Anda di halaman 1dari 11

1.

Introdução
O presente estudo decorre de qualificação academica para obtençao de grau de
licenciatura em educaçao de infancia com habilitaçao em psicologia educacaional, que
tem como objetivo geral compreender o impactos da picotagem, tecelagem, pintura,
desenho, coloagem no desenvolvimento integral da criança. Ao longo da formação foi
nos dada a oportunidade de desenvolver atividades em contextos de educação pré-escolar
(com as areas de expressao plastica) que nos permitem um primeiro contacto com a
realidade dessas areas ( picotagem, tecelagem, pintura, desenho, colagem). É desta
experiência que decorre uma primeira motivação para o tema no desenvolvimento
integral da criança.

A primeira motivação decorre das experiências vividas ao longo dos momentos da


formaçao na cadeira de didactica de expressao plastica, a segunda motivação decorre de
um interesse em compreender de que forma a picotagem, tecelagem, pintura, desenho,
colagem contribuiem para o desenvolvimento integral da criança. Sabemos (autores como
SOUSA (2003), REIS (2003) VYGOTSKY (1934)) que a educação pela arte contribui
para o desenvolvimento em áreas como sociais, emocionais, cognitivas, criatividade,
imaginação e neste sentido procurou-se recolher elementos que nos permitissem
compreender as conceções de vários profissionais (educadora e especialista na área das
expressões) relativamente a este estudo.

Quanto a Estrutura:

 Introdução, âmbito da realização do trabalho, objectivos, metodologias,


relevância do estudo e estrutura;

 Desenvolvimento contendo aspectos como definição dos conceitos básicos e


fundamentação teórica;

 Considerações finais e bibliográfia.


1.2. Objectivos:
Geral

 Compreender o contributo da picotagem, tecelagem, pintura, desenho, colagem


no desenvolvimento integral da criança.

Específicos

 Indicar os conceitos basicos da picotagem, tecelagem, pintura, desenho,


colagem;

 Explicar a importancia da picotagem, tecelagem, pintura, desenho, colagem no


desenvolvimento integral da criança;

 Descrever o material que compoe a cada tecnica para a realizacao de


actividades;

1.3. Metodologia do Trabalho


Sendo o metodo, um conjuto de normas e padrao que devem ser satisfeitos, a caso de
deseje que a pesquisa seja tida adequadamente conduzida e capaz de levar a conclusao
merecedora de adesao racional. O metodo confere segurança e é o factor de economina
na pesquisa, no estudo e na aprendizagem ( LAKATOS, 2009: 170). Neste caso o metodo
escolhido para a realizaçao do estudo é a revisao bibliografica, que relata sobre o
contributo da picotagem, tecelagem, pintura, desenho, colagem no desenvolvimento
intergral da criança.

1.4. Relevância do tema


Esta abordagem é bastante relevante na medida em que ira conscientizar os educadores
sobre o impacto da picotagem, tecelagem, pintura, desenho, colagem no desenvolvimento
integral da criança, deste modo, o estudo contribuirá para o aprofundamento do nosso
saber sobre o seu contributo . Com essa abordagem, proporciona assim uma vasta
vivência simbólica e emocional, que contribui não só para o desenvolvimento afetivo-
emocional e intelectual da criança, como coloca em ação toda uma gama de mecanismos
psicológicos de defesa, que ajudam a combater contra frustrações e conflitos da vida.
2. Fundamentação Teorica

2.1. Abordagem Conceptual


Nesta fase da fundamentação teórica, fazemos a alusão dos conceitos, termos e outros
aspectos inerentes ao tema do estudo, de modo que se perceba o assunto que estamos
debruçando e a relevância do mesmo, desde já passamos a referir que:

SANTOS, (1997:24), segundo santos esses conceitos sao tecnicas de expressao plastica,
para o autor, falar dessas tecnicas é falar da expressao plastica.

a) Picotagem é o ato ou efeito de picotar um objecto ou material, ( Dicionario


Aurelio).
b) A colagem é conhecida como um procedimento artístico que consiste em unir
pedaços de papel liso, estampado, pintado ou impresso (jornais, embalagens),
cartão, tecido ou pequenos objetos sobre um suporte geralmente plano. Começou
a ser praticada por diversos grupos de artistas plásticos a partir dos primeiros anos
do século XX, mas técnicas análogas foram usadas por músicos e poetas,
PICASSO (1881-1973) e BRAQUE (1882-1963) apud GASPAR, ( 2012:38).

