de consulta processual, verifico que referida ação já foi


definitivamente julgada, sem que, aparentemente, tenha o STJ afetado eventual recurso como
repetitivo de controvérsia.

Passo, pois, à análise do presente recurso especial.

A pretensão, todavia, não merece trânsito.

O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:

CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE


CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O
STJ recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o
reexame de provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de
declaração acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo
da decisão embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro
Aldir Passarinho Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 133 / 477


No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00026 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0011507-62.2012.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ZELIR SCORTEGAGNA
ADVOGADO : Jose Emilio Bogoni e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O feito encontrava-se sobrestado até o pronunciamento definitivo do STJ na AC


0005899-54.2010.404.9999, em que foi interposto recurso especial encaminhado à Corte
Superior como representativo de controvérsia.

Por meio de consulta processual, verifico que referida ação já foi


definitivamente julgada, sem que, aparentemente, tenha o STJ afetado eventual recurso como
repetitivo de controvérsia.

Passo, pois, à análise do presente recurso especial.

A pretensão, todavia, não merece trânsito.

O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:

CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE


CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O
STJ recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o
reexame de provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de
declaração acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo
da decisão embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro
Aldir Passarinho Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)

No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,


Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 134 / 477
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00027 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0012932-27.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : BELIZAIR FLAVIO
ADVOGADO : Vani das Neves Pereira

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00028 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0013511-72.2012.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ANTONIO RODRIGUES DRUM
ADVOGADO : Jeferson Zanella

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00029 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0018143-44.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 135 / 477


INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : GALDINO LUIZ RAMOS
ADVOGADO : Amélia Fernanda Avelino Machado

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00030 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0019987-29.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : RANULFO RAMOS DE ARAUJO
ADVOGADO : Zaqueu Subtil de Oliveira e outros

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 136 / 477


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00031 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0000813-97.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECTE : IDO NESTOR HAAS
ADVOGADO : Anelise Leonhardt Porn e outro

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00032 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0006212-10.2013.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SEBASTIÃO ROBERTO DE FARIA
ADVOGADO : Izaias Lino de Almeida

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 137 / 477


Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00033 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0006857-35.2013.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : PAULO ALVES
ADVOGADO : Vagner Alino Carioca e outro

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 138 / 477


00034 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0011260-47.2013.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : BENEDITO AMARO
ADVOGADO : Inis Dias Martins e outros
: Ana Carla Pagoti Baleeiro Marques e outros

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00035 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0001914-28.2015.4.04.0000/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LIANE MARIA EBERT
ADVOGADO : Aline Regina Blau Barden

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 120.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.629.576/RS, conforme decisão da eminente Ministra Laurita Vaz, transitada em julgado em
10.11.2016, deu provimento ao recurso especial do INSS para afastar a incidência dos juros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 139 / 477


de mora no período compreendido entre a data da homologação da conta de liquidação e a
expedição do precatório ou da requisição de pequeno valor (RPV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00036 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0003535-60.2015.4.04.0000/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : INACIO ENGSTER
ADVOGADO : Marcio Cesar Sbaraini

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 140 / 477


Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,
inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 68.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.648.294/RS, conforme decisão da eminente Ministra Laurita Vaz, transitada em julgado em
20.03.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para afastar a incidência dos juros
de mora no período compreendido entre a data da homologação da conta de liquidação e a
expedição do precatório ou da requisição de pequeno valor (RPV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00037 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0004651-04.2015.4.04.0000/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 141 / 477


ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CESAR LUIZ FAGUNDES DE PAULA e outro
ADVOGADO : Fabiano Vuaden e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário, interposto em face de acórdão de Órgão


Colegiado desta Corte.

O recurso estava sobrestado, conforme decisão da fl. 271.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, no julgamento do REsp nº


1.648.292/RS, paralelamente interposto ao extraordinário, conforme decisão transitada em
julgado em 20/03/2017, deu provimento ao recurso especial do INSS, para afastar a
incidência de juros de mora no período compreendido entre a data da homologação da conta
de liquidação e a expedição do precatório ou da requisição de pequeno valor (RPV).

Assim, com base no art. 1.008 do Novo CPC, entende-se que o recurso
extraordinário perdeu seu objeto. Sobre o assunto, confiram-se os seguintes precedentes do
Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO. A


decisão do Superior Tribunal de Justiça que determina o retorno dos autos à origem para
novo julgamento torna prejudicada a análise do recurso extraordinário. Agravo
regimental a que se nega provimento. (Tribunal Pleno, RE 643992/DF AgR, Rel.
Ministro Joaquim Barbosa, public. no DJe em 17.06.2013)

Embargos de declaração no recurso extraordinário com agravo. Conversão em agravo


regimental. Recurso especial provido pelo Superior Tribunal de Justiça para anular
acórdão dos embargos de declaração da Corte regional. Recurso extraordinário
prejudicado. Precedentes. 1. Embargos de declaração recebidos como agravo
regimental, conforme pacífica orientação desta Corte. 2. O provimento do recurso
especial pelo Superior Tribunal de Justiça, anulando o acórdão dos embargos de
declaração e determinando a realização de novo julgamento pela Corte de origem, torna
prejudicado o recurso extraordinário, por perda de objeto. 3. Agravo regimental não
provido. (Primeira Turma, ARE 681023/RS ED, Rel. Ministro Dias Toffoli, public. no
DJe em 06.09.2012)

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 142 / 477


termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do CPC, julgo prejudicado o recurso


extraordinário.

Após o trânsito em julgado, dê-se baixa na distribuição e arquivem-se os autos.


Intimem-se.

00038 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0005453-02.2015.4.04.0000/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARLI MOURA DA SILVA
ADVOGADO : Leila Grasiela Ohlweiler Schulte
: Vivien Patricia Wagner e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 153.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.637.147/RS, conforme decisão da eminente Ministra Laurita Vaz, transitada em julgado em
03.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para afastar a incidência dos juros
de mora no período compreendido entre a data da homologação da conta de liquidação e a
expedição do precatório ou da requisição de pequeno valor (RPV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 143 / 477
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3062/2017
(Localizador: PE20C3)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2008.71.00.033020-9/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional do INSS
RECDO : THESSALIA CARDIA DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Dilo Daniel Zanotta Rodrigues

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2008.71.00.033020-9/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional do INSS
RECDO : THESSALIA CARDIA DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Dilo Daniel Zanotta Rodrigues

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 144 / 477


DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2008.72.07.001471-6/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOÃO ELISEU NUNES
ADVOGADO : Ana Isabela Rosa de Medeiros e outro
: Alexandre Fernandes Souza

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 198.

Ocorre que o Superior Tribunal Justiça, no julgamento do REsp nº


1.223.191/SC, paralelamente interposto ao extraordinário, conforme decisão do eminente
Ministro Celso Limongi (Des. Convocado do TJ/SP), transitada em julgado em 01.04.2011,
deu parcial provimento ao recurso especial do INSS, apenas para impossibilitar a aplicação
conjugada do art. 144 da Lei nº 8.213/1991 com a Lei nº 6.950/1981, em consonância com os
precedentes desta Corte a respeito da matéria.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 145 / 477


TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2009.70.00.017815-3/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : WILSON ESTEVAO BANAS
ADVOGADO : Rose Mary Grahl

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 234.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do AREsp nº


1.304.338/PR, transitado em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do
INSS para decretar a decadência e extinguir o processo com resolução do mérito.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 146 / 477


provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0024357-32.2009.4.04.7000/PR


RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECORRIDO : DAVID POKRYWIECKI
ADVOGADO : Olinto Roberto Terra
: Renilde Paiva Morgado Gomes

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 159.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.241.898/PR, transitado em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do
INSS para declarar a decadência, extinguindo o processo com resolução de mérito (CPC,
art. 269, IV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 147 / 477
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2009.71.00.005019-9/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : EDEMAR DIAS XAVIER
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 539.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.310.427/RS, transitado em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do
INSS para julgar improcedente a demanda, nos termos do artigo 269, IV, do CPC.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 148 / 477


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2009.71.00.006630-4/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE COSTA
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 228.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.263.942/RS, transitado em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do
INSS para reconhecer a decadência do direito da parte segurada de pleitear a revisão do

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 149 / 477


benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0002864-75.2009.4.04.7201/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : DARIO FRONZ
ADVOGADO : Vanessa Cristina Pasqualini

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 150 / 477


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 268.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.310.904/SC, transitado em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do
INSS para reconhecer a decadência do direito de revisão e julgar improcedente a ação, nos
termos do art. 269, IV, do CPC.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00009 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2009.72.99.000315-0/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Milton Drumond Carvalho
RECDO : RENATO RUGERI

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 151 / 477


ADVOGADO : Andrey Luiz Geller

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2009.72.99.000315-0/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Milton Drumond Carvalho
RECDO : RENATO RUGERI
ADVOGADO : Andrey Luiz Geller

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00011 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0019714-84.2011.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : GUSTAVO KIERTEN
ADVOGADO : Joao Artur Bortoluzzi e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais
indicados.
O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 152 / 477


Intimem-se.

00012 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0004915-94.2015.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LAURO LOURENÇO DE PAULA
ADVOGADO : Henrique Oltramari e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais
indicados.
O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0015948-81.2015.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ARACY CORDEIRO DA SILVA
ADVOGADO : Alcirley Canedo da Silva e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais
indicados.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 153 / 477


O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

00014 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0016315-08.2015.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : IRACEMA REZER DE LIMA
ADVOGADO : Alberto Knolseisen

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais
indicados.
O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 154 / 477
Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

00015 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0000252-68.2016.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CICERO CARLOS DA SILVA
ADVOGADO : Gilberto Julio Sarmento

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais
indicados.
O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

00016 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0001999-53.2016.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : DELCI JOSÉ DA SILVA
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 155 / 477


indicados.
O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

00017 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0008391-09.2016.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUIZ NUNES
ADVOGADO : Ederval Osmar Lauer

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.
Sustenta a parte recorrente que o acórdão contrariou os dispositivos legais
indicados.
O recurso não merece trânsito, porquanto a questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.
Nessa direção, o seguinte precedente:
CIVIL E PROCESSUAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RESPONSABILIDADE
CIVIL. OMISSÃO. ART. 333 DO CPC. PREJUÍZO NÃO COMPROVADO. REEXAME
DO CONJUNTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSÍVEL. SÚMULA N. 7/STJ. I. O STJ
recebe o quadro probatório tal como delineado pelo Tribunal estadual e o reexame de
provas encontra o óbice da Súmula n. 7 desta Corte. II. Embargos de declaração
acolhidos em parte para aclarar omissão, mas sem efeito modificativo da decisão
embargada. (STJ, Quarta Turma, EDcl no Ag 953696/RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho
Júnior, julgado em 21/02/2008, DJe 17/03/2008)
No mesmo sentido: AgRg no Ag nº 1.109.600/RS, Relatora Ministra Laurita Vaz,
Quinta Turma, publicado no DJE em 15.06.2009; REsp nº 965.046/RS, Rel. Min. Eliana
Calmon, Segunda Turma (DJE de 27.04.2009); AgRg no Ag nº 838.933/DF, Rel. Ministro Luís
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 156 / 477
Felipe Salomão, Quarta Turma (DJE de 30.06.2009).
Ante o exposto, não admito o recurso especial.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 3063/2017
(Localizador: PE13C1)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2008.71.00.008476-4/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : NILSON WALTER ISERHARD
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 395.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.332.372/RS, conforme decisão do eminente Ministro Castro Meira, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para reconhecer a decadência
do direito do segurado de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 157 / 477


termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2008.71.00.011029-5/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADAO SELOTINO PERES
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 281.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.269.180/RS, conforme decisão da eminente Ministra Marilza Maynard, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para declarar a
decadência, extinguindo o processo com resolução de mérito (CPC, art. 269, IV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 158 / 477


recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2008.71.00.016378-0/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : IDELMACIR HERNANDORENA DA CUNHA
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 256.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.267.080/RS, conforme decisão do eminente Ministro Og Fernandes, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS a fim de reconhecer a
decadência do direito do segurado de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 159 / 477
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2008.71.00.017467-4/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CLARA KRIMBERG MEIMES
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 209.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 160 / 477


Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº
1.266.858/RS, conforme decisão da eminente Ministra Assusete Magalhães, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para reconhecer a
decadência do direito do segurado de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2008.72.07.001153-3/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SEBASTIANA ALEXANDRE DA SILVA
ADVOGADO : Matusalem dos Santos
: Kelly Cristina dos Santos Lopes e outro
: Claudia Elane Seolin da Silva e outro
: Maurício Alves Silva Maisto e outro

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 161 / 477


DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 258.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.310.829/SC, conforme decisão do eminente Ministro Napoleão Nunes Maia Filho,
transitada em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para
reconhecer a decadência do direito à revisão do ato de concessão de benefício
previdenciário.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 162 / 477


00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2009.70.00.007997-7/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ERNESTO SERKES
ADVOGADO : Rose Mary Grahl

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 175.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.276.858/PR, conforme decisão do eminente Ministro Og Fernandes, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para reconhecer a decadência
do direito da parte segurada de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 163 / 477


refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 0018284-44.2009.4.04.7000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CELSO CHAGAS DE ANDRADE
ADVOGADO : Rose Mary Grahl

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 224.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.309.439/PR, conforme decisão do eminente Ministro Herman Benjamin, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para declarar a
decadência do direito de revisão do benefício previdenciário objeto da ação.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 164 / 477


RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO
SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0021123-42.2009.4.04.7000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ERNESTO LAMINN
ADVOGADO : Renilde Paiva Morgado Gomes

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 191.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do AREsp nº


173.610/PR, conforme decisão do eminente Ministro Napoleão Nunes Maia Filho, transitada
em julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para reconhecer a
decadência do direito à revisão do ato de concessão de benefício previdenciário.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 165 / 477


Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00009 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0031048-62.2009.4.04.7000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ANA MARIA STRANO
ADVOGADO : Renilde Paiva Morgado Gomes

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 193.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do AREsp nº


172.677/PR, conforme decisão do eminente Ministro Benedito Gonçalves, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para declarar a
decadência do direito à revisão do benefício de aposentadoria por tempo de contribuição.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 166 / 477


QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2009.71.00.005028-0/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : HUMBERTO PINHEIRO GONCALVES
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 289.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.276.953/RS, conforme decisão da eminente Ministra Marilza Maynard, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS a fim de declarar a
decadência, extinguindo o processo com resolução de mérito (CPC, art. 269, IV).

