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PROTEGE

GOIAS

Sumário

1. Introdução
2. PROTEGE GOIÁS – considerações
3. Origens dos recursos do PROTEGE GOIÁS
4. Benefícios fiscais
5. Cálculo da contribuição, DARE e prazo de pagamento
6. PROTEGE GOÁS – Adicional de 2%

1. INTRODUÇÃO

O Governo do Estado de Goiás criou o FUNDO PROTEGE GOIÁS com a finalidade de garantir o aporte de recursos
financeiros necessários à plena execução dos programas sociais do Estado, dentre eles, Bolsa Universitária, Renda
Cidadã, Banco do Povo, Salário-Escola, os Programas Finalísticos do SSPJ e outros.

2. PROTEGE GOIÁS - CONSIDERAÇÕES

O PROTEGE GOIÁS é responsável pela captação e repasse de recursos financeiros aos órgãos executores da política
social do Governo Estadual.

Referidos programas visam a melhoria da qualidade de vida e o resgate da cidadania das pessoas menos
favorecidas socialmente.

Desta forma, tanto a contribuição obrigatória como a doação espontânea são de fundamental importância para que
o PROTEGE GOIÁS alcance o objetivo de beneficiar milhares de pessoas de baixa renda, através dos programas
sociais, garantindo-lhes a dignidade que merecem como cidadãos goianos.

3. ORIGENS DOS RECURSOS DO PROTEGE GOIÁS

A receita do PROTEGE GOIÁS é proveniente de:

a) valores arrecadados dos contribuintes goianos em virtude de fruição de benefício fiscal condicionado (5% - cinco
por cento);

b) receitas oriundas do adicional de até 2% (dois por cento) na alíquota do ICMS sobre produtos e serviços
supérfluos, nos termos do art. 82, § 1º, do

Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - ADCT;

c) doação;

d) valores destinados à Bolsa Garantia/FOMENTAR;

e) transferências à conta do orçamento do Estado;

f) transferências de fundos especiais;

g) 1% (um por cento) crédito especial de investimento

4. BENEFÍCIOS FISCAIS

Benefícios fiscais condicionados ao recolhimento de 5% de contribuição ao PROTEGE GOIÁS.

