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Portugal e Brasil: um estudo comparado acerca da distribuição de terras

Autores:
Luciene Maria Pires Pereira – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – FCL
UNESP/Campus de Assis-SP
E-mail: lucienehist@hotmail.com

A idéia de realizar uma pesquisa enfocando as diferenças e semelhanças entre o processo


de distribuição de terras em Portugal e no Brasil nasceu da necessidade de se entender como se
organizou e desenvolveu em nosso país a propriedade fundiária. A questão da distribuição de
terras no Brasil é ainda hoje um assunto controverso e polêmico, e que envolve vários setores da
sociedade em um debate que parece estar longe de chegar a uma solução que satisfaça a
sociedade e o governo. Não é nossa intenção neste trabalho apresentar soluções para os conflitos
que envolvem a terra hoje em dia, mas sim apontarmos os caminhos percorridos pelo nosso país
e que influenciaram a situação atual.
Para tanto, voltamos nosso olhar para o início de nossa colonização, período no qual a
política administrativa implantada aqui primou pela adoção de um sistema de distribuição de
terras semelhante ao já utilizado no próprio Reino e nas ilhas do Atlântico. Trata-se do sistema
de sesmarias, pelo qual um lote de terra era entregue a um indivíduo responsável pelo
desenvolvimento produtivo da área.
Esse sistema baseava-se em uma legislação criada em 1375 em Portugal pelo então rei
D. Fernando I a fim de solucionar os problemas enfrentados pelo Reino no século XIV, dentre
os quais destacamos a escassez de alimentos. A chamada Lei de Sesmarias de 1375 aplicada em
Portugal tinha como princípio uma política de reestruturação do sistema fundiário no país,
fixando os trabalhadores à terra com o objetivo de estimular a produção.
Portanto, de acordo com Roberto Smith1,

A Lei das Sesmarias deve ser entendida dentro do quadro que decorre da
grande desestruturação por que passou a organização da propriedade fundiária
em Portugal, após a peste de 1348-50, que despovoou o campo e gerou grandes
áreas abandonadas. Significa também o fato de que ela visava a regulamentar o
uso e a exploração das extensas terras estatais e da Igreja. A Lei das Sesmarias
deve ser entendida, portanto, dentro do quadro geral de um sistema produtivo
que o Estado pretendia organizar, a partir de uma forma de domínio
condicionado. (apud DUARTE JÚNIOR, 2003, p.7).

De acordo com essa lei, todo proprietário de terra deveria torná-la produtiva sob pena de
perdê-la para outro indivíduo, sujeito às mesmas obrigações e penalidades. Tinham para isso o

1
SMITH, Roberto. Propriedade da terra & transição. São Paulo : Brasiliense, 1990.
Texto integrante dos Anais do XIX Encontro Regional de História: Poder, Violência e Exclusão. ANPUH/SP-USP. São Paulo, 08 a 12 de setembro de 2008. Cd-Rom.
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auxílio do Reino, que fixava medidas como, por exemplo, limitar a criação de gado, importante
instrumento para o desenvolvimento da lavoura, à sua necessidade nos trabalhos da terra.

(...) Teemos por bem, e damos-lho por sesmeiro em essa Villa e termo, que
possa dar as ditas sesmarias aas pessoas, que elle vir e entender, que as melhor
e mais cedo lavrarôm, e aproveitarôm. Ao qual Álvares Gonçalves nós
mandamos, que ante que elle dê os ditos beens de sesmarias, mande lançar
pregooes, e edictos, per quatro ou cinquo dias, em a dita Villa d´Estremoz, e
nas Villas das Comarcas d´arredor, que aquelles, cujos os ditos beens forem, e
a que per direito perteencerem, que attaa huum anno os vaao lavrar e
aproveitar, ou os vendam, ou os dem de foro a taaes pessoas, que os lavrem, e
aproveitem, e corregam. E nom fazendo assy como dito he ataa o dito tempo,
mandamos que o dito Álvaro Gonçalves os dê , e possa dar de sesmaria a
quaeesquer pessoas, que elle entender, que os melhor, e mais cedo poderom
lavrar, e adubar, e aproveitar, pela guisa que forom, e milhor ser milhor
poderem; e que as pessoas, a que assy forem dados os ditos beens de sesmaria,
os lavrem como dito he, e os ajam, e possuam, e logrem pero todo sempre,
como sua cousa própria, sem outro nenhuu embargo, que lhe sobre ello seja
posto. (Ordenações Afonsina. Livro IV., p. 296-297).