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 167 / 477


CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00011 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2009.71.00.006629-8/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JORGE AMABILIO GONÇALVES
ADVOGADO : Daisson Silva Portanova

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 508.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 168 / 477


Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº
1.263.627/RS, conforme decisão da eminente Ministra Assusete Magalhães, transitada em
julgado em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para reconhecer a
decadência do direito do segurado de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00012 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 0001524-81.2009.4.04.7206/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : WALDEMAR ROSA DOS SANTOS
ADVOGADO : Rose Mary Grahl

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 169 / 477


DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 258.

Ocorre que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do REsp nº


1.333.070/SC, conforme decisão do eminente Ministro Castro Meira, transitada em julgado
em 22.02.2017, deu provimento ao recurso especial do INSS para reconhecer a decadência
do direito do segurado de pleitear a revisão do benefício.

Tal decisão substitui o julgado deste Regional, nos termos do art. 1.008 do Novo
CPC. Assim, entende-se que o recurso extraordinário perdeu objeto. Sobre o assunto,
confiram-se os seguintes precedentes do Supremo Tribunal Federal, in verbis:

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EXTRAORDINÁRIO. PROCESSUAL CIVIL.


PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. PREJUÍZO DO
EXTRAORDINÁRIO: PERDA SUPERVENIENTE DE OBJETO. ART. 512 DO
CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PRECEDENTES. AGRAVO REGIMENTAL AO
QUAL SE NEGA PROVIMENTO. Atendida a pretensão recursal no julgamento do
recurso especial, é de ser reconhecido o prejuízo do recurso com o mesmo objeto.
(Primeira Turma, RE 376.687/MG, Relª Ministra Cármen Lúcia, public. no DJe em
05.02.2010).

PROCESSO CIVIL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO PREJUDICADO.


SUBSTITUIÇÃO DO ACÓRDÃO DO TRF PELO DO STJ. 1. O acórdão do Superior
Tribunal de Justiça substituiu o acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal, nos
termos do art. 512 do CPC. 2. O recurso extraordinário, interposto do acórdão do TRF,
no caso, está prejudicado pela perda superveniente de seu objeto, em decorrência do
provimento do recurso especial da ora agravante. 3. Agravo regimental improvido.
(Segunda Turma, RE 506.500/PR, Relª Ministra Ellen Gracie, public. no DJe em
12.06.2009).

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL. INTERPOSIÇÃO


SIMULTANEA. PROVIMENTO DO RECURSO ESPECIAL PELO SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA. PERDA DE OBJETO DO EXTRAORDINÁRIO. CPC, ART.
512. Provido o recurso especial interposto contra acórdão de segunda instância, o
recurso extraordinário simultaneamente interposto, versando a mesma matéria, perdeu
objeto, posto que a decisão contra a qual fora ajuizado resultou reformada pelo aresto do
Superior Tribunal de Justiça, tendo havido substituição do provimento judicial a que se
refere o art. 512 do Código de Processo Civil. Agravo Regimental improvido. (Primeira
Turma, AI 142.696/SP, Rel. Ministro Ilmar Galvão, public. no DJ em 17.03.1995).

Ante o exposto, e forte no art. 1.008 do Novo CPC, julgo prejudicado o recurso
extraordinário.

Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0015978-24.2012.4.04.9999/PR


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 170 / 477
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : AMILTON TABORDA IUCKSH
ADVOGADO : Alcirley Canedo da Silva e outro

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica


revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00014 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0007543-27.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA LUIZA SANINI FRANCIOSI
ADVOGADO : Marcia Zuffo

DECISÃO

Do exame dos autos, verifico que o recurso especial manejado pelo INSS
encontrava-se sobrestado por conta da seleção do REsp nº 1.354.939, vinculado ao Tema nº
661. Todavia, considerando que aludido Tema teve a afetação cancelada, impõe-se o exame
de admissibilidade recursal.

Trata-se de recurso especial interposto com fulcro no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, versando
sobre a possibilidade de concessão de aposentadoria rural a segurado que exerceu
atividade urbana no período de carência.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 171 / 477


O recurso não merece trânsito, porquanto a análise da questão suscitada implica
revolvimento do conjunto probatório, vedado em sede de recurso especial, nos termos da
Súmula nº 07 do Superior Tribunal de Justiça, que assim estabelece: a pretensão de simples
reexame de prova não enseja recurso especial.

Ante o exposto, não admito o recurso especial.

Intimem-se.

00015 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0024611-53.2014.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSÉ EUCLIDES PRUDÊNCIO
ADVOGADO : Jackson Salvan

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, inciso III, da
Constituição Federal, contra acórdão proferido por esta Corte que, sob a disciplina dos
recursos repetitivos, negou provimento ao agravo regimental manejado pelo autor.

Como é cediço, o exercício da jurisdição relativa ao juízo de admissibilidade


dos recursos excepcionais e respectivas medidas cautelares é delegado pelas Cortes
Superiores diretamente ao Presidente (ou Vice) do Tribunal de origem (CPC, art. 1.029), que,
em tal mister, não atua na condição de membro integrante de órgão jurisdicional colegiado;
sua vinculação é direta com a Corte Superior.
No âmbito dos recursos repetitivos e da repercussão geral, o Supremo Tribunal
Federal decidiu, no AI-QO 760.358 (julgado em 19.11.2009), que a competência para
apreciar os recursos pertinentes às decisões monocráticas negando seguimento a apelo
extremo, posteriormente ao exame de haver ou não repercussão geral, é do Tribunal de
Origem.
Nestes termos, seguindo a linha de orientação traçada, o julgado da Terceira
Seção substitui a apreciação do recurso pelo STJ, de acordo com a delegação consagrada no
instituto dos representativos de controvérsia.

Ademais, verifica-se que o recorrente renova no seu recurso especial matéria já


apreciada no âmbito deste Tribunal, limitando-se a reiterar a tese já analisada e refutada por
ocasião da negativa de provimento ao seu agravo regimental, em entendimento chancelado,
por unanimidade, pela Terceira Seção deste Regional.
Assim sendo, à míngua de autorização legal para renovar a súplica excepcional,
bem como em atenção à essência da reforma legislativa que introduziu a disciplina dos
recursos representativos de controvérsia e repercussão geral, é de ser obstada a reiteração de
recurso especial, como na hipótese, devendo as partes - que já obtiveram a manifestação do
Poder Judiciário sobre a demanda - resignarem-se com a solução nela conferida, eis que o
decisum revela-se insuscetível de ser modificado pelo Superior Tribunal de Justiça.
Ante o exposto, não admito o recurso especial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 172 / 477


Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 8026/2017
(Localizador: PE07C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0004447-83.2009.4.04.7108/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ANTONIO BATISTA DE ANDRADE
ADVOGADO : Vagner Stoffels Claudino

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0004447-83.2009.4.04.7108/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ANTONIO BATISTA DE ANDRADE
ADVOGADO : Maysa Teresinha Garcia Fernandes

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00003 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0006537-19.2012.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CLAUDINEIA ANTONIO DA SILVA COLOMBO
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 173 / 477
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0006537-19.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CLAUDINEIA ANTONIO DA SILVA COLOMBO
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório</i> - <b>Tema(s) nº(s)
96</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00005 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0020888-94.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : RITA CATARINA ALVES SOUZA
ADVOGADO : Helder Masquete Calixti e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 174 / 477
Ante o exposto, admito o recurso especial.
Intimem-se.

00006 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0018088-59.2013.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : EDUARDO LEITHOLD
ADVOGADO : Rubia Carmen de Quadros Beltrame

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00007 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0018132-78.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ELOI MARTINS DE BARROS
ADVOGADO : Sirlei Nunes de Oliveira

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 175 / 477
Intimem-se.

00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0018132-78.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ELOI MARTINS DE BARROS
ADVOGADO : Sirlei Nunes de Oliveira

DECISÃO

Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.


00009 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0006666-77.2014.4.04.0000/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE CECILIO DAS CHAGAS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00010 RECURSO ESPECIAL EM REMNEC Nº 0006178-98.2014.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : TEREZINHA DA SILVA MACHADO
ADVOGADO : Ivanir Alves Dias Parizotto

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 176 / 477


Ante o exposto, admito o recurso especial.
Intimem-se.

00011 RECURSO ESPECIAL EM REMNEC Nº 0021649-57.2014.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : PEDRO HENRIQUE CEMIN CESTARI
ADVOGADO : Ricardo Pacini Bagatini e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00012 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0000472-27.2015.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : GILBERTO CARLOS BITTENCOURT

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0001804-29.2015.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : NOEMIA SALES LEITE

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 177 / 477


DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00014 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0001862-32.2015.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CELIA REGINA MENON
ADVOGADO : Elisangela Guimaraes de Andrade e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00015 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0001864-02.2015.4.04.0000/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : PAULO ROBERTO DE PAULA MELLO
ADVOGADO : Daiane dos Santos

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 178 / 477


Ante o exposto, admito o recurso especial.
Intimem-se.

00016 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0001879-68.2015.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOAQUIM PINHEIRO

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00017 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0001913-43.2015.4.04.0000/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MILTON ROHR
ADVOGADO : Marcelo Barden e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 179 / 477


00018 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0001913-43.2015.4.04.0000/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MILTON ROHR
ADVOGADO : Marcelo Barden e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório</i> - <b>Tema(s) nº(s)
96</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00019 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0001915-13.2015.4.04.0000/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ELISEU LEIDENS
ADVOGADO : Aline Regina Blau Barden e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

00020 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0001915-13.2015.4.04.0000/RS


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 180 / 477
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ELISEU LEIDENS
ADVOGADO : Aline Regina Blau Barden e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório</i> - <b>Tema(s) nº(s)
96</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00021 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0002852-23.2015.4.04.0000/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOAO MARINO GIUSTI

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00022 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0002862-67.2015.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : DIOMEDES FRANCISCO DE SOUZA

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 181 / 477


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00023 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0004213-75.2015.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : APARECIDA BELARMINA JACOB DA SILVA

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00024 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0005383-82.2015.4.04.0000/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : WILSON BIANCATO
ADVOGADO : Vanessa Cristina Pasqualini e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00025 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0006951-12.2015.4.04.9999/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 182 / 477


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : BADIA FROZZA KOHL
ADVOGADO : Vilmar Lourenco
: Imilia de Souza e outro
: Ademir Bonnes Cardoso e outro
: Arianne de Souza Batisti e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00026 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0016161-87.2015.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : NIVALDO CARNEIRO DA SILVA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 183 / 477


00027 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0016161-87.2015.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : NIVALDO CARNEIRO DA SILVA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório - Tema(s) nº(s) 96) é
matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo,
portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu
artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00028 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0000761-23.2016.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : INES SOARES BONFIM DOS SANTOS
ADVOGADO : Willyan Rower Soares

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 8027/2017
(Localizador: PE07C3)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 184 / 477


SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2007.71.08.010369-7/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ARLINDO DHEIN sucessão
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2007.71.08.010369-7/RS
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECORRIDO : ARLINDO DHEIN sucessão
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke
APELADO : (Os mesmos)

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00003 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2007.71.08.010369-7/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ARLINDO DHEIN
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke

DECISÃO

Trata-se de recurso especial (fls. 188-200) interposto com fundamento no art.


105, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso não foi admitido, consoante decisão de fls. 236-238.

Tendo em conta que o Superior Tribunal de Justiça, no julgamento do AREsp nº


23.004/RS, interposto contra decisão que não admitiu o aludido recurso, negou provimento
ao agravo em recurso especial do INSS, conforme decisão da eminente Ministra Laurita Vaz,
transitada em julgado em 02.09.2011, torno sem efeito a decisão de fl. 312 que determinou a
suspensão do recurso especial.

Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM REMNEC Nº 0009742-27.2010.4.04.9999/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 185 / 477


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE VILMAR DE ARAUJO
ADVOGADO : Rodrigo Dalpias

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM REOAC Nº 0009742-27.2010.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE VILMAR DE ARAUJO
ADVOGADO : Rodrigo Dalpias

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00006 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0016947-10.2010.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SUELI DE FATIMA RIBAS e outro
ADVOGADO : Willyan Rower Soares

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00007 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0002533-70.2011.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE VILMAR METZEN
ADVOGADO : Roberto de Lima Dutra

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0002533-70.2011.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE VILMAR METZEN
ADVOGADO : Roberto de Lima Dutra

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 186 / 477


DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00009 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0014348-64.2011.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA HELENA BRUM SANSON
ADVOGADO : Ulisses Melo

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0014348-64.2011.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA HELENA BRUM SANSON
ADVOGADO : Ulisses Melo

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00011 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0011858-35.2012.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SENECIO JOSE STAUDT
ADVOGADO : Ricardo Morassutti e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00012 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0007105-98.2013.4.04.9999/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 187 / 477


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : BRUNA LOURENCO SARTORI
ADVOGADO : Angelica Fruhauf Capellao e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0009057-15.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SERGIO ROQUE GRUTZMANN
ADVOGADO : Raul Antonio Schmitz
: Silvana Afonso Dutra e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00014 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0021158-84.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOSE DOMINGOS ERSICO
ADVOGADO : Isac Cipriano Pasqualotto e outros

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 188 / 477


Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da
Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00015 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0021158-84.2013.4.04.9999/RS


RECTE : JOSE DOMINGOS ERSICO
ADVOGADO : Isac Cipriano Pasqualotto e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
SARANDI/RS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00016 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0022109-78.2013.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADELGUNDA PAUL
ADVOGADO : Claiton Luis Bork
: Alexandre Noriler e outro

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00017 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0022109-78.2013.4.04.9999/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADELGUNDA PAUL
ADVOGADO : Claiton Luis Bork

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 189 / 477


: Alexandre Noriler e outro

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00018 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0000539-26.2014.4.04.0000/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ENOCK ROBERTO DE SOUZA
ADVOGADO : Jorge Luiz Fett e outro

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00019 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AR Nº 0000539-26.2014.4.04.0000/SC
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ENOCK ROBERTO DE SOUZA
ADVOGADO : Jorge Luiz Fett e outro

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.


00020 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0001593-03.2014.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUCIA TEIXEIRA DA COSTA
ADVOGADO : Luiza Pereira Schardosim de Barros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 190 / 477


00021 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0001593-03.2014.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUCIA TEIXEIRA DA COSTA
ADVOGADO : Luiza Pereira Schardosim de Barros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com apoio no art. 102, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o prequestionamento da matéria


relativa aos dispositivos supostamente contrariados, não envolvendo exame de provas. Além
disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.
Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.
Intimem-se.

00022 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0000163-06.2015.4.04.0000/PR


RECTE : ANTONINA ULIANA ALONSO
ADVOGADO : Caroline Gazzola Subtil de Oliveira e outro
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00023 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0006654-05.2015.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : WALDERLEI VOIDALESKI
ADVOGADO : Olir Marino Savaris e outro

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 191 / 477


Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

00024 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0006654-05.2015.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : WALDERLEI VOIDALESKI
ADVOGADO : Olir Marino Savaris e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório - Tema(s) nº(s) 96) é
matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo,
portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu
artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00025 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0006654-05.2015.4.04.9999/SC


RECORRENTE : WALDERLEI VOIDALESKI
ADVOGADO : Olir Marino Savaris e outro
RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com apoio no art. 102, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 192 / 477


O recurso merece prosseguir, tendo em conta o prequestionamento da matéria
relativa aos dispositivos supostamente contrariados, não envolvendo exame de provas. Além
disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.
Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.
Intimem-se.

00026 RECURSO ESPECIAL EM EINF Nº 0011515-34.2015.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : IRENE WETZEL
ADVOGADO : Daniela Carmem Persuhn
: Euclides Packer e outro
: Stephanie Spiess e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
Tema STJ nº 692 - "A reforma da decisão que antecipa a tutela obriga o autor da ação a
devolver os benefícios previdenciários indevidamente recebidos."
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, c, ou do art. 1.041
do CPC.
Ante o exposto, admito o recurso especial.
Intimem-se.

00027 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0019345-51.2015.4.04.9999/PR


RECTE : DEVANIR PEREIRA DA SILVA MOREIRA
ADVOGADO : Renata Moço
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 193 / 477


O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da
matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00028 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0004984-92.2016.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : INES BENETTI MAYER
ADVOGADO : Daniel Tician

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00029 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0010035-84.2016.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ALCIDIO HANATZKI
ADVOGADO : Neusa Ledur Kuhn

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

Expediente

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 194 / 477


TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Expediente Recursos Nro 8028/2017
(Localizador: PE09C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2006.71.02.005122-6/RS
RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ANDES-ASSOCIACAO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUICOES DE ENSINO
SUPERIOR-SINDICATO NACIONAL
ADVOGADO : Jose Luis Wagner

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00002 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 2008.04.00.043878-8/RS
RECTE : HMXMV - ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES LTDA
ADVOGADO : Ademir Canali Ferreira e outros
RECDO : CENTRAIS ELETRICAS BRASILEIRAS S/A -
ELETROBRAS
ADVOGADO : Daniela Kraide Fischer e outros

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00003 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0016702-86.2011.4.04.0000/PR
RECTE : SINDICATO DOS TRABALHADORES FEDERAIS DA SAUDE TRABALHO
PREVIDENCIA E ACAO SOCIAL NO PARANA
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva e outro
RECDO : FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - FUNASA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
INTERESSADO : MARIA DA CONCEIÇÃO ALCÂNTARA
: MARIA DE LOURDES VILARINHO PIOLI
: NEIDE SOARES FERNANDES
: NIVALDO CRUZ DOS REIS
: RACHEL TEREZA MENEGAZZO TREVISAN
: REGINA SHIMIZU
: ROMILDO ALVES DE OLIVEIRA
: RUI CESAR CABRAL GOMES
: ZEILA CORDEIRO DE MACEDO
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 195 / 477


Cuida-se de pedido de prosseguimento do feito formulado por SINDPREVS/PR
tendo em conta que o REsp nº 1309678/RS deixou de ser identificado como recurso
representativo da controvérsia. Passo a nova análise do recurso.

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, a, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, assim
ementado:

PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO.


PRECATÓRIO/RPV COMPLEMENTAR. INCIDÊNCIA DE JUROS DE MORA.
TERMO FINAL. HOMOLOGAÇÃO DA CONTA DE LIQUIDAÇÃO: TRÂNSITO EM
JULGADO DA SENTENÇA RELATIVA AOS EMBARGOS À EXECUÇÃO OU
DECURSO IN ALBIS DO PRAZO PARA OPÔ-LOS.
1. "Durante o período previsto no parágrafo 1º do artigo 100 da Constituição, não
incidem juros de mora sobre os precatórios que nele sejam pagos." (Súmula Vinculante
17)
2. Todavia, no tocante à incidência de juros de mora no período que medeia a
elaboração do cálculo até a data da expedição da requisição de pagamento, a matéria foi
recentemente examinada pelo STJ, no julgamento do AgRg no Recurso Especial nº
1.149.607-SC, que entendeu que: "a orientação adotada por este Superior Tribunal de
Justiça, em harmonia com a da Suprema Corte, revela que não se pode imputar à
Fazenda Pública a demora do trâmite processual até a expedição do precatório e sua
respectiva inscrição no orçamento, após a liquidação do valor devido, esta verificada
após a definição do quantum debeatur, com o trânsito em julgado dos embargos à
execução, ou com o decurso in albis do prazo para Fazenda Pública opô-los."
3. Sendo assim, altero meu posicionamento para alinhá-lo ao entendimento esposado no
âmbito do STJ (AgRg no REsp 1149607), no sentido de reconhecer a possibilidade de
incidência de juros moratórios no período transcorrido até a definição do quantum
debeatur, com o trânsito em julgado dos embargos à execução, ou com o decurso in albis
do prazo para Fazenda Pública opô-los.
4. Agravos improvidos.

O recorrente alega contrariedade aos arts. 467 e 468, do CPC/73 e aos arts. 394
e 395 do Código Civil. Requer seja conhecido o presente recurso e reformado o acórdão
recorrido a fim de que seja reconhecida como devida a incidência da parcela dos juros de
mora sobre os valores devidos desde a elaboração da conta inicial até a data da expedição
das requisições de pagamento, ou seja, durante o tempo de tramitação dos Embargos à
Execução.

Considerando a multiplicidade de recursos especiais existentes nesta Corte


Regional sobre a controvérsia (discute-se o termo final dos juros moratórios devidos pela
Fazenda Pública em decorrência de título regularmente constituído. na hipótese de haver
oposição de embargos à execução), verifica-se configurada a hipótese prevista no art. 1.036,
§ 1º, do Novo Código de Processo Civil.
Portanto, o recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido
prequestionamento da matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além
disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, com apoio no art. 1.036, § 1º, do Novo CPC, admito o recurso
especial como representativo da controvérsia.
Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 196 / 477


00004 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0016702-86.2011.4.04.0000/PR
RECTE : FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE - FUNASA
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : SINDICATO DOS TRABALHADORES FEDERAIS DA SAUDE TRABALHO
PREVIDENCIA E ACAO SOCIAL NO PARANA
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva e outro
INTERESSADO : MARIA DA CONCEIÇÃO ALCÂNTARA
: MARIA DE LOURDES VILARINHO PIOLI
: NEIDE SOARES FERNANDES
: NIVALDO CRUZ DOS REIS
: RACHEL TEREZA MENEGAZZO TREVISAN
: REGINA SHIMIZU
: ROMILDO ALVES DE OLIVEIRA
: RUI CESAR CABRAL GOMES
: ZEILA CORDEIRO DE MACEDO
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva

DECISÃO

Cuida-se de pedido de prosseguimento do feito formulado pelo SINDPREVS/PR


tendo em conta que o REsp nº 1309678/RS deixou de ser identificado como recurso
representativo da controvérsia. Passo a nova análise do recurso.
Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, a, da
Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, assim
ementado:

PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO.


PRECATÓRIO/RPV COMPLEMENTAR. INCIDÊNCIA DE JUROS DE MORA.
TERMO FINAL. HOMOLOGAÇÃO DA CONTA DE LIQUIDAÇÃO: TRÂNSITO EM
JULGADO DA SENTENÇA RELATIVA AOS EMBARGOS À EXECUÇÃO OU
DECURSO IN ALBIS DO PRAZO PARA OPÔ-LOS.
1. "Durante o período previsto no parágrafo 1º do artigo 100 da Constituição, não
incidem juros de mora sobre os precatórios que nele sejam pagos." (Súmula Vinculante
17)
2. Todavia, no tocante à incidência de juros de mora no período que medeia a
elaboração do cálculo até a data da expedição da requisição de pagamento, a matéria foi
recentemente examinada pelo STJ, no julgamento do AgRg no Recurso Especial nº
1.149.607-SC, que entendeu que: "a orientação adotada por este Superior Tribunal de
Justiça, em harmonia com a da Suprema Corte, revela que não se pode imputar à
Fazenda Pública a demora do trâmite processual até a expedição do precatório e sua
respectiva inscrição no orçamento, após a liquidação do valor devido, esta verificada
após a definição do quantum debeatur, com o trânsito em julgado dos embargos à
execução, ou com o decurso in albis do prazo para Fazenda Pública opô-los."
3. Sendo assim, altero meu posicionamento para alinhá-lo ao entendimento esposado no
âmbito do STJ (AgRg no REsp 1149607), no sentido de reconhecer a possibilidade de
incidência de juros moratórios no período transcorrido até a definição do quantum
debeatur, com o trânsito em julgado dos embargos à execução, ou com o decurso in albis
do prazo para Fazenda Pública opô-los.
4. Agravos improvidos.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 197 / 477


O recorrente alega violação aos art. 730 do CPC/73. aos arts. 394 e 396 do
Código Civil e ao art. 17 da Lei nº 10.259/2001. Sustenta que a jurisprudência pacífica do STJ
e STF não faz qualquer ressalva quanto ao manejo dos embargos à execução ou exceção de
pré-executividade. Refere o julgamento do REsp nº 1.143.677/RS, havido como
representativo da controvérsia sobre a questão. Requer seja reformado o acórdão impugnado,
afastando-se a incidência de juros moratórios entre a data da conta e da requisição.

Considerando a multiplicidade de recursos especiais existentes nesta Corte


Regional sobre a controvérsia (discute-se o termo final dos juros moratórios devidos pela
Fazenda Pública em decorrência de título regularmente constituído. na hipótese de haver
oposição de embargos à execução), verifica-se configurada a hipótese prevista no art. 1.036,
§ 1º, do Novo Código de Processo Civil.
Portanto, o recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido
prequestionamento da matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além
disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, com apoio no art. 1.036, § 1º, do Novo CPC, admito o recurso
especial como representativo da controvérsia.
Intimem-se.

00005 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0001570-52.2012.4.04.0000/SC


RECTE : CARLOS MENOSSO e outro
ADVOGADO : Silvio Luiz de Costa e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0001570-52.2012.4.04.0000/SC


RECTE : CARLOS MENOSSO e outro
ADVOGADO : Silvio Luiz de Costa e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 198 / 477
Trata-se de recurso extraordinário interposto com apoio no art. 102, III, da
Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o prequestionamento da matéria


relativa aos dispositivos supostamente contrariados, não envolvendo exame de provas. Além
disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.
Ante o exposto, admito o recurso extraordinário.
Intimem-se.

00007 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0012270-87.2012.4.04.0000/PR


RECTE : DOUGLAS ZANON e outros
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida e outro
: Joao Luiz Arzeno da Silva e outro
RECTE : EDY NAKAMURA
: ELENITA DO ROCIO CORREA DA SILVA
MAIA
: ELISA THIMOTEO STEFFEN
: ELISEU CANDIDO HENRIQUE
: EURIDES STADLER
: EVA SANDERS DA SILVA
: FLORENTINO MONTEIRO
: FRANCISCO MARIO DA SILVA
: GERALDINO BATISTA GUIMARÃES
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
: Joao Luiz Arzeno da Silva e outro
RECDO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União

DECISÃO

Cuida-se de pedido de prosseguimento do feito formulado por Douglas Zanon e


Outros tendo em conta que o REsp nº 1309678/RS deixou de ser identificado como recurso
representativo da controvérsia. Passo a nova análise do recurso.

