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Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM

Instituto de Engenharia, Ciência e Tecnologia – IECT


Bacharelado em Ciência e Tecnologia – BC&T

PREPARO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES

Diogo Antônio Freitas Barbosa


Igor Alves Fernandes
Jeferson Cantuária Medeiros
Jonas de Oliveira

Janaúba – MG
2015
Diogo Antônio Freitas Barbosa
Igor Alves Fernandes
Jeferson Cantuária Medeiros
Jonas de Oliveira

PREPARO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES

Trabalho apresentado a
prof. Govana Ferreira, como
parte das exigências da
disciplina Química Tecnologica
I.

Janaúba – MG
2015
OBJETIVO

Compreender as técnicas de preparo de soluções aquosas a partir de substâncias


sólidas, líquidas ou soluções concentradas (Soluções Estoque).
INTRODUÇÃO

Solução é uma mistura homogênea entre duas ou mais substâncias. O processo


utilizado para obter essa mistura é chamdo de dissolução. Uma solução é sempre
formada pelo soluto e pelo solvente:
Solução = Soluto + Solvente (1)
soluto é a substância que será dissolvida e o solvente é a substância que dissolve.
As soluções podem ser formadas por qualquer combinação envolvendo os três
estados físicos da matéria: sólido, líquido e gasoso.
Exemplos de soluções no nosso dia-a-dia:
 Álcool hidratado;
 Acetona;
 Água mineral;
 Soro fisiológico.
As propriedades físicas e químicas de uma mesma solução são constantes em
toda sua extensão, todavia dependem da composição, que pode variar de solução para
solução. Abaixo podemos verificar as classificações da solução.
O estado de agregação da solução:
 Sólida - Ligas metálicas de bronze (cobre e estanho), latão (cobre e zinco);
 Líquida - água do mar constituída principalmente de cloreto de sódio (NaCl);
 Gasosa - ar.
A proporção entre soluto e solvente:
 Diluída: apresenta uma baixa relação soluto/solvente, ou seja, a quantidade de
soluto dissolvida na solução está bem abaixo da solubilidade desse soluto.
 Concentrada: apresenta uma alta relação soluto/solvente, ou seja, a quantidade
do soluto dissolvida na solução está bem próxima a solubilidade desse soluto.
A natureza do soluto:
 Molecular: o soluto é uma substância molecular (exemplo: açúcar e água);
 Iônica: o soluto é uma substância iônica (exemplo: sal e água).
A solubilidade:
A maioria das substâncias dissolve-se, em certo volume de solvente, em
quantidade limitada. Solubilidade é a quantidade máxima de um soluto que pode ser
dissolvida em um determinado volume de solvente, a uma dada temperatura, formando
um sistema estável.
As expressões em quantidade de matéria são geralmente baseadas na quantidade
de mtéria de um ou mais componentes da solução. As três mais comumente usadas são
a fração em quantidade de matéria (número de mols), a concentração e a molalidade.
As frações em quantidade de matéria são importantes quando se está trabalhando
com gases, mas têm uso limitado quando trabalhamos com soluções líquidas. Para
definir o numero de mols de um soluto, podemos utilizar a equação a seguir:

𝐦
𝐧 = (2)
𝐌𝐌
em que m é igual a massa em gramas e MM é a massa molar em g/mol.
Para obter a concentração de um soluto, utilizamos a seguinte equação:
𝐧º 𝐝𝐞 𝐦𝐨𝐥𝐬 𝐝𝐞 𝐬𝐨𝐥𝐮𝐭𝐨
𝐂 = (3)
𝐯𝐨𝐥𝐮𝐦𝐞 𝐝𝐞 𝐬𝐨𝐥𝐮çã𝐨 (𝐦𝐨𝐥 𝐋−𝟏)
MATERIAIS

 Balança Analítica;
 Espátula;
 Béqueres de 100 Ml;
 Balões volumétricos de 50,0 mL;
 Pisseta;
 Bastão de vidro;
 Pipeta graduada de 10 mL;
 Bureta de 25,0 mL.

