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9.

Práticas Culturais
9.1 Amontoa
• A amontoa consistem em colocar terra em ambos os lados da linha ou
fila de plantas, formando um camaleão com cerca de 20 cm de altura.

• Realizado quando as plantas tiverem as hastes com 25-30 cm de


altura, aproximadamente 25-30 dias após o plantio.

• Objetivo é elevar o no de tubérculos, oferecendo um maior volume de


solo a planta, e também evitar o esverdeamento.
9.1 Amontoa

• Pequenas áreas – enxada.

• Médias e grandes áreas – sulcadores especiais, tracionados por


animais ou trator.

*Dependendo da intensidade das chuvas e do estado vegetativo da


cultura, pode ser feita a 2a amontoa, aos 60 dias de plantio, para que os
tubérculos não fiquem esverdeados, ou seja, expostos à luz.
9.1 Amontoa
9.1 Amontoa
Adubação antes da amontoa
9.1 Amontoa
9.1 Amontoa
9.1 Amontoa
9.1 Amontoa
9.1 Amontoa
9.1 Amontoa
9.1 Amontoa
9.1 Amontoa
9.3 Controle de plantas daninhas

• Manejo preventivo
• Manejo cultural (espaçamento, cultivar)
• Manejo biológico (insetos e alelopatia)
• Manejo manual (enxada)
• Manejo mecânico (cultivadores)
• Manejo integrado (mais de um método)
• Manejo químico (herbicidas)
Principais herbicidas registrados para
a cultura da batata

Fonte: Guimarães (2003)


Principais herbicidas registrados para
a cultura da batata

*Consultar agrofit Fonte: Guimarães (2003)


9.4 Dessecação das ramas
• Objetivos:
–Produção de batata-semente de menor tamanho.
–Produção de batata-semente livre de doenças.
–Uniformizar a maturação.
–Controlar plantas daninhas.
–Evitar a proliferação de nematóides.
–Evitar podridão dos tubérculos por fungos de solo.
–Melhorar a conservação pós-colheita.
–Facilitar a colheita.
• Pode ser usada dessecação química e destruição mecânica.
• Os dessecantes tem que promover a rápida e total dessecação
de folhas e hastes, sem causar nenhum dano aos tubérculos.

Fonte: Filgueira (1987)


9.4 Dessecação das ramas
• São poucos os produtos registrados
• Produto para dessecação:
– Glufosinato de amônio (FINALE)
• Para batata-consumo utilizar 2,0 L/ha + 0,7 L/ha de adjuvante HOEFIX, sobre
as ramas da cultura, 15 dias antes da colheita.
• Para batata-semente utilizar 2,0 L/ha + 0,7 L/ha de adjuvante HOEFIX, 70 dias
após a emergência. Iniciar a colheita 15 dias após a aplicação.

–Diquat (REGLONE)
• Dose 1,5-2,5 L/ha, não usar espalhante e não pulverizar quando o solo estiver
seco e as ramas murchas.
–Paraquat (DISSEKA, GRAMOXONE)
• Dose 1,5-3,0 L/ha, não usar espalhante e não pulverizar quando o solo estiver
seco e as ramas murchas.
10. Principais Doenças
10.1 Doenças causadas por fungos

• Requeima – Phytophthora infestans


–Sintomas:
• Principal dano é nas folhas.
• Manchas pequenas de cor marrom, localizadas nos
bordos.
• Ataca toda a folha, tecido fica encharcado e descolorido.
• Rápida decomposição dos tecidos.
10.1 Doenças causadas por fungos

• Requeima – Phytophthora infestans


10.1 Doenças causadas por fungos

• Requeima – Phytophthora infestans


10.1 Doenças causadas por fungos

• Requeima – Phytophthora infestans


–Condições favoráveis :
• Temperatura entre 6 e 24 ºC (ótima 12ºC)
• Chuva, orvalho e neblina
• Alta umidade relativa do ar