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, a, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte, assim
ementado:

ADMINISTRATIVO. PROCESSO CIVIL. EXECUÇÃO CONTRA A FAZENDA


PÚBLICA. JUROS DE MORA ENTRE A DATA DA APRESENTAÇÃO DA CONTA E
A EXPEDIÇÃO DO PRECATÓRIO. EMBARGOS À EXECUÇÃO. ELEMENTO
ACIDENTAL DA EXECUTIVA.
1. Realizado o pagamento do crédito em consonância com o prazo fixado na
Constituição Federal, não há falar em incidência de juros moratórios entre as datas de
elaboração da conta e de inscrição do precatório no orçamento.
2. Esse entendimento não caracteriza ofensa à coisa julgada, porquanto a incidência de
juros de mora somente pode se dar quando ultrapassados os prazos constitucional e
legalmente previstos. Análise diversa ensejaria violação da legislação infraconstitucional
e do artigo 100 da Constituição Federal, conforme a orientação do STF sobre a matéria.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 199 / 477
3. Contudo, segundo atual entendimento esposado no âmbito do STJ, existindo oposição
de embargos à execução (elemento acidental no regular seguimento do processo de
pagamento dos débitos judiciais da Fazenda Pública), devem incidir juros moratórios no
período transcorrido até o trânsito em julgado do incidente.

Os recorrentes alegam preliminarmente ofensa ao art. 535, I e II, do CPC/73.


Alegam também contrariedade aos arts. 467 e 468, do CPC/73 e aos arts. 394 e 395 do Código
Civil. Requerem seja conhecido o presente recurso e reformado o acórdão recorrido a fim de
que seja reconhecida como devida a incidência da parcela dos juros de mora sobre os valores
devidos desde a elaboração da conta inicial até a data da expedição das requisições de
pagamento, ou seja, durante o tempo de tramitação dos Embargos à Execução.

Considerando a multiplicidade de recursos especiais existentes nesta Corte


Regional sobre a controvérsia (discute-se o termo final dos juros moratórios devidos pela
Fazenda Pública em decorrência de título regularmente constituído. na hipótese de haver
oposição de embargos à execução), verifica-se configurada a hipótese prevista no art. 1.036,
§ 1º, do Novo Código de Processo Civil.

Portanto, o recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido


prequestionamento da matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além
disso, encontram-se preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, com apoio no art. 1.036, § 1º, do Novo CPC, admito o recurso
especial como representativo da controvérsia.

Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0012379-77.2012.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : VILMA OLIVEIRA VIEIRA
ADVOGADO : Jose Alexandre Guimaraes

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 200 / 477


aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

00009 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0012379-77.2012.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : VILMA OLIVEIRA VIEIRA
ADVOGADO : Jose Alexandre Guimaraes

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório</i> - <b>Tema(s) nº(s)
96</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00010 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0016698-88.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA DE FATIMA DA SILVA SOUZA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório</i> - <b>Tema(s) nº(s)
96</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00011 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0016698-88.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 201 / 477


INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA DE FATIMA DA SILVA SOUZA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

00012 RECURSO ESPECIAL EM AR Nº 0002404-50.2015.4.04.0000/PR


RECTE : ALCINO ALBINO DE SOUZA espólio
ADVOGADO : Antonio Carlos Bernardino Narente e outros
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0013508-15.2015.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 202 / 477


RECDO : JANDIRA RAISER RASINI
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

00014 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0013508-15.2015.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JANDIRA RAISER RASINI
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório</i> - <b>Tema(s) nº(s)
96</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00015 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0019341-14.2015.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOVINIANI MARIA DE SOUZA BORTOLATO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 203 / 477


ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório</i> - <b>Tema(s) nº(s)
96</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00016 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0019341-14.2015.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JOVINIANI MARIA DE SOUZA BORTOLATO
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Superior Tribunal de Justiça, ao julgar recurso(s) especial(ais)
representativo(s) da controvérsia, pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes
termos:
<i><b>Tema STJ nº 291</b> - Não incide "juros moratórios entre a elaboração dos
cálculos e o efetivo pagamento da requisição de pequeno valor - RPV."</i>
Tendo em conta o que foi decidido acima, sob a sistemática dos recursos
repetitivos, bem como considerando o disposto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do
Código de Processo Civil, os autos foram encaminhados para reexame da decisão recorrida
pelo Órgão Colegiado, o qual, todavia, manteve o entendimento anteriormente exarado.
Assim, uma vez que se encontra devidamente prequestionada a matéria relativa
aos dispositivos supostamente contrariados, bem como preenchidos os demais requisitos de
admissibilidade, o recurso merece prosseguir, nos termos do art. 1.030, V, <i>c</i>, ou do
art. 1.041 do CPC.
Ante o exposto, <b>admito</b> o recurso especial.
Intimem-se.

00017 RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0010278-28.2016.4.04.9999/RS


RECORRENTE : SÃO ROQUE BASALTO LTDA/ ME
ADVOGADO : Andreza Dal Molin
RECORRIDO : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : Clovis Konflanz e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 204 / 477


DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

00018 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0013435-09.2016.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUCI TERESINHA BRESSAN
ADVOGADO : Jones Izolan Treter e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com apoio no art. 105, III, da


Constituição Federal, contra acórdão proferido por Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso merece prosseguir, tendo em conta o devido prequestionamento da


matéria relativa aos dispositivos supostamente contrariados. Além disso, encontram-se
preenchidos os demais requisitos de admissibilidade.

Ante o exposto, admito o recurso especial.


Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10074/2017
(Localizador: BX15C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2002.71.00.050109-9/RS
RECTE : CÉSAR ROBERTO NASPOLINI e outro
ADVOGADO : Adilson Machado
RECDO : CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : Ricardo Goncalez Tavares e outros
: Delmar Reinaldo Both e outro

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 205 / 477


: Rogerio Spanhe da Silva e outro
: Clovis Konflanz

DECISÃO

Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)


acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
00002 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2004.71.00.042269-0/RS
RECTE : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVAVEIS - IBAMA
ADVOGADO : Maria Alejandra Riera Bing
RECDO : SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS DO RIO GRANDE DO SUL - SINDISERF/RS
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros
INTERESSADO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União

DECISÃO

Admitido o recurso especial, os autos foram devolvidos pelo Superior Tribunal


de Justiça, conforme decisão proferida no REsp nº 1.272.048/RS, para que o exame deste
recurso ocorra após a aplicação da sistemática de repercussão geral em relação ao agravo em
recurso extraordinário, em face de possível prejudicialidade.

Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, determino o


sobrestamento do recurso especial.

Intimem-se.

00003 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2004.71.00.042269-0/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS DO RIO GRANDE DO SUL - SINDISERF/RS
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros
: Janaina de Lemos Chaves
: Luiz Antonio Muller Marques
INTERESSADO : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVAVEIS - IBAMA
ADVOGADO : Maria Alejandra Riera Bing

DECISÃO

Admitido o recurso especial, os autos foram devolvidos pelo Superior Tribunal


de Justiça, conforme decisão proferida no REsp nº 1.272.048/RS, para que o exame deste
recurso ocorra após a aplicação da sistemática de repercussão geral em relação ao agravo em

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 206 / 477


recurso extraordinário, em face de possível prejudicialidade.

Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, determino o


sobrestamento do recurso especial.

Intimem-se.

00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2005.71.02.007540-8/RS


RECTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM
ADVOGADO : Eduardo de Assis Brasil Rocha
RECDO : ASSOCIACAO DOS SERVIDORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
SECAO SINDICAL SINTEST RS
ADVOGADO : Jose Luis Wagner e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no ARE nº
989.697/RS, determinou a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o
decidido no RE nº 638.115 (Tema nº 395) e no RE nº 870.947 (Tema nº 810).
O objeto do recurso (Incorporação de quintos decorrentes do exercício de
funções comissionadas e/ou gratificadas e Validade da correção monetária e dos juros
moratórios incidentes sobre as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme
previstos no art. 1º-F da Lei 9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009. - Temas
nºs 395 e 810) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação dos acórdãos dos recursos
paradigmas.
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2006.70.02.007108-9/PR


RECTE : ESTADO DO PARANA
PROCURADOR : Flavio Rosendo dos Santos
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
RECDO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : MUNICÍPIO DE FOZ DO IGUACU/PR
ADVOGADO : Luiz Carlos de Carvalho

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 207 / 477


O Supremo Tribunal Federal, conforme termo de remessa lavrado no RE nº
764.858/PR, determinou a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o Tema nº
6.
O objeto do recurso (Dever do Estado de fornecer medicamento de alto custo a
portador de doença grave que não possui condições financeiras para comprá-lo - Tema nº
6) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo,
portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu
artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do acórdão do recurso paradigma.
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2006.72.00.007745-5/SC


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : SINDICATO DOS AUDITORES FISCAIS DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE
SANTA CATARINA - SINDIFISP/SC e outro
ADVOGADO : Marcio Locks Filho e outros
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no AI nº 864.540/SC,


interposto contra decisão que não admitiu o recurso extraordinário, deu provimento ao
agravo, a fim de admitir o recurso extraordinário, e determinou a aplicação da sistemática
da repercussão geral, considerando o decidido no RE nº 693.456/RJ (Tema nº 531).
O objeto do recurso (Desconto nos vencimentos dos servidores públicos dos
dias não trabalhados em virtude de greve - Tema nº 531) é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do Novo CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso
aguardar a publicação do acórdão do recurso paradigma.
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00007 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2008.70.00.030804-4/PR


RECORRENTE : EPHRAIM GUILHERME NEITZKE
ADVOGADO : Eduardo Chamecki
RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 208 / 477
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
<b>Tema STJ nº 966</b> - Incidência ou não do prazo decadencial previsto no caput
do artigo 103 da Lei 8.213/1991 para reconhecimento de direito adquirido ao benefício
previdenciário mais vantajoso.
Impõe-se o <b>sobrestamento </b>do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 2008.71.99.004565-4/RS


RECORRENTE : SERGIO TOLFO
ADVOGADO : Rubem Jose Zanella
RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
<b>Tema STJ nº 966</b> - Incidência ou não do prazo decadencial previsto no caput
do artigo 103 da Lei 8.213/1991 para reconhecimento de direito adquirido ao benefício
previdenciário mais vantajoso.
Impõe-se o <b>sobrestamento </b>do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00009 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 2009.04.00.013558-9/PR


RECTE : FABIANO RODRIGUES e outros
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva e outro
RECDO : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União

DECISÃO

Acolho os embargos de declaração opostos por Fabiano Rodrigues e outros


como pedido de reconsideração para tornar sem efeito a decisão que julgou prejudicado seu
recurso extraordinário com apoio no art. 1008 do CPC. Passo a nova análise do recurso.

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório - Tema(s) nº(s) 96) é
matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo,
portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu
artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, torno sem efeito a decisão da fl. 447 e verso e determino a
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 209 / 477
Diante do exposto, torno sem efeito a decisão da fl. 447 e verso e determino a
manutenção do sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00010 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0002416-06.2011.4.04.0000/PR


RECTE : MARILENE GOMES PEREIRA e outros
: MARLI DE SOUZA BERNARDES
: MASSATACA KIKUCHI
: MAURICIO DE SOUSA BARROS
: MELISSA MACIEL MACHADO VIANNA
: MIGUEL ALVES PEREIRA JUNIOR
: MITIKO KINOSHITA YOSHIKAVA
: MITIKO KOBAYASHI
: MITSURO SAKAMOTO
: MOACYR SIMONE CAPELLAO
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida
: Joao Luiz Arzeno da Silva e outro
RECDO : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União

DECISÃO

Admitido o recurso especial, os autos foram devolvidos pelo Superior Tribunal


de Justiça, conforme decisão proferida no REsp nº 1.318.155/PR, para que o exame deste
recurso ocorra após a aplicação da sistemática de repercussão geral em relação ao recurso
extraordinário, que se encontra sobrestado nos autos (fl. 183), em face de possível
prejudicialidade.

Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, determino o


sobrestamento do recurso especial.

Intimem-se.

00011 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0017592-98.2011.4.04.9999/SC


RECTE : ENIVALDO FAGANELLLO
ADVOGADO : Silvio Luiz de Costa
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Validade da correção monetária e dos juros moratórios
incidentes sobre as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F
da Lei 9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.</i> - <b>Tema(s) nº(s)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 210 / 477


810</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00012 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0002042-29.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARLENE ROMANO
ADVOGADO : Arielton Tadeu Abia de Oliveira e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Possibilidade de percepção do benefício da
aposentadoria especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades
laborais nocivas à saúde.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 709</b>) é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00013 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0018110-54.2012.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : SAULO DIAS MATOS
ADVOGADO : Elisiane de Fátima Batirolla Nedel

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Possibilidade de percepção do benefício da
aposentadoria especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades
laborais nocivas à saúde.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 709</b>) é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00014 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0000062-37.2013.4.04.0000/PR


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 211 / 477
RECTE : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União
RECDO : VALDEREIS ZECA espólio - e outros
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida e outro

DECISÃO

Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)


acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
00015 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0000062-37.2013.4.04.0000/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da União
RECDO : VALDEREIS ZECA espólio - e outros
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida e outro

DECISÃO

Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.


