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CAPITULO 5 – ESTAMPAGEM

5.1 – CONCEITOS INICIAIS DA ESTAMPAGEM


Através de dois grandes grupos são classificados os processos de conformação plástica de chapas. Estes
grupos são definidos:

conformação por estampagem

reestampagem

reestampagem reversa de copos

conformação com estampagem


estampagem profunda ou
embutimento (ou estiramento)
reestampagem de caixas;

conformação rasa com estampagem

reestampagem de painéis
Classificados os processos conformação profunda com estampagem
de conformação plástica de de painéis
chapas dobramento
flangeamento
rebordamento
enrolamento
nervuramento
conformação em estanqueamento
geral.
Pregueamento
abaulamento
corrugamento
gravação
conformação de tubos

Nos processos classificados no grupo de conformação em geral, estão sempre presentes, na zona de
deformação da peca, esforços de flexão que dobram a região a ser deformada, criando tensões de tração numa
superfície e de compressão na superfície oposta. Na estampagem profunda estão associados aos esforços
típicos desse processo os esforços que caracterizam os processos de conformação em geral. Nesse processo,
verifica-se invariavelmente a ação de um dispositivo da ferramenta denominado prensa-chapas ou sujeitador,
que ocasiona o surgimento de esforços adicionais. As operações de conformação de chapas são efetuadas a
frio, utilizando-se como matéria-prima laminados delgados de aço, ligas de alumínio, ligas de cobre e outros
materiais.

5.1.1 Estampagem profunda


Os copos conformados a partir de discos planos sao de formato cilindrico, podendo se constituir de varios
cilindros de diferentes diametros, ter o fundo plano ou esferico e ter ainda as paredes laterais inclinadas,
modificando a forma do copo para o tronco de cone; de qualquer modo a forma obtida e uma figura de
revolução.

5.1.2 Conformação em geral


Na conformacao em geral, as pecas iniciais, ou seja, os esbocos podem ser simples pedacos de tiras, que serao
dobrados ou rebordados ou, entao, todos os pedacos de tubos que serao abaulado ou pregueados. Podem ser,
ainda, discos que serao estampados e depois pregueados (como a pequenas tampas metalicas de garrafas de
cerveja e refrigerantes).
5.2 MECÂNICA DA ESTAMPAGEM
A mecânica da estampagem pode ser descrita para duas condições: estampagem profunda e dobramento.

5.2.1 Estampagem profunda de chapas


As condições de estampagem são típicas quando se parte de um esboço circular, ou disco, e se atinge a forma
final de um copo. O disco metálico, por meio da ação do punção na sua região central, deforma-se em direção
à cavidade circular da matriz, ao mesmo tempo em que a aba ou flange, ou seja, a parte onde não atua o
punção mas somente o sujeitador, movimenta-se em direção à cavidade (Figura 5.3)

A pressao de sujeicao deve ser suficientemente baixa para permitir o movimento da aba do disco em direcao a
regiao central e suficientemente alta para evitar o aparecimento das rugas. Ainda na aba atuam os esforcos de
tracao, que trazem essa parte para a regiao central, denominados como tensoes de estiramento radial, e
tambem os esforcos de atrito que dependem do nivel da tensao de sujeicao, dos estados das superficies (da
chapa, da matriz e do sujeitador quanto a rugosidade superficial) e do tipo de lubrificante empregado.
Para as chapas finas a tensao de sujeicao e maior do que para as chapas mais espessas, e para as chapas
grossas nao ha necessidade de utilizar sujeitador, pois nao ocorre o enrugamento da aba.

5.2.2 Dobramento de chapas


No dobramento de uma peca inicial na forma de uma tira, os esforcos sao aplicados em duas direcoes opostas
para provocar a flexao e a deformacao plastica consequente, mudando a forma de uma superficie plana para
duas superficies concorrentes, em angulo, e formando, na juncao, um raio de concordancia (Figura 5.5).

Os esforços de conformação se concentram na região de concordância das duas superfícies. Na parte interna
da região de concordância, surgem esforços de compressão e, na externa, de tração. A eventual fratura da
peca ocorre na parte externa e o possível enrugamento na parte interna. O angulo de dobramento tem que ser
maior na operacao de conformacao do que o determinado para a peca conformada, em virtude da
recuperacao da deformacao elastica, que e tanto maior quanto maior for o limite de escoamento do material
da chapa, quanto menor for o raio de dobramento, quanto maior for o angulo de dobramento e quanto mais
espessa for a chapa.