– Disseminação:
• Vento
10.1 Doenças causadas por fungos
• Requeima – Phytophthora infestans
–Controle :
• Uso de batata-semente sadia.
• Destruição de fontes de inóculo: destruir as ramas das plantas 2
semanas antes da colheita, visando a desidratação e a morte do
fungo e eliminar os tubérculos infectados antes do armazenamento.
• Aplicar fungicidas preventivamente à partir dos 10 a 15 cm de altura
da planta (mancozeb, maneb, clorotalonil, ridomil e cimoxamil).
• Uso de cultivares resistentes: IAC Aracy e IAC Itararé (altamente
resistente); Achat, Aracy, Delta S e Baraka (moderadamente
resistente); Bintje, Jätte-Bintje, Baronesa e Radosa (baixa resistência).
• Manter circulação de ar adequada e baixa temperatura no
armazenamento.
10.1 Doenças causadas por fungos
• Mancha de alternária ou Pinta-preta – Alternaria solani
–Sintomas:
• Principal dano ocorre nas folhas (velhas).
• Pequenas manchas ou pintas de cor marrom-escura, de
formato irregular.
• Alastra-se por todo o tecido da folha.
• Tecido necrótico.
• Tubérculos (raro) com lesões escuras.
• Deprimidas e circular.
• Seca a polpa logo abaixo da lesão.
10.1 Doenças causadas por fungos
• Mancha de alternária ou Pinta-preta – Alternaria solani
10.1 Doenças causadas por fungos
• Mancha de alternária ou Pinta-preta – Alternaria solani
–Condições favoráveis:
• Temperatura ótima entre 25 e 35 ºC.
• Chuva em excesso.

–Disseminação:
• Vento
• Insetos
• Batata-semente
• Respingos de chuva
• Ferimentos nos tubérculos
10.1 Doenças causadas por fungos
• Mancha de alternária ou Pinta-preta – Alternaria solani
–Controle:
• Cultural – rotação de culturas, manejo adequado da
irrigação e nutrição adequada das plantas.

• Uso de cultivares resistentes: IAC Aracy, IAC Itararé e


Aracy (altamente resistente); Achat, Delta S e Bakara
(moderadamente); Jätte-Bintje, Baronesa e Radosa (baixa
resistência.

• Controle químico: Chlorotalonil, mancozeb, maneb,


iprodione, oxicloreto de cobre.
10.2 Doenças causadas por Bactérias
• Murcha bacteriana – Ralstonia solanacearum
–Sintomas:
• Murcha das folhas, à partir da amontoa.
• Murcha parcial ou total da planta, inicialmente em
reboleira.
• Amarelecimento e nanismo em planta com baixa
infestação.
• No tubérculo, descoloração dos vasos, onde sob pressão
dos dedos, exsuda um pus bacteriano de cor creme.
• Teste do copo, com o caule: filete de pus bacteriano.
10.2 Doenças causadas por Bactérias
• Murcha bacteriana– Ralstonia solanacearum
10.2 Doenças causadas por Bactérias
• Murcha bacteriana– Ralstonia solanacearum
10.2 Doenças causadas por Bactérias
• Murcha bacteriana– Ralstonia solanacearum
10.2 Doenças causadas por Bactérias
• Murcha bacteriana– Ralstonia solanacearum
–Condições favoráveis:
• É um patógeno de solo.
• Sobrevive nas raízes de outras culturas (tomate, feijão,
repolho, etc...).
• Temperatura elevado do solo favorece a sobrevivência.

–Disseminação:
• Principalmente tubérculos com infecções latentes.
10.2 Doenças causadas por Bactérias
• Podridão mole ou Canela Preta – Erwinia spp.
–Sintomas:
• Podridão mole do tubérculo: inicia-se nas lenticelas.
• Podridão das ramas: pode estender-se para os pecíolos e
folhas.
• Canela-preta: resultado do apodrecimento da batata-
semente e a podridão evolui para a parte aérea.
10.2 Doenças causadas por Bactérias
• Podridão mole ou Canela Preta –
(Erwinia ou Pectobacterium ou Dikeya)
10.2 Doenças causadas por Bactérias
• Podridão mole ou Canela Preta
10.2 Doenças causadas por Vírus
• Virus do enrolamento da folha da batata (PLRV).
–Vetor: pulgão Myzus persicae

–Infecção primária:
• Inexistência de sintomas evidentes (infecção latente).
– Ocorre na fase em que a cultura fecha as entrelinhas de plantio.
– Os sintomas são mascarados pela condição de maturidade e de
senescência das plantas, porém, o vírus transloca-se para os
tubérculos.
• Presença de sintomas apicais ou primários.
– Plantas com folhas amarelada, enroladas e lanceoladas.
10.2 Doenças causadas por Vírus
• Virus do enrolamento da folha da batata (PLRV).
–Infecção secundária:
• Os sintomas são mais severos que o primário.