00016 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0004840-26.2013.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CARLOS CARDOSO DE FREITAS
ADVOGADO : Imilia de Souza
: Vilmar Lourenco e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Validade da correção monetária e dos juros moratórios
incidentes sobre as condenações impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F
da Lei 9.494/1997, com a redação dada pela Lei 11.960/2009.</i> - <b>Tema(s) nº(s)
810</b>) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00017 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0008050-85.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARCELO JULIO LEDUR

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 212 / 477


ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Possibilidade de percepção do benefício da
aposentadoria especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades
laborais nocivas à saúde.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 709</b>) é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00018 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0004978-80.2014.4.04.0000/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MAXIMINIO DE SOUZA SANTOS
ADVOGADO : Jose Carlos Alves Ferreira e Silva e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no ARE nº


971.579/PR, interposto contra decisão que não admitiu o recurso extraordinário, determinou
a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o decidido no RE nº 870.947
(Tema nº 810) e no RE nº 579.431 (Tema nº 96).
O objeto do recurso (Incidência de juros de mora no período compreendido
entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório - Tema nº 96; e, Validade
da correção monetária e dos juros moratórios incidentes sobre as condenações impostas à
Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da Lei 9.494/1997, com a redação dada
pela Lei 11.960/2009. - Tema nº 810) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo
Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para
que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação dos
acórdãos dos recursos paradigmas.
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00019 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0008651-57.2014.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : GILNAR ANTONIO ROSSA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 213 / 477


ADVOGADO : Daniel Tician e outros

DECISÃO

Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.


00020 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM REOAC Nº 0011250-66.2014.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA DE LOURDES JUSTINO DE MORAES
ADVOGADO : Ivan Rogerio da Silva

DECISÃO

Necessário aguardar o julgamento do mérito do paradigma do Tema 810,


conforme já lançado na decisão do evento 174.
Mantenha-se o sobrestamento.
Intimem-se.

00021 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0013111-87.2014.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : DYONISIO WYZYKOWSKI
ADVOGADO : Andreia Czichocki
: Leandro do Nascimento Lamaison e outro

DECISÃO

Diante do exposto, torno sem efeito a decisão de fl. 214/214-v e determino o


sobrestamento do presente recurso.
00022 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0019260-02.2014.4.04.9999/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LOIVA PETRY
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Possibilidade de percepção do benefício da
aposentadoria especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades
laborais nocivas à saúde.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 709</b>) é matéria com repercussão geral
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 214 / 477
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00023 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0025110-37.2014.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : JEFET DAVID PAVAO
ADVOGADO : Imilia de Souza

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Possibilidade de percepção do benefício da aposentadoria
especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades laborais
nocivas à saúde. - Tema(s) nº(s) 709) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo
Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para
que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00024 RECURSO ESPECIAL EM AI Nº 0003964-27.2015.4.04.0000/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : CRISTINA DOMINGUES FOGAÇA
ADVOGADO : Jose Emilio Bogoni e outros

DECISÃO

Admitido o recurso especial, os autos foram devolvidos pelo Superior Tribunal


de Justiça, conforme decisão proferida no REsp nº 1.630.913/SC, para que o exame deste
recurso ocorra após a aplicação da sistemática de repercussão geral em relação ao recurso
extraordinário, que se encontra sobrestado nos autos (fl. 68), em face de possível
prejudicialidade.

Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, determino o


sobrestamento do recurso especial.

Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 215 / 477


00025 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AI Nº 0004940-34.2015.4.04.0000/RS
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : OLI ROQUE DE GODOY
ADVOGADO : Andre Giuliano Santos de Souza

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 440, considerando
o Tema nº 96 da repercussão geral, o qual versa sobre incidência de juros de mora no
período compreendido entre a data da conta de liquidação e a expedição do requisitório.

Ocorre que, quanto ao aludido assunto, o Superior Tribunal de Justiça,


conforme decisão proferida no REsp nº 1636424, deu provimento ao recurso especial do
INSS para excluir os juros de mora no período compreendido entre a data da elaboração do
cálculo e a data da expedição do precatório/RPV.
No entanto, deve ser mantido o sobrestamento do recurso, pois, no que pertine à
validade da correção monetária e dos juros moratórios incidentes sobre as condenações
impostas à Fazenda Pública, conforme previstos no art. 1º-F da Lei 9.494/1997, com a
redação dada pela Lei 11.960/2009 - Tema nº 810 - é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do Novo CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso
aguardar o julgamento de mérito do paradigma.
Diante do exposto, determino a manutenção do sobrestamento do presente
recurso.
Intimem-se.

00026 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0005014-64.2015.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LAURI STORCK
ADVOGADO : Ezequiel Martins

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Possibilidade de percepção do benefício da
aposentadoria especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades
laborais nocivas à saúde.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 709</b>) é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 216 / 477


Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00027 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0013721-21.2015.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUIS VALDONI DA SILVA ROSA
ADVOGADO : Miriam Matias de Souza e outro

DECISÃO

Ante a ausência de manifestação da parte autora, passo à análise do recurso do


INSS:

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Possibilidade de percepção do benefício da aposentadoria
especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades laborais
nocivas à saúde. - Tema(s) nº(s) 709) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo
Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para
que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00028 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0014572-60.2015.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : ADELIRIO SOARES DA SILVA
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Possibilidade de percepção do benefício da
aposentadoria especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades
laborais nocivas à saúde.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 709</b>) é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00029 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0015238-61.2015.4.04.9999/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 217 / 477


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : PAULO JESUS DE ALMEIDA
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Possibilidade de percepção do benefício da
aposentadoria especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades
laborais nocivas à saúde.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 709</b>) é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00030 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0001750-05.2016.4.04.9999/RS


RECTE : ROBERTO DA SILVEIRA BRONICHAKI
ADVOGADO : Vilmar Lourenco
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência do fator previdenciário (Lei 9.876/99) ou
das regras de transição trazidas pela EC 20/98 nos benefícios previdenciários concedidos a
segurados filiados ao Regime Geral até 16/12/1998.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 616</b>) é
matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo,
portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu
artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00031 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0004497-25.2016.4.04.9999/SC


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : TALYSSON BENEDET DOS SANTOS
ADVOGADO : Fernando Zanivan Goulart

DECISÃO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 218 / 477
Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,
inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Possibilidade de percepção do benefício da
aposentadoria especial na hipótese em que o segurado permanece no exercício de atividades
laborais nocivas à saúde.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 709</b>) é matéria com repercussão geral
reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a
1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

00032 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0006578-44.2016.4.04.9999/RS


RECTE : MARA CORACI MULLER
ADVOGADO : Imilia de Souza
: Mariana Schmidt Hartmann Roth e outro
: Vilmar Lourenco e outro
RECDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (<i>Incidência do fator previdenciário (Lei 9.876/99) ou
das regras de transição trazidas pela EC 20/98 nos benefícios previdenciários concedidos a
segurados filiados ao Regime Geral até 16/12/1998.</i> - <b>Tema(s) nº(s) 616</b>) é
matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo,
portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu
artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o <b>sobrestamento</b> do presente recurso.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10075/2017
(Localizador: BX10C4)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011552-95.2014.4.04.9999/RS
APELANTE : ALDO ANTONIO ZANIN
ADVOGADO : Henrique Oltramari e outros
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 219 / 477


APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
MARAU/RS

Em cumprimento ao artigo 1º, V da Portaria nº 618 de 2016, do Vice-Presidente


desta Corte, INTIMA-SE a PARTE sobre a implantação do benefício informado pelo Instituto
Nacional do Seguro Social - INSS. Ressalva-se que qualquer impugnação deverá ser dirigida
ao juízo competente para cumprimento da sentença.

00002 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0016887-95.2014.4.04.9999/SC


APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARIA MENEGHELLI
ADVOGADO : Elvis Schattenberg e outro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE PRESIDENTE
GETULIO/SC

Em cumprimento ao artigo 1º, V da Portaria nº 618 de 2016, do Vice-Presidente


desta Corte, INTIMA-SE a PARTE sobre a implantação do benefício informado pelo Instituto
Nacional do Seguro Social - INSS. Ressalva-se que qualquer impugnação deverá ser dirigida
ao juízo competente para cumprimento da sentença.

00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0020365-14.2014.4.04.9999/RS


APELANTE : ELAINE TEREZINHA ENGEL LOEBENS
ADVOGADO : Adriano Jose Ost
: Daniel Luis Schmidt e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

Em cumprimento ao artigo 1º, V da Portaria nº 618 de 2016, do Vice-Presidente


desta Corte, INTIMA-SE a PARTE sobre a implantação do benefício informado pelo Instituto
Nacional do Seguro Social - INSS. Ressalva-se que qualquer impugnação deverá ser dirigida
ao juízo competente para cumprimento da sentença.

00004 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012525-16.2015.4.04.9999/RS


APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELANTE : JORGE HENRIQUE ROHRIG
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke
APELADO : (Os mesmos)

Em cumprimento ao artigo 1º, V da Portaria nº 618 de 2016, do Vice-Presidente


desta Corte, INTIMA-SE a PARTE sobre a implantação do benefício informado pelo Instituto
Nacional do Seguro Social - INSS. Ressalva-se que qualquer impugnação deverá ser dirigida
ao juízo competente para cumprimento da sentença.

Expediente

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 220 / 477


TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Expediente Recursos Nro 10076/2017
(Localizador: FN01C4)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2006.70.01.005946-9/PR
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : José Diogo Cyrillo da Silva
RECDO : A G DISTRIBUIDORA DE BEBIDAS LTDA/
ADVOGADO : Luiz Roberto Rech e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no RE nº 742.727/PR,


determinou a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o decidido no RE nº
602.917 (Tema nº 324) e no RE nº 567.935 (Tema nº 84).
Em que pese o julgamento do RE nº 567.935, recurso paradigma de repercussão
geral do Tema nº 84 (Exclusão do valor dos descontos incondicionais da base de cálculo do
IPI), o STF reconheceu a existência de repercussão geral da matéria ora tratada (Reserva de
lei complementar para estabelecimento de valores pré-fixados para o cálculo do IPI - Tema
nº 324), razão pela qual impõe-se a aplicação da sistemática prevista nos arts. 1.036 a 1.041
do Novo Código de Processo Civil. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é
preciso aguardar a publicação do acórdão do recurso paradigma.
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2006.72.03.003031-3/SC


RECTE : OCTAVIANO ZANDONAI E CIA/ LTDA/
ADVOGADO : Ricardo de Gouvea e outro
: Raphael dos Santos Bigaton
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Cuida-se de pedido de prosseguimento do feito formulado pelo recorrente, em


face do julgamento do RE nº 574.706, vinculado ao Tema nº 69 do STF.
O objeto do recurso (Inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS
- Tema nº 69) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 221 / 477


Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do acórdão do recurso paradigma (RE nº 574.706).
Diante do exposto, determino a manutenção do sobrestamento do presente
recurso.
Intimem-se.

00003 AGR.INSTR. DECISÃO DENEGAT.DE REC.EXTRAORDINARIO Nº


2007.04.00.034285-9/RS
AGRAVANTE : COMFIBRASTEC COM/ DE FIBRAS LTDA/
ADVOGADO : Fabio Canazaro
AGRAVADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Cuida-se de pedido de prosseguimento do feito formulado pelo agravante, em


face do julgamento do RE nº 574.706, vinculado ao Tema STF 69.

O objeto do recurso (Inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS


- Tema nº 69) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC.

Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do acórdão do recurso paradigma (RE nº 574.706).
Diante do exposto, determino a manutenção do sobrestamento do presente
recurso.
Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2007.72.05.001963-7/SC


RECTE : CRISTAL BLUMENAU S/A
ADVOGADO : Julio Cesar Krepsky
: Samuel Gaertner Eberhardt
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

O Superior Tribunal de Justiça, conforme decisão proferida no AREsp nº


448.541/SC, determinou a devolução dos autos para que o exame do recurso especial ocorra
após a aplicação da sistemática de repercussão geral em relação ao recurso extraordinário,
que se encontra sobrestado nos autos (fl. 323), em face de possível prejudicialidade.

Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, determino o


sobrestamento do recurso especial.

Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 222 / 477


00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 2008.71.00.015560-6/RS
RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : INSTITUTO SANTA LUZIA
ADVOGADO : Macazumi Furtado Niwa

DECISÃO

Cuida-se de pedido de prosseguimento do feito formulado pelo Instituto Santa


Luzia, em face do julgamento do RE nº 566.622, vinculado ao Tema nº 32 do STF.

O recurso encontra-se sobrestado, conforme decisão de fl. 336.


O objeto do recurso (Reserva de lei complementar para instituir requisitos à
concessão de imunidade tributária às entidades beneficentes de assistência social - Tema nº
32) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo,
portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC.

Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do acórdão do recurso paradigma (RE nº 566.622).
Diante do exposto, determino a manutenção do sobrestamento do recurso
extraordinário.
Intimem-se.

00006 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0001739-78.2009.4.04.7005/PR


RECTE : KAEFER ADMINISTRAÇÃO E PARTICIPAÇÕES
S/A
ADVOGADO : Marcos Rodrigues Pereira e outros
: Fabricio Dalla Torre Garcia e outro
: Betania Silveira Bini e outro
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Admitido o recurso especial, os autos foram devolvidos pelo Superior Tribunal


de Justiça, conforme decisão proferida em 11.11.2016 no REsp nº 1.316.396/PR, para que o
exame deste recurso ocorra após a aplicação da sistemática de repercussão geral em relação
ao recurso extraordinário, que se encontra sobrestado nos autos, em face de possível
prejudicialidade.

Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, determino o


sobrestamento do recurso especial.