Vale ressaltar que não só os proprietários de terras estavam sujeitos a essa legislação,
pois, como já foi dito anteriormente, essa era uma medida que buscava a reorganização do país
e, portanto, todos deveriam estar comprometidos com ela. Desse modo, a Lei de Sesmarias
afetou também aqueles que desempenhavam outros ofícios considerados menos importantes
para o bem-estar do Reino, sendo o mesmo válido para os mendigos e ociosos. Ou seja, a
sociedade, em número significante, foi compelida a voltar seus esforços para o trato com a terra.
Com relação aos resultados obtidos com a criação e implantação da Lei de Sesmarias em
Portugal, as opiniões são controversas. De acordo com Antônio Sérgio, existia em Portugal uma
oposição entre os interesses da sociedade portuguesa, demonstradas pela política de D.
Fernando, que ao mesmo tempo em que elaborou uma legislação visando o desenvolvimento da
agricultura, criou também mecanismos para incentivar as atividades comerciais marítimas. Esse
incentivo ao comércio marítimo, aliado ao fato de que a nobreza portuguesa não estava
interessada em acompanhar e dirigir os trabalhos no campo nos leva a crer que havia em
Portugal o predomínio dos interesses mercantis, motivado por uma parcela da população que
posteriormente, conseguirá se sobrepor às demais. (SÉRGIO, s.d.).

Se as leis agrárias de D. Fernando não deram resultados apreciáveis, porque


muitas causas as contrariavam (entre as quais o caráter da fidalguia [cuja triste
situação econômica, e conseqüente dependência em relação aos monarcas, já
encontramos documentada nas canções de escárnio dos cancioneiros]), as do
comércio marítimo, pelo contrário, garantem a vitória do Transporte, que deu
em resultado a descoberta do globo,a moderna sociedade capitalista, a
realização progressiva do mercado mundial. (SÉRGIO, s.d. p. 30)

Texto integrante dos Anais do XIX Encontro Regional de História: Poder, Violência e Exclusão. ANPUH/SP-USP. São Paulo, 08 a 12 de setembro de 2008. Cd-Rom.
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Apesar da imprecisão acerca dos resultados obtidos com a Lei de Sesmarias em Portugal,
o fato é que no momento da colonização do Brasil essa lei foi retomada e aplicada nas terras
brasileiras, com algumas modificações, numa tentativa de organizar a nossa produção.
Não podemos deixar de mencionar aqui a existência de uma historiografia que discute as
circunstâncias que envolveram o processo de colonização do Brasil e que não pode ser
desprezada por aqueles que procuram compreender a nossa história. Destacamos nessa
historiografia nomes como o de Caio Prado Júnior2, que desenvolveu uma teoria na qual o Brasil
– diga-se aqui o Brasil da década de 40, período no qual sua tese é desenvolvida – como
resultado do seu processo colonizador, que teve um caráter mercantil e se enquadrou no
contexto econômico europeu do século XVI. Essa teoria, denominada posteriormente de
“sentido da colonização” foi defendida e aperfeiçoada por nomes como Celso Furtado e
Fernando Novais, vigorando por várias décadas como linha mestra das análises acerca do Brasil
colonial.
A partir da década de 70 essa teoria começou a ser fortemente combatida por nomes
como Ciro Flamarion Cardoso e Jacob Gorender. A tese de Ciro Flamarion desprezava a teoria
da dependência e a idéia de colônia e fundamentava-se no que o autor denominou de modo de
produção escravista colonial, uma hipótese que entendia o Brasil e as demais sociedades
coloniais “como elementos integrantes (e até mesmo complementares e dependentes) da
economia européia” (FRAGOSO e FLORENTINO, 2001, p. 32), mas que possuíam estruturas
internas que não podem ser deixadas de lado ao se analisar nosso passado colonial.
A Ciro Flamarion seguiu-se Jacob Gorender3, que critica Caio Prado e seus seguidores,
na medida em que estes enfatizam a transferência do excedente colonial. A tese de Gorender é
de que existia na colônia uma acumulação de produção e um mercado interno, nascido a partir
dessa produção que não visava os mercados europeus. A partir dos trabalhos de Ciro Flamarion
Cardoso e Jacob Gorender, novos estudos começaram a surgir, fortalecendo essa tendência
historiográfica que rompia com a escola nascida com Caio Prado Jr.
Tendo em mente essa discussão acerca das circunstâncias em que ocorreu a colonização
do Brasil, e ressaltando que essa discussão estava na verdade influenciada por uma questão
política – que não cabe discutirmos aqui devido à falta de um conhecimento mais profundo e até
mesmo de espaço – analisamos o processo de formação de nossa sociedade a partir da estrutura
política e administrativa que foi aqui instalada, sobretudo, a política com relação às terras
brasileiras, que foi a base de nossa colonização.

