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A Frenologia foi uma teoria muito popular no século XIX que postulava a
capacidade de determinar o caráter, características da personalidade, ou o grau
de criminalidade de uma pessoa pela forma da cabeça (tamanho e forma da
maxila, protuberâncias no crânio, etc). Embora atualmente esta teoria esteja
desacreditada, sua influência pode ter sido responsável por condenar
criminalmente diversas pessoas no século XIX.

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O termo à  significa ação de contemplar, olhar, e também pode ser entendido
como forma de pensar e entender algum fenômeno a partir da observação. A
teoria pode ser desenvolvida por meios científicos ou não, visto que existem vários
tipos de teorias, que são desenvolvidas e apoiadas por diversas maneiras. A
frenologia já foi considerada uma teoria com seriedade e até científica, quando
desenvolvida em meio aos pensamentos iluministas do século XVIII, mas
atualmente, é considerada uma teoria pseudocientífica (do grego "pseudo"
significa "falso"), por não ter base científica. Algumas de suas características são:
exibe indiferença quanto aos fatos, é invariavelmente malfeita, parte duma
hipótese e a seguir busca somente os itens que a apóiem, é indiferente aos
critérios para estabelecer evidência válida, é subjetiva, depende de convenções
arbitrárias da cultura humana, ao invés de regularidades imutáveis da natureza,
evita submeter suas alegações a um teste válido, argumenta com base em
supostas exceções, erros, anomalias, acontecimentos estranhos, e alegações
suspeitas ² ao invés de regularidades da natureza bem demonstradas, dentre
outras, não precisando de base científica para desenvolvê-la. Sendo assim a
frenologia não é uma teoria como as outras, como a científica, por exemplo, que
consiste de hipóteses devidamente testadas, através de leis e fatos científicos,
pois ela foi baseada em deduções apenas racionais e falhas. Portanto, foi assim
que esta e outras ³ciências´, ou melhor dizendo, pseudociências, desenvolveram
suas teorias.


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A classificação dos seres vivos mais aceita atualmente reconhece a divisão dos
mesmos em cinco reinos distintos, baseado principalmente na composição e
organização celular.

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Classificação dos seres vivos em reinos:

Monera - Seres procariontes unicelulares. Exemplos: as bactérias e as algas


cianofíceas ou cianobactérias (algas azuis).

Protista - Seres eucariontes unicelulares. Exemplos: protozoários, como a ameba,


o tripanossomo (causador do mal de Chagas), o plasmódio (agente da malária), a
euglena.

Fungi - Seres eucariontes uni e pluricelulares. Exemplos: leveduras (fermento),


bolores, mofos, cogumelos e orelha-de-pau.

Plantae ± Seres eucariontes pluricelulares. São os vegetais, desde as algas


verdes até as plantas superiores.

Animali ± Seres eucariontes pluricelulares. Englobam desde as esponjas marinhas


até o ser humano.


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Como o surgimento das quimeras celulares está relacionado com o surgimento


das primeiras formas de vida na Terra? E como seu surgimento se relaciona com
as alterações da composição atmosférica que ocorreram ao longo dos 4 bilhões
de anos de existência do planeta?

A relação das quimeras celulares com o início da vida na Terra e com as
alterações na composição da atmosfera está nos estágios hipotéticos da evolução
das células eucarióticas. Primeiramente, o estágio ancestral, pelo qual processos
químicos evolutivos originaram a protocélula, de onde as eubactérias se
formaram, ou seja, as moneras primitivas. As eubactérias foram fundamentais no
processo de desenvolvimento das células eucarióticas, assim como as
arquibactérias que surgiram no estágio pré-simbiose, originando então as células
eucariontes neste mesmo período. Assim, arquibactérias e eubactérias,
constituintes dos eucariontes, foram habitantes da Terra durante 2 bilhões de anos
e algumas delas foram as responsáveis pela transformação da atmosfera, próximo
da realidade de hoje e também pelas demais conseqüências da vida.



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Recentemente, Craig Venter e colaboradores conseguiram criar uma bactéria a


partir de DNA sintetizado artificialmente em laboratório.


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O trabalho de Craig Venter e de colaboradores já serviu para provar uma hipótese


e pode servir ainda para facilitar a produção de vacinas e remédios com reduzidos
custos, para a produção de biocombustíveis ou para a obtenção de gás carbônico
do ar.A tecnologia também pode permitir a criação de microorganismos para fins
ambientais específicos, como degradar o lixo ou o óleo derramado nos oceanos.
Além disso, pode colaborar nos tratamentos de saúde, como o hormônio insulina,
que tem sido fabricado a partir de bactérias modificadas artificialmente.



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O pesquisador Jeroen Raes afirmou acerca de um estudo recente ³Acredito que é


importante que as pessoas entendam que nós não somos completamente
humanos - somos colônias de bactérias ambulantes´.

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Jeroen Raes obteve essa conclusão a partir de um estudo do qual foi um dos
autores. O estudo foi realizado com amostras de fezes de 124 pessoas adultas,
onde decifrou as sequências de DNA de milhares de genes das incontáveis
bactérias que residem no intestino humano. Segundo a pesquisa, cerca de mil
espécies de micróbiospodem viver ali e cada ser humano carrega, em média, 160
espécies, sendo que a maioria é comum a diferentes tipos de pessoas. Para tal
constatação, foi usada uma técnica especial, que permite sequenciar cada pedaço
de DNA em uma amostra misturada, sem necessidade de isolar anteriormente
cada espécie de micróbio. Com isso, foi possível estimar o número de espécies
presentes. Jeroen Raes ainda afirmou: as bactérias ³governam o planeta, inclusive
os nossos corpos´.