Intimem-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 223 / 477


00007 RECURSO ESPECIAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0006298-
34.2015.4.04.0000/SC
RECORRENTE : LEONI FURTADO DOS SANTOS
ADVOGADO : Mario Cesar dos Santos Filho
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
INTERESSADO : SOPRAL SOC/ DE PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA/ e
outro
: MARIO CESAR DOS SANTOS espólio

DECISÃO

Inicialmente, afasto a preliminar de não ter havido esgotamento de instância


pelo recorrente, porquanto os embargos opostos da decisão monocrática foram apreciados e
providos pelo colegiado, de modo que a parte não pode restar prejudicada em face de erro
procedimental.

Confira-se, mutatis mutandis, o seguinte precedente:

AGRAVO REGIMENTAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECURSO ESPECIAL


INTERPOSTO DE ACÓRDÃO EM EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS DE
DECISÃO SINGULAR DO RELATOR NO TRIBUNAL DE ORIGEM. EXECUÇÃO
PROVISÓRIA. ART. 475-O DO CPC. VERBA ALIMENTAR. CAUÇÃO. DESNECESSIDADE.
1. O agravo regimental é recurso cabível apenas de decisão singular de relator. 2.
Opostos embargos de declaração contra a decisão singular, se o relator optar por levar a
questão à Turma, e esta, apreciando a questão de direito federal controvertida, confirmar
a decisão singular, embora sem adotar a fórmula de "conhecimento dos embargos de
declaração como agravo regimental", exaurida estará a jurisdição ordinária. Cabível
será o recurso especial, sem o óbice da Súmula 281/STF. 3. Se, ao revés, limitar-se a
Turma a afirmar a inexistência de omissão, obscuridade ou dúvida na decisão singular
embargada, ainda assim, não seria o acórdão da Turma impugnável mediante agravo
regimental. Caberia à parte opor novos embargos de declaração, requerendo o exame
pela Turma da questão e/ou prequestionando os arts. 557 e 535 do CPC, para propiciar a
argüição de ofensa respectiva mediante futuro recurso especial. Se interposto recurso
especial diretamente contra tal acórdão, o óbice ao seu trânsito não seria a S. 281/STF,
mas a falta de prequestionamento da questão federal (S. 282, 356 do STF). 4. Hipótese em
que a questão foi decidida por decisão singular. Em face de embargos de declaração da
parte, o relator optou por levar à Turma a questão. Esta confirmou a decisão por seus
próprios fundamentos. A questão de mérito foi enfrentada pelo colegiado, embora com o
nome de "embargos de declaração" sem a fórmula do "conhecimento dos embargos de
declaração como agravo regimental". Satisfeito o requisito do exaurimento da instância
ordinária e do prequestionamento de todas as questões examinadas, inicialmente, pela
decisão singular e depois pela Turma. A parte não pode ser prejudicada pela opção do
relator de julgar o recurso na Turma, como se de agravo regimental se tratasse, apenas
porque não se utilizou o nome "agravo regimental". 5. O acórdão recorrido, apreciando
as circunstâncias de fato da causa, concluiu terem sido preenchidos todos os requisitos
previstos no art. 475-O do CPC para a dispensa de caução em execução provisória, quais
sejam: o crédito de natureza alimentar; o levantamento de valor não superior a 60
salários mínimos e a demonstração do estado de necessidade. Rever tais conclusões, no
âmbito do recurso especial, encontra óbice na Súmula 7. 6. Agravo regimental a que se
nega provimento, por outro fundamento. (AgRg no Ag 1341584 / PR, Rel. Ministra MARIA
ISABEL GALLOTTI, T4 - QUARTA TURMA, 19/04/2012, DJe 25/04/2012)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 224 / 477


Afastada a preliminar, passo, portanto, ao juízo de admissibilidade do Recurso
Especial, nos termos que segue:

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
Tema STJ nº 444 - Controvérsia: "prescrição para o redirecionamento da Execução
Fiscal, no prazo de cinco anos, contados da citação da pessoa jurídica."
Ante o exposto, afasto a preliminar precitada e sobresto do presente recurso até
a publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a
sistemática prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0014675-67.2015.4.04.9999/SC


RECORRENTE : BONET MADEIRAS E PAPEIS LTDA/
ADVOGADO : Regiane Binhara Esturilio
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS
- Tema(s) nº(s) 69) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal
Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10077/2017
(Localizador: BX17C1)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2000.71.00.018834-0/RS
RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : PAVIOLI S/A
ADVOGADO : Marcelo Andre Pierdona e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 225 / 477


DESPACHO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no RE nº 950.959/RS,


determinou a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o decidido no RE nº
562.980 (Tema nº 49).

Tendo em vista que o entendimento desta Corte sobre "Creditamento de IPI


sobre aquisição de insumos ou produtos intermediários aplicados na fabricação de produtos
finais sujeitos à alíquota zero ou isentos, em período anterior à Lei nº 9.779/99" diverge,
s.m.j., da solução que lhe emprestou o STF ao apreciar o Tema nº 49 da repercussão geral,
remetam-se os autos à Turma/Seção deste Regional para reexame, consoante previsto no art.
1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Intimem-se.

00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM EINF Nº 2002.71.00.028374-6/RS


RECTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
RECDO : DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL - DNPM
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região
RECDO : ARO MINERACAO LTDA/
ADVOGADO : Amir Jose Finocchiaro Sarti e outros
RECDO : J A SILVEIRA e outros
ADVOGADO : Nara Raquel Alves Gocks e outro
RECDO : ASSOCIACAO DOS MINERADORES DE AREIA DO RIO JACUI
ADVOGADO : Fabiana Figueiro
RECDO : RODRIGUES, MACHADO E PEIXOTO LTDA/ e outros
ADVOGADO : Saulo Sanmartin e outro
RECDO : DEPOSITO DE AREIA LAJEADO
ADVOGADO : Leandro Pacheco Scherer e outros
RECDO : V BAUMGARTEN
ADVOGADO : Luciano Kroth e outro
RECDO : JOAO LEONARDO RAMOS DE PAIVA
ADVOGADO : Leo Iolovitch e outros
RECDO : DIONEL BARBOSA DA SILVA-ME e outro
ADVOGADO : Ronaldo Cassimiro Lorenzen Pippi
RECDO : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : CENTRAL DE AREIA S/A - EMPREENDIMENTOS E NEGOCIOS e outros
ADVOGADO : Arlei Dias dos Santos e outros
RECDO : ILGO JOAO KOPLIN e outro
ADVOGADO : Elisabeth Conzatti
RECDO : SERGIO BIZARRO CESAR
RECDO : PAULO RENATO MOLLER PARADEDA
ADVOGADO : Wilson Muller Rodrigues

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 226 / 477


DESPACHO

Trata-se de recurso extraordinário (fls. 3074-3085) interposto com fundamento


no art. 102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta
Corte.

O recurso foi admitido, consoante decisão de fls. 3396-3397.

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão (fls. 3531-3533) proferida no


RE nº 895.722/RS, determinou a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o
decidido no ARE nº 824.781 (Tema nº 836).

O STF, ao julgar o recurso extraordinário representativo da controvérsia


constitucional, firmou a seguinte tese:

Tema nº 836: Não é condição para o cabimento da ação popular a demonstração de


prejuízo material aos cofres públicos, dado que o art. 5º, inciso LXXIII, da Constituição
Federal estabelece que qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular e
impugnar, ainda que separadamente, ato lesivo ao patrimônio material, moral, cultural
ou histórico do Estado ou de entidade de que ele participe.

Tendo em vista que o entendimento desta Corte diverge, s.m.j., da solução que
lhe emprestou o STF ao apreciar o Tema nº 836 da repercussão geral, remetam-se os autos à
Turma/Seção deste Regional para reexame, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art.
1.040, II, do CPC.

Intimem-se.

00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2005.70.00.001536-2/PR


RECTE : UNIÃO FEDERAL
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da União
RECDO : ADI ALECSSANDRO DIAS INACIO e outros
ADVOGADO : Joao Luiz Arzeno da Silva e outro

DESPACHO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O Supremo Tribunal Federal, conforme decisão proferida no RE nº


1.009.908/PR, determinou a aplicação do regime da repercussão geral, considerando o
decidido no AI nº 842.063 (Tema nº 435).

Tendo em vista que o entendimento desta Corte sobre "Aplicação do artigo 1º-F
da Lei 9.494/97 nas ações ajuizadas anteriormente à sua vigência" diverge, s.m.j., da
solução que lhe emprestou o STF ao apreciar o Tema nº 435 da repercussão geral, remetam-
se os autos à Turma/Seção deste Regional para reexame, consoante previsto no art. 1.030, II,
ou no art. 1.040, II, do CPC.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 227 / 477
Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0011661-80.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : PAULA FERNANDES ROSSI
ADVOGADO : Carmen Lucia Castro Francisco Brunheira
: Rita de Cassia Montemor Sangioni Mauerberg e outro

DECISÃO

O entendimento desta Corte diverge, s.m.j., da solução que lhe emprestou o STJ,
o qual pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes termos:
Tema STJ nº 642 - O segurado especial tem que estar laborando no campo, quando
completar a idade mínima para se aposentar por idade rural, momento em que poderá
requerer seu benefício. Ressalvada a hipótese do direito adquirido, em que o segurado
especial, embora não tenha requerido sua aposentadoria por idade rural, preenchera de
forma concomitante, no passado, ambos os requisitos carência e idade.
Remetam-se, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para reexame,
consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Intimem-se.

00005 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0016045-86.2012.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : LUZINETE ALMEIDA COSTA
ADVOGADO : Luiz Miguel Vidal

DECISÃO

O entendimento desta Corte diverge, s.m.j., da solução que lhe emprestou o STJ,
o qual pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes termos:
<i><b>Tema STJ nº 642</b> - O segurado especial tem que estar laborando no
campo, quando completar a idade mínima para se aposentar por idade rural, momento
em que poderá requerer seu benefício. Ressalvada a hipótese do direito adquirido, em
que o segurado especial, embora não tenha requerido sua aposentadoria por idade rural,
preenchera de forma concomitante, no passado, ambos os requisitos carência e
idade.</i>
<b>Remetam-se</b>, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para
reexame, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Intimem-se.

00006 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0000025-83.2013.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 228 / 477


RECDO : TEREZINHA ROMANI DEZEMBRO
ADVOGADO : Flavia Fernandes Navarro

DECISÃO

O entendimento desta Corte diverge, s.m.j., da solução que lhe emprestou o STJ,
o qual pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes termos:
<i><b>Tema STJ nº 642</b> - O segurado especial tem que estar laborando no
campo, quando completar a idade mínima para se aposentar por idade rural, momento
em que poderá requerer seu benefício. Ressalvada a hipótese do direito adquirido, em
que o segurado especial, embora não tenha requerido sua aposentadoria por idade rural,
preenchera de forma concomitante, no passado, ambos os requisitos carência e
idade.</i>
<b>Remetam-se</b>, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para
reexame, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Intimem-se.

00007 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0000086-41.2013.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA APARECIDA DE PROENÇA
ADVOGADO : José Brun Júnior
: Flayres Jose Pereira de Lima Dias e outros

DECISÃO

O entendimento desta Corte diverge, s.m.j., da solução que lhe emprestou o STJ,
o qual pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes termos:
Tema STJ nº 642 - O segurado especial tem que estar laborando no campo, quando
completar a idade mínima para se aposentar por idade rural, momento em que poderá
requerer seu benefício. Ressalvada a hipótese do direito adquirido, em que o segurado
especial, embora não tenha requerido sua aposentadoria por idade rural, preenchera de
forma concomitante, no passado, ambos os requisitos carência e idade.
Remetam-se, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para reexame,
consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Intimem-se.

00008 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0003408-69.2013.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARVILIA PAULA DOS SANTOS
ADVOGADO : Vani das Neves Pereira

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 229 / 477


O entendimento desta Corte diverge, s.m.j., da solução que lhe emprestou o STJ,
o qual pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes termos:
<i><b>Tema STJ nº 642</b> - O segurado especial tem que estar laborando no
campo, quando completar a idade mínima para se aposentar por idade rural, momento
em que poderá requerer seu benefício. Ressalvada a hipótese do direito adquirido, em
que o segurado especial, embora não tenha requerido sua aposentadoria por idade rural,
preenchera de forma concomitante, no passado, ambos os requisitos carência e
idade.</i>
<b>Remetam-se</b>, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para
reexame, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Intimem-se.

00009 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0005089-74.2013.4.04.9999/PR


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : MARIA APARECIDA MANZATO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Paulo Roberto Magrinelli

DECISÃO

O entendimento desta Corte diverge, s.m.j., da solução que lhe emprestou o STJ,
o qual pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes termos:
<i><b>Tema STJ nº 532</b> - "O trabalho urbano de um dos membros do grupo
familiar não descaracteriza, por si só, os demais integrantes como segurados especiais,
devendo ser averiguada a dispensabilidade do trabalho rural para a subsistência do
grupo familiar, incumbência esta das instâncias ordinárias (Súmula 7/STJ)."
<b>Tema STJ nº 642</b> - O segurado especial tem que estar laborando no campo,
quando completar a idade mínima para se aposentar por idade rural, momento em que
poderá requerer seu benefício. Ressalvada a hipótese do direito adquirido, em que o
segurado especial, embora não tenha requerido sua aposentadoria por idade rural,
preenchera de forma concomitante, no passado, ambos os requisitos carência e idade.
<b>Tema STJ nº 533</b> - "Em exceção à regra geral (...), a extensão de prova
material em nome de um integrante do núcleo familiar a outro não é possível quando
aquele passa a exercer trabalho incompatível com o labor rurícola, como o de natureza
urbana."</i>
<b>Remetam-se</b>, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para
reexame, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Intimem-se.