DISPOSITIVO BENEFÍCIO
LEGAL
ISENÇÃO
Art. 6º, LXXI, Isenção na importação dos bens a seguir especificados, sem similar nacional, destinados à atividade de
Anexo IX ensino, pesquisa ou prestação de serviço médico-hospitalar:
a) aparelho, máquina, equipamento ou instrumento médico-hospitalar ou técnico-científico laboratorial;
b) partes e peças para aplicação nos bens citados na alínea anterior;
c) reagentes químicos destinados a pesquisas médico-hospitalares.
REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO (ART. 8º DO ANEXO IX DO RCTE)
Art. 8º, VIII, Redução de base de cálculo de tal forma que resulte aplicação sobre o valor da operação do equivalente ao
Anexo IX percentual de 10% (dez por cento), na saída interna realizada por contribuinte industrial ou comerciante
atacadista que destine mercadoria para comercialização, produção ou industrialização, ficando mantido o
crédito. (Lei nº 12.462/94, art. 1º)
Art. 8º, XII, Anexo Redução de base de cálculo de tal forma que resulte aplicação sobre o valor da operação do equivalente ao
IX percentual de 7% (sete por cento), na operação interna de fornecimento de refeição, ficando mantido o
crédito;
Art. 8º, XIII, Redução de base de cálculo na saída interna com produto de informática, telecomunicação ou automação
Anexo IX relacionado no Apêndice IV deste anexo, de tal forma que resulte a aplicação sobre o valor da operação do
equivalente ao percentual de 7% (sete por cento), ficando mantido o crédito correspondente à aplicação do
percentual de 58,33% (cinqüenta e oito inteiros e trinta e três centésimos por cento) sobre o valor do
imposto relativo à entrada.
Art. 8º, XXIII, Redução de base de cálculo de tal forma que resulte na operação interna com bebida especificada nas
Anexo IX posições 2204 a 2208.90.00 da NBM/SH (vinhos, vermutes e aguardentes), de tal forma que resulte a
aplicação sobre o valor da operação do equivalente ao
percentual de 17% (dezessete por cento);
Art. 8º, XXVII, Redução de base de cálculo de tal forma que resulte aplicação sobre o valor da operação do percentual
Anexo IX equivalente a 7% (sete por cento), na saída interna de máquinas e equipamentos rodoviários, relacionados
no Apêndice XII (Lei nº 13.453/99, art. 1º, II, “e”);
Art. 8º, XXIX, Redução de base de cálculo de tal forma que resulte aplicação sobre o valor da operação do percentual
Anexo IX equivalente a 15% (quinze por cento), na saída interna de gasolina de aviação, ficando mantido o crédito (Lei
nº 13.194/97, art. 2º, II, “f”).
CRÉDITO OUTORGADO (ART. 11 DO ANEXO IX DO RCTE)
Art. 11, III, Anexo Crédito outorgado para os contribuintes industrial e comerciante atacadista, o equivalente ao percentual de
IX 2% (dois por cento) e 3% (três por cento), respectivamente, na saída interestadual que destine mercadoria
para comercialização, produção ou industrialização, aplicada sobre o valor da correspondente operação. (Leis
nºs 12.462/94, art. 1º, § 4º, II; e 13.194/97, art. 2º, II, “h”)
Art. 11, V, Anexo Crédito outorgado para o estabelecimento frigorífico ou abatedor, na saída para comercialização ou
IX industrialização, de carne fresca, resfriada ou congelada e miúdo comestível resultantes do abate, em seu
próprio estabelecimento, de gado bovino e bufalino adquirido em operação interna com a redução de base de
cálculo de que trata o inciso XIV do art. 8º deste anexo, o equivalente à aplicação de 9% (nove por cento),
sobre o valor da respectiva base de cálculo, observado o seguinte (Lei nº 13.453/99, art. 1º , I, “c”, 1);
Art. 11, IX, Anexo Crédito outorgado para o industrial fabricante de fertilizante, na operação interestadual que praticar com esse
IX insumo agropecuário, o valor equivalente a 5% (cinco por cento) da respectiva base de cálculo. (Lei nº
13.194/97, art. 2º, II, “b”, 5):
Art. 11, XVIII, Crédito outorgado para o estabelecimento remetente na operação interestadual com arroz o equivalente à
Anexo IX aplicação de 5% (cinco por cento) sobre o valor da base de cálculo. (Lei nº 13.453/99, art. 1º, I, “a”, 5)
Art. 11, XX, Anexo Crédito outorgado para o estabelecimento prestador do serviço de transporte de passageiro, o valor
IX equivalente à aplicação dos percentuais previstos nas alíneas “a” e “b” sobre o valor da respectiva base de
cálculo na prestação de serviço de transporte rodoviário interestadual e intermunicipal de passageiro,
inclusive de turismo e escolar. (Lei nº 13.194/97, art. 2º, inciso II, alínea “i”):
a) 4% (quatro por cento), na prestação sujeita à alíquota de 12% (doze por cento);
b) 9% (nove por cento), na prestação sujeita à alíquota de 17% (dezessete por cento);
Art. 11, XXIII, Crédito outorgado para o comerciante atacadista de medicamento, equivalente à aplicação de 4% (quatro por
Anexo IX cento) sobre o valor da correspondente base de cálculo na saída interestadual com medicamento de uso
humano destinado a comercialização, produção ou industrialização, mantido o sistema normal de
compensação do imposto (Lei nº 13.194/97, art. 2º, II, “j”).
Art. 11, XXV, Crédito outorgado para industrial e comerciante atacadista na operação de saída de óleo vegetal comestível,
Anexo IX em valor equivalente a 5% (cinco por cento) da respectiva base de cálculo. (Lei nº 13.194/97, art. 2º, II, “b”,
3)
Art. 11, XXVIII, Crédito outorgado para o estabelecimento remetente, na saída interestadual de máquinas e equipamentos
Anexo IX rodoviários, relacionados no Apêndice XII, o equivalente à aplicação de 5% (cinco por cento) sobre o valor da
base de cálculo (Lei nº 13.453/99, art. 1º, I, “a”, 6).
Art. 11, XXXI, Crédito outorgado para o estabelecimento industrializador de produto agrícola, o equivalente à aplicação de
Anexo IX até 7% (sete por cento) sobre o valor do produto agrícola produzido no Estado de Goiás efetivamente
industrializado em estabelecimento seu localizado neste Estado, observado o seguinte (Lei nº 14.543/03)
Art. 11, XXXII, Crédito outorgado para o estabelecimento distribuidor de empresa fabricante de aparelho, máquina,
Anexo IX equipamento ou instrumento médico-hospitalar, produto farmacêutico, de perfumaria ou de toucador,
preparado e preparação cosmética, constantes dos seguintes códigos da NBM/SH, 3001 a 3006, 3303 a 3307,
3401,3402, 3808, 3822, 3906, 3919, 4014, 4015, 4206, 4818, 5402,5601, 7010, 7017, 7223, 7318, 7616,
8212, 8413, 8414, 8418, 8419, 8528, 8541, 8543, 9002, 9006, 9017, 9018, 9021, 9025 a 9027, 9030,
9033, 9402, 9405 e 9603 na saída interestadual com produto de fabricação própria, o equivalente à aplicação
do percentual de 5,6% (cinco inteiros e seis décimos por cento) sobre o valor da base de cálculo. (Lei nº
13.453/99, art. 1º, I, “f”)
Art. 11, XXXIV, Crédito outorgado para o estabelecimento que efetuar as seguintes operações, o percentual a seguir
Anexo IX especificado aplicado sobre o valor da base de cálculo correspondente, observado o disposto no § 12 deste
artigo (Lei nº 13.453/99, art. 1º, I, “a”)
Art. 11, XXXV, Crédito outorgado para o estabelecimento que efetuar operação interestadual com achocolatado em pó;
Anexo IX bebida láctea; creme de leite; doce de leite; iogurte; leite aromatizado, esterilizado (UHT), pasteurizado ou
em pó; manteiga de leite; queijo, inclusive requeijão; e soro de leite em pó, o percentual de 5% (cinco por
cento) aplicado sobre o valor da base de cálculo, observado, ainda, o seguinte (Lei nº 13.453/99, art. 1º, I,
“a”, 3 e § 1º, I, “b”).
Art. 11, LXIII, Crédito outorgado para o estabelecimento industrial na operação interestadual com leite UHT em cuja
Anexo IX industrialização tenha sido utilizado leite como matéria-prima, desde que o produto tenha sido fabricado pelo
próprio industrial ou tenha sido industrializado por sua encomenda em outro estabelecimento no Estado de
Goiás, o percentual de 9% (nove por cento) aplicado sobre o valor da base de cálculo.

5. CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO, DARE E PRAZO DE PAGAMENTO

A fórmula de cálculo da Contribuição devida ao PROTEGE por qualquer empresa que utilize o(s) benefício(s)
fiscal(is) condicionado(s) é a seguinte:
CP = (ICMS Normal – ICMS incentivado) x 5/100

sendo:

* CP = Contribuição devida ao PROTEGE, a ser calculada;

* ICMS Normal = Valor do ICMS apurado com base na alíquota normal (sem o benefício);
* ICMS Incentivado = Valor do ICMS calculado com a aplicação da alíquota correspondente ao benefício utilizado;

* 5/100 = Percentual da Contribuição ao PROTEGE (5%).

Exemplificando

Um estabelecimento varejista no ramo de supermercado enquadrado no regime normal de tributação, possui


lanchonete, ou seja, fornece refeições, com isso utiliza-se do benefício fiscal de redução da base de cálculo do art.
8º, inciso XII, Anexo IX do Decreto nº 4.852/97 – RCTE – onde a base de cálculo é reduzida de tal forma que
resulte aplicação sobre o valor da operação do equivalente ao percentual de 7% (sete por cento), na operação
interna de fornecimento de refeição, ficando mantido o crédito:

CP = (ICMS Normal – ICMS incentivado) x 5/100, onde;


ICMS Normal - 1.000,00 x 17% = 170,00
ICMS incentivado: (BC reduzida = 411,80) x 17% = 70,00
CP = (170,00 – 70,00) x 5/100 = 5,0