Ao considerar que escola visa à formação do educando nas diferentes competências, o


recorte e a colagem são procedimentos no ensino de arte que contribuem para o
desenvolvimento da psicomotricidade, para o processo cognitivo e viso motor e para a
elaboração estética do espaço. Ao levarmos para a sala de aula o recorte e colagem como
procedimentos posteriores às leituras de imagens pretendemos valorizar os aspectos
estéticos das imagens de arte e o fazer em arte contextualizado. Conjuntamente, visamos
diminuir as dificuldades psicomotoras apresentadas pelos educandos do 6° ano (5ª série)
no momento de executar as propostas plásticas, que exigem habilidades na coordenação
motora fina e na percepção do campo visual. Percebemos a necessidade de oportunizar a
eles a retomada da apropriação da maturação dos movimentos visomotores finos,
desenvolvendo maior percepção estética das imagens e objetos artísticos em geral.

c) PINTURA
 Pintura

A pintura das crianças não devem ser vistas como uma obra de arte, pois o que interessa
para a educação pela arte não é a pintura, mas sim a criança, porque o facto de as crianças
pintarem não nos interessam como obras, mas interessa-nos o método educacional,
(SOUSA, 2003:26).

Poderá surgir como resultado ou registo de um passeio, de uma visita, de um jogo, de


uma vivência. Não se esquece que a atitude do educador é importante para motivar esta
actividade de expressão e representação. Deve deixar a criança fazer pintura livre e aceitá-
la. Pode também estimular, dar sugestões sobre a técnica.

O educador deve estar atento à frequência com que as crianças estão nessa actividade e
tentar estimular as que não pintam por forma á criar-lhes o gosto e o hábito de o fazerem,
sem as forçar.

Pintar exige um clima de disponibilidade e de liberdade. O educador deverá ir


observando, sem interferir nos aspectos expressivos, como as crianças utilizam o espaço
da pintura: como pegam no pincel, preenchem superfícies, como usam a cor e também
aperceber-se do ambiente gerado e do tipo de solicitações que lhe fazem.

Inicialmente os suportes a utilizar na pintura deverão ser de cor neutra, de dimensão não
inferior a A3 e ligeiramente absorventes. Variar o tamanho, a espessura, a textura e a cor
do suporte base, são também experiências que o professor deve proporcionar.

À medida que as crianças vão demonstrando mais iniciativa, o professor pode, então,
sugerir outras experiências que permitirão aprofundar a capacidade dos alunos se
exprimirem, de forma pessoal, através da pintura.

d) DESENHO
O desenho infantil é uma actividade espontânea. O prazer proporcionado pelo desenrolar
do traço é um jogo pessoal que suscita a representação de sensações, experiências e
vivências.

Sendo uma das actividades fundamentais de expressão deve ocorrer, ao longo dos quatro
anos, com bastante frequência e de uma forma livre, permitindo que a criança desenvolva
a sua singularidade expressiva. Os suportes utilizados não deverão ser de dimensão muito
reduzida (inferior a A4), sendo desejável que as crianças escolham os materiais e cores
que melhor se adequam à sua sensibilidade.

Tem um lugar fundamental na expressão plástica, por isso este mostra um valor educativo
no desenvolvimento maturativo e intelectual da criança, também há uma ligação entre o
desenvolvimento do desenho e das aprendizagens instrumentais, especialmente a da
escrita. Desde muito cedo que as crianças se habituam a desenhar. Em casa, primeiro, na
rua, na terra, na areia da praia do mar, onde representam situações do seu quotidiano.