REAGENTES

 Hidróxido de sódio (NaOH) P.A.;


 Biftalato;
 Água destilada.
PROCEDIMENTOS

Inicialmente com auxílio de um béquer, calculou-se a massa de hidróxido de


sódio necessária para preparar 50,00 mL de uma solução de 0,1mol L-1. Utilizou-se a
balança analítica para efetuar essa medida. Primeiramente nivelou-se e zerou-se a
balança, logo após colocou-se o béquer, fechou-se as janelas laterais da balança e tarou-
se o peso do béquer. Abriu-se então a janela lateral e adicionou-se pequenas porções de
NaOH adquirindo-se aproximadamente a massa previamente desejada.
Registrou-se então 0,1960 gramas de NaOH, e em seguida dissolveu-se essa
massa com o auxílio do bastão de vidro e utilizando uma pequena quantidade de água
destilada. Após deixar a solução resfriar a temperatura ambiente, transferiu-se
quantitativamente a solução para um balão volumétrico de 50,00 mL. Com auxílio de
porções de água destilada, lavou-se várias vezes o béquer no momento de transferir para
o balão volumétrico para que nenhum sólido fique no recipiente.
Para finalizar o preparo de uma solução de NaOH, completou-se o volume do
balão até a marca de calibração, agitou-se para ocorrer homogeneização e transferiu-se a
solução para um frasco de polietileno limpo e previamente rotulado.
Em um segundo momento da prática realizou-se os mesmos procedimentos na
balança analítica para o permanganato de potássio (KMnO4). Depois transferimos para
um béquer com água destilada. Com a pipeta graduada passamos a solução formada
para um balão de 10 Ml.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

PREPARO DE UMA SOLUÇÃO DE NaOH 0,1 mol L-1:

O experimento teve como objetivos preparar uma solução de NaOH e KMnO4


definindo suas respectivas massa, além de diluir uma solução de KMnO4 e encontrar o
volume necessário a partir do cálculo de diluição.
Inicialmente é preciso encontrar o número de mols do soluto, para enfim
determinar a concentração em quantidade de matéria pelo volume da solução.
Logo abaixo na tabela 1, registramos os dados encontrados na prática. O número
de mols do Hidróxido de sódio pode ser determinado a partir desses dados, utilizando a
equação 2.
Tabela 1: Registros experimentais
Soluto Massa(g) Massa Molar Volume (L)
(g/mol)
NaOH 0,1960 40 0,05
KMnO4 0,161 159 0,01

Número de mols:

0,1960
n =
40
n = 0,0049

A concentração em quantidade de matéria é importante principalmente para


relacionar o volume de uma solução à quantidade de soluto que ela possui. Como já
obtivemos os valores desejados basta substitui-los na equação 3, para encontrarmos a
concentração da substância:

0,0049 mol
C =
0,05 𝐿
C = 0,98 mol/L

PREPARO E DILUIÇÃO DE UMA SOLUÇÃO DE KMnO4 0,1 mol L-1:

Primeiramente foi necessário descobrir o número de mols, para em seguida


encontrar a massa da solução de permanganato de potássio. Para isso realizamos uma
regra de três, relacionando o número de mols com o volume:
0,1 mol ---------------------- 1000 mL
X----------------10 mL
O valor de x é igual a 1x10-3 mol.
Com o auxílio da regra de três, agora relacionamos o numero de mols
encontrados com a massa molar do permanganato de potássio que é igual a 159g:
1 mol ------------------------159g
1x10-3--------------------m
O valor da massa encontrada é igual a 0,159g.
REFERÊNCIAS BIBLÍOGRÁFICAS

-Soluções 1- Solubilidade.
Disponível em: http://www.cdcc.usp.br/exper/medio/quimica/4solucaog_1.pdf.

- Soluções. Disponível em: http://www.soq.com.br/conteudos/em/solucoes/index.php.