5.3 MÁQUINAS DE ESTAMPAGEM


As maquinas de estampagem para trabalhos com chapas sao de diversos tipos, e algumas
operacoes podem ser feitas em mais de um tipo de maquina. A classificacao geral dessas maquinas
e a seguinte:
maquinas de movimento retilineo alternativo - a esse grupo pertencem as prensas
excentricas, prensas de friccao, prensas hidraulicas, prensas a ar comprimido, guilhotinas e
viradeiras retas;
maquinas de movimento giratorio continuo - laminadoras, perfiladoras, curvadoras e outros
tipos adaptados as operacoes de conformacao em geral.

5.4 FERRAMENTAS DE ESTAMPAGEM


As ferramentas de estampagem são de três tipos: ferramentas de corte, ferramentas de dobramento e
ferramentas de estampagem profunda.

5.4.1 Ferramentas de corte


As ferramentas de corte por estampagem, ou comumente denominadas "estampas de corte", são constituídas
basicamente de uma matriz e um punção (Figura 5.6).

Um parâmetro importante de projeto de ferramenta e a folga entre punção e matriz, determinada em função
da espessura e do material da chapa.

5.4.2 Ferramentas de dobramento


O dobramento é realizado em ferramentas denominadas estampos de dobramento. A Figura 5.7 apresenta
um desses estampos, que se compõe de uma parte superior (macho) e uma inferior (fêmea).

As máquinas de conformação podem, nesse caso, ser prensa excêntrica ou prensa viradeira.
Apos a deformacao, que provoca o dobramento, a peca tende a voltar a sua forma primitiva, em proporcao
tanto maior quanto mais duro for o material da chapa, devido a recuperacao
elastica. Portanto, ao se construir os estampos de dobramento, deve-se fixar um angulo de
dobramento mais acentuado, de modo que, uma vez cessada a pressao de conformacao, possa se
obter uma peca com o angulo desejado.
Para se conformar uma peca e muitas vezes necessário efetuar o dobramento por etapas, em diversos
estampos.

5.4.3 Ferramentas de estampagem profunda


A Figura 5.8 apresenta uma ferramenta de embutimento de um copo.
O disco ou esboço que se deseja embutir é colocado sob o sujeitador (ou prensas-chapas), o qual prende a
chapa pela parte externa. O punção está fixado no porta-punção e o conjunto é fixado à parte móvel da
prensa. A matriz é fixada na base, que, por sua vez, é fixada na mesa da prensa. A máquina de conformação é
uma prensa excêntrica para peças pouco profundas ou uma prensa hidráulica para embutimento mais
profundo. Na fabricacao da ferramenta, e importante a obtencao de superficies lisas e o controle das
tolerancias dimensionais do conjunto puncao-peca-matriz. Esses dois fatores, associados a uma lubrificacao
abundante, podem reduzir sensivelmente os esforcos de conformacao e o desgaste da ferramenta.

5.4.4 Materiais para ferramentas de estampagem


Os materiais de uso mais comum para o conjunto puncao-matriz sao acos-liga da categoria "acos para
ferramentas". Para os demais componentes estruturais sao normalmente utilizados acos de baixo e medio
carbono e para os elementos mais solicitados (molas, pinos, etc.) acos-liga de uso comum na construcao
mecanica. Para elevar a resistencia do desgaste, particularmente das ferramentas de corte, empregam-se
alguns tipos de metal duro (carboneto de tungstênio aglomerado com cobalto), na forma de pastilhas
inseridas em suportes de aco.

5.5 CONTROLE DO PROCESSO DE ESTAMPAGEM


O processo de estampagem de chapas metalicas e controlado por diversos fatores de natureza mecanica e
metalurgica. Entre os fatores de natureza mecanica pode-se mencionar: a forma e as dimensoes da peca, a
maquina de conformacao (o tipo de prensa empregado), a forma e dimensoes das ferramentas (puncao e
matrizes) e as condicoes de lubrificacao.
Os fatores da natureza metalurgica, relacionados ao material da peca, sao a sua composição quimica e a sua
estrutura, fatores estes que dependem, por sua vez, dos processos de fabricacao e de laminacao associados aos
tratamentos termicos de recozimento, que afetam as propriedades mecanicas do material da chapa que sao
de importancia fundamental em seu comportamento na estampagem. De natureza metalurgica e ainda a
influencia- dos tratamentos termicos de recozimento intermediarios quando o processo e dividido em
diversas etapas de estampagem.

5.6 PRODUTOS ESTAMPADOS


5.6.1 Classificação dos produtos estampados
A classificacao e muito simples e se baseia na forma da peca e, consequentemente, no tipo do processo de
conformacao aplicado, como foi descrito no item referente aos conceitos iniciais do processo.

5.6.2 Defeitos na estampagem profunda