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Banco de Questões 9
Tema: Em Trânsito

B
Soluções
1.
1.1.
1

1.2.

1.3.

2. Não. Diminuem os tempos que levamos a percorrer essas distâncias já que a rapidez média
a que os veículos de transporte modernos se deslocam são maiores.
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3. Porque a velocidade se mantém praticamente constante (somos sensíveis à variação de
velocidade) e sem referencial exterior próximo que nos leve a “dar conta” de que vamos
depressa.

4. A

5. D

6. Significa que “aponta para um certo lado”: além da magnitude ou valor tem direcção e
sentido. 2

7. B

8. D

9. C

10. B

11. C

12. B

13.

13.1. A trajectória descrita por cada um dos carros é rectilínea porque a velocidade não
varia em direcção.

13.2. Em (A) os carros deslocam-se na mesma direcção e sentido com uma velocidade de
igual magnitude. Em (B) os carros deslocam-se na mesma direcção, em sentidos
contrários e com velocidade de igual magnitude. Em (C) os carros deslocam-se em
direcções perpendiculares e com velocidade de igual magnitude.

14.

14.1.

15km km 15 15  60
rapidez média    km / h  km / h  36km / h
25 min 1 1 25
25  h 25 
60 60

36000 m
36 km/h   10 m/s
3600 s

14.2. Direcção horizontal; sentido de A para B; magnitude 10 m/s.

15.
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15.1. Rapidez média do automobilista:


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1,2 km 1,2 km
rapidez média    48 km/h
1,5 min 1
1,5  h
60

É provável que o automobilista não tenha ultrapassado o limite de velocidade, uma vez que
a sua rapidez média é inferior a 60 km/h. Mas não é possível garantir com toda a certeza que
ele tenha ultrapassado o limite, pois pode ter andado muito depressa num pequeno
intervalo de tempo...

15.2. 3

1,2 km
55 km/h 
tempo
1,2 km
tempo   0,021818 h  0,021818  3600 s  78,5 s  79 s
55 km/h

Demoraria 79 s.

16.

16.1. 1 min 3,25 s = 1 × 60 + 3,25 = 60 + 3,25 = 63,25 s

100 m
rapidez média   1,58 m/s  1,6 m/s
63,25 s

16.2.

1 1
1,58  km 1,58 
1,58 m 1000 1000 1,58  3600
1,58 m/s    km/h= km/h=5,7 km/h
1s 1 1 1  1000
1 h 1
3600 3600

16.3. Não, se a piscina tiver um comprimento inferior a 100 m. A velocidade variou, até em
sentido, quando a nadadora mudava o sentido em que se deslocava.

17.

17.1. A Inês andou 200 m durante 90 s. Permaneceu parada durante os 90 s seguintes. Em


seguida, começou novamente a deslocar-se até que chegou à escola 360 segundos
depois de ter partido de casa, andando mais 200 m (estes 200 m finais foram
percorridos em 180 s = 2 min).

17.2.

200 m
rapidez média   2,2 m/s
90 s
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17.3. Entre 0 s e 90 s, a rapidez foi 2,2 m/s.


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Entre 90 s e 180 s, a rapidez foi 0 m/s.

Entre 180 s e 360 s, a rapidez foi:

400 m  200 m 200 m


rapidez média    1,1 m/s
360 s  180 s 180 s

Logo, pode concluir-se que a Inês se deslocou mais depressa nos primeiros 90 segundos.

18.
4
18.1. 2,8 m

18.2. Entre os 4 s e os 6 s, porque a distância percorrida não variou nesse intervalo de


tempo.

18.3. 6,0 m

18.4. Diminui dos 0 s aos 4 s. Manteve-se nula entre os 4 s e os 6 s (móvel parado).


Aumentou dos 6 s aos 10 s.

19.

19.1. 0,4m

19.2. Do gráfico, conclui-se que o aluno passou da distância de 0,55 m para 1,30 m, nesse
intervalo de tempo, com rapidez constante:

1,30 m

0,55 m

1,30 m  0,55 m
rapidez   0,375 m/s  0,40 m/s
4,0 s  2,0 s

19.3. Permaneceu parado desde o instante inicial até cerca do instante 1,5 s. Depois teve
movimento uniforme (velocidade constante) desde este instante até ao instante 4,5 s,
afastando-se do sensor. A seguir permaneceu parado até cerca do instante 7,0 s. A
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partir daqui voltou a mover-se com movimento uniforme, afastando-se do sensor.


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20.

