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Se quiser (e você quer, eu sei) ler as partes anteriores dessa coluna, clique para ver a

introdução AQUI, sobre os exercícios do Liber MMM AQUI,

Hoje falaremos sobre Evocação! Parta do pré suposto de que é possível o contato com
entidades, sejam elas alienígenas à psiquê humana ou um desdobramento com aparente
individualização para melhor interação com o consciente.

Ah! O Vinícios da Penumbra Livros, vulgo Sor Penumbra, tem um texto ótimo sobre Servidores,
e o ponto de vista exposto por ele ali é muito semelhante ao que pretendo abordar, vários
conceitos expostos por ele lá são abordados aqui também (aliás, os textos do Blog da
Penumbra são muito bons!).

A palavra vem do latim “evocare” e significa “mandar chamar”, no caso para fora do seu corpo,
sendo uma manifestação que se presume externa e em alguma instância independente do
Evocador. Aqui são válidos tanto o ato de chamar, quanto o ato de criar.

O QUE SÃO E QUANDO USAR?

Servidores são algo como ideias autônomas/entidades/ações parcialmente ou totalmente


independentes do magista. Seus usos são múltiplos e limitados pela criatividade de quem os
emprega, é habitual que um mago possua servidores pessoais de Defesa, Ataque, Saúde e
Financeiro, que são como magias autônomas ou parcialmente autônomas que ficam sempre
ativas e cuidando e desenvolvendo essas áreas enquanto o mago esta vivendo a vida comum e
banal, mas existem servidores para uso em estudos, como armadilha para inimigos, como
companhia, para conseguir companhia, sexo, e uma infinidade de possibilidades.

Um servidor é especialmente útil graças a permanência e autonomia, por não precisar ser
esquecido como o Sigilo, penso que o Sigilo se alimenta do “vazio” na sua mente, por jogá-lo
no inconsciente, o Servidor já se alimenta da lembrança, quase como uma obsessão em
miniatura, a atenção dá força a ele. Depois de devidamente alimentado e trazido a vida, ele
mantem sua ação até ficar sem energia, ser destruído pelo mago criador ou se for especificado
em sua criação para adormecer após a realização da tarefa.

TIPOS DE ENTIDADES

Pete simplifica em três fontes de entidades, as Descobertas, as Categorizadas e as Autorais,


não é esse os termos que ele usa, mas prefiro assim. Mas antes… preciso dar umas explicações
aqui, termos como “tulpa” podem ser usados para outras definições, como um termo genérico
para projeções mentais, mas aqui neste post estamos nos referindo a entidades. E
recentemente rolou uma polêmica sobre o uso do nome, sinceramente, foda-se. Outra coisa, a
definição abaixo é a minha definição pessoal atual, é o que tem funcionado para mim, não é a
regra-canônica-ad-aeternum-lê-olah-amém, é só um parâmetro, use essa ou tenha a sua ou
não tenha nenhuma, resista a assaltos, coma verduras e leia a p.00060 do Principia Discórdia. E
na dúvida pau-no-seu-cu.

Entidades Descobertas – Normalmente por Clarividência, são entidades que tem um estatus de
“pré-existentes”, podem até ser fruto de criação autoral de um povo ou coletivo àgrafo, cujo
registro vem de uma tradição oral/não escrita.

Elementais: Forças naturais normalmente selvagens e amorais. Gnomos, Silfos, etc;

Totens: Semi-divindades, em sociedades tribais costumam ser “descobertas” e alimentada por


“seguidores”, pela sua semelhança com egrégoras podem ser criadas também, uma
característica importante que o Sr Penumbra lembra em seu texto é o ato de “devorar” e
assimilar outros totens em especial de povos derrotados que algumas dessas “entidades”
possui, Levi Strauss tem um livrão chamado Pensamento Selvagem que desenvolve um pouco
dessa ideia;

Deuses ágrafos: Egrégoras antigas reveladas pela vivência, muitas vezes baseadas em algum
heroi mítico que pode ou não ter existido materialmente, são facilmente reconhecidas e
percebidas, possuem muito poder acumulado, podem possuir “elementos que as
acompanham” e em certa medida as “definem”. Os deuses de origem africana como Ogun, Exu
e Oxum ou entidades indígenas como Jaci, Tupã, Nhagá, etc..