• Planta pequena, amarelecimento internerval, enroladas,


quebradiças ou encarquilhadas e tubérculos pequenos.
10.2 Doenças causadas por Vírus
• Vírus do enrolamento da folha da batata (PLRV).
• Nematóides – Meloidogyne e Pratylenchus
– Observação:
• Meloidogyne causa galhas nas raízes e tubérculos.
• Pratylenchus causa pequenas e numerosas pintas.

– Controle:
• Inseticidas e nematicidas granulados. sistêmicos aplicados
no sulco de plantio.
• Nematóides – Meloidogyne e Pratylenchus

Meloidogyne Pratylenchus
Fungicidas recomendados para batata
PULVERIZAÇÃO
Nome Técnico Produto Doenças Dose do Obs.
comercial P.C.
Bromucolanzole CONDOR 200 SC 3 75 Iniciar as aplicações após 30
mL/100L dias da germinação e repetir
a cada 14 dias.
captan CAPTAN 500 PM 3,6 240/100L 700 a 1000 L/ha

captan ORTHOCIDE 500 6 1,6-2,5 700 a 1000 L/ha700 a 1000


kg/ha L/ha

Chlorotalonil+ DACOBRE PM 3,6 3,0-4,0


kg/ha
oxicloreto de
cobre
clorotalonil BRAVONIL 750 3,6 1,5-2,0 Aplicar após a emergência e
PM kg/ha a cada 7 dias

1 – Mofo branco 5 – Podridão mole


2 – Mofo cinzento 6 – Requeima
3 – Pinta preta 7 – Rizoctoniose
4 – Podridão de esclerócio
Fungicidas recomendados para batata
PULVERIZAÇÃO
Nome Técnico Produto Doenças Dose do Obs.
comercial P.C.
Cymoxanil+ CURZATE M + 6 1,5-2,0 Aplicar sempre que houver
ZINCO kg/ha condições favoráveis.
Maneb+
sulfato de Usar 1000 L de calda/ha
zinco
difenoconazole SCORE 3 0,3 L/ha Aplicar aos 1os sintomas e e
quando houver reinfecção.
(máx. 6)
dimethomorph FORUM 3,6 0,4-1,0 Aplicar sempre em mistura
L/ha com Dithane a 2 kg/ha e
repetir a cada 7-10 dias.
fluazinam FROWNDICE 500 6 2,5 kg/ha Aplicar após a emergência e
SC a cada 7 dias. Usar 600 L de
calda/ha

1 – Mofo branco 5 – Podridão mole


2 – Mofo cinzento 6 – Requeima
3 – Pinta preta 7 – Rizoctoniose
4 – Podridão de esclerócio
Fungicidas recomendados para batata
PULVERIZAÇÃO
Nome Técnico Produto Doenças Dose do Obs.
comercial P.C.
mancozeb DITHANE PM 3,6 3,0 kg/ha

mancozeb MANZATE 800 3 3,0 kg/ha Aplicar quando as plantas


tiverem 5-20 cm de alt. E
repetir a cada 5-10 dias.
mancozeb+ RIDOMIL- 6 2,5 kg/ha Aplicar no máx. 4 vezes.
MANCOZEB BR
metalaxyl
mancozeb+ CUPROZEB 3,6 200 g/ Aplicar quando as plantas
100L tiverem 15 cm e repetir a
oxicloreto de
cada 7 dias.
cobre
oxicloreto de vários 3,6
cobre

1 – Mofo branco 5 – Podridão mole


2 – Mofo cinzento 6 – Requeima
3 – Pinta preta 7 – Rizoctoniose
4 – Podridão de esclerócio
Eliminação ou Redução
do inóculo inicial

-Escolha da época e do local de plantio


-Plantio de batata-semente certificada e tratada
-Rotação de cultura
-Cultivo “in vitro”
-Solarização do solo
-Termoterapia
-Resistência vertical
-“Rouguing”
Redução da taxa de doença no campo

-Resistência Horizontal
-Controle químico
-Controle da irrigação
-Rotação de culturas
-Sistema de previsão
-Controle de insetos vetores
-Tratos culturais adequados
11. Principais Pragas
11. Pragas
• Larva arame – Conoderus scalaris
– Observação:
• O adulto é um besouro.
• As larvas possuem hábitos subterrâneos
• Atacam os tubérculos.
• Entrada de doenças.

