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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO

Instituto de Ciência e Tecnologia


Campus São José dos Campos

Equilíbrio Estático das Forças


(AULA PRÁTICA Nº 4)

Prof. Thaciana Malaspina

Caio Fernandes Morozini – RA: 136149

Guilherme Noronha – RA: 136646

Gustavo Ramos – RA: 133654

Wellington Ananias – RA: 133747

São José dos Campos - SP

Março – 2019
Sumário
1. Resumo ......................................................................................... 3

2. Introdução ..................................................................................... 3

3. Objetivo ......................................................................................... 4

4. Materiais e equipamentos ............................................................ 4

5. Método ........................................................................................... 5

6. Resultados e discussão ............................................................... 7

6.1. Vertical .................................................................................... 7

6.2. Na horizontal .......................................................................... 7

6.3. A 45º ........................................................................................ 7

6.4. Sistema com dois dinamômetros ......................................... 7

7. Conclusão ..................................................................................... 9

8. Bibliografia .................................................................................... 9
1. RESUMO
O experimento de Equilíbrio estático foi focado em demonstrar a forma e
obtenção do resultado de um equilíbrio estático entre forças coplanares por meio
de medições de forças em determinados ângulos com auxílio de um
dinamômetro e decompondo-as nos eixos ortogonais em seguida para obter-se
a somatória das forças que deverá ser zero. Com isso, espera-se alcançar
resultados coerentes e compará-los a valores e conceitos teóricos.

2. INTRODUÇÃO
O equilíbrio estático é um conceito físico da área da dinâmica a qual avalia
e estuda todas as grandezas (força, aceleração, velocidade) e busca
compreender principalmente quais são as relações de causa e efeito entre elas.
Fazendo uma retrospectiva na história da física, percebemos que, desde
a época de Aristóteles (384 a.C - 322 a.C) já se existia o interesse em estudar
esta área da física onde tentava-se compreender os movimentos. Pequenos
observações foram feitas nesta época, como por exemplo, percebeu-se que,
para um corpo entrar em movimento, era necessário que fosse aplicado sobre
ele uma força para que ele saísse do lugar. Caso não aplicada, continuaria
paralisado, em condição estática.
Aproximadamente 2000 anos depois o físico Galileu Galilei (1564 - 1642)
aprofundou estas percepções e de fato chegou a um conceito conhecido até hoje
como inercia, os quais mais tarde seriam desenvolvidos e transformados em Lei
por Isaac Newton (1643 - 1727) este último desenvolveu suas famosas três leis:

• Princípio da Inercia
• Princípio da dinâmica
• Princípio da ação e reação

De acordo com Serway, os corpos que estão em repouso ou em


movimento com velocidade constante são tratados como modelo de partícula em
equilíbrio. Da Segunda Lei de Newton, com a⃗ = 0, esta condição de equilíbrio
pode ser expressa como:
⃗ =0
∑F

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Esta afirmação significa que a soma vetorial de todas as forças (a força
resultante) agindo sobre um corpo em equilíbrio é zero.[1]
A partir dos conceitos de Galileu e as Leis de Newton podemos chegar
nas definições de equilíbrio estático estudado neste experimento definido da
seguinte forma: a união de forças, quaisquer que sejam, que atuam em um
determinado corpo em repouso são iguais à zero, e ele continuará estático, até
que alguma das forças atuantes passe a ser mais forte ou mais fraca, o que
retirará o sistema do equilíbrio. Portanto, pode-se afirmar que, todos os objetos
encontra-se em nosso campo de visão, que esteja totalmente em repouso, está
passando pela situação de equilíbrio estático, ou seja, todas as grandezas que
atuam sobre ele são iguais e se anulam.

3. OBJETIVO
O presente experimento tem como principal objetivo, calcular a resultante
de duas forças coplanares, através da sua decomposição nos eixos ortogonais
e estudar as interferências relacionadas a erros de medições estudadas no
experimento 1.

4. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Os equipamentos e materiais utilizados para realização do experimento
foram listados na tabela 1:
Tabela 1: Equipamentos e materiais utilizados
Instrumento Marca e modelo Tipo (anal/digit) Faixa de operação Incerteza ()

Régua milimetrada Cidepe Analógico 350 – 0 – 350 mm 0,5 mm

Dinamômetro Cidepe Analógico 0,02- 2 N 0,01 N

Escala angular com Cidepe Analógico 90-0-90° 0,5°


espelho angular

Painel de forças Cidepe ---- ---- ----

Massas de metal ---- ---- ---- ----

Molas Helicoidais ---- ---- ---- ----

Ganchos, parafusos e ---- ---- ---- ----


suportes

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5. MÉTODO
Calibrou-se os dinamômetros e montou-se no painel de forças em uma
treliça com ambos em ângulos de 𝜃 45°. Aclopou-se as cordas com o suporte e
em seguida as massas, conforme mostra figura 1 e 2:

Figura 1: Layout com os dois dinamômetros a 45°

Figura 2: Dinamômetros arranjados conforme figura 1


Mediu-se as forças após acoplamento das massas e anotou-se na tabela
2. Seguiu-se o mesmo procedimento mencionada a cima, desta vez para o
arranjo conforme figura 3 e 4 com os ângulos 𝜃igual a 40° e 𝜙 igual 60°.