O documento para que o contribuinte efetue pagamento do percentual é o DARE-2.1, com código de receita -
4014, Doações e Transferências ao PROTEGE, código de apuração 041. E o prazo de pagamento é até o dia
20 (vinte) do mês subseqüente ao do período de apuração correspondente à utilização do benefício (IN
639/03).
6. PROTEGE GOÁS – ADICIONAL DE 2%

No art. 20, § 6º e o Anexo XIV do RCTE/GO, fica acrescida de 2% (dois por cento), na prestação interna de serviço
de comunicação, na operação interna com gasolina, com energia elétrica e com produtos e serviços relacionados
no anexo XIV do RCTE/GO, que são produtos supérfluos, conforme lista abaixo:

MERCADORIAS SUJEITAS AO ADICIONAL DE 2% (DOIS POR CENTO), NAS OPERAÇÕES INTERNAS


___________________________________________________________________________
NBM/SH MERCADORIA
_____________________________________________________________________________________________
2203.00.00 Cervejas de malte, inclusive chope
2401 Fumo (tabaco) não manufaturado; desperdícios de fumo (tabaco):
2401.10 Fumo (tabaco) não destalado:
2410.10.10 Em folhas, sem secar nem fermentar
2410.10.20 Em folhas secas ou fermentadas tipo capeiro
2410.10.30 Em folhas secas em secador de ar quente (“flue cured”), do tipo Virgínia
2401.10.40 Em folhas secas, com um conteúdo de óleos voláteis superior a 0,2%, em peso, do tipo turco
2401.10.90 Outros
2401.20 Fumo (tabaco) total ou parcialmente destalado:
2401.20.10 Em folhas, sem secar nem fermentar
2401.20.20 Em folhas secas ou fermentadas tipo capeiro
2401.20.30 Em folhas secas em secador de ar quente ("flue cured"), do tipo Virgínia
2401.20.40 Em folhas secas ("light air cured"), do tipo Burley
2401.20.90 Outros
2401.30.00 Desperdícios de fumo (tabaco)
2402 Charutos, cigarrilhas e cigarros, de fumo (tabaco) ou dos seus sucedâneos:
2402.10.00 Charutos e cigarrilhas, contendo fumo (tabaco):
2402.20.00 Cigarros contendo fumo (tabaco)
2402.90.00 Outros
2403 Outros produtos de fumo (tabaco) e seus sucedâneos, manufaturados; fumo (tabaco)
"homogeneizado" ou "reconstituído"; extratos e molhos, de fumo (tabaco):
2403.10.00 Fumo (tabaco) para fumar, mesmo contendo sucedâneos de fumo (tabaco) em qualquer
proporção
2403.9 Outros
2403.91.00 Fumo (tabaco) "homogeneizado" ou "reconstituído"
2403.99 Outros
2403.99.10 Extratos e molhos
2403.99.90 Outros
3301 Óleos essenciais (desterpenados ou não), incluídos os chamados “concretos ou “absolutos”;
resinóides; oleorresinas de extração; soluções concentradas de óleos essenciais em gorduras, em óleos fixos, em
ceras ou em matérias análogas, obtidas por tratamento de flores através de substâncias gordas ou por maceração;
subprodutos terpênicos residuais da desterpenação dos óleos essenciais; águas destiladas aromáticas e soluções
aquosas de óleos essenciais
3302 Misturas de substâncias odoríferas e misturas (incluídas as soluções alcoólicas) à base de uma ou
mais destas substâncias, dos tipos utilizados como matérias básicas para a indústria; outras preparações á base de
substâncias odoríferas, dos tipos utilizados para a fabricação de bebidas
3303.00 Perfumes e águas-de-colônia
3304 Produtos de beleza ou de maquilagem preparados e preparações para conservação ou cuidados da
pele (exceto medicamentos), incluídas as preparações anti-solares e os bronzeadores; preparações para manicuros
e pedicuros
3305 Preparações capilares
3307 Preparações para barbear (antes, durante ou após), desodorantes corporais, preparações para
banhos, depilatórios, outros produtos de perfumaria ou de tocador preparados e outras preparações cosméticas,
não especificadas nem compreendidas em outras posições; desodorantes de ambientes, preparados, mesmo não
perfumados, com ou sem propriedades desinfetantes
8903 Iates e outros barcos e embarcações de recreio ou de esporte; barcos a remo e canoas
9302.00.00 Revólveres e pistolas, exceto os das posições 9303 ou 9304:
9303 Outras armas de fogo e aparelhos semelhantes que utilizem a deflagração da pólvora (por
exemplo: espingardas e carabinas, de caça, armas de fogo carregáveis exclusivamente pela boca, pistolas lança-
foguetes e outros aparelhos concebidos apenas para lançar foguetes de sinalização, pistolas e revólveres para tiro
de festim "tiro sem bala", pistolas de êmbolo cativo para abater animais, canhões lança-amarras):
9303.10.00 Armas de fogo carregáveis exclusivamente pela boca
9303.20.00 Outras espingardas e carabinas, de caça ou de tiro-ao-alvo, com pelo menos um cano liso
9303.30.00 Outras espingardas e carabinas, de caça ou de tiro-ao-alvo
9303.90.00 Outros
9304.00.00 Outras armas (por exemplo: espingardas, carabinas e pistolas, de mola, de ar comprimido ou de
gás), exceto as da posição 9307
9305 Partes e acessórios dos artigos das posições 9301 a 9304:
9305.10.00 De revólveres ou pistolas
9305.2 De espingardas ou carabinas da posição 9303
9305.21.00 Canos lisos
9305.29.00 Outros
9305.90 Outros
9305.90.10 De armas da posição 9301
9305.90.90 Outros
9306.2 Cartuchos e suas partes, para espingardas ou carabinas de cano liso; chumbos para carabinas de
ar comprimido
9306.21.00 Cartuchos
9306.29.00 Outros
9306.30.00 Outros cartuchos e suas partes
9614 Cachimbos (incluídos os seus fornilhos) e piteiras (boquilhas), e suas partes
9614.20.00 Cachimbos e seus fornilhos:
9614.90.00 Outros