Entidades Categorizadas – Oriundas de Grimórios.

Egrégoras: Entidades criadas pelo pensamento e intento coletivo de um grupo, possui função
específica mesmo que não tenha uma “forma clara”. Como o Hue BR e a baleia azul e
dependendo da sua percepção, os Goétios;

Tulpas: São como servidores mas não possuem funções especificas, sendo mais genéricos,
versáteis e com maior área de atuação, normalmente trabalham em troca de aumento de
inteligência e consciência de sí próprio, tendem a ser bastante poderosas com o tempo.
Criaturas ficcionais que ultrapassaram seus autores, como Sherlock Holmes, Superman e James
Bond são bons exemplos de Tulpas nesse sentido. No Discordianismo são os Santos de 1º
Classe, Santos Imaginários, por serem “humanos” ideais e assim muito melhores que os reais;

Deuses Revelados: Egrégoras antigas reveladas e representadas em escritos, e por meio destes
“grimórios” podem ser conhecidas e invocadas, são facilmente reconhecidas e percebidas,
possuem muito poder acumulado e tendem a possuir também uma “representação”, uma
imagem cristalizada de si. As muitas representações do Deus Cristão, Krishna, Ishtar, Odin,
Zeus e qualquer outra divindade;

Humanos Divinizados: Pessoas que já viveram (as vezes que ainda vivem, é mais raro mas
acontece) e atingiram status de divindade, por receberem adoração e reconhecimento. Jack
Kirby, Crowley, Spare, John Lennom, etc. São os Santos de 2ª Classe no Discordianismo, os
Santos Reais (de que foram reais, não sendo essa uma expressão de qualidade).

Autorais.

Servidores: Criados pessoais com funções especificas alimentados pelo mago;

Atavismos: como definidos na visão de Austin Osman Spare.


Existem também uma galera difícil de definir, ou que podem ter duas ou três definições, como
dito anteriormente a proposta acima é um parâmetro, mas por exemplo, tenho pouca
experiência com magia Enochiana, simplesmente não sei se os encaixo como Elementais,
Tulpas ou Deuses. Ou os daemons Goétios, dependendo da sua relação e experiência com eles
podem considera-los outra coisa que não egrégoras, que é a percepção que tenho deles e de
suas capacidades. Enfim, é um parâmetro apenas, e uma discussão de anos, assim como a
questão de serem entidades externas (inteligências transhumanas), internas (arquétipos
psicológicos), ou ambos. Vamos discutir.

FAZENDO O SEU SERVIDOR

Elemental simples segundo o Liber Null

Junte um apanhado de símbolos que sejam significantes para você e que demonstrem a
função do servidor.

Componha os símbolos como em um sigilo.

Banimento antes do ritual.

Quando estiver satisfeito com o símbolo, entre em gnose e visualize a doação de energia para
o símbolo, ativando suas propriedade e com ele tomando vida. Um ritual que simule um
nascimento ou uma fecundação pode ser útil, como descrito pelo Pete na tradição Ofídica
(p.42, 2ºp), ou mesmo através de estímulo sexual solitário (a famosa punheta/siririca).

Guarde o Sigilo

Banimento para voltar a consciência Konsensual.

Utilizando um Servidor de Outra Fonte

Encontre o Sigilo do Servidor que pretende usar.

Estude sobre ele, conheça seu nome, leia sobre, entenda a razão do seu símbolo e nome e use
a leitura de tarot para sacar qualé da entidade (abaixo).

faça um espaço específico para a manifestação do servidor, o método da Goétia é


interessante, você em um círculo e o ser invocado em um triângulo a uma certa distância de
você, isso reforça que ambos são distintos em espaços distintos.

Banimento antes do ritual.

Entre em gnose, invoque e visualize a sua vinculação com o Servidor.

Banimento para voltar a consciência Konsensual.

Outras forma de trazer um servidor a existência é através do que Pete chama de Teurgia, que
seria longas orações e cerimoniais, um problema é que quanto mais complexo o cerimonial,