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Figura 3: Layout com os dinamômetros posicionados a 𝜃= 40° e 𝜙 = 60°

Figura 4: Dinamômetro arranjados conforme figura 3


Os resultados das forças coletadas em cada um dos dinamômetros
também foram expostos na tabela 2.

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6. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados realizados pelo primeiro teste com apenas um dinamômetro
foram os seguintes:
6.1. VERTICAL
O resultado obtido foi de cerca de 1,02N. Isto e justificável pelo fato de
que o peso de cada peça é de 0,5N o valor 1,00N não fora atingido por possíveis
erros experimentais do equipamento ou por erros de leitura. nessa posição a
componente da força no eixo vertical Fy é máxima sendo Fv a força vertical igual
a Fy.
6.2. NA HORIZONTAL
O resultado obtido nesta posição foi 0,00N, isto é claro e já era esperado
pois a força analisada é a força peso de um objeto, sendo assim não há ação
externa e nem da gravidade nesta posição.

6.3. A 45º
O valor observado a 45 graus com a horizontal foi de cerca de 0,36N,
através dos cálculos trigonométricos as componentes Fx e Fy seriam de cerca
de 0,51N.

6.4. SISTEMA COM DOIS DINAMÔMETROS


Elaborou-se a tabela 2 para expressão dos dados coletados em cada uma
das configurações com dois dinamômetros:

Tabela 2: Resultados obtidos


[𝑭𝟐 ± 𝜹](𝑵)
Condição [𝑭𝟏 ± 𝜹](𝑵)

Conforme Figura 1 0,70±0,01 0,70±0,01

Conforme Figura 2 0,85±0,01 0,62±0,01

No primeiro caso onde os dinamômetros são posicionados em mesmo


ângulo de 45º em relação ao eixo X observa-se que Fy1 e Fy2 são iguais e que
sua soma resulta em aproximadamente a força peso Fp, para comprovar este
fato podemos calcular o valor da componente pelo valor experimental:

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Sendo assim, observa-se que somando a componentes em y chegamos
em aproximadamente Fp ≅1,00N onde decomposições de F1 e F2 se anulam
por estarem na mesma direção no mesmo ângulo e em sentidos opostos.
Na próxima disposição do experimento a posição dos dinamômetros foi
de 60° e 40° como mostrado na figura 4. neste caso Fp ainda será dada pela
soma das componentes das forças no eixo y, porém neste caso como os ângulos
de cada dinamômetro são diferentes, suas componentes de suas forças no eixo
y serão diferentes. Os ângulos da disposição podem ser vistos da seguinte
forma:

Podemos agora calcular através dos ângulos os valores teóricos das


forças de tensão das cordas F1 e F2:

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Observa-se que através dos conceitos do equilíbrio das forças é possível
se aproximar dos valores experimentais sendo eles para F1 e F2
respectivamente 0,62N e 0,85N, comprovando assim a teoria em que se baseia
o experimento.

7. CONCLUSÃO
Ao finalizarmos o experimento, foi possível observar a magnitude em que
as forças que atuam sobre o corpo variam de maneira proporcional quando os
ângulos são alterados. Mesmo com as dificuldades enfrentadas ao utilizar o
painel de forças no momento de montar os ângulos, tais como os erros na leitura
dos instrumentos de medição causados pela paralaxe, os resultados obtidos
foram dentro do esperado.
O experimento também serviu novamente para mostrar que os diferentes
tipos de erros são comuns em diferentes situações, porém cabe a quem está
executando diminuir a incerteza gerada por erros sistemáticos ou mesmo
aleatórios.

8. BIBLIOGRAFIA

[1] RAYMOND A. SERWAY E JOHN W. JEWETT, JR., PRINCIPIOS DE FÍSICA, V.1,


EDITORA THONSOM.
[2] PAUL A. TIPLER, FÍSICA PARA CIENTISTAS E ENGENHEIROS, V.1, 6ª ED.,

LIVROS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS EDITORA.


[3] HALLIDAY, D., RESNICK R. E W ALKER, J., FUNDAMENTOS DE FÍSICA, VOL. 1,
7A EDIÇÃO,ED. LTC.