– Controle:
• Uso de inseticida sistêmico granulado no sulco de
plantio.
11. Pragas
• Larva arame – Conoderus scalaris
11. Pragas
• Vaquinha – Diabrotica speciosa
– Observação:
• O adulto (besouro) alimenta-se das folhas.
• As larvas (larva alfinete) atacam os tubérculos.

– Controle:
• Uso de inseticida sistêmico granulado no sulco de plantio.
• Pulverizações da parte aérea.
11. Pragas
• Vaquinha – Diabrotica speciosa
11. Pragas
• Vaquinha – Diabrotica speciosa
11. Pragas
• Vaquinha – Diabrotica speciosa
11. Pragas
• Vaquinha – Diabrotica speciosa
11. Pragas
• Vaquinha – Diabrotica speciosa

Inseticida
11. Pragas
• Vaquinha – Diabrotica speciosa
11. Pragas
• Traça-da-batatinha – Phthorimaea operculella
– Observação:
• Os adultos são mariposas.
• As larvas fazem galerias na folhas, hastes e tubérculos.
• Maiores prejuízos são no armazenamento.

– Controle:
• Manter limpo o armazém e pulverizar com Decis.
• Pulverizações: Dipterex, Decis, Cartap, Thiobel.
11. Pragas
• Traça-da-batatinha – Phthorimaea operculella
11. Pragas
• Pulgão – Myzus persicae
– Observação:
• Sugam a seiva e vivem em colônias em brotos e folhas
novas.
• Transmitem viroses.

– Controle:
• Uso de inseticidas granulados sistêmicos no sulco de
plantio (aldicarb) e aplicação de inseticidas via aérea
(ineficaz).
11. Pragas
• Pulgão – Myzus persicae
11. Pragas
• Lagarta-rosca – Agrotis ypsilon
– Observação:
• A larva ataca as folhas.
• Praga polífaga.
• Ao serem tocadas enrolam-se.

– Controle:
• Rotação de culturas.
• Eliminação de restos culturais e plantas hospedeiras
(milho, trigo, amendoim, soja, tomate, etc.).
• Aração profunda.
• Pulverizações: Orthene, Sevin.
11. Pragas
• Lagarta-rosca – Agrotis ypsilon
11. Pragas
• Mosca minadora – Liriomyza huidobrensis
– Observação:
• O adulto é uma pequena mosca.
• As larvas faz galeria nas folhas.

– Controle:
• Uso de inseticida sistêmico granulado no sulco de plantio.
• Pulverizações da parte aérea.
11. Pragas
• Mosca minadora – Liriomyza huidobrensis
12. Colheita, Beneficiamento,
Classificação e Armazenamento
12.1 Colheita
• PONTO DE COLHEITA
– As hastes da planta (parte aérea) totalmente secas.
– Tubérculos com película firme e desprendem-se facilmente
dos estolões.

– 100 dias após o plantio (alguns dias a mais, ou a menos)


12.1 Colheita
• CUIDADOS
– Na ausência de chuvas, os tubérculos podem permanecer por
30 dias dentro das leiras.

– A colheita efetuada antes da completa maturação dos


tubérculos, proporciona película fina e pouca resistência ao
transporte a longas distâncias.

– Realizar a colheita em época seca, preferencialmente.


12.1 Colheita
• TIPOS DE COLHEITA
– Manual:
• Uso de enxada, arados de aiveca ou sulcadores
(pequenos) tracionados por animais, auxiliam na
destruição das leiras.

• A catação é feita manualmente.

• Própria para áreas pequenas e declivosas.