00010 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0007360-56.2013.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : GENTIL CHIARENTIN
ADVOGADO : Ricardo Zilio Potrich

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 230 / 477


<b>Remetam-se</b>, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para
reexame, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
00011 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0008479-52.2013.4.04.9999/PR
RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : NATALINA ETORE JUNAITS
ADVOGADO : Alcirley Canedo da Silva
: Gemerson Junior da Silva e outro

DECISÃO

O entendimento desta Corte diverge, s.m.j., da solução que lhe emprestou o STJ,
o qual pacificou o(s) assunto(s) ora tratado(s) nos seguintes termos:
<i><b>Tema STJ nº 642</b> - O segurado especial tem que estar laborando no
campo, quando completar a idade mínima para se aposentar por idade rural, momento
em que poderá requerer seu benefício. Ressalvada a hipótese do direito adquirido, em
que o segurado especial, embora não tenha requerido sua aposentadoria por idade rural,
preenchera de forma concomitante, no passado, ambos os requisitos carência e
idade.</i>
<b>Remetam-se</b>, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para
reexame, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Intimem-se.

00012 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0011805-49.2015.4.04.9999/RS


RECTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
RECDO : HENRIQUE MARCHESE
ADVOGADO : Deiberson Cristiano Horn

DECISÃO

<b>Remetam-se</b>, pois, os autos à Turma/Seção deste Regional para


reexame, consoante previsto no art. 1.030, II, ou no art. 1.040, II, do CPC.
Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10078/2017
(Localizador: FN01C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 1999.71.00.014513-0/RS
RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 231 / 477


ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : COOPERATIVA DE LA TEJUPA LTDA/
ADVOGADO : Marcelo Romano Dehnhardt e outros

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Validade da contribuição a ser recolhida pelo
empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua
produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 - Tema(s) nº(s) 669) é matéria com
repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos
artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é
preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 1999.71.00.014513-0/RS


RECORRENTE : COOPERATIVA DE LA TEJUPA LTDA/
ADVOGADO : Marcelo Romano Dehnhardt e outros
RECORRIDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O objeto do recurso (Validade da contribuição a ser recolhida pelo produtor
rural pessoa física que desempenha suas atividades em regime de economia familiar, sem
empregados permanentes, sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua
produção. - Tema(s) nº(s) 723) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo
Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se
possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s)
do(s) recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, determino o sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 2006.71.00.050535-9/RS


RECTE : METALURGICA JOAPE LTDA/
ADVOGADO : Irapuan Indio da Costa e outro
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Simone Anacleto Lopes

DECISÃO

Cuida-se de pedido de prosseguimento do feito formulado pela recorrente, em


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 232 / 477
Cuida-se de pedido de prosseguimento do feito formulado pela recorrente, em
face do julgamento do RE nº 574.706, vinculado ao Tema nº 69 do STF.
O objeto do recurso (Inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS
- Tema nº 69) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal,
seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC.

Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a
publicação do acórdão do recurso paradigma (RE nº 574.706).
Diante do exposto, determino a manutenção do sobrestamento do presente
recurso.
Intimem-se.

00004 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AMS Nº 2007.71.07.004258-4/RS


RECTE : TODACASA MÓVEIS LTDA/
ADVOGADO : Hugo Rauch e outros
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Simone Anacleto Lopes

DECISÃO

Acolho os embargos de declaração das fls. 322/323 como pedido de


reconsideração e passo a novo exame de admissibilidade do recurso extraordinário.

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O recurso estava sobrestado, conforme decisão do evento 302.

O objeto do recurso (Inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da COFINS


- Tema(s) nº(s) 69) é matéria com repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal
Federal, seguindo, portanto, o rito dos artigos 1.036 a 1.041 do CPC. Para que se possa dar
cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do(s) acórdão(s) do(s)
recurso(s) paradigma(s).
Diante do exposto, torno sem efeito a decisão das fls. 318 e verso e determino o
sobrestamento do presente recurso.
Intimem-se.

00005 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 2007.72.05.001965-0/SC


RECTE : CRISTAL BLUMENAU S/A
ADVOGADO : Julio Cesar Krepsky
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Os autos foram devolvidos pelo Superior Tribunal de Justiça, conforme decisão


proferida no AREsp nº 448.171/SC, para que o exame do recurso especial ocorra após a
aplicação da sistemática de repercussão geral em relação ao recurso extraordinário, que se
encontra sobrestado nos autos (fl. 324), em face de possível prejudicialidade.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 233 / 477
Ante o exposto, em atendimento à determinação do STJ, determino o
sobrestamento do recurso especial.

Intimem-se.

00006 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM APELRE Nº 0003689-71.2008.4.04.7001/PR


RECTE : COMTRAFO IND/ E COM/ DE TRANSFORMADORES ELETRICOS
LTDA/
ADVOGADO : Marcio Rodrigo Frizzo
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fl. 408.

Em que pese o julgamento do RE nº 566.621/RS, recurso paradigma de


repercussão geral do Tema nº 4 (Termo a quo do prazo prescricional da ação de repetição de
indébito relativa a tributos sujeitos a lançamento por homologação e pagos
antecipadamente), o Supremo Tribunal Federal reconheceu a existência de repercussão geral
da matéria ora tratada (Inclusão do salário-maternidade na base de cálculo da Contribuição
Previdenciária incidente sobre a remuneração - Tema nº 72), razão pela qual impõe-se a
aplicação da sistemática prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do Novo Código de Processo Civil.
Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é preciso aguardar a publicação do
acórdão do recurso paradigma.
Diante do exposto, determino a manutenção do sobrestamento do presente
recurso.
Intimem-se.

00007 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0014035-75.2008.4.04.7100/RS


RECTE : COOPERATIVA AGRICOLA MOSTARDENSE LTDA/
ADVOGADO : Marcelo Romano Dehnhardt
RECDO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário (fls. 334-359) interposto com fundamento no


art. 102, inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

No recurso extraordinário, a Cooperativa requer "seja reconhecida a


inconstitucionalidade da contribuição, a partir do advento da Lei nº 10.256/2001".

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 234 / 477


Em melhor exame do recurso, torno sem efeito a decisão de fls. 492-493 que
determinou o sobrestamento do recurso pelo Tema nº 202 (RE nº 596.177/RS).
O objeto do recurso (Validade da contribuição a ser recolhida pelo
empregador rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua
produção, nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001 - Tema nº 669) é matéria com
repercussão geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, portanto, o rito dos
artigos 1.036 a 1.041 do Novo CPC. Para que se possa dar cumprimento ao seu artigo 1.040, é
preciso aguardar a publicação do acórdão do recurso paradigma.
Diante do exposto, determino a manutenção do sobrestamento do presente
recurso.
Intimem-se.

00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM AC Nº 0014035-75.2008.4.04.7100/RS


RECTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECDO : COOPERATIVA AGRICOLA MOSTARDENSE LTDA/
ADVOGADO : Marcelo Romano Dehnhardt

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.

O recurso encontrava-se sobrestado, conforme decisão de fls. 494-495,


considerando que nos Recursos Extraordinários nºs 596.177/RS e 561.908/RS foi
reconhecida a existência de repercussão geral.
Em que pese o julgamento do RE nº 596.177/RS (Tema nº 202) e do RE nº
566.621/RS (Tema nº 4) pelo Supremo Tribunal Federal, de acordo com o regime da
repercussão geral, verifica-se que, nesta data, foi determinada a manutenção do
sobrestamento do recurso extraordinário da Cooperativa Agrícola Mostardense Ltda. pelo
Tema nº 669, o qual versa sobre "Validade da contribuição a ser recolhida pelo empregador
rural pessoa física sobre a receita bruta proveniente da comercialização de sua produção,
nos termos do art. 1º da Lei 10.256/2001".
Assim, em atenção aos princípios da economia e da efetividade processual,
impõe-se aguardar a publicação do acórdão do julgamento de mérito do recurso paradigma
do Tema nº 669 pelo STF.

Ante o exposto, determino a manutenção do sobrestamento do recurso.


Intimem-se.

00009 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0003070-90.2016.4.04.9999/PR


RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : VILA REAL LABORATORIOS LTDA/ ME
ADVOGADO : Walter dos Anjos

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 235 / 477


DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
Tema STJ nº 566 - Controvérsia: "sistemática para a contagem da prescrição
intercorrente (prescrição após a propositura da ação) prevista no art. 40 e parágrafos da
Lei da Execução Fiscal (Lei n. 6.830/80): qual o pedido de suspensão por parte da
Fazenda Pública que inaugura o prazo de 1 (um) ano previsto no art. 40, § 2º, da LEF."
Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00010 RECURSO ESPECIAL EM APELRE Nº 0005430-95.2016.4.04.9999/RS


RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : RWH IND/ E COM/ DE BOMBAS LTDA/ e outros
ADVOGADO : Carlos Roberto Dau Peixoto

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
Tema STJ nº 566 - Controvérsia: "sistemática para a contagem da prescrição
intercorrente (prescrição após a propositura da ação) prevista no art. 40 e parágrafos da
Lei da Execução Fiscal (Lei n. 6.830/80): qual o pedido de suspensão por parte da
Fazenda Pública que inaugura o prazo de 1 (um) ano previsto no art. 40, § 2º, da LEF."
Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00011 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0010798-85.2016.4.04.9999/SC


RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : LUIZ ALBERTO SIRINO
RECORRIDO : CONDOMÍNIO EDIFÍCIO POLITEC
ADVOGADO : Nazare Goret Pasquali

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 236 / 477


Tema STJ nº 566 - Controvérsia: "sistemática para a contagem da prescrição
intercorrente (prescrição após a propositura da ação) prevista no art. 40 e parágrafos da
Lei da Execução Fiscal (Lei n. 6.830/80): qual o pedido de suspensão por parte da
Fazenda Pública que inaugura o prazo de 1 (um) ano previsto no art. 40, § 2º, da LEF."
Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00012 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0011042-14.2016.4.04.9999/RS


RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : HOLLMANN REPRESENTACOES LTDA/
: NESTOR RICARDO HOLLMANN e outro
ADVOGADO : Ricardo Miers e outro

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
Tema STJ nº 566 - Controvérsia: "sistemática para a contagem da prescrição
intercorrente (prescrição após a propositura da ação) prevista no art. 40 e parágrafos da
Lei da Execução Fiscal (Lei n. 6.830/80): qual o pedido de suspensão por parte da
Fazenda Pública que inaugura o prazo de 1 (um) ano previsto no art. 40, § 2º, da LEF."
Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00013 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0011863-18.2016.4.04.9999/RS


RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : RTS CONSTRUCOES LTDA/
ADVOGADO : Carlos Henrique Ribeiro D Avila

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
Tema STJ nº 566 - Controvérsia: "sistemática para a contagem da prescrição
intercorrente (prescrição após a propositura da ação) prevista no art. 40 e parágrafos da
Lei da Execução Fiscal (Lei n. 6.830/80): qual o pedido de suspensão por parte da
Fazenda Pública que inaugura o prazo de 1 (um) ano previsto no art. 40, § 2º, da LEF."
Impõe-se o sobrestamento do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 237 / 477


prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

00014 RECURSO ESPECIAL EM AC Nº 0012333-49.2016.4.04.9999/RS


RECORRENTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
RECORRIDO : TRANSPORTADORA GIOVANELLA LTDA/
ADVOGADO : Guillermo Antonio Araujo Grau e outros
APENSO(S) : 1999.04.01.062655-0

DECISÃO

Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III,
da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
Considerando a seleção do(s) seguinte(s) Tema(s):
<b>Tema STJ nº 566</b> - Controvérsia: "sistemática para a contagem da prescrição
intercorrente (prescrição após a propositura da ação) prevista no art. 40 e parágrafos da
Lei da Execução Fiscal (Lei n. 6.830/80): qual o pedido de suspensão por parte da
Fazenda Pública que inaugura o prazo de 1 (um) ano previsto no art. 40, § 2º, da LEF."
Impõe-se o <b>sobrestamento </b>do presente recurso até a publicação do(s)
acórdão(s) do(s) recurso(s) representativo(s) da controvérsia, consoante a sistemática
prevista nos arts. 1.036 a 1.041 do CPC.
Intimem-se.

Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 10079/2017
(Localizador: BX09C2)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 RECURSO ESPECIAL EM ENUL Nº 0000064-02.2003.4.04.7002/PR
RECTE : DAVI MAKARAUSKY
ADVOGADO : Renato Cardoso de Almeida Andrade
: Everton Jonir Fagundes Menengola e outro
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.