20.1. 0 m/s

20.2. 4,0 m/s

20.3. O rapaz moveu-se com aceleração constante até cerca de 3,5 s. Depois a sua
aceleração diminuiu até se anular no instante 5 s. A velocidade manteve-se constante
e, portanto a aceleração foi nula, entre os 5s e os 6 s. A aceleração passou a ser
oposta à velocidade a partir dos 6 s, já que a velocidade passou a diminuir. 5

20.4. Entre os 0 s e os 3 s: 3,0 m/s – 0,0 m/s = 3,0 m/s

Entre os 5 s e os 6 s: 4,0 m/s – 4,0 m/s = 0,0 m/s

20.5. Durante 1 s (dos 5 s aos 6 s)

20.6. A velocidade diminuiu até se anular no instante 8 s.

20.7. Tem o sentido da velocidade, porque a magnitude da velocidade está a aumentar.

20.8. Tem o sentido oposto ao da velocidade, porque a magnitude da velocidade está a


diminuir.

3,0m / s  0,0m / s 3,0m / s


20.9. aceleração    1,0m / s 2
3,0m / s  0,0m / s 3,0s

21.

21.1.

rapidez
(km/h) 100

80

60

40

20

0
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
tempo (s)

21.2. O carro tem movimento uniforme dos 0 s aos 20 s. Depois acelera até aos 60 s e tem
novamente movimento uniforme entre os 60 s e os 80 s. Após os 80 s volta a acelerar.

21.3. 30 km/h
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21.4. 50 km/h
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21.5. 0 km/h

21.6. Dos 0 s aos 20 s e dos 60 s aos 80 s.

21.7. Dos 0 s aos 20 s e dos 60 s aos 80 s.

21.8. Entre esses instantes, a velocidade passou de 35 km/h para 45 km/h. Aumentou, pois,
10 km/h em 20 s. Portanto, a aceleração é:

10000m 6
10km / h
a  3600s  0,14ms 2
20s 20s

21.9.

10km / h km / h
a  0,5 = 0,5 km/h/s ou 0,5 kmh-1s-1
20s s

22. B

23. C

24. Quando a velocidade diminui por acção de uma força oposta ao movimento.

25. A aceleração, que é a da gravidade, é para baixo, porque a força gravítica actua para baixo.

26. A

27. C

28.

28.1. Na interacção entre Sol e Terra.

Na interacção entre 2 ímanes distantes.

Na interacção entre dois corpos carregados eletricamente e separados.

28.2. No batimento de uma bola de ténis com uma raqueta.

Na suspensão de um corpo de uma mola.

Quando se dobra uma pequena barra metálica.

28.3. Quando se puxa um móvel a partir do repouso aumentando a velocidade até um


certo valor.

Quando um corpo cai livremente perto do chão.


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Quando os carris do comboio obrigam este a curvar.

29. C

30. C

31. C

32. D
7
33. A

34. D

35. B

36. A

37. Em virtude da lei da acção-reacção, qualquer força exercida pela luva de um pugilista no
corpo do outro desencadeia uma força de igual intensidade do corpo na luva.

38. Não, porque uma força actua no corpo e a outra na mesa: actuam, pois, em corpos
diferentes, logo não se equilibram.

39. B

40. B

41. C

42. C

43. C

44. Aplicar duas forças (binário de forças), o mais afastadas possível do eixo de rotação da
tampa e perpendicularmente ao raio da tampa.

45.

45.1.
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45.2. A resultante é nula uma vez que o submarino está em equilíbrio.

46. Porque a água do mar é mais densa do que a água doce: isto faz com que a força de
impulsão da água na pessoa seja maior. Portanto, a resultante das duas forças aplicadas
(impulsão para cima e força gravítica para baixo) seja menor e daí a pessoa “ficar mais
leve” deslocando-se mais facilmente na água.

47. B

48. A impulsão é igual ao peso da água deslocada. Portanto, a água deslocada pesa 0,2 N, a 8
3
que corresponde uma massa de 200 g. Como a massa volúmica da água é 1,0 g/cm , os
200 g de água deslocada têm o volume de 200 cm3:

1,0 g 200 g
3

1 cm V
200 g  1 cm3
V   200 cm3
1,0 g

49. A coroa está falsificada! O peso dela é igual ao peso do bloco de ouro... Se fosse feita só de
ouro, ela teria o mesmo volume que o bloco de ouro... E o volume de água deslocado pela
coroa seria igual ao volume de água deslocado pelo bloco de ouro... Ora, isto não acontece
no esquema...

50. A distância de travagem diz respeito apenas ao tempo de travagem, enquanto que a
distância de paragem também leva em conta o tempo de reacção, pelo que esta é maior.

51. Torna maior o tempo de colisão e, como tal, menor a força de colisão.

52.

