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Fórmulas e Formas 1.O que é a farmácia galênica ou farmacotécnica?

Farmacêuticas
• É uma ciência que tem por fim obter
fórmulas farmacêuticas, que sob uma
determinada forma de apresentação
destinada a uma via de administração
denomina-se medicamento.

Profa. Dra. Neila de Paula • É a área farmacêutica que estuda a


transformação dos produtos naturais ou
sintéticos em medicamentos

1.1.Considerações farmacotécnicas 1.2 CONSIDERAÇÕES FARMACÊUTICAS


Doutrinas
• 1.2 Tipos de medicamentos
• A formulação farmacêutica
Alopático → “Contraria contrarius
designará a forma farmacêutica curantur”
ALOPÁTICO
medicamentosa”
Homeopático → “Similia Similibus
Curantur”
• O estudo da formulação HOMEOPÁTICO

farmacêutica mais adequada Fitoterapia → tratamento"


contribuirá para o melhor perfil da (therapeia) "vegetal" (phyton)
FITOTERÁPICO
biodisponibilidade medicamentosa “As ervas curam ”

2.FARMACOPÉIAS
Do grego: Pharmakon, droga, fármaco / Poeio, faço 3.FARMACOPÉIA BRASILEIRA
• livro oficial, elaborado por uma • A Farmacopéia Brasileira é o Código
Essas normas,
comissão
considerando fórmulas Oficial Farmacêutico do Brasil, onde se
estabelece normas farmacêuticas oficializadas, são
destinadas a assegurar:
estabelecem, dentre outras coisas, os
obrigatórias e
• a uniformidade da natureza estabelecidas pelas requisitos mínimos de qualidade para
entidades competentes
• da qualidade fármacos, insumos, drogas vegetais,
e a elas se devendo
• da composição
cingir o farmacêutico medicamentos e produtos para a saúde.
• da concentração dos medicamentos
aprovados ou tolerados.

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4.MANIPULAÇÃO:FÓRMULAS OFICINAIS E MAGISTRAIS
3.FARMACOPÉIA BRASILEIRA
Manipulação: conjunto de operações farmacotécnicas,
realizadas na farmácia, com a finalidade de elaborar
• É elaborada em parceria com
produtos e fracionar especialidades farmacêuticas.
universidades credenciadas
Fórmula magistral:
• homologada pela Comissão da Medicamento preparado na farmácia, segundo uma receita médica
Farmacopéia Brasileira (CFB) destinado a um paciente determinado.

Fórmula oficinal:

A Farmacopéia Brasileira é uma entidade Medicamento elaborado e garantido por um farmacêutico responsável,
dispensado na farmácia, enumerado e descrito na farmacopéia,
que faz parte da ANVISA. destinado a administração direta a paciente individualizado, mediante prescrição
médica.

5.RESOLUÇÃO Nº 467, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2007 6.COMPONENTES FUNDAMENTAIS DE UMA


Define, regulamenta e estabelece as atribuições e competências do FÓRMULA FARMACÊUTICA
farmacêutico na manipulação de medicamentos

• Matéria-prima de base: define a apresentação e


CAPITULO II: DAS CONDIÇÕES GERAIS DAS ATIVIDADES DO FARMACÊUTICO
ATUANDO NA MANIPULAÇÃO DE MEDICAMENTOS E DOS PRODUTOS a via de administração preferencial
FARMACÊUTICOS

• Matéria-prima ativa: 01 ou mais fármacos


• Art. 3º - O farmacêutico é responsável pela qualidade dos produtos
farmacêuticos magistrais, medicamentos magistrais, oficinais e de
outros produtos de interesse da saúde que manipula, conserva, • Preservantes: conservantes; antioxidantes;
dispensa e transporta.
sequestrante de íons; inbidores hidrolíticos.

• Art. 4º - O farmacêutico deve assegurar a qualidade físico-química e • Adjuvantes: corretores de pH; aromatizantes;
microbiológica, quando aplicável, de todos os produtos reembalados,
reconstituídos, diluídos, adicionados, misturados ou de alguma maneira corantes; agentes de viscosidade,agentes de
manuseados antes da sua dispensação. solubilização; isotonizantes; molhantes;
suspensores.

6.1 veículos e excipientes 6.1 veículos e excipientes

• Excipientes:
• Veículos:
substâncias que são
substâncias que são acrescidas acrescidas aos princípios
aos princípios ativos com a cálices graduados
ativos com a finalidade de
finalidade de dar apresentação
dar apresentação sólida ou
líquida ao medicamento.
pastosa ao medicamento.
Gral e pistilo

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7.Esquema para o desenvolvimento de uma 8.Farmacotécnica:
formulação farmacêutica expressões e Terminologias
Seleção do(s) fármaco (s)
FB
 qsp
FP
Uso Uso
qs BPMF U.S.P
interno externo fsa BPMH B.Ph
aa BPF
Magistral Ph.J
TM GMP
Seleção de m.p de base e Seleção de m.p de base e
de adjuvantes de adjuvantes
para formulações de para formulações de
apresentação semi-sólidas apresentação líquida
As concentrações costumam ser expressas em valores
percentuais ou proporcionais:
Seleção de m.p de base
Estabilidade
para formulações de Manipulação % (p/v; v/v e p/p)
Fisico-quimica e eficácia apresentação sólidas
de conservação efetiva
da formulação ____ : ____ (p/v, v/v e p/p)
desenvolvida