O espaço para desenhar poderá ser no chão, ou na mesa, em folhas grandes de papel de
embrulho ou outro papel acessível. Nos jardins-de-infância a mesa é o lugar que mais se
utiliza para desenhar. O chão é utilizado pelos mais pequeninos para apoiar a folha ou, se
for no exterior da sala de actividades, para desenhar directamente nele.

2.2. Importancia da picotagem, tecelagem, pintura, desenho, colagem no


desenvolvimento integral da criança
Neste ponto do trabalho, apresentarei algumas atividades da Expressão Plástica, onde o
desenvolvimento motor da criança acontece, mais concretamente ao nível da motricidade
fina. Atividades que para os educadores parecerão simples, mas que na educação e para
as crianças engloba um número elevado de competências, que as ajudarão no seu
desenvolvimento, como o rasgar, o cortar, o colar o desenhar. Nesta área da expressão
existem mais atividades do género, mas são estas as mais utilizadas diariamente nas
nossas escolas, e daí abordarei o seu papel no desenvolvimento da motricidade fina das
crianças.

Através desta forma de expressão, a criança é capaz de exteriorizar representações que


interiorizou com as suas experiências de vida, ou seja, “ O seu principal objetivo é a
expressão das emoções e sentimento através da criação com materiais plásticos.”
(SOUSA, 2003: 160).

Será de extrema importância o trabalho partir da iniciativa da criança, não imposto pelo
Educador, ou então que seja dado um tema à criança para o representar na sua forma
criativa, não devendo o adulto dar indicações de como a criança deve fazer. Esta atitude,
embora não sendo para prejudicar a criança, acaba por o ser, porque esta passa a expor
no seu trabalho a sua imaginação e criatividade.

Através da expressão livre, a criança não só desenvolve a imaginação e a sensibilidade,


como também aprende a conhecer-se e a conhecer os outros, GONÇALVES, (1991).

Picota-se, faz se a tecelagem, colagem, Desenha-se, pinta-se apenas pelo prazer que esses
actos proporcionam e não com a intenção de produzir algo que seja arte. Interessa o ato
expressivo da criança. São diversas as técnicas e materiais utilizadas na expressão
plástica, que devem ser adequadas às idades e às dificuldades das crianças, pois será
através destes, que a criança se poderá expressar e criar, (SOUSA, 2003: 160- 183)

A picotagem, tecelagem , e o colar são técnicas que envolvem a motricidade fina da


criança, a coordenação psicomotora. Nestas todo o corpo da criança está envolvido, desde
as costas, o braço, etc. A criança ao efetuar o ato de rasgar está perante uma atividade
lúdica, que de certa forma a levará posteriormente à expressão criativa, aquando da
realização da colagem.

No que diz respeito ao desenho, esta é uma técnica utilizada desde muito cedo pela
criança. Quando começa a desenhar, a criança não se preocupa com o trabalho que
apresenta, mas no entanto, é a desenhar que a criança também comunica, expressa
sentimentos e pensamentos do que para representação do real (SOUSA, 2003: 193).

O desenho não deixa de ser para a criança uma atividade lúdica, expressiva e criativa,
pois esta não se importa com a perfeição estética do produto final do seu trabalho, mas
sim com o facto de poder deixar um registo e ao mesmo tempo perceber que o movimento
de uma parte do seu corpo tem importância na ação de desenhar, ou seja, a criança não
está preocupada com o resultará do seu trabalho, mas com o movimento que está a efetuar,
neste caso da mão e do braço, desenvolvendo sem que se aperceba as motricidades tão
importantes para o seu crescimento.

Ao desenhar a criança movimenta o seu braço, a mão e os dedos. Não é importante para
os mais pequenos explicar aos adultos o que rabisca ou desenha, mas sim praticar estes
movimentos, exercitando a sua coordenação motora, orientando o seu braço através da
sua visão. Ao iniciar esta técnica, a criança não tem muita noção do seu corpo nem dos
movimentos que efetua, e como tal, ao pegar num lápis e num papel, esta irá realizar
traços com tanta força, que por vezes acaba por rasgar o papel e saindo dos limites dos
limites do mesmo. É com o desenvolvimento dos movimentos acima referidos que a
criança passa a desenhar formas mais próximas da figura humana. No caso da pintura
“Quanto mais pequena é a criança maior deverá ser o pincel e o formato do papel, pois só
assim ela poderá expandir-se livremente, ao registar o movimento impulsivo do braço, do
antebraço e da mão.” (GONÇALVES, 1977).