2
PRADO JÚNIOR. Formação do Brasil Contemporâneo : colônia. São Paulo : Brasiliense, 2004.
3
GORENDER, Jacob. O Escravismo Colonial. São Paulo, Ática, 1978.
Texto integrante dos Anais do XIX Encontro Regional de História: Poder, Violência e Exclusão. ANPUH/SP-USP. São Paulo, 08 a 12 de setembro de 2008. Cd-Rom.
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Portugal não possuía condições, tanto financeira quanto populacional, para empreender
uma colonização em um território amplo, como era o caso de sua possessão americana. Por essa
razão, para promover a ocupação das terras brasileiras, entregou a tarefa de colonizá-las a
particulares, que viam nas terras brasileiras uma nova opção para obter ou aumentar a sua
riqueza por meio da produção. (MENDES, 1996). Entretanto, isso não significa que a coroa não
esteve presente no processo de colonização e desenvolvimento do Brasil. Ao contrário, a
presença do Estado português se faz presente durante todo o processo de colonização, sendo o
responsável pelos tipos de relações que se iniciavam no Brasil.
A partir da experiência com a implantação da Lei de Sesmarias no Reino, Portugal optou
por adotar aqui a mesma solução já utilizada anteriormente quando da colonização das ilhas do
Atlântico no século XV, ou seja, o sistema de repartição da terra por meio das sesmarias. Por
este sistema, o rei de Portugal dividiu o território brasileiro em capitanias hereditárias e os
distribuiu àqueles que demonstraram interesse em vir para esta terra, os chamados capitães
donatários, os quais, por sua vez, deveriam ocupar uma parte dessas terras e dividir o restante
entre os demais colonos, entregando as terras em sesmarias. O objetivo desse sistema era o
desenvolvimento da produção nessa região.
Documentos importantes no estudo do sistema de sesmarias no Brasil são as Cartas e
Forais de doação, que eram entregues pelo rei ao capitão donatário quando da concessão das
capitanias. Por meio destas cartas e forais podemos identificar os princípios que caracterizaram
a doação de terras no Brasil e identificar as diferenças e semelhanças entre o desenvolvimento
desse sistema aqui e em Portugal, onde ele foi criado, tendo-se em mente, é claro, que se trata de
dois contextos distintos.
De acordo com as Cartas e Forais de doação, o tamanho da propriedade entregue a cada
capitão donatário era variável. No caso de Duarte Coelho, por exemplo, foram entregues ao seu
governo sessenta léguas de terras brasileiras, já a Martin Afonso, a quem coube a capitania de
São Vicente, foram entregues cem léguas de terras e a Jorge de Figueredo Corrêa, governador da
capitania de Ilhéus, cinqüenta léguas de terras. (Biblioteca Nacional, 1929).
A respeito da escolha dos indivíduos a quem as terras brasileiras seriam entregues, no
caso dos homens que recebiam uma capitania e o título de capitão donatário, estes eram
geralmente homens de posses, interessados em aumentar seus rendimentos por meio da
produção (MENDES, 1996). Com relação aos colonos que posteriormente vieram para o Brasil
e requisitaram aos capitães donatários um pedaço de terra, isto é, uma sesmarias, o que é
apontado pela historiografia é que a única exigência feita para que a concessão fosse possível
era que o requerente fosse cristão. No entanto, na prática, era preciso ter recursos para possuir
um lote de terras no Brasil, pois a finalidade dessa divisão do território era o completo
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aproveitamento das terras, com o desenvolvimento da atividade agrícola no país, e para que isso
fosse possível, era preciso investir na terra, na medida em que essas terras não possuíam uma
estrutura pronta como em Portugal, onde as terras utilizadas para sesmarias apesar de
abandonadas, em outros tempos já haviam sido trabalhadas.
Seguindo os critérios da lei de 1375, a doação de terras no Brasil era feita em caráter
vitalício, isto é, a terra não poderia ser alienada em hipótese alguma, e hereditário, sendo que em
caso de morte, o filho mais velho do sexo masculino a herdaria.
As Cartas e Forais de doação das terras brasileiras continham os princípios sobre os
quais estas terras eram submetidas ao governo do capitão, bem como os princípios que este
deveria seguir ao repartir essas terras entre os colonos. Determinavam também os direitos e
deveres de um capitão donatário e dos sesmeiros que eram confirmados pelos Forais, os quais
continham também os aspectos relativos aos tributos que deveriam ser pagos à coroa e ao
capitão no caso das terras concedidas em sesmarias.
Dentre os direitos dos capitães destacamos a posse de uma parcela da terra da dita