NOTAS EXPLICATIVAS:

1) Quando houver divergência entre a descrição constante deste Anexo e a utilizada pela Nomenclatura Brasileira
de Mercadorias/Sistema Harmonizado, prevalecerá, sempre, para os efeitos de aplicação do adicional de alíquota, a
descrição adotada por este Anexo;

2) Os produtos sujeitos ao adicional de alíquota são os relacionados ou codificados neste Anexo, ainda que a
denominação ou codificação utilizada pelo contribuinte seja com este divergente;

Em estabelecimento varejista, caso comercialize produtos acima relacionados, como exemplo: perfume, xampu,
produtos de beleza (NCM 3304, 3305, 3306), a alíquota interna é de 17% (dezessete por cento) com adicional de
2% (dois por cento), totaliza-se em 19% (dezenove por cento). Neste caso,
o contribuinte deverá emitir documento fiscal com a alíquota de 19%.

O valor correspondente ao adicional na alíquota do ICMS é calculado mediante a aplicação do percentual de 2%


(dois por cento) sobre o valor da base de cálculo do ICMS relativa à operação ou à prestação sujeitas à alíquota do
ICMS acrescida do adicional.

O valor correspondente ao adicional na alíquota do ICMS deverá ser pago por meio de documento de Arrecadação
– DARE distinto, no código de arrecadação 414-6 “Adicional ICMS 2% - Lei nº 15.505/2005”, com o código de
apuração “045” – Adicional ICMS 2% - Normal, quando se tratar de adicional relativo à operação ou a prestação
sujeitas ao regime normal de tributação.

O valor correspondente ao adicional na alíquota do ICMS deverá ser pago até a data de vencimento do ICMS.

O valor pago correspondente ao adicional na alíquota do ICMS, relativo a operação ou a prestação sujeitas ao
regime normal de tributação, constitui crédito do ICMS a ser apropriado no período de apuração correspondente ao
mês de efetivo pagamento, devendo ser registrado no livro Registro de Apuração do ICMS, com menção do número
do documento de arrecadação, no campo “Outros Créditos”.

Fundamento legal: Lei n. 14.541, de 30 de setembro de 2003 ; Art. 1º, § 3º do Anexo IX do RCTE; Instrução Normativa nº 784/2006 –
GSF e demais citad