00002 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM ENUL Nº 0000064-02.2003.4.04.7002/PR
RECTE : DAVI MAKARAUSKY
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
RECDO : DAVI MAKARAUSKY

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 238 / 477


ADVOGADO : Renato Cardoso de Almeida Andrade
: Everton Jonir Fagundes Menengola e outro
RECDO : JOSE COUTO
ADVOGADO : Defensoria Pública da União
RECDO : ANDERSON SAITO
ADVOGADO : Sergio Barros da Silva
: Josimar Diniz e outro
: Defensoria Pública da União e outro

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00003 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM ACR Nº 0000139-63.2007.4.04.7014/PR
RECTE : NIUSIBER DOS SANTOS SILVA
ADVOGADO : Eduardo Paceli Monteiro
: Gustavo de Paula e Silva Rocha e outro
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Trata-se de recurso extraordinário interposto com fundamento no art. 102,


inciso III, da Constituição Federal, contra acórdão de Órgão Colegiado desta Corte.
O Supremo Tribunal Federal, em recurso(s) paradigma(s) de repercussão geral,
apreciou o(s) assunto(s) ora tratado(s):
Tema STF nº 237 - Gravação ambiental realizada por um dos interlocutores sem
conhecimento do outro
O(s) acórdão(s) do(s) aludido(s) paradigma(s) restou(aram) assim ementado(s):
AÇÃO PENAL. Prova. Gravação ambiental. Realização por um dos interlocutores sem
conhecimento do outro. Validade. Jurisprudência reafirmada. Repercussão geral
reconhecida. Recurso extraordinário provido. Aplicação do art. 543-B, § 3º, do CPC. É
lícita a prova consistente em gravação ambiental realizada por um dos interlocutores sem
conhecimento do outro. (RE 583937 QO-RG, Relator(a): Min. CEZAR PELUSO,
julgado em 19/11/2009, REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-237 DIVULG 17-12-
2009 PUBLIC 18-12-2009 EMENT VOL-02387-10 PP-01741 RTJ VOL-00220-01 PP-
00589 RJSP v. 58, n. 393, 2010, p. 181-194 )
Em relação à vexata quaestio, o Órgão julgador desta Corte decidiu a hipótese
apresentada nos autos em consonância com o entendimento do STF, de forma que a pretensão
recursal não merece trânsito.
Assim, revela-se inviável o prosseguimento do recurso extraordinário, tendo em
conta a sistemática prevista na legislação processual (art. 1.030, I, a, ou art. 1.040, I, do CPC).
Ante o exposto, nego seguimento ao recurso.
Intimem-se.

00004 RECURSO ESPECIAL EM ACR Nº 0014657-82.2007.4.04.7200/SC


RECTE : CARLOS CESAR PEREIRA
ADVOGADO : Laurinho Aldemiro Poerner
: Michael Ponciano Woiciechovski e outro
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 239 / 477


DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00005 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM ACR Nº 0014657-82.2007.4.04.7200/SC
RECTE : CARLOS CESAR PEREIRA
ADVOGADO : Laurinho Aldemiro Poerner
: Michael Ponciano Woiciechovski e outro
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.


00006 RECURSO ESPECIAL EM ACR Nº 0014657-82.2007.4.04.7200/SC
RECTE : JOÃO ROBERTO PORTO
ADVOGADO : Claudinei Fernandes
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00007 RECURSO ESPECIAL EM ACR Nº 0014657-82.2007.4.04.7200/SC
RECTE : WILSON FRANCISCO REBELO
ADVOGADO : Pedro Francisco Dutra da Silva
: Marcelo Jose Schiessl e outro
: Elaine Sayonara Gracher Marques e outro
: Lucimar Monteiro Coronel e outro
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Ante o exposto, admito o recurso especial.


00008 RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM ACR Nº 0014657-82.2007.4.04.7200/SC
RECTE : WILSON FRANCISCO REBELO
ADVOGADO : Pedro Francisco Dutra da Silva
: Marcelo Jose Schiessl e outro
: Elaine Sayonara Gracher Marques e outro
: Lucimar Monteiro Coronel e outro
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 240 / 477


Ante o exposto, não admito o recurso extraordinário.
00009 RECURSO ESPECIAL EM ACR Nº 0010682-81.2009.4.04.7200/SC
RECTE : FABIANO SUSIN
ADVOGADO : Eduardo Jacob Murakami
RECDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Ante o exposto, não admito o recurso especial.Intimem-se.


Expediente

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO


Expediente Recursos Nro 25013/2017
(Localizador: PE03C3)
Secretaria de Recursos
NOS PROCESSOS ABAIXO RELACIONADOS FORAM PROFERIDOS OS
SEGUINTES DESPACHOS (observação: o despacho se encontra abaixo de cada processo):
00001 APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0001753-16.2006.4.04.7119/RS
APELANTE : CONCEIÇÃO DEROMAR CASTRO KRUSSER
ADVOGADO : Paulo Gilberto Hoher
: Aline Pereira Hoher
: Daniela Müller do Carmo
APELANTE : HELDER RODRIGUES ZEBRAL
ADVOGADO : Flávio Rodrigues Zebral
: Antonio Augusto Carvalho Pedroso de Albuquerque
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
INTERESSADO : ROGILBERTO DE PIERO NUNES
ADVOGADO : Zeno Fernando Struk

DECISÃO

Mantenho a(s) decisão(ões) agravada(s) por seus próprios fundamentos.

Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §


4º, do CPC.

Intimem-se.

00002 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 2008.04.00.046080-0/RS


AGRAVANTE : CLARICE SUZANA MEIRA e outros
ADVOGADO : Glenio Luis Ohlweiler Ferreira
AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 241 / 477


DECISÃO

Mantenho a(s) decisão(ões) agravada(s) por seus próprios fundamentos.

Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §


4º, do CPC.

Intimem-se.

00003 AÇÃO RESCISÓRIA Nº 0004493-17.2013.4.04.0000/PR


AUTOR : SINDICATO NACIONAL DOS DOCENTES DAS INSTITUICOES DE ENSINO
SUPERIOR
ADVOGADO : Marcelo Trindade de Almeida e outros
: Joao Luiz Arzeno da Silva
REU : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR
ADVOGADO : Procuradoria-Regional Federal da 4ª Região

DECISÃO

Mantenho a(s) decisão(ões) agravada(s) por seus próprios fundamentos.

Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §


4º, do CPC.

Intimem-se.

00004 REVISÃO CRIMINAL Nº 0004708-22.2015.4.04.0000/SC


REQUERENTE : JOSE CARLOS KOERICH
ADVOGADO : Marcelo Kintzel Graciano
REQUERIDO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DECISÃO

Mantenho a(s) decisão(ões) agravada(s) por seus próprios fundamentos.

Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §


4º, do CPC.

Intimem-se.

00005 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0005121-11.2015.4.04.9999/RS


APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : IVO JOSE ROHDE
ADVOGADO : Sandro Rogerio Libardoni
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE TRES

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 242 / 477


PASSOS/RS

DECISÃO

Mantenho a decisão agravada por seus próprios fundamentos.


Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §
4º, do CPC.
Intimem-se.

00006 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0007128-73.2015.4.04.9999/RS


APELANTE : BANCO DO BRASIL S/A
ADVOGADO : Elisiane de Dornelles Frassetto e outros
APELANTE : EOMIR JOSÉ GIACOMELLI e outros
ADVOGADO : Viviane Zanchett
APELANTE : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
PROCURADOR : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional
APELADO : (Os mesmos)

DECISÃO

Mantenho a(s) decisão(ões) agravada(s) por seus próprios fundamentos.

Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §


4º, do CPC.

Intimem-se.

00007 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008709-26.2015.4.04.9999/RS


APELANTE : JADILMO JOSE DA ROSA
ADVOGADO : Imilia de Souza e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DECISÃO

Mantenho a decisão agravada (fl. 288 e verso) por seus próprios fundamentos.
Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §
4º, do CPC.
Intimem-se.

00008 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0018513-18.2015.4.04.9999/RS


APELANTE : ALCEU MIGUEL MERGEN
ADVOGADO : Lauro Antonio Brun
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 243 / 477


APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE TENENTE
PORTELA/RS

DECISÃO

Mantenho a decisão agravada por seus próprios fundamentos.


Remeta-se o feito ao Tribunal Superior competente, nos termos do art. 1.042, §
4º, do CPC.
Intimem-se.

SECRETARIA DE REGISTROS E INFORMACOES PROCESSUAIS


Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5013727-93.2017.4.04.0000/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

AGRAVADO : ROQUE CORREA

ADVOGADO : Jairo Ribeiro Fragoso

AGRAVADO : ROQUE CORREA

ADVOGADO : Vanderlei Ribeiro Fragoso

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013725-02.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : SANTA JUNG BETT

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 244 / 477


ADVOGADO : Flavio Cardoso

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013700-86.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : VIVIAN JOSETE PANTALEÃO CAMINHA

APELANTE : COMPANHIA CATARINENSE DE ÁGUAS E SANEAMENTO - CASAN

PROCURADOR : Haneron Victor Marcos

APELADO : CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA DA 13ª REGIÃO - CRQ/SC

PROCURADOR : Eduardo Rangel De Moraes

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013621-10.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : CÂNDIDO ALFREDO SILVA LEAL JUNIOR

APELANTE : OZAIR MACHADO

ADVOGADO : Thomaz Debiasi Zomer

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 245 / 477


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013663-59.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : MARIA DA SILVA JARDIM

ADVOGADO : Gemerson Junior Da Silva

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013669-66.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : NADIR PACHECO FELIZARDO BRAZ

ADVOGADO : Enrico Bastos Bianco

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 246 / 477


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5013680-22.2017.4.04.0000/RS


RELATOR : MARIA DE FÁTIMA FREITAS LABARRÈRE

AGRAVANTE : PAULO AFONSO FLORIANI

ADVOGADO : Cláudio Leite Pimentel

AGRAVADO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5013681-07.2017.4.04.0000/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

AGRAVANTE : HELGA LOOBEN PILATI

ADVOGADO : Jerusa Prestes

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 247 / 477


cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013682-65.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : MANOEL ANACLETO FILHO

ADVOGADO : Aguinaldo Eliano Da Silva

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5013688-72.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : LUIZ VALDIR DA SILVA

ADVOGADO : Geonir Edvard Fonseca Vincensi

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 248 / 477


Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013660-07.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : JANI FATIMA DE LIMA DA CAS

ADVOGADO : Tatiane Pasquali

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013690-42.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : CLEUSA FLORENCIO DE MIRA SOVELI

ADVOGADO : Anne Michely Vieira Lourenço Perino

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 249 / 477


APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013691-27.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : SUELI GREGORIO DA SILVA

ADVOGADO : Marcelo Martins De Souza

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5013694-79.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : MIGUEL SUARES DA SILVA

ADVOGADO : Thais Takahashi

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013699-04.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : IRACI PEREIRA DA SILVA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 250 / 477


ADVOGADO : Edir Mickael De Lima

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013714-70.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : NAIR MIRANDA DA SILVA

ADVOGADO : Reinalvo Francisco Dos Santos

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : DINALVA VIEIRA ROCHA

ADVOGADO : Mario Junior Tristão Barbosa

APELADO : DINALVA VIEIRA ROCHA

ADVOGADO : Orlando Moraes

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013711-18.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 251 / 477


APELANTE : DANIEL AMERICO

ADVOGADO : Flavio Cardoso

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5014114-84.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : CAETANO CASAGRANDE

ADVOGADO : José Das Graças De Souza Durães

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5014115-69.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : JOSIANE DA LUZ NORVEGA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 252 / 477


ADVOGADO : Faberson Ricardo Dada

APELADO : JOSIANE DA LUZ NORVEGA

ADVOGADO : Alexandre Leite Rodrigues

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5014116-54.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : CLEUSA ROSA DE OLIVEIRA

ADVOGADO : Walmir Paio Junior

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5014029-98.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : JUDITE TISCOSKI

ADVOGADO : Guilherme Dagostin Marchi

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 253 / 477


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013736-31.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : NEURI GARBINI

ADVOGADO : Evandro Luiz Possan

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5014121-03.2017.4.04.0000/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

AGRAVANTE : GILMAR LUIS MINOSSO

ADVOGADO : Rimichel Tonini

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 254 / 477


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5014122-61.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ANTONINA DE FATIMA SARTURI MACHADO

ADVOGADO : Geonir Edvard Fonseca Vincensi

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5014129-53.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : REGIVALDO RODRIGUES SAMPAIO

ADVOGADO : Thais Takahashi

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 255 / 477


providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5014084-73.2017.4.04.0000/RS


RELATOR : JORGE ANTONIO MAURIQUE

AGRAVANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

AGRAVADO : VHB INDUSTRIA COMERCIO E TRANSPORTES LTDA

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5014086-19.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : JORGE ANTONIO MAURIQUE

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : COMERCIO DE BEBIDAS CENTRAL SUL LTDA - ME

ADVOGADO : Natalicio Farias

APELADO : COMERCIO DE BEBIDAS CENTRAL SUL LTDA - ME

ADVOGADO : Débora Dias Sobrinho

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 256 / 477
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5014091-41.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ANTONIO DOS SANTOS

ADVOGADO : Claudio Marcio De Araujo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5014097-48.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : LUCIANE AMARAL CORRÊA MÜNCH

APELANTE : DARCI DE AGOSTINHO

ADVOGADO : Osni Francisco Minotto

APELADO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 257 / 477


APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013737-16.2017.4.04.9999/RS
RELATOR : HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR

APELANTE : BERNARDETE RAMOS SPECK

ADVOGADO : Odirlei De Oliveira

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013741-53.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR

APELANTE : IONE TERESINHA DA SILVA TISSOT

ADVOGADO : Samira Volpato Mattei

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013745-90.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 258 / 477


APELANTE : RITA DE CASSIA SILVEIRA BARROS

ADVOGADO : Olivio Fernandes Netto

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013749-30.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : SIRLENE CORREA

ADVOGADO : Olivio Fernandes Netto

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,


ficam as partes e advogados, do processo acima indicado, intimadas de que o feito
passará a tramitar, neste Tribunal, no sistema eproc. Os advogados que
eventualmente não estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico
da Justiça Federal da 4ª Região deverão providenciar seu cadastramento, na forma
do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010, tendo em vista que doravante todas as
intimações serão realizadas por meio eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5013754-52.2017.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : EDITE SILVA PERDONA

ADVOGADO : Olivio Fernandes Netto

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 259 / 477


PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 20, de 21 de março de 2017 - TRF4,