52.1. V = 90 km/h = 25 m/s

30
25
rapidez (m/s)

20
15
10
5
0
0 1 2 3 4 5 6
tempo (s)

52.2. d=0,8 s X 25 m/s


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d = 20 m
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52.3. Direcção: a da trajectória

Sentido: oposto à velocidade e ao sentido do movimento

Magnitude:

52.4. Direcção: a da trajectória

Sentido: oposto à velocidade e ao sentido do movimento


9
2
Magnitude: F = m x a F = 1000kg x 6 ms F = 6000 N

4,2s  25m / s
d travagem 
52.5. 2
d travagem  52,5m

52.6. d = 20 m + 52,5 m = 72,5 m

53.

54 km 54 000m
v    15 m/s
h 3600 s
O tempo que o carro levou a atingir a passadeira foi:
d 60m
t    4s
v 15m / s
Neste tempo a Maria caminha a distância:
1,0 m/s × 4 s =4 m ,
que é menor que metade da largura. Ora, como a passadeira tem 9 m, ela
não chega sequer ao meio, pelo que o carro, que segue na sua mão, não a
atropela.

54. A

55. CB

56.
56.1. Factores relacionados com o estado do veículo (deve ser inspeccionado
periodicamente), do condutor (se conduz sob o efeito de álcool ou drogas e se
respeita sinalização e limites de velocidade), das condições meteorológicas (se
diminuem a visibilidade e aderência do veículo à estrada) e das vias (manutenção
essencial para evitar acidentes).
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56.2. Em condições atmosféricas adversas é necessário aumentar a distância ao veículo da
frente, uma vez que a visibilidade pode ser reduzida e, caso o piso esteja molhado, a
aderência do veículo à estrada diminui.
57.
A — Falsa. […] é projectado para a frente.
B — Falsa. […] depende da velocidade de circulação do veículo e da sua massa.
C — Falsa. […] aumenta o tempo de colisão, reduzindo a pressão exercida sobre o 10
passageiro/condutor.
D — Falsa. […] maior é o tempo de travagem
E — Falsa. […] diminuindo a força de impacto.
58. O cinto de segurança, dada a sua elasticidade, aumenta o tempo de colisão. Por outro
lado, a força de impacto é distribuída por uma área maior, diminuindo a pressão exercida
sobre o passageiro/condutor.
59. … distância… segurança… mínima… evitado… reacção… instante… instante… inicia…
travagem… instante… acciona… travões… instante… pára… paragem… reacção… tempo…
travagem
60.
60.1. No instante t = 75 s.
60.2.
60.2.1. [0;30] s e [45;75] s.
60.2.2. [75;90] s
60.2.3. [30;45] s
d
60.3. rm 
t
750  250
rm 
15  0
 rm  33,33 m / s
60.4.
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61.
61.1.
61.1.1. A e B.
61.1.2. D
61.1.3. C
61.2.
FR = m xa 11
FR = 65 x (-2) = -130 N
61.3. A força tem uma intensidade de 130 N, no sentido oposto ao do movimento. Significa
que o ciclista está a travar, ou seja, a reduzir a sua velocidade.

62.
62.1.

62.2.

63.
63.1.

Intensidade: 50N; direção: diagonal (450 com F1); sentido: da esquerda para a direita e de
baixo para cima.
63.2.

28,28N

63.3. Nenhuma das forças pode representar o peso de um corpo porque nenhum dos
vectores representados tem direcção vertical e sentido de cima para baixo.
64. A inércia é a resistência que todos os corpos apresentam em alterar o seu estado de
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repouso ou de movimento rectilíneo uniforme.


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65. Os ocupantes do elevador têm tendência para continuar o seu movimento de ascensão,
pelo que sentem esta força (Lei da Inércia).
66. Verdadeiras: A, B e D; Falsas: C e E.
67.

12

68. Com o relvado molhado, o atrito é menor e a oposição ao movimento do jogador diminui,
podendo este escorregar mais.
69. Todo o corpo mergulhado num fluido sofre por parte deste uma força de impulsão vertical
com sentido de baixo para cima e intensidade igual ao valor do peso do fluido deslocado
por esse corpo.
70.
70.1. I= P – Pa
70.2. A intensidade do valor da impulsão depende da densidade do líquido no qual o corpo
é mergulhado e do volume imerso do corpo. O valor da impulsão será tanto maior
quanto maior for a densidade do líquido e quanto maior for o volume imerso.
71. Esta sensação deve-se ao facto de todo o corpo mergulhado num fluido (gás ou líquido)
ficar sujeito a uma força de impulsão vertical e de sentido de baixo para cima. Como a
água do mar é mais densa do que a água da torneira, o valor da impulsão é maior na água
do mar. Por esta razão, o peso aparente do nosso corpo é menor quando mergulhado na
água salgada, e a sensação de leveza é maior.
72.
72.1. A energia cinética de um corpo é directamente proporcional à massa do corpo e ao
quadrado da velocidade a que o corpo se desloca.
72.2.
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73.
73.1.

73.2.

13
74. Verdadeira: D; Falsas: A, B e C.

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