capitania, o poder de exercer a justiça cível e criminal em caráter vitalício e hereditário, poder
para a criação de Vilas e povoados, exclusividade sobre a construção de engenhos e o direito de
redízima. Sua principal obrigação era distribuir a terra em forma de sesmarias, sendo que aos
que recebiam essas sesmarias estava inclusa a condição de tornar a terra produtiva em um
determinado tempo, sob o risco de perdê-la.
As terras concedidas aos capitães no Brasil não eram tributadas, ou seja, eram isentas de
taxas e impostos, exceto o Dízimo que deveria ser pago à Ordem de Cristo. Sobre as terras que
estes entregassem aos colonos em sesmarias, teriam direito ao redízimo sobre todas as rendas
que eram pagas à Ordem ou ao rei, e não poderiam criar nenhum imposto ou taxa além dos já
determinados nos Forais.
Percebemos, ao analisarmos as Cartas e Forais de doação de terras no Brasil, que a
intenção da coroa com relação ao Brasil era a organização da produção, assim como em
Portugal em outros tempos. No entanto, com a finalidade de inserir o Brasil nas atividades
comerciais européias, fazendo de Portugal uma nação mais competitiva dentro desse cenário das
relações comerciais. Os esforços da coroa, as determinações presentes nesses documentos
apontam para a importância que as terras brasileiras adquiriram para a manutenção do reino e
consolidação dos seus objetivos.
Apesar de a historiografia considerar que o resultados da implantação da lei de 1375 em
Portugal não foram suficientes para resolver os problemas do país, não podemos afirmar que o
mesmo aconteceu com sua implantação no Brasil. Se por um lado não se pode afirmar com
certeza que houve uma constante evolução política e econômica, por outro lado não se pode
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negar que o Brasil foi colonizado, a produção organizada e uma estrutura administrativa criada.
O sistema de sesmarias, pode-se dizer, foi o responsável pela organização da produção
do país, perdurando por mais três séculos após sua implantação, até meados do século XIX
quando as terras no Brasil deixaram de ser doadas e passaram a ser vendidas. Sendo assim, a
própria duração do regime é uma prova da sua eficácia.
Diante do que foi exposto até aqui, não podemos incorrer no erro de afirmar que o que
houve no Brasil quando da sua colonização foi uma mera reprodução do que ocorreu em outras
épocas e em outras partes da Europa. Não se pode afirmar com exatidão, por exemplo, que um
modelo de ocupação que visava o estabelecimento de um sistema político e econômico com o
objetivo de produzir, sobretudo, para atender necessidades comerciais, em detrimento de uma
produção em larga escala para suprir necessidades internas, possa ser comparado ao que foi feito
em Portugal na época de D. Fernando I, o qual acreditava ter encontrado a solução para os
problemas internos de seu reino.
Na verdade, o que podemos concluir após a análise da legislação criada e adotada no
século XIV em Portugal e dos documentos de doação de terras no Brasil a partir do século XVI
é que tanto em Portugal quanto no Brasil o objetivo das sesmarias era organizar a produção.
A diferença que vai marcar os dois momentos históricos em questão está nos objetivos
pretendidos por Portugal com a adoção da lei de 1375 no reino e posteriormente em suas terras
na América. No caso de Portugal, o que se pretendia com a implantação de uma lei que fixava
os trabalhadores na terra era restabelecer a ordem no Reino por meio da reorganização do
sistema fundiário e a retomada das atividades agrícolas.
Com relação ao Brasil, no momento de sua colonização, Portugal precisou criar aqui
toda uma estrutura administrativa, haja vista que, ao contrário do que ocorrera no Reino no
século XIV, no Brasil tudo estava por fazer. Sendo assim, visando organizar as atividades
produtivas de nosso país de modo a fortalecer o poderio comercial de Portugal, a Coroa
portuguesa retoma uma antiga legislação que, ao seu entender, seria a maneira mais eficaz de
garantir o sucesso de seu empreendimento, espelhada no sucesso obtido em outras possessões.
Desse modo, a transposição do modelo de organização e administração fundiária português para
as terras brasileiras acabou por determinar o tipo de propriedade no Brasil, isto é, um tipo de
propriedade baseada no latifúndio, na monocultura e no trabalho escravo.

Texto integrante dos Anais do XIX Encontro Regional de História: Poder, Violência e Exclusão. ANPUH/SP-USP. São Paulo, 08 a 12 de setembro de 2008. Cd-Rom.
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