9.PORCENTAGENS/CONCENTRAÇÕES
As concentrações em porcentagem são expressas
9.1 medidas
como segue:
Aproximadas
• por cento p/p (peso em peso) ou % (p/p) —
expressa o número de g de componentes em • Colher de chá ................5 ml
100 g de mistura.
• Colher de sobremesa....10 ml
• por cento p/V (peso em volume) ou % (p/V) — • Colher de sopa.............15 ml
expressa o número de g de um componente
em100 ml da solução.

As doses menores que 5 ml costumam


• por cento V/V (volume em volume) ou % (V/V) ser indicadas em frações da colher
— expressa o número de ml de um componente de chá ou em gotas.
em 100 ml de solução.
20 gotas ~ 1ml
• por cento V/p (volume em peso) ou % (V/p) —
expressa o número de ml de um componente
em100 g da mistura.

9.1 medidas 9.1.1 manipulação da fórmula

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9.2 PADRÕES DE ROTULAGEM
9.1.1 manipulação da fórmula

10.Exemplo de formulação oficinal – FB, 4ªE.ed.


• ÁLCOOL GEL
5. EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO
1. SINONÍMIA
• Recipientes adequados, de plástico,
2. FORMA FARMACÊUTICA: bem fechados, protegidos da luz e à
temperaturainferior a 25 oC.
gel alcoólico.
6. ADVERTÊNCIAS
3. FÓRMULA
• Não deve ser utilizado em crianças
• álcool etílico 70,0 ml menores de dois anos.
• carbômer 940 0,5 g
• Manter fora do alcance de crianças.
• trietanolamina qs
• água qsp 100,0 ml 7. MODO DE USAR

• Uso externo.
4. ORIENTAÇÕES PARA O
PREPARO • Aplicar na assepsia de superfícies e
materiais.
Em recipiente adequado, misturar o
álcool etílico e a água e dispersar o
carbômer sob vigorosa agitação.
Acertar o pH para 6 -7 com
trietanolamina, se necessário.

11.Exemplo de uma formulação


magistral

Gel asséptico mentolado

• carbômer 940 -0,5 g


• Solução alcoolica mentolada a 0,2% -70,0 ml
• Propilenoglicol 5,0 ml
• trietanolamina qs
• água qsp 100,0 ml

• Uso externo

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12.FORMAS FARMACÊUTICAS:
CONCEITOS
• Forma Farmacêutica Básica (FFB): tipo geral da forma farmacêutica;

• Forma Farmacêutica Específica (FFE): formas farmacêuticas derivadas da


forma básica;

• Forma de Liberação: determina o padrão de liberação do princípio ativo


(imediata ou modificada)

• Sistema de Liberação: local de inserção do p.a que determina a forma de


liberação

• Estado Físico (EF): estado físico geral do medicamento (sólido, líquido, semi-
sólido,...)

• Local de Liberação (LL) do princípio ativo: baseado nos tecidos para os quais o
princípio ativo é primeiramente liberado pela forma farmacêutica

12.1 formas farmacêuticas e características


12.1 formas farmacêuticas e características
Espalhamento da base
Desintegração Liberação transdérmica
Dissolução Permeação dos ativos
na pele

MAIORIA ADMINISTRADAS MAIORIA ADMINISTRADAS


sólidas Semi-sólidas
POR VIA ORAL POR VIA TÓPICA

Liberação imediata Gel; emulsão; emulgéis


ou lenta pomada

13.Planejamento da forma farmacêutica


12.1 formas farmacêuticas e características
líquidos Xaropes
Fármaco e Elixir
ação terapêutica Errinos
FÁRMACO SOLÚVEL OU SUSPENSO

veículo Soluções e
Influência suspensões
intrínseca Vias
de
administração Soluções e suspensões
estéreis
MAIORIA ADMINISTRADAS Líquidas MEDIDAS Semi-sólidos
Pomadas
POR VIA ORAL OU TÓPICA VOLUMÉTRICAS Cremes colírios
OU GOTAS Influência Loções injetáveis
extrínseca Pastas soros
géis
excipiente
Cápsulas
Medicamentos estéreis:
Comprimidos
Parenterais Comprimidos
sólidos
colírios revestidos

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Planejamento: Biodisponibilidade dos desenvolvimento de
uma forma farmacêutica de liberação modificada
comprimidos

dissolução
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Substância(s) ativa (s): Forma
absorção
a b s or ç ã o
farmacêutica
c á p su l a
cpr g r â n u lo s • Excipientes
• Revestimentos
Modulação
• Matrizes
desintegração Pelo revestimento poliméricas
• Intermediários
de libertação

Corretivo:
Os cpr desintegram-se mediante a ação do suco
Edulcorantes
gástrico e/ou enzimas, porém a dissolução Corantes
da formulação é que assegura a absorção da droga Sistemas de libertação