No desenho, não interessa que a criança inicialmente pinte bem, o importante é que
expresse os seus sentimentos, a sua criatividade e imaginação através da pintura, da
mesma forma que desenvolve os movimentos necessários para poder pintar.
Na pintura como no desenho, o desenvolvimento da coordenação motora é de extrema
importância, pois conseguirá orientar melhor o seu trabalho. A coordenação visual-
manual também nesta técnica é importante para que se aperceba e controle os seus
movimentos. O movimento da motricidade fina da pinça, ou seja, a forma como a criança
manipula e utiliza o pincel, é de tal forma importante como o manusear do lápis. Através
da coordenação e da forma como manuseia o pincel, terá uma melhor perceção do seu
trabalho. Ao controlar os movimentos do seu braço conseguirá utilizar apenas a ponta do
pincel, quando forem necessários traços mais finos, ou pressioná-lo no papel para criar
traços mais grossos. Terá noção quando deverá evitar utilizar demasiada força, no pincel,
evitando borrar o seu trabalho, ou escorrer demasiada tinta.

Recortar e colar pode facilitar a emergência de aspectos da individualidade, permitindo a


observação e interpretação do imaginário representado nas produções realizadas. A
comunicação presente no material simbólico das colagens, ou seja, desconstruir e
reconstruir permite a apropriação do processo criativo na livre escolha de imagens por
meio de uma associação espontânea e uma subsequente elaboração psíquica.
TASSINARI (2007) apud GARSPAR, (2012: 42), considera a colagem a mais importante
invenção da arte moderna. A colagem é um salto, onde coisas e espaços em equivalência
vão interagir entre cheios e vazios, abrindo a possibilidade de trazer ao espaço da tela a
matéria do mundo real.

2.3. Material que compoe a cada técnica para a realização de actividades


A criatividade desperta-se através do fazer, da experimentação constante. A criatividade
apela para uma pedagogia não directiva, ou, pelo menos, flexível e aberta, que permita
que seja a criança a descobrir o seu modo de agir e de exprimir, bem como o material e a
técnica que melhor se adaptam à sua expressão pessoal.” (GONÇALVES, 1991: 13)

Para SOUSA (2003: 183), as técnicas, nomeadamente o desenho, pintura, modelagem,


tecelagem, recorte, colagem, etc., e os materiais e ou instrumentos, tais como os lápis,
carvões, lápis de cor, lápis de cera, canetas de feltro, guache, aguarelas, tinta-da-china,
pastéis, giz, barro - argila, plasticina, madeiras, têxteis, metal, linóleo, colas, tesoura,
pincéis, telas, papéis, películas, régua, compasso, teques, serrotes, etc., são o meio ou
recurso pelo qual os alunos se poderão exprimir e criar.

Como opinam OLIVEIRA e SANTOS (2004), Através da Expressão Plástica, a criança,


em contacto com materiais e técnicas diversificadas, vai poder exprimir e reconstruir o
seu mundo interior, estabelecendo, deste modo, uma comunicação e um comportamento
ajustado ao meio. Também TEIXEIRA (1991: 285) já corroborava com esta opinião,
quando citou que Permitir que estas crianças explorem livremente técnicas e materiais é
ajudá-las no seu processo de auto-afirmação. É normalmente no espaço destinado à área
da expressão plástica que as crianças dão azo à sua imaginação através do
desenvolvimento de actividades como a pintura, o desenho, a modelagem, rasgagem,
recorte e colagem, picotagem, entre muitas outras, tem como objectivos: Desenvolver a
imaginação e as capacidades expressivas; Adquirir competências gráficas e plásticas;
Desenvolver o controlo da motricidade fina; Desenvolver noções espaciais e de
lateralidade; Adquirir competências sociais de trabalho cooperativo.
3. Considerações finais
O trabalho com picotagem, tecelagem, pintura, desenho, e colagem explorado de forma
criadora tem por objetivo também influenciar o educando a construir e a elaborar o
espaço, desenvolvendo a coordenação motora fina, e possibilitando que ele articulasse
movimentos corporais e construísse maior consciência desses movimentos.