12.1 Colheita
• TIPOS DE COLHEITA
– Manual:
12.1 Colheita
• TIPOS DE COLHEITA
– Semi-mecanizada:
• Colheitadeiras tracionadas por trator desfazem as leiras e
expõem os tubérculos.

• A catação é feita manualmente.

• Própria para áreas maiores e de topografia menos


acidentada.

• Ontem tubérculos sem danos com perda mínima.


12.1 Colheita
– Semi-mecanizada:
12.1 Colheita
– Semi-mecanizada:
12.1 Colheita
• TIPOS DE COLHEITA
– Mecanizada:
• Exposição dos tubérculos e catação, tudo
mecanicamente.

• Grande áreas, topografia plana e uso de alta


tecnologia.
12.1 Colheita
– Mecanizada:
12.1 Colheita
– Mecanizada:
12.1 Colheita
– Mecanizada:
12.2 Carregamento
12.3 Beneficiamento (batata do campo)
12.3 Beneficiamento (lavagem)
12.3 Beneficiamento (seleção)
12.4 Classificação
• Depois da colheita é feita a classificação dos tubérculos em:
– Classes ou calibres: de acordo com o tamanho dos
tubérculos.
– Tipos ou graus de seleção ou categorias: de acordo com a
sua qualidade.

• Defeitos Graves: verde, coração negro, podridão seca e úmida.

• Defeitos gerais: dano superficial e profundo, brotado,


queimado, rizoctonia, mancha chocolate, vitrificação, esfolado,
coração oco e deformação.
12.3 Classificação
Classes ou Calibres: de acordo com o maior diâmetro
transversal do tubérculo, a batata será classificada nas
seguintes classes:
CLASSES MAIOR DIÂMETRO TRANSVERSAL (mm)

1 maior ou igual a 85
2 maior ou igual a 45 e menor que 85
3 maior ou igual a 33 e menor que 45
4 menor que 33
TOLERÂNCIAS
Classe 2, tolera-se tubérculos menores que 45mm sempre que o comprimento dos
mesmos superem 70 mm.Classe 3, tolera-se tubérculos menores que 33mm
sempre que o comprimento dos mesmos superem 50 mm.
Será permitida a mistura de classes dentro de uma mesma embalagem sempre que
a somatória das unidades não superar 5% e pertencer a classe imediatamente
inferior e superior.
12.3 Classificação
Tipos ou graus de seleção ou categorias
Defeitos Graves Defeitos Gerais Total
Máximo
Tipo Podridões Demais Danos Vitrificação Mancha Demais
De
Defeitos Profundos (*) Chocolate Defeitos
Defeitos
(*) (*)

Extra 0,5 1 0,5 0,5 0,5 3 3


Especial 1 3 0,5 0,5 0,5 5 5
Comercial 1 4 1 1 1 7 7

(*) a somatória destes defeitos não poderá exceder:


1% nos tipos Extra e Especial;
2% no tipo Comercial.
12.3 Classificação
12.3 Classificação
12.3 Classificação
• Cuidados:
– Evitar machucados (entrada de microorganismos).
– Batata que solta a película (imatura) não deve ser
classificada.
– Retirar tubérculos de formato anormal, feridos ou cortados
e com início de apodrecimento.
12.3 Classificação
12.4 Armazenamento
• No Brasil, como a oferta é contínua, não há necessidade de
armazenamento prolongado do produto.
• Batata para consumo é comercializada em um prazo máximo
de 15 dias.
• Após a classificação a batata é armazenada das seguintes
maneiras:

– A granel (consumo) = empilhadas em caixas.


– Em sacos de malha largas de 30 ou 50 kg (consumo).
– Caixas de 30 kg (plantio).
12.4 Armazenamento
12.4 Armazenamento
12.4 Armazenamento
Condições de Armazenamento
• Batata para consumo:
– Protegido contra insetos e animais.
– Boa aeração (pilhas de sacos ou caixas).
– Abertura na parte inferior do cômodo.
– Uso de exaustores.
– Protegido contra luz solar e artificial (esverdeamento).
– A conservação da batata-consumo em armazém com
refrigeração ocasiona perdas na qualidade e na quantidade,
além de aumentar o custo de produção.