De modo geral, o ambiente sócio cultural dos educandos não favorece as possibilidades
de viver o dentro e o fora‖ da realidade, ou seja, explorar aspectos subjetivos da realidade
articuladas à construção de saberes mais objetivos. Essas tecnicas de expressao plastica
são procedimentos muito ricos, que proporcionam ao educando uma variedade de técnicas
e resultados com a utilização de diferentes materiais. Essas atividades, aliadas ao
conhecimento da expressao plastica, podem levar a criança a entrar num mundo criativo
no qual terá acesso a um universo cultural diversificado e que oportunizará colocar em
prática suas habilidades na aprendizagem. O manuseio orientado de materiais
diversificados, como, por exemplo, tesoura, cola, formas em relevos, papéis, lápis, régua,
borracha, entre outros, favorece a expressão e o desenvolvimento sensorial e psicomotor.
Isto significa que o educando precisará usar as mãos para escrever e criar. O movimento
das mãos é acompanhado pelo movimento do corpo, das ideias e do pensamento. A
percepção ocorre em diversos níveis, proporcionando a imaginação e a criação.

A manipulação e experiência com os materiais, com as formas e com as cores permite


que, a partir de descobertas sensoriais, as crianças desenvolvam formas pessoais de
expressar o seu mundo interior e de representar a realidade.
4. Bibliografia
GONÇALVES, E. A arte descobre a criança. Amadora: Raiz Editora, Lda. 1991

GASPAR, Sara - O contributo da Expressão Plástica para o desenvolvimento educativo


de alunos com Défice Cognitivo em contexto inclusivo. Lisboa. 2012

LAKATOS, Eva Maria & MARCONI, Mariana de Andrade. Fundamentos de


Metodologia Científica, Editora Altas, 5a Edição, São Paulo, 2009.

SOUSA, A. B. Educação pela Arte e Artes na Educação. Música e Artes Plásticas. (3.º
Vol.). Lisboa: Instituto Piaget, Horizontes Pedagógicos. 2003

TEIXEIRA, M. P. C. As artes plásticas no ensino especial. In IV Encontro Nacional de


Educação Especial Comunicações. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1991

OLIVEIRA, M. & SANTOS, A. (2004). A Arterapia: Os Efeitos Terapêuticos da


Expressão Plástica e a sua Influência no Comportamento e Comunicação da Criança.
Cadernos de Estudo. Porto: ESE de Paula Frassinetti, 1, pp. 27-33.

SANTOS, A. Estudos de Psicopedagogia e Arte. Lisboa: Livros Horizonte. 1997

GONÇALVES, C. A. Psicologia da arte. Lisboa: Universidade Aberta. 1977

REIS, R. Educação pela Arte. Lisboa: Universidade Aberta. 2003

VYGOTSKY, L. Imaginação e Criatividade na Infância. Lisboa: Dinalivro. 1934


Índice
1. Introdução.................................................................................................................. 1

1.2. Objectivos: ............................................................................................................. 2

1.3. Metodologia do Trabalho ...................................................................................... 2

1.4. Relevância do tema ................................................................................................ 2

2. Fundamentaçao Teorica ............................................................................................ 3

2.1. Abordagem Conceptual ............................................................................................. 3

c) PINTURA.................................................................................................................. 3

d) DESENHO ................................................................................................................ 4

2.2. Importancia da picotagem, tecelagem, pintura, desenho, colagem no


desenvolvimento integral da criança ................................................................................ 5

2.3. Material que compoe a cada tecnica para a realizacao de actividades .................. 7

3. Consideraçoes finais .................................................................................................. 9

4. Bibliografia.............................................................................................................. 10